Luder Consulting, Lda.
Apresentação Institucional
Maio de 2018
QUEM É A LUDER
CONSULTING LDA?
UMA EMPRESA
GLOBAL E
COMPETITIVA AO
SERVIÇO DOS
SEUS CLIENTES
A Sociedade
A OPERAR DESDE 2014, A LUDER
CONSULTING LDA. É UMA CONSULTORA DE
GESTÃO E POLITICAS PÚBLICAS, FOCADA
NA ESTRATÉGIA
•  ACONSELHAMENTO DE GESTÃO DE EMPRESAS,
BANCOS E GRUPOS EMPRESARIAIS
•  DEFINIÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E PLATAFORMAS
DE INFRA-ESTRUTURAS
•  ESTRATEGIA OPERAÇIONAL DE ORGANIZAÇÕES DO
TERCEIRO E QUARTO SECTORES
2015 2016 2017 2018
A colaboração
Colaboramos com os nossos clientes nas
questões críticas de definição, implementação e
fiscalização no desempenho da
1.  Visão estratégica
2.  Eficiência operativa
3.  Liderança e mudança
Criando vantagens competitivas, sustentáveis e
com futuro.
Porquê a Luder Consulting Lda?
Porque temos uma vasta experiência em
projetos de reestruturação empresarial,
estratégia bancária, de definição de políticas
públicas, de formação profissional de quadros
privados e públicos e de gestão a nível
internacional de projetos de Social Impact.
Porque somos uma marca global, estamos ao
serviço das empresas mais dinâmicas e
acrescentamos valor para os nossos clientes
Problemas que conhecemos:
Segurança Interna e Paz
Problemas:
1. Terrorismo e operação em cenários de
guerra
2. Ameaças de grupos ou milicias não
integrados nos processo de paz
3. Falta de cultura da paz e de segurança das
populções
4. Conquista de confiança e do convivio
nacional e reintegração das comunidades
Desafios:
1.  Criação de redes de segurança pública
2.  Criação de um exército para a segurança
externa, identidade nacional e emprego
3.  Controlo dos abastecimentos de armas
4.  Desarmamento da população
5.  Desminagem e remoções
Problemas que conhecemos:
Democracia e Sistema Político e Justiça
Problemas:
1.  Falta de consições para o exercício
democrático
2.  Controlo eleitoral e de pluralidade nas
campanhas eleitorais
3.  Garantia de pluralidade dos meios de
comunicação social
4.  Apoio aos partidos políticos e à formação
de quadros políticos
5.  Patrocinio judiciário universal e gratuito
Desafios:
1.  Criação de um sistema político democrático
2.  Criação de partidos políticos independentes
do poder económico
3.  Controlo do escrutínio democrático da
decisão popular
4.  Escola de formação em cada partido político
e financiamento partidário controlado
5.  Sistema judiciário indepedente e acessivel
6.  Criação de uma sociedade mais justa e
inclusiva com respeito pelas minorias e
autonomia das regiões (municipalização).
Problemas que conhecemos:
Direitos Económicos, Sociais, Cuturais e Desportivos
A importância das organizações económicas e sociais e da
sociedade civil em geral foi já salientada na Declaração de
Barcelona de 1995 enquanto fator necessário para promover
a construção gradual, de ESTADOS FALHADOS, de um
espaço de paz e estabilidade, de prosperidade partilhada e
de diálogo entre as culturas e civilizações dos diferentes
países, sociedades e culturas mediterrâneas. A criação de
organizações da sociedade civil como espaços de inclusão,
participação e diálogo com os poderes públicos, incluindo a
nível local, destinados a promover os direitos económicos,
sociais e culturais é critica nos Estados transicionais.
O Desporto pode ter um papel agregador crítico, como
demontrou Nelson Mandela, na criação de uma identidade
nacional e de uma cultura de paz e inclusão racial.
Consideramos necessário reforçar o papel dos
comités económicos e sociais (CES), quando
existem, e promover a sua criação nos países
em que tenham desaparecido ou não tenham
sido instituídos, reforçando as sinergias entre os
diversos intervenientes. Considerando a
experiencia da UE na Tunísia, sabemos hoje
que os CES e as organizações económicas e
sociais devem, aquando da promoção destes
direitos, estabelecer parcerias que contribuam
para que estes se tornem mais viáveis e
efetivos.
Problemas que conhecemos:
Direitos Económicos, Sociais, Cuturais
e Desportivos – Igualdade de Género e Património
As mulheres são vítimas de estereótipos de género que se
traduzem em barreiras políticas, económicas e educativas
com graves consequências para o desenvolvimento da
sociedade. Nos estados transicionais é crítica a redução das
enormes disparidades existentes entre as disposições
legislativas e a realidade. Para tal, a nova organização deve
disponibilizar recursos que permitam formar e sensibilizar as
entidades responsáveis por garantir a aplicação efetiva desta
legislação. A fim de reforçar os direitos, é necessário que as
administrações locais sejam associadas às organizações,
aos agentes económicos e sociais, à sociedade civil e às
respetivas redes para a igualdade de género ativas nas
respetivas sociedades. Este trabalho deve, ainda, ser
apoiado por contributos provenientes de universidades e
centros de estudos especializados.
A ameaça do extremismo violento deve ser
combatida abordando as suas múltiplas causas
e não apenas a dimensão da segurança. As
organizações económicas e sociais têm um
papel fundamental a desempenhar neste
âmbito, em colaboração com as instituições e
redes dedicadas ao diálogo intercultural e inter-
religioso, a fim de alcançar um maior impacto e
incluir o património cultural, as expressões
artísticas e as indústrias criativas nas suas
atividades, reconstruindo os sites patrimoniais e
protegendo a memória coletiva e a história.
