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ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
• Professor(a), faça a introdução da lição com a seguinte
pergunta: “Quais são as principais diferenças entre as
Cartas de l e 2 Coríntio s ?” Depois de ouvir os alunos,
distribua as cópias e diga que as duas Cartas são muito
diferentes. A seguir, leia o texto com os alunos e explique
as principais diferenças.
TEXTO BÍBLICO – 1ª Coríntios 3.1-3
1 E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a
carnais, como a meninos em Cristo.
2 Com leite vos criei e não com manjar, porque ainda não podíeis, nem
tampouco ainda agora podeis;
3 Porque ainda sois carnais, pois, havendo entre vós inveja, contendas
e dissensões, não sois, porventura, carnais e não andais segundo os
homens?
TEXTO BÍBLICO – 1ª Coríntios 6.16-20
16 Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz faz-se um corpo
com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne.
17 Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espirito.
18 Fugi da prostituição. Todo pecado que o homem comete é fora do
corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu
próprio corpo.
19 Ou não sabeis que o nosso corpo é o templo do Espirito Santo, que
habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?
20 Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no
vosso corpo e no vosso espirito, os quais pertencem a Deus.
Interação
A igreja na cidade de Corinto tinha muitos dons espirituais, contudo os
crentes não estavam livres de enfrentar problemas. Atualmente muitos
servos de Deus, influenciados pela Teologia da Prosperidade, acreditam que
os crentes fiéis não podem experimentar aflições ou tribulações. Contudo no
primeiro tópico da lição desta semana temos a oportunidade de explicar aos
alunos que o crente fiel também sofre infortúnios; Paulo é um exemplo. Logo
no primeiro versículo da Primeira Carta aos Coríntios encontramos a
seguinte afirmação: “Paulo (chamado apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade
de Deus)” […]. Essa afirmação nos mostra que ele enfrentou oposição,
perseguição e experimentou grande sofrimento, pois muitos não
acreditavam no seu apostolado. Todavia, o Deus que o comissionou não o
deixou sozinho, mas esteve ao seu lado em todo o tempo.
Neste texto encontramos:
- Apresentação do autor: apóstolo de Cristo Jesus pela Vontade de Deus. v. 1a.
- Sóstenes: parceiro de ministério. v. 1b; Atos 18. 17.
- Corinto: igreja de Deus santificada em Cristo Jesus para viver em santidade de vida.
v. 2a.
- Universalidade da carta e senhorio de Jesus Cristo. v. 2b.
- A fonte da Graça e da Paz é Deus-Pai e Deus-Filho que as concede aos Seus filhos
pelo ministério do Espírito Santo. v. 3; João 14, 27; Rm 5. 1.
- Gratidão pelos agraciados por Deus em Cristo. v. 4.
- A igreja é enriquecida em Cristo: na palavra e no conhecimento. v. 5.
- O testemunho de Cristo: implantação do Evangelho na igreja. v. 6.
- O Evangelho disponibilizou todos os dons espirituais para a igreja de Cristo. v. 7a.
- A igreja se mantém em vigilância e confiança permanente na espera pela volta de
Jesus Cristo. v. 7b.
- Jesus Cristo se responsabiliza para que a igreja se mantenha irrepreensível até o dia
do encontro com Ele. v. 8.
- A fidelidade de Deus nos chamou à comunhão com Jesus Cristo e nela nos mantém.
v. 9.
Saudações de Paulo à Igreja
1.1-3 — As palavras iniciais de Paulo são mais do que simples termos
de saudação. Os primeiros versículos introduzem os temas de sua
carta. Portanto, em sua saudação, Paulo estabelece sua autoridade
apostólica (1 Co 9.1-27), a santificação de seus leitores (1 Co 5.1) e a
unidade de todos os cristãos (1 Co 1.10-17).
A saudação de Paulo segue o padrão da maioria das cartas do
século I, tendo três partes: o nome do autor (v. 1), os receptores
(v. 2) e a saudação (v. 3).
