Escola de Farmácia e Odontologia de Alfenas Centro Universitário Federal  INSUFICIÊNCIA VASCULAR ALFENAS - MG SETEMBRO - 2003
Escola de Farmácia e Odontologia de Alfenas Centro Universitário Federal  ALFENAS - MG SETEMBRO - 2003 Discentes : Adriana Ayres Ana Elisa Cirto Carla Trevisan Fábio Terra Marina Lapa Renata Evangelista Doscentes : Elisa Rezende Silvana Leite
REVISÃO ANATÔMICA FISIOLÓGICA Circulação   pulmonar - lado D Circulação sistêmica - lado E ANATOMIA DO SISTEMA VASCULAR Artérias e arteríolas Capilares Veias e Vênulas Vasos Linfáticos
 
 
FUNÇÃO DO SISTEMA VASCULAR Necessidades circulatórias dos tecidos determinado por: ritmo do metabolismo tecidual  disponibilidade de O 2  função dos tecidos Fluxo sangüíneo: unidirecional arterial - venoso Filtração e reabsorção capilares: são dadas pelo equilíbrio entre a força hidrostática e a pressão osmótica Resistência hemodinâmica: fator - raio do vaso
Mecanismo de regulação vascular periférica: influências do SNC, hormônios e subst. Químicas circulantes e na atividade independente da própria parede arterial FISIOPATOLOGIA DO SISTEMA VASCULAR Redução   do fluxo - doenças vasculares periféricas Necessidade aumentada - isquemia tecidual Insuficiência cardíaca Alterações nos vasos sangüíneos e linfáticos ARTÉRIAS: placa aterosclerótica, trombo ou êmbolo, lesão por trauma químico, infecções ou processos inflamatórios, distúrbios vasoespásticos e mal formações congênitas
Súbita = isquemia arterial profunda - morte tecidual Gradual = circulação colateral - menor risco de morte tecidual VENOSO: trombo, válvulas venosas incompetentes, redução da eficácia da ação de bombeamento dos músculos circunvizinhos    do fluxo =    da pressão venosa e hidrostática capilar =    filtração de líquidos para fora dos capilares e dentro do espaço intersticial = edema  VASOS LINFÁTICOS: tumores, lesão por trauma mecânico ou processos inflamatórios
HISTÓRICO DE SAÚDE E MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  Dor  Claudicação intermitente Alterações na aparência e temperatura da pele Coloração vermelho azulado Rubor - sugere lesão arterial periférica grave Cianose Perda de pêlos, unhas quebradiças, pele seca ou descamativa, atrofia e ulcerações Edema Gangrena Pulso
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA EXAME DE FLUXO POR ULTRA-SOM EM DOPPLER Pulsos não palpáveis Empregado para ouvir o fluxo sangüíneo nos vasos TESTE DE ESFORÇO Determinar caminhada e medir PA sistólica do tornozelo Técnica Resultado = PS     ou permanece claudicação  
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Fornece imagens transversais do tecido mole Identifica áreas de alterações volumétricas Injeta contraste (visualizar os vasos) ANGIOGRAFIA POR TC Utilizados para imagear cortes muito finos da área Visualiza melhor a aorta e principais artérias viscerais Grande volume de contraste: paciente sensibilidade ao contraste e função renal comprometida
ANGIOGRAFIA POR RESSONÂNCIA MAGNÉTICA Programa de intensificação de imagem ajustada para isolar os vasos Não utiliza contraste: sensibilidade contraste e função renal ruim Tempo de imageamento é longo: restringe o uso a segmentos curtos do SV ANGIOGRAFIA Técnica: injeta contraste - localizar os vasos e alguma obstrução vascular ou aneurisma Irritação no local e calor c/ o contraste Manifestações: dispnéia, náuseas e vômitos, sudorese, taquicardia e dormência. Relatar e medicação