Problemas que conhecemos:
Direitos Económicos, Sociais, Cuturais
e Desportivos – Sindicatos e Comunicação Social
Os direitos económicos, laborais e sociais são essenciais
para o desenvolvimento económico e para uma sociedade
democrática. Neste contexto, a liberdade empresarial, a
liberdade de associação e de ação sindical, a negociação
coletiva, a proteção social em áreas como a saúde, a
educação ou a velhice são elementos centrais. Este aspeto
já foi assinalado pela OIT quando da sua criação e na
Declaração de Filadélfia, tendo-se defendido que era
necessário subordinar a organização económica à justiça
social, que deveria ser o objetivo central de todas as políticas
nacionais e internacionais. A Declaração de Filadélfia
salienta que a economia e as finanças são meios ao serviço
dos homens.
Esta deve ser uma prioridade na recuperação dos estados
transicionais
Os meios de comunicação social desempenham um papel
essencial na configuração de visões e perceções mútuas e
constituem um vetor fundamental para melhorar o diálogo
intercultural e promover o respeito, a tolerância e o
conhecimento mútuo. Por este motivo, é fundamental a
execução de projetos que procuram assegurar o respeito
da diversidade e fomentam uma informação livre de
preconceitos, estereótipos e interpretações distorcidas.
Além disso, é crítico o recurso aos referidos instrumentos
de observação, formação e sensibilização contra o racismo
e a islamofobia nos meios de comunicação social na
maioria dos Estados Transicionais, sendo necessária a
promoção de mecanismos de cooperação e plataformas
conjuntas de desenvolvimento profissional, tanto
deontológicos como de defesa da liberdade de expressão.
Problemas que conhecemos:
Imigração e integração social
segundo critérios de igualdade e justiça
Problemas:
1.  Integração nas comunidades locais
(ameaça à Europa e aos EUA)
2.  Novas guerras comerciais poderão criar
nosvos desafios em africa e no passífico
3.  Direito á criação e inovação, ao trabalho
digno e ao empreendorismo como
oportunidade social e garantia de futuro
4.  Direito à Educação e à mobilidade para fins
académicos
Desafios:
1.  Criação de redes de segurança pública
2.  Criação de um exercito para a segurança
externa, identidade nacional e emprego
3.  Controlo dos abastecimentos de armas
4.  Desarmamento da população e desminagem
do território
5.  Tolerancia e diálogo intercultural e social
6.  A mulher no centro dos direitos económicos,
sociais e culturais
Problemas que conhecemos:
Demografia – impactos e preparar
o crescimento das capitais como a “megacidades”
Problemas:
1.  Aumento da população
2.  Aumento da urbanização
3.  Desertificação do interior
4.  Alimentação e água
5.  Desperdício e resíduos sólidos
6.  Desequilibrio financeiro
Desafios:
1.  Construção sustentável
2.  Ordenamento do território
3.  Energia sustentável descentralizada
4.  Tratamento de águas e de resíduos sólidos
5.  Autonomia alimentar
6.  Tecnologia e Sociedade da Informação
Problemas que conhecemos:
Distribuição alimentar e combate à fome
Problemas:
1.  Falta de rede de distribuição alimentar
2.  Problemas endémicos de produção local
3.  Falta de rede de frio
4.  Autonomia alimentar local
Desafios:
1.  Criação de uma rede de distribuição de
alimentos retalhista (mercearias locais)
2.  Desenvolvimento dos mercados grossistas
3.  Criação de rede de mercados, transportes e
saneamento
4.  Apoio á agricultura de subsistência
Problemas que conhecemos:
Reconstrução de infra-estruturas, politicas
de coesão e território e abastecimento de àgua e energia
Objetivos:
•  Reconstrução da rede viária e ferroviária garantindo
o mercado interno
•  Reconstrução das infra-estruturas portuárias e
aeroportuárias garantindo circulação internacional
de pessoas e mercadorias.
•  Aposta nas energias sustentáveis e renováveis
•  Estratégias de combate ao aquecimento global na
escolha dos modelos de desenvolvimento.
•  Coesão social e económica e descentração do
poder central e dos serviços públicos
•  Desenvolvimento e empresariarização do
sector dos transportes, àgua, energia e da
rede logistica (nomeademente correios e
distribuição de encomendas)
•  Desenvolvimento de empresas tecnológicas
na àrea da energia em alta e baixa
•  Aproveitamento dos recursos hídricos e
combate à desertificação
•  Utilização dos atuais e mais desenvolvidos
processos tecnológicos
Problemas que conhecemos:
Crescimento económico com base em tecnologia
Objetivos:
•  Cidades inteligentes
•  Competitividade industrial com base em baixo custo da
mão de obra e localização
•  Propriedade agrícola rentável
•  Energia sustentável e eficiente
•  Mobilidade elétrica
•  Reutilização de materiais
•  Registo Predial e Comercial digital, eficiente e completo
•  Unidade monetária e coesão económica
•  Abertura ao Turismo e aos negócios associados à
cultura
•  Comércio e comunicações altamente tecnológicos
•  Sistema financeiro moderno
•  Implementação do Microcrédito
•  Definição das novas áreas de negócio por sector
•  Plano industrial e comercial orientado ao Consumo
Interno e às Exportações
•  Definição das parcerias e captação de recursos
externos e investidores internacionais
A fim de promover uma economia inclusiva e competitiva, é necessário apoiar a integração digital e tecnológica dos cidadãos. Para este efeito,
importa promover projetos a nível regional e local que capacitem os cidadãos para a utilização das novas tecnologias, o empreendedorismo e
a digitalização, bem como reforçar as iniciativas de participação dos cidadãos, de promoção da formação digital e de criação de emprego
digno, tais como as iniciativas urbanas de inovação social e digital (Labs).
