OBESIDADE VISCERAL
     GORDURA EM EXAGERO




©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
OBESIDADE VISCERAL
                                        GORDURA EM EXAGERO




              OBESIDADE VISCERAL
             GORDURA EM EXAGERO
            DR. JOÂO SANTOS CAIO JR.
            DRA. HENRIQUETA V. CAIO

1-SINOPSE

2-OBESIDADE VISCERAL

3-GORDURA EM EXAGERO

4-CLASSIFICAÇÃO

5-BULLYING EM SOBREPESO, OBESOS E OUTRAS
DIFERENÇAS, SÃO UM FENÔMENO DEVASTADOR QUE
PODE DESENCADEAR ALGUNS PROBLEMAS DE SAÚDE.
CONHEÇA.

6-OBESOS INFANTO JUVENIL, ADOLESCENTES,
INFLUENCIA SOBRE O CRESCIMENTO, DESENVOLVIMENTO
COGNITIVO.

7-A CAUSA BÁSICA DE SOBREPESO E OBESIDADE É UM
DESEQUILÍBRIO ENERGÉTICO ENTRE AS CALORIAS
CONSUMIDAS E AS CALORIAS GASTAS E EM PAÍSES DE
BAIXA RENDA A DESNUTRIÇÃO E O SOBREPESO E A
OBESIDADE CONVIVEM LADO A LADO.

8-A GENÉTICA PODE SER MUITO ÚTIL EM SUA QUALIDADE
DE VIDA.

9-INCLUINDO O CONTROLE DE SOBREPESO, OBESIDADE,
OBESIDADE VISCERAL, INTRA ABDOMINAL OU CENTRAL,
O IMPACTO POSITIVO DO GENE PPARγ (gama).


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10-EM SUA SAÚDE IRÁ SER BASTANTE ÚTIL EM FATORES
RELACIONADOS AO SOBREPESO E À OBESIDADE, QUANDO
ESTAMOS SOB CONTROLE NUTRICIONAL.

11-NUTRIÇÃO - O CONSUMO FREQUENTE DE
REFRIGERANTES DIET INDUZ O AUMENTO DA
CIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL, LEVANDO A OBESIDADE
ABDOMINAL, VISCERAL, RISCOS PARA DOENÇAS
CARDIOVASCULARES E DIABETES.

12-E ESSAS DOENÇAS GERALMENTE PODEM SER
ACOMPANHADAS DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA
OU PRESSÃO ALTA.

13-SOBREPESO, OBESIDADE E SAÚDE DA MULHER,
OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA - VISCERAL, CENTRAL,
AFETA NEGATIVAMENTE A SAÚDE DAS MULHERES DE
MUITAS MANEIRAS.

14-ESTAR COM SOBREPESO OU OBESIDADE AUMENTA O
RISCO RELATIVO DE DIABETES E DOENÇA ARTERIAL
CORONARIANA NA MULHER. MULHERES OBESAS TÊM
MAIOR RISCO DE DOR LOMBAR E OSTEOARTRITE DO
JOELHO.

15-PENSE EM GENÉTICA COMO ARMA CARREGADA E O
MEIO AMBIENTE COMO RESPONSÁVEL POR PUXAR O
GATILHO. SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE
ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL, É O GRANDE INDUTOR
DO DIABETES MELLITUS TIPO 2, E SE NÓS REUNIRMOS
ESTES DOIS FATORES, GENÉTICA E O MEIO AMBIENTE.

16-NOSSA CHANCE É MUITO GRANDE DE
DESENVOLVERMOS O DIABETES MELLITUS TIPO 2; POR
OUTRO LADO, SE VOCÊ COLOCAR ESSA MESMA PESSOA

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EM UM AMBIENTE ONDE É DIFÍCIL GANHAR PESO, O
DIABETES PODE NUNCA SE MANIFESTAR.

17- BIBLIOGRAFIA




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                          SINOPSE
A gordura visceral pode ser considerada o maior problema
que eventualmente possamos adquirir aumentado nosso
peso, de complexo tratamento, é o mesmo que intra-
abdominal, central, é um dos efeitos gatilhos para a séria
síndrome metabólica, pode ocorrer também em magros, e
faz parte de um ciclo vicioso que terminará comprometendo
o sistema cardiovascular, respiratório, endocrinologia,
neuroendocrinologia. Ps: não se esqueça que fígado é
víscera.
 1ª Edição
Dr.João Santos Caio Jr e Dra Henriqueta Verlangieri Caio

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                                  SÃO PAULO – BRASIL
                                             Editoração
                                     Suelene Quidicomo




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              DR. JOÂO SANTOS CAIO JR.
              DRA. HENRIQUETA V. CAIO



                            A obesidade seja ela abdominal,
                            visceral,       central,        de
                            revestimento              corporal,
                            predomina a gordura branca,
                            embora sua localização sejam
                            diferentes uma das outras, e seu
                            grau de morbidade também
                            difere em quantidade, região em
                            que comprometem, ou seja,
localização, e tipo de órgãos comprometidos. Obesidade,
nediez ou pimelose (tecnicamente, do grego pimelē =
gordura e ose processo mórbido) é uma doença crônica
multifatorial, na qual a reserva natural de gordura aumenta
até o ponto em que passa a estar associada a certos
problemas de saúde ou ao aumento da taxa de
mortalidade. É resultado do balanço energético positivo, ou
seja, a ingestão alimentar é superior ao gasto energético.
Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, é
vista, cada vez mais, como um sério e crescente problema
de saúde pública: o excesso de peso predispõe o organismo
a uma série de doenças, em particular doença
cardiovascular, diabetes mellitus tipo 2, apneia do sono e
osteoartrite, dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica ou
pressão alta, síndrome metabólica, etc.




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CLASSIFICAÇÃO
A obesidade pode ser definida por termos relativamente
absolutos. Na prática, a obesidade é avaliada em termos
absolutos e também pela sua distribuição na circunferência
da cintura ou pela razão entre as circunferências da cintura
e do quadril. Além disso, a presença de obesidade deve ser
avaliada enquanto fator de risco cardiovascular e outras
condições médicas que podem aumentar o risco de
complicações.

IMC
IMC, ou índice de massa corporal, é um método simples e
amplamente difundido de se medir a gordura corporal. A
medida foi desenvolvida na Bélgica pelo estatístico e
antropometrista, Adolphe Quételet. É calculado dividindo o
peso do indivíduo em quilos pelo quadrado de sua altura
em metros.
Equação: IMC = kg/m²
Onde kg é o peso do indivíduo em quilogramas e m é sua
altura em metros.
As atuais definições estabelecem a seguinte convenção de
valores, acordada em 1997 e publicada em 2000:

   IMC                  Classificação
   < 18.5               Abaixo do Peso
   18.5–24.9            Peso normal
   25.0–29.9            Sobrepeso
   30.0–34.9            Obesidade grau I
   35.0–39.9            Obesidade grau II
   ≥ 40.0               Obesidade grau III



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Em analises clínicas, médicos levam em consideração raça,
etnicidade, massa muscular, idade, sexo e outros fatores
que podem influenciar a interpretação do índice.
O IMC superestima a gordura corporal em indivíduos muito
musculosos e pode subestimá-la naqueles que tiveram
perda de massa corporal (ex. idosos).
Para crianças e adolescentes, também se utiliza o IMC,
observando-se os percentuais para idade e sexo, como
critério de adiposidade. Há uma grande variedade de
critérios para definir sobrepeso e obesidade na infância, o
que dificulta as comparações entre os estudos de
prevalência.
O critério mais utilizado atualmente é aquele sugerido em
2000 pelo Center for Disease Control (CDC)3 quando,
revisando suas tabelas de crescimento que datam de 1977,
incluiu as tabelas de IMC para indivíduos de 2 a 19 anos de
idade, e recomendou a utilização dos termos “risco de
sobrepeso” para aqueles com IMC para idade e sexo em
percentuais > 85 e o termo “sobrepeso” para aqueles
com IMC para idade e sexo em percentuais > 95. Na
prática clinica, tais termos foram substituídos por sobrepeso
e obesidade, respectivamente.
Procura-se encontrar um índice de pontos de corte
de IMC que possa mostrar continuidade desde a infância à
idade adulta, com o objetivo de correlacionar a obesidade e
comorbidades nestas diferentes faixas etárias. Nesse
sentido, o estudo realizado por Cole et al (2000)4, em seis
países (Inglaterra, Brasil, Hong Kong, Singapura, Holanda e
EUA), tem sido aceito e recomendado pelo IOTF para
estudos epidemiológicos populacionais. Os autores
desenvolveram pontos de corte para sobrepeso e
obesidade, apartir da correlação entre os percentuais
de IMC > 85 e > 95 para idade e sexo na faixa etária
pediátrica que, aos 18 anos, correspondem aos pontos de


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corte para sobrepeso (> 25 kg/m²) e obesidade (> 30
kg/m²) na faixa etária adulta.

Circunferência da cintura

                  O IMC não distingue entre diferentes
                  tipos de adiposidade, alguns dos quais
                  podem estar mais associados a doença
                  cardiovascular. Estudos mais recentes
                  dos      diferentes   tipos   de tecido
                  adiposo têm demonstrado, por exemplo,
que a obesidade central (em forma de maçã, tipicamente
masculina) tem uma correlação muito superior à doença
cardiovascular que o IMC por si só.
A circunferência absoluta (>102 cm para homens e >88 cm
para mulheres) e o índice cintura-quadril (>0.9 para
homens e >0.85 para mulheres) são, ambos, utilizados
como medidas da obesidade central.

IAC
O IAC ou índice de adiposidade    corporal é calculado pela
divisão entre o produto da raiz   quadrada da altura pela
circunferência do quadril e a      altura. Desse resultado
subtrai-se 18. Para mulheres o    normal é de 21 a 32 e
homens de 8 a 20.

