SlideShare uma empresa Scribd logo
CONCEITOS FUNDAMENTAIS 
(ILUSTRAD0S VOLTADO S PARA A 
PRÁTICA) 
RODRIGO RIRO 
MEDICINA UESB 
2014
 A Instrumentação Cirúrgica é uma 
das áreas importantes para o 
sucesso de uma cirurgia. 
 Centro Cirúrgico é definido como 
um lugar especial dentro do 
hospital, convenientemente 
preparado segundo um conjunto 
de requisitos que o tornam apto à 
prática da cirurgia.
 O ambiente cirúrgico é conhecido 
por sua aparência de rude e 
temperatura fria. 
 A sala de cirurgia fica atrás de 
portas de duplex, sendo o acesso 
limitado às pessoas autorizadas. 
 A sala de cirurgia situa-se em uma 
localização que é central a todos os 
serviços de apoio (patologia, Raio X, 
laboratório). 
 A sala de cirurgia apresenta 
dispositivos de filtração especial do 
ar para depurar as partículas 
contaminantes, poeiras e 
poluentes.
 1. Secção de bloco operatório 
(salas de operação equipadas); 
 2.Seção de Recuperação Pós 
Anestésica(leitos equipados para 
atender ao paciente na 
recuperação Pós anestésicas); 
 3. Seção de material (guarda de 
material estéril e não estéril, como 
medicamentos, seringas, fios de 
suturas, próteses, etc).
1. Vestiário; 
2. Conforto médico; 
3. Sala de anestesias; 
4. Sala de enfermagem; 
5. Sala de estoque de material e 
medicamentos; 
6. Área para recepção de pacientes; 
7. Sala de operação; 
8. Sala para equipe de limpeza e 
elementos de apoio (banco de 
sangue, raios X,laboratórios, 
anatomia patológica, etc)
 Equipe Cirúrgica 
 ˉ Médico Cirurgião 
 ˉ Anestesista 
 ˉ Enfermeira 
 ˉ Técnico de Enfermagem 
 ˉ Instrumentador Cirúrgico 
 OBS:A enfermeira pode ser 
A instrumentadora, ou mesmo o 
Técnico desde que capacitado.
Zona de Proteção (Não Restrita): 
Vestiários; corredor de entrada e 
secretaria. Os profissionais podem 
circular livremente por estas áreas com roupas próprias. 
Zona Limpa (Semi-Restrita): Conforto médico; Sala de 
recepção do paciente; de recuperação anestésica; de 
acondicionamento de material; de esterilização; centro 
de material; sala de serviços auxiliares; e de 
equipamentos. 
Zona Estéril (Restrita): além da roupa própria do centro 
cirúrgico, devem ser usadas máscaras e gorros conforme 
normas da unidade e as técnicas assépticas devem ser 
utilizadas de maneira rigorosa, a fim de diminuir os 
riscos de infecção (salas de cirurgias, lavabos, sala de 
recuperação pós anestésica, sala de depósito, e corredor 
interno)
1. Cirurgia Limpas: Tecidos estéreis 
ou de fácil descontaminação. 
2. Cirurgias Potencialmente 
Contaminadas: Realizadas em 
tecidos de difícil descontaminação. 
3. Cirurgias Contaminadas: 
Realizados em tecidos recentemente 
traumatizados e abertos com 
processo de inflamação, mas sem 
supuração. 
4. Cirurgias Infectadas: Realizadas em 
tecidos com supuração local, tecido 
necrótico, feridas traumáticas sujas.
É uma profissão de nível técnico, no 
país, em que o profissional tem a 
função de ajudar o cirurgião no ato 
cirúrgico, essas competências 
abrangem desde a preparação dos 
instrumentos até à esterilização dos 
mesmos
A instrumentação cirúrgica nasce no 
Século XX, período marcado pelo 
maior crescimento nas cirurgias e 
consequentemente do papel do 
instrumentador cirúrgico. 
Surgiu escolas de Técnicos em 
instrumental cirúrgicos a partir da de 
Nice na França em 1954.
Tradicionalmente, inclui o uniforme 
privativo (calça e blusa), propé ou 
sapato privativo, gorro, máscara, 
avental cirúrgico e luva cirúrgica. 
Os profissionais devem utilizar jaleco 
quando fora de áreas restritas. 
A permissão do uso de uniformes 
dentro e fora do bloco 
principalmente permitido aos: 
cirurgiões, enfermeiros, e internos.
Instrumentaocirrgica 140224072052-phpapp01
Instrumentaocirrgica 140224072052-phpapp01
Instrumentaocirrgica 140224072052-phpapp01
Instrumentaocirrgica 140224072052-phpapp01
Instrumentaocirrgica 140224072052-phpapp01
 Os instrumentais cirúrgicos são 
classificados de acordo com sua 
função. 
Tempos operatórios (inicialmente) 
 Diérese 
apresenta como objetivo criar vias de 
acesso através dos tecidos por meio 
de bisturis e tesouras. 
 preensão 
Objetivo: manipulação de algumas 
estruturas. 
 hemostasia 
visa conter ou prevenir os 
sangramentos durante o ato 
operatório, tendo como 
instrumentais principais as pinças 
hemostáticas.
1. DE DIÉRESE 
2. DE PREENSSÃO 
3. DE HEMOSTASIA 
4. DE EXPOSIÇÃO 
5. INST.ESPECIAIS 
6. INST. DE SÍNTESE 
4 2 
1 
3 
5 
6
Bisturi: É utilizado para incisões ou 
dissecções de estruturas. Caracterizado 
por um cabo reto, com uma extremidade mais 
estreita chamada colo, no qual é acoplada uma 
variedade de lâminas descartáveis e removíveis. 
O tamanho e o formato das lâminas e dos colos 
dos cabos dos bisturis são adaptados aos diversos 
tipos de incisões, sendo principalmente utilizados 
os cabos de número 3 e 4. 
O cabo nº 3 é destinado para lâminas pequenas, 
das de número 9 às de número 17, em incisões 
mais delicadas. 
Já o cabo número 4 é destinado para lâminas 
maiores, das de número 18 às de número 50.
Tesouras: Têm como função principal 
efetuar a secção ou a divulsão de 
tecidos orgânicos, além de seccionar 
materiais cirúrgicos, como gaze, fios, 
borracha, entre outros. 
As tesouras variam no tamanho (longas, 
médias ou curtas), no formato da ponta 
(pontiagudas, rombas ou mistas) e na 
curvatura (retas ou curvas), cada uma 
com uma finalidade específica.
Tesoura de Metzenbaum: pode ser reta 
ou curva, sendo utilizada para a diérese 
de tecidos orgânicos, uma vez que é 
considerada menos traumática, por 
apresentar sua extremidade distal mais 
delicada e estreita. 
Tesoura de Mayo: também pode ser 
reta ou curva, sendo utilizada para a 
secção de fios e outros materiais 
cirúrgicos em superfícies ou em 
cavidades, uma vez que é considerada 
mais traumática que a de 
Metzenbaum, por apresentar sua 
extremidade distal mais grosseira.
São basicamente constituídos pelas 
pinças de preensão, que são 
destinadas à manipulação e à 
apreensão de órgãos, tecidos ou 
estruturas. A seguir...
A pinça de Adson, por apresentar 
uma extremidade distal estreita e 
dessa forma, uma menor superfície 
de contato, é utilizada em cirurgias 
mais delicadas, como as 
pediátricas.
Com ranhuras finas e transversais, 
possui uma utilização universal.
Apresentar dentes em sua 
extremidade, é utilizada na preensão 
de tecidos mais grosseiros, como 
plano muscular e aponeurose.
A hemostasia é um dos tempos 
fundamentais da cirurgia e tem por 
objetivo prevenir ou corrigir as 
hemorragias, evitando, dessa forma, o 
comprometimento do estado 
hemodinâmico do paciente, além de 
impedir a formação de coleções 
sanguíneas e coágulos no período pós 
operatório. 
Esses instrumentais são identificados 
pelo nome de seus idealizadores, como 
as pinças de Kelly, Crile, Halstead, 
Mixter e Kocher. 
A seguir...
Apresentam ranhuras transversais na 
face interna de suas pontas e podem 
ser retas ou curvas. 
As retas, também chamadas pinças 
de reparo, são utilizadas para o 
