O documento discute a relação entre comportamentos humanos e doenças, e propõe que transformações internas como atitudes amorosas podem estimular células saudáveis e levar à cura. Relata casos clínicos onde atitudes como preocupação excessiva, rigidez e arrogância estavam associadas a doenças como câncer de mama, psoríase e miastenia gravis. Defende que a cura verdadeira envolve mudança espiritual.