SlideShare uma empresa Scribd logo
Pedagogia da Ação Pastoral 
“como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos". 
Ricardo Gondim pastorgondim@hotmail.com
TEOLOGIA PASTORAL Ciência que trata dos fundamentos bíblicos para o ministério pastoral, bem como das relações do pastor quanto ao seu trabalho, igreja, família, mundo etc. 
•Mas talvez podemos analisar que esta Teologia Pastoral, a qual pode se confundir, as vezes, com a Psicologia Pastoral, deveria se iniciar desde de uma visão bíblica antropocêntrica, ou seja, o homem enquanto ser, e em si mesmo; tanto o homem como ser emissário de Deus, como o homem sendo o alvo. 
•O mais importante, o homem, depois suas demais relações, família, igreja, mundo etc.
TEOLOGIA MINISTERIAL 
Esquadrinhar uma teologia ministerial não deixa de ser uma tentativa de se tentar falar ou referir-se num mundo de percepções que se dão com muita sensibilidade espiritual. 
Sendo então que, nós nos atamos em poucas partes deste todo, mas que demonstram um esboço da teologia pastoral. 
Teologia Ministerial implica também os vários ministérios manifestados, como numa engrenagem, a engrenagem do Reino, onde junta as peças, todas são de importância relevante para o bom desenvolvimento da missão da igreja (missio eklesia), seja liderança, louvor, evangelismo, educação, pastoreamento, misericórdia, intercessão etc.
UMA BASE BIBLICA PARA O MINISTERIO 
•O homem não pode criar um relacionamento com Deus no sentido de conhecimento, pois isto seria contraditório sendo o homem criatura limitada. O conhecimento de Deus pelo o homem somente se manifesta se o próprio Deus se der a conhecer. 
•Mas este princípio, de aventurarmos a fazer teologia, se dá mediante a revelação de Deus; revelação esta que o homem deve constantemente buscar. Jesus Cristo é a máxima revelação de Deus, expressão plena de seu amor para com o homem
Nesta conclusão, observamos que Deus tem o homem como o mais importante seja ele quem seja ou como esteja. Assim a Bíblia trás referencias do seu IDE, visando o homem , objeto de seu amor. 
Neste contexto, de que Deus deseja este relacionamento podemos rever dados bíblicos para formação de uma teologia pastoral. Pôr exemplo: 
Quando a Bíblia trás palavras do próprio Jesus “ Eu vim para ...”, Meu Pai me enviou para ...”, Eu fui enviado para ...”. 
Toda teologia que nós aventuramos formalizar seria dentro de uma focalização cristocêntrica na missão e construção de uma teologia pastoral, esta frase “fui enviado ...”, não tem menos que 40 vezes no NT.
Não venho de min mesmo, mas sim que fui enviado pôr Aquele que é verdadeiro, o qual vocês não o conhecem, Eu o conheço pôr que procedo dEle e foi Ele que me enviou- Jo 7:28 
Os termos mais importantes ou destacados são enviar ou vir, e são termos usados constantemente. 
Assim que, como Tu me enviaste ao mundo, Eu também vos envio Jo 17:18
•No decorrer de sua mensagem ou do desenvolvimento de sua reflexão vemos um tempo onde a igreja se torna instrumento desta missão, sendo ela capacitada, comissionada e enviada pôr Jesus Cristo. 
•Estes textos acima fazem uma referência específica a Jesus e a Missio Dei, mas a igreja passa a receber referência que agora a responsabilidade lhe pertence, e as citações bíblicas são a ela direcionadas. 
•Jesus os deu o nome de enviados, Apóstolos .
Pôr outro lado é muito bom, e necessário, ressaltar a teologia pastoral que além de bíblica e cristocêntrica, que logicamente não poderia de deixar de ser, tem sua ênfase caracterizada, esta pôr alguns pontos, que são eles: 
Proclamação, 
Ensino, 
Serviço, 
Comunhão, 
Profecia e 
Adoração
Proclamação. Este tem haver com o aspecto “kerigmático” da igreja. Esta afirmação é enfática e axiomática pois nada, ninguém ou até qualquer instituição tem tamanho privilégio de ser proclamadora do Reino de Deus. O Dom maior, Espírito Santo, com suas ferramentas, são presentes para a igreja cumprir o seu ministério. Kerigma (do grego: kérygma) é uma palavra usada no Novo Testamento com o significado de mensagem, pregação, anúncio ou proclamação.
O Espírito do Senhor está sobre Mim, porque Me ungiu, para anunciar a Boa Nova aos pobres, para proclamar a libertação dos cativos, recobrar a vista aos cegos, pôr em liberdade os oprimidos, proclamar um ano de graça do Senhor. Isaias 61.1 
•Após a leitura Jesus se identificou como o Messias prenunciado pelo profeta, aquele que traria as boas novas, ou o Evangelho . 
•A afirmação de que Jesus faz nesse momento é conhecido como o kerigma e é a base de sua pregação aos homens.
•Depois que terminou de instruir seus doze discípulos, Jesus saiu para ensinar e pregar nas cidades da Galiléia. 
•João, ao ouvir na prisão o que Cristo estava fazendo, enviou seus discípulos para lhe perguntarem: 
•"És tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro? “ 
•Jesus respondeu: "Voltem e anunciem a João o que vocês estão ouvindo e vendo: 
•os cegos vêem, os mancos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e as boas novas são pregadas aos pobres; Mateus 11:1-5 
Proclamação do Reino
Ensino. 
Este é o aspecto disciplinar e formativo da igreja. Era a primazia do ministério de Jesus. A maior ênfase de todo a caminhada do ministério de Jesus foi no ensino da Palavra. Sua proposta pedagógica pastoral pretendia revelar o verdadeiro propósito das sagradas escrituras, Revelar um Deus pessoal.
I Colossenses 
Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, aos santos e fiéis irmãos em Cristo que estão em Colossos: A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. 
Sempre agradecemos a Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, quando oramos por vocês, pois temos ouvido falar da fé que vocês têm em Cristo Jesus e do amor que têm por todos os santos, por causa da esperança que lhes está reservada nos céus, a respeito da qual vocês ouviram por meio da palavra da verdade, o evangelho que chegou até vocês. Por todo o mundo este evangelho vai frutificando e crescendo, como também ocorre entre vocês, desde o dia em que o ouviram e entenderam a graça de Deus em toda a sua verdade. Vocês o aprenderam de Epafras, nosso amado cooperador, fiel ministro de Cristo para conosco, que também nos falou do amor que vocês têm no Espírito.
Por essa razão, desde o dia em que o ouvimos, não deixamos de orar por vocês e de pedir que sejam cheios do pleno conhecimento da vontade de Deus, com toda a sabedoria e entendimento espiritual. E isso para que vocês vivam de maneira digna do Senhor e em tudo possam agradá-lo, frutificando em toda boa obra, crescendo no conhecimento de Deus e sendo fortalecidos com todo o poder, de acordo com a força da sua glória, para que tenham toda a perseverança e paciência com alegria, dando graças ao Pai, que nos tornou dignos de participar da herança dos santos no reino da luz. Pois ele nos resgatou do domínio das trevas e nos transportou para o Reino do seu Filho amado, em quem temos a redenção, a saber, o perdão dos pecados.
pleno conhecimento da vontade de Deus 
com toda a sabedoria e Discernimento 
vivam de maneira digna 
frutificando em toda boa obra 
crescendo no conhecimento de Deus 
sendo fortalecidos com todo o poder
Didaquê ("ensino","doutrina","instrução" em grego clássico), Instrução dos Doze Apóstolos ou Doutrina dos Doze Apóstolos 42 E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. Atos 2 17 Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina; I Timóteo 5
Filipenses 
Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus que estão em Filipos, com os bispos e diáconos: A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. Agradeço a meu Deus toda vez que me lembro de vocês. Em todas as minhas orações em favor de vocês, sempre oro com alegria por causa da cooperação que vocês têm dado ao evangelho, desde o primeiro dia até agora. Estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês, vai completá-la até o dia de Cristo Jesus. É justo que eu assim me sinta a respeito de todos vocês, uma vez que os tenho em meu coração, pois, quer nas correntes que me prendem, quer defendendo e confirmando o evangelho, todos vocês participam comigo da graça de Deus. Deus é minha testemunha de como tenho saudade de todos vocês, com a profunda afeição de Cristo Jesus.
Esta é a minha oração: Que o amor de vocês aumente cada vez mais em conhecimento e em toda a percepção, para discernirem o que é melhor, a fim de serem puros e irrepreensíveis até o dia de Cristo, cheios do fruto da justiça, fruto que vem por meio de Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.
Que o amor de voces aumentem 
Em conhecmento e em toda percepção 
Para discernirem o que é melhor 
A fim de serem puros e irrepreensíveis 
Cheios do fruto da justiça
Efésios Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, aos santos e fiéis em Cristo Jesus que estão em Éfeso. A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo. Porque Deus nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença. Em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos, por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da sua vontade, para o louvor da sua gloriosa graça, a qual nos deu gratuitamente no Amado. Nele temos a redenção por meio de seu sangue, o perdão dos pecados, de acordo com as riquezas da graça de Deus, a qual ele derramou sobre nós com toda a sabedoria e entendimento.
E nos revelou o mistério da sua vontade, de acordo com o seu bom propósito que ele estabeleceu em Cristo, isto é, de fazer convergir em Cristo todas as coisas, celestiais ou terrenas, na dispensação da plenitude dos tempos. Nele fomos também escolhidos, tendo sido predestinados conforme o plano daquele que faz todas as coisas segundo o propósito da sua vontade, a fim de que nós, os que primeiro esperamos em Cristo, sejamos para o louvor da sua glória. Quando vocês ouviram e creram na palavra da verdade, o evangelho que os salvou, vocês foram selados em Cristo com o Espírito Santo da promessa, que é a garantia da nossa herança até a redenção daqueles que pertencem a Deus, para o louvor da sua glória.
Por essa razão, desde que ouvi falar da fé que vocês têm no Senhor Jesus e do amor que demonstram para com todos os santos, não deixo de dar graças por vocês, mencionando-os em minhas orações. Peço que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o glorioso Pai, lhes dê espírito de sabedoria e de revelação, no pleno conhecimento dele. Oro também para que os olhos do coração de vocês sejam iluminados, a fim de que vocês conheçam a esperança para a qual ele os chamou, as riquezas da gloriosa herança dele nos santos e a incomparável grandeza do seu poder para conosco, os que cremos, conforme a atuação da sua poderosa força.
Dê espírito de sabedoria e de revelação 
No pleno Conhecimeno Dele 
Os olhos do coração sejam iluminados 
A fim de que voces conheçam a esperança 
Atuação de sua poderosa força
•Tanto na proclamação, ou kerigma, como no ensino, ou didaquê, a ênfase sempre era na palavra como a expressão de uma pessoa viva e ressurreta, com quem se pode ter um relacionamento, e não na sistematização de um credo, uma doutrina, uma série de regras ou dogmas. 
•Era a verbalização de algo vivo, de que todos que o anunciavam eram participantes e testemunhas. 
•O conselho de Deus era constituído de duas coisas: Kerigma e Didaque.
Introdução (vocação e ensino)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

