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CORPOREIDADE Gestalt - Terapia
Corporificando a experiência Flora Couto
psicóloga – CRP 03/02441
Entrando nas tessituras corporais:
quando uma história é Bioenergia….
As Células
Transportam nutrientes e líquidos
especiais como os hormônios protéicos,
elas se organizam por meio de padrões
pulsáteis.
Esses padrões de pulsação tubária
estabelecem a auto identidade, ao gerar
sentimentos que reconhecemos como
nossos.
Nós somos unidos pela interligação de
todos os nossos tecidos. Somos como
uma lâmina de células, torcidas
dobradas, curvadas, enroladas em
sistemas de órgãos e tubos e depois em
um organismo
Stanley Keleman
A comunicação das célula:
NEUROPEPTÍDEOS
São formados por sequências específicas de
aminoácidos, constituído de grandes moléculas
armazenadas e liberadas de grânulos
secretores, normalmente encontrados em
terminais axonais.
Primeiras nomenclaturas:
Moléculas da emoção;
Moléculas de cura;
Moléculas mensageiras.
Reguladores capazes de ativar em
determinados aspectos da função neuronal e
atua na modulação de respostas somáticas:
Sensibilidade;
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Dor;
Fome;
Prazer;
Resposta ao estresse.
A comunicação das célula:
NEUROPEPTÍDEOS
NEUROPEPTÍDEOS
A comunicação das célula:
Função dos Neuropepítideos
Quando temos um pensamento, o cérebro produz
substâncias que nos afetam e o que sentimos é
produzido pela assimilação dos neuropeptídeos.
As células do sistema imunológico que fazem a
defesa de nosso organismo tem pontos receptores
de neuropeptídeos, ou seja, as substâncias que
produzimos com cada pensamento influencia
diretamente na defesa do nosso sistema
imunológico.
A comunicação das célula:
papéis funcionais dos Neuropepítideos
Neuromoduladores:
As substâncias químicas que, liberadas na
sinapse após um estímulo qualquer da cadeia
neuronal, podem agir tanto no neurônio
seguinte como no próprio neurônio que a
liberou, seja promovendo o aumento da
liberação do neurotransmissor clássico
caraterístico daquela sinapse, ou impedindo
que esse mesmo neurotransmissor seja
liberado.
Neurotransmissores:
Aparecem nos neurônios que não
apresentam neurotransmissores clássicos
(noradrenalina ou ácido gama-aminobutírico),
como por exemplo o núcleo do trato solitário,
cujos neurônios, quase todos, possuem três
neuropeptídeos co-localizados, que são eles,
a somatostatina, encefalina e inibina beta.
A comunicação das célula:
papéis funcionais dos Neuropepítideos
Moléculas Mensageiras:
Atuam em várias partes do nosso corpo, como
verdadeiros hormônios, que comunicam o
sistema digestório e o sistema nervoso
central.
Regulador de neuro-hormônios:
Um neuropeptídeo secretado por determinado
grupo de neurônios hipotalâmicos atua na
adeno-hipófise, estimulando a liberação ou
inibição de um hormônio secretado naquela
glândula.
A comunicação das célula:
papéis funcionais dos Neuropepítideos
O Projeto Corporal:
da Célula ao Corpo
O Projeto Corporal: a transformação
A evolução de uma célula em uma colônia
e depois em um organismo organizado em
tubos e bolsas diferenciadas, capazes de
mover-se no mundo.
E ficamos de pé
A postura ereta baseia-se na
hereditariedade, na intensidade da
pulsação interna, na canalização da
excitação e na necessidade humana.
O Projeto corporal: unidade self
Vários tubos e camadas, bolsas e diafragma agem
conjuntamente para dar sentido a unidade do Self.
Há um diálogo sensorial entre todos os sistemas existentes
e este relacionamento global gera um estado básico do
tecido que forma um padrão continuo de consciência.
Projeto do corpo
Consiste em quatro camadas:
 Neural
 Muscular
 Camada interna dos órgãos
 Hormonal
O que eu escuto quando escuto um
corpo?
