GUIDELINE FOR THE USE OF
ANTIMICROBIAL AGENTS IN
NEUTROPENIC PATIENTS
WITH CANCER
TASSIANA R1MIP
QUESTÕES
EPIDEMIOLOGIA
• 10-15% dos pacientes com tumores sólidos
desenvolvem febre associada a neutropenia
durante os ciclos de quimioterapia.
• A maioria não terá infecção documentada.
• Bacteremia ocorre em 10-25% de todos os
pacientes.
ETIOLOGIAS
• Houve uma grande mudança no espectro de
organismos isolados.
• 1960-1970: predominavam gram (-).
• Hoje, na maioria dos centros: Stafilo
coagulase predomina.
• Fungos são raros.
• A maioria não tem sítio de infecção
identificável, e têm cultura negativa.
DEFINIÇÕES
• Febre: Tax >38,3 ou Tax>38 sustentada (1h).
• Neutropenia: Neut<500 ou em queda que
chegará a <500 nas próximas 48h.
• Neutropenia profunda: Neut<100.
• É recomendado que pacientes
neutropenicos que não estão febris mas
tenham sinais ou sintomas sugestivos de
infecção , recebam ATB empirico
(especialistas).
NÍVEIS DE EVIDÊNCIA
1) CLASSIFICAÇÃO: QUAL A
IMPORTÂNCIA E COMO CLASSIFICAR?
IMPORTÂNCIA:
• Avaliar o risco de complicações.
• Avaliar o tipo de antibioticoterapia que
deverá ser usada.
• Avaliar a duração do tratametento.
CLASSIFICAÇÃO
• Alto risco:
Prolongada neutropenia (>7d) + neut<100 e/ou
com comorbidades associadas.
(hipotensão, PNM, mudanças neurológicas…)
• Baixo risco:
Não preenche os critérios.
FORMAL: MASCC SCORE
• Alto: Score menor que 21.
Regime hopitalar + ATB EV.
• Baixo: Maior ou igual a 21.
Devem ser avaliados para possível ATB VO.
2) QUAIS EXAMES DEVEM SER
SOLICITADOS NO INÍCIO?
- HMG.
- Cr / Ureia.
- Eletrólitos.
- Enzimas hepáticas e Bl.
- 2 Hemoculturas (no mínimo).
- Culturas de outros sítios de acordo com a clínica.
- Raiox de tórax se sintomas respiratórios – AIII.
NÃO ESQUECER!
• História detalhada.
• Exame físico completo.
• Pesquisa de locais comuns de infecção:
pele, orofaringe, trato gastrintestinal,
pulmões e períneo.
OUTROS EXAMES:
• Cultura de fezes em paciente com diarréia.
• Urocultura em paciente com sinais típicos ou com
cateter.
• Punção Lombar se suspeita de Meningite.
• Biópsia de lesões em pele.
• Cultura de escarro se sintomas respiratórios.
• Creatinina e Uréia devem ser feitas a cada 3 dias.
• Transaminases ao menos 1x/semana.
• Marcadores inflamatórios não são necessários.
3) QUAL ATB USAR?
ALTO RISCO:
• Monoterapia: Cefepime ou Carbapenemicos
(Meropenem) ou Pipetazo.
• Outros ATBs podem ser adicionados de acordo com
a evolução do paciente.
• Vancomicina não é recomendada como parte inicial
do TTO. Só deve ser usada em específicas situações
como: suspeita de infecção de cateter, lesões de
pele, PNM ou intabilidade hemodinâmica.
BAIXO RISCO
• Cipro + Clavulim podem ser usados como opção
quando terapia oral.
ALÉRGICOS
• Alérgicos a Penicilina podem se beneficiar de:
Cipro+Clinda ou Azitro+Vanco.
AGENTES ESPECÍFICOS:
• MRSA: Considerar Vanco
• VRE: Considerar Linezolida ou Daptomicina
• ESBLs: Considerar Carbapenêmicos
• KPC´s: Considerar Polimixina ou Tigeciclina
4) QUANDO MUDAR O ATB?