pinçamento de material cirúrgico 
como fios e drenos de borracha, 
enquanto que as curvas são 
destinadas ao pinçamento de vasos 
e tecidos pouco grosseiros
Destinada ao pinçamento de 
vasos de pequeno calibre, devido a 
seu tamanho reduzido, que pode ser 
observado ao compará-la a outras 
pinças hemostáticas. 
(Pinça Mosquito)
Apresenta ponta em ângulo 
aproximadamente reto em relação 
ao seu corpo, sendo largamente 
utilizada na passagem de fios ao 
redor de vasos para ligaduras, assim 
como na dissecção de vasos e outras 
estruturas.
Classificada como instrumental de 
hemostasia, não é habitualmente 
empregada para esta finalidade, uma 
vez que apresenta dentes em sua 
extremidade. 
Seu uso mais habitual é na preensão 
e tração de tecidos grosseiros como 
aponeuroses.
São representados por afastadores, 
que são elementos mecânicos 
destinados a facilitar a exposição do 
campo operatório, afastando as 
bordas da ferida operatória e outras 
estruturas, deforma a permitir a 
exposição de planos anatômicos ou 
órgãos subjacentes, facilitando o ato 
operatório.
Afastador de Farabeuf 
 apresenta-se em formato de “C” 
característico, sendo utilizado no 
afastamento de pele, tecido celular 
subcutâneo e músculos superficiais.
 Por se apresentar em ângulo reto e 
ter ampla superfície de contato, é 
utilizado primordialmente em 
cirurgias abdominais.
Apresenta sua extremidade distal em 
formato de semi-lua, análoga ao 
desenho de contorno dos pulmões, é 
amplamente utilizado em cirurgias 
torácicas, pode também ser utilizado 
em cirurgias abdominais.
 Empregada tanto em cirurgias na 
cavidade torácica, quanto na 
cavidade abdominal. 
 Por ser flexível, pode alcançar 
qualquer tipo de formato ou 
curvatura, sendo, portanto, 
adaptável a qualquer eventual 
necessidade que venha a surgir 
durante o ato operatório.
 são instrumentais que por si só 
mantém as estruturas afastadas e 
estáveis.
Utilizado em cirurgias abdominais. 
Deve ser manipulado em sua 
extremidade proximal, para que se 
movimente, uma vez que a distal, 
que entra em contato com as 
estruturas a serem afastadas não 
ceda a pressões laterais
Uma adaptação do afastador de 
Gosset, acoplando-se ao mesmo 
uma Válvula Supra púbica, que, 
quando utilizada isoladamente, 
consiste em um afastador dinâmico.
Utilizado em cirurgias torácicas, 
possuindo uma manivela para 
possibilitar o afastamento da forte 
musculatura intercostal.
Pode ser utilizado em cirurgias 
neurológicas, para o afastamento do 
couro cabeludo, bem como em 
cirurgias nos membros ou na coluna, 
para o afastamento de músculos 
superficiais.
Os instrumentais especiais são 
aqueles utilizados para finalidades 
específicas. 
São muitos e variam de acordo com 
a especialidade cirúrgica
Possui endentações em sua 
extremidade distal, o que a torna 
consideravelmente traumática, 
sendo utilizada, portanto, somente 
em tecidos grosseiros ou naqueles 
que irão sofrer a exérese, ou seja, 
naqueles que irão ser retirados do 
organismo.
Possui extremidade distal 
semelhante ao formato de uma letra 
“D”, com ranhuras longitudinais ao 
longo da face interna de sua ponta. 
Por apresentar ampla superfície de 
contato, é utilizada em diversas 
estruturas, a exemplo das alças 
intestinais.
Possui ranhuras longitudinais (sendo 
este modelo pouco traumático) ou 
transversais ao longo da face interna 
de sua ponta. 
É utilizado na interrupção do trânsito 
intestinal, o que o classifica como 
instrumental de coprostase.
Utilizado em cirurgias obstétricas, 
apresenta ramos articulados, com 
grandes aros em sua extremidade, 
para o encaixe na cabeça do 
concepto durante partos em que o 
mesmo esteja mal posicionado ou 
com outras complicações.
Semelhante a um grande alicate, é 
utilizado na retirada de espículas 
ósseas em cirurgias ortopédicas
Também denominada de pinça de 
campo, devido sua função de fixar os 
campos operatórios entre si.
Também chamada de Cureta uterina. 
É amplamente utilizada em 
procedimentos obstétricos para 
remoção de restos placentários e 
endometriais da cavidade uterina 
especialmente após abortos, onde 
resquícios do feto podem permanecer 
na cavidade. 
Possui uma superfície áspera, a qual 
realiza a raspagem; e outra lisa, para 
que a parede do útero não seja 
lesionada durante o procedimento.
Possui argolas e cremalheiras. 
Na extremidade distal possui uma 
pequena superfície de contato o que 
a torna pouco traumática. 
Dessa forma, pode ser utilizada na 
manipulação de alças intestinais.
A síntese geralmente é o tempo final 
da cirurgia e consiste na 
aproximação dos tecidos 
seccionados ou ressecados no 
decorrer da cirurgia, com o intuito de 
favorecer a cicatrização dos tecidos. 
Os instrumentais utilizados para este 
fim são a porta agulhas.
É mais utilizado para síntese em 
cavidades.
Possui hastes curvas, semelhante a 
um alicate, com cremalheira 
pequena. 
É utilizado em suturas de tecidos 
superficiais, especialmente na pele 
em cirurgias plásticas ou ainda em 
cirurgias odontológicas
Deve ser feita de forma padronizada, de 
acordo com a ordem de utilização dos 
instrumentais no ato operatório, a fim de se 
facilitar o acesso aos mesmos. 
Durante a arrumação da mesa, é necessário 
imaginá-la dividida em 6 setores, 
correspondentes aos 6 tempos operatórios: 
1.Diérese:bisturis e tesouras 
2.Preensão: pinças de preensão 
3.Hemostasia:pinças ,gazes, compressas 
4.Exposição: afastadores 
5.Especial: instrumentais 
6.Síntese: Porta agulhas etc.
TREINE SUA IDENTIFICAÇÃO
A solicitação pode ser feitas de duas formas: 
por solicitação verbal ou por sinalização 
cirúrgica, que consiste em um sistema 
mundial padronizado de técnicas de 
solicitação manual que visam reduzir a 
conversação dentro da sala de cirurgia. 
A entrega dos instrumentais pelo 
instrumentador deve ser feita de forma 
firme e imediata, entregando os mesmo 
fechados e com suas curvaturas voltadas 
para cima 
O bom instrumentador deve saber 
previamente o instrumental a ser solicitado.
Instrumentaocirrgica 140224072052-phpapp01
Ao final da cirurgia o bom 
instrumentador(a) deve apresentar a 
mesa tão limpa e organizada quanto 
estava no início.
Instrumentaocirrgica 140224072052-phpapp01
BRUNNER/SUDDARTH. Tratado 
Médico- Cirúrgico. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2010. 
CIANCIARULLO, TâmaraWanow. 
Instrumento Básicos para o cuidar: Um 
desafio para a qualidade da assistência, 
São Paulo: Atheneu, 2006. 
MOZACHI, N. O hospital: manual do 
ambiente hospitalar. Curitiba: Manual 
Real, 9ª Ed, 2007. 
ARAÚJO, Claúdia Lúcia Caetano de; 
CABRAL, Ivone Evangelista. Cuidados 
de Enfermagem ao paciente cirúrgico. 
Trad: Alexander´s care of the patiente 
in surgery. 11 ed. Rio de 
Janeiro:Guanabara Koogan, 2005. 
Google images.com 
Curso Instrumentação Cirúrgica do Site 
enfermagem a distância-Apostila pdf.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Instrumental cirurgico
Instrumental cirurgicoInstrumental cirurgico
Instrumental cirurgico
Marcilio Araujo Araujo
 
