Metodologia
Em Extensão Rural
Metodologia
• Introdução
• Conceito
– É o estudo e a sistematização dos Métodos
adaptados ao trabalho de Extensão Rural.
• Classificação
– Quanto ao número de pessoas alcançadas
• Individuais
• Grupais
• Massais
– Quanto ao uso dos Métodos
• Simples
• Complexos
Métodos
• Individuais
– Características
• Objetivam atender as pessoas individualmente;
• Usados para conhecer o público e sua realidade;
• Permitem conquistar a confiança do público;
• São eficientes quanto ao aprendizado;
• Apresentam custo elevado;
• Podem ser:
– Visita
– Contato
– Entrevista
Métodos
• Grupais
– Características
• São aqueles que visam atingir grupos de pessoas;
• Proporcionam a troca de idéias com o público;
• Facilitam descobrir lideranças comunitárias;
• Apresentam menor custo que os individuais.
• São grupais os métodos:
– Dia de campo; Reunião técnica; Excursão; Curso;
Reunião prática; Palestra; Conferência; Simpósio;
Encontro; Convenção; Semana especial; Oficina de
trabalho; Instituto; Forum; Painel.
Métodos
• Grupais/Técnicas de dinamização
– O extensionista utiliza essas técnicas no
trabalho de assessoramento às comissões de
Desenvolvimento, Saúde, etc.
– São técnicas de dinamização:
• Dramatização
• Grupo de cochicho
• Mesa redonda
• Phillps 66 ou Fracionamento
• Tempestade de idèias
É recomendável utilizar “Reflexão Pessoal”.
Métodos
• Massais
– Características
• Visam atingir número indeterminado de pessoas;
• Não permitem o contato extensionista-público;
• Prestam-se para estimular interesses, criar
ansiedade e atrair a atenção;
• Apresenta baixo custo unitário;
• São métodos massais:
– Rádio; Televisão; Jornal; Carta Circular; Campanha;
Folheto; Exposição educativa; Volante; Folder.
Métodos
• Classificação quanto ao uso
– Simples
• São aqueles que podem ser usados isoladamente, sejam
individuais, grupais ou massais.
– Complexos
• São aqueles cuja utilização exige a combinação de outros
métodos na sua realização.
• Os principais métodos complexos são:
– Campanha; Concurso; Demonstração de resultados;
Ensaio; Exposição; Propriedade demonstrativa; Semana
especial; Unidades demonstrativas; Unidades de
observação.
Avaliação dos métodos
• Auto-avaliação (Perguntas)
– O objetivo foi atingido?
– As pessoas previamente avisadas, estavam presentes?
– Observei os progressos em relação ao ultimo contato?
– Senti dificuldade para explicar algum assunto?
– Devo complementar o assunto tratado com outro método?
– O método utilizado foi o mais adequado?
– O tamanho do grupo era o ideal?
– Os horários foram cumpridos?
– Os custos havidos justificaram-se pelo interesse despertado?
– O público participou ativamente durante o uso do método?
– Houve tempo para a discussão dos assuntos?
– O roteiro de ensino estava claro?
– Fiz um bom uso de audiovisuais?
Métodos individuais
• Contato
– Conceito
• É um método não planejado, que ocorre em situações
imprevistas e em diferentes locais, seja na sede, no
escritório ou no campo, em que o técnico presta informações
e esclarecimentos ao público em geral.
– Objetivos
• Transmitir informações de caráter técnico ou de relações
públicas.
– Contato no escritório - causas
• Procura por informações?
• Auxílio em decisões?
Métodos individuais
• Contato
– Contato no escritório – postura do extensionista
• Demonstrar interesse pelo consulente e seu problema;
• Ajudar a diagnosticar e encaminhar solução;
– Contato fora do escritório - objetivos
• Solicitar ou prestar informações ao público relac.ao trabalho
• Relações públicas
– Vantagens dos contatos
• Permitem aferir influência pessoal do extensionista;
• Permitem transmitir informações simples; divulgar o trabalho
– Limitações
• Inoportuno, algumas vezes.
Métodos individuais
• Entrevista
– Conceito
• É um método programado, realizado no escritório, sede ou
campo, em que o extensionista tem como objetivo pesquisar
determinado assunto junto ao público.
– Objetivos
• Conhecer situações e fatos; identificar problemas; ava.trab.
– Necessário saber:
• O que perguntar – objetivo da entrevista define
• A quem perguntar – amostragem/sociograma define
• O que concluir – análise e estudo das entrevistas define
Métodos individuais
• Entrevista
– Como conduzir – roteiro
• Apresentação da entrevista: preparar a pessoa para ouvir as
perguntas; revelar a quem interessa a pesquisa; explicar a
finalidade da pesquisa; garantir o anonimato/caráter confid.
• Normas:
– Use um roteiro (assuntos e perguntas pré-defnindos) ;
– Controle o tempo;
– Fale dez por cento e ouça 90%;
– Ordene as informações (evite dar voltas);
– Esgote cada assunto antes de passar ao seguinte;
– Elimine os pormenores insignificantes;
– Estude as perguntas;
– Não suponha nada. Pergunte.
