Projeto Lobato Viva:Uma aventura de ler Que esta experiência da leitura seja para você,  o nosso pretexto de encontro (Eliana Yunes)
BIBLIOTECA INFANTO JUVENIL MONTEIRO LOBATO
Elaboração :   Maria Cecília Coscia Graner, Alice Aurora Bandini Tavares de Campos e Nerio Sacchi Jr. Executores: Aparecida Uliani, Irany de Lourdes Ferreira, Maria Cecilia Coscia Graner e Maria Haila de Oliveira Instituições: Biblioteca Municipal Infanto Juvenil Monteiro Lobato de São Paulo EMEI Gabriel Prestes, representada pela Coordenadora Pedagógica  Vilma Pacheco.
O projeto, foi voltado  às atividades de contação de histórias, leitura em voz alta e leitura de imagens, acompanhadas de algumas práticas de expressão oral, escrita e corporal, dependendo da situação.
“ Conta-se e ouve-se para satisfazer essa íntima sede de conhecimento e instrução que é própria da natureza humana. Enquanto se vai contando, passam os tempos de inverno, passam as doenças e as catástofres... O gosto de contar é idêntico ao de escrever – e os primeiros narradores são os antepassados anônimos de todos os escritores. O gosto de ouvir é como o gosto de ler. Assim, as bibliotecas antes de serem estas infinitas estantes, com as vozes presas dentro dos livros, foram vivas e humanas, rumorosas, com gestos, canções, danças, entremeadas às narrativas”  Cecília Meirelles
OBJETIVO GERAL Estimular a leitura, por meio do resgate da tradição oral. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desenvolver a capacidade de expressão oral, por meio do compartilhar da leitura e/ou a narração de uma história, efetivada pelo(s) participante(s); Desenvolver a capacidade de expressão visual, estimulando os participantes a efetivarem a leitura de imagens e/ou elaborarem pinturas;  Auxiliar no desenvolvimento de indivíduos autônomos e críticos, no sentido de os mesmos escolherem com liberdade que autores/livros ler ou sugerir para leitura de outrem e;  Formar público leitor infantil com envolvimento de suas famílias.
O público alvo participante do projeto integrou o grupo de alunos da EMEI Gabriel Prestes na faixa etária de 03 à 06 anos. Os alunos então matriculados em 03 estágios nos horários da manhã, intermediário e vespertino. Planejamos para cada grupo, 04 encontros mensais, às terças e quinta feiras, no período das 10, 13 ou 15:30h, na Sala de Projetos de Leitura da Biblioteca Monteiro Lobato.
Conteúdo dos encontros: Acolhemos os participantes com uma música ou brincadeira folclórica; Contação ou a leitura em voz alta de uma história; Apresentação do livro, cujo texto foi narrado, identificando o seu o autor, o título, recontando-o, na ocasião, em conjunto com o grupo, porém, reconstituído a partir das ilustrações contidas na própria obra; Com parlendas de escolher selecionamos em cada encontro 03 crianças para prepararem histórias a partir das ilustrações para depois contarem ao grupo; Propusemos um tempo dedicado à leitura livre e preparo da história a ser contada; Com brincadeira pedimos para guardar os livros e sentarem para escutar os amigos contando histórias e, Crianças contam as histórias preparadas e finalizando brincamos mais um pouco ou lemos textos que eles produziram em voz alta.
Resultados obtidos: Maior nível de atenção e envolvimento com os livros; Crianças conseguem fazer histórias a partir de ilustrações e socializar com os colegas; Observamos que os alunos estão construindo repertório próprio, buscam histórias e/ou livros que foram lidos em encontros anteriores; Envolvimento dos pais que acompanham as crianças nas atividades propostas e nas contações. Durante a leitura livre é comum os pais estarem contando e/ou lendo histórias para seus filhos e amigos;  Nos encontros muitas vezes observamos pequenos grupos de crianças lendo para seus colegas; Em geral, os grupos respeitam e ouvem seus amigos contarem histórias e, Várias crianças ficaram sócias da biblioteca e tem vindo com os familiares não só para pegar livros, mas também para participar de nossa programação.