Centro cirurgico
Centro cirurgicoCentro cirurgico
Centro cirurgico
shaxa
 
Instrumental cirurgico
Instrumental cirurgicoInstrumental cirurgico
Instrumental cirurgico
UPA Fortaleza
 
Centro cirurgico
Centro cirurgico Centro cirurgico
Centro cirurgico
Alexandre Reis
 
Instrumentação cirúrgica
Instrumentação cirúrgicaInstrumentação cirúrgica
Instrumentação cirúrgica
232609
 
SLIDE 6 - Tempos cirúrgicos,pinças cirúrgicas e fios 01.12.pdf
SLIDE 6 - Tempos cirúrgicos,pinças cirúrgicas e fios 01.12.pdfSLIDE 6 - Tempos cirúrgicos,pinças cirúrgicas e fios 01.12.pdf
SLIDE 6 - Tempos cirúrgicos,pinças cirúrgicas e fios 01.12.pdf
JadePratas
 
Tempos cirúrgicos
Tempos cirúrgicosTempos cirúrgicos
Tempos cirúrgicos
nicole benario
 
3.instrumentais cirúrgicos 2015.2
3.instrumentais cirúrgicos  2015.23.instrumentais cirúrgicos  2015.2
3.instrumentais cirúrgicos 2015.2
Mickael Gomes
 
AULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptx
AULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptxAULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptx
AULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptx
vaniceandrade1
 
Centro Cirúrgico
Centro Cirúrgico  Centro Cirúrgico
Centro Cirúrgico
Eduardo Gomes
 
Aula tempos cirurgicos
Aula tempos cirurgicosAula tempos cirurgicos
Aula tempos cirurgicos
Cacilda Peixoto
 
Instrumental cirurgico
Instrumental cirurgicoInstrumental cirurgico
Instrumental cirurgico
Letícia Spina Tapia
 
Centro Cirúrgico
Centro CirúrgicoCentro Cirúrgico
Centro Cirúrgico
Suéllen Emidio
 
Centrocirurgicoe 140827063934-phpapp02
Centrocirurgicoe 140827063934-phpapp02Centrocirurgicoe 140827063934-phpapp02
Centrocirurgicoe 140827063934-phpapp02
Carine Silvestrini
 
Apresentação cc
Apresentação ccApresentação cc
Apresentação cc
Telma Justa Freitas
 
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Aline Bandeira
 
Mesa e Material Cirurgico
Mesa e Material CirurgicoMesa e Material Cirurgico
Mesa e Material Cirurgico
Fernando de Oliveira Dutra
 
Trabalho centro cirúrgico 3
Trabalho centro cirúrgico  3Trabalho centro cirúrgico  3
Trabalho centro cirúrgico 3
Sthefanie Vieira
 
Fios cirurgicos
Fios cirurgicosFios cirurgicos
Fios cirurgicos
Eduardo Bernardino
 
Técnica+cirúrgica
Técnica+cirúrgicaTécnica+cirúrgica
Técnica+cirúrgica
Fernanda Rodrigues
 

Mais procurados (20)

Instrumental cirurgico
Instrumental cirurgicoInstrumental cirurgico
Instrumental cirurgico
 
Centro cirurgico
Centro cirurgicoCentro cirurgico
Centro cirurgico
 
Instrumental cirurgico
Instrumental cirurgicoInstrumental cirurgico
Instrumental cirurgico
 
Centro cirurgico
Centro cirurgico Centro cirurgico
Centro cirurgico
 
Instrumentação cirúrgica
Instrumentação cirúrgicaInstrumentação cirúrgica
Instrumentação cirúrgica
 
SLIDE 6 - Tempos cirúrgicos,pinças cirúrgicas e fios 01.12.pdf
SLIDE 6 - Tempos cirúrgicos,pinças cirúrgicas e fios 01.12.pdfSLIDE 6 - Tempos cirúrgicos,pinças cirúrgicas e fios 01.12.pdf
SLIDE 6 - Tempos cirúrgicos,pinças cirúrgicas e fios 01.12.pdf
 
Tempos cirúrgicos
Tempos cirúrgicosTempos cirúrgicos
Tempos cirúrgicos
 
3.instrumentais cirúrgicos 2015.2
3.instrumentais cirúrgicos  2015.23.instrumentais cirúrgicos  2015.2
3.instrumentais cirúrgicos 2015.2
 
AULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptx
AULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptxAULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptx
AULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptx
 
Centro Cirúrgico
Centro Cirúrgico  Centro Cirúrgico
Centro Cirúrgico
 
Aula tempos cirurgicos
Aula tempos cirurgicosAula tempos cirurgicos
Aula tempos cirurgicos
 
Instrumental cirurgico
Instrumental cirurgicoInstrumental cirurgico
Instrumental cirurgico
 
Centro Cirúrgico
Centro CirúrgicoCentro Cirúrgico
Centro Cirúrgico
 
Centrocirurgicoe 140827063934-phpapp02
Centrocirurgicoe 140827063934-phpapp02Centrocirurgicoe 140827063934-phpapp02
Centrocirurgicoe 140827063934-phpapp02
 
Apresentação cc
Apresentação ccApresentação cc
Apresentação cc
 
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
 
Mesa e Material Cirurgico
Mesa e Material CirurgicoMesa e Material Cirurgico
Mesa e Material Cirurgico
 
Trabalho centro cirúrgico 3
Trabalho centro cirúrgico  3Trabalho centro cirúrgico  3
Trabalho centro cirúrgico 3
 
Fios cirurgicos
Fios cirurgicosFios cirurgicos
Fios cirurgicos
 
Técnica+cirúrgica
Técnica+cirúrgicaTécnica+cirúrgica
Técnica+cirúrgica
 

Destaque

Intrumentos cirúrgicos - Vanilson Samori
Intrumentos cirúrgicos - Vanilson SamoriIntrumentos cirúrgicos - Vanilson Samori
Intrumentos cirúrgicos - Vanilson Samori
Vanilson UEA
 
Enfermagem em centro cir rgico
Enfermagem em centro cir rgicoEnfermagem em centro cir rgico
Enfermagem em centro cir rgico
Nayara Dávilla
 
Fios de suturas
Fios de suturasFios de suturas
Sala de recuperação
Sala de recuperaçãoSala de recuperação
Sala de recuperação
Wylla Katherine
 
Assepsia e antissepsia
Assepsia e antissepsiaAssepsia e antissepsia
Assepsia e antissepsia
Fernando de Oliveira Dutra
 
Clínica cirúrgica-e-centro-cirúrgico
Clínica cirúrgica-e-centro-cirúrgicoClínica cirúrgica-e-centro-cirúrgico
Clínica cirúrgica-e-centro-cirúrgico
concursohub
 
RESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIA
RESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIARESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIA
RESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIA
Rayssa Mendonça
 
Aula centro-cirurgico
Aula centro-cirurgicoAula centro-cirurgico
Aula centro-cirurgico
4523ppp
 
