O IMPRESSIONISMO
História da Arte, de Graça Proença. Capítulo 21
Licenciatura em Artes Visuais - disciplina Fundamentos da História da Arte
Profa. Ma. Cinthya Marques
Monitor: Erivan Araújo
• O Impressionismo foi um movimento artístico que revolucionou profundamente
a pintura e deu início às grandes tendências da arte do século XX. Os pintores
impressionistas procuraram, a partir da observação direta do efeito da luz solar
sobre os objetos, registrar em suas telas as constantes alterações que essa luz
provoca nas cores da natureza. Na realidade, não houve nenhuma teoria que
orientasse a criação artística desses pintores. Havia apenas algumas
considerações gerais, muito mais práticas do que teóricas, que os artistas
seguiam em seus procedimentos técnicos para obter os resultados que
caracterizaram a pintura impressionista. Essas considerações podem ser assim
resumidas:
• A pintura deve registrar as tonalidades que os objetos adquirem ao refletir a luz
solar num determinado momento, pois as cores da natureza se modificam
constantemente, dependendo da incidência da luz do sol
• (Graça Proença – História da Arte)
O IMPRESSIONISMO
• As figuras não devem ter contornos nítidos, pois a linha é uma abstração do ser
humano para representar as imagens.
• As sombras devem ser luminosas e coloridas, tal como é a impressão visual que
nos causam, e não escuras ou pretas, como os pintores costumavam representá-
las no passado.
• Os contrastes de luz e sombra devem ser obtidos de acordo com a lei das cores
complementares. Assim, um amarelo próximo a um violeta produz uma
impressão de luz e de sombra muito mais real do que o claro-escuro tão
valorizado pelos pintores barrocos.
• As cores e tonalidades não devem ser obtidas pela mistura das tintas na paleta
do pintor. Pelo contrário, devem ser puras e dissociadas nos quadros, em
pequenas pinceladas. É o observador que, ao admirar a pintura, combina as
várias cores, obtendo o resultado final. A mistura deixa, portanto, de ser técnica
para ser óptica. (Graça Proença – História da Arte)
O IMPRESSIONISMO
• A primeira vez que o público teve contato com a obra dos impressionistas foi
numa exposição coletiva realizada em Paris, em abril de 1874. Mas o público e a
crítica reagiram muito mal ao novo movimento, pois ainda se mantinham fiéis
aos princípios acadêmicos da pintura.
• Entre os expositores estavam Renoir, Degas, Pissarro, Cézanne, sionistas Sisley,
Monet e Morisot. Só na década seguinte é que os impressionistas começaram a
ser compreendidos pela crítica e pelo público. Depois de 1945 o governo francês
criou, em Paris, o Museu jeu de Paume, conhecido também como Museu dos
Impressionistas. Recentemente as obras dos impressionistas foram transferidas
para o Quai d'Orsay, também em Paris. (Graça Proença – História da Arte)
OS GRANDES PINTORES IMPRESSIONISTAS
• A grande preocupação de Claude Monet (1840-1926) são as pesquisas com a luz
solar refletida nos seres humanos e na natureza. O quadro Mulheres no jardim
marca o início dessa fase em sua pintura. A partir daí, Monet entusiasma-se pela
pintura ao ar livre, que lhe permite recriar os efeitos da luz do Sol diretamente
da natureza, como po demos ver em La Grenauillière e Impressão, pôr-do-sol.
• O melhor exemplo dessa preocupação de Monet pelo registro dos efeitos da luz
pode ser observado na série de quadros que pintou da catedral de Rouen.
Tomando como tema a fachada dessa construção gótica, o artista pintou-a em
vários momentos do dia, registrando assim as diferentes impressões que o
edifício lhe causava. Foi esse encanto que sentia pela luz e a ousadia em
representá-la tão intensamente que o tornaram chefe dos impressionistas.