Problemas que conhecemos:
Inteligência Artificial (IA) e Intervenção e Serviços Públicos
Objetivos:
•  Adotar IA e colocar em operação chatbots que funcionam
como servidores públicos para atender a população. (Os bots
ajudam a responder à maioria das dúvidas mais frequentes,
liberando os funcionários para atender as mais complexas);
•  Adotar politicas de largo prazo de intervenção pública por via
do fomento do desenvovimento Inteligência Artificial através
de parcerias de agentes económicos/governo/universidades,
considerando que a IA será a próxima grande revolução
tecnológica e o alicerce da próxima geração de startups em
indústrias tão distintas quanto saúde, finanças,
construção, transporte, educação, agricultura e
comércio.
•  Evitar fraudes na requisição de benefícios e em
obras públicas (potencialmente o desejado fim da
corrupção?);
•  Recolha de dados e monitorização de contratos;
•  Evitar colapsos no mercado financeiro;
•  Identificar riscos de segurança e problemas no
trânsito;
•  Proteger os dados privados;
•  Prevenir ciber ataques internacionais.
Os benefícios mais óbvios no uso da IA pela gestão pública (e-government) são aqueles que possam “evitar/reduzir encargos administrativos,
ajudar a resolver os problemas de utilização de recursos e assumir tarefas significativamente complexas”. Os serviços de IA estão atualmente
habilitados em cinco categorias: responder questões, preencher e pesquisar documentos, gestão de pedidos, tradução e elaboração de
documentos.
Problemas que conhecemos:
Sociedade do Conhecimento
•  Conhecimento sustentável – aproveitamento
das novas tecnologias com ensino à distância
•  Diferentes formas de Estado
•  Valorização da lingua nacional
•  Aposta em Universidades e Politécnicos
reconhecidos internacionalmente
•  Aprender em partime
•  Aprender ao Longo da Vida
•  Alfabetização obrigatória e valorização do
ensino primário
•  Escolas profissionais e multivocacionais
•  Sinergias entre o ensino formal e o ensino
não formal
•  Bibliotecas
•  Gestão da qualidade do ensino superior
•  Formação de altos quadros da
Administração Pública
A educação é o principal meio de mobilidade socioeconómica e, por conseguinte, de potencial melhoria da qualidade de vida. Pelo
contrário, a desigualdade de oportunidades no ensino põe em risco a estabilidade e a segurança nos Estados Transicionais.
Problemas que conhecemos:
Saúde
1.  Pilar da Medicina Preventiva: forma de
intervenção mais económica e de
proximidade; feita com base em centros de
saúde com um médico, alguns enfermeiros
e poucos meios de diagnóstico.
2.  Pilar da Saúde Pública: política geral de
combate às grande pandemias, questões
ambientais e de saúde publica. Deve ter um
único elemento por conselho que
implementa as politicas de saúde pública e
faz o registo de óbitos.
3. Pilar da Medicina Curativa: Feita com
centros diagnostico sofisticados, com hospital
central (com varias valências) e hospitais
especializados (monovalência).
4. Pilar dos Cuidados Continuados –
Paliativos e Convalescência: criação de redes
de cuidados continuados sobretudo para
tratamento de doentes c/ perda de autonomia e
que precisam de reabilitação.
Problemas que conhecemos:
Ação Social
1. Definição da intervenção do Estado de bem-
estar: Sistema Nacional de Pensões Privado e
Sistema de Ação Social baseado em ONGs,
Misericórdias, Caritas, Banco Alimentar ou Cruz
Vermelha.
Estas poderão ser financiadas por três vias:
participação publica, mercantilização de
serviços e donativos (eventualmente com
isenção fiscal) ou ajudas internacionais.
2. A Ação Social abrange a proteção a
populações vulneráveis e o combate à pobreza,
apostando na integração intergeracional e na
Inclusão Social.
Problemas que conhecemos:
Mercado de Capitais - Banca e Finanças
1.  Reestruturação de entidades financeiras e
bancárias
2.  Planeamento estratégico e análise de risco e
proteção de dados pessoais
3.  Criação de redes e desenvolvimento de
ferramentas tecnológicas adquada aos workflows
4.  Formação profissional
5.  Complience e acomanhamento da adquação ao
processo regulatório
6.  Proteção de dados pessoais e segurança de
informação
Na área dos servços financeiros e da
banca de investimento propomos
desenvolver modelos de negócio
adequados ao desenvolvimentos do
mercado de capitais e das privatizações
nos mercados onde as instituições
operam, tomando em consideração o nível
de desenvolvimento económico e de
sofisticação dos mercados.
Promoção do microcrédito e de outras
formas flexíveis de financiamento do auto-
emprego. Aplicação de formas de fintech.
Alguns estudos que podemos realizar
Estrategia eleitoral
Avaliação do Plano Operacional de base anual
Monitorização da obrigatoriedade dos gestores
e executores públicos cumprirem todas as
normas de execução e de contratação, de modo
a evitar o desperdício de recursos financeiros.
Planos de reestrutiração e de reconstrução de
de carteiras. Planos estratégicos das entidades
Implementação de estruturas públicas e de
politicas públicas
Levantamento dos principais KPI das áreas de
ação do governo
Relançamento do processo de
acompanhamento inventário e valorização do
património público e ambiental
Análise e parecer sobre o plano e orçamento
Plano de Formação Profissional de quadros
públicos
Plano de segurança e armamento das forças
armadas
Que fazer?
Combate à fraude e a evasão fiscal:
implementação de regras de enquadramento
orçamental e monitorização da execução do
Orçamento de Estado
Perspectiva e desafios para a década
Melhoria da qualidade da despesa
Combate à corrupção e implementação de boas
práticas na Administração Pública
Reforma do sistema financeiro
Definição do plano estratégico de
desenvolvimento para as áreas políticas
principais de Governo:
1.  Governação e produção legislativas
2.  Ferramentas digitais de simplificação
administrativa
3.  Definição estratégica da estrutura de ação
4.  O Governo como um gestor de dados.
Somos parte da
solução
Definição estratégica por sector ou unidade
empresarial e definição operacional (com
ações concretas para a década)
Só é possível definir politicas publicas
modernas com base em dados: Por isso a
solução passa pela identificação dos KPI a
serem monitorizados nas áreas da
Administração Interna e Polícia, Justiça e
Prisões, Finanças (Orçamento, Finanças e
Administração Pública) Economia
(Transportes, Comunicações, Agricultura,
Industria, Turismo, Serviços e Distribuição),
Serviços Sociais (Educação, Saúde, Ação
Social, Cultura e Desporto) Serviços
financeiros, banca e Média.