O CONTATO E A ARQUITETURA
ORGANÍSMICA
Ciclo de contato
Retração
Retração
Sensação
Awareness
Mobilização de energia
Ação
Contato
Sensação
Zinker
Interdito/sistema de crenças/estratégias de enfrentamento
CICLO DE CONTATO
1. Pré-contato
2.Engajamento
4.Desengajamento
5.Assimilação
3.Contato
Ginger’s
1°-/4°-
mês
5°-/6°- mês
7°-/9°- mês desenvolvimento 10°- mês
11°-mês
12°- mês
Self emocional
Self motor
Self perceptual
Fatores de Cura e Bloqueio
Componentes da experiência corporificada
Cognitivo: “Eu me percebo como um incapaz”
Emocional: “Eu me sinto triste”
Fisiológico: “Eu sinto uma bola na garganta”
Impulso motor: “ Eu sinto vontade de chorar "
LEITURA CORPORAL
Anatomia emocional
Distress: quando o diálogo
sensorial é impactato e
modulado…
Distress: Agressões da forma
As agressões humanas perturbam o
organismo. As ondas tubárias diminuem
ou aceleram para manter a forma
humana.
O susto altera as ondas tubárias, O
mesmo trata-se de uma resposta
imediata.
O estresse é intensificação e
continuidade das reações baseadas em
interações sociais e interpessoais.
Distress: Agressões da forma
Distress: Agressões da forma
Como o organismo lida com a agressão?
Efeito overbound – É a solidificação do
organismo ao lidar com agressões.
Efeito underbound- Ocorre quando o organismo
cede, assemelha-se mais ao líquido.
Canais de Ansiedade
Musculatura estriada
Entrelaçar apertar mãos
Tensão nos braços, no pescoço, nos ombros e cabeça
Respiração ofegante
Tensão no abdomen, agitação nas pernas e pés.
Musculatura Lisa
Urgência em urinar
Gratrointestinal
Vascular: enxaqueca, hipertensão
Dores locais ou generalizadas
Brônquios asma,
Doenças auto imunes
Perturbações Cognitivo-Perceptivas
Pensamento vago, dissociação, confusão
Visão turva ou estreitamento do campo visual
Desmaios, congelamento emocional e estados de ausência. Alucinação
DEFESAS FORMAIS
Repressivo
Intelectualização
Racionalização
Minimização
Deslocamento
Formação reativa
Regressivo
Projeção
Negação
Dissociação
Atuação
Somatização
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De acordo com a organização emocional podem
surgir estruturas:
 Rígida
 Densa
 Inchada
 Colapso
1°-/4°-
mês
5°-/6°- mês
7°-/9°- mês desenvolvimento 10°- mês
11°-mês
12°- mês
Inchada
Densa
Rígida
Colapso
Inchada
Densa Rígida
Colapso
“Parei de existir”
“Não sei se existo”
“Nem ele,
nem eu existimos”
“Ele existe, eu não”
“Eu existo, ele não”
“Eu existo nele”
“Ele existe em mim”
“Eu existo,
nós não”
“Nós existimos,
eu não”
Rígida
Inchada
Densa
Colapso
MATERIAL DE SUPORTE
EXTRAS
Ciclo do Contato
FLUIDEZ: Processo através do qual me
movimento, localizo-me no tempo e no
espaço, deixo posições antigas, renovo-me,
sinto-me mais solto e espontâneo e com
vontade de criar e recriar minha própria vida.
FIXAÇÃO: (“Parei de existir”.): Processo
através do qual me apego excessivamente às
pessoas, idéias ou coisas e, temendo
surpresas diante do novo e da realidade,
sinto-me incapaz de explorar situações que
flutuam rapidamente, ficando fixado em
coisas e emoções, sem verificar as vantagens
de tal situação
OPERACIONALIZAÇÃO DOS BLOQUEIOS DE
CONTATO E FATORES DE CURA
Ciclo do Contato
SENSAÇÃO: Processo através do qual eu saio
do estado de frieza emocional, sinto melhor a
mim mesmo e as coisas; estou mais atento aos
sinais que meu corpo produz ou me manda,
sinto e até procuro novos estímulos.
DESSENSIBILIZAÇÃO:(“Não sei se existo”):
Processo através do qual me sinto entorpecido,
frio diante de um contato, com dificuldade para
me estimular e sinto uma diminuição sensorial
no meu corpo, não diferenciando estímulos
externos e perdendo o interesse por sensações
novas e mais intensas.
