SISTEMA
CARDIOVASCULAR
VAN DE GRAAFF, Kent M.. Anatomia Humana. 6ª ed. São Paulo: Manole, Cap.
16. pág. 537 a 600.
LOCALIZAÇÃO DO CORAÇÃO
Mediastino
Face esternocostal
Face diafragmática
Face pulmonar
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
• Tamanho do punho fechado.
• 250g: mulheres adultas,
300g: homens adultos.
• 12 cm de comprimento,
• 9 cm de largura,
• 6 cm de espessura.
Anatomia do coração
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Funções do coração:
• As contracções do coração geram a pressão sanguínea que é
responsável pela circulação do sangue nos vasos sanguíneos.
• O coração separa a circulação pulmonar da sistémica permitindo
uma melhor oxigenação do sangue.
• As válvulas do coração asseguram um fluxo unidireccional do
sangue através do coração e dos vasos sanguíneos.
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Histologia do coração
• Epicárdio
• Miocárdio
• Endocárdio
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
PERICÁRDIO
Visceral: Seroso
Parietal: Fibroso
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
VASOS DA BASE
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
CÂMARAS CARDÍACAS
Fonte: MOORE, K. I; DARLLEY, A. F; Anatomia orientada para a clinica; Ed.Guanabara Koogan; 2007;
Tipos de Circulação
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
SISTEMA VALVULAR
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
NUTRIÇÃO CARDÍACA
Fonte: MOORE, K. I; DARLLEY, A. F; Anatomia orientada para a clinica; Ed.Guanabara Koogan; 2007;
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
SISTEMA DE CONDUÇÃO
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Condução do Estímulo Cardíaco
• Origina-se nas céls. P do nó
sinusal
• Atinge os tratos internodais
e a musc. Atrial (2)
• Sofre importante retardo no
nó AV (3)
• Acelera-se no feixe de His
(4)
• Conduz-se rapidamente nas
fibras de Purkinje (5)
• A musculatura ventricular é
ativada pela superfície
endocárdica donde se
espraia ao epicárdio
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Relação entre a actividade, a idade e a frequência cardíaca
(por minuto)
Frequência cardíaca Bebé Criança Adulto
A dormir 110 - 120 80 - 90 60 - 70
Pequena actividade 120 - 130 90 - 100 70 - 80
Grande actividade 130 - 150 120 - 140
Idade Pressão sistólica
Máxima
(mm Hg)
Pressão diastólica
Mínima
(mm Hg)
Recém-nascido 60 - 90 10 - 40
Criança 100 50
Adolescente 120 70 - 80
Adulto 120 - 160 80 - 90
Idoso 170 95
Anatomia Vascular
Os vasos sanguíneos são um conjunto de tubos de diferentes diâmetros, classificados
em artérias, veias e capilares e cujas paredes têm 3 camadas relativamente distintas, as
quais são mais evidentes nas artérias e menos aparentes nas veias. São elas, a túnica
interna ou íntima, a túnica média e a túnica adventícia.
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Artérias
• Existem artérias de grande calibre (artérias elásticas ou condutoras),
artérias de médio calibre (artérias musculares) e arteríolas. As artérias,
perto das células, ramificam-se para constituir vasos de menor diâmetro
denominados arteríolas, que apresentam a túnica média menos espessas
que a das artérias. As arteríolas, por sua vez, ramificam-se constituindo
uma rede de capilares.
• Função - transportam sangue do coração para todas as partes do corpo.
Dada a elevada espessura das suas paredes de tecido muscular, as artérias
possuem grande resistência à pressão sanguínea.
Veias
Existem veias de grande e médio calibres e vénulas. As veias, perto das células
apresentam um pequeno diâmetro, pelo que então são designadas por vénulas. As
vénulas são vasos de pequeno calibre (maior que o dos capilares) que se vão
reunindo dando origem aos vasos maiores, as veias.