• Modificações devem ser guiadas pela clínica e
microbiologia.
• Pacientes estáveis raramente necessitam de mudanças.
• Infecções com microbiologia documentada devem ser
tratadas de acordo com o organismo isolado, e sua
suscetibilidade.
• Mudança na terapia de EV para VO pode ser avaliada caso
o paciente esteja estável e com boa absorção intestinal.
• É mais importante mudar a terapia de acordo com a
clínica e exames de cultura, do que pelo o padrão da febre
por si só.
• No paciente com TTO domiciliar, se houver persistência
da febre (>2d), ou recidiva = Internar (TTO alto risco).
• Antifúngicos devem ser associados caso ocorra
febre por mais que 4-7dias após ATB de largo
espectro, e nenhum agente tenha sido isolado.
• Se Vancomicina (ou outros agentes anti gram+) foi
iniciada, mas nenhum organismo gram positivo for
isolado, seu uso deve ser interrompido após 2d.
• Se houver instabilidade hemodinâmica após a
terapia inicial, o espectro deve ser ampliado para:
Bact gram+, gram– resistentes, Anaerobios e
Fungos.
• Pacientes imunossuprimidos, ou que receberam ATB
intra-hospitalar nos últimos 90d, devem ser
classificados como alto risco para PNM multiR.
• TTO empírico de C. Dificcile com Vancomicina VO ou
Metronidazol, deve ser considerado em pacientes
com sintomas abdominais e diarreia, até resultados
de exames. (Ou se a clínica for muito sugestiva).
• Avaliar a necessidade de Aciclovir ou Antifúngicos
em pacientes com úlceras orais, ou sintomas de
esofagite (suspeita de HSV ou Candida).
5) QUAL A DURAÇÃO DO TTO?
• No mínimo até neut>500, ou o quanto for
necessário para estabilidade clínica – BIII.
• Quando o TTO for completado e todos os
sinais e sintomas de infecção documentada
forem resolvidos – CIII.
• A maioria das bactérias requerem 10-14 dias
de TTO.
6) QUANDO FAZER A PROFILAXIA PARA
BACTÉRIAS?
• Em paciente de alto risco com expectativa
de neutropenia profunda e prolongada
(>7dias), o uso de Fluorquinolona deve ser
considerado – BI.
• Na > dos casos não é necessária profilaxia
com drogas anti gram positivos – AII.
• Não é recomendada profilaxia em pacientes
de baixo risco – AI.
7) QUANDO USAR A TERAPIA
ANTIFÚNGICA?
• Terapia antifúngica empírica deve ser considerada
em casos de febre recorrente ou persistente (4-7d de
ATB), e naqueles com expectativa de neutropenia
prolongada (>7d) – AI.
• Terapia antifúngica deve ser instituída se houver
qualquer sinal de infecção fungica invasiva.
• Paciente de baixo risco não se beneficiam.
8) QUANDO A PROFILAXIA
ANTIFÚNGICA ESTÁ INDICADA?
• Profilaxia para cândida é recomendada em paciente
com alto risco de Candida invasiva, como:
transplantados, uso de terapia imunossupressora e
quimioterapia (Leucemia) - AI.
• Fluconazol, Itraconazol e Voriconazol sáo opções.
• Profilaxia para Aspergillus com Posaconazol deve
ser considerada em pacientes com >13a em TTO
com quimio para Mielodisplasia/Leucemia Mielóide
Aguda.
9) QUANDO A PROFILAXIA
ANTIVIRAL ESTÁ INDICADA?
• HSV soropositivo em TTO de transplante de células
tronco ou Leucemia, devem receber Aciclovir – AI.
• TTO Antiviral de HSV ou VZV é indicado somente se
clinica ou evidencia laboratorial de atividade da doença –
CIII.