BLOQUEIOS DE CONTATO E FATORES DE CURA
Ciclo do Contato
CONSCIÊNCIA: Processo através do qual me
dou conta de mim mesmo de uma maneira mais
clara e reflexiva. Estou mais atento ao que
ocorre a minha volta, percebo-me relacionando
com maior reciprocidade com as pessoas e
coisas.
DEFLEXÃO:(“Nem ele, nem eu existimos”):
Processo através do qual evito contatos através
dos meus vários sentidos ou faço contato
indireto, palavreado vago, inexpressivo ou
polido demais, sem ir diretamente ao assunto.
Sinto-me apagado, incompreendido, pouco
valorizado, afirmando que nada dá certo em
minha vida e sem saber por que as coisas
acontecem como acontecem
BLOQUEIOS DE CONTATO E FATORES DE CURA
Ciclo do Contato
MOBILIZAÇÃO: Processo através do qual sinto
necessidade de me mudar, de exigir meus direitos,
de separar minhas coisas das dos outros, de sair da
rotina, de expressar meus sentimentos exatamente
como os sinto e de não ter medo de ser diferente.
INTROJEÇÃO:(“Ele existe, eu não”): Processo
através do qual obedeço e aceito opiniões arbitrárias,
normas e valores que pertencem a outros, engolindo
coisas sem querer e sem conseguir defender meus
direitos por medo da minha própria agressividade e
da dos outros. Desejo mudar, mas temo minha
própria mudança, preferindo a rotina, simplificações
e situações que são facilmente controláveis. Penso
que as pessoas sabem melhor do que eu o que é
bom para mim. Gosto de ser mimado.
BLOQUEIOS DE CONTATO E FATORES DE CURA
Ciclo do Contato
AÇÃO: Processo através do qual expresso mais
confiança nos outros, assumo responsabilidade pelos
meus próprios atos, identifico em mim mesmo as
razões de meus problemas, ajo em nome próprio sem
medo da minha própria ansiedade.
PROJEÇÃO: (“Eu existo, ele não”): Processo através
do qual a pessoa, tendo dificuldade de identificar o
que é seu, atribui aos outros, ao mau tempo, a
responsabilidade pelos seus fracassos, desconfiando
de todo mundo, como prováveis inimigos, sente-se
ameaçada pelo mundo em geral, pensando demais
antes de agir e identificando facilmente nos outros
dificuldades e defeitos semelhantes aos seus e, tendo
dificuldade de assumir responsabilidade pelo que faz,
gosta que os outros façam as coisas no seu lugar.
BLOQUEIOS DE CONTATO E FATORES DE CURA
Ciclo do Contato
INTERAÇÃO: Processo através do qual me aproximo
do outro sem esperar nada em troca, ajo de igual
para igual, dou pelo prazer de dar, convivo com as
necessidades do outro sem esperar retribuição, sinto
que estar e relacionar-me com o outro me ajuda a
me perceber como pessoa.
PROFLEXÃO(“Eu existo nele”): Processo através do
qual a pessoa deseja que os outros sejam como ela
deseja que eles sejam ou deseja que eles sejam
como ela própria é, manipulando-os a fim de receber
deles aquilo de que precisa, seja fazendo o que eles
gostam, seja submetendo-se passivamente a eles,
sempre na esperança de ter algo em troca. Tendo
dificuldade de se reconhecer como sua própria fonte
de nutrição, lamenta profundamente a ausência do
contato externo e a dificuldade do outro em satisfazer
suas necessidades.
BLOQUEIOS DE CONTATO E FATORES DE CURA
Ciclo do Contato
CONTATO FINAL: Processo através do qual sinto a
mim mesma como minha própria fonte de prazer,
nutro-me do que quero sem intermediário, relaciono-
me com as pessoas de maneira direta e clara, uso
minha energia para usufruir como os outros o prazer
do momento.
RETROFLEXÃO: (“Ele existe em mim”): Processo
através do qual a pessoa deseja ser como os outros
desejam que ela seja ou deseja que ela seja como
eles próprios são, dirigindo para si mesma a energia
que deveria dirigir a outrem. Arrepende-se com
facilidade por se considerar inadequada nas coisas
que faz, por isso as faz e refaz diversas vezes para
não se sentir culpada depois. Gosta de estar sempre
ocupada e acredita poder fazer melhor as coisas
sozinha do que com a ajuda dos outros, Deixa de
fazer coisas com medo de ferir e ser ferida. Sente,
muitas vezes, que é inimiga de si mesma.
