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Memória
CONCEITO:
Segundo Dalgalarrondo (2008), a memória é a
capacidade de evocar, registrar e manter as
experiências e os fatos já ocorridos. A capacidade de
memorizar relaciona-se com o nível de consciência,
com a atenção e com o interesse afetivo. Tudo o que
uma pessoa aprende ao longo da sua vida depende
intimamente da capacidade de memorização.
TIPOS DE MEMÓRIA:
• Memória Imediata ou de Curtíssimo Prazo (de
poucos segundos até 1 a 3 minutos): capacidade
de reter o material imediatamente ao ser
percebido.
• Memória Recente ou de Curto Prazo (de poucos
minutos até 3 a 6 horas): operacional, serve para
gerenciar a realidade; a capacidade de reter
informações por curto período é limitada.
• Memória remota ou de longo prazo
(de meses até muitos anos):
capacidade de evocar informações e
acontecimentos do passado, pode
ser declarativa: episódica (eventos)
ou semântica (fatos). Também pode
ser não declarativa: de
procedimentos (habilidades).
TIPOS ESPECÍFICOS DE MEMÓRIAS
• Memória de Trabalho: vasto conjunto
de habilidades cognitivas que
permitem que informações novas e
antigas sejam mantidas ativas, com o
objetivo de realizar determinada
tarefa.
• Memória Explícita e Declarativa:
processo de registrar e evocar de
forma consciente e voluntária
informações referentes a pessoas e
eventos autobiográficos, assim como
conhecimentos fatuais.
• Memória Implícita:
responsável pelo
estabelecimento de
aptidões e hábitos que, uma
vez aprendidos, não exige
que pense conscientemente
neles, tais como: comer,
falar, caminhar, andar de
bicicleta.
• Memória Episódica: é a memória para
eventos específicos da experiência pessoal
do indivíduo. Refere-se à recordação
consciente de fatos reais previamente
ocorridos.
• Memória Semântica : relacionada a capacidade
de nomear e evocar associativamente o nome. É
o tipo de memória que se refere à aprendizagem
de palavras e ao seu significado.
• Memória de Procedimentos : automática –
inconsciente – implícita –não-declarativa –
adquirida por repetições. É um tipo de memória
automática ou reflexa, cujo processamento não
depende de fatores conscientes e voluntários.
Manifesta-se por ações motoras.
LOCALIZAÇÃO DA MEMÓRIA
Córtex posterior (Informação é percebida)  Córtex Pré-
frontal (capta e armazena)  Lobo frontal (retém informação
por um tempo)  Hipocampo  Lobo Frontal (depois de
alguns anos pode ter acesso sem ajuda do hipocampo).
ALTERAÇÕES DA MEMÓRIA
A - ALTERAÇÕES QUANTITATIVAS
1. Hipermnésias: As representações (elementos mnémicos)
afluem rapidamente, em tropel, ganhando em número,
perdendo, porém, em clareza e precisão. A hipermnésia traduz
mais a aceleração geral do ritmo psíquico que uma alteração
propriamente da memória.
2. Amnésias (ou Hipomnésias): Perda da memória, seja a da
capacidade de fixar ou a da capacidade de manter e evocar
conteúdos mnémicos. Diferenciam-se os seguintes TIPOS de
amnésias:
2.1. Amnésia psicogénica: associada à perda de
elementos mnémicos focais. Por exemplo,
esquece um evento de sua vida, mas consegue
lembrar-se de tudo o que ocorreu ao seu
“redor”.
2.2. Amnésica orgânica: ligada à perde da
capacidade de fixação. Em estados avançados da
doença, o indivíduo começa a perder conteúdos
antigos.
2.3. Amnésia retroanterógrada: déficits de fixação
para os fatos que ocorreram dias, semanas ou
meses antes e depois do evento patógeno.
2.4. Amnésia Retrógrada: Não fixa elementos a
partir do trauma.
2.5. Amnésia anterógrada: O indivíduo perde a
memória para fatos ocorridos antes do início da
doença (ou trauma).
B - ALTERAÇÕES QUALITATIVAS (PARAMNÉSIAS)
 ILUSÕES MNÉMICAS: Há o acréscimo de
elementos falsos a um núcleo verdadeiro
da memória. Ocorre na esquizofrenia, na
paranóia, na histeria grave, nos
transtornos de personalidade
(borderline).