Medição da gordura corporal

                     Uma       maneira     alternativa    de
                     determinar obesidade é medindo
                     a porcentagem de gordura corpórea.
                     Médicos e cientistas, em geral,
                     concordam que homens com mais de
25% de gordura e mulheres com mais de 30% de gordura
são obesos. Porém, é difícil medir a gordura corporal com

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precisão. O método mais aceito é a pesagem do indivíduo
debaixo de água, mas só é possível em laboratórios
especializados que dispõem do equipamento. Os dois
métodos mais simples são o teste da dobra, no qual
a pele do abdômen é pinçada e medida para determinar a
grossura da camada de gordura subcutânea; e o teste
de impedância bioelétrica, que só pode ser realizado em
clínicas especializadas e não deve ser feito com frequência.
Outras formas de medir a gordura corporal incluem
a tomografia computadorizada e a ressonância magnética.

Estilo de vida
Pesquisadores já concluíram que o aumento da incidência
de obesidade em sociedades ocidentais nos últimos 25 anos
do século XX teve como principais causas o consumo
excessivo       de     nutrientes      combinado          com
crescente sedentarismo. Embora informações sobre o
conteúdo nutricional dos alimentos esteja bastante
disponível nas embalagens dos alimentos, na Internet, em
consultórios médicos e em escolas, é evidente que o
consumo excessivo de alimentos continua sendo um
problema. Devido a diversos fatores sociológicos, o
consumo médio de calorias quase quadruplicou entre 1977
e 1995. Porém, a dieta, por si só, não explica o significativo
aumento nas taxas de obesidade em boa parte do mundo
industrializado nos anos recentes. Um estilo de vida cada
vez mais sedentário teve um papel importante. Outros
fatores que podem ter contribuído para esse aumento --
ainda que sua ligação direta com a obesidade não seja tão
bem estabelecida -- o estresse da vida moderna
e sono insuficiente.




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Genética

                         Como tantas condições médicas, o
                         desequilíbrio    metabólico    que
                         resulta em obesidade é fruto da
                         combinação tanto de fatores
                         ambientais    quanto     genéticos.
                         Polimorfismos em diversos genes
                         que     controlam      apetite   e
                         metabolismo       predispõem     à
                         obesidade, mas a condição requer
a disponibilidade de calorias em quantidade suficiente, e
talvez outros fatores, para se desenvolver plenamente.
Diversas condições genéticas que têm a obesidade como
sintoma já foram identificadas (tais como Síndrome de
Prader-Willi, Síndrome de Bardet-Biedl, síndrome de MOMO
e mutações dos receptores de leptina e melanocortina),
mas mutações genéticas só foram identificadas em cerca de
5% das pessoas obesas. Embora se acredite que grandes
partes dos genes causadores estejam por ser identificados,
é provável que boa parte da obesidade resulte da interação
entre diversos genes e que fatores não genéticos também
sejam importantes.



Doenças
Determinadas doenças físicas e mentais e algumas
substâncias farmacêuticas podem predispor à obesidade.
Além da cura dessas situações poderem diminuir a
obesidade, a presença de sobrepeso pode agravar a gestão
de outras. Males físicos que aumentam o risco de
desenvolvimento de obesidade incluem diversas síndromes
congênitas (acima mencionadas), hipotireoidismo Síndrome

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de Cushing e deficiência do hormônio do crescimento.
Certas enfermidades psicológicas também podem aumentar
o    risco     de    desenvolvimento     de     obesidade,
diabetes disfunções alimentares como bulimia nervosa.

Bactérias

Segundo o estudo publicado na revista Science, bactérias
que favorecem a digestão também poderiam fazer o corpo
acumular quilos a mais, caso não estejam devidamente
equilibradas. Em excesso, essas bactérias alteram
o metabolismo e o apetite.




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BULLYING EM SOBREPESO, OBESOS E OUTRAS
DIFERENÇAS, SÃO UM FENÔMENO DEVASTADOR
QUE PODE DESENCADEAR ALGUNS PROBLEMAS DE
SAÚDE.CONHEÇA:




O bullying é um fenômeno devastador podendo vir a afetar
a autoestima e a saúde mental dos adolescentes. Quando
atinge sua autoimagem como no caso de adolescentes,
juvenis e em alguns casos até o próprio adulto em que
devido sua imagem estar comprometida por não apresentar
biotipicamente a mesma imagens do grupo que quer
participar ou até participa, seja na escola, na universidade,
ou no trabalho, sentindo – se desagregado por
apresentar aumento de peso, sobrepeso, obesidade, baixa
estatura e outras característica que não o coloca como
harmônico junto ao grupo, os efeitos podem ser cruéis,
graves, devastadores, chegando até ao suicídio.
Geralmente ocorre quando o adolescente é mais suscetível
ou vulnerável às agressões verbais ou morais que lhes
causam angústia e dor, principalmente quando ocorrido em
ambiente escolar traduzindo-se como uma forma de
exclusão social. Pode desencadear alguns problemas de
saúde tais como a anorexia, bulimia, depressão, ansiedade
e até mesmo o suicídio, mas a sensação subliminar, não
desmotiva apenas os adolescentes, comprometendo
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também adultos e pode desencadear atitudes violentas
medíocres. Há alguns anos atrás os termos que descreviam
tais situações de forma mais civilizada eram a zoação, que
não é a mesma coisa que o bullying, pois este termo é mais
agressivo, violento, mais difícil de ser identificado, pois a
vítima sente-se constrangida em transmitir tais fatos a
quem de direito, além de serem atitudes onde geralmente
possui um agressor alfa intimidador. O profissional, pautado
com princípios de prevenir agravos de diversos males,
preocupa-se também com esta intercorrência traumática na
adolescência, que pode ter represálias graves e complexas.
O objetivo deste estudo foi identificar sentimentos que
possam       estar   relacionados      com      o     bullying
em adolescentes alunos de 5ª a 8ª séries. Tratou-se de
uma pesquisa descritiva de abordagem qualitativa,
realizada em uma escola de segmento religioso conveniada
com o estado, sendo que as diferenças religiosas
dogmáticas são outro problema dramático. A coleta de
dados ocorreu auxiliada por entrevistas gravadas,
posteriormente transcritas e submetidas à análise
temática. Os resultados mostraram que os sentimentos
relacionados ao fenômeno são múltiplos e variados, sendo
categorizados como aspectos de caráter positivo, aspectos
de caráter negativo e aspectos de caráter necessário no
caso de religião, mas quando se trata de autoimagem onde
existem pessoas com excesso de peso, sobrepeso,obesos,
baixa estatura, o potencial explosivo se potencializa por
agredir o âmago de suas autoestimas. Nossa preocupação
como         médicos      principalmente endocrinologistas e
neuroendocrinologistas é orientar os responsáveis por essas
pessoas, no sentido de ajudá-los a prevenir problemas
abrangentes nesta área que podem se tornar
multidisciplinar.



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OBESOS INFANTO JUVENIL, ADOLESCENTES,
INFLUENCIA SOBRE O CRESCIMENTO,
DESENVOLVIMENTO COGNITIVO.




Crescimento durante a infância é conhecido por ser um
tempo de mudanças rápidas na composição corporal, no
entanto, tem havido poucos estudos longitudinais, que
analisou mudanças nos específicos compartimentos
de gordura durante o processo de crescimento. O estudo
da mudança de vários compartimentos de gordura é
importante porque ajuda a elucidar a dinâmica do
crescimento em crianças e como as mudanças na
composição corporal podem estar relacionados com os
resultados de saúde. Isto é especialmente importante para
o crescimento da gordura visceral, que pode contribuir para
o risco de doenças metabólicas. A gordura visceral (ou seja,
intra-abdominal do tecido adiposo) e gordura subcutânea
abdominal são dois compartimentos discretos de gordura
que têm sido estudadas em associação com os resultados
de saúde. Estudos anteriores sugerem que diferentes tipos
de tecido adiposo pode estar relacionada com diferentes
fatores de risco da diabetes mellitus tipo 2 e doenças

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cardiovasculares e que essas relações surgem no início da
vida. Em crianças, a gordura visceral tem se mostrado
positivamente relacionados a uma ampla gama de
indicadores de saúde, incluindo colesterol total, colesterol
de baixa densidade da lipoproteína, triacilglicerol, áreas de
insulina após um teste oral de glicose, a secreção de
insulina basal, e secreção de insulina estimulada. Além
disso, a gordura visceral parece ter uma relação negativa
com a sensibilidade à insulina e lipoproteína de alta
densidade colesterol. Além disso, a gordura subcutânea
abdominal tem sido associada com aumento da
concentração de insulina basal e 2 horas em meninas afro
americanas, afro brasileiras, e outros países com as
mesmas características em geral, e maior área sob a curva
de insulina em meninas afro americanas, afro brasileiras, e
outros países com as mesmas características em geral.




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A CAUSA BÁSICA DE SOBREPESO E OBESIDADE É
UM DESEQUILÍBRIO ENERGÉTICO ENTRE AS
CALORIAS CONSUMIDAS E AS CALORIAS GASTAS E
EM PAÍSES DE BAIXA RENDA A DESNUTRIÇÃO E O
SOBREPESO E A OBESIDADE CONVIVEM LADO A
LADO.