A solução
O que será diferente?
-  Profissionalização
-  As políticas deixam de ser
predefinidas e passam a ser
resultado da recolha de
dados.
•  Plano estratégico e agenda operacional
•  Painel de bordo (para definição de ferramenta
digital)
•  Levantamento atualizados dos KPI
•  Controlo da despesa
•  Apoio ao investimento privado
•  Definição das obras públicas e sociais
sustentáveis
•  Mobilidade elétrica sustentável
•  Energia para todos
•  Formação profissional de quadros privados e
públicos
•  Políticas estratégicas e sustentáveis
•  Poupança e optimização de recursos
O Team
Temos consciência da dimensão da tarefa a que nos propomos
Rui Teixeira
Santos
Professor Associado do
ISG, coordenador da
equipa, Jurista e consultor.
Coordenador do Curso
Avançado de Gestão
Pública (CAGEP)
Pedro Teixeira
Santos
João
Botelho
Assistente na
Universidade Nova de
Lisboa Nova-SBE e gestor
e consultor na area de
gestão estratégica
Consultor, com experiencia
em gestão empresarial nos
PALOPs, média,
comunicação. Diretor na
SCML.
Álvaro Mendonça
Economista, consultor com
experiencia em média e
comunicação. CEO do
Grupo Chicoil (Angola).
Appendix
Como antecipar os Problemas.
Com o apoio da Luder Consulting Lda., os
Governos podem antecipar os problemas
estratégicos para os próximos 10 anos e
lançar uma política de desenvolvimento
sustentada que permite gerir
eficientemente os recursos.
Criamos também a formação profissional
adequada para a implementação das
políticas definidas.
Conceitos Chave desenvolvidos
pela Luder Consulting Lda.
-  Conceito de Quarto-sector: parcerias público-privadas (gestão privada,
com recursos e valores públicos);
-  Desenvolvimento de parcerias público-sociais: definição de políticas
sociais públicas geridas pelo terceiro sector, nomeadamente pelas
Misericórdias e pelas ONG;
-  Terceiro Sector como entidades agregadoras de recursos para resolver
problemas globais e reconstruir Estados falhados.
As fases do nosso trabalho
Step 1
Levantamento de
dados, avaliação e
Banco de Dados
Step 2
Definição das orientações
estratégicas e operacionais
Step 3
Plano de implementação,
seleção de recursos e
parceiros e acompanhamento
das políticas definidas
A Política:
Inovação
Formação Profissional
Sustentabilidade
Eficiência
MAPA DA PROVÍNCIA
Valores e
Modelo
Criação de um modelo de
desenvolvimento sustentado
e inovador e de Open Datas
com a informação estatística
para apoio à definição das
políticas públicas e sociais.
Definição de programas e
implementação de políticas
O bem-estar do cidadão é a
aposta da Luder Consulting
DEMOCRACIA
Cidadão
TRANSPARÊNCIA
Governo
PARTICIPAÇÃO
Empresas
Porquê Agora? E Porquê a LD?
Este é o momento para tornar
repensar o futuro e ponderar as suas
oportunidades.
A Luder Consulting Lda. (LD) tem as
condições científicas e as
competências operacionais para
dotar os governos e os grupos
empresariais de valiosos
instrumentos estratégicos e
operacionais de trabalho.
•  As nossas publicações
Atividades científicas - referenciar até 5 artigos em revistas internacionais com revisão por pares, livros
ou capítulos de livros, relevantes para o ciclo de estudos:
Santos, R. T. et al. (2015). Carta Social 2014 – Equipamentos e Respostas Sociais por Freguesia –
Concelho de Lisboa (ed. 1, 1 vol.). Lisboa: Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Santos, R.T. (2014) Direito da União Europeia, ISBN: 9789897131240, Lisboa: Bnomics
Santos, R. T. (2013) Lições de Direito Comercial, ISBN:9789897131042 Lisboa: Bnomics
Santos, R. T. (2013) Social Innovation oriented to solving practical problems The case of the Santa Casa
da Misericórdia de Lisboa, Social Innovation: New Forms of Organisation in Knowledge-Based Societies,
edit Viñals & Parra, Pag. 78-123. ISBN: 978-0-415-64014-5. New York: Routledge/Lisbon Civic Forum
Studies in Innovation
Santos, R. T. (2012). Misericordias como un instrumento de la Economia Solidaria en la Lusofonia . In
Instrumentos solidarios en tiempos de crisis, ed. Carmen Parra e Carmen Ruiz, 165 - 188. ISBN:
978-84-7698-642-4. Barcelona: Bosch Editor - Librería Bosch, S.L.
•  As nossas publicações
Santos, R.T., Soeiro & Cruz (2014) In order to combat social inequality is not
enough just to educate - Social entrepreneurship as an opportunity system,
Barcelona:UAO.
Santos, R.T. (2013) O Estado Isonómico e o Declínio das Políticas Públicas"
Plano, 167 - 195. Revista Plano nº1 Lisboa: Bnomics
Santos, R. T. (2011). Corruption and poverty, IBER : International Business and
Economics Review : Revista Internacional de Gestão e Comunicação, nº 2
Lisboa:ISG
Santos, Rui T. (2009). Economia Política da Corrupção. ed. 1, 1 vol., ISBN:
978-989-8184-32-0. Lisboa: Deplano Network S.A, Bnomics.