Métodos individuais
• Entrevista
– Como conduzir
• Ordem das perguntas
– Das mais simples às mais complexas; sequência natural
• Tipos de perguntas
– Abertas -> Resposta longa
– Fechadas -> Resposta breve
– Tendenciosas -> Forçam a resposta
• Aspectos a observar
– Simplicidade
– Confiança – o entrevistado deve confiar no entrevistador
– Estimular a resposta
Métodos individuais
• Entrevista
– Formas de explorar o assunto
• Para obter respostas mais completas, use:
– O que;
– Quem;
– Quando;
– Como;
– Onde;
– Porque
• Vantagens:
– Ajuda conhecer o público a trabalhar; realidade da comunidade
• Limitações
– Altos custos;
– resultados demorados;
– dificuldade de se fazer entender pelo entrevistado.
Métodos individuais
• Visita
– Conceito
• É um método realizado na sede ou no campo, planejado,
visando a transferência de informações para a execução da
programação do extensionista.
– Objetivos
• Introduzir, reforçar ou melhorar novas técnicas ou práticas;
• Obter informações e cooperação para o alcance do trabalho;
• Preparar para a participação em outros métodos.
– Importância
• Permite conhecer as pessoas individualmente e a realidade
do público trabalhado. Permite ao extensionista conquistar a
confiança das pessoas.
• Visita
– Formas de visita
• Visita técnica -> objetiva levar orientação técnica ao produtor
visitado, sobre determinado assunto.
• Visita prática -> objetiva o desenvolvimento de habilidades
técnicas – ensinar a fazer fazendo.
• Visita de Envolvimento e Dinamização -> objetiva estimular
as pessoas a participarem de determinados programas ou
ações desenvolvidas pela Extensão Rural.
– Organização e preparo
• Deve ser planejada com antecedência, considerando
– Conveniência em relação aos demais métodos
– Determinar objetivos a alcançar
– Informar-se sobre a pessoa a ser visitada
– Preparar material, para o desenvolvimento da visita; tempo
Métodos individuais
Métodos individuais
• Visita
– Realização
• Na primeira visita, apresentar-se informando sobre seu
trabalho. A primeira impressão é muito importante.
• Demonstrar interesse pelo que a pessoa está fazendo, com
habilidade e naturalidade, conduzir o diálogo para o objetivo
programado.
• Explicitar o objetivo da visita.
• Falar calmamente, com simplicidade, objetividade e clareza.
• Ouvir com atenção evitando interromper as falas do visitado
• Conhecer o problema tratado e suas causas.
• Levantar possíveis soluções e consequências (custo, benef.)
• Definir compromissos de ambos (que, quem e quando fazer).
Métodos individuais
• Visita
– Vantagens
• Grande eficácia na introdução de novas técnicas p/o público
• Facilita o preparo de outros métodos de extensão
• Indicado para conseguir cooperação e participação
• Os ensinamentos podem ser transmitidos a outras pessoas
• Permite a informação no próprio meio de trabalho do visitado
– Limitações
• Custo alto em relação a outros métodos
• Demanda muito tempo, limitando o alcance
• Pode produzir má impressão no público não visitado
Métodos grupais
• Reunião
– Conceito
• É um método planejado, realizado com público que possui
interesses e objetivos comuns e que pretende solucionar
seus problemas através da troca de idéias e conhecimentos.
– Objetivos
• Introduzir ou melhorar técnicas e práticas
• Transmitir informações a um grande número de pessoas
• Planejar o trabalho
• Proporcionar troca de conhecimento e experiência.
• Promover a organização comunitária.
• Motivar o público a ser trabalhado.
Métodos grupais
• Reunião
– Tipos de reunião
• Reuniões técnicas -> informação técnica teórica;
• Reuniões práticas -> desenvolver habilidade;
• Reuniões de dinamização -> motivação; discutir realidade.
– Planejamento
• Define público, objetivo, assunto, tipo de reunião, programa,
data, local e horário da reunião. Deve considerar:
– Facilidade de acesso ao local; horários acessíveis; facilidade
de uso de audiovisuais; espaço físico (mesas, cadeiras, etc);
adequação do assunto à época; materiais didáticos
necessários.
Métodos grupais
• Reunião
– Organização
• Elaborar e distribuir convites aos participantes;
• Elaborar o material didático a ser utilizado;
• Tomar as providências necessárias ao local da reunião;
• Verificar os auxílios visuais que serão utilizados.
– Realização
• Chegar antes da hora marcada; tomar providências finais;
• Iniciar na hora prevista; explicar objetivo da reunião; colocar
os produtores à vontade; apresentar as pessoas estranhas.
• Explanação; discussão com troca de idéias; conclusão.
– Depois – acompanhamento.
Métodos grupais
• Reunião – fases
– Antes
• Definir objetivos; verificar local; programa preliminar; método; data;
distribuir funções; convidar participantes; materiais; etc.
– Durante
• Explanação -> informar sobre o problema; exemplos; lembrar
objetivos; apresentar o assunto.