O que e Igreja
O que e IgrejaO que e Igreja
O que e Igreja
Pastor Wanderley
 
Aula 2 - Seminário sobre a Igreja
Aula 2 - Seminário sobre a IgrejaAula 2 - Seminário sobre a Igreja
Aula 2 - Seminário sobre a Igreja
IBC de Jacarepaguá
 
Aula de Apresentação do Seminário: SOBRE A IGREJA...
Aula de Apresentação do Seminário: SOBRE A IGREJA...Aula de Apresentação do Seminário: SOBRE A IGREJA...
Aula de Apresentação do Seminário: SOBRE A IGREJA...
IBC de Jacarepaguá
 
E.b.d jovens 1ºtrimestre 2017 lição 02
E.b.d   jovens 1ºtrimestre 2017 lição 02E.b.d   jovens 1ºtrimestre 2017 lição 02
E.b.d jovens 1ºtrimestre 2017 lição 02
Joel Silva
 
Aula 4 - Seminário sobre a Igreja
Aula 4 - Seminário sobre a IgrejaAula 4 - Seminário sobre a Igreja
Aula 4 - Seminário sobre a Igreja
IBC de Jacarepaguá
 
E.b.d jovens 1ºtrimestre 2017 lição 01
E.b.d   jovens 1ºtrimestre 2017 lição 01E.b.d   jovens 1ºtrimestre 2017 lição 01
E.b.d jovens 1ºtrimestre 2017 lição 01
Joel Silva
 
Aula 09 - Seminário Sobre a Igreja
Aula 09 - Seminário Sobre a IgrejaAula 09 - Seminário Sobre a Igreja
Aula 09 - Seminário Sobre a Igreja
IBC de Jacarepaguá
 