BLOQUEIO SIMPÁTICO LOMBAR Avalia a circulação periférica (Raro) Anestesia local no espaço epidural lombar Avalia a necessidade da simpatectomia: elimina vasoespasmo e melhora o fluxo FLEBOGRAFIA COM CONTRASTE Contraste radiográfico dentro do sistema venoso - veia dorsal do pé Veia com  segmento não cheio = presença de trombo Utilizado: terapia trombolítica Contraste: inflamação e dor
LINFOCINTIGRAFIA Colóide (radioatividade) = subcutâneo do 2º espaço interdigital Após = exercita o membro (captação do colóide pelo SL) Imagens seriadas LINFANGIOGRAFIA Detecta: carcinoma metastático, linfoma ou infecção Técnica: contraste vasos linfáticos dos pés ou mãos Após: série de radiografias Diagnóstico de linfedema
TRATAMENTO DOS DISTÚRBIOS ARTERIAIS Arteriosclerose Aterosclerose FISIOPATOLOGIA Aterosclerose: - Resultados diretos - Resultados indiretos Pontos mais vulneráveis:áreas de bifurcação ou ramificação dos vasos - Aorta abdominal distal - Artérias ilíacas comuns - Orifício das artérias femorais superficial e profunda - Artéria femoral superficial de canal adutor
TEORIA DE REAÇÃO A LESÃO Lesão da célula endotelial vascular  Forças hemodinâmicas  A lesão endotelial  Aumento da agregação plaquetária e monócitos no local da  lesão  Células musculares lisas  Matriz de colágeno e fibras elásticas
 
Lesões escleróticas de 2 tipos: -  artérias gordurosas - Placas fibrosas FATORES DE RISCO -  Idade, sexo, tabagismo, obesidade, estresse, sedentarismo, hipertensão arterial e dieta gordurosa PREVENÇÃO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS: - Dependem do órgão ou tecido afetado TRATAMENTO MÉDICO - modificação dos fatores de risco - exercícios físicos - medicamentos e procedimentos intervencionais
TRATAMENTO CIRÚRGICO - Influxo - Efluxo INTERVENÇÕES RADIOLÓGICAS - Aterectomia Rotacional: remove lesões por fazer abrasão da placa que oclui por completo a artéria - Arteriografia (Angioplastia transluminal - PTA) INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
DOENÇA ARTERIAL OCLUSIVA PERIFÉRICA Indivíduos com + de 50 anos Homens Pernas As lesões obstrutivas= segmentos do sistema arterial= a aorta abaixo das aa renais até a poplítea MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS - Claudicação, dor em repouso, resfriamento ou dormência, alterações ungueais e cutâneos, sopro, pulso periférico diminuído ou ausente HISTÓRICO DE ENFERMAGEM - História dos sintomas e exame físico, pulsos periféricos, cor e temperatura membros inferiores, unhas e pele
DIAGNÓSTICO - Doppler, oscilometria, angiografia por subtração digital (ASD), angiografia, teste ergométrico, bloqueio simpático  lombar TRATAMENTO - Angioplastia transluminal, terapia trombolítica, tromboliseangioplastia, simpatectomia, enxerto vascular ou endarterectomia INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM PÓS-OPERATÓRIO
DOENÇA ARTERIAL DO MEMBRO SUPERIOR Menor  freqüência: circulação colateral e menor carga de trabalho Manifestações clínicas Histórico e achados diagnósticos Intervenções de enfermagem
 
ANEURISMAS AÓRTICOS Saco ou dilatação Causas:aterosclerose, traumatismo, defeitos congênitos, infecção ANEURISMA DA AORTA TORÁCICA Sintomas: dor, dispnéia, tosse, rouquidão, disfagia Diagnóstico: Rx tórax, US, TC Tratamento: cirúrgico e controle da PA ANEURISMA ABDOMINAL Fatores de risco: predisposição genética, tabagismo, HÁ Sintomas: sensação do “coração bater” no abdome, massa abdominal Diagnóstico: Rx abdominal, US, TC Tratamento: cirúrgico Sinais de ruptura: dor nas costas ou dor abdominal
 