Saudações de Paulo à Igreja
1.1 — Pela vontade de Deus. A igreja de Corinto valorizava muito a
sabedoria humana. Essa ênfase equivocada levou alguns da igreja a
questionarem a autoridade de Paulo (v. 12; 9.1,2). Eles se
esqueceram de que Jesus Cristo o chamou para seu ministério como
apóstolo de Jesus Cristo (Paulo usa o mesmo título em 2ª Co 1.1).
1.2,3 — A igreja de Deus local é composta de pessoas que se
identificam com Deus e se reúnem para adorar e servir a Ele.
Santificados em Cristo Jesus. A santidade dos coríntios era fruto de
seu posicionamento em Cristo, não de sua própria bondade. O tempo
do verbo santificados indica que Deus santificou os coríntios em um
momento específico no passado, criando uma condição que eles
ainda desfrutavam no presente.
1. Paulo era grato pela conversão dos coríntios (vv.
4-6).
Como era costume em suas Cartas, Paulo inclui na introdução as ações
de graças a Deus pela obra de Cristo na vida de seus ouvintes. O hábito
de orar pelas pessoas desenvolve em quem ora o sentimento de
empatia, de se colocar no lugar do outro sobre quem se ora. O
apóstolo agradece a conversão dos coríntios e sua fé em Cristo, fruto
das pregações e testemunho de vida na convivência de 18 meses
naquela igreja.
2. As palavras amáveis de Paulo (1.8)
A ação de graças pela vida e fé dos destinatários prepararam o caminho
para o que estava por vir. Paulo prepara o coração dos ouvintes para
escrever a respeito de suas preocupações, que vieram depois de ser
informado do mal comportamento dos crentes em Corinto.
Por isso deixa claro que a nossa conduta no presente pode
comprometer o nosso futuro. Assim, um dos objetivos de sua carta era
dissipar os conflitos e comportamentos que não condiziam com a vida
cristã.
3. A expectativa de Paulo estava alicerçada na
fidelidade de Deus (v. 9)
Na igreja em Corinto existiam muitas práticas que não agradavam a
Deus, mas Paulo nunca desistiu da igreja e de seus membros. Por mais
falhas que o ser humano tenha, Deus sempre está disposto a perdoá-lo,
à medida que se arrependa dos pecados e os abandone.
1. Os dons espirituais.
Uma igreja de muitos dons, mas carnal. Os dons do Espírito concedidos
por Deus à igreja de Corinto tinham por finalidade prepará-la e
santificá-la para o serviço do evangelho: a proclamação da Palavra de
Deus naquela cidade. Todavia, além de aquela igreja não usar
corretamente os dons que recebera do Pai, tinha em seu meio divisões,
inveja, imoralidade sexual, etc. Como pode uma igreja evidentemente
cristã ser ao mesmo tempo carnal e imoral? Por isso Paulo a chama de
carnal e imatura (1Co 3.1,3). Com este relato, aprendemos que as
manifestações espirituais na igreja local não são propriamente
indicadoras de seriedade, espiritualidade e santidade. Uma igreja onde
predominam a inveja, contenda e dissensões, nem de longe pode ser
chamada de espiritual, e sim de carnal.
2. Os dons espirituais não definem a nossa
espiritualidade.
Dom não é sinal de superioridade espiritual. Muitos creem erroneamente
que os irmãos agraciados com dons da parte de Deus são, por isso, mais
espirituais que os outros. Todavia, os dons do Espírito são concedidos pela
graça de Deus. Por ser resultado da graça divina, não recebemos tais dons
por méritos próprios, mas pela bondade e misericórdia de Deus. Que a
mensagem de Jesus possa ressoar em nossa consciência e convencer-nos de
uma vez por todas de que os dons não são garantia de espiritualidade
genuína: “Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos
nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu
nome, não fizemos muitas maravilhas? E, então, lhes direi abertamente:
Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade” (Mt
7.22,23).
3. Os dons são capacitações para o serviço.
Os dons espirituais são um “arsenal” à disposição do corpo de Cristo
para o cumprimento eficaz de sua missão na terra. Como já foi dito, o
propósito dos dons é edificar toda a igreja, todo Corpo de Cristo para
ser abençoado, exortado e consolado. Por isso, nunca devemos usar os
santos dons de Deus em benefício particular, como se fosse algo
exclusivo de certas pessoas. Somos chamados a servir a Igreja do
Senhor, e não a utilizar os dons de Deus para nós mesmos.