Aula 3 - Seminário sobre a Igreja
Aula 3 - Seminário sobre a IgrejaAula 3 - Seminário sobre a Igreja
Aula 3 - Seminário sobre a Igreja
IBC de Jacarepaguá
 
Aula 6 - Seminário sobre a Igreja
Aula 6 - Seminário sobre a IgrejaAula 6 - Seminário sobre a Igreja
Aula 6 - Seminário sobre a Igreja
IBC de Jacarepaguá
 
Aula 08 - Seminário Sobre a Igreja
Aula 08 - Seminário Sobre a IgrejaAula 08 - Seminário Sobre a Igreja
Aula 08 - Seminário Sobre a Igreja
IBC de Jacarepaguá
 
Aula 5 - Seminário sobre a Igreja
Aula 5 - Seminário sobre a IgrejaAula 5 - Seminário sobre a Igreja
Aula 5 - Seminário sobre a Igreja
IBC de Jacarepaguá
 
Aula 07 - Seminário Sobre a Igreja
Aula 07 - Seminário Sobre a IgrejaAula 07 - Seminário Sobre a Igreja
Aula 07 - Seminário Sobre a Igreja
IBC de Jacarepaguá
 
25 marcas da PIB de Palmas
25 marcas da PIB de Palmas25 marcas da PIB de Palmas
25 marcas da PIB de Palmas
Primeira Igreja Batista de Palmas
 
W. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-i
W. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-iW. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-i
W. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-i
Francisco Deuzilene
 
Lição 01- A Origem e Desenvolvimento da Igreja
Lição 01- A Origem e Desenvolvimento da IgrejaLição 01- A Origem e Desenvolvimento da Igreja
Lição 01- A Origem e Desenvolvimento da Igreja
Maxsuel Aquino
 
W. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-ii
W. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-iiW. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-ii
W. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-ii
Francisco Deuzilene
 
Um visão bíblica da Igreja
Um visão bíblica da IgrejaUm visão bíblica da Igreja
Um visão bíblica da Igreja
Viva a Igreja
 
A importância do Estudo Bíblico
A importância do Estudo BíblicoA importância do Estudo Bíblico
A importância do Estudo Bíblico
Eder L. Souza
 
O Tipo De Igreja Que Ajudarei A Estabelecer
O Tipo De Igreja Que Ajudarei A EstabelecerO Tipo De Igreja Que Ajudarei A Estabelecer
O Tipo De Igreja Que Ajudarei A Estabelecer
Pr. Eli Rocha Silva
 
Carta do Apostolo Paulo 1
Carta do Apostolo Paulo 1Carta do Apostolo Paulo 1
Carta do Apostolo Paulo 1
Mensagens Virtuais
 

Mais procurados (20)

O que e Igreja
O que e IgrejaO que e Igreja
O que e Igreja
 
Aula 2 - Seminário sobre a Igreja
Aula 2 - Seminário sobre a IgrejaAula 2 - Seminário sobre a Igreja
Aula 2 - Seminário sobre a Igreja
 
Aula de Apresentação do Seminário: SOBRE A IGREJA...
Aula de Apresentação do Seminário: SOBRE A IGREJA...Aula de Apresentação do Seminário: SOBRE A IGREJA...
Aula de Apresentação do Seminário: SOBRE A IGREJA...
 
E.b.d jovens 1ºtrimestre 2017 lição 02
E.b.d   jovens 1ºtrimestre 2017 lição 02E.b.d   jovens 1ºtrimestre 2017 lição 02
E.b.d jovens 1ºtrimestre 2017 lição 02
 
Aula 4 - Seminário sobre a Igreja
Aula 4 - Seminário sobre a IgrejaAula 4 - Seminário sobre a Igreja
Aula 4 - Seminário sobre a Igreja
 
E.b.d jovens 1ºtrimestre 2017 lição 01
E.b.d   jovens 1ºtrimestre 2017 lição 01E.b.d   jovens 1ºtrimestre 2017 lição 01
E.b.d jovens 1ºtrimestre 2017 lição 01
 
Aula 09 - Seminário Sobre a Igreja
Aula 09 - Seminário Sobre a IgrejaAula 09 - Seminário Sobre a Igreja
Aula 09 - Seminário Sobre a Igreja
 
Aula 3 - Seminário sobre a Igreja
Aula 3 - Seminário sobre a IgrejaAula 3 - Seminário sobre a Igreja
Aula 3 - Seminário sobre a Igreja
 
Aula 6 - Seminário sobre a Igreja
Aula 6 - Seminário sobre a IgrejaAula 6 - Seminário sobre a Igreja
Aula 6 - Seminário sobre a Igreja
 
Aula 08 - Seminário Sobre a Igreja
Aula 08 - Seminário Sobre a IgrejaAula 08 - Seminário Sobre a Igreja
Aula 08 - Seminário Sobre a Igreja
 
Aula 5 - Seminário sobre a Igreja
Aula 5 - Seminário sobre a IgrejaAula 5 - Seminário sobre a Igreja
Aula 5 - Seminário sobre a Igreja
 
Aula 07 - Seminário Sobre a Igreja
Aula 07 - Seminário Sobre a IgrejaAula 07 - Seminário Sobre a Igreja
Aula 07 - Seminário Sobre a Igreja
 
25 marcas da PIB de Palmas
25 marcas da PIB de Palmas25 marcas da PIB de Palmas
25 marcas da PIB de Palmas
 
W. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-i
W. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-iW. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-i
W. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-i
 
Lição 01- A Origem e Desenvolvimento da Igreja
Lição 01- A Origem e Desenvolvimento da IgrejaLição 01- A Origem e Desenvolvimento da Igreja
Lição 01- A Origem e Desenvolvimento da Igreja
 
W. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-ii
W. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-iiW. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-ii
W. nee-restaurando-a-expressão-da-unidade-da-igreja-ii
 
Um visão bíblica da Igreja
Um visão bíblica da IgrejaUm visão bíblica da Igreja
Um visão bíblica da Igreja
 
A importância do Estudo Bíblico
A importância do Estudo BíblicoA importância do Estudo Bíblico
A importância do Estudo Bíblico
 
O Tipo De Igreja Que Ajudarei A Estabelecer
O Tipo De Igreja Que Ajudarei A EstabelecerO Tipo De Igreja Que Ajudarei A Estabelecer
O Tipo De Igreja Que Ajudarei A Estabelecer
 
Carta do Apostolo Paulo 1
Carta do Apostolo Paulo 1Carta do Apostolo Paulo 1
Carta do Apostolo Paulo 1
 