 Alucinações: São criações
imaginativas com a
aparência de lembranças ou
de reminiscências e não
correspondem a nenhuma
lembrança verdadeira.
Constituem o material básico
para a formação de delírio.
 Delírios: São pensamentos
que não tem base na
realidade.
 Criptomnésias: É um falseamento da memória na
qual, lembranças aparecem como fatos novos ao
paciente que não as reconhece, vivendo como uma
descoberta nova.
 Paramnésias: Distorções ou desvios da memória que
se referem ao conteúdo ou à vivência temporal do
mesmo.
 Dismnésias: Falseamentos da memória.
 Confabulação: Produções imaginárias mais ou menos
ricas que são tomadas como recordações.
C - DISTÚRBIOS DA TEMPORALIDADE DA RECORDAÇÃO
- Reminiscências: São recordações antigas que se revivem
num presente como se tivessem acabado de acontecer.
- Ecmnésia: Erro mnésico de identificação num grau
extremo em que o passado é tomado pelo presente. Ex.
“dejà vu” – vivência de um acontecimento novo julgando já ter
sido experimentado anteriormente.
 “Jamais vu” (Ausência de Reconhecimento):
Sensação de que uma experiência, vivida
repetidamente acontece pela primeira vez. Pode
também acontecer que sejam reconhecidas
situações jamais experimentadas.
FABULAÇÕES
São elementos da imaginação ou lembranças isoladas
que completam artificialmente as lacunas de
memória, produzidas, em geral, por déficit da
memória de fixação. Assim, a pessoa não é capaz de
reconhecer como falsas as imagens produzidas pela
fantasia.
 Alterações do reconhecimento: Diferentes
formas de agnosias, de origem essencialmente
cerebral.
 Agnosias: São definidas como déficits do
reconhecimento de estímulos sensoriais, objetos
e fenómenos. As principais agnosias são as
táteis, visuais e auditivas.
O ESQUECIMENTO
 Normal (Fisiológico): Por desinteresse do próprio individuo ou por
desuso da informação retida.
 Por Depressão: Quando se trata de um material desagradável ou
pouco importante para o individuo, podendo, no entanto, o sujeito
por esforço próprio, voltar a recordar certos conteúdos reprimidos
(que ficam estocados no pré-consciente).
 Esquecimento por Recalque: É um tipo de esquecimento onde
certos conteúdos mnémicos, devido ao fato de serem
emocionalmente insuportáveis, são banidos da consciência,
podendo ser recuperados apenas em circunstancias especiais.
AVALIAÇÃO DA MEMÓRIA
O exame da memória deve avaliar diversos itens, já que
existem diferentes manifestações da mesma. Tanto a
memória verbal como a não-verbal devem ser igualmente
avaliadas, e devem ser usadas técnicas para lembrança e
para reconhecimento.
O WAIS - (Wechsler, 1987) é um bom começo para a
testagem das funções da memória (Lezak, 1995).
Em caso da presença de déficits acentuados de
memória, todas as funções cognitivas devem ser
avaliadas, e deve ser investigada a presença de
quadro depressivo.
Preocupações exageradas e pensamentos obsessivos,
muitas vezes associados à depressão, também
prejudicam a performance noutras tarefas que
requeiram atenção e concentração.
BATERIAS FORMAIS PARA MEMÓRIA
A vantagem de algumas baterias é
que elas revisam um grande número
de diferentes componentes da
memória e, ao mesmo tempo,
permitem a comparação entre os
subtestes.
Em contrapartida, essas baterias
podem consumir um tempo muito
longo, e todos os subtestes podem
não ser relevantes para a avaliação
dos problemas de determinado
paciente.
A disponibilidade de novos e sofisticados testes individuais
permite a compreensão do examinador e a flexibilidade
para esculpir o exame de forma eficiente, avaliando
domínios particulares e selecionando aquelas tarefas mais
apropriadas para um paciente específico (Spreen e Strauss,
1998).
De todos os testes formais para avaliação da memória, sem
dúvida, a bateria mais completa e que envolve o uso de
instrumentos mais variados é a escala Wechsler de memória
(WMS).
Figuras Complexas de Rey é um teste destinado a avaliar a perceção
visual e a elaboração dessa perceção, o planeamento e
desenvolvimento de estratégias assim como a atividade de
memorização visual.
A aplicação do teste é simples e consiste em três fases.