Função - são vasos onde circula o sangue que, das diferentes partes do corpo, se
dirige para o coração.
Capilares
São vasos sanguíneos de pequeno calibre que permitem a troca de substâncias entre
o sangue e as células. No interior dos órgãos estabelecem, geralmente, as ligações
entre as artérias e veias (há casos de capilares que estabelecem a ligação entre uma
artéria e outra artéria ou entre uma veia e outra veia, constituindo sistemas porta –
ex: sistemas porta renal, hepático, etc.) permitindo assim fechar o circuito do sangue
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Principais vasos arteriais da
circulação sistémica.
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Principais vasos
venosos da circulação
sistémica.
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Hipertensão Arterial
 Conceito:
Elevação permanente da pressão arterial acima de valores
considerados normais.
Fonte: OMS
PRESSÃO SISTÓLICA
PRESSÃO
DIASTÓLICA
CLASSIFICAÇÃO SEGUIMENTO
< 130 < 85 normal reavaliar em 01 ano
130 a 139 85 a 89 normal - limítrofe reavaliar em 06 meses
140 a 159 90 a 99 hipertensão leve confirmar em 02 meses
160 a 179 100 a 109 hipertensão moderada confirmar em 01 mês
> ou = 180 > ou = 110 hipertensão grave imediato
> ou = 140 > 90 hipertensão sistólica confirmar em 02 meses
CLASSIFICAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL EM ADULTOS
E A RECOMENDAÇÃO DE SEGUIMENTO
IDADE EM ANOS PRESSÃO ARTERIAL EM MMHG
4 85/60
6 95/62
10 100/65
12 108/67
16 118/75
Adulto 120/80
Idoso 140-160/90-100
TABELA DE VALORES MÉDIOS NORMAIS
DE PRESSÃO ARTERIAL
 Causas inespecíficas:
a) Stress
b) Sedentarismo
c) Obesidade
d) Tabagismo
e) Dieta com abuso de sal
f) Herança genética;
g) Uso de alguns medicamentos (anticoncepcionais,
descongestionantes nasais, antidepressivos, corticóides e
moderadores de apetite);
Hipertensão arterial: CAUSA
Conseqüências da hipertensão:
• Aumento do risco para o desenvolvimento de
doenças cardiovasculares: doença arterial
coronariana, insuficiência cardíaca
congestiva,infarto do miocárdio, lesão renal e
AVC.
Hipertensão arterial
Hipertensão: Sintomas
 A maioria não apresenta sintomas;
 Os sintomas da hipertensão costumam
aparecer somente quando a pressão está muito alta:
dores no peito, palpitação, falta de ar, inchaço, perda
de memória e de equilíbrio, palidez, problemas
urinários, dor de cabeça, tonturas, zumbido no
ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento
nasal.
Hipertensão: Prevenção e Tratamento
 Não tem cura mais tem controle;
 Tratamento com medicamentos prescritos pelo médico;
 Adotar um estilo de vida saudável:
• Manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos
alimentares;
• Não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam
o sabor dos alimentos;
• Praticar atividade física regular;
• Aproveitar momentos de lazer;
• Abandonar o fumo;
• Moderar o consumo de álcool;
• Evitar alimentos gordurosos;
• Controlar o diabetes.
Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/dicas/52hipertensao.html
DISFUNÇÕES VASCULARES
• Resultam em
complicações
circulatórias e
conseqüentemente na
perda da função.
• Apresentam causas
agudas ou crônicas,
chamadas de Doenças
Vasculares Periféricas
(DVP)
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
DISTÚRBIOS VENOSOS
• As veias transportam o sangue proveniente de
todos os órgãos do corpo ao coração
• Os principais problemas que afetam as veias são:
a inflamação,a coagulação e defeitos que
acarretam distensão e a formação de varizes.
