PROCESSO SELETIVO PARA VAGAS RESIDUAIS 2013
LÍNGUA PORTUGUESA, PODER E DIVERSIDADE CULTURAL
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Língua, linguagem, fala
2. Língua e diversidade cultural
3. Gramática(s)
3.1 Noções de gramática;
3.2 Tipos de gramática;
3.3 Gramática e língua;
3.4 Gramáticas de resistência.
4. A língua portuguesa e os domínios
4.1 Unidade e diversidade do português;
4.2 O português no tempo;
4.3 O português no espaço;
4.4 O português brasileiro.
5. Diversidade linguística e cultural
5.1 Tensão entre unidade e diversidade;
5.2 Variação linguística:
5.2.1 Níveis de variação;
5.2.2 Tipos de variação.
5.3 Variação linguística e identidade;
5.4 Variedades do português do Brasil.
6. Normas
6.1 Norma-padrão – contextualização política e histórica;
6.2 Processos de legitimação da norma padrão;
6.3 Norma culta;
6.4 Normas populares;
6.5 O continuum entre normas populares e cultas e sua relação com a norma-padrão.
7. Língua e poder
7.1 A noção de “erro”;
7.2 O preconceito linguístico;
7.3 Língua e os estratos sociais.
BIBLIOGRAFIA
ALVAREZ, M. C. Sociedade, norma & poder. In: BAGNO, Marcos (Org.). Linguística da
norma. São Paulo: Loyola, 2002. p. 135-154.
ANTUNES, I. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no
caminho. São Paulo: Parábola, 2007.
BAGNO, M. A norma oculta: língua & poder na sociedade brasileira. São Paulo:
Parábola, 2005.
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Paulo: Parábola, 2007.
______. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 5 ed. São Paulo: Edições Loyola,
2000.
BENVENISTE, É. Comunicação animal e linguagem humana. In: ______. Problemas de
linguística geral. Trad. Maria da Gloria Novak e Maria Luisa Neri. 4. ed. vol. I. Campinas,
SP: Pontes, 1995. Editora da Universidade Estadual de Campinas. p.60-67; 68-80.
BORTONI-RICARDO, S. M. A variação linguística como processo identitário. In: ______.
Nós cheguemu na escola, e agora?: sóciolinguística e educação. 2. ed. São Paulo:
Parábola, 2005. p. 175-180.
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Paulo, Loyola, 2002. p. 135-154.
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http://www.museulinguaportuguesa.org.br Acesso em: 15/02/2009
FARACO, C. A. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola,
2008.
FRANCHI, C.; NEGRÃO, E. V.; MÜLLER, A. L. Mas o que é mesmo “gramática”? São
Paulo: Parábola, 2006. (Na Ponta da Língua, 15).
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falamos. São Paulo: Contexto, 2006.
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SCHERRE, M. M. P. Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia
preconceito. São Paulo: Parábola, 2005. (Língua[gem]).
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Linguística. São Paulo: Loyola, 2001, p. 279-283.

Líng portug, poder e divers cult

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    PROCESSO SELETIVO PARAVAGAS RESIDUAIS 2013 LÍNGUA PORTUGUESA, PODER E DIVERSIDADE CULTURAL CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Língua, linguagem, fala 2. Língua e diversidade cultural 3. Gramática(s) 3.1 Noções de gramática; 3.2 Tipos de gramática; 3.3 Gramática e língua; 3.4 Gramáticas de resistência. 4. A língua portuguesa e os domínios 4.1 Unidade e diversidade do português; 4.2 O português no tempo; 4.3 O português no espaço; 4.4 O português brasileiro. 5. Diversidade linguística e cultural 5.1 Tensão entre unidade e diversidade; 5.2 Variação linguística: 5.2.1 Níveis de variação; 5.2.2 Tipos de variação. 5.3 Variação linguística e identidade; 5.4 Variedades do português do Brasil. 6. Normas 6.1 Norma-padrão – contextualização política e histórica; 6.2 Processos de legitimação da norma padrão; 6.3 Norma culta; 6.4 Normas populares; 6.5 O continuum entre normas populares e cultas e sua relação com a norma-padrão.