Santos, R.T. (2009). Direito Português da Corrupção, ISBN: 9789898184207,
Lisboa: Bnomics
LUDER
CONSULTING LDARUA DO JARDIM À ESTRELA, 28, C2, RCH B
1350-184 LISBOA
Portugal
rui.teixeirasantos@gmail.com
Muito Obrigado

Luder Consulting Lda.

  • 1.
    Luder Consulting, Lda. ApresentaçãoInstitucional Maio de 2018
  • 2.
    QUEM É ALUDER CONSULTING LDA? UMA EMPRESA GLOBAL E COMPETITIVA AO SERVIÇO DOS SEUS CLIENTES
  • 3.
    A Sociedade A OPERARDESDE 2014, A LUDER CONSULTING LDA. É UMA CONSULTORA DE GESTÃO E POLITICAS PÚBLICAS, FOCADA NA ESTRATÉGIA •  ACONSELHAMENTO DE GESTÃO DE EMPRESAS, BANCOS E GRUPOS EMPRESARIAIS •  DEFINIÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E PLATAFORMAS DE INFRA-ESTRUTURAS •  ESTRATEGIA OPERAÇIONAL DE ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO E QUARTO SECTORES 2015 2016 2017 2018
  • 4.
    A colaboração Colaboramos comos nossos clientes nas questões críticas de definição, implementação e fiscalização no desempenho da 1.  Visão estratégica 2.  Eficiência operativa 3.  Liderança e mudança Criando vantagens competitivas, sustentáveis e com futuro. Porquê a Luder Consulting Lda? Porque temos uma vasta experiência em projetos de reestruturação empresarial, estratégia bancária, de definição de políticas públicas, de formação profissional de quadros privados e públicos e de gestão a nível internacional de projetos de Social Impact. Porque somos uma marca global, estamos ao serviço das empresas mais dinâmicas e acrescentamos valor para os nossos clientes
  • 5.
    Problemas que conhecemos: SegurançaInterna e Paz Problemas: 1. Terrorismo e operação em cenários de guerra 2. Ameaças de grupos ou milicias não integrados nos processo de paz 3. Falta de cultura da paz e de segurança das populções 4. Conquista de confiança e do convivio nacional e reintegração das comunidades Desafios: 1.  Criação de redes de segurança pública 2.  Criação de um exército para a segurança externa, identidade nacional e emprego 3.  Controlo dos abastecimentos de armas 4.  Desarmamento da população 5.  Desminagem e remoções
  • 6.
    Problemas que conhecemos: Democraciae Sistema Político e Justiça Problemas: 1.  Falta de consições para o exercício democrático 2.  Controlo eleitoral e de pluralidade nas campanhas eleitorais 3.  Garantia de pluralidade dos meios de comunicação social 4.  Apoio aos partidos políticos e à formação de quadros políticos 5.  Patrocinio judiciário universal e gratuito Desafios: 1.  Criação de um sistema político democrático 2.  Criação de partidos políticos independentes do poder económico 3.  Controlo do escrutínio democrático da decisão popular 4.  Escola de formação em cada partido político e financiamento partidário controlado 5.  Sistema judiciário indepedente e acessivel 6.  Criação de uma sociedade mais justa e inclusiva com respeito pelas minorias e autonomia das regiões (municipalização).
  • 7.
    Problemas que conhecemos: DireitosEconómicos, Sociais, Cuturais e Desportivos A importância das organizações económicas e sociais e da sociedade civil em geral foi já salientada na Declaração de Barcelona de 1995 enquanto fator necessário para promover a construção gradual, de ESTADOS FALHADOS, de um espaço de paz e estabilidade, de prosperidade partilhada e de diálogo entre as culturas e civilizações dos diferentes países, sociedades e culturas mediterrâneas. A criação de organizações da sociedade civil como espaços de inclusão, participação e diálogo com os poderes públicos, incluindo a nível local, destinados a promover os direitos económicos, sociais e culturais é critica nos Estados transicionais. O Desporto pode ter um papel agregador crítico, como demontrou Nelson Mandela, na criação de uma identidade nacional e de uma cultura de paz e inclusão racial. Consideramos necessário reforçar o papel dos comités económicos e sociais (CES), quando existem, e promover a sua criação nos países em que tenham desaparecido ou não tenham sido instituídos, reforçando as sinergias entre os diversos intervenientes. Considerando a experiencia da UE na Tunísia, sabemos hoje que os CES e as organizações económicas e sociais devem, aquando da promoção destes direitos, estabelecer parcerias que contribuam para que estes se tornem mais viáveis e efetivos.
  • 8.
    Problemas que conhecemos: DireitosEconómicos, Sociais, Cuturais e Desportivos – Igualdade de Género e Património As mulheres são vítimas de estereótipos de género que se traduzem em barreiras políticas, económicas e educativas com graves consequências para o desenvolvimento da sociedade. Nos estados transicionais é crítica a redução das enormes disparidades existentes entre as disposições legislativas e a realidade. Para tal, a nova organização deve disponibilizar recursos que permitam formar e sensibilizar as entidades responsáveis por garantir a aplicação efetiva desta legislação. A fim de reforçar os direitos, é necessário que as administrações locais sejam associadas às organizações, aos agentes económicos e sociais, à sociedade civil e às respetivas redes para a igualdade de género ativas nas respetivas sociedades. Este trabalho deve, ainda, ser apoiado por contributos provenientes de universidades e centros de estudos especializados. A ameaça do extremismo violento deve ser combatida abordando as suas múltiplas causas e não apenas a dimensão da segurança. As organizações económicas e sociais têm um papel fundamental a desempenhar neste âmbito, em colaboração com as instituições e redes dedicadas ao diálogo intercultural e inter- religioso, a fim de alcançar um maior impacto e incluir o património cultural, as expressões artísticas e as indústrias criativas nas suas atividades, reconstruindo os sites patrimoniais e protegendo a memória coletiva e a história.