• Nos membros inferiores, estão localizados dois
grupos principais de veias: as veias superficiais,
localizadas na camada adiposa subcutânea, e as
veias profundas, localizadas nos músculos.
Válvulas Unidirecionais nas
Veias
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
DISTÚRBIOS VENOSOS
• TROMBOFLEBITE AGUDA
Inflamação aguda com oclusão de veia superficial ou
profunda com um trombo
– Trombose Venosa Superficial
• Coágulo em veia superficial : resolução sem complicações
tardias
– Trombose Venosa Profunda (TVP)
• A tromboflebite das veias profundas pode causar embolia
pulmonar , com risco de morte
• Sinais e Sintomas Clínicos:
– Edema, especialmente após TVP
– Dor
– Hipersensibilidade da panturrilha (↑ com dorsiflexão do
tornozelo)
– Inflamação e descoloração do membro
Fonte:pt.wikipedia.org/
FATORES DE RISCO DE
TROMBOFLEBITE:
– Imobilidade no leito
– Obesidade
– Idade do paciente (risco↑ com idade)
– Lesões ortopédicas
– Pacientes pós-operatórios
– ICC
– Malignidade
– Contraceptivos orais
– Gravidez
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Prevenção Tromboflebite:
• Deambulação precoce
• Exercícios Ativos de
bombeamento.
Tratamento
• Paciente em REPOUSO
COMPLETO
• Terapia anticoagulatória
sistêmica
• Elevaçã do membro
Fonte:pt.wikipedia.org/
VARIZES
• São veias doentes que se dilatam de forma
anormal e se mostram de forma alongada e
tortuosa. Fatores que desencadeiam: tendência
hereditária, gravidez,uso de anticoncepcionais,
tempo prolongado na posição em pé ou sentado.
• Os tipos de varizes: primárias e secundárias
• As chamadas primárias surgem por uma
tendência hereditária
• As chamadas secundárias surgem por doenças
adquiridas no decorrer da vida e são de
tratamento mais difícil
Doença Vascular Arterioesclerótica Crônica
• Arteriosclerose obliterante (AEO), doença oclusiva
aterosclerótica ou doença arterial progressiva.
• Circulação deteriora pelo estreitamento, fibrose ou oclusão
das artérias.
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Sinais Clínicos e Sintomas da Doença Arterial
• Mudança na cor da pele e temperatura: Palidez, Pele
lustrosa e cerosa, ressecamento, ↓ pêlos e Tº
• Úlceras em regiões de peso e proeminências ósseas e
gangrena
• Distúrbios Sensoriais: Parestesia – formigamento e
adormecimento nos MM, suscetível a infecções pós
arranhar a pele
• Dor: Claudicação Intermitente (dor durante os exercícios),
Dor ↓ com o repouso, Dor isquêmica↑ com progressão da
dça e há dor durante o repouso
• Dor em queimação: isquemia grave (perna em posição
pendente dá alívio, se elevar o membro há da dor)
• Atrofia Muscular e Incapacidade Funcional: atrofia dos
mm. → perda da função motora (mãos e pés)...+ dor e
comprometimento da capacidade funcional
Tratamentos
• OCLUSÃO ARTERIAL
AGUDA
• Emergência Médica.
• Localização e extensão
da oclusão.
• Circulação colateral.
• Gangrena e
amputação se não tiver
resultados imediatos.
• Exercíco é contra-
indicado.
• DOENÇA ARTERIAL
CRÔNICA
• Tratamento conservador.
• Cirurgia de emergência só
em estágio avançado.
• Cessar tabagismo.
• Alterar dieta: sal, açúcar,
gordura e álcool.
• Cuidar DM e HAS.
• Exercícios: Caminhada ou
bicicleta (↑ tolerância ao
exercício.