Destaque

Princípios de Orígenes
Princípios de OrígenesPrincípios de Orígenes
Princípios de Orígenes
Ricardo Gondim
 
Campanha de evangelismo da shalom
Campanha de evangelismo da shalomCampanha de evangelismo da shalom
Campanha de evangelismo da shalom
Flavio Brim
 
Cristãos acolhedores
Cristãos acolhedoresCristãos acolhedores
Cristãos acolhedores
Flavio Brim
 
Olhando abaixo da superfície
Olhando abaixo da superfícieOlhando abaixo da superfície
Olhando abaixo da superfície
Ricardo Gondim
 
Como nos tornamos uma igreja de programas
Como nos tornamos uma igreja de programasComo nos tornamos uma igreja de programas
Como nos tornamos uma igreja de programas
Flavio Brim
 
O problema do Perdão
O problema do PerdãoO problema do Perdão
O problema do Perdão
Ricardo Gondim
 
Ppt educación pilares
Ppt educación pilaresPpt educación pilares
Ppt educación pilares
FabiolaChavarry
 
O mito de satanás
O mito de satanásO mito de satanás
O mito de satanás
Joao Franca
 
Curso de teologia econômica 01
Curso de teologia econômica   01Curso de teologia econômica   01
Curso de teologia econômica 01
Joao Franca
 
Calendário shalom 2016
Calendário shalom 2016Calendário shalom 2016
Calendário shalom 2016
Flavio Brim
 
Slides shalom 2016 06 28
Slides shalom 2016 06 28Slides shalom 2016 06 28
Slides shalom 2016 06 28
Flavio Brim
 
Escatologia estudo 12 o juízo final
Escatologia  estudo 12   o juízo finalEscatologia  estudo 12   o juízo final
Escatologia estudo 12 o juízo final
Joao Franca
 
Aula 01 Escatologia o estado intermediário o destino dos mortos
Aula 01 Escatologia o estado intermediário o destino dos mortosAula 01 Escatologia o estado intermediário o destino dos mortos
Aula 01 Escatologia o estado intermediário o destino dos mortos
bpclaudio11
 
O evangelho de Paulo
O evangelho de PauloO evangelho de Paulo
O evangelho de Paulo
Ricardo Gondim
 
Escatologia estudo 05 a volta de cristo e a tribualção
Escatologia  estudo 05   a volta de cristo e a tribualçãoEscatologia  estudo 05   a volta de cristo e a tribualção
Escatologia estudo 05 a volta de cristo e a tribualção
Joao Franca
 
Estado intermediário
Estado intermediárioEstado intermediário
Estado intermediário
Joao Franca
 
A autosubstituição de Deus
A autosubstituição de DeusA autosubstituição de Deus
A autosubstituição de Deus
Ricardo Gondim
 
Estacatologia estudo 04 a volta de cristo
Estacatologia estudo 04   a volta de cristoEstacatologia estudo 04   a volta de cristo
Estacatologia estudo 04 a volta de cristo
Joao Franca
 
Salvação I
Salvação ISalvação I
Salvação I
Ricardo Gondim
 
Escatologia correntes escatológicas
Escatologia   correntes escatológicasEscatologia   correntes escatológicas
Escatologia correntes escatológicas
Joao Franca
 

Destaque (20)

Princípios de Orígenes
Princípios de OrígenesPrincípios de Orígenes
Princípios de Orígenes
 
Campanha de evangelismo da shalom
Campanha de evangelismo da shalomCampanha de evangelismo da shalom
Campanha de evangelismo da shalom
 
Cristãos acolhedores
Cristãos acolhedoresCristãos acolhedores
Cristãos acolhedores
 
Olhando abaixo da superfície
Olhando abaixo da superfícieOlhando abaixo da superfície
Olhando abaixo da superfície
 
Como nos tornamos uma igreja de programas
Como nos tornamos uma igreja de programasComo nos tornamos uma igreja de programas
Como nos tornamos uma igreja de programas
 
O problema do Perdão
O problema do PerdãoO problema do Perdão
O problema do Perdão
 
Ppt educación pilares
Ppt educación pilaresPpt educación pilares
Ppt educación pilares
 
O mito de satanás
O mito de satanásO mito de satanás
O mito de satanás
 
Curso de teologia econômica 01
Curso de teologia econômica   01Curso de teologia econômica   01
Curso de teologia econômica 01
 
Calendário shalom 2016
Calendário shalom 2016Calendário shalom 2016
Calendário shalom 2016
 
Slides shalom 2016 06 28
Slides shalom 2016 06 28Slides shalom 2016 06 28
Slides shalom 2016 06 28
 
Escatologia estudo 12 o juízo final
Escatologia  estudo 12   o juízo finalEscatologia  estudo 12   o juízo final
Escatologia estudo 12 o juízo final
 
Aula 01 Escatologia o estado intermediário o destino dos mortos
Aula 01 Escatologia o estado intermediário o destino dos mortosAula 01 Escatologia o estado intermediário o destino dos mortos
Aula 01 Escatologia o estado intermediário o destino dos mortos
 
O evangelho de Paulo
O evangelho de PauloO evangelho de Paulo
O evangelho de Paulo
 
Escatologia estudo 05 a volta de cristo e a tribualção
Escatologia  estudo 05   a volta de cristo e a tribualçãoEscatologia  estudo 05   a volta de cristo e a tribualção
Escatologia estudo 05 a volta de cristo e a tribualção
 
Estado intermediário
Estado intermediárioEstado intermediário
Estado intermediário
 
A autosubstituição de Deus
A autosubstituição de DeusA autosubstituição de Deus
A autosubstituição de Deus
 
Estacatologia estudo 04 a volta de cristo
Estacatologia estudo 04   a volta de cristoEstacatologia estudo 04   a volta de cristo
Estacatologia estudo 04 a volta de cristo
 
Salvação I
Salvação ISalvação I
Salvação I
 
Escatologia correntes escatológicas
Escatologia   correntes escatológicasEscatologia   correntes escatológicas
Escatologia correntes escatológicas
 

Semelhante a Introdução (vocação e ensino)

O que Jesus espera da igreja? A estrutura de Deus (3ª parte) by Pr. Nuno Lage
O que Jesus espera da igreja? A estrutura de Deus (3ª parte) by Pr. Nuno LageO que Jesus espera da igreja? A estrutura de Deus (3ª parte) by Pr. Nuno Lage
O que Jesus espera da igreja? A estrutura de Deus (3ª parte) by Pr. Nuno Lage
Igreja Presbiteriana Renovada de Castelo Branco
 