Centro CirúRgico Parte 1
Centro CirúRgico Parte 1Centro CirúRgico Parte 1
Centro CirúRgico Parte 1
Eduardo Gomes da Silva
 
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatoriosCuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
Eduardo Bernardino
 
Assistencia enfermagem-cirurgica-1
Assistencia enfermagem-cirurgica-1Assistencia enfermagem-cirurgica-1
Assistencia enfermagem-cirurgica-1
Heraldo Maia
 

Destaque (11)

Intrumentos cirúrgicos - Vanilson Samori
Intrumentos cirúrgicos - Vanilson SamoriIntrumentos cirúrgicos - Vanilson Samori
Intrumentos cirúrgicos - Vanilson Samori
 
Enfermagem em centro cir rgico
Enfermagem em centro cir rgicoEnfermagem em centro cir rgico
Enfermagem em centro cir rgico
 
Fios de suturas
Fios de suturasFios de suturas
Fios de suturas
 
Sala de recuperação
Sala de recuperaçãoSala de recuperação
Sala de recuperação
 
Assepsia e antissepsia
Assepsia e antissepsiaAssepsia e antissepsia
Assepsia e antissepsia
 
Clínica cirúrgica-e-centro-cirúrgico
Clínica cirúrgica-e-centro-cirúrgicoClínica cirúrgica-e-centro-cirúrgico
Clínica cirúrgica-e-centro-cirúrgico
 
RESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIA
RESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIARESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIA
RESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIA
 
Aula centro-cirurgico
Aula centro-cirurgicoAula centro-cirurgico
Aula centro-cirurgico
 
Centro CirúRgico Parte 1
Centro CirúRgico Parte 1Centro CirúRgico Parte 1
Centro CirúRgico Parte 1
 
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatoriosCuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
 
Assistencia enfermagem-cirurgica-1
Assistencia enfermagem-cirurgica-1Assistencia enfermagem-cirurgica-1
Assistencia enfermagem-cirurgica-1
 

Semelhante a Instrumentaocirrgica 140224072052-phpapp01

AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptxAULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
mikashopassos123
 
Enfermagem em Centro Cirúrgico na prática
Enfermagem em Centro Cirúrgico na práticaEnfermagem em Centro Cirúrgico na prática
Enfermagem em Centro Cirúrgico na prática
JhonathaSousa2
 
Instrumentais Cirúrgicos AULA 6
Instrumentais Cirúrgicos AULA 6Instrumentais Cirúrgicos AULA 6
Instrumentais Cirúrgicos AULA 6
Aline Bandeira
 
Instrumentalcirrgico 140710072151-phpapp01
Instrumentalcirrgico 140710072151-phpapp01Instrumentalcirrgico 140710072151-phpapp01
Instrumentalcirrgico 140710072151-phpapp01
DeyvsonCristuano
 
3ª AULA ENFERMAGEM CIRURGICA -INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA.pdf
3ª AULA ENFERMAGEM CIRURGICA -INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA.pdf3ª AULA ENFERMAGEM CIRURGICA -INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA.pdf
3ª AULA ENFERMAGEM CIRURGICA -INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA.pdf
HenriqueSantos497255
 
Aula cc turma 4
Aula cc turma 4Aula cc turma 4
Aula cc turma 4
Rosalya Kelly
 
instrumentac3a7c3a3o-cirurgica1.pdfMedico
instrumentac3a7c3a3o-cirurgica1.pdfMedicoinstrumentac3a7c3a3o-cirurgica1.pdfMedico
instrumentac3a7c3a3o-cirurgica1.pdfMedico
helenawaya9
 
aula-5-terminologia-especifica-em-situacao-ciurgica.pdf
aula-5-terminologia-especifica-em-situacao-ciurgica.pdfaula-5-terminologia-especifica-em-situacao-ciurgica.pdf
aula-5-terminologia-especifica-em-situacao-ciurgica.pdf
AlanSantos22653
 
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docx
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docxO CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docx
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docx
Mellissa Castanho
 
RRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptx
RRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptxRRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptx
RRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptx
JooHenriqueCarvallho
 
Clínica Cirúrgica AULA 1
Clínica Cirúrgica AULA 1Clínica Cirúrgica AULA 1
Clínica Cirúrgica AULA 1
Aline Bandeira
 
TEMPO CIRÚRGICO.pdf
TEMPO CIRÚRGICO.pdfTEMPO CIRÚRGICO.pdf
TEMPO CIRÚRGICO.pdf
Inara Lima
 
cirurgia.pdf
cirurgia.pdfcirurgia.pdf
cirurgia.pdf
CarlaSilva848384
 
AULA ENFERMAGEM NO CC.pdf
AULA ENFERMAGEM NO CC.pdfAULA ENFERMAGEM NO CC.pdf
AULA ENFERMAGEM NO CC.pdf
VanessaAlvesDeSouza4
 
Aula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdf
Aula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdfAula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdf
Aula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdf
Giza Carla Nitz
 
Tempo cirurgico e instrumental
Tempo cirurgico e instrumentalTempo cirurgico e instrumental
Tempo cirurgico e instrumental
Caroline Peixoto
 
Katia02
Katia02Katia02
Katia
KatiaKatia
Apostila centro cirurgico
Apostila centro cirurgicoApostila centro cirurgico
Apostila centro cirurgico
Wilmar Ribeiro
 
Instrumentação cirúrgica thaty
Instrumentação cirúrgica thatyInstrumentação cirúrgica thaty
Instrumentação cirúrgica thaty
T̶i̶a̶g̶o̶ ̶f̶a̶s̶c̶
 

Semelhante a Instrumentaocirrgica 140224072052-phpapp01 (20)

AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptxAULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
 
Enfermagem em Centro Cirúrgico na prática
Enfermagem em Centro Cirúrgico na práticaEnfermagem em Centro Cirúrgico na prática
Enfermagem em Centro Cirúrgico na prática
 
