Nelci Aparecida Silveira Barbosa
Nelcibarbosa7@hotmail.com
Formação: Pós-graduação em Educação a Distância
Curso: Inteligências Múltiplas
Resumo reflexivo sobre as teorias que deram origem ás inteligências
múltiplas.
O capitulo de uma forma geral fala sobre a evolução da ciência no sentido de
explicar e medir a inteligência humana.
Na introdução fala sobre a primeira inteligência reconhecida que é a inteligência
lógica matemática. Dois estudiosos se destacam na metodologia de medição dessa
inteligência, Alfred Binet e Wilhelm Stern. Stern ficou mais conhecido por criar o
teste de QI, tido por muito tempo como o melhor método da história.
Mais adiante outros estudiosos aparecem trazendo uma nova perspectiva de que
não existia somente um tipo de inteligência, mas sim muitas, e que elas se
relacionavam entre si e então surge o conceito de Inteligências Múltiplas,
representada aqui pelo psicólogo e neurologista Gardner, que apresenta o nosso
cérebro formado de muitas facetas e que cada uma delas apontaria para um
determinado tipo de função e habilidade.
O capitulo 1.1, define a inteligência como nossa capacidade de aprender e
compreender os fatos e que é representada pelas habilidades de cada pessoa que
se relaciona conosco. O psicólogo Charles Spearman coloca a inteligência como a
capacidade de fazer deduções a partir da nossa relação com o meio em que
vivemos. E o psicólogo e Jean Piaget coloca a inteligência como um sistema de
adaptação a uma nova situação proposta movida pelos estímulos exteriores e que
isso é algo continuo e sistemático que se transforma através das situações
vivenciadas.
O capítulo 1.2, apresenta a teoria de Gardner, que define a inteligência como sendo
a capacidade de resolver problemas ou criar produtos que sejam significativos em
um ou mais ambientes. Ele acredita que as inteligências humanas são diversas
competências intelectuais autônomas que podem ser remodeladas e combinadas e
nomeia as inteligências multiplicas como: linguísticas, lógico matemática, espacial,
musical, cinestésica, interpessoal e intrapessoal. Para ele elas são independentes
entre si, mas que em seu funcionamento elas se relacionam para criar o
entendimento e a retenção do aprendizado.
O capítulo 1.3 apresenta a inteligência como responsável por definir a nossa
personalidade dizendo que cada um tem atitudes e valores próprios compatíveis
com nossa inteligência. Apresenta esta inteligência dividida em: abstrata, social e
concreta.
No grupo das abstratas aparecem as inteligências: lógica matemática, linguística e
musical.
No grupo das concretas domina as inteligências: espacial e corporal cinéstesica. No
grupo das sociais domina as inteligências: intra e interpessoal.
O capitulo 1.4 fala da importância da linguagem como principal janela para a
inteligência uma vez que enquanto interagimos organizamos nossos pensamentos e
desenvolvemos nossa inteligência nos relacionando com o mundo ao redor
O capitulo 1.5 fala das habilidades cognitivas que é o desenvolvimento dos
processos de aprendizagem e de memorização de informações e classifica os como:
sensação, percepção, formação de imagens, simbolização e conceituação.
O capitulo 1.6 fala do QI – quociente de inteligência como a capacidade de resolver
problemas dominando o raciocínio ou na versão mais atual, inteligência lógico
matemática. Hoje existem testes mais específicos levando em consideração as
inteligências múltiplas apresentadas por Gardner mudando a expressão para
avaliações das diferentes inteligências, habilidades e aptidões.
Finalizando o capitulo 1.7 fala sobre a habilidade humana no sentido de desenvolver
o corpo e a mente. Apresenta exercícios para estimular a mente e fala sobre a
relação da inteligência através dos nossos cinco sentidos: olfato, visão, paladar, tato
e audição. Ressalta que através deles nós sintonizamos com o mundo, que essa
interação beneficia nossa mente. Também fala da importância da qualidade de vida
no processo de manter nosso cérebro ativo na preservação dos nossos saberes e
da continuidade deles.