Ciclo do Contato
SATISFAÇÃO: Processo através do qual vejo que o
mundo é composto de pessoas, que o outro pode ser
fonte de contato nutritivo, que o prazer e a vida
podem ser co-divididos, que pensar em possibilidade é
pensar em crescimento, que é possível desfrutar
dividindo e que o mundo fora de nós pode ser fonte de
prazer.
EGOTISMO: (“Eu existo, nós não”): Processo através
do qual a pessoa se coloca sempre como o centro das
coisas, exercendo um controle rígido e excessivo no
mundo fora dela, pensando em todas as possibilidades
para prevenir futuros fracassos ou possíveis surpresas.
Impõe tanto sua vontade e desejos que deixa de
prestar atenção ao meio circundante, usufruindo pouco
e sem vibração o resultado de suas manipulações,
tendo muita dificuldade em dar e receber.
BLOQUEIOS DE CONTATO E FATORES DE CURA
Ciclo do Contato
RETIRADA: Processo através do qual saio das coisas
no momento em que sinto que devo sair, percebendo o
que é meu e o que é dos outros, aceito ser diferente
para ser fiel a mim mesmo, amo o “eu” e aceito o nós
quando me convém, procuro o novo e convivo com o
velho de uma maneira crítica e inteligente.
CONFLUÊNCIA:(“Nós existimos, eu não”): Processo
através do qual a pessoa se liga fortemente aos
outros, sem diferenciar o que é seu do que é deles,
diminui as diferenças para sentir-se melhor e
semelhante aos demais e, embora com sofrimento,
termina obedecendo aos valores e atitudes da
sociedade ou dos pais. Gosta de agradar aos outros,
mesmo não tendo sido solicitada e, temendo o
isolamento, ama estar em grupo, agarrando-se
firmemente aos outros, ao antigo, aceitando até que
decidam por ela coisas que lhe desagradam.
BLOQUEIOS DE CONTATO E FATORES DE CURA
• DEL PRIORI, Mary Lucy. A história do corpo e a Nova História: uma autópsia.
In: Revista da USP, nº 23, São Paulo, 1994.
• PORTER, Roy. História do corpo. In: BURKE, Peter (org.). A escrita da história:
novas perspectivas. São Paulo: UNESP. 1992.
• SANT´ANNA, Denise. Corpo e história. In: Núcleo de estudos e Pesquisa da
Subjetividade do programa de estudos de Pós-Graduados em Psicologia
Clínica. Cadernos de Subjetividade. v. 1, nº 1, São Paulo, 1993.
• SENNET, Richard. Carne e pedra: o corpo e a cidade na civilização ocidental.
Rio de Janeiro: Record, 1997.
• SCARPATO, A (2005). Introdução à Psicologia Formativa de Stanley Keleman,
Revista Psicologia Brasil, ano 3 n 27, p 30-31. Disponível em:
http://www.psicoterapia.psc.br/scarpato/t_intro.html
Referência Bibliográfica
Referência Bibliográfica
 RIBEIRO, Jorge Ponciano. Gestalt Terapia: refazendo um
caminho. São Paulo: Summus. Cap. I, 2.1, 2.2 e 2.3. ____ O Ciclo
do Contato. São Paulo: Summus.________.Gestalt Terapia: o
processo grupal – uma abordagem fenome-nológica da teoria de
campo e holística. São Paulo: Summus, 1994. ____. Psicoterapia
de Curta Duração. São Paulo: Summus, 1999
 RODRIGUES, Hugo Elídio. Introdução a Gestalt-Terapia:
conversando sobre os fundamentos da abordagem. Petrópolis, R.J.:
Vozes, 2000.
 ZINKER, J.; O processo criativo na terapia gestáltica. [1,2]
 DÁCRI, Gladys; LIMA, Patrícia; ORGLER, Scheila. Dicionário de Gestalt-
terapia. São Paulo: Summus, 2007.
 KELEMAM, Stanley. Anatomia Emocional. São Paulo: Summus, 1992.
 BOLOGNESI, Mário Fernando. O corpo como princípio. Trans/Form/Ação
, Marília, v. 24, n. 1, 2001 . Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-
31732001000100007&lng=&nrm=iso>. Acesso em: 02 2008;
 CSA van der Broocke, MG de Macedo. O corpo como agente saudável e
mensageiro dos conflitos psíquicos em uma perspectiva gestáltica.IGT na
Rede, 2006. Disponível em: http://www.igt.psc.br/ojs/viewarticle.php?id=28.