 A primeira fase é apresentar a figura, pedir que o indivíduo copie,
informando-o que não é necessária uma cópia exata, mas sim
prestar atenção as proporções e, acima de tudo, não ter pressa.
 A segunda fase é a da memória imediata, na qual o examinado
deve reproduzir de memória a figura copiada. O tempo de
reprodução é livre, sendo indicado pelo indivíduo o término da
figura.
 Após um intervalo de trinta minutos inicia-se a terceira fase,
pedindo-se ao indivíduo que reproduza mais uma vez a figura.
.
Figuras Complexas de Rey
OS TESTES MAIS CONHECIDOS E
DE MELHOR REPUTAÇÃO PODEM
SER VISTOS NOS QUADROS
ABAIXO
REABILITAÇÃO DA MEMÓRIA
 Antes de iniciar qualquer programa de reabilitação, torna-se
necessário definir o perfil cognitivo de cada paciente, delineando os
aspectos da cognição que estão preservados e os possíveis déficits
existentes. Além disso, é muito importante adequar o tratamento
proposto ao nível intelectual e cultural do paciente.
 Um dos principais métodos de reabilitação da memória
fundamenta-se em trabalhar com a modalidade específica da
memória que se encontra intacta, para esta compensar a modalidade
que está deficitária (Goldstein e Beers, 1998).
A reabilitação de memória objetiva melhorar a
performance do paciente por meio de técnicas
específicas ou estratégias, e não modifica a habilidade
que o paciente possui de memorização. “A estratégia
de memória é um procedimento particular que cada
indivíduo pode usar para memorizar um material
determinado, em condições específicas” (Verhaeghen,
2000).
Técnicas mais utilizadas na reabilitação da memória
1) estratégias internas - prática de repetição, associação e
técnicas de estimulação;
2) técnicas de compensação - gravador, agenda, check-
lists, entre outros que funcionam como memória externa.
3) terapia cognitiva – comportamental.
4) terapia da reminiscência - visa trabalhar a memoria
remota (lembranças do passado).
Técnicas mais utilizadas na
reabilitação da memória é
as de compensação:
- gravador
- agenda
- check-lists
BIBLIOGRAFIA
DALGALARRONDO, Paulo – Psicopatologia e
semiologia dos transtornos mentais / Paulo
Dalgalarrondo. -2 ed.- Porto Alegre: Artmed, 2008.

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Memória 2014

  • 2. CONCEITO: Segundo Dalgalarrondo (2008), a memória é a capacidade de evocar, registrar e manter as experiências e os fatos já ocorridos. A capacidade de memorizar relaciona-se com o nível de consciência, com a atenção e com o interesse afetivo. Tudo o que uma pessoa aprende ao longo da sua vida depende intimamente da capacidade de memorização.
  • 3. TIPOS DE MEMÓRIA: • Memória Imediata ou de Curtíssimo Prazo (de poucos segundos até 1 a 3 minutos): capacidade de reter o material imediatamente ao ser percebido. • Memória Recente ou de Curto Prazo (de poucos minutos até 3 a 6 horas): operacional, serve para gerenciar a realidade; a capacidade de reter informações por curto período é limitada.
  • 4. • Memória remota ou de longo prazo (de meses até muitos anos): capacidade de evocar informações e acontecimentos do passado, pode ser declarativa: episódica (eventos) ou semântica (fatos). Também pode ser não declarativa: de procedimentos (habilidades).
  • 5. TIPOS ESPECÍFICOS DE MEMÓRIAS • Memória de Trabalho: vasto conjunto de habilidades cognitivas que permitem que informações novas e antigas sejam mantidas ativas, com o objetivo de realizar determinada tarefa.
  • 6. • Memória Explícita e Declarativa: processo de registrar e evocar de forma consciente e voluntária informações referentes a pessoas e eventos autobiográficos, assim como conhecimentos fatuais.
  • 7. • Memória Implícita: responsável pelo estabelecimento de aptidões e hábitos que, uma vez aprendidos, não exige que pense conscientemente neles, tais como: comer, falar, caminhar, andar de bicicleta.
  • 8. • Memória Episódica: é a memória para eventos específicos da experiência pessoal do indivíduo. Refere-se à recordação consciente de fatos reais previamente ocorridos.
  • 9. • Memória Semântica : relacionada a capacidade de nomear e evocar associativamente o nome. É o tipo de memória que se refere à aprendizagem de palavras e ao seu significado. • Memória de Procedimentos : automática – inconsciente – implícita –não-declarativa – adquirida por repetições. É um tipo de memória automática ou reflexa, cujo processamento não depende de fatores conscientes e voluntários. Manifesta-se por ações motoras.