                                  A    causa     básica     de
                                                    sobrepeso
                                     e obesidade (sobrepeso,
                                  obesidade,        obesidade
                                  abdominal,            intra-
                                  abdominal,          central,
                                  visceral)       é        um
                                  desequilíbrio    energético
                                  entre       as      calorias
                                  consumidas e as calorias
                                  gastas. No mundo, ocorre
                                  um aumento da ingestão
de energia através de alimentos que são ricos em gorduras,
sal e açúcares, mas pobres em vitaminas, minerais e outros
micronutrientes, e uma diminuição da atividade física como
um resultado de natureza cada vez mais sedentária de
muitas formas de trabalho, novos modos de viajar e
crescente urbanização. Muitas vezes, mudanças nos hábitos
alimentares e atividade física são o resultado de mudanças
ambientais e sociais associados com o desenvolvimento e a
falta de políticas de apoio em setores como saúde,
agricultura, transporte, planejamento urbano, meio
ambiente, transformação, distribuição, a comercialização de
alimentos e educação. Quais são as consequências comuns
de sobrepeso e obesidade (sobrepeso, obesidade,
obesidade      abdominal,       intra-abdominal,      central,
visceral)para a saúde? Um índice de massa corporal (IMC)
elevado é fator de risco importante para doenças não

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transmissíveis, tais como: doenças cardiovasculares
(principalmente doenças cardíacas e acidente vascular
cerebral), que em 2008 foram a principal causa de
morte; diabetes;           lesões          musculoesqueléticas
(especialmente a osteoartrite, uma doença articular
degenerativa muito incapacitante), e alguns cânceres como
o de mama, endométrio e cólon. O risco de doenças não
transmissíveis aumenta com o aumento do índice de massa
corporal (IMC). A obesidade infantil está associada a uma
maior probabilidade de obesidade, morte prematura e
incapacidade na vida adulta. Além desses riscos futuros
grandes, as crianças obesas sofrem de angústia
respiratória, aumento do risco de fraturas e hipertensão, e
têm marcadores precoces de doenças cardiovasculares,
resistência à insulina e efeitos psicológicos.
Muitos países de renda média estão atualmente
enfrentando uma "dupla carga" da doença. Enquanto ainda
lidam com os problemas de doenças infecciosas e
desnutrição, estes países estão experimentando um forte
aumento nos fatores de risco de doenças não
transmissíveis, como obesidade e sobrepeso (sobrepeso,
obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central,
visceral), especialmente em ambientes urbanos. Não é raro
encontrar desnutrição e obesidade coexistindo em um país,
uma comunidade ou uma casa. Em países de renda baixa e
média as crianças são mais propensos a receber alimentos
insuficientes no período pré-natal, quando lactentes e
quando crianças pequenas. Ao mesmo tempo, estão
expostas a energia de alimentos ricos em gorduras,
açúcares e sal e pobres em micronutrientes, que são
geralmente de baixo custo. Estes hábitos, junto com uma
baixa atividade física, resultam em um aumento acentuado
da obesidade infantil, enquanto os problemas de
desnutrição continuam por resolver.


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 A GENÉTICA PODE SER MUITO ÚTIL EM SUA
QUALIDADE DE VIDA, INCLUINDO O CONTROLE DE
SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE VISCERAL,
INTRA ABDOMINAL OU CENTRAL, O IMPACTO
POSITIVO DO GENE PPARγ (gama).


EM SUA SAÚDE IRÁ SER BASTANTE ÚTIL EM
FATORES RELACIONADOS AO SOBREPESO E À
OBESIDADE, QUANDO ESTAMOS SOB CONTROLE
NUTRICIONAL.

                               Ao    ser    interpretado   o
                               resultado     individual   de
                               cada ser      humano,     em
                               estando normal o Gene
                               PPARγ (gama), será mais
                               fácil para equacionar o
                               problema de sobrepeso e
                               obesidade, isto porque nós
                               partimos de uma situação em
que seu Gene PPARγ (gama) não sofreu mutação,
principalmente em um loco (lugar especifico de um Gene),
denominado rs1801282 do Gene PPARγ (gama), pode
parecer paradoxal pois esta situação provoca uma
predisposição normal do ganho de peso associado ao
PPARγ (gama) (rs1801282), portanto, em relação ao
funcionamento deste Gene sem mutação, fica mais fácil
para com uma simples dieta e exercícios, obter respostas
esperadas, o que não ocorreria se tendo a mutação. Sem a
mutação para o médico endocrinologista e para o paciente
os resultados da terapêutica fica mais facil. Os motivos são
lógicos sob o aspecto de solução, pois os ácidos graxos
poli-insaturados ativam o Gene PPARγ (gama) não mutáveis


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facilitando e potencializando o desempenho deste Gene que
esta diretamente relacionado com sua dieta nutricional e o
tipo de gordura que você possui; com isso o médico tem
um foco dirigido para corrigir este problema que leva a sua
descompensação. Como sua dieta irregular influencia
diretamente o seu ganho de peso e também facilita o
aparecimento de doenças relacionados a dieta nutricional
irregular (comorbidades), que estão associadas a este
Gene, como por exemplo, risco de diabetes mellitus tipo 2,
alterações de colesterol total, LDL – colesterol (mau), HDL
– colesterol (bom ), Mgmin LDL – colesterol ou super mal
colesterol,    quilomícrons    ou triglicérides e problemas
cardiovasculares; fica mais fácil para o endocrinologista de
identificar seus problemas e atacar com soluções o mais
precoce possível, com o objetivo de minorar e resolver seus
problemas, antes que tomem vultos de difícil controle. Fica
claro que a urgência de tomar atitudes direcionadas é de
extrema importância: a gordura estará aproximadamente
30 % de gorduras totais; este fato em um individuo com
IMC –índice de massa corporal menor do que <34 kg/m², o
seu genótipo contribui para um aumento de 3,4 vezes no
risco de sobrepeso e obesidade, e isto é verificável quando
o Gene PPARγ (gama), não teve mutação, o que facilita a
consciência do médico endocrinologista e do paciente a
tomar atitudes o mais precocemente possível, com foco
direcionado para este problema e suas consequências.
Além disto, fica claro que um aumento da circunferência da
cintura acima de 1,2 cm, é provocado por uma dieta
incorreta que esta permitindo o acumulo de gordura na
circunferência abdominal. Todos esses fatos alertam os
profissionais e pacientes o rumo que devem seguir, além de
balizar o tratamento adequado para um melhor resultado
terapêutico.



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NUTRIÇÃO - O CONSUMO FREQUENTE DE
REFRIGERANTES DIET INDUZ O AUMENTO DA
CIRCUNFERÊNCIA  ABDOMINAL,     LEVANDO   A
OBESIDADE ABDOMINAL, VISCERAL, RISCOS PARA
DOENÇAS CARDIOVASCULARES E DIABETES.

E ESSAS DOENÇAS GERALMENTE PODEM SER
ACOMPANHADAS DE HIPERTENSÃO ARTERIAL
SISTEMICA OU PRESSÃO ALTA.


A percepção de que refrigerantes diet são uma alternativa
benigna às bebidas altamente açucaradas pode ser
perigosamente       errado. Refrigerantes     diet têm    sido
pensados             para ser uma alternativa mais saudável
aos                         seus homólogos açucarados, no
                              entanto,    estudos     recentes
                               mostram um aumento da
                                incidência   de     obesidade,
                                síndrome      metabólica     e
                                diabetes com a ingestão
                                frequente de refrigerantes
                               diet. O estudo foi realizado
                             com indivíduos numa faixa etária
de 65                     a 74 anos de idade e examinaram o
efeito do consumo em longo prazo de refrigerantes diet.
Quando os resultados dessas observações foram
comparados com os de indivíduos que não bebem
refrigerantes diet, as diferenças foram marcantes. No geral,
os consumidores de refrigerantes diet experimentaram um
aumento de 70% maior na circunferência da cintura do que
os não consumidores Além disso, os que ingerem de dois
ou mais refrigerantes diet por dia, a média de aumentos na
circunferência da cintura foram cinco vezes maiores do que

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as registradas para os não consumidores. A circunferência
abdominal avalia a gordura abdominal e esta é um
importante fator de risco para o desenvolvimento
do diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e outras
condições crônicas. Os resultados sugerem que a ingestão
de aspartame (substância encontrada nos refrigerantes
diet) poderia contribuir diretamente para o aumento de
glicose no sangue. Assim, contribui para a associação
observada entre o consumo de refrigerante diet e o risco de
diabetes em humanos. Após esta conclusão o ideal é abolir
o consumo dos refrigerantes em geral substituindo por
bebidas que promovem a saúde, como por exemplo, os
sucos naturais, estes são ricos em vitaminas e minerais,
mas isso desde que introduzido junto a uma alimentação
saudável. Mudar certos hábitos alimentares está prevenindo
futuras doenças relacionadas ao ganho de peso e
obesidade, sobrepeso, obesidade abdominal, intra visceral
ou central.
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SOBREPESO, OBESIDADE E SAÚDE DA MULHER,
OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA - VISCERAL,
CENTRAL, AFETA NEGATIVAMENTE A SAÚDE DAS
MULHERES DE MUITAS MANEIRAS.

ESTAR COM SOBREPESO OU OBESIDADE AUMENTA
O RISCO RELATIVO DE DIABETES E DOENÇA
ARTERIAL CORONARIANA NA MULHER. MULHERES
OBESAS TÊM MAIOR RISCO DE DOR LOMBAR E
OSTEOARTRITE DO JOELHO.