Cat02
Cat02Cat02
Dons e talentos usados para a gloria de deus
Dons e talentos usados para a gloria de deusDons e talentos usados para a gloria de deus
Dons e talentos usados para a gloria de deus
Tiago Silveira
 
"Somos mais que vencedores"
"Somos mais que vencedores""Somos mais que vencedores"
"Somos mais que vencedores"
JUERP
 
O 'evangelho' do evangelismo
O 'evangelho' do evangelismoO 'evangelho' do evangelismo
O 'evangelho' do evangelismo
Allen Porto
 
Pastoral doutrina-espírito-santo
Pastoral doutrina-espírito-santoPastoral doutrina-espírito-santo
Pastoral doutrina-espírito-santo
José do Carmo da Silva
 
Pastoral doutrina-espírito-santo
Pastoral doutrina-espírito-santoPastoral doutrina-espírito-santo
Pastoral doutrina-espírito-santo
José do Carmo da Silva
 
Lição 3 (Adultos) - IGREJA, AGÊNCIA EVANGELIZADORA
Lição 3 (Adultos) - IGREJA, AGÊNCIA EVANGELIZADORALição 3 (Adultos) - IGREJA, AGÊNCIA EVANGELIZADORA
Lição 3 (Adultos) - IGREJA, AGÊNCIA EVANGELIZADORA
Andrew Guimarães
 
Cartapastoral 2out2011
Cartapastoral 2out2011Cartapastoral 2out2011
Cartapastoral 2out2011
João Rufino de Sales
 
HISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉ
HISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉHISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉ
HISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉ
joaquim2010_2011
 
01 Dei Verbum
01  Dei Verbum01  Dei Verbum
01 Dei Verbum
Léo Mendonça
 
Deus criador dos céus e da terra
Deus   criador dos céus e da terraDeus   criador dos céus e da terra
Deus criador dos céus e da terra
Pastor Marcelo Silva
 
Historia da igreja
Historia da igrejaHistoria da igreja
Historia da igreja
ESTUDANTETEOLOGIA
 
Cat07
Cat07Cat07
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
Antonio Ferreira
 
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
Antonio Ferreira
 
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
Antonio Ferreira
 
Apostila os Ministérios e Dons da Igreja de Jesus Cristo
Apostila   os  Ministérios e Dons da Igreja de Jesus Cristo Apostila   os  Ministérios e Dons da Igreja de Jesus Cristo
Apostila os Ministérios e Dons da Igreja de Jesus Cristo
Robson Rocha
 
O ano da fé
O ano da féO ano da fé

Semelhante a Introdução (vocação e ensino) (20)

O que Jesus espera da igreja? A estrutura de Deus (3ª parte) by Pr. Nuno Lage
O que Jesus espera da igreja? A estrutura de Deus (3ª parte) by Pr. Nuno LageO que Jesus espera da igreja? A estrutura de Deus (3ª parte) by Pr. Nuno Lage
O que Jesus espera da igreja? A estrutura de Deus (3ª parte) by Pr. Nuno Lage
 
Lição 2 o propósito do curso
Lição 2   o propósito do cursoLição 2   o propósito do curso
Lição 2 o propósito do curso
 
Cat02
Cat02Cat02
Cat02
 
Dons e talentos usados para a gloria de deus
Dons e talentos usados para a gloria de deusDons e talentos usados para a gloria de deus
Dons e talentos usados para a gloria de deus
 
"Somos mais que vencedores"
"Somos mais que vencedores""Somos mais que vencedores"
"Somos mais que vencedores"
 
O 'evangelho' do evangelismo
O 'evangelho' do evangelismoO 'evangelho' do evangelismo
O 'evangelho' do evangelismo
 
Pastoral doutrina-espírito-santo
Pastoral doutrina-espírito-santoPastoral doutrina-espírito-santo
Pastoral doutrina-espírito-santo
 
Pastoral doutrina-espírito-santo
Pastoral doutrina-espírito-santoPastoral doutrina-espírito-santo
Pastoral doutrina-espírito-santo
 
Lição 3 (Adultos) - IGREJA, AGÊNCIA EVANGELIZADORA
Lição 3 (Adultos) - IGREJA, AGÊNCIA EVANGELIZADORALição 3 (Adultos) - IGREJA, AGÊNCIA EVANGELIZADORA
Lição 3 (Adultos) - IGREJA, AGÊNCIA EVANGELIZADORA
 
Cartapastoral 2out2011
Cartapastoral 2out2011Cartapastoral 2out2011
Cartapastoral 2out2011
 
HISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉ
HISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉHISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉ
HISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉ
 
01 Dei Verbum
01  Dei Verbum01  Dei Verbum
01 Dei Verbum
 
Deus criador dos céus e da terra
Deus   criador dos céus e da terraDeus   criador dos céus e da terra
Deus criador dos céus e da terra
 
Historia da igreja
Historia da igrejaHistoria da igreja
Historia da igreja
 
Cat07
Cat07Cat07
Cat07
 
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
 
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
 
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
15589344 evangelico-joel-r-beeke-a-tocha-dos-puritanos
 
Apostila os Ministérios e Dons da Igreja de Jesus Cristo
Apostila   os  Ministérios e Dons da Igreja de Jesus Cristo Apostila   os  Ministérios e Dons da Igreja de Jesus Cristo
Apostila os Ministérios e Dons da Igreja de Jesus Cristo
 
O ano da fé
O ano da féO ano da fé
O ano da fé
 

Mais de Ricardo Gondim

Ministros e despenseiros
Ministros e despenseirosMinistros e despenseiros
Ministros e despenseiros
Ricardo Gondim
 
Carnalidade, imaturidade e divisões
Carnalidade, imaturidade e divisõesCarnalidade, imaturidade e divisões
Carnalidade, imaturidade e divisões
Ricardo Gondim
 
Ninguem é de Ninguén
Ninguem é de NinguénNinguem é de Ninguén
Ninguem é de Ninguén
Ricardo Gondim
 
Seitas e Heresias
Seitas e HeresiasSeitas e Heresias
Seitas e Heresias
Ricardo Gondim
 
Poéticos II
Poéticos IIPoéticos II
Poéticos II
Ricardo Gondim
 
Históricos III
Históricos IIIHistóricos III
Históricos III
Ricardo Gondim
 
Poéticos I
Poéticos IPoéticos I
Poéticos I
Ricardo Gondim
 
Históricos II
Históricos IIHistóricos II
Históricos II
Ricardo Gondim
 
Históricos I
Históricos IHistóricos I
Históricos I
Ricardo Gondim
 
Aula 2 - Pentateuco
Aula 2 - PentateucoAula 2 - Pentateuco
Aula 2 - Pentateuco
Ricardo Gondim
 