• Vacina Influenza é recomendada para todos os pacientes
em TTO de Cancer.
• Infcções por Influenza devem ser tratadas com Inibidores
da Neuraminidase.
• TTO de rotina para Virus Sincicial Respiratorio com
sintomas de IVAS não é recomendado.
10) QUANDO USAR FATORES DE
CRESCIMENTO HEMATOPOIÉTICO?
(Unidades formadoras de colônias)
• Profilaxia em pacientes com alto risco (>20%) de
desenvolver neutropenia febril – AII.
• Não é recomendada como tratamento.
11) COMO DIAGNOSTICAR E
TRATAR INFECÇÕES DE CATETER?
• DTP>120min - Diferença do tempo de positivação -
Ponta do cateter e hemocultura = sugere Infecção
de Cateter.
• Em infecções por S. Aureus, P.aeruginosa, Fungos
ou Micobactérias o cateter deve ser removido e uso
de ATB por pelo menos 14d.
• A remoção do cateter também é recomendada em
casos: Trombose Séptica, Endocardite, Sepse com
instabilidade hemodinâmica e Bacteremia que
persiste por >72h de terapia com ATB apropriado.
• Para infecção documentada por S. Coagulase-
negativa o cateter pode ser mantido com terapia
sistêmica.
• Tratamento prolongado (4-6sem) é recomendado
para infecções complicadas ou persistente
bacterimia/fungemia ocorrendo >72h após remoção
do cateter em pacientes que receberam ATB
adequado.
• A inserção do cateter deve ser feita com o máximo
possível de higienização – Clorexidine.
12) QUAIS CUIDADOS DEVEM SER
TOMADOS NOS PACIENTE
NEUTROPÊNICO?
• Higiene das mãos prevenindo transmissões intra
hospitalares.
• Precauções específicas para cada tipo de infecção.
• Plantas não devem ser permitidas nos quartos dos
paciente neutropenicos.
• Dieta neutropenica adequada.
• Vacinações para visitantes é recomendada.
OBRIGADA

Guidiline - Neutropenia

  • 1.
    GUIDELINE FOR THEUSE OF ANTIMICROBIAL AGENTS IN NEUTROPENIC PATIENTS WITH CANCER TASSIANA R1MIP
  • 2.
  • 3.
    EPIDEMIOLOGIA • 10-15% dospacientes com tumores sólidos desenvolvem febre associada a neutropenia durante os ciclos de quimioterapia. • A maioria não terá infecção documentada. • Bacteremia ocorre em 10-25% de todos os pacientes.
  • 4.
    ETIOLOGIAS • Houve umagrande mudança no espectro de organismos isolados. • 1960-1970: predominavam gram (-). • Hoje, na maioria dos centros: Stafilo coagulase predomina. • Fungos são raros. • A maioria não tem sítio de infecção identificável, e têm cultura negativa.
  • 6.
    DEFINIÇÕES • Febre: Tax>38,3 ou Tax>38 sustentada (1h). • Neutropenia: Neut<500 ou em queda que chegará a <500 nas próximas 48h. • Neutropenia profunda: Neut<100. • É recomendado que pacientes neutropenicos que não estão febris mas tenham sinais ou sintomas sugestivos de infecção , recebam ATB empirico (especialistas).
  • 7.
  • 8.
    1) CLASSIFICAÇÃO: QUALA IMPORTÂNCIA E COMO CLASSIFICAR? IMPORTÂNCIA: • Avaliar o risco de complicações. • Avaliar o tipo de antibioticoterapia que deverá ser usada. • Avaliar a duração do tratametento.
  • 9.
    CLASSIFICAÇÃO • Alto risco: Prolongadaneutropenia (>7d) + neut<100 e/ou com comorbidades associadas. (hipotensão, PNM, mudanças neurológicas…) • Baixo risco: Não preenche os critérios.
  • 10.
