O documento discute a questão da mediunidade nos animais segundo a doutrina espírita. Aponta que animais não possuem mediunidade, mas podem ter percepções extrassensoriais aguçadas que lhes permitem detectar presenças. Explica também que comunicações espíritas requerem médiuns humanos, pois só existe semelhança entre fluidos espirituais e humanos, não animais.