  • 9.
    Problemas que conhecemos: DireitosEconómicos, Sociais, Cuturais e Desportivos – Sindicatos e Comunicação Social Os direitos económicos, laborais e sociais são essenciais para o desenvolvimento económico e para uma sociedade democrática. Neste contexto, a liberdade empresarial, a liberdade de associação e de ação sindical, a negociação coletiva, a proteção social em áreas como a saúde, a educação ou a velhice são elementos centrais. Este aspeto já foi assinalado pela OIT quando da sua criação e na Declaração de Filadélfia, tendo-se defendido que era necessário subordinar a organização económica à justiça social, que deveria ser o objetivo central de todas as políticas nacionais e internacionais. A Declaração de Filadélfia salienta que a economia e as finanças são meios ao serviço dos homens. Esta deve ser uma prioridade na recuperação dos estados transicionais Os meios de comunicação social desempenham um papel essencial na configuração de visões e perceções mútuas e constituem um vetor fundamental para melhorar o diálogo intercultural e promover o respeito, a tolerância e o conhecimento mútuo. Por este motivo, é fundamental a execução de projetos que procuram assegurar o respeito da diversidade e fomentam uma informação livre de preconceitos, estereótipos e interpretações distorcidas. Além disso, é crítico o recurso aos referidos instrumentos de observação, formação e sensibilização contra o racismo e a islamofobia nos meios de comunicação social na maioria dos Estados Transicionais, sendo necessária a promoção de mecanismos de cooperação e plataformas conjuntas de desenvolvimento profissional, tanto deontológicos como de defesa da liberdade de expressão.
  • 10.
    Problemas que conhecemos: Imigraçãoe integração social segundo critérios de igualdade e justiça Problemas: 1.  Integração nas comunidades locais (ameaça à Europa e aos EUA) 2.  Novas guerras comerciais poderão criar nosvos desafios em africa e no passífico 3.  Direito á criação e inovação, ao trabalho digno e ao empreendorismo como oportunidade social e garantia de futuro 4.  Direito à Educação e à mobilidade para fins académicos Desafios: 1.  Criação de redes de segurança pública 2.  Criação de um exercito para a segurança externa, identidade nacional e emprego 3.  Controlo dos abastecimentos de armas 4.  Desarmamento da população e desminagem do território 5.  Tolerancia e diálogo intercultural e social 6.  A mulher no centro dos direitos económicos, sociais e culturais
  • 11.
    Problemas que conhecemos: Demografia– impactos e preparar o crescimento das capitais como a “megacidades” Problemas: 1.  Aumento da população 2.  Aumento da urbanização 3.  Desertificação do interior 4.  Alimentação e água 5.  Desperdício e resíduos sólidos 6.  Desequilibrio financeiro Desafios: 1.  Construção sustentável 2.  Ordenamento do território 3.  Energia sustentável descentralizada 4.  Tratamento de águas e de resíduos sólidos 5.  Autonomia alimentar 6.  Tecnologia e Sociedade da Informação
  • 12.
    Problemas que conhecemos: Distribuiçãoalimentar e combate à fome Problemas: 1.  Falta de rede de distribuição alimentar 2.  Problemas endémicos de produção local 3.  Falta de rede de frio 4.  Autonomia alimentar local Desafios: 1.  Criação de uma rede de distribuição de alimentos retalhista (mercearias locais) 2.  Desenvolvimento dos mercados grossistas 3.  Criação de rede de mercados, transportes e saneamento 4.  Apoio á agricultura de subsistência
  • 13.
    Problemas que conhecemos: Reconstruçãode infra-estruturas, politicas de coesão e território e abastecimento de àgua e energia Objetivos: •  Reconstrução da rede viária e ferroviária garantindo o mercado interno •  Reconstrução das infra-estruturas portuárias e aeroportuárias garantindo circulação internacional de pessoas e mercadorias. •  Aposta nas energias sustentáveis e renováveis •  Estratégias de combate ao aquecimento global na escolha dos modelos de desenvolvimento. •  Coesão social e económica e descentração do poder central e dos serviços públicos •  Desenvolvimento e empresariarização do sector dos transportes, àgua, energia e da rede logistica (nomeademente correios e distribuição de encomendas) •  Desenvolvimento de empresas tecnológicas na àrea da energia em alta e baixa •  Aproveitamento dos recursos hídricos e combate à desertificação •  Utilização dos atuais e mais desenvolvidos processos tecnológicos
  • 14.
    Problemas que conhecemos: Crescimentoeconómico com base em tecnologia Objetivos: •  Cidades inteligentes •  Competitividade industrial com base em baixo custo da mão de obra e localização •  Propriedade agrícola rentável •  Energia sustentável e eficiente •  Mobilidade elétrica •  Reutilização de materiais •  Registo Predial e Comercial digital, eficiente e completo •  Unidade monetária e coesão económica •  Abertura ao Turismo e aos negócios associados à cultura •  Comércio e comunicações altamente tecnológicos •  Sistema financeiro moderno •  Implementação do Microcrédito •  Definição das novas áreas de negócio por sector •  Plano industrial e comercial orientado ao Consumo Interno e às Exportações •  Definição das parcerias e captação de recursos externos e investidores internacionais A fim de promover uma economia inclusiva e competitiva, é necessário apoiar a integração digital e tecnológica dos cidadãos. Para este efeito, importa promover projetos a nível regional e local que capacitem os cidadãos para a utilização das novas tecnologias, o empreendedorismo e a digitalização, bem como reforçar as iniciativas de participação dos cidadãos, de promoção da formação digital e de criação de emprego digno, tais como as iniciativas urbanas de inovação social e digital (Labs).
  • 15.