                                         A obesidade afeta
                                         negativamente a
                                         saúde das mulheres
                                         de muitas maneiras.
                                         Estar com sobrepeso
                                         ou obesidade
                                         aumenta o risco
                                         relativo de diabetes e
                                         doença arterial
                                         coronariana na
                                         mulher. Mulheres
obesas têm maior risco de dor lombar e osteoartrite do
joelho. A obesidade afeta negativamente tanto a concepção
e fecundidade. A obesidade materna está associada a
maiores taxas de cesariana, bem como maiores taxas de
alto risco, as condições obstétricas, tais como diabetes
mellitus tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica ou pressão
alta.
Na gravidez os resultados são afetados negativamente pela
obesidade materna (risco aumentado de mortalidade
neonatal e malformações). A obesidade materna está
associada a uma diminuição da intenção de amamentar,
diminuiu o início da amamentação, e diminuição da duração

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da amamentação. Parece haver uma associação entre
obesidade e depressão em mulheres, apesar de fatores
culturais podem influenciar esta associação. Mulheres
obesas têm maior risco de câncer múltiplos, incluindo
câncer de endométrio, câncer de colo uterino, câncer de
mama e, talvez, o câncer de ovário. A prevalência
(presença) da obesidade está aumentando. A Organização
Mundial da Saúde estima que mais de 1 bilhão de pessoas
estão acima do peso, com 300 milhões que são compatíveis
e satisfazem os critérios para a obesidade, sobrepeso,
obesidade abdominal, intra visceral, central. Vinte e seis por
cento das mulheres não grávidas de 20-39 anos, estão com
sobrepeso e 29% são obesas, portanto, mulheres não
grávidas já superam 55% nesta idade, o que já é um




verdadeiro desastre segundo a OMS. Nas mulheres, a
circunferência da cintura maior que 88 cm é de alto risco,
enquanto nos homens se o nível estiver maior 102 cm
também e de alto risco. A classificação para sobrepeso e
obesidade baseada no IMC associado à circunferência da
cintura também pode ser usada para classificar sobrepeso e
obesidade, obesidade abdominal, intra- visceral, central. O
risco de diabetes mellitus (DM) aumento do grau e a
duração do excesso de peso ou em pessoas com uma
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obesidade central ou visceral distribuição em relação ao
maior nível de gordura corporal, este risco é mais
significativo. O aumento da gordura visceral incrementa o
grau de resistência à insulina associada, sobrepeso e
obesidade, obesidade abdominal, intra- visceral, central.
Por sua vez a resistência à insulina e aumento da gordura
visceral são as características da síndrome metabólica, um
conjunto de fatores de risco para desenvolver diabetes e
doenças cardiovasculares com aumento da morbidade e
letalidade. A obesidade é um fator de risco independente
para o desenvolvimento de doença arterial coronariana em
mulheres, e é um fator de risco modificável de grande
importância para a prevenção do desenvolvimento de
doença arterial coronariana em mulheres, se tomarem ação
preventiva e se tratarem, diminuindo o sobrepeso e
obesidade, obesidade abdominal, intra - visceral central. A
passividade sem atitudes representa um grande desastre
para a mulher.




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PENSE EM GENÉTICA COMO ARMA CARREGADA E O
MEIO AMBIENTE COMO RESPONSÁVEL POR PUXAR
O GATILHO. SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE
ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL, É O GRANDE
INDUTOR DO DIABETES MELLITUS TIPO 2, E SE NÓS
REUNIRMOS ESTES DOIS FATORES, GENÉTICA E O
MEIO AMBIENTE.

NOSSA    CHANCE   É   MUITO    GRANDE    DE
DESENVOLVERMOS O DIABETES MELLITUS TIPO 2;
POR OUTRO LADO, SE VOCÊ COLOCAR ESSA MESMA
PESSOA EM UM AMBIENTE ONDE É DIFÍCIL GANHAR
PESO, O DIABETES PODE NUNCA SE MANIFESTAR

                                     Em outras palavras, se
                                     você     colocar    uma
                                     pessoa que tem uma
                                     predisposição genética
                                     para o diabetes em um
                                     ambiente que promove
                                     o ganho de peso, seja
                                     ele     o     sobrepeso,
                                     obesidade, obesidade
                                     abdominal,      visceral,
                                     central     o   paciente
                                     provavelmente irá se
tornar diabético. por outro lado, se você colocar essa
mesma pessoa em um ambiente onde é difícil ganhar o
peso, sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, visceral,
central, o diabetes pode nunca se manifestar. De todas as
doenças que têm sido associadas com a obesidade,
obesidade     abdominal,   visceral,     central,   não    há
provavelmente nenhuma outra doença que tem maior
associação com o diabetes.

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                                        Em termos simples,
                                       contanto que alguém
                                       tenha a predisposição
                                       genética (e muitos de
                                       nós possuímos), mais
                                       o    peso   que    os
                                       paciente     ganham,
                                       maiores as chances
                                       de se tornar um
diabético tipo 2. Para explicar a relação entre obesidade e
diabetes, é preciso primeiro entender como o ganho de
peso humano ocorre. Uma das maneiras mais fáceis é
pensarem em obesidade como o acúmulo de células de
gordura que é vista como o ganho de gordura periférica.




                                           ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
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                               O ganho        de      gordura
                               periférica refere-se à gordura
                               subcutânea que é facilmente
                               mensurável, fazendo um
                               pinçamento da gordura sob a
                               pele. Esta      gordura      é
                               encontrada geralmente em
                               torno do abdômen, coxas e
braços, mas também pode ser encontrada em vários outros
lugares, por via subcutânea (por exemplo, o pescoço e
costas). Gordura periférica é relativamente benigna em
termos metabólicos, muito de seus efeitos deletérios são
estruturais. Por exemplo, aumento da gordura periférica
pode aumentar a carga sobre as articulações com o
aumento do peso, dificultando a locomoção, exercícios e
sobrecarga sobre as articulações de todo o corpo causando
danos, independente da mudança dos contornos estéticos e
uma enormidade de efeitos colaterais graves. O tipo de
gordura que devemos focar, é a gordura causada por
obesidade abdominal, visceral, central, que está
profundamente arraigada no abdômen entre as vísceras e
no tórax, e é encontrada ao redor ou, por vezes, nos
órgãos do tórax, como pulmão, mediastino e
coração. Difere da gordura periférica, na medida em que,
não pode ser medida simplesmente pinçando ou beliscando
a pele. Um exemplo de como essa gordura está associada a
anormalidades cardiometabólicas é a presença de gordura
omental (O omento é uma estrutura de grande quantidade
de substâncias graxas (gorduras) que literalmente paira ao
largo da média de seus dois pontos e drapeados sobre o
intestino, dentro do abdômen) ao redor do intestino
delgado e órgãos viscerais, como é o caso de "fígado
gorduroso", ou esteatose hepática da doença também
intra- fígado. Nos pacientes que têm o resultado elevado de
testes de função hepática, com um nível de (alanina

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aminotransferase aproximadamente) um enzima específica
dosada no sangue, referente ao fígado), 2 vezes o nível de
(aspartato aminotransferase, outra enzima do fígado;
estudos     de   imagem      (por    exemplo,    tomografia
computadorizada e ultrassonografia abdominal) tipicamente
mostram gordura extensa dentro do fígado. A gordura
Central, obesidade abdominal, visceral, também está
associada com resistência à insulina e síndrome metabólica.
Estes fatos são extremamente graves e de difícil
terapêutica,    pois   ocorrem      em     diversos   tipos
de estadiamentos da obesidade, que nem mesmo a cirurgia
bariátrica tem indicação. Entretanto, a cada dia surgem
novidades importantes focadas na terapêutica do problema
grave da gordura Central, obesidade abdominal, visceral,
que apesar de seu grande comprometimento metabólico.
Estas terapêuticas têm ajudado a minorar ou até controlar
este problema tão complexo quanto a síndrome metabólica.



                                            BIBLIOGRAFIA

      Prof. Dr. João Santos Caio Jr. - Diretor Científico, Dra.
    Henriqueta Verlangieri Caio - Diretora Clínica – Van Der
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          regulado, afirmam cientistas; LOUISE CHANG. MD,
             WILLIAM C. KNOWLER, MD, DRPH - CHEFE DE

                                             ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
OBESIDADE VISCERAL
                                                 GORDURA EM EXAGERO




    EPIDEMIOLOGIA DO DIABETES E SEÇÃO DE PESQUISA
          CLÍNICA DO INSTITUTO NACIONAL DE DIABETE E
DOENÇAS DIGESTIVAS E DO RIM.NEW ENGLAND JOURNAL
  OF MEDICINE. HART1 CL, GD BATTY, DS MORRISON, RJ
    MITCHELL E G DAVEY SMITH,DIVISÃO DE SAÚDE E DA
     POLÍTICA DE SAÚDE, DE PUBLICA, CIÊNCIAS DA BASE
               COMUNITÁRIA DA FACULDADE DE MEDICINA,
UNIVERSIDADE DE GLASGOW, GLASGOW, REINO UNIDO ,
MRC SOCIAL E SAÚDE PÚBLICA UNIDADE DE CIÊNCIAS DA
      SAÚDE, GLASGOW, REINO UNIDO , DEPARTMENT DE
         MEDICINA SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE BRISTOL,
        BRISTOL, REINO UNIDO; Gabriel eu Uwaifo, MBBS e
       Pesquisas Clínicas, Professor Assistente de Medicina e
         Endocrinologia, Centro de Pesquisa Clínica MedStar,
        Instituto de Pesquisa MedStar e Centro Hospitalar de
        Washington; Elif Arioglu, MD Professor Assistente de
      Medicina, Divisão de Endocrinologia e Metabolismo, da
   Universidade de Michigan; Harris C Taylor, MD Professor
     Clínico de Medicina, Divisão de Endocrinologia Clínica e
       Molecular, Case Western Reserve University School of
    Medicine; Spiegelman,PRDM16 /EBP- betas ,Instituto de
    Câncer Dana-e do Departamento de Biologia Celular da
    Escola Médica Harvard, Nature magazine – jul,30,2011,
 Shingo Kajimura, Escola Médica HARVARD, Gesta S, Tseng
   YH, Kahn CR (OCTOBER 2007)."Developmental Origin Of
Fat: Tracking Obesity to its Source". CELL 131 (2): 242–56;
 Josivan Lima, professor de Endocrinologia da Universidade
     Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e secretário da
        Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
    (SBEM). Prof. Dr. João Santos Caio Jr, endocrinologista,
    neuroendocrinologista, Dra Henriqueta Verlangieri Caio,
                                            ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
OBESIDADE VISCERAL
                                                 GORDURA EM EXAGERO




endocrinologista, medicina interna-Van Der Häägen Brazil –
  São Paulo –Brasil; International Journal of Obesity (2009)
33, 893-898; doi: 10.1038/ijo.2009.104; publicada em 9 de
    junho de 2009,L B Hassing, A Dahl K, V Thorvaldsson, S
 Berg, M Gatz, N L Pedersen e B Johansson, Departamento
              de Psicologia da Universidade de Gotemburgo,
Gotemburgo, Suécia instituto de Gerontologia da Faculdade
          de Ciências da Saúde, Universidade de Jönköping,
          Jönköping, Suécia, Departamento de Psicologia da
      University of Southern Califórnia, em Los Angeles, CA,
             E.U.A.Departamento de Epidemiologia Médica e
  Bioestatística, do Instituto Karolinska, Estocolmo, Suécia,
         Correspondência: Dr. LB Hassing, Departamento de
   Psicologia da Universidade de Gotemburgo, Box 500, SE-
   405 30 Gotemburgo, Suécia; Dr. Nicklas e seus colegas -
         The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism;
  International Journal of Obesity (2009) 33, 893-898; doi:
 10.1038/ijo.2009.104; publicada em 9 de junho de 2009,L
  B Hassing, A Dahl K, V Thorvaldsson, S Berg, M Gatz, N L
   Pedersen e B Johansson, Departamento de Psicologia da
Universidade de Gotemburgo, Gotemburgo, Suécia instituto
        de Gerontologia da Faculdade de Ciências da Saúde,
                      Universidade de Jönköping, Jönköping,
        Suécia, Departamento de Psicologia da University of
                    Southern Califórnia, em Los Angeles, CA,
             E.U.A.Departamento de Epidemiologia Médica e
  Bioestatística, do Instituto Karolinska, Estocolmo, Suécia,
         Correspondência: Dr. LB Hassing, Departamento de
   Psicologia da Universidade de Gotemburgo, Box 500, SE-
                                 405 30 Gotemburgo, Suécia.