(Graça Proença – História da Arte)
MONET: AS CORES INCONSTANTES DA NATUREZA
MONET: AS CORES INCONSTANTES DA NATUREZA
Catedral de
Rouen em
Pleno Sol
(1892-1893),
de Monet.
Dimensões:
107 cm x 63
cm. Museu
do Louvre,
Paris.
Mulheres no
Jardim
(1866-
1867), de
Monet.
Dimensões:
256 cm x
208 cm.
Museu do
Louvre,
Paris.
RENOIR : A ALEGRIA E O OTIMISMO DO FIM
DO SÉCULO XIX
• Pierre Auguste Renoir
(1841-1919) foi o pintor
impressionista que ganhou
maior popularidade e
chegou mesmo a o
reconhecimento dater
crítica ainda em vida. Seus
quadros manifestam
otimismo, alegria e a
intensa movimentação da
vida parisiense do fim do
século XIX. Exemplo disso é
o famoso Baile no Moulin
de la Galette, em que as
pessoas se movimentam
numa atmosfera feliz de
cores e sorrisos. (Graça
Proença – História da Arte)
O Baile no
Moulin de
la Galette
(1876), de
Renoir.
Dimensões:
131 cm x
175 cm.
Museu do
Louvre,
Paris.
RENOIR : A ALEGRIA E O OTIMISMO DO FIM
DO SÉCULO XIX
Desde 1869, depois de superar as
influências de Courbet, um pintor
realista já consagrado, Renoir
manifestava claramente sua adesão ao
movimento impressionista com La
Grenouillière. Nessa tela, ele retrata
uma cena segundo a impressão
determinada pela luz solar num
momento efêmero de um dia alegre.
Podemos observar aí o princípio óptico
do Impressionismo: as manchas
coloridas unidas visualmente pelo
observador compõem um todo
percebido como uma reunião festiva.
(Graça Proença – História da Arte)
La Grenouillière (1869), de Monet. Dimensões: 75 cm x 100 cm. Metropolitan
Museum of Art, Nova Iorque.
RENOIR : A ALEGRIA E O OTIMISMO DO FIM
DO SÉCULO XIX
Esse quadro está ligado a
um acontecimento
interessante: a cena
representada foi pintada
ao mesmo tempo por
Monet e Renoir. Esse
fato, além de ter dado
fama às duas telas,
mostra bem como os dois
artistas estavam
empenhados em explorar
as superfícies refletoras
de luz, tal como a água de
La Grenouillière. (Graça
Proença – História da
Arte)
La
Grenouillière
(1869), de
Renoir.
Dimensões:
66 cm x 81,3
cm. National
Museum,
Estocolmo.
Degas: o ambiente fechado, a luz artificial e
a influência da fotografia
• Apesar de ter feito parte do grupo dos impressionistas, Edgar Degas (1834-
1917) teve nele uma posição muito pessoal. Sua formação acadêmica e sua
admiração por lngres fizeram com que valorizasse o desenho e não apenas
a cor, que era a grande paixão do Impressionismo. (Graça Proença –
História da Arte)
Degas: o ambiente fechado, a luz artificial e
a influência da fotografia
O Ensaio (1877), de Degas. Dimensões: 68 cm x 103 cm. Galeria de Arte, Glasgow.
• Além disso, foi pintor de poucas
paisagens e cenas ao ar livre. Os
ambientes de seus quadros são
interiores e a luz é artificial. Sua
grande preocupação era flagrar um
instante da vida das pessoas,
apreender um momento do
movimento de um corpo ou da
expressão de um rosto. Exemplo
disso são suas telas com bailarinas,
tais como Ensaio de Balé, No Palco,
Quatro Bailarinas em Cena e O
Ensaio. Observando O Ensaio,
vemos a leveza dos movimentos, a
delicadeza das cores em pastel e a
sutileza do desenho. (Graça
Proença – História da Arte)
Degas: o ambiente fechado, a luz artificial e a
influência da fotografia
• A contribuição mais importante de Degas
para a pintura moderna é a angulação
oblíqua e o enquadramento das cenas,
com objetos e pessoas em primeiro plano,
o que dá maior profundidade à
composição. Essa característica revela a
grande influência que a fotografia exerceu
sobre ele. É inegável, por exemplo, a
semelhança de muitos de seus quadros
com fotografias instantâneas, pois as
pessoas são pintadas como se tivessem
sido imobilizadas em plena ação que
realizam, despreocupadas com a presença
do artista. (Graça Proença – História da
Arte)
A Bolsa de Algodão de Nova Orleans (1873), de Degas. Dimensões: 72 cm x
90 cm. Museu de Belas-Artes, Pau.