Acesso em: 19 de novembro de 2008;

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IGT_Corporeidade corporificando a experiência

  • 1. CORPOREIDADE Gestalt - Terapia Corporificando a experiência Flora Couto psicóloga – CRP 03/02441
  • 2.
  • 3. Entrando nas tessituras corporais: quando uma história é Bioenergia….
  • 4. As Células Transportam nutrientes e líquidos especiais como os hormônios protéicos, elas se organizam por meio de padrões pulsáteis. Esses padrões de pulsação tubária estabelecem a auto identidade, ao gerar sentimentos que reconhecemos como nossos. Nós somos unidos pela interligação de todos os nossos tecidos. Somos como uma lâmina de células, torcidas dobradas, curvadas, enroladas em sistemas de órgãos e tubos e depois em um organismo Stanley Keleman
  • 5. A comunicação das célula: NEUROPEPTÍDEOS São formados por sequências específicas de aminoácidos, constituído de grandes moléculas armazenadas e liberadas de grânulos secretores, normalmente encontrados em terminais axonais. Primeiras nomenclaturas: Moléculas da emoção; Moléculas de cura; Moléculas mensageiras.
  • 6. Reguladores capazes de ativar em determinados aspectos da função neuronal e atua na modulação de respostas somáticas: Sensibilidade; Emoções; Dor; Fome; Prazer; Resposta ao estresse. A comunicação das célula: NEUROPEPTÍDEOS
  • 8.
  • 9. A comunicação das célula: Função dos Neuropepítideos Quando temos um pensamento, o cérebro produz substâncias que nos afetam e o que sentimos é produzido pela assimilação dos neuropeptídeos. As células do sistema imunológico que fazem a defesa de nosso organismo tem pontos receptores de neuropeptídeos, ou seja, as substâncias que produzimos com cada pensamento influencia diretamente na defesa do nosso sistema imunológico.
  • 10. A comunicação das célula: papéis funcionais dos Neuropepítideos Neuromoduladores: As substâncias químicas que, liberadas na sinapse após um estímulo qualquer da cadeia neuronal, podem agir tanto no neurônio seguinte como no próprio neurônio que a liberou, seja promovendo o aumento da liberação do neurotransmissor clássico caraterístico daquela sinapse, ou impedindo que esse mesmo neurotransmissor seja liberado.
  • 11. Neurotransmissores: Aparecem nos neurônios que não apresentam neurotransmissores clássicos (noradrenalina ou ácido gama-aminobutírico), como por exemplo o núcleo do trato solitário, cujos neurônios, quase todos, possuem três neuropeptídeos co-localizados, que são eles, a somatostatina, encefalina e inibina beta. A comunicação das célula: papéis funcionais dos Neuropepítideos
  • 12. Moléculas Mensageiras: Atuam em várias partes do nosso corpo, como verdadeiros hormônios, que comunicam o sistema digestório e o sistema nervoso central. Regulador de neuro-hormônios: Um neuropeptídeo secretado por determinado grupo de neurônios hipotalâmicos atua na adeno-hipófise, estimulando a liberação ou inibição de um hormônio secretado naquela glândula. A comunicação das célula: papéis funcionais dos Neuropepítideos
  • 13. O Projeto Corporal: da Célula ao Corpo
  • 14. O Projeto Corporal: a transformação A evolução de uma célula em uma colônia e depois em um organismo organizado em tubos e bolsas diferenciadas, capazes de mover-se no mundo.
  • 15. E ficamos de pé A postura ereta baseia-se na hereditariedade, na intensidade da pulsação interna, na canalização da excitação e na necessidade humana.
  • 16. O Projeto corporal: unidade self Vários tubos e camadas, bolsas e diafragma agem conjuntamente para dar sentido a unidade do Self. Há um diálogo sensorial entre todos os sistemas existentes e este relacionamento global gera um estado básico do tecido que forma um padrão continuo de consciência.
  • 17. Projeto do corpo Consiste em quatro camadas:  Neural  Muscular  Camada interna dos órgãos  Hormonal
  • 18. O que eu escuto quando escuto um corpo?