ANEURISMA DISSECANTE DA AORTA Associado: HA mal controlada - causando dilaceração e obstrução de artérias Sintomas: dor, palidez, sudorese e taquicardia Diagnóstico: angiograma, US, TC, RM Tratamento: cirúrgico e controle de PA EMBOLIAS  E TROMBOSES  ARTERIAIS Oclusão vascular Êmbolo- repentino   aterosclerose avançada Trombose arterial   coágulo de desenvolvimento   artéria lesada devido a aterosclerose
Sintomas: palidez, dor aguda, ausência de pulsação e paralisia Tratamento: embolectomia, anticoagulação venosa com heparina, agentes trombolíticos DOENÇA DE RAYNAUD Vasoconstrição arteriolar Sintomas: resfriamento, dor e palidez nas pontas dos dedos das mãos, dos pés e na ponta do nariz, rubor, dormência, formigamento Tratamento: evitar estímulos vasoconstritores, bloqueadores dos canais de cálcio, simpatectomia
 
TRATAMENTO DOS DISTÚRBIOS VENOSOS TROMBOSE VENOSA, TROMBOSE DE VEIAS PROFUNDAS, TROMBOFLEBITE E FLEBOTROMBOSE Fisiopatologia: tríade de Virchow    estase venosa, lesão da parede vascular, coagulação sanguínea alterada Complicações da trombose venosa Manifestações clínicas: Veias profundas: edema, inchação do membro, veias superficiais mais proeminentes, dor, Veias superficiais: dor ou sensibilidade, rubor e calor
Histórico e Achados diagnósticos: história de veias varicosas, hipercoagulação, doença neoplásica, cardiovascular, cirurgia, lesões recentes, obesidade, envelhecimento , uso de contraceptivos orais e investigar alterações no membro Prevenção Tratamento médico: terapia de anticoagulação, heparina e heparina de baixo peso molecular Tratamento cirúrgico Intervenções de Enfermagem
INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICA Obstrução das válvulas venosas ou refluxo do sangue Estiramento dos folhetos das válvulas Acomete veias superficiais e profundas Síndrome pós-trombólica: estase venosa crônica, edema, pigmentação alterada, dor e dermatite Outras: úlcera de estase e dilatação de v. superficiais Tratamento: atividades antigravitacionais, meias elásticas VEIAS VARICOSAS Veias superficiais anormalmente tortuosas
Válvulas venosas incompetentes, MMII Varizes esofágicas Fisiopatologia: o refluxo do sangue venoso resulta em estase venosa Manifestações clínicas: dor contínua, cãibras musculares, fadiga muscular aumentada na perna, em casos mais graves sintomas de insuficiência venosa crônica Histórico e Achados diagnósticos: scan duplex, venografia Prevenção: posição, pernas elevadas, escadas, meias, caminhadas Tratamento médico Intervenções de Enfermagem
DISTÚRBIOS LINFÁTICOS LINFANGITE Inflamação aguda dos canais linfáticos Estreptococo hemolítico  Faixas avermelhadas LINFADENITE AGUDA Dilatação dos linfonodos Avermelhados e dolorosos Linfadenite supurativa
LINFEDEMA  Edema dos tecidos dos membros devido ao aumento da linfa, obstrução de vasos linfáticos ELEFANTÍASE Obstrução linfática, filária Febre alta, calafrios TRATAMENTO Repouso, pernas elevadas, meias Farmacológicos Cirúrgico
 
TEATRO
OBRIGADO PELA  ATENÇÃO!!!!!

Insufici%E Ancia%20 Vascular

  • 1.
    Escola de Farmáciae Odontologia de Alfenas Centro Universitário Federal INSUFICIÊNCIA VASCULAR ALFENAS - MG SETEMBRO - 2003
  • 2.
