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Os Lusíadas e a Mensagem
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• Epopeia portuguesa escrita por Luís Vaz de
Camões
• Publicada em 1572
• Composta por dez cantos
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Os Lusíadas
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o
o
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A Mensagem
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17

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Mostrengo
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E disse: «Quem é que ousou entrar
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E o homem do leme disse, tremendo:
«El-Rei D. João Segundo!»
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«El-Rei D. João Segundo!»
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Intertextualidade entre Os Lusíadas e Mensagem

  • 3. Os Lusíadas • Epopeia portuguesa escrita por Luís Vaz de Camões • Publicada em 1572 • Composta por dez cantos • Descoberta do caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama
  • 4. Os Lusíadas • A obra divide-se em quatro partes: o Proposição o Invocação o Dedicatória o Narração
  • 5. Os Lusíadas • A obra segue também quatro planos temáticos: o o o o Plano da Viagem Plano da História de Portugal Plano do Poeta Plano da Mitologia
  • 7. A Mensagem • Única obra publicada por Fernando Pessoa • Publicada em 1934 • Composto por 44 poemas • Passado glorioso de Portugal e sua decadência
  • 8. A Mensagem • Está dividida em três partes: o Brasão o Mar Português o O Encoberto
  • 10. Semelhanças • Poemas sobre Portugal • D Sebastião, ser eleito, enviado de Deus ao mundo • Os heróis concretizam uma vontade divina • Apresentação dos heróis da História em forma fragmentária
  • 11. Semelhanças • Exaltação épica da acção humana no domínio dos mares • Superação dos limites humanos pelos heróis portugueses • Sacrifício voluntário em nome de uma causa patriótica • Evocação do passado para projectar, idealizar o futuro
  • 12. O Herói • Nos Lusíadas apresenta-se um Herói Épico. • Na Mensagem, apresenta-se um Herói Mítico.
  • 13. Nuno Álvares Pereira Lusíadas «Logo o grande Pereira, em quem se encerra Todo o valor, primeiro se assinala: Derriba e encontra e a terra enfim semeia Dos que a tanto desejam, sendo alheia.»
  • 14. Nuno Álvares Pereira Mensagem «'Sperança consumada, S. Portugal em ser, ergue a luz da tua espada para a estrada se ver»
  • 15. Vasco da Gama Lusíadas «Que as imortalidades que fingia A antiguidade, que os ilustres ama, Lá no estrelante Olimpo, a quem subia Sobre as asas inclítas da Fama.»
  • 16. Vasco da Gama Mensagem «Os Deuses da tormenta e os gigantes da terra Suspendem de repente o ódio da sua guerra E pasmam. Pelo vale onde se ascende aos céus…»
  • 17. D. Sebastião • Na Mensagem, D.Sebastião é o mito, o Desejado, o Encoberto. • Nos Lusíadas, D. Sebastião é a quem o poeta se dedica a sua obra, na Dedicatória e no Canto X, apelando a que este prossiga os feitos dos portugueses.
  • 18. Voz do Poeta • Os dois poetas apresentam o seu desencanto face ao presente e apelam ao futuro.
  • 21. O dos Castelos «A Europa jaz, posta nos cotovelos: De Oriente a Ocidente jaz, fitando, E toldam-lhe românticos cabelos Olhos gregos, lembrando. O cotovelo esquerdo é recuado; O direito é em ângulo disposto. Aquele diz Itália onde é pousado; Este diz Inglaterra onde, afastado, A mão sustenta, em que se apoia o rosto. Fita, com olhar ’sfíngico e fatal, O Ocidente, futuro do passado. O rosto com que fita é Portugal.»
  • 22. Canto III 17 «Eis aqui se descobre a nobre Espanha, Como cabeça ali de Europa toda…» 20 «Eis aqui, quase cume da cabeça De Europa toda, o Reino Lusitano, Onde a terra se acaba e o mar começa, E onde Febo repousa no Oceano. Este quis o Céu justo que floresça Nas armas contra o torpe Mauritano, Deitando-o de si fora, e lá na ardente África estar quieto o não consente.» 21 «"Esta é a ditosa pátria minha amada, A qual se o Céu me dá que eu sem perigo Torne, com esta empresa já acabada, Acabe-se esta luz ali comigo.»
  • 23. A Personificação da Europa A Caracterização da Europa O uso do verbo “jazer” •A posição dos cotovelos •Referência à necessidade de despertar
  • 24. Patriotismo dos Poetas A posição de Portugal •Representado como a “cabeça da Europa” •“O rosto com que fita é Portugal”
  • 26. Mostrengo «O mostrengo que está no fim do mar Na noite de breu ergueu-se a voar; A roda da nau voou três vezes, Voou três vezes a chiar, E disse: «Quem é que ousou entrar Nas minhas cavernas que não desvendo, Meus tectos negros do fim do mundo?» E o homem do leme disse, tremendo: «El-Rei D. João Segundo!» «De quem são as velas onde me roço? De quem as quilhas que vejo e ouço?» Disse o mostrengo, e rodou três vezes, Três vezes rodou imundo e grosso. «Quem vem poder o que só eu posso, Que moro onde nunca ninguém me visse E escorro os medos do mar sem fundo?» E o homem do leme tremeu, e disse: «El-Rei D. João Segundo!» Três vezes do leme as mãos ergueu, Três vezes ao leme as reprendeu, E disse no fim de tremer três vezes: «Aqui ao leme sou mais do que eu: Sou um povo que quer o mar que é teu; E mais que o mostrengo, que me a alma teme E roda nas trevas do fim do mundo, Manda a vontade, que me ata ao leme, De El-Rei D. João Segundo!»
  • 27. Adamastor 37«…Uma nuvem, que os ares escurece, Sobre nossas cabeças aparece.» 38«…Tão temerosa vinha e carregada, Que pôs nos corações um grande medo;» 39«Não acabava, quando uma figura Se nos mostra no ar, robusta e válida, De disforme e grandíssima estatura; O rosto carregado, a barba esquálida, Os olhos encovados, e a postura Medonha e má e a cor terrena e pálida; Cheios de terra e crespos os cabelos, A boca negra, os dentes amarelos.»
  • 28. Semelhanças • Representação da forma invencível do mar; • Representação de um marinheiro, que ambiciona o mar; • Demonstrar o valor do portugueses através da sua coragem e determinação; • Personificação dos receios e perigos do mar desconhecido;
  • 29. Diferenças Mostrengo/Adamastor •Forma como aterroriza •Forma como é vencido •Retrato •Interluctor
  • 31. Trabalho realizado por: Paulo Vitorino Nº20 Raquel Avelar Nº Sofia Antunes Nº