Instrumentais Cirúrgicos AULA 6
Instrumentais Cirúrgicos AULA 6Instrumentais Cirúrgicos AULA 6
Instrumentais Cirúrgicos AULA 6
 
Instrumentalcirrgico 140710072151-phpapp01
Instrumentalcirrgico 140710072151-phpapp01Instrumentalcirrgico 140710072151-phpapp01
Instrumentalcirrgico 140710072151-phpapp01
 
3ª AULA ENFERMAGEM CIRURGICA -INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA.pdf
3ª AULA ENFERMAGEM CIRURGICA -INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA.pdf3ª AULA ENFERMAGEM CIRURGICA -INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA.pdf
3ª AULA ENFERMAGEM CIRURGICA -INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA.pdf
 
Aula cc turma 4
Aula cc turma 4Aula cc turma 4
Aula cc turma 4
 
instrumentac3a7c3a3o-cirurgica1.pdfMedico
instrumentac3a7c3a3o-cirurgica1.pdfMedicoinstrumentac3a7c3a3o-cirurgica1.pdfMedico
instrumentac3a7c3a3o-cirurgica1.pdfMedico
 
aula-5-terminologia-especifica-em-situacao-ciurgica.pdf
aula-5-terminologia-especifica-em-situacao-ciurgica.pdfaula-5-terminologia-especifica-em-situacao-ciurgica.pdf
aula-5-terminologia-especifica-em-situacao-ciurgica.pdf
 
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docx
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docxO CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docx
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS.docx
 
RRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptx
RRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptxRRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptx
RRRRRSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.pptx
 
Clínica Cirúrgica AULA 1
Clínica Cirúrgica AULA 1Clínica Cirúrgica AULA 1
Clínica Cirúrgica AULA 1
 
TEMPO CIRÚRGICO.pdf
TEMPO CIRÚRGICO.pdfTEMPO CIRÚRGICO.pdf
TEMPO CIRÚRGICO.pdf
 
cirurgia.pdf
cirurgia.pdfcirurgia.pdf
cirurgia.pdf
 
AULA ENFERMAGEM NO CC.pdf
AULA ENFERMAGEM NO CC.pdfAULA ENFERMAGEM NO CC.pdf
AULA ENFERMAGEM NO CC.pdf
 
Aula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdf
Aula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdfAula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdf
Aula 7 - Tempos Cirurgicos - A Cirurgia Passo A Passo - PARTE 1.pdf
 
Tempo cirurgico e instrumental
Tempo cirurgico e instrumentalTempo cirurgico e instrumental
Tempo cirurgico e instrumental
 
Katia02
Katia02Katia02
Katia02
 
Katia
KatiaKatia
Katia
 
Apostila centro cirurgico
Apostila centro cirurgicoApostila centro cirurgico
Apostila centro cirurgico
 
Instrumentação cirúrgica thaty
Instrumentação cirúrgica thatyInstrumentação cirúrgica thaty
Instrumentação cirúrgica thaty
 