Aula 1 apresentação site
Aula 1   apresentação siteAula 1   apresentação site
Aula 1 apresentação site
Ricardo Gondim
 
Aula 1 genesis
Aula 1   genesisAula 1   genesis
Aula 1 genesis
Ricardo Gondim
 
Aula 1 introdução
Aula 1   introduçãoAula 1   introdução
Aula 1 introdução
Ricardo Gondim
 
Meu teólogo favorito
Meu teólogo favoritoMeu teólogo favorito
Meu teólogo favorito
Ricardo Gondim
 
Aula 7 O homem diante da salvação
Aula 7   O homem diante da salvaçãoAula 7   O homem diante da salvação
Aula 7 O homem diante da salvação
Ricardo Gondim
 
Aula 6 - Cristo o Grande Sacerdote
Aula 6 - Cristo o Grande SacerdoteAula 6 - Cristo o Grande Sacerdote
Aula 6 - Cristo o Grande Sacerdote
Ricardo Gondim
 
Aula 5 - Revisando a Carta de Hebreus
Aula 5 - Revisando a Carta de HebreusAula 5 - Revisando a Carta de Hebreus
Aula 5 - Revisando a Carta de Hebreus
Ricardo Gondim
 
Aula 4 - Jesus, o grande Salvador
Aula 4  - Jesus, o grande SalvadorAula 4  - Jesus, o grande Salvador
Aula 4 - Jesus, o grande Salvador
Ricardo Gondim
 
Aula 3 A Superioridade do Evangelho
Aula 3   A Superioridade do EvangelhoAula 3   A Superioridade do Evangelho
Aula 3 A Superioridade do Evangelho
Ricardo Gondim
 
Aula 1 e 2 A mensagem de Hebreus
Aula 1 e 2   A mensagem de HebreusAula 1 e 2   A mensagem de Hebreus
Aula 1 e 2 A mensagem de Hebreus
Ricardo Gondim
 

Mais de Ricardo Gondim (20)

Ministros e despenseiros
Ministros e despenseirosMinistros e despenseiros
Ministros e despenseiros
 
Carnalidade, imaturidade e divisões
Carnalidade, imaturidade e divisõesCarnalidade, imaturidade e divisões
Carnalidade, imaturidade e divisões
 
Ninguem é de Ninguén
Ninguem é de NinguénNinguem é de Ninguén
Ninguem é de Ninguén
 
Seitas e Heresias
Seitas e HeresiasSeitas e Heresias
Seitas e Heresias
 
Poéticos II
Poéticos IIPoéticos II
Poéticos II
 
Históricos III
Históricos IIIHistóricos III
Históricos III
 
Poéticos I
Poéticos IPoéticos I
Poéticos I
 
Históricos II
Históricos IIHistóricos II
Históricos II
 
Históricos I
Históricos IHistóricos I
Históricos I
 
Aula 2 - Pentateuco
Aula 2 - PentateucoAula 2 - Pentateuco
Aula 2 - Pentateuco
 
Aula 1 apresentação site
Aula 1   apresentação siteAula 1   apresentação site
Aula 1 apresentação site
 
Aula 1 genesis
Aula 1   genesisAula 1   genesis
Aula 1 genesis
 
Aula 1 introdução
Aula 1   introduçãoAula 1   introdução
Aula 1 introdução
 
Meu teólogo favorito
Meu teólogo favoritoMeu teólogo favorito
Meu teólogo favorito
 
Aula 7 O homem diante da salvação
Aula 7   O homem diante da salvaçãoAula 7   O homem diante da salvação
Aula 7 O homem diante da salvação
 
Aula 6 - Cristo o Grande Sacerdote
Aula 6 - Cristo o Grande SacerdoteAula 6 - Cristo o Grande Sacerdote
Aula 6 - Cristo o Grande Sacerdote
 
Aula 5 - Revisando a Carta de Hebreus
Aula 5 - Revisando a Carta de HebreusAula 5 - Revisando a Carta de Hebreus
Aula 5 - Revisando a Carta de Hebreus
 
Aula 4 - Jesus, o grande Salvador
Aula 4  - Jesus, o grande SalvadorAula 4  - Jesus, o grande Salvador
Aula 4 - Jesus, o grande Salvador
 
Aula 3 A Superioridade do Evangelho
Aula 3   A Superioridade do EvangelhoAula 3   A Superioridade do Evangelho
Aula 3 A Superioridade do Evangelho
 
Aula 1 e 2 A mensagem de Hebreus
Aula 1 e 2   A mensagem de HebreusAula 1 e 2   A mensagem de Hebreus
Aula 1 e 2 A mensagem de Hebreus
 

Último

A Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdf
A Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdfA Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdf
A Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdf
claudiovieira83
 
SEGREDOS DO APOCALIPSE - o apocalipse através de olhos hebraicos
SEGREDOS DO APOCALIPSE - o apocalipse através de olhos hebraicosSEGREDOS DO APOCALIPSE - o apocalipse através de olhos hebraicos
SEGREDOS DO APOCALIPSE - o apocalipse através de olhos hebraicos
REFORMADOR PROTESTANTE
 
ORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.doc
ORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.docORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.doc
ORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.doc
Oziete SS
 
a futura religião da nova ordem mundial.
a  futura religião da nova ordem mundial.a  futura religião da nova ordem mundial.
a futura religião da nova ordem mundial.
REFORMADOR PROTESTANTE
 
Salmo 91
Salmo 91Salmo 91
Salmo 91
Nilson Almeida
 
A VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livro
A VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livroA VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livro
A VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livro
GABRIELADIASDUTRA1
 
O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.
O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.
O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.
REFORMADOR PROTESTANTE
 
Jesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdf
Jesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdfJesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdf
Jesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdf
REFORMADOR PROTESTANTE
 
Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)
Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)
Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)
Elton Zanoni
 
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
Nilson Almeida
 
Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptxLição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
Celso Napoleon
 
Estudo Biblico deuteronomio PowerPoint.pdf
Estudo Biblico deuteronomio PowerPoint.pdfEstudo Biblico deuteronomio PowerPoint.pdf
Estudo Biblico deuteronomio PowerPoint.pdf
JaquelineSantosBasto
 
Festa das Primícias - Igreja Adventista do Sétimo Dia
Festa das Primícias - Igreja Adventista do Sétimo DiaFesta das Primícias - Igreja Adventista do Sétimo Dia
Festa das Primícias - Igreja Adventista do Sétimo Dia
André Luiz Marques
 
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptxLição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
Celso Napoleon
 
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptxLição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
JaquelineSantosBasto
 

Último (15)

A Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdf
A Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdfA Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdf
A Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdf
 
SEGREDOS DO APOCALIPSE - o apocalipse através de olhos hebraicos
SEGREDOS DO APOCALIPSE - o apocalipse através de olhos hebraicosSEGREDOS DO APOCALIPSE - o apocalipse através de olhos hebraicos
SEGREDOS DO APOCALIPSE - o apocalipse através de olhos hebraicos
 
ORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.doc
ORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.docORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.doc
ORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.doc
 
a futura religião da nova ordem mundial.
a  futura religião da nova ordem mundial.a  futura religião da nova ordem mundial.
a futura religião da nova ordem mundial.
 