    Escola de Farmáciae Odontologia de Alfenas Centro Universitário Federal ALFENAS - MG SETEMBRO - 2003 Discentes : Adriana Ayres Ana Elisa Cirto Carla Trevisan Fábio Terra Marina Lapa Renata Evangelista Doscentes : Elisa Rezende Silvana Leite
  • 3.
    REVISÃO ANATÔMICA FISIOLÓGICACirculação pulmonar - lado D Circulação sistêmica - lado E ANATOMIA DO SISTEMA VASCULAR Artérias e arteríolas Capilares Veias e Vênulas Vasos Linfáticos
  • 4.
  • 5.
  • 6.
    FUNÇÃO DO SISTEMAVASCULAR Necessidades circulatórias dos tecidos determinado por: ritmo do metabolismo tecidual  disponibilidade de O 2  função dos tecidos Fluxo sangüíneo: unidirecional arterial - venoso Filtração e reabsorção capilares: são dadas pelo equilíbrio entre a força hidrostática e a pressão osmótica Resistência hemodinâmica: fator - raio do vaso
  • 7.
    Mecanismo de regulaçãovascular periférica: influências do SNC, hormônios e subst. Químicas circulantes e na atividade independente da própria parede arterial FISIOPATOLOGIA DO SISTEMA VASCULAR Redução do fluxo - doenças vasculares periféricas Necessidade aumentada - isquemia tecidual Insuficiência cardíaca Alterações nos vasos sangüíneos e linfáticos ARTÉRIAS: placa aterosclerótica, trombo ou êmbolo, lesão por trauma químico, infecções ou processos inflamatórios, distúrbios vasoespásticos e mal formações congênitas
  • 8.
    Súbita = isquemiaarterial profunda - morte tecidual Gradual = circulação colateral - menor risco de morte tecidual VENOSO: trombo, válvulas venosas incompetentes, redução da eficácia da ação de bombeamento dos músculos circunvizinhos  do fluxo =  da pressão venosa e hidrostática capilar =  filtração de líquidos para fora dos capilares e dentro do espaço intersticial = edema VASOS LINFÁTICOS: tumores, lesão por trauma mecânico ou processos inflamatórios
  • 9.
    HISTÓRICO DE SAÚDEE MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Dor Claudicação intermitente Alterações na aparência e temperatura da pele Coloração vermelho azulado Rubor - sugere lesão arterial periférica grave Cianose Perda de pêlos, unhas quebradiças, pele seca ou descamativa, atrofia e ulcerações Edema Gangrena Pulso
  • 10.
    AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA EXAMEDE FLUXO POR ULTRA-SOM EM DOPPLER Pulsos não palpáveis Empregado para ouvir o fluxo sangüíneo nos vasos TESTE DE ESFORÇO Determinar caminhada e medir PA sistólica do tornozelo Técnica Resultado = PS  ou permanece claudicação 
  • 11.
    TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Forneceimagens transversais do tecido mole Identifica áreas de alterações volumétricas Injeta contraste (visualizar os vasos) ANGIOGRAFIA POR TC Utilizados para imagear cortes muito finos da área Visualiza melhor a aorta e principais artérias viscerais Grande volume de contraste: paciente sensibilidade ao contraste e função renal comprometida
  • 12.
    ANGIOGRAFIA POR RESSONÂNCIAMAGNÉTICA Programa de intensificação de imagem ajustada para isolar os vasos Não utiliza contraste: sensibilidade contraste e função renal ruim Tempo de imageamento é longo: restringe o uso a segmentos curtos do SV ANGIOGRAFIA Técnica: injeta contraste - localizar os vasos e alguma obstrução vascular ou aneurisma Irritação no local e calor c/ o contraste Manifestações: dispnéia, náuseas e vômitos, sudorese, taquicardia e dormência. Relatar e medicação
  • 13.