  • 19. O CONTATO E A ARQUITETURA ORGANÍSMICA
  • 20. Ciclo de contato Retração Retração Sensação Awareness Mobilização de energia Ação Contato Sensação Zinker Interdito/sistema de crenças/estratégias de enfrentamento
  • 21. CICLO DE CONTATO 1. Pré-contato 2.Engajamento 4.Desengajamento 5.Assimilação 3.Contato Ginger’s
  • 22.
  • 23. 1°-/4°- mês 5°-/6°- mês 7°-/9°- mês desenvolvimento 10°- mês 11°-mês 12°- mês Self emocional Self motor Self perceptual
  • 24. Fatores de Cura e Bloqueio
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28. Componentes da experiência corporificada Cognitivo: “Eu me percebo como um incapaz” Emocional: “Eu me sinto triste” Fisiológico: “Eu sinto uma bola na garganta” Impulso motor: “ Eu sinto vontade de chorar "
  • 30. Distress: quando o diálogo sensorial é impactato e modulado…
  • 31. Distress: Agressões da forma As agressões humanas perturbam o organismo. As ondas tubárias diminuem ou aceleram para manter a forma humana. O susto altera as ondas tubárias, O mesmo trata-se de uma resposta imediata. O estresse é intensificação e continuidade das reações baseadas em interações sociais e interpessoais.
  • 34. Como o organismo lida com a agressão? Efeito overbound – É a solidificação do organismo ao lidar com agressões. Efeito underbound- Ocorre quando o organismo cede, assemelha-se mais ao líquido.
  • 35.
  • 36. Canais de Ansiedade Musculatura estriada Entrelaçar apertar mãos Tensão nos braços, no pescoço, nos ombros e cabeça Respiração ofegante Tensão no abdomen, agitação nas pernas e pés. Musculatura Lisa Urgência em urinar Gratrointestinal Vascular: enxaqueca, hipertensão Dores locais ou generalizadas Brônquios asma, Doenças auto imunes Perturbações Cognitivo-Perceptivas Pensamento vago, dissociação, confusão Visão turva ou estreitamento do campo visual Desmaios, congelamento emocional e estados de ausência. Alucinação
  • 38. Organizações corporais De acordo com a organização emocional podem surgir estruturas:  Rígida  Densa  Inchada  Colapso
  • 39. 1°-/4°- mês 5°-/6°- mês 7°-/9°- mês desenvolvimento 10°- mês 11°-mês 12°- mês Inchada Densa Rígida Colapso
  • 40. Inchada Densa Rígida Colapso “Parei de existir” “Não sei se existo” “Nem ele, nem eu existimos” “Ele existe, eu não” “Eu existo, ele não” “Eu existo nele” “Ele existe em mim” “Eu existo, nós não” “Nós existimos, eu não”
  • 43. Densa
  • 45.
  • 46.
  • 47.
  • 48.
  • 49.
  • 50.
  • 52. Ciclo do Contato FLUIDEZ: Processo através do qual me movimento, localizo-me no tempo e no espaço, deixo posições antigas, renovo-me, sinto-me mais solto e espontâneo e com vontade de criar e recriar minha própria vida. FIXAÇÃO: (“Parei de existir”.): Processo através do qual me apego excessivamente às pessoas, idéias ou coisas e, temendo surpresas diante do novo e da realidade, sinto-me incapaz de explorar situações que flutuam rapidamente, ficando fixado em coisas e emoções, sem verificar as vantagens de tal situação OPERACIONALIZAÇÃO DOS BLOQUEIOS DE CONTATO E FATORES DE CURA
  • 53. Ciclo do Contato SENSAÇÃO: Processo através do qual eu saio do estado de frieza emocional, sinto melhor a mim mesmo e as coisas; estou mais atento aos sinais que meu corpo produz ou me manda, sinto e até procuro novos estímulos. DESSENSIBILIZAÇÃO:(“Não sei se existo”): Processo através do qual me sinto entorpecido, frio diante de um contato, com dificuldade para me estimular e sinto uma diminuição sensorial no meu corpo, não diferenciando estímulos externos e perdendo o interesse por sensações novas e mais intensas. BLOQUEIOS DE CONTATO E FATORES DE CURA