Salmo 91
Salmo 91Salmo 91
Salmo 91
 
A VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livro
A VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livroA VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livro
A VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livro
 
O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.
O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.
O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.
 
Jesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdf
Jesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdfJesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdf
Jesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdf
 
Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)
Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)
Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)
 
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
 
Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptxLição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
 
Estudo Biblico deuteronomio PowerPoint.pdf
Estudo Biblico deuteronomio PowerPoint.pdfEstudo Biblico deuteronomio PowerPoint.pdf
Estudo Biblico deuteronomio PowerPoint.pdf
 
Festa das Primícias - Igreja Adventista do Sétimo Dia
Festa das Primícias - Igreja Adventista do Sétimo DiaFesta das Primícias - Igreja Adventista do Sétimo Dia
Festa das Primícias - Igreja Adventista do Sétimo Dia
 
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptxLição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
 
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptxLição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
 

Introdução (vocação e ensino)

  • 1. Pedagogia da Ação Pastoral “como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos". Ricardo Gondim pastorgondim@hotmail.com
  • 2. TEOLOGIA PASTORAL Ciência que trata dos fundamentos bíblicos para o ministério pastoral, bem como das relações do pastor quanto ao seu trabalho, igreja, família, mundo etc. •Mas talvez podemos analisar que esta Teologia Pastoral, a qual pode se confundir, as vezes, com a Psicologia Pastoral, deveria se iniciar desde de uma visão bíblica antropocêntrica, ou seja, o homem enquanto ser, e em si mesmo; tanto o homem como ser emissário de Deus, como o homem sendo o alvo. •O mais importante, o homem, depois suas demais relações, família, igreja, mundo etc.
  • 3. TEOLOGIA MINISTERIAL Esquadrinhar uma teologia ministerial não deixa de ser uma tentativa de se tentar falar ou referir-se num mundo de percepções que se dão com muita sensibilidade espiritual. Sendo então que, nós nos atamos em poucas partes deste todo, mas que demonstram um esboço da teologia pastoral. Teologia Ministerial implica também os vários ministérios manifestados, como numa engrenagem, a engrenagem do Reino, onde junta as peças, todas são de importância relevante para o bom desenvolvimento da missão da igreja (missio eklesia), seja liderança, louvor, evangelismo, educação, pastoreamento, misericórdia, intercessão etc.
  • 4. UMA BASE BIBLICA PARA O MINISTERIO •O homem não pode criar um relacionamento com Deus no sentido de conhecimento, pois isto seria contraditório sendo o homem criatura limitada. O conhecimento de Deus pelo o homem somente se manifesta se o próprio Deus se der a conhecer. •Mas este princípio, de aventurarmos a fazer teologia, se dá mediante a revelação de Deus; revelação esta que o homem deve constantemente buscar. Jesus Cristo é a máxima revelação de Deus, expressão plena de seu amor para com o homem
  • 5. Nesta conclusão, observamos que Deus tem o homem como o mais importante seja ele quem seja ou como esteja. Assim a Bíblia trás referencias do seu IDE, visando o homem , objeto de seu amor. Neste contexto, de que Deus deseja este relacionamento podemos rever dados bíblicos para formação de uma teologia pastoral. Pôr exemplo: Quando a Bíblia trás palavras do próprio Jesus “ Eu vim para ...”, Meu Pai me enviou para ...”, Eu fui enviado para ...”. Toda teologia que nós aventuramos formalizar seria dentro de uma focalização cristocêntrica na missão e construção de uma teologia pastoral, esta frase “fui enviado ...”, não tem menos que 40 vezes no NT.
  • 6. Não venho de min mesmo, mas sim que fui enviado pôr Aquele que é verdadeiro, o qual vocês não o conhecem, Eu o conheço pôr que procedo dEle e foi Ele que me enviou- Jo 7:28 Os termos mais importantes ou destacados são enviar ou vir, e são termos usados constantemente. Assim que, como Tu me enviaste ao mundo, Eu também vos envio Jo 17:18
  • 7. •No decorrer de sua mensagem ou do desenvolvimento de sua reflexão vemos um tempo onde a igreja se torna instrumento desta missão, sendo ela capacitada, comissionada e enviada pôr Jesus Cristo. •Estes textos acima fazem uma referência específica a Jesus e a Missio Dei, mas a igreja passa a receber referência que agora a responsabilidade lhe pertence, e as citações bíblicas são a ela direcionadas. •Jesus os deu o nome de enviados, Apóstolos .
  • 8. Pôr outro lado é muito bom, e necessário, ressaltar a teologia pastoral que além de bíblica e cristocêntrica, que logicamente não poderia de deixar de ser, tem sua ênfase caracterizada, esta pôr alguns pontos, que são eles: Proclamação, Ensino, Serviço, Comunhão, Profecia e Adoração
  • 9. Proclamação. Este tem haver com o aspecto “kerigmático” da igreja. Esta afirmação é enfática e axiomática pois nada, ninguém ou até qualquer instituição tem tamanho privilégio de ser proclamadora do Reino de Deus. O Dom maior, Espírito Santo, com suas ferramentas, são presentes para a igreja cumprir o seu ministério. Kerigma (do grego: kérygma) é uma palavra usada no Novo Testamento com o significado de mensagem, pregação, anúncio ou proclamação.
  • 10. O Espírito do Senhor está sobre Mim, porque Me ungiu, para anunciar a Boa Nova aos pobres, para proclamar a libertação dos cativos, recobrar a vista aos cegos, pôr em liberdade os oprimidos, proclamar um ano de graça do Senhor. Isaias 61.1 •Após a leitura Jesus se identificou como o Messias prenunciado pelo profeta, aquele que traria as boas novas, ou o Evangelho . •A afirmação de que Jesus faz nesse momento é conhecido como o kerigma e é a base de sua pregação aos homens.
  • 11. •Depois que terminou de instruir seus doze discípulos, Jesus saiu para ensinar e pregar nas cidades da Galiléia. •João, ao ouvir na prisão o que Cristo estava fazendo, enviou seus discípulos para lhe perguntarem: •"És tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro? “ •Jesus respondeu: "Voltem e anunciem a João o que vocês estão ouvindo e vendo: •os cegos vêem, os mancos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e as boas novas são pregadas aos pobres; Mateus 11:1-5 Proclamação do Reino