Concluindo : Foram atendidas 898 pessoas entre crianças, pais e professores, em 28 encontros.  As crianças apresentam muita dificuldade em lidar com as rimas e não tem maturidade para trabalhos de produção de texto e com dicionários, porém o contato com este material é importante na sua formação enquanto futuro leitor e pesquisador. A autonomia na busca de informação pode garantir  a inclusão e a formação de cidadãos conscientes e críticos, conforme estudos realizados e registrados no livro Biblioteca Viva da Abrinq.  Formamos público leitor e participante das atividades oferecidas pela biblioteca.
“  A história escutada marca a memória infantil, não só através do interesse da sua fábula, mas também do clima afetivo que envolve a relação com o adulto.”  Élie Bajard
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BAJARD, Élie.  Caminhos da escrita.  São Paulo : Cortez, 2002. 285p. BIBLIOTECA viva: fazendo história com livros e leituras.  São Paulo : Fundação Abrinq, 2003.  103p.  BRENMAN, Ilan.  Através da vidraça da escola .  São Paulo : Casa do Psicólogo, 2005.  198p. FREIRE, Paulo.  A importância  do ato de ler.  São Paulo : Cortez, 1991. GÓES, Lúcia Pimentel.  Olhar de descoberta: proposta analítica de livros que concentram várias linguagens.  São Paulo : Paulinas, 2003.  189p. MATOS, Gislayne Avelar.  A palavra do contador de histórias.  1. ed.  São Paulo : Martins Fontes, 2005.  203p.  MEIRELES, Cecília. Problemas da literatura infantil. Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 1984.  155p. OLIVEIRA, Ieda de (Org.).  O que é qualidade em literatura infantil e juvenil?: com a palavra, o escritor. 1. ed.  São Paulo : DCL, 2005.  198p.  PERISSÉ, Gabriel.  O leitor criativo: teoria e prática para ler melhor.  São Paulo : Mandruvá, 2000.  103p. PIZA, Carmelina de Toledo.  Entrou por uma porta, saiu por outra, quem quiser que conte outra.  Americana : Adonis, 2006. YUNES, Eliana.  A experiência da leitura.  Loyola, São Paulo, 2003.
Maria Cecilia Coscia Graner [email_address] [email_address]   Fone: 011-3256-4438

Lobato viva 2010

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    Projeto Lobato Viva:Umaaventura de ler Que esta experiência da leitura seja para você, o nosso pretexto de encontro (Eliana Yunes)
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    Elaboração : Maria Cecília Coscia Graner, Alice Aurora Bandini Tavares de Campos e Nerio Sacchi Jr. Executores: Aparecida Uliani, Irany de Lourdes Ferreira, Maria Cecilia Coscia Graner e Maria Haila de Oliveira Instituições: Biblioteca Municipal Infanto Juvenil Monteiro Lobato de São Paulo EMEI Gabriel Prestes, representada pela Coordenadora Pedagógica Vilma Pacheco.
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    O projeto, foivoltado às atividades de contação de histórias, leitura em voz alta e leitura de imagens, acompanhadas de algumas práticas de expressão oral, escrita e corporal, dependendo da situação.
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    “ Conta-se eouve-se para satisfazer essa íntima sede de conhecimento e instrução que é própria da natureza humana. Enquanto se vai contando, passam os tempos de inverno, passam as doenças e as catástofres... O gosto de contar é idêntico ao de escrever – e os primeiros narradores são os antepassados anônimos de todos os escritores. O gosto de ouvir é como o gosto de ler. Assim, as bibliotecas antes de serem estas infinitas estantes, com as vozes presas dentro dos livros, foram vivas e humanas, rumorosas, com gestos, canções, danças, entremeadas às narrativas” Cecília Meirelles
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    OBJETIVO GERAL Estimulara leitura, por meio do resgate da tradição oral. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desenvolver a capacidade de expressão oral, por meio do compartilhar da leitura e/ou a narração de uma história, efetivada pelo(s) participante(s); Desenvolver a capacidade de expressão visual, estimulando os participantes a efetivarem a leitura de imagens e/ou elaborarem pinturas; Auxiliar no desenvolvimento de indivíduos autônomos e críticos, no sentido de os mesmos escolherem com liberdade que autores/livros ler ou sugerir para leitura de outrem e; Formar público leitor infantil com envolvimento de suas famílias.