INFARTO AGUDO DO
MIOCÁRDIO
Definição:
É a necrose da célula miocárdica
resultante da oferta inadequada de
oxigênio ao músculo cardíaco
IAM
• é causado pela limitação do fluxo
coronário de tal magnitude e duração que
resulta em necrose do músculo cardíaco,
ou seja é o foco de necrose resultante da
perfusão inadequada do tecido sendo a
apresentação mais dramática da
aterosclerose coronária (KNOBEL,2000).
Fonte: ACLS American Heart Association, 2003
CORAÇÃO COM IAM
Fonte:pt.wikipedia.org/
DIAGNÓTICO
• Quadro Clínico
– Dor torácica (ou relato de desconforto)
• em queimação, aperto, peso
• tipo opressão ou tipo facada
• localização: geralmente retroesternal ou precordial
• irradiação : braço esquerdo até o cotovelo, punho
ou dedos, ou irradia para o braço direito, pescoço,
mandíbula
DIAGNÓSTICO
Quadro Clínico
– Náusea e vômitos
– Sudorese
– Palidez cutânea
– Sensação de morte iminente
– Dispnéia, taquicardia ou bradicardia
 Atendimento inicial
◦ paciente com IAM (suspeito ou confirmado) deve ser
rapidamente atendido e removido para UTI
 Repouso
◦ deve ser absoluto nas primeiras 48 a 72 horas de
evolução
 Dieta branda
 Sedação
◦ Diazepan
◦ ansiedade pode agravar a evolução clínica do IAM
 Analgesia
◦ Morfina
Estado fisiopatológico em que o coração
é incapaz de manter suficiente
perfusão periférica para suprir as
necessidades metabólicas dos tecidos
ou o faz à custa de altas pressões de
enchimento.
Insuficiência Cardíaca
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA
 QUADRO CLÍNICO
 Sinais e sintomas de sobrecarga hídrica intravascular e
intersticial
 Dispnéia de esforço
 Ortopnéia
 Dispnéia paroxística noturna
 Estertores crepitantes (bases)
 Edema
 Manifestações de perfusão tissular inadequada
  Capacidade de exercício
 Disfunção renal
 Fadiga e fraqueza
Anorexia, náusea, distensão abdominal
Radiografia de Tórax
Objetivos do tratamento da
insuficiência cardíaca
• Reduzir a progressão
• Melhorar os sintomas
• Melhorar a qualidade de vida
• Reduzir a mortalidade
• Prevenir a morte súbita
• Reduzir o remodelamento miocárdico
Tratamento não farmacológico
• Identificar etiologia.
• Eliminação/correção de fatores agravantes.
• Modificações no estilo de vida: (IIa/B)
– Dieta
– Ingestão de álcool
– Atividade Física
– Atividades Laborativas
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia Humana Sistema Segmentar Ed. Atheneu São
Paulo, 2003, p.p 89-94.
• HENRY GRAY, F. R. S; MAYO C. G; A.B.M.D; Anatomia ; Ed. Guanabara Koogan S.A, Rio de
Janeiro, 1988, 29º edição.
• MOORE, K. I; DARLLEY, A. F; Anatomia orientada para a clinica; Ed.Guanabara Koogan;
2007; 5º edição p.p 35-36.
• NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
• RIGUTTI, A. Atlas ilustrado de Anatomia; Ed. Girassol; Brasil; 1º edições Ltda.; 2007; ISBN:
9788574886367.
• TARANTINO, Affonso B.. Doenças Pulmonares. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
• IRWIN, RICHARD S.. Manual de terapia intensiva. 1ª ed. Valinhos: GUANABARA KOOGAN,
2007.
• SCANLAN, G. L.; WILKINS, R. L.; STOLLER, J. K. Fundamentos da Terapia Respiratória de
EGAN. 8ª ed. São Paulo: Manole, 2007.

SISTEMA CARDIOVASCULAR

  • 1.
    SISTEMA CARDIOVASCULAR VAN DE GRAAFF,Kent M.. Anatomia Humana. 6ª ed. São Paulo: Manole, Cap. 16. pág. 537 a 600.