Instrumentaocirrgica 140224072052-phpapp01

  • 1. CONCEITOS FUNDAMENTAIS (ILUSTRAD0S VOLTADO S PARA A PRÁTICA) RODRIGO RIRO MEDICINA UESB 2014
  • 2.  A Instrumentação Cirúrgica é uma das áreas importantes para o sucesso de uma cirurgia.  Centro Cirúrgico é definido como um lugar especial dentro do hospital, convenientemente preparado segundo um conjunto de requisitos que o tornam apto à prática da cirurgia.
  • 3.  O ambiente cirúrgico é conhecido por sua aparência de rude e temperatura fria.  A sala de cirurgia fica atrás de portas de duplex, sendo o acesso limitado às pessoas autorizadas.  A sala de cirurgia situa-se em uma localização que é central a todos os serviços de apoio (patologia, Raio X, laboratório).  A sala de cirurgia apresenta dispositivos de filtração especial do ar para depurar as partículas contaminantes, poeiras e poluentes.
  • 4.  1. Secção de bloco operatório (salas de operação equipadas);  2.Seção de Recuperação Pós Anestésica(leitos equipados para atender ao paciente na recuperação Pós anestésicas);  3. Seção de material (guarda de material estéril e não estéril, como medicamentos, seringas, fios de suturas, próteses, etc).
  • 5. 1. Vestiário; 2. Conforto médico; 3. Sala de anestesias; 4. Sala de enfermagem; 5. Sala de estoque de material e medicamentos; 6. Área para recepção de pacientes; 7. Sala de operação; 8. Sala para equipe de limpeza e elementos de apoio (banco de sangue, raios X,laboratórios, anatomia patológica, etc)
  • 6.  Equipe Cirúrgica  ˉ Médico Cirurgião  ˉ Anestesista  ˉ Enfermeira  ˉ Técnico de Enfermagem  ˉ Instrumentador Cirúrgico  OBS:A enfermeira pode ser A instrumentadora, ou mesmo o Técnico desde que capacitado.
  • 7. Zona de Proteção (Não Restrita): Vestiários; corredor de entrada e secretaria. Os profissionais podem circular livremente por estas áreas com roupas próprias. Zona Limpa (Semi-Restrita): Conforto médico; Sala de recepção do paciente; de recuperação anestésica; de acondicionamento de material; de esterilização; centro de material; sala de serviços auxiliares; e de equipamentos. Zona Estéril (Restrita): além da roupa própria do centro cirúrgico, devem ser usadas máscaras e gorros conforme normas da unidade e as técnicas assépticas devem ser utilizadas de maneira rigorosa, a fim de diminuir os riscos de infecção (salas de cirurgias, lavabos, sala de recuperação pós anestésica, sala de depósito, e corredor interno)
  • 8. 1. Cirurgia Limpas: Tecidos estéreis ou de fácil descontaminação. 2. Cirurgias Potencialmente Contaminadas: Realizadas em tecidos de difícil descontaminação. 3. Cirurgias Contaminadas: Realizados em tecidos recentemente traumatizados e abertos com processo de inflamação, mas sem supuração. 4. Cirurgias Infectadas: Realizadas em tecidos com supuração local, tecido necrótico, feridas traumáticas sujas.
  • 9. É uma profissão de nível técnico, no país, em que o profissional tem a função de ajudar o cirurgião no ato cirúrgico, essas competências abrangem desde a preparação dos instrumentos até à esterilização dos mesmos
  • 10. A instrumentação cirúrgica nasce no Século XX, período marcado pelo maior crescimento nas cirurgias e consequentemente do papel do instrumentador cirúrgico. Surgiu escolas de Técnicos em instrumental cirúrgicos a partir da de Nice na França em 1954.
  • 11. Tradicionalmente, inclui o uniforme privativo (calça e blusa), propé ou sapato privativo, gorro, máscara, avental cirúrgico e luva cirúrgica. Os profissionais devem utilizar jaleco quando fora de áreas restritas. A permissão do uso de uniformes dentro e fora do bloco principalmente permitido aos: cirurgiões, enfermeiros, e internos.
  • 17.  Os instrumentais cirúrgicos são classificados de acordo com sua função. Tempos operatórios (inicialmente)  Diérese apresenta como objetivo criar vias de acesso através dos tecidos por meio de bisturis e tesouras.  preensão Objetivo: manipulação de algumas estruturas.  hemostasia visa conter ou prevenir os sangramentos durante o ato operatório, tendo como instrumentais principais as pinças hemostáticas.
  • 18. 1. DE DIÉRESE 2. DE PREENSSÃO 3. DE HEMOSTASIA 4. DE EXPOSIÇÃO 5. INST.ESPECIAIS 6. INST. DE SÍNTESE 4 2 1 3 5 6
  • 19. Bisturi: É utilizado para incisões ou dissecções de estruturas. Caracterizado por um cabo reto, com uma extremidade mais estreita chamada colo, no qual é acoplada uma variedade de lâminas descartáveis e removíveis. O tamanho e o formato das lâminas e dos colos dos cabos dos bisturis são adaptados aos diversos tipos de incisões, sendo principalmente utilizados os cabos de número 3 e 4. O cabo nº 3 é destinado para lâminas pequenas, das de número 9 às de número 17, em incisões mais delicadas. Já o cabo número 4 é destinado para lâminas maiores, das de número 18 às de número 50.
  • 20. Tesouras: Têm como função principal efetuar a secção ou a divulsão de tecidos orgânicos, além de seccionar materiais cirúrgicos, como gaze, fios, borracha, entre outros. As tesouras variam no tamanho (longas, médias ou curtas), no formato da ponta (pontiagudas, rombas ou mistas) e na curvatura (retas ou curvas), cada uma com uma finalidade específica.
  • 21. Tesoura de Metzenbaum: pode ser reta ou curva, sendo utilizada para a diérese de tecidos orgânicos, uma vez que é considerada menos traumática, por apresentar sua extremidade distal mais delicada e estreita. Tesoura de Mayo: também pode ser reta ou curva, sendo utilizada para a secção de fios e outros materiais cirúrgicos em superfícies ou em cavidades, uma vez que é considerada mais traumática que a de Metzenbaum, por apresentar sua extremidade distal mais grosseira.
  • 22. São basicamente constituídos pelas pinças de preensão, que são destinadas à manipulação e à apreensão de órgãos, tecidos ou estruturas. A seguir...
  • 23. A pinça de Adson, por apresentar uma extremidade distal estreita e dessa forma, uma menor superfície de contato, é utilizada em cirurgias mais delicadas, como as pediátricas.
  • 24. Com ranhuras finas e transversais, possui uma utilização universal.
  • 25. Apresentar dentes em sua extremidade, é utilizada na preensão de tecidos mais grosseiros, como plano muscular e aponeurose.
  • 26. A hemostasia é um dos tempos fundamentais da cirurgia e tem por objetivo prevenir ou corrigir as hemorragias, evitando, dessa forma, o comprometimento do estado hemodinâmico do paciente, além de impedir a formação de coleções sanguíneas e coágulos no período pós operatório. Esses instrumentais são identificados pelo nome de seus idealizadores, como as pinças de Kelly, Crile, Halstead, Mixter e Kocher. A seguir...
  • 27. Apresentam ranhuras transversais na face interna de suas pontas e podem ser retas ou curvas. As retas, também chamadas pinças de reparo, são utilizadas para o pinçamento de material cirúrgico como fios e drenos de borracha, enquanto que as curvas são destinadas ao pinçamento de vasos e tecidos pouco grosseiros