  • 10. LOCALIZAÇÃO DA MEMÓRIA Córtex posterior (Informação é percebida)  Córtex Pré- frontal (capta e armazena)  Lobo frontal (retém informação por um tempo)  Hipocampo  Lobo Frontal (depois de alguns anos pode ter acesso sem ajuda do hipocampo).
  • 11. ALTERAÇÕES DA MEMÓRIA A - ALTERAÇÕES QUANTITATIVAS 1. Hipermnésias: As representações (elementos mnémicos) afluem rapidamente, em tropel, ganhando em número, perdendo, porém, em clareza e precisão. A hipermnésia traduz mais a aceleração geral do ritmo psíquico que uma alteração propriamente da memória. 2. Amnésias (ou Hipomnésias): Perda da memória, seja a da capacidade de fixar ou a da capacidade de manter e evocar conteúdos mnémicos. Diferenciam-se os seguintes TIPOS de amnésias:
  • 12. 2.1. Amnésia psicogénica: associada à perda de elementos mnémicos focais. Por exemplo, esquece um evento de sua vida, mas consegue lembrar-se de tudo o que ocorreu ao seu “redor”. 2.2. Amnésica orgânica: ligada à perde da capacidade de fixação. Em estados avançados da doença, o indivíduo começa a perder conteúdos antigos.
  • 13. 2.3. Amnésia retroanterógrada: déficits de fixação para os fatos que ocorreram dias, semanas ou meses antes e depois do evento patógeno. 2.4. Amnésia Retrógrada: Não fixa elementos a partir do trauma. 2.5. Amnésia anterógrada: O indivíduo perde a memória para fatos ocorridos antes do início da doença (ou trauma).
  • 14. B - ALTERAÇÕES QUALITATIVAS (PARAMNÉSIAS)  ILUSÕES MNÉMICAS: Há o acréscimo de elementos falsos a um núcleo verdadeiro da memória. Ocorre na esquizofrenia, na paranóia, na histeria grave, nos transtornos de personalidade (borderline).
  • 15.  Alucinações: São criações imaginativas com a aparência de lembranças ou de reminiscências e não correspondem a nenhuma lembrança verdadeira. Constituem o material básico para a formação de delírio.  Delírios: São pensamentos que não tem base na realidade.
  • 16.  Criptomnésias: É um falseamento da memória na qual, lembranças aparecem como fatos novos ao paciente que não as reconhece, vivendo como uma descoberta nova.  Paramnésias: Distorções ou desvios da memória que se referem ao conteúdo ou à vivência temporal do mesmo.  Dismnésias: Falseamentos da memória.  Confabulação: Produções imaginárias mais ou menos ricas que são tomadas como recordações.
  • 17. C - DISTÚRBIOS DA TEMPORALIDADE DA RECORDAÇÃO - Reminiscências: São recordações antigas que se revivem num presente como se tivessem acabado de acontecer. - Ecmnésia: Erro mnésico de identificação num grau extremo em que o passado é tomado pelo presente. Ex. “dejà vu” – vivência de um acontecimento novo julgando já ter sido experimentado anteriormente.
  • 18.  “Jamais vu” (Ausência de Reconhecimento): Sensação de que uma experiência, vivida repetidamente acontece pela primeira vez. Pode também acontecer que sejam reconhecidas situações jamais experimentadas.
  • 19. FABULAÇÕES São elementos da imaginação ou lembranças isoladas que completam artificialmente as lacunas de memória, produzidas, em geral, por déficit da memória de fixação. Assim, a pessoa não é capaz de reconhecer como falsas as imagens produzidas pela fantasia.
  • 20.  Alterações do reconhecimento: Diferentes formas de agnosias, de origem essencialmente cerebral.  Agnosias: São definidas como déficits do reconhecimento de estímulos sensoriais, objetos e fenómenos. As principais agnosias são as táteis, visuais e auditivas.
  • 21. O ESQUECIMENTO  Normal (Fisiológico): Por desinteresse do próprio individuo ou por desuso da informação retida.  Por Depressão: Quando se trata de um material desagradável ou pouco importante para o individuo, podendo, no entanto, o sujeito por esforço próprio, voltar a recordar certos conteúdos reprimidos (que ficam estocados no pré-consciente).  Esquecimento por Recalque: É um tipo de esquecimento onde certos conteúdos mnémicos, devido ao fato de serem emocionalmente insuportáveis, são banidos da consciência, podendo ser recuperados apenas em circunstancias especiais.