A EVOLUÇÃO DO IMPRESSIONISMO: O
PONTILISMO
• Em 1886 realizou-se a última exposição coletiva do grupo de artistas
impressionistas. Dessa exposição participaram dois pintores que dariam uma nova
tendência ao movimento: Georges Seurat (1859-1891) e do Paul Signac (1863-
1935).
• Basicamente, o trabalho desses dois artistas aprofundou as pesquisas que os
impressionistas realizaram quanto à percepção óptica. Seurat. principalmente,
acabou reduzindo as pinceladas a um sistema de pontos uniformes que, no seu
conjunto, dão ao observador a percepção de uma cena.
• Essa técnica foi chamada de Pontilhismo e Divisionismo, porque as Pontilhismo
figuras, na tela, são representadas em minúsculos fragmentos ou pontos, cabendo
ao observador percebê-las como um todo plenamente organizado. (Graça Proença
– História da Arte)
A EVOLUÇÃO DO IMPRESSIONISMO: O
PONTILISMO
Dentro dessa
tendência, os
quadros mais
famosos de
Seurat são Tarde
de Domingo na
Ilha de Grande
Jatte e O Circo, e
de Signac.
Margens do Rio
e Veleiros do
Porto. (Graça
Proença –
História da Arte)
Tarde de
Domingo
na Ilha de
Grande
Jatte (1884-
1886), de
Seurat.
Dimensões:
260 cm x
350 cm. Art
Institute,
Chicago.

O Impressionismo

  • 1.
    O IMPRESSIONISMO História daArte, de Graça Proença. Capítulo 21 Licenciatura em Artes Visuais - disciplina Fundamentos da História da Arte Profa. Ma. Cinthya Marques Monitor: Erivan Araújo
  • 2.
    • O Impressionismofoi um movimento artístico que revolucionou profundamente a pintura e deu início às grandes tendências da arte do século XX. Os pintores impressionistas procuraram, a partir da observação direta do efeito da luz solar sobre os objetos, registrar em suas telas as constantes alterações que essa luz provoca nas cores da natureza. Na realidade, não houve nenhuma teoria que orientasse a criação artística desses pintores. Havia apenas algumas considerações gerais, muito mais práticas do que teóricas, que os artistas seguiam em seus procedimentos técnicos para obter os resultados que caracterizaram a pintura impressionista. Essas considerações podem ser assim resumidas: • A pintura deve registrar as tonalidades que os objetos adquirem ao refletir a luz solar num determinado momento, pois as cores da natureza se modificam constantemente, dependendo da incidência da luz do sol • (Graça Proença – História da Arte) O IMPRESSIONISMO
  • 3.
    • As figurasnão devem ter contornos nítidos, pois a linha é uma abstração do ser humano para representar as imagens. • As sombras devem ser luminosas e coloridas, tal como é a impressão visual que nos causam, e não escuras ou pretas, como os pintores costumavam representá- las no passado. • Os contrastes de luz e sombra devem ser obtidos de acordo com a lei das cores complementares. Assim, um amarelo próximo a um violeta produz uma impressão de luz e de sombra muito mais real do que o claro-escuro tão valorizado pelos pintores barrocos. • As cores e tonalidades não devem ser obtidas pela mistura das tintas na paleta do pintor. Pelo contrário, devem ser puras e dissociadas nos quadros, em pequenas pinceladas. É o observador que, ao admirar a pintura, combina as várias cores, obtendo o resultado final. A mistura deixa, portanto, de ser técnica para ser óptica. (Graça Proença – História da Arte) O IMPRESSIONISMO
  • 4.