Inteligências Multiplas

  • 1.
    Nelci Aparecida SilveiraBarbosa Nelcibarbosa7@hotmail.com Formação: Pós-graduação em Educação a Distância Curso: Inteligências Múltiplas Resumo reflexivo sobre as teorias que deram origem ás inteligências múltiplas. O capitulo de uma forma geral fala sobre a evolução da ciência no sentido de explicar e medir a inteligência humana. Na introdução fala sobre a primeira inteligência reconhecida que é a inteligência lógica matemática. Dois estudiosos se destacam na metodologia de medição dessa inteligência, Alfred Binet e Wilhelm Stern. Stern ficou mais conhecido por criar o teste de QI, tido por muito tempo como o melhor método da história. Mais adiante outros estudiosos aparecem trazendo uma nova perspectiva de que não existia somente um tipo de inteligência, mas sim muitas, e que elas se relacionavam entre si e então surge o conceito de Inteligências Múltiplas, representada aqui pelo psicólogo e neurologista Gardner, que apresenta o nosso cérebro formado de muitas facetas e que cada uma delas apontaria para um determinado tipo de função e habilidade. O capitulo 1.1, define a inteligência como nossa capacidade de aprender e compreender os fatos e que é representada pelas habilidades de cada pessoa que se relaciona conosco. O psicólogo Charles Spearman coloca a inteligência como a capacidade de fazer deduções a partir da nossa relação com o meio em que vivemos. E o psicólogo e Jean Piaget coloca a inteligência como um sistema de adaptação a uma nova situação proposta movida pelos estímulos exteriores e que isso é algo continuo e sistemático que se transforma através das situações vivenciadas. O capítulo 1.2, apresenta a teoria de Gardner, que define a inteligência como sendo a capacidade de resolver problemas ou criar produtos que sejam significativos em um ou mais ambientes. Ele acredita que as inteligências humanas são diversas competências intelectuais autônomas que podem ser remodeladas e combinadas e
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    nomeia as inteligênciasmultiplicas como: linguísticas, lógico matemática, espacial, musical, cinestésica, interpessoal e intrapessoal. Para ele elas são independentes entre si, mas que em seu funcionamento elas se relacionam para criar o entendimento e a retenção do aprendizado. O capítulo 1.3 apresenta a inteligência como responsável por definir a nossa personalidade dizendo que cada um tem atitudes e valores próprios compatíveis com nossa inteligência. Apresenta esta inteligência dividida em: abstrata, social e concreta. No grupo das abstratas aparecem as inteligências: lógica matemática, linguística e musical. No grupo das concretas domina as inteligências: espacial e corporal cinéstesica. No grupo das sociais domina as inteligências: intra e interpessoal. O capitulo 1.4 fala da importância da linguagem como principal janela para a inteligência uma vez que enquanto interagimos organizamos nossos pensamentos e desenvolvemos nossa inteligência nos relacionando com o mundo ao redor O capitulo 1.5 fala das habilidades cognitivas que é o desenvolvimento dos processos de aprendizagem e de memorização de informações e classifica os como: sensação, percepção, formação de imagens, simbolização e conceituação. O capitulo 1.6 fala do QI – quociente de inteligência como a capacidade de resolver problemas dominando o raciocínio ou na versão mais atual, inteligência lógico matemática. Hoje existem testes mais específicos levando em consideração as inteligências múltiplas apresentadas por Gardner mudando a expressão para avaliações das diferentes inteligências, habilidades e aptidões. Finalizando o capitulo 1.7 fala sobre a habilidade humana no sentido de desenvolver o corpo e a mente. Apresenta exercícios para estimular a mente e fala sobre a relação da inteligência através dos nossos cinco sentidos: olfato, visão, paladar, tato e audição. Ressalta que através deles nós sintonizamos com o mundo, que essa interação beneficia nossa mente. Também fala da importância da qualidade de vida no processo de manter nosso cérebro ativo na preservação dos nossos saberes e da continuidade deles.