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  • 1.
  • 2.
  • 3.
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  • 5. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA • Professor(a), faça a introdução da lição com a seguinte pergunta: “Quais são as principais diferenças entre as Cartas de l e 2 Coríntio s ?” Depois de ouvir os alunos, distribua as cópias e diga que as duas Cartas são muito diferentes. A seguir, leia o texto com os alunos e explique as principais diferenças.
  • 6.
  • 7.
  • 8. TEXTO BÍBLICO – 1ª Coríntios 3.1-3 1 E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo. 2 Com leite vos criei e não com manjar, porque ainda não podíeis, nem tampouco ainda agora podeis; 3 Porque ainda sois carnais, pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois, porventura, carnais e não andais segundo os homens?
  • 9. TEXTO BÍBLICO – 1ª Coríntios 6.16-20 16 Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne. 17 Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espirito. 18 Fugi da prostituição. Todo pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. 19 Ou não sabeis que o nosso corpo é o templo do Espirito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? 20 Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espirito, os quais pertencem a Deus.
  • 10.
  • 11. Interação A igreja na cidade de Corinto tinha muitos dons espirituais, contudo os crentes não estavam livres de enfrentar problemas. Atualmente muitos servos de Deus, influenciados pela Teologia da Prosperidade, acreditam que os crentes fiéis não podem experimentar aflições ou tribulações. Contudo no primeiro tópico da lição desta semana temos a oportunidade de explicar aos alunos que o crente fiel também sofre infortúnios; Paulo é um exemplo. Logo no primeiro versículo da Primeira Carta aos Coríntios encontramos a seguinte afirmação: “Paulo (chamado apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus)” […]. Essa afirmação nos mostra que ele enfrentou oposição, perseguição e experimentou grande sofrimento, pois muitos não acreditavam no seu apostolado. Todavia, o Deus que o comissionou não o deixou sozinho, mas esteve ao seu lado em todo o tempo.
  • 12.
  • 13. Neste texto encontramos: - Apresentação do autor: apóstolo de Cristo Jesus pela Vontade de Deus. v. 1a. - Sóstenes: parceiro de ministério. v. 1b; Atos 18. 17. - Corinto: igreja de Deus santificada em Cristo Jesus para viver em santidade de vida. v. 2a. - Universalidade da carta e senhorio de Jesus Cristo. v. 2b. - A fonte da Graça e da Paz é Deus-Pai e Deus-Filho que as concede aos Seus filhos pelo ministério do Espírito Santo. v. 3; João 14, 27; Rm 5. 1. - Gratidão pelos agraciados por Deus em Cristo. v. 4. - A igreja é enriquecida em Cristo: na palavra e no conhecimento. v. 5. - O testemunho de Cristo: implantação do Evangelho na igreja. v. 6. - O Evangelho disponibilizou todos os dons espirituais para a igreja de Cristo. v. 7a. - A igreja se mantém em vigilância e confiança permanente na espera pela volta de Jesus Cristo. v. 7b. - Jesus Cristo se responsabiliza para que a igreja se mantenha irrepreensível até o dia do encontro com Ele. v. 8. - A fidelidade de Deus nos chamou à comunhão com Jesus Cristo e nela nos mantém. v. 9.
  • 14. Saudações de Paulo à Igreja 1.1-3 — As palavras iniciais de Paulo são mais do que simples termos de saudação. Os primeiros versículos introduzem os temas de sua carta. Portanto, em sua saudação, Paulo estabelece sua autoridade apostólica (1 Co 9.1-27), a santificação de seus leitores (1 Co 5.1) e a unidade de todos os cristãos (1 Co 1.10-17). A saudação de Paulo segue o padrão da maioria das cartas do século I, tendo três partes: o nome do autor (v. 1), os receptores (v. 2) e a saudação (v. 3).