  • 2.
    LOCALIZAÇÃO DO CORAÇÃO Mediastino Faceesternocostal Face diafragmática Face pulmonar Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 3.
    • Tamanho dopunho fechado. • 250g: mulheres adultas, 300g: homens adultos. • 12 cm de comprimento, • 9 cm de largura, • 6 cm de espessura. Anatomia do coração Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 4.
    Funções do coração: •As contracções do coração geram a pressão sanguínea que é responsável pela circulação do sangue nos vasos sanguíneos. • O coração separa a circulação pulmonar da sistémica permitindo uma melhor oxigenação do sangue. • As válvulas do coração asseguram um fluxo unidireccional do sangue através do coração e dos vasos sanguíneos.
  • 5.
    Fonte: NETTER, FrankH.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. Histologia do coração
  • 6.
    • Epicárdio • Miocárdio •Endocárdio Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 7.
    PERICÁRDIO Visceral: Seroso Parietal: Fibroso Fonte:NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 8.
    VASOS DA BASE Fonte:NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 9.
    CÂMARAS CARDÍACAS Fonte: MOORE,K. I; DARLLEY, A. F; Anatomia orientada para a clinica; Ed.Guanabara Koogan; 2007;
  • 10.
    Tipos de Circulação Fonte:NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 12.
    SISTEMA VALVULAR Fonte: NETTER,Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 13.
    Fonte: NETTER, FrankH.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 14.
    Fonte: NETTER, FrankH.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 15.
    Fonte: NETTER, FrankH.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 16.
    Fonte: NETTER, FrankH.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 17.
    NUTRIÇÃO CARDÍACA Fonte: MOORE,K. I; DARLLEY, A. F; Anatomia orientada para a clinica; Ed.Guanabara Koogan; 2007;
  • 18.
    Fonte: NETTER, FrankH.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 19.
    SISTEMA DE CONDUÇÃO Fonte:NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 20.
    Condução do EstímuloCardíaco • Origina-se nas céls. P do nó sinusal • Atinge os tratos internodais e a musc. Atrial (2) • Sofre importante retardo no nó AV (3) • Acelera-se no feixe de His (4) • Conduz-se rapidamente nas fibras de Purkinje (5) • A musculatura ventricular é ativada pela superfície endocárdica donde se espraia ao epicárdio Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 21.
    Relação entre aactividade, a idade e a frequência cardíaca (por minuto) Frequência cardíaca Bebé Criança Adulto A dormir 110 - 120 80 - 90 60 - 70 Pequena actividade 120 - 130 90 - 100 70 - 80 Grande actividade 130 - 150 120 - 140 Idade Pressão sistólica Máxima (mm Hg) Pressão diastólica Mínima (mm Hg) Recém-nascido 60 - 90 10 - 40 Criança 100 50 Adolescente 120 70 - 80 Adulto 120 - 160 80 - 90 Idoso 170 95
  • 22.
    Anatomia Vascular Os vasossanguíneos são um conjunto de tubos de diferentes diâmetros, classificados em artérias, veias e capilares e cujas paredes têm 3 camadas relativamente distintas, as quais são mais evidentes nas artérias e menos aparentes nas veias. São elas, a túnica interna ou íntima, a túnica média e a túnica adventícia. Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 23.
    Artérias • Existem artériasde grande calibre (artérias elásticas ou condutoras), artérias de médio calibre (artérias musculares) e arteríolas. As artérias, perto das células, ramificam-se para constituir vasos de menor diâmetro denominados arteríolas, que apresentam a túnica média menos espessas que a das artérias. As arteríolas, por sua vez, ramificam-se constituindo uma rede de capilares. • Função - transportam sangue do coração para todas as partes do corpo. Dada a elevada espessura das suas paredes de tecido muscular, as artérias possuem grande resistência à pressão sanguínea.
  • 24.