    • A primeiravez que o público teve contato com a obra dos impressionistas foi numa exposição coletiva realizada em Paris, em abril de 1874. Mas o público e a crítica reagiram muito mal ao novo movimento, pois ainda se mantinham fiéis aos princípios acadêmicos da pintura. • Entre os expositores estavam Renoir, Degas, Pissarro, Cézanne, sionistas Sisley, Monet e Morisot. Só na década seguinte é que os impressionistas começaram a ser compreendidos pela crítica e pelo público. Depois de 1945 o governo francês criou, em Paris, o Museu jeu de Paume, conhecido também como Museu dos Impressionistas. Recentemente as obras dos impressionistas foram transferidas para o Quai d'Orsay, também em Paris. (Graça Proença – História da Arte) OS GRANDES PINTORES IMPRESSIONISTAS
  • 5.
    • A grandepreocupação de Claude Monet (1840-1926) são as pesquisas com a luz solar refletida nos seres humanos e na natureza. O quadro Mulheres no jardim marca o início dessa fase em sua pintura. A partir daí, Monet entusiasma-se pela pintura ao ar livre, que lhe permite recriar os efeitos da luz do Sol diretamente da natureza, como po demos ver em La Grenauillière e Impressão, pôr-do-sol. • O melhor exemplo dessa preocupação de Monet pelo registro dos efeitos da luz pode ser observado na série de quadros que pintou da catedral de Rouen. Tomando como tema a fachada dessa construção gótica, o artista pintou-a em vários momentos do dia, registrando assim as diferentes impressões que o edifício lhe causava. Foi esse encanto que sentia pela luz e a ousadia em representá-la tão intensamente que o tornaram chefe dos impressionistas. (Graça Proença – História da Arte) MONET: AS CORES INCONSTANTES DA NATUREZA
  • 6.
    MONET: AS CORESINCONSTANTES DA NATUREZA Catedral de Rouen em Pleno Sol (1892-1893), de Monet. Dimensões: 107 cm x 63 cm. Museu do Louvre, Paris. Mulheres no Jardim (1866- 1867), de Monet. Dimensões: 256 cm x 208 cm. Museu do Louvre, Paris.
  • 7.
    RENOIR : AALEGRIA E O OTIMISMO DO FIM DO SÉCULO XIX • Pierre Auguste Renoir (1841-1919) foi o pintor impressionista que ganhou maior popularidade e chegou mesmo a o reconhecimento dater crítica ainda em vida. Seus quadros manifestam otimismo, alegria e a intensa movimentação da vida parisiense do fim do século XIX. Exemplo disso é o famoso Baile no Moulin de la Galette, em que as pessoas se movimentam numa atmosfera feliz de cores e sorrisos. (Graça Proença – História da Arte) O Baile no Moulin de la Galette (1876), de Renoir. Dimensões: 131 cm x 175 cm. Museu do Louvre, Paris.
  • 8.
    RENOIR : AALEGRIA E O OTIMISMO DO FIM DO SÉCULO XIX Desde 1869, depois de superar as influências de Courbet, um pintor realista já consagrado, Renoir manifestava claramente sua adesão ao movimento impressionista com La Grenouillière. Nessa tela, ele retrata uma cena segundo a impressão determinada pela luz solar num momento efêmero de um dia alegre. Podemos observar aí o princípio óptico do Impressionismo: as manchas coloridas unidas visualmente pelo observador compõem um todo percebido como uma reunião festiva. (Graça Proença – História da Arte) La Grenouillière (1869), de Monet. Dimensões: 75 cm x 100 cm. Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque.
  • 9.