• Discussão com troca de idéias -> diálogo com o público
• Reflexão discussão análise -> apresentar informações sobre
• Reflexão discussão síntese -> preparar decisão, propor soluções,
sintetizar soluções.
• Conclusões -> definir prioridades, prazos, responsabilidades, meios
e prever controle da execução.
– Depois
• Analisar conclusões; cobrar execução; verificar andamento; prever
novas reuniões
Métodos grupais
• Reunião técnica
– Objetiva transmitir conhecimentos e motivar mudanças de
hábitos e atitudes. É desenvolvida pelo técnico com auxílio de
recursos audiovisuais. Pode-se utilizar: palestra, conferência,
painel, forum ou outro método semelhante.
• Reunião de dinamização
– Objetiva estimular a criatividade de um grupo de pessoas, para
a identificação de problemas e necessidades, buscando
soluções e a tomada de decisões para ação. Inclui,
necessariamente, troca de informações e debates. Aplicam-se a
trabalhos de ação comunitária, cooperativismo, adm. Rural...
• Reunião prática
– Objetiva transmitir conhecimentos e desenvolvimento de
habilidade, procurando que os beneficiários aprendam a fazer
fazendo.
Reunião prática
– Plano de demonstração
• Seleção do público
• Escolha do assunto e demonstrador
• Época e local
• Materiais e equipamentos
• Roteiro da demonstração
• Materiais informativos
• Tempo de duração
• Operações anteriores
• Realização - cuidados pg.33
• Repetição
• Avaliação
• Vantagens
Métodos grupais
• Conferência
– Conceito
• É um método planejado, formal, com periodicidade prevista,
em que uma única sessão, um conferencista apresenta um
tema específico a um público homogêneo e com interesses
comuns.
– Uso do método
• É usado para apresentar informações de maneira formal, e
explorar facetas limitadas de um problema.
– Participantes
• São os conferencistas, coordenador, secretário e
assistência.
Métodos grupais
• Convenção ou encontro
– Conceito
• É um método em que um grupo de pessoas se reúne para
discutir problemas de interesses comuns, utilizando
combinações de outros métodos, como preleções, forum e
painel durante um ou mais dias.
– Uso do método
• É utilizado para explorar um problema, decidir sobre uma
linha de ação ou tentar soluções para um problema.
– Participantes
• São os oradores, coordenador, comitê de planejamento,
dirigente de discussão e assistência.
Métodos grupais
• Curso
– Conceito
• É um método planejado, que emprega um conjunto de
atividades técnicas e práticas, com programação específica,
objetivando capacitar um grupo de pessoas com interesses
comuns.
• Sua realização envolve técnicas de trabalho em grupo,
recursos audio visuais, excursões programadas,
demonstrações e desenvolvimento de habilidades pelos
treinandos.
• Ao realizar-se um curso, devemos obedecer uma linha de
ação, que podemos identificar pela fórmula P.O.C.C.C.
(Planejamento; Organização; Coordenação; Comando e
Contole).
Métodos grupais
• Curso
– Planejamento
• É a fase de preparação do curso. Nesta fase, analisamos os
aspectos de viabilidade de execução do treinamento.
• Identificação do público:
– O grupo de produtores selecionados, na medida do possível
deverá apresentar características homogêneas. O número de
participantes deve ser estabelecido em função do número de
instrutores e da disponibilidade de materiais para
demonstrações. Recomenda-se que o número de treinandos
por instrutor seja em torno de 10.
• Definição de objetivos:
– A boa definição dos objetivos permitirá ao técnico determinar o
conteúdo a ser ministrado no curso, a sua duração e a escolha
dos instrutores. Dependem do público.
Métodos grupais
• Curso
– Planejamento
• Recursos:
– O técnico deverá verifica que recursos precisará e como
deverá obtê-los.
– Recursos financeiros;
– Materiais didáticos;
– Equipamentos;
– Alimentação;
– Local.
Métodos grupais
• Curso
– Organização
• Esta fase envolve:
– Convite aos participantes;
– Convite aos instrutores;
– Recepção, instalação e assessoria aos participantes;
– Recepção e apresentação dos instrutores;
– Comando
• Nesta fase o técnico local procura harmonizar todas as
atividades e serviços que serão necessários durante os
cursos
– Coordenação.
• Ações desenvolvidas durante a realização do curso.
Métodos grupais
• Curso
– Controle
• A fase de controle ocorre durante o curso e após a sua
realização. Do controle fazem parte os relatórios, as listas de
frequência e o controle de refeições. Também nesta fase
devemos verificar o cumprimento da programação e avaliar
os instrutores.
• Duração do curso;
• Local;
• Avaliação dos instrutores;
• Avaliação do curso;
– Vantagens; (pg. 44)
– Limitações
Métodos grupais
• Dia de campo ou dia especial
– Conceito
• É um método planejado que visa mostrar uma série de
atividades em uma mesma propriedade.
– Objetivos
• Despertar o interesse e a adoção mais rápida da tecnologia
que está sendo apresentada;
• Oferecer informações sobre a aplicação de resultados de
práticas agrícolas nas condições locais;
• Possibilitar comparações entre diversas alternativas viáveis
para as condições locais;
• Estimular atitudes favoráveis para os técnicos e fortalecer a
relação entre os agricultores e extensionistas;
• Conhecer as opiniões do público sobre as atividades que se
mostram.