    Problemas que conhecemos: InteligênciaArtificial (IA) e Intervenção e Serviços Públicos Objetivos: •  Adotar IA e colocar em operação chatbots que funcionam como servidores públicos para atender a população. (Os bots ajudam a responder à maioria das dúvidas mais frequentes, liberando os funcionários para atender as mais complexas); •  Adotar politicas de largo prazo de intervenção pública por via do fomento do desenvovimento Inteligência Artificial através de parcerias de agentes económicos/governo/universidades, considerando que a IA será a próxima grande revolução tecnológica e o alicerce da próxima geração de startups em indústrias tão distintas quanto saúde, finanças, construção, transporte, educação, agricultura e comércio. •  Evitar fraudes na requisição de benefícios e em obras públicas (potencialmente o desejado fim da corrupção?); •  Recolha de dados e monitorização de contratos; •  Evitar colapsos no mercado financeiro; •  Identificar riscos de segurança e problemas no trânsito; •  Proteger os dados privados; •  Prevenir ciber ataques internacionais. Os benefícios mais óbvios no uso da IA pela gestão pública (e-government) são aqueles que possam “evitar/reduzir encargos administrativos, ajudar a resolver os problemas de utilização de recursos e assumir tarefas significativamente complexas”. Os serviços de IA estão atualmente habilitados em cinco categorias: responder questões, preencher e pesquisar documentos, gestão de pedidos, tradução e elaboração de documentos.
  • 16.
    Problemas que conhecemos: Sociedadedo Conhecimento •  Conhecimento sustentável – aproveitamento das novas tecnologias com ensino à distância •  Diferentes formas de Estado •  Valorização da lingua nacional •  Aposta em Universidades e Politécnicos reconhecidos internacionalmente •  Aprender em partime •  Aprender ao Longo da Vida •  Alfabetização obrigatória e valorização do ensino primário •  Escolas profissionais e multivocacionais •  Sinergias entre o ensino formal e o ensino não formal •  Bibliotecas •  Gestão da qualidade do ensino superior •  Formação de altos quadros da Administração Pública A educação é o principal meio de mobilidade socioeconómica e, por conseguinte, de potencial melhoria da qualidade de vida. Pelo contrário, a desigualdade de oportunidades no ensino põe em risco a estabilidade e a segurança nos Estados Transicionais.
  • 17.
    Problemas que conhecemos: Saúde 1. Pilar da Medicina Preventiva: forma de intervenção mais económica e de proximidade; feita com base em centros de saúde com um médico, alguns enfermeiros e poucos meios de diagnóstico. 2.  Pilar da Saúde Pública: política geral de combate às grande pandemias, questões ambientais e de saúde publica. Deve ter um único elemento por conselho que implementa as politicas de saúde pública e faz o registo de óbitos. 3. Pilar da Medicina Curativa: Feita com centros diagnostico sofisticados, com hospital central (com varias valências) e hospitais especializados (monovalência). 4. Pilar dos Cuidados Continuados – Paliativos e Convalescência: criação de redes de cuidados continuados sobretudo para tratamento de doentes c/ perda de autonomia e que precisam de reabilitação.
  • 18.
    Problemas que conhecemos: AçãoSocial 1. Definição da intervenção do Estado de bem- estar: Sistema Nacional de Pensões Privado e Sistema de Ação Social baseado em ONGs, Misericórdias, Caritas, Banco Alimentar ou Cruz Vermelha. Estas poderão ser financiadas por três vias: participação publica, mercantilização de serviços e donativos (eventualmente com isenção fiscal) ou ajudas internacionais. 2. A Ação Social abrange a proteção a populações vulneráveis e o combate à pobreza, apostando na integração intergeracional e na Inclusão Social.
  • 19.
    Problemas que conhecemos: Mercadode Capitais - Banca e Finanças 1.  Reestruturação de entidades financeiras e bancárias 2.  Planeamento estratégico e análise de risco e proteção de dados pessoais 3.  Criação de redes e desenvolvimento de ferramentas tecnológicas adquada aos workflows 4.  Formação profissional 5.  Complience e acomanhamento da adquação ao processo regulatório 6.  Proteção de dados pessoais e segurança de informação Na área dos servços financeiros e da banca de investimento propomos desenvolver modelos de negócio adequados ao desenvolvimentos do mercado de capitais e das privatizações nos mercados onde as instituições operam, tomando em consideração o nível de desenvolvimento económico e de sofisticação dos mercados. Promoção do microcrédito e de outras formas flexíveis de financiamento do auto- emprego. Aplicação de formas de fintech.
  • 20.
    Alguns estudos quepodemos realizar Estrategia eleitoral Avaliação do Plano Operacional de base anual Monitorização da obrigatoriedade dos gestores e executores públicos cumprirem todas as normas de execução e de contratação, de modo a evitar o desperdício de recursos financeiros. Planos de reestrutiração e de reconstrução de de carteiras. Planos estratégicos das entidades Implementação de estruturas públicas e de politicas públicas Levantamento dos principais KPI das áreas de ação do governo Relançamento do processo de acompanhamento inventário e valorização do património público e ambiental Análise e parecer sobre o plano e orçamento Plano de Formação Profissional de quadros públicos Plano de segurança e armamento das forças armadas
  • 21.
    Que fazer? Combate àfraude e a evasão fiscal: implementação de regras de enquadramento orçamental e monitorização da execução do Orçamento de Estado Perspectiva e desafios para a década Melhoria da qualidade da despesa Combate à corrupção e implementação de boas práticas na Administração Pública Reforma do sistema financeiro Definição do plano estratégico de desenvolvimento para as áreas políticas principais de Governo: 1.  Governação e produção legislativas 2.  Ferramentas digitais de simplificação administrativa 3.  Definição estratégica da estrutura de ação 4.  O Governo como um gestor de dados.
  • 22.