  • 28. Destinada ao pinçamento de vasos de pequeno calibre, devido a seu tamanho reduzido, que pode ser observado ao compará-la a outras pinças hemostáticas. (Pinça Mosquito)
  • 29. Apresenta ponta em ângulo aproximadamente reto em relação ao seu corpo, sendo largamente utilizada na passagem de fios ao redor de vasos para ligaduras, assim como na dissecção de vasos e outras estruturas.
  • 30. Classificada como instrumental de hemostasia, não é habitualmente empregada para esta finalidade, uma vez que apresenta dentes em sua extremidade. Seu uso mais habitual é na preensão e tração de tecidos grosseiros como aponeuroses.
  • 31. São representados por afastadores, que são elementos mecânicos destinados a facilitar a exposição do campo operatório, afastando as bordas da ferida operatória e outras estruturas, deforma a permitir a exposição de planos anatômicos ou órgãos subjacentes, facilitando o ato operatório.
  • 32. Afastador de Farabeuf  apresenta-se em formato de “C” característico, sendo utilizado no afastamento de pele, tecido celular subcutâneo e músculos superficiais.
  • 33.  Por se apresentar em ângulo reto e ter ampla superfície de contato, é utilizado primordialmente em cirurgias abdominais.
  • 34. Apresenta sua extremidade distal em formato de semi-lua, análoga ao desenho de contorno dos pulmões, é amplamente utilizado em cirurgias torácicas, pode também ser utilizado em cirurgias abdominais.
  • 35.  Empregada tanto em cirurgias na cavidade torácica, quanto na cavidade abdominal.  Por ser flexível, pode alcançar qualquer tipo de formato ou curvatura, sendo, portanto, adaptável a qualquer eventual necessidade que venha a surgir durante o ato operatório.
  • 36.  são instrumentais que por si só mantém as estruturas afastadas e estáveis.
  • 37. Utilizado em cirurgias abdominais. Deve ser manipulado em sua extremidade proximal, para que se movimente, uma vez que a distal, que entra em contato com as estruturas a serem afastadas não ceda a pressões laterais
  • 38. Uma adaptação do afastador de Gosset, acoplando-se ao mesmo uma Válvula Supra púbica, que, quando utilizada isoladamente, consiste em um afastador dinâmico.
  • 39. Utilizado em cirurgias torácicas, possuindo uma manivela para possibilitar o afastamento da forte musculatura intercostal.
  • 40. Pode ser utilizado em cirurgias neurológicas, para o afastamento do couro cabeludo, bem como em cirurgias nos membros ou na coluna, para o afastamento de músculos superficiais.
  • 41. Os instrumentais especiais são aqueles utilizados para finalidades específicas. São muitos e variam de acordo com a especialidade cirúrgica
  • 42. Possui endentações em sua extremidade distal, o que a torna consideravelmente traumática, sendo utilizada, portanto, somente em tecidos grosseiros ou naqueles que irão sofrer a exérese, ou seja, naqueles que irão ser retirados do organismo.
  • 43. Possui extremidade distal semelhante ao formato de uma letra “D”, com ranhuras longitudinais ao longo da face interna de sua ponta. Por apresentar ampla superfície de contato, é utilizada em diversas estruturas, a exemplo das alças intestinais.
  • 44. Possui ranhuras longitudinais (sendo este modelo pouco traumático) ou transversais ao longo da face interna de sua ponta. É utilizado na interrupção do trânsito intestinal, o que o classifica como instrumental de coprostase.
  • 45. Utilizado em cirurgias obstétricas, apresenta ramos articulados, com grandes aros em sua extremidade, para o encaixe na cabeça do concepto durante partos em que o mesmo esteja mal posicionado ou com outras complicações.
  • 46. Semelhante a um grande alicate, é utilizado na retirada de espículas ósseas em cirurgias ortopédicas
  • 47. Também denominada de pinça de campo, devido sua função de fixar os campos operatórios entre si.
  • 48. Também chamada de Cureta uterina. É amplamente utilizada em procedimentos obstétricos para remoção de restos placentários e endometriais da cavidade uterina especialmente após abortos, onde resquícios do feto podem permanecer na cavidade. Possui uma superfície áspera, a qual realiza a raspagem; e outra lisa, para que a parede do útero não seja lesionada durante o procedimento.
  • 49. Possui argolas e cremalheiras. Na extremidade distal possui uma pequena superfície de contato o que a torna pouco traumática. Dessa forma, pode ser utilizada na manipulação de alças intestinais.
  • 50. A síntese geralmente é o tempo final da cirurgia e consiste na aproximação dos tecidos seccionados ou ressecados no decorrer da cirurgia, com o intuito de favorecer a cicatrização dos tecidos. Os instrumentais utilizados para este fim são a porta agulhas.
  • 51. É mais utilizado para síntese em cavidades.
  • 52. Possui hastes curvas, semelhante a um alicate, com cremalheira pequena. É utilizado em suturas de tecidos superficiais, especialmente na pele em cirurgias plásticas ou ainda em cirurgias odontológicas
  • 53. Deve ser feita de forma padronizada, de acordo com a ordem de utilização dos instrumentais no ato operatório, a fim de se facilitar o acesso aos mesmos. Durante a arrumação da mesa, é necessário imaginá-la dividida em 6 setores, correspondentes aos 6 tempos operatórios: 1.Diérese:bisturis e tesouras 2.Preensão: pinças de preensão 3.Hemostasia:pinças ,gazes, compressas 4.Exposição: afastadores 5.Especial: instrumentais 6.Síntese: Porta agulhas etc.
  • 55. A solicitação pode ser feitas de duas formas: por solicitação verbal ou por sinalização cirúrgica, que consiste em um sistema mundial padronizado de técnicas de solicitação manual que visam reduzir a conversação dentro da sala de cirurgia. A entrega dos instrumentais pelo instrumentador deve ser feita de forma firme e imediata, entregando os mesmo fechados e com suas curvaturas voltadas para cima O bom instrumentador deve saber previamente o instrumental a ser solicitado.
  • 57. Ao final da cirurgia o bom instrumentador(a) deve apresentar a mesa tão limpa e organizada quanto estava no início.
  • 59. BRUNNER/SUDDARTH. Tratado Médico- Cirúrgico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. CIANCIARULLO, TâmaraWanow. Instrumento Básicos para o cuidar: Um desafio para a qualidade da assistência, São Paulo: Atheneu, 2006. MOZACHI, N. O hospital: manual do ambiente hospitalar. Curitiba: Manual Real, 9ª Ed, 2007. ARAÚJO, Claúdia Lúcia Caetano de; CABRAL, Ivone Evangelista. Cuidados de Enfermagem ao paciente cirúrgico. Trad: Alexander´s care of the patiente in surgery. 11 ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2005. Google images.com Curso Instrumentação Cirúrgica do Site enfermagem a distância-Apostila pdf.