Notas do Editor

  1. Os planos temáticos da obra são:Plano da Viagem - onde se trata da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia de Vasco da Gama e dos seus marinheiros;Plano da História de Portugal - são relatados episódios da história dos portugueses;Plano do Poeta - Camões refere-se a si mesmo enquanto poeta admirador do povo e dos heróis portugueses;Plano da Mitologia - são descritas as influências e as intervenções dos deuses da mitologia greco-romana na acção dos heróis.
  2. Pessoa gosta da palavra "mensagem" a partir da expressão latina: Mens agitat molem, isto é, "A mente comanda o corpo", frase da história de Eneida, de Virgíliorata-se de um livro que revisita e, em boa parte, cria, uma mitologia do passado heróico de Portugal, repleta de símbolos, sebastianista, e que foi depois em parte incorporada na ideologia oficial da ditadura Salazarista.Estes 44 poemas agrupados em 3 partes, representam as três etapas do Império Português: Nascimento, Realização e Morte, seguida de um renascimento.Brasão - informações sobre a formação da nacionalidade, heróis lendários e históricos.Mar Português - descobertas, aventura marítima, conquista do império, (Deus quer, o Homem sonha, a Obra nasce: Tudo vale a pena se a alma não é pequena) ânsia do desconhecido e esforço heróico da luta com o mar.O Encoberto - morte das energias de Portugal simbolizada pelo nevoeiro. Afirmação do Sebastianismo. País na estagnação à espera do ressurgir, do aparecer da Nova Luz (Quinto Império).
  3. Lusíadas - É um herói épico, coletivo, representando os Portugueses.Mensagem - Os heróis, embora representados maioritariamente por figuras históricas, funcionam como símbolos, como mitos que configuram a essência de Portugal.
  4. O Sebastianismo é uma das linhas de sentido mais importantes da Mensagem, que apresenta um caráter proférico, visionário, messiânico.
  5. Lusíadas – No final dos cantos, o poeta faz ouvir a sua voz de crítica aos seus contemporâneos que estão mergulhados na ambição e na cobiça e são responsáveis pelo estado em que se encontra Portugal.Mensagem – O poeta, exprime ao longo dos seus poemas, a sua reflexão pessoal sobre o estado da pátria, que considera estar mergulhada na noite, no Nevoeiro, cuja identidade perdida só pode ser recuperada através da edificação do Quinto Império e através da loucura do Encoberto.
  6. O marinheiro, representa todo o povo português que sofre na conquista do mar.Tornar os portugueses heróisOs dois poemas situam-se também no centro das respetivas obras, funcionando como elos de ligação.