O Iluminismo Ana Carolina, Beatriz Cremasco, Lucas Araújo, Marcelo Gonçalves, Samara Cometti, Thamires Lima e Victória Cristina  2M2
O que foi o Iluminismo e sua importância histórica O século XVIII, também chamado de "Século das Luzes", foi um momento histórico em que se aprofundaram as críticas ao Antigo Regime (foi o período em que predominou o capitalismo comercial, o absolutismo, o sistema colonial e a sociedade baseada em estamentos) e em que se propuseram novas formas de organização social, política e econômica.  Os grandes pensadores dessa época (Descartes, Newton, Locke, Voltaire, Montesquieu, Rousseau, DAlembert, etc.) buscavam uma explicação racional para o mundo e lutavam por melhorias das condições existenciais do homem.   O Iluminismo representou a visão do mundo da burguesia intelectual da época e alcançou especial repercussão na frança,onde se opôs à intolerância religiosa e aos privilégios do Absolutismo. Influenciou a revolução Francesa, fornecendo-lhe, inclusive, o lema Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
A Crítica iluminista ao Antigo Regime  Porque os Burgueses criaram o Iluminismo? Pois era a classe social que tinha intelecto, e não tinham privilégios com a situação atual (o privilégio era para poucos tais como clero, e nobreza). Os pobres apoiaram os burgueses em suas idéias; que queria tirar o rei para ter a liberdade comercial (detalhe: eles queria fazer isso para defender seu interesses e benefícios próprios, não era algo como “tornar a sociedade mais digna, e justa”). >O que os burgueses queriam? I.  o Estado só é verdadeiramente poderoso se for rico; II.  para enriquecer, ele precisa expandir as atividades capitalistas; III.  para expandir as atividades capitalistas é preciso dar liberdade e poder à burguesia; VI. objetivava maior participação política
O que o Iluminismo combatia? I. o absolutismo monárquico:  porque protegia a nobreza e mantinha seus privilégios. O absolutismo era considerado injusto por impedir a participação da burguesia nas decisões políticas; II. o mercantilismo:  porque a intervenção do Estado na vida econômica era considerada prejudicial ao individualismo burguês, à livre iniciativa e ao desenvolvimento espontâneo do capitalismo, contrariando as leis naturais III. a autonomia intelectual:  defendia pelo individualismo e pelo racionalismo burguês. Assim, à burguesia não interessava apenas a religião. (Ela desejava o avanço da ciência)
A Crítica iluminista ao Poder da Igreja    A religião também foi muito criticada pelos iluministas, pois o poder da Igreja estava baseado na fé e não  necessitava de provas científicas, contrariando a razão dos iluministas.
 Locke e o Liberalismo Político  Assim como o Liberalismo Econômico, o Liberalismo Político ganhou força no século XVIII, embora o início da formação de suas idéias centrais remonte à transição do feudalismo para o capitalismo. O chamado Estado Liberal começa a se formar devido a um contínuo e progressivo desgaste do poder real e, por conseqüência, do modelo político absolutista. Entende-se por Liberalismo Político o pressuposto filosófico de que o os seres humanos têm por natureza certos direitos fundamentais, como o direito à vida, à liberdade e à felicidade. Cabe ao Estado respeitar, e não invadir esses direitos. Ou seja, o liberalismo é uma doutrina que limita tanto os poderes quanto as funções do Estado; os Estados teriam os poderes públicos regulados por normas gerais e seriam subordinados às leis. Os princípios fundamentais do liberalismo incluem a transparência, os direitos individuais e civis, um governo baseado no livre consentimento dos governados e estabelecido com base em eleições livres – o que geralmente significa um sistema de governo democrático – e igualdade da lei e dos direitos para todos os cidadãos.
Voltaire e a liberdade ao pensamento  Voltaire foi escritor, filósofo e poeta francês, teve um importante papel na filosofia. Seus escritos polêmicos encontraram sucesso imediato nos salões nobres de sua época, alguns, contra o regente francês causaram sua prisão na Bastilha. Sua filosofia lutava a favor da liberdade. Posicionava-se contra a a intolerância religiosa, a falta de expressão, idéias políticas, filosóficas e científicas
Montesquieu e a divisão dos poderes  A divisão de poderes de Montesquieu (1689-1755) distingue, a nível funcional, vários poderes, mas opta por uma divisão tripartida: legislativo, executivo e judicial. A nível institucional distingue entre Parlamento, Governo e Tribunais. No plano sócio-estrutural, Montesquieu refere a Coroa, o clero e nobreza e o povo.  Da Divisão dos Poderes, Montesquieu versa sobre a liberdade política, o motivo que o levou a tripartição de poderes e suas disposições.