    Somos parte da solução Definiçãoestratégica por sector ou unidade empresarial e definição operacional (com ações concretas para a década) Só é possível definir politicas publicas modernas com base em dados: Por isso a solução passa pela identificação dos KPI a serem monitorizados nas áreas da Administração Interna e Polícia, Justiça e Prisões, Finanças (Orçamento, Finanças e Administração Pública) Economia (Transportes, Comunicações, Agricultura, Industria, Turismo, Serviços e Distribuição), Serviços Sociais (Educação, Saúde, Ação Social, Cultura e Desporto) Serviços financeiros, banca e Média.
  • 23.
    A solução O queserá diferente? -  Profissionalização -  As políticas deixam de ser predefinidas e passam a ser resultado da recolha de dados. •  Plano estratégico e agenda operacional •  Painel de bordo (para definição de ferramenta digital) •  Levantamento atualizados dos KPI •  Controlo da despesa •  Apoio ao investimento privado •  Definição das obras públicas e sociais sustentáveis •  Mobilidade elétrica sustentável •  Energia para todos •  Formação profissional de quadros privados e públicos •  Políticas estratégicas e sustentáveis •  Poupança e optimização de recursos
  • 24.
    O Team Temos consciênciada dimensão da tarefa a que nos propomos Rui Teixeira Santos Professor Associado do ISG, coordenador da equipa, Jurista e consultor. Coordenador do Curso Avançado de Gestão Pública (CAGEP) Pedro Teixeira Santos João Botelho Assistente na Universidade Nova de Lisboa Nova-SBE e gestor e consultor na area de gestão estratégica Consultor, com experiencia em gestão empresarial nos PALOPs, média, comunicação. Diretor na SCML. Álvaro Mendonça Economista, consultor com experiencia em média e comunicação. CEO do Grupo Chicoil (Angola).
  • 25.
    Appendix Como antecipar osProblemas. Com o apoio da Luder Consulting Lda., os Governos podem antecipar os problemas estratégicos para os próximos 10 anos e lançar uma política de desenvolvimento sustentada que permite gerir eficientemente os recursos. Criamos também a formação profissional adequada para a implementação das políticas definidas.
  • 26.
    Conceitos Chave desenvolvidos pelaLuder Consulting Lda. -  Conceito de Quarto-sector: parcerias público-privadas (gestão privada, com recursos e valores públicos); -  Desenvolvimento de parcerias público-sociais: definição de políticas sociais públicas geridas pelo terceiro sector, nomeadamente pelas Misericórdias e pelas ONG; -  Terceiro Sector como entidades agregadoras de recursos para resolver problemas globais e reconstruir Estados falhados.
  • 27.
    As fases donosso trabalho Step 1 Levantamento de dados, avaliação e Banco de Dados Step 2 Definição das orientações estratégicas e operacionais Step 3 Plano de implementação, seleção de recursos e parceiros e acompanhamento das políticas definidas
  • 28.
  • 29.
    Valores e Modelo Criação deum modelo de desenvolvimento sustentado e inovador e de Open Datas com a informação estatística para apoio à definição das políticas públicas e sociais. Definição de programas e implementação de políticas O bem-estar do cidadão é a aposta da Luder Consulting DEMOCRACIA Cidadão TRANSPARÊNCIA Governo PARTICIPAÇÃO Empresas
  • 30.
    Porquê Agora? EPorquê a LD? Este é o momento para tornar repensar o futuro e ponderar as suas oportunidades. A Luder Consulting Lda. (LD) tem as condições científicas e as competências operacionais para dotar os governos e os grupos empresariais de valiosos instrumentos estratégicos e operacionais de trabalho.
  • 31.
    •  As nossaspublicações Atividades científicas - referenciar até 5 artigos em revistas internacionais com revisão por pares, livros ou capítulos de livros, relevantes para o ciclo de estudos: Santos, R. T. et al. (2015). Carta Social 2014 – Equipamentos e Respostas Sociais por Freguesia – Concelho de Lisboa (ed. 1, 1 vol.). Lisboa: Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Santos, R.T. (2014) Direito da União Europeia, ISBN: 9789897131240, Lisboa: Bnomics Santos, R. T. (2013) Lições de Direito Comercial, ISBN:9789897131042 Lisboa: Bnomics Santos, R. T. (2013) Social Innovation oriented to solving practical problems The case of the Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Social Innovation: New Forms of Organisation in Knowledge-Based Societies, edit Viñals & Parra, Pag. 78-123. ISBN: 978-0-415-64014-5. New York: Routledge/Lisbon Civic Forum Studies in Innovation Santos, R. T. (2012). Misericordias como un instrumento de la Economia Solidaria en la Lusofonia . In Instrumentos solidarios en tiempos de crisis, ed. Carmen Parra e Carmen Ruiz, 165 - 188. ISBN: 978-84-7698-642-4. Barcelona: Bosch Editor - Librería Bosch, S.L.
  • 32.
    •  As nossaspublicações Santos, R.T., Soeiro & Cruz (2014) In order to combat social inequality is not enough just to educate - Social entrepreneurship as an opportunity system, Barcelona:UAO. Santos, R.T. (2013) O Estado Isonómico e o Declínio das Políticas Públicas" Plano, 167 - 195. Revista Plano nº1 Lisboa: Bnomics Santos, R. T. (2011). Corruption and poverty, IBER : International Business and Economics Review : Revista Internacional de Gestão e Comunicação, nº 2 Lisboa:ISG Santos, Rui T. (2009). Economia Política da Corrupção. ed. 1, 1 vol., ISBN: 978-989-8184-32-0. Lisboa: Deplano Network S.A, Bnomics. Santos, R.T. (2009). Direito Português da Corrupção, ISBN: 9789898184207, Lisboa: Bnomics
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    LUDER CONSULTING LDARUA DOJARDIM À ESTRELA, 28, C2, RCH B 1350-184 LISBOA Portugal rui.teixeirasantos@gmail.com
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