    BLOQUEIO SIMPÁTICO LOMBARAvalia a circulação periférica (Raro) Anestesia local no espaço epidural lombar Avalia a necessidade da simpatectomia: elimina vasoespasmo e melhora o fluxo FLEBOGRAFIA COM CONTRASTE Contraste radiográfico dentro do sistema venoso - veia dorsal do pé Veia com segmento não cheio = presença de trombo Utilizado: terapia trombolítica Contraste: inflamação e dor
  • 14.
    LINFOCINTIGRAFIA Colóide (radioatividade)= subcutâneo do 2º espaço interdigital Após = exercita o membro (captação do colóide pelo SL) Imagens seriadas LINFANGIOGRAFIA Detecta: carcinoma metastático, linfoma ou infecção Técnica: contraste vasos linfáticos dos pés ou mãos Após: série de radiografias Diagnóstico de linfedema
  • 15.
    TRATAMENTO DOS DISTÚRBIOSARTERIAIS Arteriosclerose Aterosclerose FISIOPATOLOGIA Aterosclerose: - Resultados diretos - Resultados indiretos Pontos mais vulneráveis:áreas de bifurcação ou ramificação dos vasos - Aorta abdominal distal - Artérias ilíacas comuns - Orifício das artérias femorais superficial e profunda - Artéria femoral superficial de canal adutor
  • 16.
    TEORIA DE REAÇÃOA LESÃO Lesão da célula endotelial vascular  Forças hemodinâmicas  A lesão endotelial  Aumento da agregação plaquetária e monócitos no local da lesão  Células musculares lisas  Matriz de colágeno e fibras elásticas
  • 17.
  • 18.
    Lesões escleróticas de2 tipos: - artérias gordurosas - Placas fibrosas FATORES DE RISCO - Idade, sexo, tabagismo, obesidade, estresse, sedentarismo, hipertensão arterial e dieta gordurosa PREVENÇÃO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS: - Dependem do órgão ou tecido afetado TRATAMENTO MÉDICO - modificação dos fatores de risco - exercícios físicos - medicamentos e procedimentos intervencionais
  • 19.
    TRATAMENTO CIRÚRGICO -Influxo - Efluxo INTERVENÇÕES RADIOLÓGICAS - Aterectomia Rotacional: remove lesões por fazer abrasão da placa que oclui por completo a artéria - Arteriografia (Angioplastia transluminal - PTA) INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
  • 20.
    DOENÇA ARTERIAL OCLUSIVAPERIFÉRICA Indivíduos com + de 50 anos Homens Pernas As lesões obstrutivas= segmentos do sistema arterial= a aorta abaixo das aa renais até a poplítea MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS - Claudicação, dor em repouso, resfriamento ou dormência, alterações ungueais e cutâneos, sopro, pulso periférico diminuído ou ausente HISTÓRICO DE ENFERMAGEM - História dos sintomas e exame físico, pulsos periféricos, cor e temperatura membros inferiores, unhas e pele
  • 21.
    DIAGNÓSTICO - Doppler,oscilometria, angiografia por subtração digital (ASD), angiografia, teste ergométrico, bloqueio simpático lombar TRATAMENTO - Angioplastia transluminal, terapia trombolítica, tromboliseangioplastia, simpatectomia, enxerto vascular ou endarterectomia INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM PÓS-OPERATÓRIO
  • 22.
    DOENÇA ARTERIAL DOMEMBRO SUPERIOR Menor freqüência: circulação colateral e menor carga de trabalho Manifestações clínicas Histórico e achados diagnósticos Intervenções de enfermagem
  • 23.
  • 24.
    ANEURISMAS AÓRTICOS Sacoou dilatação Causas:aterosclerose, traumatismo, defeitos congênitos, infecção ANEURISMA DA AORTA TORÁCICA Sintomas: dor, dispnéia, tosse, rouquidão, disfagia Diagnóstico: Rx tórax, US, TC Tratamento: cirúrgico e controle da PA ANEURISMA ABDOMINAL Fatores de risco: predisposição genética, tabagismo, HÁ Sintomas: sensação do “coração bater” no abdome, massa abdominal Diagnóstico: Rx abdominal, US, TC Tratamento: cirúrgico Sinais de ruptura: dor nas costas ou dor abdominal
  • 25.