Diderot, d'Alembert e o enciclopedismo  Enciclopedismo  foi um movimento filosófico-cultural desmembrado do Ilustracionismo, desenvolvido na França e que buscava catalogar todo o conhecimento humano a partir dos novos princípios da razão. Foi impulsionado por Voltaire, Diderot e d'Alembert, além de Montesquieu,Rousseau, Buffon e do barão d´Holbach. Através deste movimento se buscou desenvolver uma obra monumental, que constava de 28 volumes (17 de texto e 11 de lâminas), no que se resumiria o pensamento ilustrado da época, ou seja, todo o saber de seu tempo, e que se denominou Enciclopédia. O primeiro volume prolongado por D'Alembert, apareceu em 1751, e o último em 1772. As estritas leis da censura na França evitaram ataques diretos à Igreja e ao Estado, mas estas duas instituições eram tratadas na Enciclopédia com ironia e desdém. Um decreto de 1752 proibiu os primeiros volumes e em 1759 foi incluída no  Index (de livros proibidos aos católicos romanos), mas continuou a circular. Em 1776-1777 se publicou um suplemento de seis tomos. Na enciclopédia se incluíam tanto textos científicos como desenhos de novas máquinas.
 Rousseau e o Contrato Social  Jean-Jacques Rousseau foi um importante filósofo, teórico político, escritor e compositor autodidata suíço. É considerado um dos principais filósofos do iluminismo e um precursor do romantismo.  Do contrato social  ou  O contrato social  pode ser considerada a obra prima do suíço Jean-Jacques Rousseau. Nesta obra, Rousseau expõe a sua noção de Contrato Social, que difere muito das de Hobbes e Locke: para Rousseau, o homem é naturalmente bom, sendo a sociedade, instituição regida pela política, a culpada pela "degeneração" do mesmo. O Contrato Social para Rousseau é um acordo entre indivíduos para se criar uma Sociedade, e só então um Estado, isto é, o Contrato é um Pacto de associação, não de submissão.
Voltaire
Jean-Jacques Rousseau
Diderot
D’alembert
Montesquieu
Jonh Locke

O Iluminismo

  • 1.
    O Iluminismo AnaCarolina, Beatriz Cremasco, Lucas Araújo, Marcelo Gonçalves, Samara Cometti, Thamires Lima e Victória Cristina 2M2
  • 2.
    O que foio Iluminismo e sua importância histórica O século XVIII, também chamado de "Século das Luzes", foi um momento histórico em que se aprofundaram as críticas ao Antigo Regime (foi o período em que predominou o capitalismo comercial, o absolutismo, o sistema colonial e a sociedade baseada em estamentos) e em que se propuseram novas formas de organização social, política e econômica.  Os grandes pensadores dessa época (Descartes, Newton, Locke, Voltaire, Montesquieu, Rousseau, DAlembert, etc.) buscavam uma explicação racional para o mundo e lutavam por melhorias das condições existenciais do homem.  O Iluminismo representou a visão do mundo da burguesia intelectual da época e alcançou especial repercussão na frança,onde se opôs à intolerância religiosa e aos privilégios do Absolutismo. Influenciou a revolução Francesa, fornecendo-lhe, inclusive, o lema Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
  • 3.
    A Crítica iluministaao Antigo Regime Porque os Burgueses criaram o Iluminismo? Pois era a classe social que tinha intelecto, e não tinham privilégios com a situação atual (o privilégio era para poucos tais como clero, e nobreza). Os pobres apoiaram os burgueses em suas idéias; que queria tirar o rei para ter a liberdade comercial (detalhe: eles queria fazer isso para defender seu interesses e benefícios próprios, não era algo como “tornar a sociedade mais digna, e justa”). >O que os burgueses queriam? I.  o Estado só é verdadeiramente poderoso se for rico; II.  para enriquecer, ele precisa expandir as atividades capitalistas; III.  para expandir as atividades capitalistas é preciso dar liberdade e poder à burguesia; VI. objetivava maior participação política
  • 4.
    O que oIluminismo combatia? I. o absolutismo monárquico:  porque protegia a nobreza e mantinha seus privilégios. O absolutismo era considerado injusto por impedir a participação da burguesia nas decisões políticas; II. o mercantilismo:  porque a intervenção do Estado na vida econômica era considerada prejudicial ao individualismo burguês, à livre iniciativa e ao desenvolvimento espontâneo do capitalismo, contrariando as leis naturais III. a autonomia intelectual:  defendia pelo individualismo e pelo racionalismo burguês. Assim, à burguesia não interessava apenas a religião. (Ela desejava o avanço da ciência)
  • 5.