  • 54. Ciclo do Contato CONSCIÊNCIA: Processo através do qual me dou conta de mim mesmo de uma maneira mais clara e reflexiva. Estou mais atento ao que ocorre a minha volta, percebo-me relacionando com maior reciprocidade com as pessoas e coisas. DEFLEXÃO:(“Nem ele, nem eu existimos”): Processo através do qual evito contatos através dos meus vários sentidos ou faço contato indireto, palavreado vago, inexpressivo ou polido demais, sem ir diretamente ao assunto. Sinto-me apagado, incompreendido, pouco valorizado, afirmando que nada dá certo em minha vida e sem saber por que as coisas acontecem como acontecem BLOQUEIOS DE CONTATO E FATORES DE CURA
  • 55. Ciclo do Contato MOBILIZAÇÃO: Processo através do qual sinto necessidade de me mudar, de exigir meus direitos, de separar minhas coisas das dos outros, de sair da rotina, de expressar meus sentimentos exatamente como os sinto e de não ter medo de ser diferente. INTROJEÇÃO:(“Ele existe, eu não”): Processo através do qual obedeço e aceito opiniões arbitrárias, normas e valores que pertencem a outros, engolindo coisas sem querer e sem conseguir defender meus direitos por medo da minha própria agressividade e da dos outros. Desejo mudar, mas temo minha própria mudança, preferindo a rotina, simplificações e situações que são facilmente controláveis. Penso que as pessoas sabem melhor do que eu o que é bom para mim. Gosto de ser mimado. BLOQUEIOS DE CONTATO E FATORES DE CURA
  • 56. Ciclo do Contato AÇÃO: Processo através do qual expresso mais confiança nos outros, assumo responsabilidade pelos meus próprios atos, identifico em mim mesmo as razões de meus problemas, ajo em nome próprio sem medo da minha própria ansiedade. PROJEÇÃO: (“Eu existo, ele não”): Processo através do qual a pessoa, tendo dificuldade de identificar o que é seu, atribui aos outros, ao mau tempo, a responsabilidade pelos seus fracassos, desconfiando de todo mundo, como prováveis inimigos, sente-se ameaçada pelo mundo em geral, pensando demais antes de agir e identificando facilmente nos outros dificuldades e defeitos semelhantes aos seus e, tendo dificuldade de assumir responsabilidade pelo que faz, gosta que os outros façam as coisas no seu lugar. BLOQUEIOS DE CONTATO E FATORES DE CURA
  • 57. Ciclo do Contato INTERAÇÃO: Processo através do qual me aproximo do outro sem esperar nada em troca, ajo de igual para igual, dou pelo prazer de dar, convivo com as necessidades do outro sem esperar retribuição, sinto que estar e relacionar-me com o outro me ajuda a me perceber como pessoa. PROFLEXÃO(“Eu existo nele”): Processo através do qual a pessoa deseja que os outros sejam como ela deseja que eles sejam ou deseja que eles sejam como ela própria é, manipulando-os a fim de receber deles aquilo de que precisa, seja fazendo o que eles gostam, seja submetendo-se passivamente a eles, sempre na esperança de ter algo em troca. Tendo dificuldade de se reconhecer como sua própria fonte de nutrição, lamenta profundamente a ausência do contato externo e a dificuldade do outro em satisfazer suas necessidades. BLOQUEIOS DE CONTATO E FATORES DE CURA
  • 58. Ciclo do Contato CONTATO FINAL: Processo através do qual sinto a mim mesma como minha própria fonte de prazer, nutro-me do que quero sem intermediário, relaciono- me com as pessoas de maneira direta e clara, uso minha energia para usufruir como os outros o prazer do momento. RETROFLEXÃO: (“Ele existe em mim”): Processo através do qual a pessoa deseja ser como os outros desejam que ela seja ou deseja que ela seja como eles próprios são, dirigindo para si mesma a energia que deveria dirigir a outrem. Arrepende-se com facilidade por se considerar inadequada nas coisas que faz, por isso as faz e refaz diversas vezes para não se sentir culpada depois. Gosta de estar sempre ocupada e acredita poder fazer melhor as coisas sozinha do que com a ajuda dos outros, Deixa de fazer coisas com medo de ferir e ser ferida. Sente, muitas vezes, que é inimiga de si mesma.
