O documento discute a prevalência e a compreensão atual do transtorno do espectro autista (TEA), ressaltando que o autismo é uma variação natural da neurodiversidade e não uma doença. Ele aborda a importância de diferenciar incidência e prevalência, além de destacar que condições como TEA, TDAH e dislexia são reconhecidas como valiosas dentro da diversidade humana. A neurodivergência refere-se a indivíduos cujas características neurológicas diferem dos padrões típicos, promovendo a aceitação dessas diferenças.