    Veias Existem veias degrande e médio calibres e vénulas. As veias, perto das células apresentam um pequeno diâmetro, pelo que então são designadas por vénulas. As vénulas são vasos de pequeno calibre (maior que o dos capilares) que se vão reunindo dando origem aos vasos maiores, as veias. Função - são vasos onde circula o sangue que, das diferentes partes do corpo, se dirige para o coração.
  • 25.
    Capilares São vasos sanguíneosde pequeno calibre que permitem a troca de substâncias entre o sangue e as células. No interior dos órgãos estabelecem, geralmente, as ligações entre as artérias e veias (há casos de capilares que estabelecem a ligação entre uma artéria e outra artéria ou entre uma veia e outra veia, constituindo sistemas porta – ex: sistemas porta renal, hepático, etc.) permitindo assim fechar o circuito do sangue Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 26.
    Principais vasos arteriaisda circulação sistémica. Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 27.
    Principais vasos venosos dacirculação sistémica. Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 28.
    Fonte: NETTER, FrankH.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 29.
    Fonte: NETTER, FrankH.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 30.
    Fonte: NETTER, FrankH.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 31.
    Fonte: NETTER, FrankH.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 32.
    Fonte: NETTER, FrankH.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 33.
    Hipertensão Arterial  Conceito: Elevaçãopermanente da pressão arterial acima de valores considerados normais. Fonte: OMS
  • 34.
    PRESSÃO SISTÓLICA PRESSÃO DIASTÓLICA CLASSIFICAÇÃO SEGUIMENTO <130 < 85 normal reavaliar em 01 ano 130 a 139 85 a 89 normal - limítrofe reavaliar em 06 meses 140 a 159 90 a 99 hipertensão leve confirmar em 02 meses 160 a 179 100 a 109 hipertensão moderada confirmar em 01 mês > ou = 180 > ou = 110 hipertensão grave imediato > ou = 140 > 90 hipertensão sistólica confirmar em 02 meses CLASSIFICAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL EM ADULTOS E A RECOMENDAÇÃO DE SEGUIMENTO
  • 35.
    IDADE EM ANOSPRESSÃO ARTERIAL EM MMHG 4 85/60 6 95/62 10 100/65 12 108/67 16 118/75 Adulto 120/80 Idoso 140-160/90-100 TABELA DE VALORES MÉDIOS NORMAIS DE PRESSÃO ARTERIAL
  • 36.
     Causas inespecíficas: a)Stress b) Sedentarismo c) Obesidade d) Tabagismo e) Dieta com abuso de sal f) Herança genética; g) Uso de alguns medicamentos (anticoncepcionais, descongestionantes nasais, antidepressivos, corticóides e moderadores de apetite); Hipertensão arterial: CAUSA
  • 37.
    Conseqüências da hipertensão: •Aumento do risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares: doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca congestiva,infarto do miocárdio, lesão renal e AVC. Hipertensão arterial
  • 38.
    Hipertensão: Sintomas  Amaioria não apresenta sintomas;  Os sintomas da hipertensão costumam aparecer somente quando a pressão está muito alta: dores no peito, palpitação, falta de ar, inchaço, perda de memória e de equilíbrio, palidez, problemas urinários, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.
  • 39.
    Hipertensão: Prevenção eTratamento  Não tem cura mais tem controle;  Tratamento com medicamentos prescritos pelo médico;  Adotar um estilo de vida saudável: • Manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares; • Não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos; • Praticar atividade física regular; • Aproveitar momentos de lazer; • Abandonar o fumo; • Moderar o consumo de álcool; • Evitar alimentos gordurosos; • Controlar o diabetes. Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/dicas/52hipertensao.html
  • 40.
    DISFUNÇÕES VASCULARES • Resultamem complicações circulatórias e conseqüentemente na perda da função. • Apresentam causas agudas ou crônicas, chamadas de Doenças Vasculares Periféricas (DVP) Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 41.