  • 22. AVALIAÇÃO DA MEMÓRIA O exame da memória deve avaliar diversos itens, já que existem diferentes manifestações da mesma. Tanto a memória verbal como a não-verbal devem ser igualmente avaliadas, e devem ser usadas técnicas para lembrança e para reconhecimento. O WAIS - (Wechsler, 1987) é um bom começo para a testagem das funções da memória (Lezak, 1995).
  • 23. Em caso da presença de déficits acentuados de memória, todas as funções cognitivas devem ser avaliadas, e deve ser investigada a presença de quadro depressivo. Preocupações exageradas e pensamentos obsessivos, muitas vezes associados à depressão, também prejudicam a performance noutras tarefas que requeiram atenção e concentração.
  • 24. BATERIAS FORMAIS PARA MEMÓRIA A vantagem de algumas baterias é que elas revisam um grande número de diferentes componentes da memória e, ao mesmo tempo, permitem a comparação entre os subtestes. Em contrapartida, essas baterias podem consumir um tempo muito longo, e todos os subtestes podem não ser relevantes para a avaliação dos problemas de determinado paciente.
  • 25. A disponibilidade de novos e sofisticados testes individuais permite a compreensão do examinador e a flexibilidade para esculpir o exame de forma eficiente, avaliando domínios particulares e selecionando aquelas tarefas mais apropriadas para um paciente específico (Spreen e Strauss, 1998). De todos os testes formais para avaliação da memória, sem dúvida, a bateria mais completa e que envolve o uso de instrumentos mais variados é a escala Wechsler de memória (WMS).
  • 26.
  • 27. Figuras Complexas de Rey é um teste destinado a avaliar a perceção visual e a elaboração dessa perceção, o planeamento e desenvolvimento de estratégias assim como a atividade de memorização visual. A aplicação do teste é simples e consiste em três fases.  A primeira fase é apresentar a figura, pedir que o indivíduo copie, informando-o que não é necessária uma cópia exata, mas sim prestar atenção as proporções e, acima de tudo, não ter pressa.  A segunda fase é a da memória imediata, na qual o examinado deve reproduzir de memória a figura copiada. O tempo de reprodução é livre, sendo indicado pelo indivíduo o término da figura.  Após um intervalo de trinta minutos inicia-se a terceira fase, pedindo-se ao indivíduo que reproduza mais uma vez a figura. . Figuras Complexas de Rey
  • 28. OS TESTES MAIS CONHECIDOS E DE MELHOR REPUTAÇÃO PODEM SER VISTOS NOS QUADROS ABAIXO
  • 29.
  • 30.
  • 31. REABILITAÇÃO DA MEMÓRIA  Antes de iniciar qualquer programa de reabilitação, torna-se necessário definir o perfil cognitivo de cada paciente, delineando os aspectos da cognição que estão preservados e os possíveis déficits existentes. Além disso, é muito importante adequar o tratamento proposto ao nível intelectual e cultural do paciente.  Um dos principais métodos de reabilitação da memória fundamenta-se em trabalhar com a modalidade específica da memória que se encontra intacta, para esta compensar a modalidade que está deficitária (Goldstein e Beers, 1998).
  • 32. A reabilitação de memória objetiva melhorar a performance do paciente por meio de técnicas específicas ou estratégias, e não modifica a habilidade que o paciente possui de memorização. “A estratégia de memória é um procedimento particular que cada indivíduo pode usar para memorizar um material determinado, em condições específicas” (Verhaeghen, 2000).
  • 33. Técnicas mais utilizadas na reabilitação da memória 1) estratégias internas - prática de repetição, associação e técnicas de estimulação; 2) técnicas de compensação - gravador, agenda, check- lists, entre outros que funcionam como memória externa. 3) terapia cognitiva – comportamental. 4) terapia da reminiscência - visa trabalhar a memoria remota (lembranças do passado).
  • 34. Técnicas mais utilizadas na reabilitação da memória é as de compensação: - gravador - agenda - check-lists
  • 35. BIBLIOGRAFIA DALGALARRONDO, Paulo – Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais / Paulo Dalgalarrondo. -2 ed.- Porto Alegre: Artmed, 2008.