Métodos grupais
• Dia de campo ou dia especial
– Realizado normalmente em:
• Propriedade de colaboradores;
• Unidades demonstrativas;
• Demonstrações de Resultados;
• Estações experimentais.Neste caso objetiva:
– Criar confiança na instituição e nos pesquisadores;
– Despertar desejos para melhorar os trabalhos agrícolas;
– Mostrar o trabalho executado e as funções a que a
instituição se propõe.
Métodos grupais
• Dia de campo ou dia especial
– Planejamento - considerar
• a) Finalidade e resultados desejados;
• b) Comissão organizadora;
• c) Número de participantes;
• d). Programação;
• e) Seleção do local;
• f). Data de realização;
• g) Instituições colaboradoras;
• h) Divulgação;
• i) Seleção de instrutores;
• j) Definição do conteúdo; infra-estrutura e custos.
Métodos grupais
• Dia de campo ou dia especial
– Coordenação – considerar durante a realização
• a) Finalidade e resultados desejados;
• b) Atuação dos componentes da comissão organizadora;
• c) Estimar o número de participantes;
• d) Verificar se a programação esta sendo seguida;
• e) Adequação do local ao assunto desenvolvido;
• f) Facilitar o envolvimento e ação de institui. colaboradoras.
Métodos grupais
• Dia de campo ou dia especial
– Organização – providências
• 1. Divisão da área em estações por tópicos do assunto
• 2. Preparo de materiais:
– a) Fichas de inscrição e crachas;
– b) Cartazes e letreiros;
– c) Materiais técnicos;
– d) Barracas;
– e) Bandeiras e faixas;
– f) Diversos (som, projetores, mesas, cadeiras, etc);
• 3. Recursos humanos (um instrutor em cada estação);
• Realização;
• Avaliação e Recomendações.
Métodos grupais
• Excursão
– Conceito
• É um método planejado em que o extensionista reúne um
grupo de pessoas com interesses comuns, com o objetivo de
observar e explicar a aplicação de diversas técnicas e
práticas existentes, em um ou mais locais, para que elas
venham a ser adotadas. É realizada com um grupo de
pessoas interessadas e trabalhada pelo técnico, que se
deslocam a determinado lugar onde existam experiências
passíveis de serem adotadas.
Métodos grupais
• Excursão
– Uso do método
• Permite ver novidades e possibilita maior aproveitamento
dos exemplos existentes.
• Amplia os horizontes dos excursionistas.
• Permite aos excursionistas verem as soluções para os seus
problemas em condições semelhantes às suas.
• Mostram vários aspectos diferentes de uma só vez, ou
apenas um único aspecto ao grupo. Exemplos: observar o
resultado de uma prática nova ou de uma prática melhorada.
• Ao ver a produção satisfatória em cultura tecnicamente
conduzida, em condições semelhantes às suas,
contrastando com as produções que vem alcançando, o
produtor tem seu interesse despertado para os fatos que
consagram a demonstração.
Métodos grupais
• Excursão
– Tipos/classificação - Quanto
• Ao público – homens, mulheres, jovens, mistas;
• Ao local – na região; fora da região;
– Fora da área apresenta o inconveniente de surgirem
controvérsias sobre a aplicabilidade nas condições da
região.
– O agricultor, muitas vezes possui senso crítico para
raciocinar que a região visitada possui fertilidade, clima e
condições de mercado diferentes de sua região. Todavia,
não podem ser levadas ao extremo estas condições. As
excursões a órgãos governamentais normalmente
servem menos aos fins de uma excursão para
produtores, tendo em vista que os objetivos de uma
estação experimental são diferentes dos de uma
propriedade de um produtor.
Métodos grupais
• Excursão
– Finalidade/objetivos
• Ajudar as pessoas a reconhecerem problemas não sentidos;
• Estimular a discussão de problemas comuns;
• Estimular o desejo de melhorar (visão nova);
• Resumindo, a excursão serve para motivar, persuadir e
provocar a adoção de técnicas pelos visitantes.
– Planejamento
• Participam o extensionista, o proprietário e os visitantes:
– Época mais adequada;
– Práticas ou técnicas, conforme objetivos pedagógicos;
– Meios para atingir os objetivos.
– Realização e avaliação.
Métodos grupais
• Excursão
– Realização
• Programa executar o programado, mas com flexibilidade;
• Cumprir os horários previstos;
• Apresentar o proprietário aos visitantes, e vice-versa;
• Apresentar os resultados alcançados, o produtor preferenci;
• Todos devem ver e ouvir o que for mostrado e falado;
• Resumo dos assuntos tratados (técnico) entregue ao público;
• Agradecimento feito por um dos visitantes;
– Avaliação
• Antes -> esse é o melhor método para atingir os objetivos
• Depois -> tempo, local, desempenho, objetivos atingidos...
Métodos grupais
• Outros métodos importantes
– Painel;
• De interrogação;
• De oposição ou debate;
• Integrado.