  • 26.
    ANEURISMA DISSECANTE DAAORTA Associado: HA mal controlada - causando dilaceração e obstrução de artérias Sintomas: dor, palidez, sudorese e taquicardia Diagnóstico: angiograma, US, TC, RM Tratamento: cirúrgico e controle de PA EMBOLIAS E TROMBOSES ARTERIAIS Oclusão vascular Êmbolo- repentino  aterosclerose avançada Trombose arterial  coágulo de desenvolvimento  artéria lesada devido a aterosclerose
  • 27.
    Sintomas: palidez, doraguda, ausência de pulsação e paralisia Tratamento: embolectomia, anticoagulação venosa com heparina, agentes trombolíticos DOENÇA DE RAYNAUD Vasoconstrição arteriolar Sintomas: resfriamento, dor e palidez nas pontas dos dedos das mãos, dos pés e na ponta do nariz, rubor, dormência, formigamento Tratamento: evitar estímulos vasoconstritores, bloqueadores dos canais de cálcio, simpatectomia
  • 28.
  • 29.
    TRATAMENTO DOS DISTÚRBIOSVENOSOS TROMBOSE VENOSA, TROMBOSE DE VEIAS PROFUNDAS, TROMBOFLEBITE E FLEBOTROMBOSE Fisiopatologia: tríade de Virchow  estase venosa, lesão da parede vascular, coagulação sanguínea alterada Complicações da trombose venosa Manifestações clínicas: Veias profundas: edema, inchação do membro, veias superficiais mais proeminentes, dor, Veias superficiais: dor ou sensibilidade, rubor e calor
  • 30.
    Histórico e Achadosdiagnósticos: história de veias varicosas, hipercoagulação, doença neoplásica, cardiovascular, cirurgia, lesões recentes, obesidade, envelhecimento , uso de contraceptivos orais e investigar alterações no membro Prevenção Tratamento médico: terapia de anticoagulação, heparina e heparina de baixo peso molecular Tratamento cirúrgico Intervenções de Enfermagem
  • 31.
    INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICAObstrução das válvulas venosas ou refluxo do sangue Estiramento dos folhetos das válvulas Acomete veias superficiais e profundas Síndrome pós-trombólica: estase venosa crônica, edema, pigmentação alterada, dor e dermatite Outras: úlcera de estase e dilatação de v. superficiais Tratamento: atividades antigravitacionais, meias elásticas VEIAS VARICOSAS Veias superficiais anormalmente tortuosas
  • 32.
    Válvulas venosas incompetentes,MMII Varizes esofágicas Fisiopatologia: o refluxo do sangue venoso resulta em estase venosa Manifestações clínicas: dor contínua, cãibras musculares, fadiga muscular aumentada na perna, em casos mais graves sintomas de insuficiência venosa crônica Histórico e Achados diagnósticos: scan duplex, venografia Prevenção: posição, pernas elevadas, escadas, meias, caminhadas Tratamento médico Intervenções de Enfermagem
  • 33.
    DISTÚRBIOS LINFÁTICOS LINFANGITEInflamação aguda dos canais linfáticos Estreptococo hemolítico Faixas avermelhadas LINFADENITE AGUDA Dilatação dos linfonodos Avermelhados e dolorosos Linfadenite supurativa
  • 34.
    LINFEDEMA Edemados tecidos dos membros devido ao aumento da linfa, obstrução de vasos linfáticos ELEFANTÍASE Obstrução linfática, filária Febre alta, calafrios TRATAMENTO Repouso, pernas elevadas, meias Farmacológicos Cirúrgico
  • 35.
  • 36.
  • 37.
    OBRIGADO PELA ATENÇÃO!!!!!