    FORMAL: MASCC SCORE •Alto: Score menor que 21. Regime hopitalar + ATB EV. • Baixo: Maior ou igual a 21. Devem ser avaliados para possível ATB VO.
  • 12.
    2) QUAIS EXAMESDEVEM SER SOLICITADOS NO INÍCIO? - HMG. - Cr / Ureia. - Eletrólitos. - Enzimas hepáticas e Bl. - 2 Hemoculturas (no mínimo). - Culturas de outros sítios de acordo com a clínica. - Raiox de tórax se sintomas respiratórios – AIII.
  • 13.
    NÃO ESQUECER! • Históriadetalhada. • Exame físico completo. • Pesquisa de locais comuns de infecção: pele, orofaringe, trato gastrintestinal, pulmões e períneo.
  • 14.
    OUTROS EXAMES: • Culturade fezes em paciente com diarréia. • Urocultura em paciente com sinais típicos ou com cateter. • Punção Lombar se suspeita de Meningite. • Biópsia de lesões em pele. • Cultura de escarro se sintomas respiratórios. • Creatinina e Uréia devem ser feitas a cada 3 dias. • Transaminases ao menos 1x/semana. • Marcadores inflamatórios não são necessários.
  • 15.
    3) QUAL ATBUSAR? ALTO RISCO: • Monoterapia: Cefepime ou Carbapenemicos (Meropenem) ou Pipetazo. • Outros ATBs podem ser adicionados de acordo com a evolução do paciente. • Vancomicina não é recomendada como parte inicial do TTO. Só deve ser usada em específicas situações como: suspeita de infecção de cateter, lesões de pele, PNM ou intabilidade hemodinâmica.
  • 16.
    BAIXO RISCO • Cipro+ Clavulim podem ser usados como opção quando terapia oral. ALÉRGICOS • Alérgicos a Penicilina podem se beneficiar de: Cipro+Clinda ou Azitro+Vanco.
  • 17.
    AGENTES ESPECÍFICOS: • MRSA:Considerar Vanco • VRE: Considerar Linezolida ou Daptomicina • ESBLs: Considerar Carbapenêmicos • KPC´s: Considerar Polimixina ou Tigeciclina
  • 20.
    4) QUANDO MUDARO ATB? • Modificações devem ser guiadas pela clínica e microbiologia. • Pacientes estáveis raramente necessitam de mudanças. • Infecções com microbiologia documentada devem ser tratadas de acordo com o organismo isolado, e sua suscetibilidade. • Mudança na terapia de EV para VO pode ser avaliada caso o paciente esteja estável e com boa absorção intestinal. • É mais importante mudar a terapia de acordo com a clínica e exames de cultura, do que pelo o padrão da febre por si só. • No paciente com TTO domiciliar, se houver persistência da febre (>2d), ou recidiva = Internar (TTO alto risco).
  • 21.
    • Antifúngicos devemser associados caso ocorra febre por mais que 4-7dias após ATB de largo espectro, e nenhum agente tenha sido isolado. • Se Vancomicina (ou outros agentes anti gram+) foi iniciada, mas nenhum organismo gram positivo for isolado, seu uso deve ser interrompido após 2d. • Se houver instabilidade hemodinâmica após a terapia inicial, o espectro deve ser ampliado para: Bact gram+, gram– resistentes, Anaerobios e Fungos.
  • 22.
    • Pacientes imunossuprimidos,ou que receberam ATB intra-hospitalar nos últimos 90d, devem ser classificados como alto risco para PNM multiR. • TTO empírico de C. Dificcile com Vancomicina VO ou Metronidazol, deve ser considerado em pacientes com sintomas abdominais e diarreia, até resultados de exames. (Ou se a clínica for muito sugestiva). • Avaliar a necessidade de Aciclovir ou Antifúngicos em pacientes com úlceras orais, ou sintomas de esofagite (suspeita de HSV ou Candida).
  • 24.