    DISTÚRBIOS VENOSOS • Asveias transportam o sangue proveniente de todos os órgãos do corpo ao coração • Os principais problemas que afetam as veias são: a inflamação,a coagulação e defeitos que acarretam distensão e a formação de varizes. • Nos membros inferiores, estão localizados dois grupos principais de veias: as veias superficiais, localizadas na camada adiposa subcutânea, e as veias profundas, localizadas nos músculos.
  • 42.
    Válvulas Unidirecionais nas Veias Fonte:NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 43.
    DISTÚRBIOS VENOSOS • TROMBOFLEBITEAGUDA Inflamação aguda com oclusão de veia superficial ou profunda com um trombo – Trombose Venosa Superficial • Coágulo em veia superficial : resolução sem complicações tardias – Trombose Venosa Profunda (TVP) • A tromboflebite das veias profundas pode causar embolia pulmonar , com risco de morte • Sinais e Sintomas Clínicos: – Edema, especialmente após TVP – Dor – Hipersensibilidade da panturrilha (↑ com dorsiflexão do tornozelo) – Inflamação e descoloração do membro Fonte:pt.wikipedia.org/
  • 44.
    FATORES DE RISCODE TROMBOFLEBITE: – Imobilidade no leito – Obesidade – Idade do paciente (risco↑ com idade) – Lesões ortopédicas – Pacientes pós-operatórios – ICC – Malignidade – Contraceptivos orais – Gravidez Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 45.
    Prevenção Tromboflebite: • Deambulaçãoprecoce • Exercícios Ativos de bombeamento. Tratamento • Paciente em REPOUSO COMPLETO • Terapia anticoagulatória sistêmica • Elevaçã do membro Fonte:pt.wikipedia.org/
  • 46.
    VARIZES • São veiasdoentes que se dilatam de forma anormal e se mostram de forma alongada e tortuosa. Fatores que desencadeiam: tendência hereditária, gravidez,uso de anticoncepcionais, tempo prolongado na posição em pé ou sentado. • Os tipos de varizes: primárias e secundárias • As chamadas primárias surgem por uma tendência hereditária • As chamadas secundárias surgem por doenças adquiridas no decorrer da vida e são de tratamento mais difícil
  • 47.
    Doença Vascular ArterioescleróticaCrônica • Arteriosclerose obliterante (AEO), doença oclusiva aterosclerótica ou doença arterial progressiva. • Circulação deteriora pelo estreitamento, fibrose ou oclusão das artérias. Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • 48.
    Sinais Clínicos eSintomas da Doença Arterial • Mudança na cor da pele e temperatura: Palidez, Pele lustrosa e cerosa, ressecamento, ↓ pêlos e Tº • Úlceras em regiões de peso e proeminências ósseas e gangrena • Distúrbios Sensoriais: Parestesia – formigamento e adormecimento nos MM, suscetível a infecções pós arranhar a pele • Dor: Claudicação Intermitente (dor durante os exercícios), Dor ↓ com o repouso, Dor isquêmica↑ com progressão da dça e há dor durante o repouso • Dor em queimação: isquemia grave (perna em posição pendente dá alívio, se elevar o membro há da dor) • Atrofia Muscular e Incapacidade Funcional: atrofia dos mm. → perda da função motora (mãos e pés)...+ dor e comprometimento da capacidade funcional
  • 49.
    Tratamentos • OCLUSÃO ARTERIAL AGUDA •Emergência Médica. • Localização e extensão da oclusão. • Circulação colateral. • Gangrena e amputação se não tiver resultados imediatos. • Exercíco é contra- indicado. • DOENÇA ARTERIAL CRÔNICA • Tratamento conservador. • Cirurgia de emergência só em estágio avançado. • Cessar tabagismo. • Alterar dieta: sal, açúcar, gordura e álcool. • Cuidar DM e HAS. • Exercícios: Caminhada ou bicicleta (↑ tolerância ao exercício.