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    7. Língua epoder 7.1 A noção de “erro”; 7.2 O preconceito linguístico; 7.3 Língua e os estratos sociais. BIBLIOGRAFIA ALVAREZ, M. C. Sociedade, norma & poder. In: BAGNO, Marcos (Org.). Linguística da norma. São Paulo: Loyola, 2002. p. 135-154. ANTUNES, I. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola, 2007. BAGNO, M. A norma oculta: língua & poder na sociedade brasileira. São Paulo: Parábola, 2005. ______. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola, 2007. ______. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 5 ed. São Paulo: Edições Loyola, 2000. BENVENISTE, É. Comunicação animal e linguagem humana. In: ______. Problemas de linguística geral. Trad. Maria da Gloria Novak e Maria Luisa Neri. 4. ed. vol. I. Campinas, SP: Pontes, 1995. Editora da Universidade Estadual de Campinas. p.60-67; 68-80. BORTONI-RICARDO, S. M. A variação linguística como processo identitário. In: ______. Nós cheguemu na escola, e agora?: sóciolinguística e educação. 2. ed. São Paulo: Parábola, 2005. p. 175-180. BRITO, P. Língua e ideologia. In: BAGNO, Marcos (Org.). Linguística da norma. São Paulo, Loyola, 2002. p. 135-154. CALLOU, D.; LEITE, Y. Como falam os brasileiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. CASTILHO, A. T. de. O que se entende por língua e linguagem? Disponível em: http://www.museulinguaportuguesa.org.br Acesso em: 15/02/2009 FARACO, C. A. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola, 2008. FRANCHI, C.; NEGRÃO, E. V.; MÜLLER, A. L. Mas o que é mesmo “gramática”? São Paulo: Parábola, 2006. (Na Ponta da Língua, 15). GNERRE, M. Linguagem, escrita e poder. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
  • 3.
    HALL, S. Aidentidade cultural na pós-modernidade. Trad. Tomáz Tadeu da Silva e Guacira Lopes Louro. 7. ed. Rio de Janeiro: DP &A. 2003. ILARI, R.; BASSO, R. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos. São Paulo: Contexto, 2006. LEITE, M. Q. Preconceito e intolerância na linguagem. São Paulo: Contexto, 2008. (Linguagem & ensino). MACHADO, A. M. Língua portuguesa: impressões pessoais. In: HENRIQUES, Claudio C.; PEREIRA, M. Teresa G. Língua e transdisciplinariddade: rumos, conexões e sentidos. São Paulo: Contexto, 2002. p. 13-23. MARTELOTTA, M. E. Conceitos de gramática. In: ______ (Org.). Manual de linguística. São Paulo: Contexto, 2008. p. 43-70. MATEUS, M. H. M. Unidade e diversidade da língua portuguesa. In: ______. A face exposta da língua portuguesa. Lisboa: IN-CM, 2002. MATTOS E SILVA, R. V. Ensaios para uma socio-história do português brasileiro. São Paulo: Parábola, 2004. NEVES, M. H. de M. A língua portuguesa em questão: uso, padrão e identidade linguística. Disponível em: http://www4.mackenzie.br/fileadmin/Pos_Graduacao/Doutorado/Letras/Publicacoes/Artigo _MariaHelenaMouraNeves_AlinguaPortuguesaemQuestao.pdf. Acesso em: 01.1l.08. PAGOTTO, E. G. Identidade e discurso. In: ______. Variação e (‘) identidade. Maceió: EDUFAL, 2004. p. 109-133. Cap. 2. ______. Variedades do português no mundo e no Brasil. Disponível em: http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=s0009- 67252005000200017&script=sci_arttext. Acesso em: 01.11.08. PETTER, M. Linguagem, língua, linguística. In: FIORIN, J. L. (org.). Introdução à linguística: exercícios práticos. São Paulo: Contexto, 2003. p. 11-24. PINKER, S. O instinto da linguagem: como a mente cria a linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2002. PRETI, D. Variação lexical e prestígio social das palavras. In: ______ (org.). Léxico na língua oral e na escrita. São Paulo: Humanitas/FFLCH/USP, 2003. p. 47-67. RAJAGOPALAN, K. A construção de identidades e a política de representação. In: FERREIRA, L. M. A.; ORRICO, Evelyn G. D. (org.) Linguagem, identidade e memória social: novas fronteiras, novas articulações. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. p. 77-88.
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    ______. O conceitode identidade em Linguística: é chegada a hora para uma reconsideração radical? Tradução de A. Pisetta. In: SIGNORINI, I. (Org.). Língua (gem) e Identidade. Campinas: Mercado das Letras; São Paulo: Fapesp, 1998. p. 21-45. RODRIGUES, A. D. Problemas relativos à descrição do português contemporâneo como língua padrão no Brasil. In: BAGNO, M. Linguística da norma. São Paulo: Loyola, 2002. p.11-25. SCHERRE, M. M. P. Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia preconceito. São Paulo: Parábola, 2005. (Língua[gem]). SILVA, M. B. A escola, a gramática e a norma. In: BAGNO, Marcos (Org.). Linguística da norma. São Paulo: Loyola, 2002. p. 253-265. YAGUELLO, M. Não mexe com a minha língua! In: BAGNO, Marcos (Org.). Norma Linguística. São Paulo: Loyola, 2001, p. 279-283.