– Palestra ou preleção;
– Seminário;
– Simpósio.
• Técnicas de dinamização
– Dramatização;
– Grupo de cochichos;
– Mesa redonda ou grupo de trabalho;
– Fracionamento ou Philips 66; tempestade de idéias.

Metodologia do Trabalho Científico - Extensão

  • 1.
  • 2.
    Metodologia • Introdução • Conceito –É o estudo e a sistematização dos Métodos adaptados ao trabalho de Extensão Rural. • Classificação – Quanto ao número de pessoas alcançadas • Individuais • Grupais • Massais – Quanto ao uso dos Métodos • Simples • Complexos
  • 3.
    Métodos • Individuais – Características •Objetivam atender as pessoas individualmente; • Usados para conhecer o público e sua realidade; • Permitem conquistar a confiança do público; • São eficientes quanto ao aprendizado; • Apresentam custo elevado; • Podem ser: – Visita – Contato – Entrevista
  • 4.
    Métodos • Grupais – Características •São aqueles que visam atingir grupos de pessoas; • Proporcionam a troca de idéias com o público; • Facilitam descobrir lideranças comunitárias; • Apresentam menor custo que os individuais. • São grupais os métodos: – Dia de campo; Reunião técnica; Excursão; Curso; Reunião prática; Palestra; Conferência; Simpósio; Encontro; Convenção; Semana especial; Oficina de trabalho; Instituto; Forum; Painel.
  • 5.
    Métodos • Grupais/Técnicas dedinamização – O extensionista utiliza essas técnicas no trabalho de assessoramento às comissões de Desenvolvimento, Saúde, etc. – São técnicas de dinamização: • Dramatização • Grupo de cochicho • Mesa redonda • Phillps 66 ou Fracionamento • Tempestade de idèias É recomendável utilizar “Reflexão Pessoal”.
  • 6.
    Métodos • Massais – Características •Visam atingir número indeterminado de pessoas; • Não permitem o contato extensionista-público; • Prestam-se para estimular interesses, criar ansiedade e atrair a atenção; • Apresenta baixo custo unitário; • São métodos massais: – Rádio; Televisão; Jornal; Carta Circular; Campanha; Folheto; Exposição educativa; Volante; Folder.
  • 7.
    Métodos • Classificação quantoao uso – Simples • São aqueles que podem ser usados isoladamente, sejam individuais, grupais ou massais. – Complexos • São aqueles cuja utilização exige a combinação de outros métodos na sua realização. • Os principais métodos complexos são: – Campanha; Concurso; Demonstração de resultados; Ensaio; Exposição; Propriedade demonstrativa; Semana especial; Unidades demonstrativas; Unidades de observação.
  • 8.
    Avaliação dos métodos •Auto-avaliação (Perguntas) – O objetivo foi atingido? – As pessoas previamente avisadas, estavam presentes? – Observei os progressos em relação ao ultimo contato? – Senti dificuldade para explicar algum assunto? – Devo complementar o assunto tratado com outro método? – O método utilizado foi o mais adequado? – O tamanho do grupo era o ideal? – Os horários foram cumpridos? – Os custos havidos justificaram-se pelo interesse despertado? – O público participou ativamente durante o uso do método? – Houve tempo para a discussão dos assuntos? – O roteiro de ensino estava claro? – Fiz um bom uso de audiovisuais?
  • 9.
    Métodos individuais • Contato –Conceito • É um método não planejado, que ocorre em situações imprevistas e em diferentes locais, seja na sede, no escritório ou no campo, em que o técnico presta informações e esclarecimentos ao público em geral. – Objetivos • Transmitir informações de caráter técnico ou de relações públicas. – Contato no escritório - causas • Procura por informações? • Auxílio em decisões?
  • 10.
    Métodos individuais • Contato –Contato no escritório – postura do extensionista • Demonstrar interesse pelo consulente e seu problema; • Ajudar a diagnosticar e encaminhar solução; – Contato fora do escritório - objetivos • Solicitar ou prestar informações ao público relac.ao trabalho • Relações públicas – Vantagens dos contatos • Permitem aferir influência pessoal do extensionista; • Permitem transmitir informações simples; divulgar o trabalho – Limitações • Inoportuno, algumas vezes.
  • 11.
    Métodos individuais • Entrevista –Conceito • É um método programado, realizado no escritório, sede ou campo, em que o extensionista tem como objetivo pesquisar determinado assunto junto ao público. – Objetivos • Conhecer situações e fatos; identificar problemas; ava.trab. – Necessário saber: • O que perguntar – objetivo da entrevista define • A quem perguntar – amostragem/sociograma define • O que concluir – análise e estudo das entrevistas define
  • 12.
    Métodos individuais • Entrevista –Como conduzir – roteiro • Apresentação da entrevista: preparar a pessoa para ouvir as perguntas; revelar a quem interessa a pesquisa; explicar a finalidade da pesquisa; garantir o anonimato/caráter confid. • Normas: – Use um roteiro (assuntos e perguntas pré-defnindos) ; – Controle o tempo; – Fale dez por cento e ouça 90%; – Ordene as informações (evite dar voltas); – Esgote cada assunto antes de passar ao seguinte; – Elimine os pormenores insignificantes; – Estude as perguntas; – Não suponha nada. Pergunte.