  • 50.
    INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO Definição: Éa necrose da célula miocárdica resultante da oferta inadequada de oxigênio ao músculo cardíaco
  • 51.
    IAM • é causadopela limitação do fluxo coronário de tal magnitude e duração que resulta em necrose do músculo cardíaco, ou seja é o foco de necrose resultante da perfusão inadequada do tecido sendo a apresentação mais dramática da aterosclerose coronária (KNOBEL,2000).
  • 52.
    Fonte: ACLS AmericanHeart Association, 2003
  • 53.
  • 54.
    DIAGNÓTICO • Quadro Clínico –Dor torácica (ou relato de desconforto) • em queimação, aperto, peso • tipo opressão ou tipo facada • localização: geralmente retroesternal ou precordial • irradiação : braço esquerdo até o cotovelo, punho ou dedos, ou irradia para o braço direito, pescoço, mandíbula
  • 55.
    DIAGNÓSTICO Quadro Clínico – Náuseae vômitos – Sudorese – Palidez cutânea – Sensação de morte iminente – Dispnéia, taquicardia ou bradicardia
  • 56.
     Atendimento inicial ◦paciente com IAM (suspeito ou confirmado) deve ser rapidamente atendido e removido para UTI  Repouso ◦ deve ser absoluto nas primeiras 48 a 72 horas de evolução  Dieta branda  Sedação ◦ Diazepan ◦ ansiedade pode agravar a evolução clínica do IAM  Analgesia ◦ Morfina
  • 57.
    Estado fisiopatológico emque o coração é incapaz de manter suficiente perfusão periférica para suprir as necessidades metabólicas dos tecidos ou o faz à custa de altas pressões de enchimento. Insuficiência Cardíaca
  • 58.
    INSUFICIÊNCIA CARDÍACA  QUADROCLÍNICO  Sinais e sintomas de sobrecarga hídrica intravascular e intersticial  Dispnéia de esforço  Ortopnéia  Dispnéia paroxística noturna  Estertores crepitantes (bases)  Edema  Manifestações de perfusão tissular inadequada   Capacidade de exercício  Disfunção renal  Fadiga e fraqueza Anorexia, náusea, distensão abdominal
  • 59.
  • 60.
    Objetivos do tratamentoda insuficiência cardíaca • Reduzir a progressão • Melhorar os sintomas • Melhorar a qualidade de vida • Reduzir a mortalidade • Prevenir a morte súbita • Reduzir o remodelamento miocárdico
  • 61.
    Tratamento não farmacológico •Identificar etiologia. • Eliminação/correção de fatores agravantes. • Modificações no estilo de vida: (IIa/B) – Dieta – Ingestão de álcool – Atividade Física – Atividades Laborativas
  • 62.
    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • DANGELO,J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia Humana Sistema Segmentar Ed. Atheneu São Paulo, 2003, p.p 89-94. • HENRY GRAY, F. R. S; MAYO C. G; A.B.M.D; Anatomia ; Ed. Guanabara Koogan S.A, Rio de Janeiro, 1988, 29º edição. • MOORE, K. I; DARLLEY, A. F; Anatomia orientada para a clinica; Ed.Guanabara Koogan; 2007; 5º edição p.p 35-36. • NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. • RIGUTTI, A. Atlas ilustrado de Anatomia; Ed. Girassol; Brasil; 1º edições Ltda.; 2007; ISBN: 9788574886367. • TARANTINO, Affonso B.. Doenças Pulmonares. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. • IRWIN, RICHARD S.. Manual de terapia intensiva. 1ª ed. Valinhos: GUANABARA KOOGAN, 2007. • SCANLAN, G. L.; WILKINS, R. L.; STOLLER, J. K. Fundamentos da Terapia Respiratória de EGAN. 8ª ed. São Paulo: Manole, 2007.