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OBESIDADE VISCERAL
     GORDURA EM EXAGERO




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Obesidade Visceral

  • 1.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 2.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO DR. JOÂO SANTOS CAIO JR. DRA. HENRIQUETA V. CAIO 1-SINOPSE 2-OBESIDADE VISCERAL 3-GORDURA EM EXAGERO 4-CLASSIFICAÇÃO 5-BULLYING EM SOBREPESO, OBESOS E OUTRAS DIFERENÇAS, SÃO UM FENÔMENO DEVASTADOR QUE PODE DESENCADEAR ALGUNS PROBLEMAS DE SAÚDE. CONHEÇA. 6-OBESOS INFANTO JUVENIL, ADOLESCENTES, INFLUENCIA SOBRE O CRESCIMENTO, DESENVOLVIMENTO COGNITIVO. 7-A CAUSA BÁSICA DE SOBREPESO E OBESIDADE É UM DESEQUILÍBRIO ENERGÉTICO ENTRE AS CALORIAS CONSUMIDAS E AS CALORIAS GASTAS E EM PAÍSES DE BAIXA RENDA A DESNUTRIÇÃO E O SOBREPESO E A OBESIDADE CONVIVEM LADO A LADO. 8-A GENÉTICA PODE SER MUITO ÚTIL EM SUA QUALIDADE DE VIDA. 9-INCLUINDO O CONTROLE DE SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE VISCERAL, INTRA ABDOMINAL OU CENTRAL, O IMPACTO POSITIVO DO GENE PPARγ (gama). ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 3.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO 10-EM SUA SAÚDE IRÁ SER BASTANTE ÚTIL EM FATORES RELACIONADOS AO SOBREPESO E À OBESIDADE, QUANDO ESTAMOS SOB CONTROLE NUTRICIONAL. 11-NUTRIÇÃO - O CONSUMO FREQUENTE DE REFRIGERANTES DIET INDUZ O AUMENTO DA CIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL, LEVANDO A OBESIDADE ABDOMINAL, VISCERAL, RISCOS PARA DOENÇAS CARDIOVASCULARES E DIABETES. 12-E ESSAS DOENÇAS GERALMENTE PODEM SER ACOMPANHADAS DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA OU PRESSÃO ALTA. 13-SOBREPESO, OBESIDADE E SAÚDE DA MULHER, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA - VISCERAL, CENTRAL, AFETA NEGATIVAMENTE A SAÚDE DAS MULHERES DE MUITAS MANEIRAS. 14-ESTAR COM SOBREPESO OU OBESIDADE AUMENTA O RISCO RELATIVO DE DIABETES E DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA NA MULHER. MULHERES OBESAS TÊM MAIOR RISCO DE DOR LOMBAR E OSTEOARTRITE DO JOELHO. 15-PENSE EM GENÉTICA COMO ARMA CARREGADA E O MEIO AMBIENTE COMO RESPONSÁVEL POR PUXAR O GATILHO. SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL, É O GRANDE INDUTOR DO DIABETES MELLITUS TIPO 2, E SE NÓS REUNIRMOS ESTES DOIS FATORES, GENÉTICA E O MEIO AMBIENTE. 16-NOSSA CHANCE É MUITO GRANDE DE DESENVOLVERMOS O DIABETES MELLITUS TIPO 2; POR OUTRO LADO, SE VOCÊ COLOCAR ESSA MESMA PESSOA ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 4.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO EM UM AMBIENTE ONDE É DIFÍCIL GANHAR PESO, O DIABETES PODE NUNCA SE MANIFESTAR. 17- BIBLIOGRAFIA ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 5.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO SINOPSE A gordura visceral pode ser considerada o maior problema que eventualmente possamos adquirir aumentado nosso peso, de complexo tratamento, é o mesmo que intra- abdominal, central, é um dos efeitos gatilhos para a séria síndrome metabólica, pode ocorrer também em magros, e faz parte de um ciclo vicioso que terminará comprometendo o sistema cardiovascular, respiratório, endocrinologia, neuroendocrinologia. Ps: não se esqueça que fígado é víscera. 1ª Edição Dr.João Santos Caio Jr e Dra Henriqueta Verlangieri Caio ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN SÃO PAULO – BRASIL Editoração Suelene Quidicomo ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 6.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO DR. JOÂO SANTOS CAIO JR. DRA. HENRIQUETA V. CAIO A obesidade seja ela abdominal, visceral, central, de revestimento corporal, predomina a gordura branca, embora sua localização sejam diferentes uma das outras, e seu grau de morbidade também difere em quantidade, região em que comprometem, ou seja, localização, e tipo de órgãos comprometidos. Obesidade, nediez ou pimelose (tecnicamente, do grego pimelē = gordura e ose processo mórbido) é uma doença crônica multifatorial, na qual a reserva natural de gordura aumenta até o ponto em que passa a estar associada a certos problemas de saúde ou ao aumento da taxa de mortalidade. É resultado do balanço energético positivo, ou seja, a ingestão alimentar é superior ao gasto energético. Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, é vista, cada vez mais, como um sério e crescente problema de saúde pública: o excesso de peso predispõe o organismo a uma série de doenças, em particular doença cardiovascular, diabetes mellitus tipo 2, apneia do sono e osteoartrite, dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica ou pressão alta, síndrome metabólica, etc. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 7.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO CLASSIFICAÇÃO A obesidade pode ser definida por termos relativamente absolutos. Na prática, a obesidade é avaliada em termos absolutos e também pela sua distribuição na circunferência da cintura ou pela razão entre as circunferências da cintura e do quadril. Além disso, a presença de obesidade deve ser avaliada enquanto fator de risco cardiovascular e outras condições médicas que podem aumentar o risco de complicações. IMC IMC, ou índice de massa corporal, é um método simples e amplamente difundido de se medir a gordura corporal. A medida foi desenvolvida na Bélgica pelo estatístico e antropometrista, Adolphe Quételet. É calculado dividindo o peso do indivíduo em quilos pelo quadrado de sua altura em metros. Equação: IMC = kg/m² Onde kg é o peso do indivíduo em quilogramas e m é sua altura em metros. As atuais definições estabelecem a seguinte convenção de valores, acordada em 1997 e publicada em 2000: IMC Classificação < 18.5 Abaixo do Peso 18.5–24.9 Peso normal 25.0–29.9 Sobrepeso 30.0–34.9 Obesidade grau I 35.0–39.9 Obesidade grau II ≥ 40.0 Obesidade grau III ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 8.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO Em analises clínicas, médicos levam em consideração raça, etnicidade, massa muscular, idade, sexo e outros fatores que podem influenciar a interpretação do índice. O IMC superestima a gordura corporal em indivíduos muito musculosos e pode subestimá-la naqueles que tiveram perda de massa corporal (ex. idosos). Para crianças e adolescentes, também se utiliza o IMC, observando-se os percentuais para idade e sexo, como critério de adiposidade. Há uma grande variedade de critérios para definir sobrepeso e obesidade na infância, o que dificulta as comparações entre os estudos de prevalência. O critério mais utilizado atualmente é aquele sugerido em 2000 pelo Center for Disease Control (CDC)3 quando, revisando suas tabelas de crescimento que datam de 1977, incluiu as tabelas de IMC para indivíduos de 2 a 19 anos de idade, e recomendou a utilização dos termos “risco de sobrepeso” para aqueles com IMC para idade e sexo em percentuais > 85 e o termo “sobrepeso” para aqueles com IMC para idade e sexo em percentuais > 95. Na prática clinica, tais termos foram substituídos por sobrepeso e obesidade, respectivamente. Procura-se encontrar um índice de pontos de corte de IMC que possa mostrar continuidade desde a infância à idade adulta, com o objetivo de correlacionar a obesidade e comorbidades nestas diferentes faixas etárias. Nesse sentido, o estudo realizado por Cole et al (2000)4, em seis países (Inglaterra, Brasil, Hong Kong, Singapura, Holanda e EUA), tem sido aceito e recomendado pelo IOTF para estudos epidemiológicos populacionais. Os autores desenvolveram pontos de corte para sobrepeso e obesidade, apartir da correlação entre os percentuais de IMC > 85 e > 95 para idade e sexo na faixa etária pediátrica que, aos 18 anos, correspondem aos pontos de ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 9.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO corte para sobrepeso (> 25 kg/m²) e obesidade (> 30 kg/m²) na faixa etária adulta. Circunferência da cintura O IMC não distingue entre diferentes tipos de adiposidade, alguns dos quais podem estar mais associados a doença cardiovascular. Estudos mais recentes dos diferentes tipos de tecido adiposo têm demonstrado, por exemplo, que a obesidade central (em forma de maçã, tipicamente masculina) tem uma correlação muito superior à doença cardiovascular que o IMC por si só. A circunferência absoluta (>102 cm para homens e >88 cm para mulheres) e o índice cintura-quadril (>0.9 para homens e >0.85 para mulheres) são, ambos, utilizados como medidas da obesidade central. IAC O IAC ou índice de adiposidade corporal é calculado pela divisão entre o produto da raiz quadrada da altura pela circunferência do quadril e a altura. Desse resultado subtrai-se 18. Para mulheres o normal é de 21 a 32 e homens de 8 a 20. Medição da gordura corporal Uma maneira alternativa de determinar obesidade é medindo a porcentagem de gordura corpórea. Médicos e cientistas, em geral, concordam que homens com mais de 25% de gordura e mulheres com mais de 30% de gordura são obesos. Porém, é difícil medir a gordura corporal com ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 10.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO precisão. O método mais aceito é a pesagem do indivíduo debaixo de água, mas só é possível em laboratórios especializados que dispõem do equipamento. Os dois métodos mais simples são o teste da dobra, no qual a pele do abdômen é pinçada e medida para determinar a grossura da camada de gordura subcutânea; e o teste de impedância bioelétrica, que só pode ser realizado em clínicas especializadas e não deve ser feito com frequência. Outras formas de medir a gordura corporal incluem a tomografia computadorizada e a ressonância magnética. Estilo de vida Pesquisadores já concluíram que o aumento da incidência de obesidade em sociedades ocidentais nos últimos 25 anos do século XX teve como principais causas o consumo excessivo de nutrientes combinado com crescente sedentarismo. Embora informações sobre o conteúdo nutricional dos alimentos esteja bastante disponível nas embalagens dos alimentos, na Internet, em consultórios médicos e em escolas, é evidente que o consumo excessivo de alimentos continua sendo um problema. Devido a diversos fatores sociológicos, o consumo médio de calorias quase quadruplicou entre 1977 e 1995. Porém, a dieta, por si só, não explica o significativo aumento nas taxas de obesidade em boa parte do mundo industrializado nos anos recentes. Um estilo de vida cada vez mais sedentário teve um papel importante. Outros fatores que podem ter contribuído para esse aumento -- ainda que sua ligação direta com a obesidade não seja tão bem estabelecida -- o estresse da vida moderna e sono insuficiente. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 11.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO Genética Como tantas condições médicas, o desequilíbrio metabólico que resulta em obesidade é fruto da combinação tanto de fatores ambientais quanto genéticos. Polimorfismos em diversos genes que controlam apetite e metabolismo predispõem à obesidade, mas a condição requer a disponibilidade de calorias em quantidade suficiente, e talvez outros fatores, para se desenvolver plenamente. Diversas condições genéticas que têm a obesidade como sintoma já foram identificadas (tais como Síndrome de Prader-Willi, Síndrome de Bardet-Biedl, síndrome de MOMO e mutações dos receptores de leptina e melanocortina), mas mutações genéticas só foram identificadas em cerca de 5% das pessoas obesas. Embora se acredite que grandes partes dos genes causadores estejam por ser identificados, é provável que boa parte da obesidade resulte da interação entre diversos genes e que fatores não genéticos também sejam importantes. Doenças Determinadas doenças físicas e mentais e algumas substâncias farmacêuticas podem predispor à obesidade. Além da cura dessas situações poderem diminuir a obesidade, a presença de sobrepeso pode agravar a gestão de outras. Males físicos que aumentam o risco de desenvolvimento de obesidade incluem diversas síndromes congênitas (acima mencionadas), hipotireoidismo Síndrome ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 12.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO de Cushing e deficiência do hormônio do crescimento. Certas enfermidades psicológicas também podem aumentar o risco de desenvolvimento de obesidade, diabetes disfunções alimentares como bulimia nervosa. Bactérias Segundo o estudo publicado na revista Science, bactérias que favorecem a digestão também poderiam fazer o corpo acumular quilos a mais, caso não estejam devidamente equilibradas. Em excesso, essas bactérias alteram o metabolismo e o apetite. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 13.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO BULLYING EM SOBREPESO, OBESOS E OUTRAS DIFERENÇAS, SÃO UM FENÔMENO DEVASTADOR QUE PODE DESENCADEAR ALGUNS PROBLEMAS DE SAÚDE.CONHEÇA: O bullying é um fenômeno devastador podendo vir a afetar a autoestima e a saúde mental dos adolescentes. Quando atinge sua autoimagem como no caso de adolescentes, juvenis e em alguns casos até o próprio adulto em que devido sua imagem estar comprometida por não apresentar biotipicamente a mesma imagens do grupo que quer participar ou até participa, seja na escola, na universidade, ou no trabalho, sentindo – se desagregado por apresentar aumento de peso, sobrepeso, obesidade, baixa estatura e outras característica que não o coloca como harmônico junto ao grupo, os efeitos podem ser cruéis, graves, devastadores, chegando até ao suicídio. Geralmente ocorre quando o adolescente é mais suscetível ou vulnerável às agressões verbais ou morais que lhes causam angústia e dor, principalmente quando ocorrido em ambiente escolar traduzindo-se como uma forma de exclusão social. Pode desencadear alguns problemas de saúde tais como a anorexia, bulimia, depressão, ansiedade e até mesmo o suicídio, mas a sensação subliminar, não desmotiva apenas os adolescentes, comprometendo ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 14.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO também adultos e pode desencadear atitudes violentas medíocres. Há alguns anos atrás os termos que descreviam tais situações de forma mais civilizada eram a zoação, que não é a mesma coisa que o bullying, pois este termo é mais agressivo, violento, mais difícil de ser identificado, pois a vítima sente-se constrangida em transmitir tais fatos a quem de direito, além de serem atitudes onde geralmente possui um agressor alfa intimidador. O profissional, pautado com princípios de prevenir agravos de diversos males, preocupa-se também com esta intercorrência traumática na adolescência, que pode ter represálias graves e complexas. O objetivo deste estudo foi identificar sentimentos que possam estar relacionados com o bullying em adolescentes alunos de 5ª a 8ª séries. Tratou-se de uma pesquisa descritiva de abordagem qualitativa, realizada em uma escola de segmento religioso conveniada com o estado, sendo que as diferenças religiosas dogmáticas são outro problema dramático. A coleta de dados ocorreu auxiliada por entrevistas gravadas, posteriormente transcritas e submetidas à análise temática. Os resultados mostraram que os sentimentos relacionados ao fenômeno são múltiplos e variados, sendo categorizados como aspectos de caráter positivo, aspectos de caráter negativo e aspectos de caráter necessário no caso de religião, mas quando se trata de autoimagem onde existem pessoas com excesso de peso, sobrepeso,obesos, baixa estatura, o potencial explosivo se potencializa por agredir o âmago de suas autoestimas. Nossa preocupação como médicos principalmente endocrinologistas e neuroendocrinologistas é orientar os responsáveis por essas pessoas, no sentido de ajudá-los a prevenir problemas abrangentes nesta área que podem se tornar multidisciplinar. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 15.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO OBESOS INFANTO JUVENIL, ADOLESCENTES, INFLUENCIA SOBRE O CRESCIMENTO, DESENVOLVIMENTO COGNITIVO. Crescimento durante a infância é conhecido por ser um tempo de mudanças rápidas na composição corporal, no entanto, tem havido poucos estudos longitudinais, que analisou mudanças nos específicos compartimentos de gordura durante o processo de crescimento. O estudo da mudança de vários compartimentos de gordura é importante porque ajuda a elucidar a dinâmica do crescimento em crianças e como as mudanças na composição corporal podem estar relacionados com os resultados de saúde. Isto é especialmente importante para o crescimento da gordura visceral, que pode contribuir para o risco de doenças metabólicas. A gordura visceral (ou seja, intra-abdominal do tecido adiposo) e gordura subcutânea abdominal são dois compartimentos discretos de gordura que têm sido estudadas em associação com os resultados de saúde. Estudos anteriores sugerem que diferentes tipos de tecido adiposo pode estar relacionada com diferentes fatores de risco da diabetes mellitus tipo 2 e doenças ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 16.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO cardiovasculares e que essas relações surgem no início da vida. Em crianças, a gordura visceral tem se mostrado positivamente relacionados a uma ampla gama de indicadores de saúde, incluindo colesterol total, colesterol de baixa densidade da lipoproteína, triacilglicerol, áreas de insulina após um teste oral de glicose, a secreção de insulina basal, e secreção de insulina estimulada. Além disso, a gordura visceral parece ter uma relação negativa com a sensibilidade à insulina e lipoproteína de alta densidade colesterol. Além disso, a gordura subcutânea abdominal tem sido associada com aumento da concentração de insulina basal e 2 horas em meninas afro americanas, afro brasileiras, e outros países com as mesmas características em geral, e maior área sob a curva de insulina em meninas afro americanas, afro brasileiras, e outros países com as mesmas características em geral. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 17.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO A CAUSA BÁSICA DE SOBREPESO E OBESIDADE É UM DESEQUILÍBRIO ENERGÉTICO ENTRE AS CALORIAS CONSUMIDAS E AS CALORIAS GASTAS E EM PAÍSES DE BAIXA RENDA A DESNUTRIÇÃO E O SOBREPESO E A OBESIDADE CONVIVEM LADO A LADO. A causa básica de sobrepeso e obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra- abdominal, central, visceral) é um desequilíbrio energético entre as calorias consumidas e as calorias gastas. No mundo, ocorre um aumento da ingestão de energia através de alimentos que são ricos em gorduras, sal e açúcares, mas pobres em vitaminas, minerais e outros micronutrientes, e uma diminuição da atividade física como um resultado de natureza cada vez mais sedentária de muitas formas de trabalho, novos modos de viajar e crescente urbanização. Muitas vezes, mudanças nos hábitos alimentares e atividade física são o resultado de mudanças ambientais e sociais associados com o desenvolvimento e a falta de políticas de apoio em setores como saúde, agricultura, transporte, planejamento urbano, meio ambiente, transformação, distribuição, a comercialização de alimentos e educação. Quais são as consequências comuns de sobrepeso e obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral)para a saúde? Um índice de massa corporal (IMC) elevado é fator de risco importante para doenças não ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 18.