  • 13.
    Métodos individuais • Entrevista –Como conduzir • Ordem das perguntas – Das mais simples às mais complexas; sequência natural • Tipos de perguntas – Abertas -> Resposta longa – Fechadas -> Resposta breve – Tendenciosas -> Forçam a resposta • Aspectos a observar – Simplicidade – Confiança – o entrevistado deve confiar no entrevistador – Estimular a resposta
  • 14.
    Métodos individuais • Entrevista –Formas de explorar o assunto • Para obter respostas mais completas, use: – O que; – Quem; – Quando; – Como; – Onde; – Porque • Vantagens: – Ajuda conhecer o público a trabalhar; realidade da comunidade • Limitações – Altos custos; – resultados demorados; – dificuldade de se fazer entender pelo entrevistado.
  • 15.
    Métodos individuais • Visita –Conceito • É um método realizado na sede ou no campo, planejado, visando a transferência de informações para a execução da programação do extensionista. – Objetivos • Introduzir, reforçar ou melhorar novas técnicas ou práticas; • Obter informações e cooperação para o alcance do trabalho; • Preparar para a participação em outros métodos. – Importância • Permite conhecer as pessoas individualmente e a realidade do público trabalhado. Permite ao extensionista conquistar a confiança das pessoas.
  • 16.
    • Visita – Formasde visita • Visita técnica -> objetiva levar orientação técnica ao produtor visitado, sobre determinado assunto. • Visita prática -> objetiva o desenvolvimento de habilidades técnicas – ensinar a fazer fazendo. • Visita de Envolvimento e Dinamização -> objetiva estimular as pessoas a participarem de determinados programas ou ações desenvolvidas pela Extensão Rural. – Organização e preparo • Deve ser planejada com antecedência, considerando – Conveniência em relação aos demais métodos – Determinar objetivos a alcançar – Informar-se sobre a pessoa a ser visitada – Preparar material, para o desenvolvimento da visita; tempo Métodos individuais
  • 17.
    Métodos individuais • Visita –Realização • Na primeira visita, apresentar-se informando sobre seu trabalho. A primeira impressão é muito importante. • Demonstrar interesse pelo que a pessoa está fazendo, com habilidade e naturalidade, conduzir o diálogo para o objetivo programado. • Explicitar o objetivo da visita. • Falar calmamente, com simplicidade, objetividade e clareza. • Ouvir com atenção evitando interromper as falas do visitado • Conhecer o problema tratado e suas causas. • Levantar possíveis soluções e consequências (custo, benef.) • Definir compromissos de ambos (que, quem e quando fazer).
  • 18.
    Métodos individuais • Visita –Vantagens • Grande eficácia na introdução de novas técnicas p/o público • Facilita o preparo de outros métodos de extensão • Indicado para conseguir cooperação e participação • Os ensinamentos podem ser transmitidos a outras pessoas • Permite a informação no próprio meio de trabalho do visitado – Limitações • Custo alto em relação a outros métodos • Demanda muito tempo, limitando o alcance • Pode produzir má impressão no público não visitado
  • 19.
    Métodos grupais • Reunião –Conceito • É um método planejado, realizado com público que possui interesses e objetivos comuns e que pretende solucionar seus problemas através da troca de idéias e conhecimentos. – Objetivos • Introduzir ou melhorar técnicas e práticas • Transmitir informações a um grande número de pessoas • Planejar o trabalho • Proporcionar troca de conhecimento e experiência. • Promover a organização comunitária. • Motivar o público a ser trabalhado.
  • 20.
    Métodos grupais • Reunião –Tipos de reunião • Reuniões técnicas -> informação técnica teórica; • Reuniões práticas -> desenvolver habilidade; • Reuniões de dinamização -> motivação; discutir realidade. – Planejamento • Define público, objetivo, assunto, tipo de reunião, programa, data, local e horário da reunião. Deve considerar: – Facilidade de acesso ao local; horários acessíveis; facilidade de uso de audiovisuais; espaço físico (mesas, cadeiras, etc); adequação do assunto à época; materiais didáticos necessários.
  • 21.
    Métodos grupais • Reunião –Organização • Elaborar e distribuir convites aos participantes; • Elaborar o material didático a ser utilizado; • Tomar as providências necessárias ao local da reunião; • Verificar os auxílios visuais que serão utilizados. – Realização • Chegar antes da hora marcada; tomar providências finais; • Iniciar na hora prevista; explicar objetivo da reunião; colocar os produtores à vontade; apresentar as pessoas estranhas. • Explanação; discussão com troca de idéias; conclusão. – Depois – acompanhamento.
  • 22.