  • 15. Saudações de Paulo à Igreja 1.1 — Pela vontade de Deus. A igreja de Corinto valorizava muito a sabedoria humana. Essa ênfase equivocada levou alguns da igreja a questionarem a autoridade de Paulo (v. 12; 9.1,2). Eles se esqueceram de que Jesus Cristo o chamou para seu ministério como apóstolo de Jesus Cristo (Paulo usa o mesmo título em 2ª Co 1.1). 1.2,3 — A igreja de Deus local é composta de pessoas que se identificam com Deus e se reúnem para adorar e servir a Ele. Santificados em Cristo Jesus. A santidade dos coríntios era fruto de seu posicionamento em Cristo, não de sua própria bondade. O tempo do verbo santificados indica que Deus santificou os coríntios em um momento específico no passado, criando uma condição que eles ainda desfrutavam no presente.
  • 16.
  • 17. 1. Paulo era grato pela conversão dos coríntios (vv. 4-6). Como era costume em suas Cartas, Paulo inclui na introdução as ações de graças a Deus pela obra de Cristo na vida de seus ouvintes. O hábito de orar pelas pessoas desenvolve em quem ora o sentimento de empatia, de se colocar no lugar do outro sobre quem se ora. O apóstolo agradece a conversão dos coríntios e sua fé em Cristo, fruto das pregações e testemunho de vida na convivência de 18 meses naquela igreja.
  • 18. 2. As palavras amáveis de Paulo (1.8) A ação de graças pela vida e fé dos destinatários prepararam o caminho para o que estava por vir. Paulo prepara o coração dos ouvintes para escrever a respeito de suas preocupações, que vieram depois de ser informado do mal comportamento dos crentes em Corinto. Por isso deixa claro que a nossa conduta no presente pode comprometer o nosso futuro. Assim, um dos objetivos de sua carta era dissipar os conflitos e comportamentos que não condiziam com a vida cristã.
  • 19. 3. A expectativa de Paulo estava alicerçada na fidelidade de Deus (v. 9) Na igreja em Corinto existiam muitas práticas que não agradavam a Deus, mas Paulo nunca desistiu da igreja e de seus membros. Por mais falhas que o ser humano tenha, Deus sempre está disposto a perdoá-lo, à medida que se arrependa dos pecados e os abandone.
  • 20.
  • 21. 1. Os dons espirituais. Uma igreja de muitos dons, mas carnal. Os dons do Espírito concedidos por Deus à igreja de Corinto tinham por finalidade prepará-la e santificá-la para o serviço do evangelho: a proclamação da Palavra de Deus naquela cidade. Todavia, além de aquela igreja não usar corretamente os dons que recebera do Pai, tinha em seu meio divisões, inveja, imoralidade sexual, etc. Como pode uma igreja evidentemente cristã ser ao mesmo tempo carnal e imoral? Por isso Paulo a chama de carnal e imatura (1Co 3.1,3). Com este relato, aprendemos que as manifestações espirituais na igreja local não são propriamente indicadoras de seriedade, espiritualidade e santidade. Uma igreja onde predominam a inveja, contenda e dissensões, nem de longe pode ser chamada de espiritual, e sim de carnal.
  • 22. 2. Os dons espirituais não definem a nossa espiritualidade. Dom não é sinal de superioridade espiritual. Muitos creem erroneamente que os irmãos agraciados com dons da parte de Deus são, por isso, mais espirituais que os outros. Todavia, os dons do Espírito são concedidos pela graça de Deus. Por ser resultado da graça divina, não recebemos tais dons por méritos próprios, mas pela bondade e misericórdia de Deus. Que a mensagem de Jesus possa ressoar em nossa consciência e convencer-nos de uma vez por todas de que os dons não são garantia de espiritualidade genuína: “Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? E, então, lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade” (Mt 7.22,23).
  • 23. 3. Os dons são capacitações para o serviço. Os dons espirituais são um “arsenal” à disposição do corpo de Cristo para o cumprimento eficaz de sua missão na terra. Como já foi dito, o propósito dos dons é edificar toda a igreja, todo Corpo de Cristo para ser abençoado, exortado e consolado. Por isso, nunca devemos usar os santos dons de Deus em benefício particular, como se fosse algo exclusivo de certas pessoas. Somos chamados a servir a Igreja do Senhor, e não a utilizar os dons de Deus para nós mesmos.