  • 59. Ciclo do Contato SATISFAÇÃO: Processo através do qual vejo que o mundo é composto de pessoas, que o outro pode ser fonte de contato nutritivo, que o prazer e a vida podem ser co-divididos, que pensar em possibilidade é pensar em crescimento, que é possível desfrutar dividindo e que o mundo fora de nós pode ser fonte de prazer. EGOTISMO: (“Eu existo, nós não”): Processo através do qual a pessoa se coloca sempre como o centro das coisas, exercendo um controle rígido e excessivo no mundo fora dela, pensando em todas as possibilidades para prevenir futuros fracassos ou possíveis surpresas. Impõe tanto sua vontade e desejos que deixa de prestar atenção ao meio circundante, usufruindo pouco e sem vibração o resultado de suas manipulações, tendo muita dificuldade em dar e receber. BLOQUEIOS DE CONTATO E FATORES DE CURA
  • 60. Ciclo do Contato RETIRADA: Processo através do qual saio das coisas no momento em que sinto que devo sair, percebendo o que é meu e o que é dos outros, aceito ser diferente para ser fiel a mim mesmo, amo o “eu” e aceito o nós quando me convém, procuro o novo e convivo com o velho de uma maneira crítica e inteligente. CONFLUÊNCIA:(“Nós existimos, eu não”): Processo através do qual a pessoa se liga fortemente aos outros, sem diferenciar o que é seu do que é deles, diminui as diferenças para sentir-se melhor e semelhante aos demais e, embora com sofrimento, termina obedecendo aos valores e atitudes da sociedade ou dos pais. Gosta de agradar aos outros, mesmo não tendo sido solicitada e, temendo o isolamento, ama estar em grupo, agarrando-se firmemente aos outros, ao antigo, aceitando até que decidam por ela coisas que lhe desagradam. BLOQUEIOS DE CONTATO E FATORES DE CURA
  • 61. • DEL PRIORI, Mary Lucy. A história do corpo e a Nova História: uma autópsia. In: Revista da USP, nº 23, São Paulo, 1994. • PORTER, Roy. História do corpo. In: BURKE, Peter (org.). A escrita da história: novas perspectivas. São Paulo: UNESP. 1992. • SANT´ANNA, Denise. Corpo e história. In: Núcleo de estudos e Pesquisa da Subjetividade do programa de estudos de Pós-Graduados em Psicologia Clínica. Cadernos de Subjetividade. v. 1, nº 1, São Paulo, 1993. • SENNET, Richard. Carne e pedra: o corpo e a cidade na civilização ocidental. Rio de Janeiro: Record, 1997. • SCARPATO, A (2005). Introdução à Psicologia Formativa de Stanley Keleman, Revista Psicologia Brasil, ano 3 n 27, p 30-31. Disponível em: http://www.psicoterapia.psc.br/scarpato/t_intro.html Referência Bibliográfica
  • 62. Referência Bibliográfica  RIBEIRO, Jorge Ponciano. Gestalt Terapia: refazendo um caminho. São Paulo: Summus. Cap. I, 2.1, 2.2 e 2.3. ____ O Ciclo do Contato. São Paulo: Summus.________.Gestalt Terapia: o processo grupal – uma abordagem fenome-nológica da teoria de campo e holística. São Paulo: Summus, 1994. ____. Psicoterapia de Curta Duração. São Paulo: Summus, 1999  RODRIGUES, Hugo Elídio. Introdução a Gestalt-Terapia: conversando sobre os fundamentos da abordagem. Petrópolis, R.J.: Vozes, 2000.  ZINKER, J.; O processo criativo na terapia gestáltica. [1,2]  DÁCRI, Gladys; LIMA, Patrícia; ORGLER, Scheila. Dicionário de Gestalt- terapia. São Paulo: Summus, 2007.  KELEMAM, Stanley. Anatomia Emocional. São Paulo: Summus, 1992.  BOLOGNESI, Mário Fernando. O corpo como princípio. Trans/Form/Ação , Marília, v. 24, n. 1, 2001 . Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101- 31732001000100007&lng=&nrm=iso>. Acesso em: 02 2008;  CSA van der Broocke, MG de Macedo. O corpo como agente saudável e mensageiro dos conflitos psíquicos em uma perspectiva gestáltica.IGT na Rede, 2006. Disponível em: http://www.igt.psc.br/ojs/viewarticle.php?id=28. Acesso em: 19 de novembro de 2008;

Notas do Editor

  1. Ler sobre os padrNoes corpoeos em cada fator de bloqueio