    Métodos grupais • Reunião– fases – Antes • Definir objetivos; verificar local; programa preliminar; método; data; distribuir funções; convidar participantes; materiais; etc. – Durante • Explanação -> informar sobre o problema; exemplos; lembrar objetivos; apresentar o assunto. • Discussão com troca de idéias -> diálogo com o público • Reflexão discussão análise -> apresentar informações sobre • Reflexão discussão síntese -> preparar decisão, propor soluções, sintetizar soluções. • Conclusões -> definir prioridades, prazos, responsabilidades, meios e prever controle da execução. – Depois • Analisar conclusões; cobrar execução; verificar andamento; prever novas reuniões
  • 23.
    Métodos grupais • Reuniãotécnica – Objetiva transmitir conhecimentos e motivar mudanças de hábitos e atitudes. É desenvolvida pelo técnico com auxílio de recursos audiovisuais. Pode-se utilizar: palestra, conferência, painel, forum ou outro método semelhante. • Reunião de dinamização – Objetiva estimular a criatividade de um grupo de pessoas, para a identificação de problemas e necessidades, buscando soluções e a tomada de decisões para ação. Inclui, necessariamente, troca de informações e debates. Aplicam-se a trabalhos de ação comunitária, cooperativismo, adm. Rural... • Reunião prática – Objetiva transmitir conhecimentos e desenvolvimento de habilidade, procurando que os beneficiários aprendam a fazer fazendo.
  • 24.
    Reunião prática – Planode demonstração • Seleção do público • Escolha do assunto e demonstrador • Época e local • Materiais e equipamentos • Roteiro da demonstração • Materiais informativos • Tempo de duração • Operações anteriores • Realização - cuidados pg.33 • Repetição • Avaliação • Vantagens
  • 27.
    Métodos grupais • Conferência –Conceito • É um método planejado, formal, com periodicidade prevista, em que uma única sessão, um conferencista apresenta um tema específico a um público homogêneo e com interesses comuns. – Uso do método • É usado para apresentar informações de maneira formal, e explorar facetas limitadas de um problema. – Participantes • São os conferencistas, coordenador, secretário e assistência.
  • 28.
    Métodos grupais • Convençãoou encontro – Conceito • É um método em que um grupo de pessoas se reúne para discutir problemas de interesses comuns, utilizando combinações de outros métodos, como preleções, forum e painel durante um ou mais dias. – Uso do método • É utilizado para explorar um problema, decidir sobre uma linha de ação ou tentar soluções para um problema. – Participantes • São os oradores, coordenador, comitê de planejamento, dirigente de discussão e assistência.
  • 29.
    Métodos grupais • Curso –Conceito • É um método planejado, que emprega um conjunto de atividades técnicas e práticas, com programação específica, objetivando capacitar um grupo de pessoas com interesses comuns. • Sua realização envolve técnicas de trabalho em grupo, recursos audio visuais, excursões programadas, demonstrações e desenvolvimento de habilidades pelos treinandos. • Ao realizar-se um curso, devemos obedecer uma linha de ação, que podemos identificar pela fórmula P.O.C.C.C. (Planejamento; Organização; Coordenação; Comando e Contole).
  • 30.
    Métodos grupais • Curso –Planejamento • É a fase de preparação do curso. Nesta fase, analisamos os aspectos de viabilidade de execução do treinamento. • Identificação do público: – O grupo de produtores selecionados, na medida do possível deverá apresentar características homogêneas. O número de participantes deve ser estabelecido em função do número de instrutores e da disponibilidade de materiais para demonstrações. Recomenda-se que o número de treinandos por instrutor seja em torno de 10. • Definição de objetivos: – A boa definição dos objetivos permitirá ao técnico determinar o conteúdo a ser ministrado no curso, a sua duração e a escolha dos instrutores. Dependem do público.
  • 31.
    Métodos grupais • Curso –Planejamento • Recursos: – O técnico deverá verifica que recursos precisará e como deverá obtê-los. – Recursos financeiros; – Materiais didáticos; – Equipamentos; – Alimentação; – Local.
  • 32.
    Métodos grupais • Curso –Organização • Esta fase envolve: – Convite aos participantes; – Convite aos instrutores; – Recepção, instalação e assessoria aos participantes; – Recepção e apresentação dos instrutores; – Comando • Nesta fase o técnico local procura harmonizar todas as atividades e serviços que serão necessários durante os cursos – Coordenação. • Ações desenvolvidas durante a realização do curso.
  • 33.
    Métodos grupais • Curso –Controle • A fase de controle ocorre durante o curso e após a sua realização. Do controle fazem parte os relatórios, as listas de frequência e o controle de refeições. Também nesta fase devemos verificar o cumprimento da programação e avaliar os instrutores. • Duração do curso; • Local; • Avaliação dos instrutores; • Avaliação do curso; – Vantagens; (pg. 44) – Limitações
  • 34.
    Métodos grupais • Diade campo ou dia especial – Conceito • É um método planejado que visa mostrar uma série de atividades em uma mesma propriedade. – Objetivos • Despertar o interesse e a adoção mais rápida da tecnologia que está sendo apresentada; • Oferecer informações sobre a aplicação de resultados de práticas agrícolas nas condições locais; • Possibilitar comparações entre diversas alternativas viáveis para as condições locais; • Estimular atitudes favoráveis para os técnicos e fortalecer a relação entre os agricultores e extensionistas; • Conhecer as opiniões do público sobre as atividades que se mostram.