    RENOIR : AALEGRIA E O OTIMISMO DO FIM DO SÉCULO XIX Esse quadro está ligado a um acontecimento interessante: a cena representada foi pintada ao mesmo tempo por Monet e Renoir. Esse fato, além de ter dado fama às duas telas, mostra bem como os dois artistas estavam empenhados em explorar as superfícies refletoras de luz, tal como a água de La Grenouillière. (Graça Proença – História da Arte) La Grenouillière (1869), de Renoir. Dimensões: 66 cm x 81,3 cm. National Museum, Estocolmo.
  • 10.
    Degas: o ambientefechado, a luz artificial e a influência da fotografia • Apesar de ter feito parte do grupo dos impressionistas, Edgar Degas (1834- 1917) teve nele uma posição muito pessoal. Sua formação acadêmica e sua admiração por lngres fizeram com que valorizasse o desenho e não apenas a cor, que era a grande paixão do Impressionismo. (Graça Proença – História da Arte)
  • 11.
    Degas: o ambientefechado, a luz artificial e a influência da fotografia O Ensaio (1877), de Degas. Dimensões: 68 cm x 103 cm. Galeria de Arte, Glasgow. • Além disso, foi pintor de poucas paisagens e cenas ao ar livre. Os ambientes de seus quadros são interiores e a luz é artificial. Sua grande preocupação era flagrar um instante da vida das pessoas, apreender um momento do movimento de um corpo ou da expressão de um rosto. Exemplo disso são suas telas com bailarinas, tais como Ensaio de Balé, No Palco, Quatro Bailarinas em Cena e O Ensaio. Observando O Ensaio, vemos a leveza dos movimentos, a delicadeza das cores em pastel e a sutileza do desenho. (Graça Proença – História da Arte)
  • 12.
    Degas: o ambientefechado, a luz artificial e a influência da fotografia • A contribuição mais importante de Degas para a pintura moderna é a angulação oblíqua e o enquadramento das cenas, com objetos e pessoas em primeiro plano, o que dá maior profundidade à composição. Essa característica revela a grande influência que a fotografia exerceu sobre ele. É inegável, por exemplo, a semelhança de muitos de seus quadros com fotografias instantâneas, pois as pessoas são pintadas como se tivessem sido imobilizadas em plena ação que realizam, despreocupadas com a presença do artista. (Graça Proença – História da Arte) A Bolsa de Algodão de Nova Orleans (1873), de Degas. Dimensões: 72 cm x 90 cm. Museu de Belas-Artes, Pau.
  • 13.
    A EVOLUÇÃO DOIMPRESSIONISMO: O PONTILISMO • Em 1886 realizou-se a última exposição coletiva do grupo de artistas impressionistas. Dessa exposição participaram dois pintores que dariam uma nova tendência ao movimento: Georges Seurat (1859-1891) e do Paul Signac (1863- 1935). • Basicamente, o trabalho desses dois artistas aprofundou as pesquisas que os impressionistas realizaram quanto à percepção óptica. Seurat. principalmente, acabou reduzindo as pinceladas a um sistema de pontos uniformes que, no seu conjunto, dão ao observador a percepção de uma cena. • Essa técnica foi chamada de Pontilhismo e Divisionismo, porque as Pontilhismo figuras, na tela, são representadas em minúsculos fragmentos ou pontos, cabendo ao observador percebê-las como um todo plenamente organizado. (Graça Proença – História da Arte)
  • 14.
    A EVOLUÇÃO DOIMPRESSIONISMO: O PONTILISMO Dentro dessa tendência, os quadros mais famosos de Seurat são Tarde de Domingo na Ilha de Grande Jatte e O Circo, e de Signac. Margens do Rio e Veleiros do Porto. (Graça Proença – História da Arte) Tarde de Domingo na Ilha de Grande Jatte (1884- 1886), de Seurat. Dimensões: 260 cm x 350 cm. Art Institute, Chicago.