  • 12. Ensino. Este é o aspecto disciplinar e formativo da igreja. Era a primazia do ministério de Jesus. A maior ênfase de todo a caminhada do ministério de Jesus foi no ensino da Palavra. Sua proposta pedagógica pastoral pretendia revelar o verdadeiro propósito das sagradas escrituras, Revelar um Deus pessoal.
  • 13. I Colossenses Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, aos santos e fiéis irmãos em Cristo que estão em Colossos: A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. Sempre agradecemos a Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, quando oramos por vocês, pois temos ouvido falar da fé que vocês têm em Cristo Jesus e do amor que têm por todos os santos, por causa da esperança que lhes está reservada nos céus, a respeito da qual vocês ouviram por meio da palavra da verdade, o evangelho que chegou até vocês. Por todo o mundo este evangelho vai frutificando e crescendo, como também ocorre entre vocês, desde o dia em que o ouviram e entenderam a graça de Deus em toda a sua verdade. Vocês o aprenderam de Epafras, nosso amado cooperador, fiel ministro de Cristo para conosco, que também nos falou do amor que vocês têm no Espírito.
  • 14. Por essa razão, desde o dia em que o ouvimos, não deixamos de orar por vocês e de pedir que sejam cheios do pleno conhecimento da vontade de Deus, com toda a sabedoria e entendimento espiritual. E isso para que vocês vivam de maneira digna do Senhor e em tudo possam agradá-lo, frutificando em toda boa obra, crescendo no conhecimento de Deus e sendo fortalecidos com todo o poder, de acordo com a força da sua glória, para que tenham toda a perseverança e paciência com alegria, dando graças ao Pai, que nos tornou dignos de participar da herança dos santos no reino da luz. Pois ele nos resgatou do domínio das trevas e nos transportou para o Reino do seu Filho amado, em quem temos a redenção, a saber, o perdão dos pecados.
  • 15. pleno conhecimento da vontade de Deus com toda a sabedoria e Discernimento vivam de maneira digna frutificando em toda boa obra crescendo no conhecimento de Deus sendo fortalecidos com todo o poder
  • 16. Didaquê ("ensino","doutrina","instrução" em grego clássico), Instrução dos Doze Apóstolos ou Doutrina dos Doze Apóstolos 42 E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. Atos 2 17 Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina; I Timóteo 5
  • 17. Filipenses Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus que estão em Filipos, com os bispos e diáconos: A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. Agradeço a meu Deus toda vez que me lembro de vocês. Em todas as minhas orações em favor de vocês, sempre oro com alegria por causa da cooperação que vocês têm dado ao evangelho, desde o primeiro dia até agora. Estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês, vai completá-la até o dia de Cristo Jesus. É justo que eu assim me sinta a respeito de todos vocês, uma vez que os tenho em meu coração, pois, quer nas correntes que me prendem, quer defendendo e confirmando o evangelho, todos vocês participam comigo da graça de Deus. Deus é minha testemunha de como tenho saudade de todos vocês, com a profunda afeição de Cristo Jesus.
  • 18. Esta é a minha oração: Que o amor de vocês aumente cada vez mais em conhecimento e em toda a percepção, para discernirem o que é melhor, a fim de serem puros e irrepreensíveis até o dia de Cristo, cheios do fruto da justiça, fruto que vem por meio de Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.
  • 19. Que o amor de voces aumentem Em conhecmento e em toda percepção Para discernirem o que é melhor A fim de serem puros e irrepreensíveis Cheios do fruto da justiça
  • 20. Efésios Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, aos santos e fiéis em Cristo Jesus que estão em Éfeso. A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo. Porque Deus nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença. Em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos, por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da sua vontade, para o louvor da sua gloriosa graça, a qual nos deu gratuitamente no Amado. Nele temos a redenção por meio de seu sangue, o perdão dos pecados, de acordo com as riquezas da graça de Deus, a qual ele derramou sobre nós com toda a sabedoria e entendimento.
  • 21. E nos revelou o mistério da sua vontade, de acordo com o seu bom propósito que ele estabeleceu em Cristo, isto é, de fazer convergir em Cristo todas as coisas, celestiais ou terrenas, na dispensação da plenitude dos tempos. Nele fomos também escolhidos, tendo sido predestinados conforme o plano daquele que faz todas as coisas segundo o propósito da sua vontade, a fim de que nós, os que primeiro esperamos em Cristo, sejamos para o louvor da sua glória. Quando vocês ouviram e creram na palavra da verdade, o evangelho que os salvou, vocês foram selados em Cristo com o Espírito Santo da promessa, que é a garantia da nossa herança até a redenção daqueles que pertencem a Deus, para o louvor da sua glória.
  • 22. Por essa razão, desde que ouvi falar da fé que vocês têm no Senhor Jesus e do amor que demonstram para com todos os santos, não deixo de dar graças por vocês, mencionando-os em minhas orações. Peço que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o glorioso Pai, lhes dê espírito de sabedoria e de revelação, no pleno conhecimento dele. Oro também para que os olhos do coração de vocês sejam iluminados, a fim de que vocês conheçam a esperança para a qual ele os chamou, as riquezas da gloriosa herança dele nos santos e a incomparável grandeza do seu poder para conosco, os que cremos, conforme a atuação da sua poderosa força.
  • 23. Dê espírito de sabedoria e de revelação No pleno Conhecimeno Dele Os olhos do coração sejam iluminados A fim de que voces conheçam a esperança Atuação de sua poderosa força
  • 24. •Tanto na proclamação, ou kerigma, como no ensino, ou didaquê, a ênfase sempre era na palavra como a expressão de uma pessoa viva e ressurreta, com quem se pode ter um relacionamento, e não na sistematização de um credo, uma doutrina, uma série de regras ou dogmas. •Era a verbalização de algo vivo, de que todos que o anunciavam eram participantes e testemunhas. •O conselho de Deus era constituído de duas coisas: Kerigma e Didaque.