    A Crítica iluministaao Poder da Igreja   A religião também foi muito criticada pelos iluministas, pois o poder da Igreja estava baseado na fé e não  necessitava de provas científicas, contrariando a razão dos iluministas.
  • 6.
     Locke e oLiberalismo Político Assim como o Liberalismo Econômico, o Liberalismo Político ganhou força no século XVIII, embora o início da formação de suas idéias centrais remonte à transição do feudalismo para o capitalismo. O chamado Estado Liberal começa a se formar devido a um contínuo e progressivo desgaste do poder real e, por conseqüência, do modelo político absolutista. Entende-se por Liberalismo Político o pressuposto filosófico de que o os seres humanos têm por natureza certos direitos fundamentais, como o direito à vida, à liberdade e à felicidade. Cabe ao Estado respeitar, e não invadir esses direitos. Ou seja, o liberalismo é uma doutrina que limita tanto os poderes quanto as funções do Estado; os Estados teriam os poderes públicos regulados por normas gerais e seriam subordinados às leis. Os princípios fundamentais do liberalismo incluem a transparência, os direitos individuais e civis, um governo baseado no livre consentimento dos governados e estabelecido com base em eleições livres – o que geralmente significa um sistema de governo democrático – e igualdade da lei e dos direitos para todos os cidadãos.
  • 7.
    Voltaire e aliberdade ao pensamento Voltaire foi escritor, filósofo e poeta francês, teve um importante papel na filosofia. Seus escritos polêmicos encontraram sucesso imediato nos salões nobres de sua época, alguns, contra o regente francês causaram sua prisão na Bastilha. Sua filosofia lutava a favor da liberdade. Posicionava-se contra a a intolerância religiosa, a falta de expressão, idéias políticas, filosóficas e científicas
  • 8.
    Montesquieu e adivisão dos poderes A divisão de poderes de Montesquieu (1689-1755) distingue, a nível funcional, vários poderes, mas opta por uma divisão tripartida: legislativo, executivo e judicial. A nível institucional distingue entre Parlamento, Governo e Tribunais. No plano sócio-estrutural, Montesquieu refere a Coroa, o clero e nobreza e o povo. Da Divisão dos Poderes, Montesquieu versa sobre a liberdade política, o motivo que o levou a tripartição de poderes e suas disposições.
  • 9.
    Diderot, d'Alembert eo enciclopedismo Enciclopedismo  foi um movimento filosófico-cultural desmembrado do Ilustracionismo, desenvolvido na França e que buscava catalogar todo o conhecimento humano a partir dos novos princípios da razão. Foi impulsionado por Voltaire, Diderot e d'Alembert, além de Montesquieu,Rousseau, Buffon e do barão d´Holbach. Através deste movimento se buscou desenvolver uma obra monumental, que constava de 28 volumes (17 de texto e 11 de lâminas), no que se resumiria o pensamento ilustrado da época, ou seja, todo o saber de seu tempo, e que se denominou Enciclopédia. O primeiro volume prolongado por D'Alembert, apareceu em 1751, e o último em 1772. As estritas leis da censura na França evitaram ataques diretos à Igreja e ao Estado, mas estas duas instituições eram tratadas na Enciclopédia com ironia e desdém. Um decreto de 1752 proibiu os primeiros volumes e em 1759 foi incluída no  Index (de livros proibidos aos católicos romanos), mas continuou a circular. Em 1776-1777 se publicou um suplemento de seis tomos. Na enciclopédia se incluíam tanto textos científicos como desenhos de novas máquinas.
  • 10.
     Rousseau e oContrato Social Jean-Jacques Rousseau foi um importante filósofo, teórico político, escritor e compositor autodidata suíço. É considerado um dos principais filósofos do iluminismo e um precursor do romantismo. Do contrato social  ou  O contrato social  pode ser considerada a obra prima do suíço Jean-Jacques Rousseau. Nesta obra, Rousseau expõe a sua noção de Contrato Social, que difere muito das de Hobbes e Locke: para Rousseau, o homem é naturalmente bom, sendo a sociedade, instituição regida pela política, a culpada pela "degeneração" do mesmo. O Contrato Social para Rousseau é um acordo entre indivíduos para se criar uma Sociedade, e só então um Estado, isto é, o Contrato é um Pacto de associação, não de submissão.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.