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO transmissíveis, tais como: doenças cardiovasculares (principalmente doenças cardíacas e acidente vascular cerebral), que em 2008 foram a principal causa de morte; diabetes; lesões musculoesqueléticas (especialmente a osteoartrite, uma doença articular degenerativa muito incapacitante), e alguns cânceres como o de mama, endométrio e cólon. O risco de doenças não transmissíveis aumenta com o aumento do índice de massa corporal (IMC). A obesidade infantil está associada a uma maior probabilidade de obesidade, morte prematura e incapacidade na vida adulta. Além desses riscos futuros grandes, as crianças obesas sofrem de angústia respiratória, aumento do risco de fraturas e hipertensão, e têm marcadores precoces de doenças cardiovasculares, resistência à insulina e efeitos psicológicos. Muitos países de renda média estão atualmente enfrentando uma "dupla carga" da doença. Enquanto ainda lidam com os problemas de doenças infecciosas e desnutrição, estes países estão experimentando um forte aumento nos fatores de risco de doenças não transmissíveis, como obesidade e sobrepeso (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral), especialmente em ambientes urbanos. Não é raro encontrar desnutrição e obesidade coexistindo em um país, uma comunidade ou uma casa. Em países de renda baixa e média as crianças são mais propensos a receber alimentos insuficientes no período pré-natal, quando lactentes e quando crianças pequenas. Ao mesmo tempo, estão expostas a energia de alimentos ricos em gorduras, açúcares e sal e pobres em micronutrientes, que são geralmente de baixo custo. Estes hábitos, junto com uma baixa atividade física, resultam em um aumento acentuado da obesidade infantil, enquanto os problemas de desnutrição continuam por resolver. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 19.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO A GENÉTICA PODE SER MUITO ÚTIL EM SUA QUALIDADE DE VIDA, INCLUINDO O CONTROLE DE SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE VISCERAL, INTRA ABDOMINAL OU CENTRAL, O IMPACTO POSITIVO DO GENE PPARγ (gama). EM SUA SAÚDE IRÁ SER BASTANTE ÚTIL EM FATORES RELACIONADOS AO SOBREPESO E À OBESIDADE, QUANDO ESTAMOS SOB CONTROLE NUTRICIONAL. Ao ser interpretado o resultado individual de cada ser humano, em estando normal o Gene PPARγ (gama), será mais fácil para equacionar o problema de sobrepeso e obesidade, isto porque nós partimos de uma situação em que seu Gene PPARγ (gama) não sofreu mutação, principalmente em um loco (lugar especifico de um Gene), denominado rs1801282 do Gene PPARγ (gama), pode parecer paradoxal pois esta situação provoca uma predisposição normal do ganho de peso associado ao PPARγ (gama) (rs1801282), portanto, em relação ao funcionamento deste Gene sem mutação, fica mais fácil para com uma simples dieta e exercícios, obter respostas esperadas, o que não ocorreria se tendo a mutação. Sem a mutação para o médico endocrinologista e para o paciente os resultados da terapêutica fica mais facil. Os motivos são lógicos sob o aspecto de solução, pois os ácidos graxos poli-insaturados ativam o Gene PPARγ (gama) não mutáveis ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 20.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO facilitando e potencializando o desempenho deste Gene que esta diretamente relacionado com sua dieta nutricional e o tipo de gordura que você possui; com isso o médico tem um foco dirigido para corrigir este problema que leva a sua descompensação. Como sua dieta irregular influencia diretamente o seu ganho de peso e também facilita o aparecimento de doenças relacionados a dieta nutricional irregular (comorbidades), que estão associadas a este Gene, como por exemplo, risco de diabetes mellitus tipo 2, alterações de colesterol total, LDL – colesterol (mau), HDL – colesterol (bom ), Mgmin LDL – colesterol ou super mal colesterol, quilomícrons ou triglicérides e problemas cardiovasculares; fica mais fácil para o endocrinologista de identificar seus problemas e atacar com soluções o mais precoce possível, com o objetivo de minorar e resolver seus problemas, antes que tomem vultos de difícil controle. Fica claro que a urgência de tomar atitudes direcionadas é de extrema importância: a gordura estará aproximadamente 30 % de gorduras totais; este fato em um individuo com IMC –índice de massa corporal menor do que <34 kg/m², o seu genótipo contribui para um aumento de 3,4 vezes no risco de sobrepeso e obesidade, e isto é verificável quando o Gene PPARγ (gama), não teve mutação, o que facilita a consciência do médico endocrinologista e do paciente a tomar atitudes o mais precocemente possível, com foco direcionado para este problema e suas consequências. Além disto, fica claro que um aumento da circunferência da cintura acima de 1,2 cm, é provocado por uma dieta incorreta que esta permitindo o acumulo de gordura na circunferência abdominal. Todos esses fatos alertam os profissionais e pacientes o rumo que devem seguir, além de balizar o tratamento adequado para um melhor resultado terapêutico. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 21.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO NUTRIÇÃO - O CONSUMO FREQUENTE DE REFRIGERANTES DIET INDUZ O AUMENTO DA CIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL, LEVANDO A OBESIDADE ABDOMINAL, VISCERAL, RISCOS PARA DOENÇAS CARDIOVASCULARES E DIABETES. E ESSAS DOENÇAS GERALMENTE PODEM SER ACOMPANHADAS DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA OU PRESSÃO ALTA. A percepção de que refrigerantes diet são uma alternativa benigna às bebidas altamente açucaradas pode ser perigosamente errado. Refrigerantes diet têm sido pensados para ser uma alternativa mais saudável aos seus homólogos açucarados, no entanto, estudos recentes mostram um aumento da incidência de obesidade, síndrome metabólica e diabetes com a ingestão frequente de refrigerantes diet. O estudo foi realizado com indivíduos numa faixa etária de 65 a 74 anos de idade e examinaram o efeito do consumo em longo prazo de refrigerantes diet. Quando os resultados dessas observações foram comparados com os de indivíduos que não bebem refrigerantes diet, as diferenças foram marcantes. No geral, os consumidores de refrigerantes diet experimentaram um aumento de 70% maior na circunferência da cintura do que os não consumidores Além disso, os que ingerem de dois ou mais refrigerantes diet por dia, a média de aumentos na circunferência da cintura foram cinco vezes maiores do que ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 22.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO as registradas para os não consumidores. A circunferência abdominal avalia a gordura abdominal e esta é um importante fator de risco para o desenvolvimento do diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e outras condições crônicas. Os resultados sugerem que a ingestão de aspartame (substância encontrada nos refrigerantes diet) poderia contribuir diretamente para o aumento de glicose no sangue. Assim, contribui para a associação observada entre o consumo de refrigerante diet e o risco de diabetes em humanos. Após esta conclusão o ideal é abolir o consumo dos refrigerantes em geral substituindo por bebidas que promovem a saúde, como por exemplo, os sucos naturais, estes são ricos em vitaminas e minerais, mas isso desde que introduzido junto a uma alimentação saudável. Mudar certos hábitos alimentares está prevenindo futuras doenças relacionadas ao ganho de peso e obesidade, sobrepeso, obesidade abdominal, intra visceral ou central. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 23.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO SOBREPESO, OBESIDADE E SAÚDE DA MULHER, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA - VISCERAL, CENTRAL, AFETA NEGATIVAMENTE A SAÚDE DAS MULHERES DE MUITAS MANEIRAS. ESTAR COM SOBREPESO OU OBESIDADE AUMENTA O RISCO RELATIVO DE DIABETES E DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA NA MULHER. MULHERES OBESAS TÊM MAIOR RISCO DE DOR LOMBAR E OSTEOARTRITE DO JOELHO. A obesidade afeta negativamente a saúde das mulheres de muitas maneiras. Estar com sobrepeso ou obesidade aumenta o risco relativo de diabetes e doença arterial coronariana na mulher. Mulheres obesas têm maior risco de dor lombar e osteoartrite do joelho. A obesidade afeta negativamente tanto a concepção e fecundidade. A obesidade materna está associada a maiores taxas de cesariana, bem como maiores taxas de alto risco, as condições obstétricas, tais como diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica ou pressão alta. Na gravidez os resultados são afetados negativamente pela obesidade materna (risco aumentado de mortalidade neonatal e malformações). A obesidade materna está associada a uma diminuição da intenção de amamentar, diminuiu o início da amamentação, e diminuição da duração ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 24.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO da amamentação. Parece haver uma associação entre obesidade e depressão em mulheres, apesar de fatores culturais podem influenciar esta associação. Mulheres obesas têm maior risco de câncer múltiplos, incluindo câncer de endométrio, câncer de colo uterino, câncer de mama e, talvez, o câncer de ovário. A prevalência (presença) da obesidade está aumentando. A Organização Mundial da Saúde estima que mais de 1 bilhão de pessoas estão acima do peso, com 300 milhões que são compatíveis e satisfazem os critérios para a obesidade, sobrepeso, obesidade abdominal, intra visceral, central. Vinte e seis por cento das mulheres não grávidas de 20-39 anos, estão com sobrepeso e 29% são obesas, portanto, mulheres não grávidas já superam 55% nesta idade, o que já é um verdadeiro desastre segundo a OMS. Nas mulheres, a circunferência da cintura maior que 88 cm é de alto risco, enquanto nos homens se o nível estiver maior 102 cm também e de alto risco. A classificação para sobrepeso e obesidade baseada no IMC associado à circunferência da cintura também pode ser usada para classificar sobrepeso e obesidade, obesidade abdominal, intra- visceral, central. O risco de diabetes mellitus (DM) aumento do grau e a duração do excesso de peso ou em pessoas com uma ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 25.