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    O público alvoparticipante do projeto integrou o grupo de alunos da EMEI Gabriel Prestes na faixa etária de 03 à 06 anos. Os alunos então matriculados em 03 estágios nos horários da manhã, intermediário e vespertino. Planejamos para cada grupo, 04 encontros mensais, às terças e quinta feiras, no período das 10, 13 ou 15:30h, na Sala de Projetos de Leitura da Biblioteca Monteiro Lobato.
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    Conteúdo dos encontros:Acolhemos os participantes com uma música ou brincadeira folclórica; Contação ou a leitura em voz alta de uma história; Apresentação do livro, cujo texto foi narrado, identificando o seu o autor, o título, recontando-o, na ocasião, em conjunto com o grupo, porém, reconstituído a partir das ilustrações contidas na própria obra; Com parlendas de escolher selecionamos em cada encontro 03 crianças para prepararem histórias a partir das ilustrações para depois contarem ao grupo; Propusemos um tempo dedicado à leitura livre e preparo da história a ser contada; Com brincadeira pedimos para guardar os livros e sentarem para escutar os amigos contando histórias e, Crianças contam as histórias preparadas e finalizando brincamos mais um pouco ou lemos textos que eles produziram em voz alta.
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    Resultados obtidos: Maiornível de atenção e envolvimento com os livros; Crianças conseguem fazer histórias a partir de ilustrações e socializar com os colegas; Observamos que os alunos estão construindo repertório próprio, buscam histórias e/ou livros que foram lidos em encontros anteriores; Envolvimento dos pais que acompanham as crianças nas atividades propostas e nas contações. Durante a leitura livre é comum os pais estarem contando e/ou lendo histórias para seus filhos e amigos; Nos encontros muitas vezes observamos pequenos grupos de crianças lendo para seus colegas; Em geral, os grupos respeitam e ouvem seus amigos contarem histórias e, Várias crianças ficaram sócias da biblioteca e tem vindo com os familiares não só para pegar livros, mas também para participar de nossa programação.
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    Concluindo : Foramatendidas 898 pessoas entre crianças, pais e professores, em 28 encontros. As crianças apresentam muita dificuldade em lidar com as rimas e não tem maturidade para trabalhos de produção de texto e com dicionários, porém o contato com este material é importante na sua formação enquanto futuro leitor e pesquisador. A autonomia na busca de informação pode garantir a inclusão e a formação de cidadãos conscientes e críticos, conforme estudos realizados e registrados no livro Biblioteca Viva da Abrinq. Formamos público leitor e participante das atividades oferecidas pela biblioteca.
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    “ Ahistória escutada marca a memória infantil, não só através do interesse da sua fábula, mas também do clima afetivo que envolve a relação com o adulto.” Élie Bajard
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    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BAJARD,Élie. Caminhos da escrita. São Paulo : Cortez, 2002. 285p. BIBLIOTECA viva: fazendo história com livros e leituras. São Paulo : Fundação Abrinq, 2003. 103p. BRENMAN, Ilan. Através da vidraça da escola . São Paulo : Casa do Psicólogo, 2005. 198p. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São Paulo : Cortez, 1991. GÓES, Lúcia Pimentel. Olhar de descoberta: proposta analítica de livros que concentram várias linguagens. São Paulo : Paulinas, 2003. 189p. MATOS, Gislayne Avelar. A palavra do contador de histórias. 1. ed. São Paulo : Martins Fontes, 2005. 203p. MEIRELES, Cecília. Problemas da literatura infantil. Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 1984. 155p. OLIVEIRA, Ieda de (Org.). O que é qualidade em literatura infantil e juvenil?: com a palavra, o escritor. 1. ed. São Paulo : DCL, 2005. 198p. PERISSÉ, Gabriel. O leitor criativo: teoria e prática para ler melhor. São Paulo : Mandruvá, 2000. 103p. PIZA, Carmelina de Toledo. Entrou por uma porta, saiu por outra, quem quiser que conte outra. Americana : Adonis, 2006. YUNES, Eliana. A experiência da leitura. Loyola, São Paulo, 2003.
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    Maria Cecilia CosciaGraner [email_address] [email_address] Fone: 011-3256-4438