Albert Caeiro, poeta da natureza e do sensacionismo, rejeita a metafísica e valoriza a experiência sensorial direta como meio de conhecimento. Ele vê o mundo de forma objetiva e tranquila, sem a necessidade de explicações, e considera a realidade, principalmente a natureza, como a única verdade que é constantemente renovada. Em contraste, Ricardo Reis, outro heterônimo, adota uma filosofia epicurista e estoica, enfatizando a busca pela felicidade através da moderação e aceitação do destino, refletindo sobre a efemeridade da vida.