  • 35.
    Métodos grupais • Diade campo ou dia especial – Realizado normalmente em: • Propriedade de colaboradores; • Unidades demonstrativas; • Demonstrações de Resultados; • Estações experimentais.Neste caso objetiva: – Criar confiança na instituição e nos pesquisadores; – Despertar desejos para melhorar os trabalhos agrícolas; – Mostrar o trabalho executado e as funções a que a instituição se propõe.
  • 36.
    Métodos grupais • Diade campo ou dia especial – Planejamento - considerar • a) Finalidade e resultados desejados; • b) Comissão organizadora; • c) Número de participantes; • d). Programação; • e) Seleção do local; • f). Data de realização; • g) Instituições colaboradoras; • h) Divulgação; • i) Seleção de instrutores; • j) Definição do conteúdo; infra-estrutura e custos.
  • 37.
    Métodos grupais • Diade campo ou dia especial – Coordenação – considerar durante a realização • a) Finalidade e resultados desejados; • b) Atuação dos componentes da comissão organizadora; • c) Estimar o número de participantes; • d) Verificar se a programação esta sendo seguida; • e) Adequação do local ao assunto desenvolvido; • f) Facilitar o envolvimento e ação de institui. colaboradoras.
  • 38.
    Métodos grupais • Diade campo ou dia especial – Organização – providências • 1. Divisão da área em estações por tópicos do assunto • 2. Preparo de materiais: – a) Fichas de inscrição e crachas; – b) Cartazes e letreiros; – c) Materiais técnicos; – d) Barracas; – e) Bandeiras e faixas; – f) Diversos (som, projetores, mesas, cadeiras, etc); • 3. Recursos humanos (um instrutor em cada estação); • Realização; • Avaliação e Recomendações.
  • 39.
    Métodos grupais • Excursão –Conceito • É um método planejado em que o extensionista reúne um grupo de pessoas com interesses comuns, com o objetivo de observar e explicar a aplicação de diversas técnicas e práticas existentes, em um ou mais locais, para que elas venham a ser adotadas. É realizada com um grupo de pessoas interessadas e trabalhada pelo técnico, que se deslocam a determinado lugar onde existam experiências passíveis de serem adotadas.
  • 40.
    Métodos grupais • Excursão –Uso do método • Permite ver novidades e possibilita maior aproveitamento dos exemplos existentes. • Amplia os horizontes dos excursionistas. • Permite aos excursionistas verem as soluções para os seus problemas em condições semelhantes às suas. • Mostram vários aspectos diferentes de uma só vez, ou apenas um único aspecto ao grupo. Exemplos: observar o resultado de uma prática nova ou de uma prática melhorada. • Ao ver a produção satisfatória em cultura tecnicamente conduzida, em condições semelhantes às suas, contrastando com as produções que vem alcançando, o produtor tem seu interesse despertado para os fatos que consagram a demonstração.
  • 41.
    Métodos grupais • Excursão –Tipos/classificação - Quanto • Ao público – homens, mulheres, jovens, mistas; • Ao local – na região; fora da região; – Fora da área apresenta o inconveniente de surgirem controvérsias sobre a aplicabilidade nas condições da região. – O agricultor, muitas vezes possui senso crítico para raciocinar que a região visitada possui fertilidade, clima e condições de mercado diferentes de sua região. Todavia, não podem ser levadas ao extremo estas condições. As excursões a órgãos governamentais normalmente servem menos aos fins de uma excursão para produtores, tendo em vista que os objetivos de uma estação experimental são diferentes dos de uma propriedade de um produtor.
  • 42.
    Métodos grupais • Excursão –Finalidade/objetivos • Ajudar as pessoas a reconhecerem problemas não sentidos; • Estimular a discussão de problemas comuns; • Estimular o desejo de melhorar (visão nova); • Resumindo, a excursão serve para motivar, persuadir e provocar a adoção de técnicas pelos visitantes. – Planejamento • Participam o extensionista, o proprietário e os visitantes: – Época mais adequada; – Práticas ou técnicas, conforme objetivos pedagógicos; – Meios para atingir os objetivos. – Realização e avaliação.
  • 43.
    Métodos grupais • Excursão –Realização • Programa executar o programado, mas com flexibilidade; • Cumprir os horários previstos; • Apresentar o proprietário aos visitantes, e vice-versa; • Apresentar os resultados alcançados, o produtor preferenci; • Todos devem ver e ouvir o que for mostrado e falado; • Resumo dos assuntos tratados (técnico) entregue ao público; • Agradecimento feito por um dos visitantes; – Avaliação • Antes -> esse é o melhor método para atingir os objetivos • Depois -> tempo, local, desempenho, objetivos atingidos...
  • 44.
    Métodos grupais • Outrosmétodos importantes – Painel; • De interrogação; • De oposição ou debate; • Integrado. – Palestra ou preleção; – Seminário; – Simpósio. • Técnicas de dinamização – Dramatização; – Grupo de cochichos; – Mesa redonda ou grupo de trabalho; – Fracionamento ou Philips 66; tempestade de idéias.