    5) QUAL ADURAÇÃO DO TTO? • No mínimo até neut>500, ou o quanto for necessário para estabilidade clínica – BIII. • Quando o TTO for completado e todos os sinais e sintomas de infecção documentada forem resolvidos – CIII. • A maioria das bactérias requerem 10-14 dias de TTO.
  • 25.
    6) QUANDO FAZERA PROFILAXIA PARA BACTÉRIAS? • Em paciente de alto risco com expectativa de neutropenia profunda e prolongada (>7dias), o uso de Fluorquinolona deve ser considerado – BI. • Na > dos casos não é necessária profilaxia com drogas anti gram positivos – AII. • Não é recomendada profilaxia em pacientes de baixo risco – AI.
  • 26.
    7) QUANDO USARA TERAPIA ANTIFÚNGICA? • Terapia antifúngica empírica deve ser considerada em casos de febre recorrente ou persistente (4-7d de ATB), e naqueles com expectativa de neutropenia prolongada (>7d) – AI. • Terapia antifúngica deve ser instituída se houver qualquer sinal de infecção fungica invasiva. • Paciente de baixo risco não se beneficiam.
  • 27.
    8) QUANDO APROFILAXIA ANTIFÚNGICA ESTÁ INDICADA? • Profilaxia para cândida é recomendada em paciente com alto risco de Candida invasiva, como: transplantados, uso de terapia imunossupressora e quimioterapia (Leucemia) - AI. • Fluconazol, Itraconazol e Voriconazol sáo opções. • Profilaxia para Aspergillus com Posaconazol deve ser considerada em pacientes com >13a em TTO com quimio para Mielodisplasia/Leucemia Mielóide Aguda.
  • 28.
    9) QUANDO APROFILAXIA ANTIVIRAL ESTÁ INDICADA? • HSV soropositivo em TTO de transplante de células tronco ou Leucemia, devem receber Aciclovir – AI. • TTO Antiviral de HSV ou VZV é indicado somente se clinica ou evidencia laboratorial de atividade da doença – CIII. • Vacina Influenza é recomendada para todos os pacientes em TTO de Cancer. • Infcções por Influenza devem ser tratadas com Inibidores da Neuraminidase. • TTO de rotina para Virus Sincicial Respiratorio com sintomas de IVAS não é recomendado.
  • 29.
    10) QUANDO USARFATORES DE CRESCIMENTO HEMATOPOIÉTICO? (Unidades formadoras de colônias) • Profilaxia em pacientes com alto risco (>20%) de desenvolver neutropenia febril – AII. • Não é recomendada como tratamento.
  • 30.
    11) COMO DIAGNOSTICARE TRATAR INFECÇÕES DE CATETER? • DTP>120min - Diferença do tempo de positivação - Ponta do cateter e hemocultura = sugere Infecção de Cateter. • Em infecções por S. Aureus, P.aeruginosa, Fungos ou Micobactérias o cateter deve ser removido e uso de ATB por pelo menos 14d. • A remoção do cateter também é recomendada em casos: Trombose Séptica, Endocardite, Sepse com instabilidade hemodinâmica e Bacteremia que persiste por >72h de terapia com ATB apropriado.
  • 31.
    • Para infecçãodocumentada por S. Coagulase- negativa o cateter pode ser mantido com terapia sistêmica. • Tratamento prolongado (4-6sem) é recomendado para infecções complicadas ou persistente bacterimia/fungemia ocorrendo >72h após remoção do cateter em pacientes que receberam ATB adequado. • A inserção do cateter deve ser feita com o máximo possível de higienização – Clorexidine.
  • 32.
    12) QUAIS CUIDADOSDEVEM SER TOMADOS NOS PACIENTE NEUTROPÊNICO? • Higiene das mãos prevenindo transmissões intra hospitalares. • Precauções específicas para cada tipo de infecção. • Plantas não devem ser permitidas nos quartos dos paciente neutropenicos. • Dieta neutropenica adequada. • Vacinações para visitantes é recomendada.
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