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO obesidade central ou visceral distribuição em relação ao maior nível de gordura corporal, este risco é mais significativo. O aumento da gordura visceral incrementa o grau de resistência à insulina associada, sobrepeso e obesidade, obesidade abdominal, intra- visceral, central. Por sua vez a resistência à insulina e aumento da gordura visceral são as características da síndrome metabólica, um conjunto de fatores de risco para desenvolver diabetes e doenças cardiovasculares com aumento da morbidade e letalidade. A obesidade é um fator de risco independente para o desenvolvimento de doença arterial coronariana em mulheres, e é um fator de risco modificável de grande importância para a prevenção do desenvolvimento de doença arterial coronariana em mulheres, se tomarem ação preventiva e se tratarem, diminuindo o sobrepeso e obesidade, obesidade abdominal, intra - visceral central. A passividade sem atitudes representa um grande desastre para a mulher. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 26.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO PENSE EM GENÉTICA COMO ARMA CARREGADA E O MEIO AMBIENTE COMO RESPONSÁVEL POR PUXAR O GATILHO. SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL, É O GRANDE INDUTOR DO DIABETES MELLITUS TIPO 2, E SE NÓS REUNIRMOS ESTES DOIS FATORES, GENÉTICA E O MEIO AMBIENTE. NOSSA CHANCE É MUITO GRANDE DE DESENVOLVERMOS O DIABETES MELLITUS TIPO 2; POR OUTRO LADO, SE VOCÊ COLOCAR ESSA MESMA PESSOA EM UM AMBIENTE ONDE É DIFÍCIL GANHAR PESO, O DIABETES PODE NUNCA SE MANIFESTAR Em outras palavras, se você colocar uma pessoa que tem uma predisposição genética para o diabetes em um ambiente que promove o ganho de peso, seja ele o sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, visceral, central o paciente provavelmente irá se tornar diabético. por outro lado, se você colocar essa mesma pessoa em um ambiente onde é difícil ganhar o peso, sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, visceral, central, o diabetes pode nunca se manifestar. De todas as doenças que têm sido associadas com a obesidade, obesidade abdominal, visceral, central, não há provavelmente nenhuma outra doença que tem maior associação com o diabetes. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 27.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO Em termos simples, contanto que alguém tenha a predisposição genética (e muitos de nós possuímos), mais o peso que os paciente ganham, maiores as chances de se tornar um diabético tipo 2. Para explicar a relação entre obesidade e diabetes, é preciso primeiro entender como o ganho de peso humano ocorre. Uma das maneiras mais fáceis é pensarem em obesidade como o acúmulo de células de gordura que é vista como o ganho de gordura periférica. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 28.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO O ganho de gordura periférica refere-se à gordura subcutânea que é facilmente mensurável, fazendo um pinçamento da gordura sob a pele. Esta gordura é encontrada geralmente em torno do abdômen, coxas e braços, mas também pode ser encontrada em vários outros lugares, por via subcutânea (por exemplo, o pescoço e costas). Gordura periférica é relativamente benigna em termos metabólicos, muito de seus efeitos deletérios são estruturais. Por exemplo, aumento da gordura periférica pode aumentar a carga sobre as articulações com o aumento do peso, dificultando a locomoção, exercícios e sobrecarga sobre as articulações de todo o corpo causando danos, independente da mudança dos contornos estéticos e uma enormidade de efeitos colaterais graves. O tipo de gordura que devemos focar, é a gordura causada por obesidade abdominal, visceral, central, que está profundamente arraigada no abdômen entre as vísceras e no tórax, e é encontrada ao redor ou, por vezes, nos órgãos do tórax, como pulmão, mediastino e coração. Difere da gordura periférica, na medida em que, não pode ser medida simplesmente pinçando ou beliscando a pele. Um exemplo de como essa gordura está associada a anormalidades cardiometabólicas é a presença de gordura omental (O omento é uma estrutura de grande quantidade de substâncias graxas (gorduras) que literalmente paira ao largo da média de seus dois pontos e drapeados sobre o intestino, dentro do abdômen) ao redor do intestino delgado e órgãos viscerais, como é o caso de "fígado gorduroso", ou esteatose hepática da doença também intra- fígado. Nos pacientes que têm o resultado elevado de testes de função hepática, com um nível de (alanina ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 29.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO aminotransferase aproximadamente) um enzima específica dosada no sangue, referente ao fígado), 2 vezes o nível de (aspartato aminotransferase, outra enzima do fígado; estudos de imagem (por exemplo, tomografia computadorizada e ultrassonografia abdominal) tipicamente mostram gordura extensa dentro do fígado. A gordura Central, obesidade abdominal, visceral, também está associada com resistência à insulina e síndrome metabólica. Estes fatos são extremamente graves e de difícil terapêutica, pois ocorrem em diversos tipos de estadiamentos da obesidade, que nem mesmo a cirurgia bariátrica tem indicação. Entretanto, a cada dia surgem novidades importantes focadas na terapêutica do problema grave da gordura Central, obesidade abdominal, visceral, que apesar de seu grande comprometimento metabólico. Estas terapêuticas têm ajudado a minorar ou até controlar este problema tão complexo quanto a síndrome metabólica. BIBLIOGRAFIA Prof. Dr. João Santos Caio Jr. - Diretor Científico, Dra. Henriqueta Verlangieri Caio - Diretora Clínica – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, SP – Brasil.Fretts AM, Howard BV, McKnight B, Duncan GE, Beresford SA, Mete M, et al. Associations of processed meat and unprocessed red meat intake with incident diabetes: the Strong Heart Family Study. Am J Clin Nutr. 2012 Jan 25.; Lustig RH, Schmidt LA, Brindis CD. Public health: The toxic truth about sugar. Nature. 2012;482(7383):27-9. Consumo de açúcar deve ser regulado, afirmam cientistas; LOUISE CHANG. MD, WILLIAM C. KNOWLER, MD, DRPH - CHEFE DE ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
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    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO EPIDEMIOLOGIA DO DIABETES E SEÇÃO DE PESQUISA CLÍNICA DO INSTITUTO NACIONAL DE DIABETE E DOENÇAS DIGESTIVAS E DO RIM.NEW ENGLAND JOURNAL OF MEDICINE. HART1 CL, GD BATTY, DS MORRISON, RJ MITCHELL E G DAVEY SMITH,DIVISÃO DE SAÚDE E DA POLÍTICA DE SAÚDE, DE PUBLICA, CIÊNCIAS DA BASE COMUNITÁRIA DA FACULDADE DE MEDICINA, UNIVERSIDADE DE GLASGOW, GLASGOW, REINO UNIDO , MRC SOCIAL E SAÚDE PÚBLICA UNIDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE, GLASGOW, REINO UNIDO , DEPARTMENT DE MEDICINA SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE BRISTOL, BRISTOL, REINO UNIDO; Gabriel eu Uwaifo, MBBS e Pesquisas Clínicas, Professor Assistente de Medicina e Endocrinologia, Centro de Pesquisa Clínica MedStar, Instituto de Pesquisa MedStar e Centro Hospitalar de Washington; Elif Arioglu, MD Professor Assistente de Medicina, Divisão de Endocrinologia e Metabolismo, da Universidade de Michigan; Harris C Taylor, MD Professor Clínico de Medicina, Divisão de Endocrinologia Clínica e Molecular, Case Western Reserve University School of Medicine; Spiegelman,PRDM16 /EBP- betas ,Instituto de Câncer Dana-e do Departamento de Biologia Celular da Escola Médica Harvard, Nature magazine – jul,30,2011, Shingo Kajimura, Escola Médica HARVARD, Gesta S, Tseng YH, Kahn CR (OCTOBER 2007)."Developmental Origin Of Fat: Tracking Obesity to its Source". CELL 131 (2): 242–56; Josivan Lima, professor de Endocrinologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e secretário da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Prof. Dr. João Santos Caio Jr, endocrinologista, neuroendocrinologista, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
  • 31.
    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO endocrinologista, medicina interna-Van Der Häägen Brazil – São Paulo –Brasil; International Journal of Obesity (2009) 33, 893-898; doi: 10.1038/ijo.2009.104; publicada em 9 de junho de 2009,L B Hassing, A Dahl K, V Thorvaldsson, S Berg, M Gatz, N L Pedersen e B Johansson, Departamento de Psicologia da Universidade de Gotemburgo, Gotemburgo, Suécia instituto de Gerontologia da Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade de Jönköping, Jönköping, Suécia, Departamento de Psicologia da University of Southern Califórnia, em Los Angeles, CA, E.U.A.Departamento de Epidemiologia Médica e Bioestatística, do Instituto Karolinska, Estocolmo, Suécia, Correspondência: Dr. LB Hassing, Departamento de Psicologia da Universidade de Gotemburgo, Box 500, SE- 405 30 Gotemburgo, Suécia; Dr. Nicklas e seus colegas - The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism; International Journal of Obesity (2009) 33, 893-898; doi: 10.1038/ijo.2009.104; publicada em 9 de junho de 2009,L B Hassing, A Dahl K, V Thorvaldsson, S Berg, M Gatz, N L Pedersen e B Johansson, Departamento de Psicologia da Universidade de Gotemburgo, Gotemburgo, Suécia instituto de Gerontologia da Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade de Jönköping, Jönköping, Suécia, Departamento de Psicologia da University of Southern Califórnia, em Los Angeles, CA, E.U.A.Departamento de Epidemiologia Médica e Bioestatística, do Instituto Karolinska, Estocolmo, Suécia, Correspondência: Dr. LB Hassing, Departamento de Psicologia da Universidade de Gotemburgo, Box 500, SE- 405 30 Gotemburgo, Suécia. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
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    OBESIDADE VISCERAL GORDURA EM EXAGERO ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN