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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
EDUARDO MACHADO DE JESUS
FUNDAMENTOS DA INFORMAÇÃO
Teresópolis
2012
EDUARDO MACHADO DE JESUS
FUNDAMENTOS DA INFORMAÇÃO
Trabalho apresentado ao Curso Técnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas da UNOPAR -
Universidade Norte do Paraná, para as disciplinas
Educação à Distancia, Fundamentos da Administração
da Informação, Fundamentos de Lógica e Matematica
Discreta, Organização de Computadores, Linguagens e
Técnicas de Programação l e Seminários l.
Profs. Everson Morais, Thiago Nunes Bazoli, Merris
Mozer, Adriane Lopes e Veronice de Freitas.
Teresópolis
2012
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO.....................................................................................................................4
2. OBJETIVO............................................................................................................................5
3. DESENVOLVIMENTO.......................................................................................................6
3.1 SISTEMA DA INFORMAÇÃO..........................................................................................6
3.2 FUNCIONAMENTO DE UM SI ........................................................................................6
3.3 UM SI PODE SER DIVIDIDO EM 3 PARTES ..................................................................6
3.3.1 ENTRADA ........................................................................................................................6
3.3.2 PROCESSAMENTO / CONTROLE.................................................................................7
3.3.3 SAÍDA...............................................................................................................................7
3.4 SI SÃO RELACIONADOS DA SEGUINTE FORMA.......................................................7
3.4.1 HARDWARE....................................................................................................................7
3.4.2 SOFTWARE......................................................................................................................7
3.4.3 PESSOAS ..........................................................................................................................7
3.4.4 BANCO DE DADOS........................................................................................................7
3.4.5 REDES...............................................................................................................................8
3.4.6 PROCEDIMENTOS .........................................................................................................8
3.5 TIPOS DE SISTEMA DA INFORMAÇÃO .......................................................................8
3.5.1 SIO: SISTEMA DE INFORMAÇÃO OPERACIONAL .................................................8
3.5.2 SIG: SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL .......................................................8
3.5.3 SSD: SISTEMA DE SUPORTE A DECISÃO .................................................................8
3.5.4 SSE: SISTEMA DE SUPORTE EXECUTIVO.................................................................8
3.5.5 SIE: SISTEMA DE INFORMAÇÃO ESTRATÉGICO....................................................9
3.5.6 SAE: SISTEMA DE AUTOMAÇÃO DE ESCRITÓRIO.................................................9
3.5.7 SE: SISTEMA DE INFORMAÇÃO ESPECIALISTA.....................................................9
3.5.8 ERP: ENTERPRISE RESOURCE PLANNING...............................................................9
3.5.9 CRM: CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGER........................................................9
3.6 EVOLUÇÃO, COMPOSIÇÃO DOS COMPUTADORES DE 1995 A 2012....................10
3.7 AS FUNÇÕES DOS SITES PARA EFETUAR A LOCAÇÃO DE LIVROS..................16
3.7.1 SITE AMIGOS DO LIVRO - O PORTAL DO LIVRO NO BRASIL...........................16
3.7.2 SITE HISTORIA E ESTÓRIAS – LOCADORA DE LIVROS.....................................17
4. CONCLUSÃO.....................................................................................................................19
REFERÊNCIAS....................................................................................................................20
4
1. Introdução – O presente trabalho demonstra os principais conceitos dos
Sistemas de Informação. A evolução dos S.I., como era antes da informática e as
vantagens de um bom S.I. Além disso, apresenta os tipos de sistemas de
informação, a evolução e composição dos computadores entre 1995 e 2012 e as
funções dos sites de locação de livros e suas referências.
5
2. Objetivo – O objetivo é descrever a teoria dos fundamentos da administração da
informação desde os seus primórdios até os dias atuais, procurando passar de
forma simples e objetiva como a administração da informação é importante e
essencial para um completo alinhamento estratégico da T.I. (Tecnologia da
Informação) com os negócios da empresa. Também apresenta a evolução dos
computadores do ano de 1995 até o presente ano (2012) e um cenário de
informatização de uma empresa locadora de livros.
6
3. DESENVOLVIMENTO
3.1. Sistema da Informação – é um sistema cujo elemento principal é a informação.
Seu objetivo é armazenar, tratar, fornecer os fluxos de dados com a necessidade de
informações internas e externas de modo a apoiar as funções ou processos de uma
organização em um curto espaço de tempo, que surgem pelo fato das rápidas
mudanças que ocorrem no mercado. Geralmente, um SI é composto de um
subsistema social e de um subsistema automatizado. O primeiro inclui as pessoas,
processos, informações e documentos. O segundo consiste dos meios
automatizados (máquinas, computadores, redes de comunicação) que interligam os
elementos do subsistema social.
Para Laudon e Laudon um sistema de informação pode ser definido como um
conjunto de componentes inter-relacionados trabalhando juntos para coletar,
recuperar, processar, armazenar e distribuir informações com a finalidade de facilitar
o planejamento, o controle, a coordenação, a análise e o processo decisório em
organizações.
3.2 Funcionamentos de um SI – Como qualquer outro sistema, o SI inclui a entrada
(input) que envolve a captação ou coleta de fontes de dados brutos de dentro da
empresa ou de um ambiente externo. O processamento envolve a conversão dessa
entrada bruta em uma forma mais útil e apropriada. A saída (output) envolve a
transferência de informação processada às pessoas ou atividades que a usarão
(processa os inputs e produz outputs, que são enviados para o usuário ou para outro
sistema). Pode conter também um mecanismo de feedback que controla a operação.
3.3 Um SI pode ser dividido em três partes:
3.31 Entrada que recebe todos os problemas, dados da empresa, informações e
regra de negócios, todos eles podem ser interno ou externo (jornais, revistas,
pesquisa).
 Dados;
 Informação;
7
 Regras de Negócio;
3.3.2 Processamento / Controle que faz todo o processamento para transformar
esses dados e regra de negócios em informação.
 Tomadores de decisão;
 Auto Controle;
3.3.3 Saída que gera os resultados para que possa dar suporte na tomada de
decisões gerenciais da empresa.
 Relatórios;
 Gráficos;
 Cálculos;
 Táticas;
3.4SI são relacionados da seguinte forma:
3.4.1 Hardware: computadores e periféricos como: impressora, processadores,
monitores, teclados, dispositivos de leitura externo, etc. Juntos, eles aceitam dados
e informações, processam-os e permitem sua visualização.
3.4.2 Software: é um conjunto de programas que permite que o hardware processe
dados. Exemplos: Software utilitário (sistema operacional); Software aplicativo
(conjunto de programas que realizam as funções necessárias para dar suporte às
atividades empresariais, como gerar folha de pagamento, emitir nota fiscal, etc.).
3.4.3 Pessoas: são aqueles indivíduos que trabalham com o sistema ou utilizam sua
saída. São usuários e operadores de hardware e software.
3.4.4 Banco de Dados: é uma coleção de arquivos, tabelas e outros dados inter-
relacionados que armazenam dados e suas respectivas associações.
8
3.4.5 Rede: é um sistema de ligação que permite o compartilhamento de recursos
entre diversos computadores.
3.4.6 Procedimentos: é um conjunto de instruções sobre como combinar os
elementos mencionados de forma a processar as informações e gerar saídas
desejadas. Também podemos dizer que são as funções que o sistema deve
executar.
3.5 Tipos de Sistema da Informação:
3.5.1 – SIO: Sistema de Informação Operacional. Tratam das transações
rotineiras da organização, encontradas em todas as empresas automatizadas. Ex.:
Sistema de Folha de Pagamento; Cheques.
3.5.2 – SIG: Sistema de Informação Gerencial. Agrupam e sintetizam os dados
das operações da organização para facilitar a tomada de decisão pelos
administradores. Ex: Relatórios gerenciais a diferentes finalidades, custos totais com
folha de pagamento.
3.5.3 – SSD: Sistema de Suporte a Decisão. Atendem o nível de gerência ajudando
a tomar decisões não usuais com rapidez e antecedência a fim de solucionar problemas
não predefinidos, usam informações internas obtidas do SIG e também externas, como
preços de produtos concorrentes. Nesse sistema há possibilidade de desenvolvimento
rápido, com a participação ativa do usuário em todo o processo, facilidade para
incorporar novas ferramentas de apoio à decisão, novos aplicativos e novas
informações. Além disso, há maior flexibilidade na busca e manipulação das
informações, individualização e orientação para a pessoa que toma as decisões,
com flexibilidade de adaptação ao estilo pessoal de tomada de decisão do usuário.
3.5.4 – SSE: Sistema de Suporte Executivo. Atendem as necessidades de
informação dos gerentes dos níveis mais altos da organização através de interfaces
mais convenientes, combinam dados de fontes internas e externas para auxiliar a
alta administração a solucionar problemas não estruturados, além disso, as
9
informações são apresentadas segundo as preferências dos executivos usuários do
sistema. O SSE enfatiza o uso de interface gráfica com o usuário (executivo) e a
exibição de relatórios personalizados. E tem a capacidade para desagregar
informações que permitem aos executivos trabalhar as informações no nível de
detalhe desejado.
3.5.5 – SIE: Sistema de Informação Estratégico. Integram e sintetizam dados de
fontes internas e externas, utilizando ferramentas de análise e comparação
complexas, simulação e outras facilidades para a tomada de decisão da cúpula
estratégica da organização.
3.5.6 – SAE: Sistema de Automação de Escritório. Aumentar a produtividade
pessoal dos trabalhadores que manipulam informações, através do uso de pacotes
de aplicativos padrões existentes no mercado. Ex.: o pacote Office da Microsoft.
3.5.7 – SE: Sistema de Informação Especialista. São sistemas ligados ao campo
de inteligência, oferecem soluções para problemas específicos num dado domínio,
num nível comparável ao de especialistas; - Ex.: diagnóstico médico.
3.5.8 – ERP: Enterprise Resource Planning. São pacotes comerciais de software e
requerem procedimentos de ajustes para que possam ser utilizados em determinada
empresa; incorporam modelos de processos de negócios (best practices); são
sistemas de informação integrados e utilizam um banco de dados corporativo e
possuem grande abrangência funcional.
São sistemas que unem e integram os diversos sistemas rotineiros ou transacionais
de uma organização. Permitem integrar os departamentos, de forma a agilizar
processos e ainda gerar o Just-in-time (produção por demanda, sem estoques).
Por exemplo, quando uma venda é feita, a entrada é dada no sistema rotineiro de
Vendas, mas o sistema de produção e o sistema de compras já ficam sabendo o que
terão que fazer.
3.5.9 – CRM: Customer Relationship Manager. Armazena informações sobre
clientes, com objetivo de apoiar o marketing de relacionamento ou 1-to-1 (one-to-
10
one). CRM é uma estratégia de negócios voltada ao entendimento e à antecipação
das necessidades dos clientes atuais e potenciais de uma empresa. Do ponto de
vista tecnológico, CRM significa capturar os dados do cliente ao longo de toda a
empresa, consolidar todos os dados capturados interna e externamente em um
banco de dados central, analisar os dados consolidados, distribuir os resultados
dessa análise aos vários pontos de contato com cliente e usar essa informação ao
interagir com o cliente através de qualquer ponto de contato com a empresa.
Nessa matriz de valor versus tempo, o CRM Operacional é iniciado com a relação
que irá existir entre o cliente e a organização, focando a captação deste. O próximo
estágio é o CRM Analítico, que obtém a informação mais segura em relação ao
cliente, e iniciando o seu perfil na empresa, além de já utilizar os conceitos que
foram adquiridos. O terceiro e último estágio é o CRM Colaborativo que já trata a
informação baseada em conhecimento advindo das relações anteriores, tratando o
cliente com o seu perfil já criado.
3.6 – Evolução e composição dos Computadores de 1995 a 2012:
No início do ano de 1995, poderíamos esperar que novos sistemas operacionais da
Microsoft e novos chips da Intel continuassem sendo o carro-chefe da computação
ainda por muitos anos, levando-se em conta o histórico dos anos anteriores. Eles
ainda são importantes, mas talvez a mudança mais importante destes últimos anos
tenha vindo de um grupo de estudantes da Universidade de Illinois. Foi lá que, no
início de 1993, Marc Andreessen, Eric Bina e outros que trabalhavam para o
National Center for Supercomputing Applications (NCSA) apareceram com o Mosaic,
uma ferramenta que seria utilizada para paginar a Internet.
A Internet, é claro, já existia há muitos anos, datando do início dos anos 60, quando
o órgão de Defesa de Projetos de Pesquisa Avançada (DARPA) do Pentágono
estabeleceu as conexões com muitos computadores de universidades. Enquanto a
Internet crescia, o governo transferiu seu controle para os sites individuais e comitês
técnicos. E, em 1990, Tim Berners-Lee, então no laboratório de física CERN, em
11
Genebra, Suíça, criou a Linguagem de Marcação de Hipertexto (HTML), uma
maneira simples de ligar informações entre sites da Internet. Isto, por sua vez, gerou
a World Wide Web (www), que apenas aguardava por um paginador gráfico para
começar a crescer.
Após o lançamento do Mosaic ao público, no final de 1993, repentinamente, a
Internet - e, em particular, a Web - podiam ser acessadas por qualquer pessoa que
tivesse um computador pessoal, fato auxiliado, em parte, nela possibilidade de
transferir livremente a versão mais recente de vários paginadores diferentes. E,
dentro de pouco tempo, parecia que todo o mundo e todas as companhias estavam
inaugurando seu site na Web.
Novas versões de paginadores da Web também chegaram rapidamente. A Netscape
Corp. - uma nova companhia formada por Andreessen e Jim Clark, que havia sido
um dos fundadores da Silicon Graphics - logo começou a dominar o ramo de
paginadores Web. O Netscape Navigator acrescentou vários recursos, inclusive o
suporte a extensões (o que, por sua vez, levou a diversas extensões multimídia) e a
máquina virtual Java (que permitia aos desenvolvedores elaborar aplicativos Java
que podiam ser executados dentro do paginador).
A tremenda empolgação ocasionada pela explosão da World Wide Web chegou
perto de eclipsar o maior anúncio da Microsoft neste período: o Windows 95.
Introduzido em agosto de 1995, a estreia do software foi acompanhada por um
entusiasmo maior do que qualquer outro anúncio de computação da era.
O Windows 95 era a versão do Windows pela qual muitos usuários estiveram
esperando. Ele permitia a utilização de aplicativos totalmente 32 bits, tinha a
multitarefa preemptiva, era compatível com Plug-and-Play, suportava novos padrões
de e-mail e comunicações e, logicamente, trazia uma nova interface com o usuário.
Na verdade, muitos usuários pensavam que a nova interface, que incluía um menu
"Iniciar" e uma área de trabalho de programas com pastas e ícones, deixaria o
Windows muito mais próximo do projeto Lisa original ou do Macintosh de dez anos
atrás.
12
A Microsoft passou anos prometendo um Windows 32 bits, chegando a dizer que ele
estaria pronto em 1992, e os desenvolvedores passaram um longo tempo
aguardando pelo "Chicago", como era conhecido o Windows 95 durante o
desenvolvimento. Urna vez lançado, o Windows 95 rapidamente tornou-se o padrão
para a computação de usuário final, fazendo com que muitos desenvolvedores
tivessem suas versões de aplicativos 32 bits prontas no lançamento do SO ou
imediatamente após. A Microsoft fez seguir ao Windows 95, menos de um ano mais
tarde, o Windows NT 4.0, que incorporava a mesma interface com o usuário e
executava a maioria dos mesmos aplicativos, utilizando interfaces de programação
Win32. O Windows NT agradou rapidamente os gerentes de IT corporativos, devido
a seu projeto mais estável.
Mas ainda existe um grande espaço para avanços nos sistemas operacionais.
Durante anos, os desenvolvedores de software falaram sobre as linguagens
orientadas a objetos (como o C++) e sobre um sistema operacional mais orientado a
objetos. Num projeto como este, dados e aplicativos deveriam ser divididos, para
que os usuários pudessem trabalhar com os dados independentemente dos
aplicativos individuais. O ideal seria que os dados pudessem ser disseminados ou
distribuídos por diversos computadores.
A Microsoft vem falando sobre este conceito há anos, em especial na palestra "A
Informação nas Pontas de Seus Dedos" de Bill Gates, realizada em novembro de
1990, que enfatizava o conceito de que todos os dados de que um usuário pode
necessitar poderiam algum dia, ser acessados por meio de um computador pessoal,
independente do local onde os dados realmente residem. A ideia, disse ele, iria além
dos aplicativos e consideraria apenas os dados. Este caminho levou à ênfase dada
pela Microsoft aos documentos compostos, macros que funcionam através dos
aplicativos, e a um novo sistema de arquivos. Algumas peças desta visão - chamada
Cairo - fazem parte da interface do windows 95 e do OLE (Object Linking and
Embedding). Outras ainda estão na prancheta de desenhos. É claro que os
concorrentes da Microsoft continuaram seguindo seus próprios caminhos. Em 1989,
a NEXT Computer de Steve Jobs apareceu com um SO orientado a objetos,
destinado aos clientes corporativos e recentemente adquirido pela Apple Computer.
13
No início dos anos 90, a IBM e a Apple fundiram dois de seus projetos - o SO "Pink"
da Apple e o experimento IBM/Metaphor, chamado de Patriot Partners - para criar o
Taligent. Este projeto resultou numa série um tanto extensa de estruturas, para uso
dos desenvolvedores, na criação de aplicativos baseados em objetos. Mas, embora
as estruturas tenham sido recentemente adicionadas ao OS/2, os planos para o
Taligent como um SO isolado foram arquivados.
Outra tecnologia baseada em objetos está em vários estágios de desenvolvimento.
O OLE, da Microsoft, que permite a criação de documentos compostos, tem sido
aprimorado e hoje faz parte da especificação ActiveX, da mesma companhia. A
Apple, a IBM e outras companhias surgiam com uma especificação alternativa
chamada OpenDoc e tais componentes são hoje conhecidos como LiveObjects. A
IBM definiu um padrão para que os objetos trabalhassem em conjunto ao longo de
uma rede chamada Systems Object Model (SOM, ou Modelo de Objeto de Sistema),
que concorre com o Component Object Model (COM, ou Modelo de Objeto
Componente), da Microsoft.
Mas tudo isto tem sido eclipsado nos últimos meses pelo Java, da Sun
Microsystems, que começou sua vida como uma variação do C++ projetada para
uso na Internet. No ano passado, ele passou a incluir uma implementação de
máquina virtual que foi incorporada aos paginadores da Netscape e da Microsoft e
também à mais nova versão do sistema operacional da IBM, o OS/2 Warp. Muitos
desenvolvedores estão atualmente desenvolvendo applets (pequenos aplicativos) e
até mesmo aplicativos completos dentro do Java, na esperança de que isto venha a
livrá-los de terem que se apoiar nos padrões Microsoft. Mais recentemente, a Sun, a
Netscape e outras companhias estiveram promovendo a especifieação Java-Beans
como um ótimo método de ligação de objetos.
Na própria Web, um dos atuais esforços são as tecnologias e produtos que
permitem o fornecimento automático do conteúdo sobre a Internet, para que os
usuários não precisem pesquisar informações específicas. Apresentada pela
primeira vez pela PointCast, que implementou uma tela de descanso que coleta as
informações da várias fontes, esta abordagem está sendo perseguida por diversos
14
concorrentes novos, como a Castanet e a BackWeb. E tanto a Netscape quanto a
Microsoft agora prometem o fornecimento de conteúdo Internet em segundo plano,
com a Microsoft sempre falando em fazer disto uma parte da área de trabalho do
Windows.
Para acompanhar estes desenvolvimentos de software, o hardware do computador
continua evoluindo.
Máquinas cada vez mais velozes continuam sendo a palavra de ordem. O
processador Pentium da Intel com 3,2 milhões de transistores foi introduzido em
1993 e, em 1995, já tinha se tornado o Processador padrão no mercado comum da
computação. A Intel deu continuidade a esta evolução com o Processador Pentium
Pro, oferecendo um desempenho 32 bits ainda melhor.
No começo de 1997, a Intel introduziu as instruções MMX, o primeiro grande avanço
feito ao conjunto de instruções da Intel desde o 386. Estas instruções, projetadas
para melhorar o desempenho multimídia e dos jogos, foram adicionadas aos
projetos Pentium e Pentium Pro. Os concorrentes da Intel - em especial a AMD e a
Cyrix - planejam chips que irão concorrer com o Pentium Pro e também incluir as
instruções MMX.
Ao mesmo tempo, outros tipos de hardware continuam a evoluir. As placas de vídeo
ficaram mais velozes e mais poderosas e, hoje, adicionam novas capacidades
explorando principalmente cursos Direct3D do Windows. Os discos rígidos seguem
maiores e mais velozes; no começo de 1997, discos rígidos com mais de dois
gigabytes começam a tornar-se recursos padrão de PCs de topo de linha.
As unidades de CD-ROM chegaram ao mercado em 1985, mas não decolaram até o
início da década de 90. Hoje elas são uma peça padrão de praticamente todas as
máquinas de mesa vendidas nos mercados domésticos e de pequenos escritórios, e
o meio preferencial para o carregamento de aplicativos. A velocidade do CD-ROM
aumentou consideravelmente; hoje, as unidades de CD-ROM 24X (uma velocidade
24 vezes maior que a das primeiras unidades) estão se tornando o padrão.
15
Entretanto, se a capacidade de 660Mb de um CD-ROM parecia enorme, o futuro
padrão DVD - que permite um mínimo de 4,7Gb de armazenamento num único disco
com o mesmo tamanho - faz do primeiro um verdadeiro anão. Isto é suficiente para
um filme longa-metragem, talvez em vários idiomas ou com diversos finais.
Até mesmo as impressoras tiveram um ritmo assombroso de avanço. As
impressoras a laser tornaram-se o padrão como impressoras corporativas,
oferecendo uma excelente impressão em preto-e-branco, geralmente a uma alta
velocidade, compartilhadas em rede. No mercado doméstico, as impressoras
coloridas a jato de tinta são o padrão, proporcionando uma ótima impressão em
preto-e-branco e uma boa impressão colorida por bem menos de US$400.
Enquanto isto, algumas companhias em particular a Sun e a Oracle - argumentam
que a velocidade das máquinas não é mais tão importante quanto antes, devido à
prevalência da Internet. Em vez disto, estas companhias promovem uma nova
especificação, o Computador de Rede, ou NC, que defende os "clientes pequenos",
deixando a maior parte do processamento para os servidores, onde residem o
sistema operacional e todos os aplicativos. Tais sistemas, segundo eles, seriam
mais fáceis de administrar e, consequentemente, exigiriam um menor custo total de
propriedade. A Microsoft e a Intel estão revidando com a especificação NetPC, que,
segundo afirmam, terá as mesmas vantagens e mais a potência adicional e a
flexibilidade dos PCs, já que os NetPCs executariam o Windows e os aplicativos
existentes e permitiriam uma operação isolada.
Quantas e quais destas iniciativas em equipamentos, programas e rede terão
sucesso? Como sempre, é difícil dizer. Mas está claro que a Internet e a Web serão
os principais fatores nos próximos anos, assim como os inevitáveis avanços nas
capacidades de hardware e software.
O que também fica claro é que, muito embora os últimos 15 anos da indústria do PC
tenham sido uma corrida desesperada, os próximos 15 prometem ser ainda mais
interessantes, à medida que o ritmo do desenvolvimento tecnológico continuar
aumentando.
16
3.7– As Funções dos Sites para efetuar a locação de Livros.
3.7.1 Site Amigos do Livro - O Portal do Livro no Brasil
O portal Amigos do Livro foi inaugurado no dia 6 de outubro de 2001 e pertence
ao Grupo Editorial Scortecci. Um endereço para estudo, pesquisa, divulgação e
promoção do livro e do hábito da leitura. Tudo nele é grátis.
Aqui você encontra: autores, editoras, livrarias e sebos, gráficas, bibliotecas,
grupos literários e academias, prêmios e concursos, associações literárias e
culturais, profissionais do livro, instituições, fundações, ONGs, casas de cultura,
noticias sobre o mundo do livro e serviços.
Editor Responsável: João Scortecci
Redação: amigosdolivro@amigosdolivro.com.br - Tel: (11) 2592.6501
(http://www.amigosdolivro.com.br/mapa.php)
Ele é isento de qualquer atividade que tenha caráter comercial.
Não é livraria.
Não é uma distribuidora de livros.
Não publica textos literários.
Não vende assinatura de revistas.
Não elabora teses, dissertações e trabalhos acadêmicos.
Não compra e nem avalia livros raros.
Não tem filial, funcionários, representante comercial.
Não vendemos espaços publicitários.
Não vendemos o nosso cadastro.
Tudo no Portal é grátis.
O Portal Amigos do Livro aceita doação de livros
O Portal colabora na formação de bibliotecas carentes e comunitárias.
Enviar a doação para:
Amigos do Livro
Rua Dep. Lacerda Franco, 107 - Pinheiros
17
CEP 05418-000 - São Paulo, SP.
(11) 2592-6501
3.7.2 – Site Historia e Estórias – Locadora de Livros.
(http://www.historiaseestorias.com.br/index.asp)
A Histórias e Estórias é uma locadora de livros que nasceu em 1991, por Iracema
Ferreira, pois ela amava ler, mas não podia nunca ter acesso a todos os livros, uma
vez que os preços sempre foram muito mais altos do que poderia pagar. Ainda
assim tinha muitos livros e, por vezes, emprestava aos amigos próximos. Comprava
os que podia e buscava nos sebos, nas bibliotecas ou com amigos aqueles que não
conseguia comprar. A partir daí surgiu a ideia de tentar compartilhar o acervo com
outras pessoas, dando-lhes uma oportunidade para os que, como ela, amam ler,
mas não podem ter acesso a todos os livros que gostariam. Assim, construíram as
bases da Histórias e Estórias com o objetivo de tornar a leitura acessível a todos
através de uma prestação de serviços de qualidade. Em dezembro de 1991 surgia,
então, a Histórias e Estórias com um acervo de cerca de 1900 livros. Hoje há cerca
de 13 mil livros classificados por gênero, através de uma metodologia própria que
visa facilitar a escolha do leitor, e trabalham muito para oferecer os melhores
serviços e manter o acervo o mais atualizado possível, dos clássicos aos best-
sellers.
Como Funciona: O acesso à locadora se faz da seguinte maneira: o leitor escolhe
um Plano de Serviço, assina um contrato por um prazo mínimo de 6 meses, paga
um valor fixo mensal e, com este valor, lê tantos livros quanto desejar durante o
período, trocando-os de acordo com o plano escolhido.
Plano Básico: O associado adquiri um livro por vez, sem limite de troca. Uma vez
que termine de ler o livro, pode pedir outro que nós fazemos a troca.
Plano Plus: O associado pode pegar até dois livros por vez, sem limite de troca. Os
livros não precisam ser trocados juntos, pois este plano atende a mais de uma
pessoa e ambas podem ler em tempos diferentes.
18
Plano Premiun: Plano recomendado para atender a uma família de leitores. Não é
necessário que todos os livros sejam trocados juntos. Quando precisar trocar um
livro, o titular do plano entra no site e solicita a troca.
O associado, em qualquer dos planos, terá direito a:
- matrícula gratuita;
- trocar os livros quantas vezes quiser;
- até 3 livros infantis gratuitos junto com cada pedido, dependendo do tipo de plano;
- entrega no endereço escolhido pelo associado, em todo o município do Rio de
Janeiro e Grande Rio;
- escolher a data de pagamento mais adequada;
- escolher entre um acervo de cerca de 13 mil livros, atualizado com os melhores
lançamentos do mercado.
Taxa de Entrega
- Centro - Sem taxa de entrega
- Demais bairros do município do Rio de Janeiro - R$ 5,00
- Niterói, São Gonçalo, Baixada Fluminense - R$ 10,00
Prazo de devolução:
Lançamento: 20 dias corridos
Catálogo: 30 dias corridos
19
4-Conclusão
Após todos os estudos feitos é possível verificar que os Sistemas de Informações
atuais devem atender a todas as necessidades de uma empresa, desde áreas como
recursos humanos até o chão das fábricas. Os gestores das empresas só tomam
decisões, apoiados em relatórios bem elaborados e com uma informação precisa. É
de fundamental importância para a instituição, funcionários integrados ao ambiente e
as políticas de trabalho da empresa na qual atua para possibilitar que o Sistema de
Informação seja planejado e implantado de maneira satisfatória na organização.
20
Referências
http://fsi-sad.blogspot.com.br/2009/09/caracteristicas.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_informa%C3%A7%C3%A3o
http://www.oficinadanet.com.br/artigo/738/tipos_de_sistemas_de_informacao_na_em
presa
http://www.slideshare.net/espig/sistemas-de-informacao-modulo03
http://www.pucrs.br/edipucrs/online/projetoSI/5-SI/SE.pdf
http://informacaoesistemas.blogspot.com.br/2009/11/conceitos-e-caracteristicas-
dos.html
http://paginas.ucpel.tche.br/~loh/sist-inf.htm
http://pt.scribd.com/doc/4419088/Sistemas-de-Informacao-Unidade-02-748
http://www.ebah.com.br/content/ABAAABd8EAI/arquitetura-computadores-uab
SANTANA, Denise Dias de; PERINI, Luiz Claudio. Fundamentos da administração
da informação. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009
Web Aulas da Matéria Fundamentos da Administração da Informação. UNOPAR
VIRTUAL.

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Fundamentos da informação

  • 1. SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS EDUARDO MACHADO DE JESUS FUNDAMENTOS DA INFORMAÇÃO Teresópolis 2012
  • 2. EDUARDO MACHADO DE JESUS FUNDAMENTOS DA INFORMAÇÃO Trabalho apresentado ao Curso Técnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para as disciplinas Educação à Distancia, Fundamentos da Administração da Informação, Fundamentos de Lógica e Matematica Discreta, Organização de Computadores, Linguagens e Técnicas de Programação l e Seminários l. Profs. Everson Morais, Thiago Nunes Bazoli, Merris Mozer, Adriane Lopes e Veronice de Freitas. Teresópolis 2012
  • 3. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO.....................................................................................................................4 2. OBJETIVO............................................................................................................................5 3. DESENVOLVIMENTO.......................................................................................................6 3.1 SISTEMA DA INFORMAÇÃO..........................................................................................6 3.2 FUNCIONAMENTO DE UM SI ........................................................................................6 3.3 UM SI PODE SER DIVIDIDO EM 3 PARTES ..................................................................6 3.3.1 ENTRADA ........................................................................................................................6 3.3.2 PROCESSAMENTO / CONTROLE.................................................................................7 3.3.3 SAÍDA...............................................................................................................................7 3.4 SI SÃO RELACIONADOS DA SEGUINTE FORMA.......................................................7 3.4.1 HARDWARE....................................................................................................................7 3.4.2 SOFTWARE......................................................................................................................7 3.4.3 PESSOAS ..........................................................................................................................7 3.4.4 BANCO DE DADOS........................................................................................................7 3.4.5 REDES...............................................................................................................................8 3.4.6 PROCEDIMENTOS .........................................................................................................8 3.5 TIPOS DE SISTEMA DA INFORMAÇÃO .......................................................................8 3.5.1 SIO: SISTEMA DE INFORMAÇÃO OPERACIONAL .................................................8 3.5.2 SIG: SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL .......................................................8 3.5.3 SSD: SISTEMA DE SUPORTE A DECISÃO .................................................................8 3.5.4 SSE: SISTEMA DE SUPORTE EXECUTIVO.................................................................8 3.5.5 SIE: SISTEMA DE INFORMAÇÃO ESTRATÉGICO....................................................9 3.5.6 SAE: SISTEMA DE AUTOMAÇÃO DE ESCRITÓRIO.................................................9 3.5.7 SE: SISTEMA DE INFORMAÇÃO ESPECIALISTA.....................................................9 3.5.8 ERP: ENTERPRISE RESOURCE PLANNING...............................................................9 3.5.9 CRM: CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGER........................................................9 3.6 EVOLUÇÃO, COMPOSIÇÃO DOS COMPUTADORES DE 1995 A 2012....................10
  • 4. 3.7 AS FUNÇÕES DOS SITES PARA EFETUAR A LOCAÇÃO DE LIVROS..................16 3.7.1 SITE AMIGOS DO LIVRO - O PORTAL DO LIVRO NO BRASIL...........................16 3.7.2 SITE HISTORIA E ESTÓRIAS – LOCADORA DE LIVROS.....................................17 4. CONCLUSÃO.....................................................................................................................19 REFERÊNCIAS....................................................................................................................20
  • 5. 4 1. Introdução – O presente trabalho demonstra os principais conceitos dos Sistemas de Informação. A evolução dos S.I., como era antes da informática e as vantagens de um bom S.I. Além disso, apresenta os tipos de sistemas de informação, a evolução e composição dos computadores entre 1995 e 2012 e as funções dos sites de locação de livros e suas referências.
  • 6. 5 2. Objetivo – O objetivo é descrever a teoria dos fundamentos da administração da informação desde os seus primórdios até os dias atuais, procurando passar de forma simples e objetiva como a administração da informação é importante e essencial para um completo alinhamento estratégico da T.I. (Tecnologia da Informação) com os negócios da empresa. Também apresenta a evolução dos computadores do ano de 1995 até o presente ano (2012) e um cenário de informatização de uma empresa locadora de livros.
  • 7. 6 3. DESENVOLVIMENTO 3.1. Sistema da Informação – é um sistema cujo elemento principal é a informação. Seu objetivo é armazenar, tratar, fornecer os fluxos de dados com a necessidade de informações internas e externas de modo a apoiar as funções ou processos de uma organização em um curto espaço de tempo, que surgem pelo fato das rápidas mudanças que ocorrem no mercado. Geralmente, um SI é composto de um subsistema social e de um subsistema automatizado. O primeiro inclui as pessoas, processos, informações e documentos. O segundo consiste dos meios automatizados (máquinas, computadores, redes de comunicação) que interligam os elementos do subsistema social. Para Laudon e Laudon um sistema de informação pode ser definido como um conjunto de componentes inter-relacionados trabalhando juntos para coletar, recuperar, processar, armazenar e distribuir informações com a finalidade de facilitar o planejamento, o controle, a coordenação, a análise e o processo decisório em organizações. 3.2 Funcionamentos de um SI – Como qualquer outro sistema, o SI inclui a entrada (input) que envolve a captação ou coleta de fontes de dados brutos de dentro da empresa ou de um ambiente externo. O processamento envolve a conversão dessa entrada bruta em uma forma mais útil e apropriada. A saída (output) envolve a transferência de informação processada às pessoas ou atividades que a usarão (processa os inputs e produz outputs, que são enviados para o usuário ou para outro sistema). Pode conter também um mecanismo de feedback que controla a operação. 3.3 Um SI pode ser dividido em três partes: 3.31 Entrada que recebe todos os problemas, dados da empresa, informações e regra de negócios, todos eles podem ser interno ou externo (jornais, revistas, pesquisa).  Dados;  Informação;
  • 8. 7  Regras de Negócio; 3.3.2 Processamento / Controle que faz todo o processamento para transformar esses dados e regra de negócios em informação.  Tomadores de decisão;  Auto Controle; 3.3.3 Saída que gera os resultados para que possa dar suporte na tomada de decisões gerenciais da empresa.  Relatórios;  Gráficos;  Cálculos;  Táticas; 3.4SI são relacionados da seguinte forma: 3.4.1 Hardware: computadores e periféricos como: impressora, processadores, monitores, teclados, dispositivos de leitura externo, etc. Juntos, eles aceitam dados e informações, processam-os e permitem sua visualização. 3.4.2 Software: é um conjunto de programas que permite que o hardware processe dados. Exemplos: Software utilitário (sistema operacional); Software aplicativo (conjunto de programas que realizam as funções necessárias para dar suporte às atividades empresariais, como gerar folha de pagamento, emitir nota fiscal, etc.). 3.4.3 Pessoas: são aqueles indivíduos que trabalham com o sistema ou utilizam sua saída. São usuários e operadores de hardware e software. 3.4.4 Banco de Dados: é uma coleção de arquivos, tabelas e outros dados inter- relacionados que armazenam dados e suas respectivas associações.
  • 9. 8 3.4.5 Rede: é um sistema de ligação que permite o compartilhamento de recursos entre diversos computadores. 3.4.6 Procedimentos: é um conjunto de instruções sobre como combinar os elementos mencionados de forma a processar as informações e gerar saídas desejadas. Também podemos dizer que são as funções que o sistema deve executar. 3.5 Tipos de Sistema da Informação: 3.5.1 – SIO: Sistema de Informação Operacional. Tratam das transações rotineiras da organização, encontradas em todas as empresas automatizadas. Ex.: Sistema de Folha de Pagamento; Cheques. 3.5.2 – SIG: Sistema de Informação Gerencial. Agrupam e sintetizam os dados das operações da organização para facilitar a tomada de decisão pelos administradores. Ex: Relatórios gerenciais a diferentes finalidades, custos totais com folha de pagamento. 3.5.3 – SSD: Sistema de Suporte a Decisão. Atendem o nível de gerência ajudando a tomar decisões não usuais com rapidez e antecedência a fim de solucionar problemas não predefinidos, usam informações internas obtidas do SIG e também externas, como preços de produtos concorrentes. Nesse sistema há possibilidade de desenvolvimento rápido, com a participação ativa do usuário em todo o processo, facilidade para incorporar novas ferramentas de apoio à decisão, novos aplicativos e novas informações. Além disso, há maior flexibilidade na busca e manipulação das informações, individualização e orientação para a pessoa que toma as decisões, com flexibilidade de adaptação ao estilo pessoal de tomada de decisão do usuário. 3.5.4 – SSE: Sistema de Suporte Executivo. Atendem as necessidades de informação dos gerentes dos níveis mais altos da organização através de interfaces mais convenientes, combinam dados de fontes internas e externas para auxiliar a alta administração a solucionar problemas não estruturados, além disso, as
  • 10. 9 informações são apresentadas segundo as preferências dos executivos usuários do sistema. O SSE enfatiza o uso de interface gráfica com o usuário (executivo) e a exibição de relatórios personalizados. E tem a capacidade para desagregar informações que permitem aos executivos trabalhar as informações no nível de detalhe desejado. 3.5.5 – SIE: Sistema de Informação Estratégico. Integram e sintetizam dados de fontes internas e externas, utilizando ferramentas de análise e comparação complexas, simulação e outras facilidades para a tomada de decisão da cúpula estratégica da organização. 3.5.6 – SAE: Sistema de Automação de Escritório. Aumentar a produtividade pessoal dos trabalhadores que manipulam informações, através do uso de pacotes de aplicativos padrões existentes no mercado. Ex.: o pacote Office da Microsoft. 3.5.7 – SE: Sistema de Informação Especialista. São sistemas ligados ao campo de inteligência, oferecem soluções para problemas específicos num dado domínio, num nível comparável ao de especialistas; - Ex.: diagnóstico médico. 3.5.8 – ERP: Enterprise Resource Planning. São pacotes comerciais de software e requerem procedimentos de ajustes para que possam ser utilizados em determinada empresa; incorporam modelos de processos de negócios (best practices); são sistemas de informação integrados e utilizam um banco de dados corporativo e possuem grande abrangência funcional. São sistemas que unem e integram os diversos sistemas rotineiros ou transacionais de uma organização. Permitem integrar os departamentos, de forma a agilizar processos e ainda gerar o Just-in-time (produção por demanda, sem estoques). Por exemplo, quando uma venda é feita, a entrada é dada no sistema rotineiro de Vendas, mas o sistema de produção e o sistema de compras já ficam sabendo o que terão que fazer. 3.5.9 – CRM: Customer Relationship Manager. Armazena informações sobre clientes, com objetivo de apoiar o marketing de relacionamento ou 1-to-1 (one-to-
  • 11. 10 one). CRM é uma estratégia de negócios voltada ao entendimento e à antecipação das necessidades dos clientes atuais e potenciais de uma empresa. Do ponto de vista tecnológico, CRM significa capturar os dados do cliente ao longo de toda a empresa, consolidar todos os dados capturados interna e externamente em um banco de dados central, analisar os dados consolidados, distribuir os resultados dessa análise aos vários pontos de contato com cliente e usar essa informação ao interagir com o cliente através de qualquer ponto de contato com a empresa. Nessa matriz de valor versus tempo, o CRM Operacional é iniciado com a relação que irá existir entre o cliente e a organização, focando a captação deste. O próximo estágio é o CRM Analítico, que obtém a informação mais segura em relação ao cliente, e iniciando o seu perfil na empresa, além de já utilizar os conceitos que foram adquiridos. O terceiro e último estágio é o CRM Colaborativo que já trata a informação baseada em conhecimento advindo das relações anteriores, tratando o cliente com o seu perfil já criado. 3.6 – Evolução e composição dos Computadores de 1995 a 2012: No início do ano de 1995, poderíamos esperar que novos sistemas operacionais da Microsoft e novos chips da Intel continuassem sendo o carro-chefe da computação ainda por muitos anos, levando-se em conta o histórico dos anos anteriores. Eles ainda são importantes, mas talvez a mudança mais importante destes últimos anos tenha vindo de um grupo de estudantes da Universidade de Illinois. Foi lá que, no início de 1993, Marc Andreessen, Eric Bina e outros que trabalhavam para o National Center for Supercomputing Applications (NCSA) apareceram com o Mosaic, uma ferramenta que seria utilizada para paginar a Internet. A Internet, é claro, já existia há muitos anos, datando do início dos anos 60, quando o órgão de Defesa de Projetos de Pesquisa Avançada (DARPA) do Pentágono estabeleceu as conexões com muitos computadores de universidades. Enquanto a Internet crescia, o governo transferiu seu controle para os sites individuais e comitês técnicos. E, em 1990, Tim Berners-Lee, então no laboratório de física CERN, em
  • 12. 11 Genebra, Suíça, criou a Linguagem de Marcação de Hipertexto (HTML), uma maneira simples de ligar informações entre sites da Internet. Isto, por sua vez, gerou a World Wide Web (www), que apenas aguardava por um paginador gráfico para começar a crescer. Após o lançamento do Mosaic ao público, no final de 1993, repentinamente, a Internet - e, em particular, a Web - podiam ser acessadas por qualquer pessoa que tivesse um computador pessoal, fato auxiliado, em parte, nela possibilidade de transferir livremente a versão mais recente de vários paginadores diferentes. E, dentro de pouco tempo, parecia que todo o mundo e todas as companhias estavam inaugurando seu site na Web. Novas versões de paginadores da Web também chegaram rapidamente. A Netscape Corp. - uma nova companhia formada por Andreessen e Jim Clark, que havia sido um dos fundadores da Silicon Graphics - logo começou a dominar o ramo de paginadores Web. O Netscape Navigator acrescentou vários recursos, inclusive o suporte a extensões (o que, por sua vez, levou a diversas extensões multimídia) e a máquina virtual Java (que permitia aos desenvolvedores elaborar aplicativos Java que podiam ser executados dentro do paginador). A tremenda empolgação ocasionada pela explosão da World Wide Web chegou perto de eclipsar o maior anúncio da Microsoft neste período: o Windows 95. Introduzido em agosto de 1995, a estreia do software foi acompanhada por um entusiasmo maior do que qualquer outro anúncio de computação da era. O Windows 95 era a versão do Windows pela qual muitos usuários estiveram esperando. Ele permitia a utilização de aplicativos totalmente 32 bits, tinha a multitarefa preemptiva, era compatível com Plug-and-Play, suportava novos padrões de e-mail e comunicações e, logicamente, trazia uma nova interface com o usuário. Na verdade, muitos usuários pensavam que a nova interface, que incluía um menu "Iniciar" e uma área de trabalho de programas com pastas e ícones, deixaria o Windows muito mais próximo do projeto Lisa original ou do Macintosh de dez anos atrás.
  • 13. 12 A Microsoft passou anos prometendo um Windows 32 bits, chegando a dizer que ele estaria pronto em 1992, e os desenvolvedores passaram um longo tempo aguardando pelo "Chicago", como era conhecido o Windows 95 durante o desenvolvimento. Urna vez lançado, o Windows 95 rapidamente tornou-se o padrão para a computação de usuário final, fazendo com que muitos desenvolvedores tivessem suas versões de aplicativos 32 bits prontas no lançamento do SO ou imediatamente após. A Microsoft fez seguir ao Windows 95, menos de um ano mais tarde, o Windows NT 4.0, que incorporava a mesma interface com o usuário e executava a maioria dos mesmos aplicativos, utilizando interfaces de programação Win32. O Windows NT agradou rapidamente os gerentes de IT corporativos, devido a seu projeto mais estável. Mas ainda existe um grande espaço para avanços nos sistemas operacionais. Durante anos, os desenvolvedores de software falaram sobre as linguagens orientadas a objetos (como o C++) e sobre um sistema operacional mais orientado a objetos. Num projeto como este, dados e aplicativos deveriam ser divididos, para que os usuários pudessem trabalhar com os dados independentemente dos aplicativos individuais. O ideal seria que os dados pudessem ser disseminados ou distribuídos por diversos computadores. A Microsoft vem falando sobre este conceito há anos, em especial na palestra "A Informação nas Pontas de Seus Dedos" de Bill Gates, realizada em novembro de 1990, que enfatizava o conceito de que todos os dados de que um usuário pode necessitar poderiam algum dia, ser acessados por meio de um computador pessoal, independente do local onde os dados realmente residem. A ideia, disse ele, iria além dos aplicativos e consideraria apenas os dados. Este caminho levou à ênfase dada pela Microsoft aos documentos compostos, macros que funcionam através dos aplicativos, e a um novo sistema de arquivos. Algumas peças desta visão - chamada Cairo - fazem parte da interface do windows 95 e do OLE (Object Linking and Embedding). Outras ainda estão na prancheta de desenhos. É claro que os concorrentes da Microsoft continuaram seguindo seus próprios caminhos. Em 1989, a NEXT Computer de Steve Jobs apareceu com um SO orientado a objetos, destinado aos clientes corporativos e recentemente adquirido pela Apple Computer.
  • 14. 13 No início dos anos 90, a IBM e a Apple fundiram dois de seus projetos - o SO "Pink" da Apple e o experimento IBM/Metaphor, chamado de Patriot Partners - para criar o Taligent. Este projeto resultou numa série um tanto extensa de estruturas, para uso dos desenvolvedores, na criação de aplicativos baseados em objetos. Mas, embora as estruturas tenham sido recentemente adicionadas ao OS/2, os planos para o Taligent como um SO isolado foram arquivados. Outra tecnologia baseada em objetos está em vários estágios de desenvolvimento. O OLE, da Microsoft, que permite a criação de documentos compostos, tem sido aprimorado e hoje faz parte da especificação ActiveX, da mesma companhia. A Apple, a IBM e outras companhias surgiam com uma especificação alternativa chamada OpenDoc e tais componentes são hoje conhecidos como LiveObjects. A IBM definiu um padrão para que os objetos trabalhassem em conjunto ao longo de uma rede chamada Systems Object Model (SOM, ou Modelo de Objeto de Sistema), que concorre com o Component Object Model (COM, ou Modelo de Objeto Componente), da Microsoft. Mas tudo isto tem sido eclipsado nos últimos meses pelo Java, da Sun Microsystems, que começou sua vida como uma variação do C++ projetada para uso na Internet. No ano passado, ele passou a incluir uma implementação de máquina virtual que foi incorporada aos paginadores da Netscape e da Microsoft e também à mais nova versão do sistema operacional da IBM, o OS/2 Warp. Muitos desenvolvedores estão atualmente desenvolvendo applets (pequenos aplicativos) e até mesmo aplicativos completos dentro do Java, na esperança de que isto venha a livrá-los de terem que se apoiar nos padrões Microsoft. Mais recentemente, a Sun, a Netscape e outras companhias estiveram promovendo a especifieação Java-Beans como um ótimo método de ligação de objetos. Na própria Web, um dos atuais esforços são as tecnologias e produtos que permitem o fornecimento automático do conteúdo sobre a Internet, para que os usuários não precisem pesquisar informações específicas. Apresentada pela primeira vez pela PointCast, que implementou uma tela de descanso que coleta as informações da várias fontes, esta abordagem está sendo perseguida por diversos
  • 15. 14 concorrentes novos, como a Castanet e a BackWeb. E tanto a Netscape quanto a Microsoft agora prometem o fornecimento de conteúdo Internet em segundo plano, com a Microsoft sempre falando em fazer disto uma parte da área de trabalho do Windows. Para acompanhar estes desenvolvimentos de software, o hardware do computador continua evoluindo. Máquinas cada vez mais velozes continuam sendo a palavra de ordem. O processador Pentium da Intel com 3,2 milhões de transistores foi introduzido em 1993 e, em 1995, já tinha se tornado o Processador padrão no mercado comum da computação. A Intel deu continuidade a esta evolução com o Processador Pentium Pro, oferecendo um desempenho 32 bits ainda melhor. No começo de 1997, a Intel introduziu as instruções MMX, o primeiro grande avanço feito ao conjunto de instruções da Intel desde o 386. Estas instruções, projetadas para melhorar o desempenho multimídia e dos jogos, foram adicionadas aos projetos Pentium e Pentium Pro. Os concorrentes da Intel - em especial a AMD e a Cyrix - planejam chips que irão concorrer com o Pentium Pro e também incluir as instruções MMX. Ao mesmo tempo, outros tipos de hardware continuam a evoluir. As placas de vídeo ficaram mais velozes e mais poderosas e, hoje, adicionam novas capacidades explorando principalmente cursos Direct3D do Windows. Os discos rígidos seguem maiores e mais velozes; no começo de 1997, discos rígidos com mais de dois gigabytes começam a tornar-se recursos padrão de PCs de topo de linha. As unidades de CD-ROM chegaram ao mercado em 1985, mas não decolaram até o início da década de 90. Hoje elas são uma peça padrão de praticamente todas as máquinas de mesa vendidas nos mercados domésticos e de pequenos escritórios, e o meio preferencial para o carregamento de aplicativos. A velocidade do CD-ROM aumentou consideravelmente; hoje, as unidades de CD-ROM 24X (uma velocidade 24 vezes maior que a das primeiras unidades) estão se tornando o padrão.
  • 16. 15 Entretanto, se a capacidade de 660Mb de um CD-ROM parecia enorme, o futuro padrão DVD - que permite um mínimo de 4,7Gb de armazenamento num único disco com o mesmo tamanho - faz do primeiro um verdadeiro anão. Isto é suficiente para um filme longa-metragem, talvez em vários idiomas ou com diversos finais. Até mesmo as impressoras tiveram um ritmo assombroso de avanço. As impressoras a laser tornaram-se o padrão como impressoras corporativas, oferecendo uma excelente impressão em preto-e-branco, geralmente a uma alta velocidade, compartilhadas em rede. No mercado doméstico, as impressoras coloridas a jato de tinta são o padrão, proporcionando uma ótima impressão em preto-e-branco e uma boa impressão colorida por bem menos de US$400. Enquanto isto, algumas companhias em particular a Sun e a Oracle - argumentam que a velocidade das máquinas não é mais tão importante quanto antes, devido à prevalência da Internet. Em vez disto, estas companhias promovem uma nova especificação, o Computador de Rede, ou NC, que defende os "clientes pequenos", deixando a maior parte do processamento para os servidores, onde residem o sistema operacional e todos os aplicativos. Tais sistemas, segundo eles, seriam mais fáceis de administrar e, consequentemente, exigiriam um menor custo total de propriedade. A Microsoft e a Intel estão revidando com a especificação NetPC, que, segundo afirmam, terá as mesmas vantagens e mais a potência adicional e a flexibilidade dos PCs, já que os NetPCs executariam o Windows e os aplicativos existentes e permitiriam uma operação isolada. Quantas e quais destas iniciativas em equipamentos, programas e rede terão sucesso? Como sempre, é difícil dizer. Mas está claro que a Internet e a Web serão os principais fatores nos próximos anos, assim como os inevitáveis avanços nas capacidades de hardware e software. O que também fica claro é que, muito embora os últimos 15 anos da indústria do PC tenham sido uma corrida desesperada, os próximos 15 prometem ser ainda mais interessantes, à medida que o ritmo do desenvolvimento tecnológico continuar aumentando.
  • 17. 16 3.7– As Funções dos Sites para efetuar a locação de Livros. 3.7.1 Site Amigos do Livro - O Portal do Livro no Brasil O portal Amigos do Livro foi inaugurado no dia 6 de outubro de 2001 e pertence ao Grupo Editorial Scortecci. Um endereço para estudo, pesquisa, divulgação e promoção do livro e do hábito da leitura. Tudo nele é grátis. Aqui você encontra: autores, editoras, livrarias e sebos, gráficas, bibliotecas, grupos literários e academias, prêmios e concursos, associações literárias e culturais, profissionais do livro, instituições, fundações, ONGs, casas de cultura, noticias sobre o mundo do livro e serviços. Editor Responsável: João Scortecci Redação: amigosdolivro@amigosdolivro.com.br - Tel: (11) 2592.6501 (http://www.amigosdolivro.com.br/mapa.php) Ele é isento de qualquer atividade que tenha caráter comercial. Não é livraria. Não é uma distribuidora de livros. Não publica textos literários. Não vende assinatura de revistas. Não elabora teses, dissertações e trabalhos acadêmicos. Não compra e nem avalia livros raros. Não tem filial, funcionários, representante comercial. Não vendemos espaços publicitários. Não vendemos o nosso cadastro. Tudo no Portal é grátis. O Portal Amigos do Livro aceita doação de livros O Portal colabora na formação de bibliotecas carentes e comunitárias. Enviar a doação para: Amigos do Livro Rua Dep. Lacerda Franco, 107 - Pinheiros
  • 18. 17 CEP 05418-000 - São Paulo, SP. (11) 2592-6501 3.7.2 – Site Historia e Estórias – Locadora de Livros. (http://www.historiaseestorias.com.br/index.asp) A Histórias e Estórias é uma locadora de livros que nasceu em 1991, por Iracema Ferreira, pois ela amava ler, mas não podia nunca ter acesso a todos os livros, uma vez que os preços sempre foram muito mais altos do que poderia pagar. Ainda assim tinha muitos livros e, por vezes, emprestava aos amigos próximos. Comprava os que podia e buscava nos sebos, nas bibliotecas ou com amigos aqueles que não conseguia comprar. A partir daí surgiu a ideia de tentar compartilhar o acervo com outras pessoas, dando-lhes uma oportunidade para os que, como ela, amam ler, mas não podem ter acesso a todos os livros que gostariam. Assim, construíram as bases da Histórias e Estórias com o objetivo de tornar a leitura acessível a todos através de uma prestação de serviços de qualidade. Em dezembro de 1991 surgia, então, a Histórias e Estórias com um acervo de cerca de 1900 livros. Hoje há cerca de 13 mil livros classificados por gênero, através de uma metodologia própria que visa facilitar a escolha do leitor, e trabalham muito para oferecer os melhores serviços e manter o acervo o mais atualizado possível, dos clássicos aos best- sellers. Como Funciona: O acesso à locadora se faz da seguinte maneira: o leitor escolhe um Plano de Serviço, assina um contrato por um prazo mínimo de 6 meses, paga um valor fixo mensal e, com este valor, lê tantos livros quanto desejar durante o período, trocando-os de acordo com o plano escolhido. Plano Básico: O associado adquiri um livro por vez, sem limite de troca. Uma vez que termine de ler o livro, pode pedir outro que nós fazemos a troca. Plano Plus: O associado pode pegar até dois livros por vez, sem limite de troca. Os livros não precisam ser trocados juntos, pois este plano atende a mais de uma pessoa e ambas podem ler em tempos diferentes.
  • 19. 18 Plano Premiun: Plano recomendado para atender a uma família de leitores. Não é necessário que todos os livros sejam trocados juntos. Quando precisar trocar um livro, o titular do plano entra no site e solicita a troca. O associado, em qualquer dos planos, terá direito a: - matrícula gratuita; - trocar os livros quantas vezes quiser; - até 3 livros infantis gratuitos junto com cada pedido, dependendo do tipo de plano; - entrega no endereço escolhido pelo associado, em todo o município do Rio de Janeiro e Grande Rio; - escolher a data de pagamento mais adequada; - escolher entre um acervo de cerca de 13 mil livros, atualizado com os melhores lançamentos do mercado. Taxa de Entrega - Centro - Sem taxa de entrega - Demais bairros do município do Rio de Janeiro - R$ 5,00 - Niterói, São Gonçalo, Baixada Fluminense - R$ 10,00 Prazo de devolução: Lançamento: 20 dias corridos Catálogo: 30 dias corridos
  • 20. 19 4-Conclusão Após todos os estudos feitos é possível verificar que os Sistemas de Informações atuais devem atender a todas as necessidades de uma empresa, desde áreas como recursos humanos até o chão das fábricas. Os gestores das empresas só tomam decisões, apoiados em relatórios bem elaborados e com uma informação precisa. É de fundamental importância para a instituição, funcionários integrados ao ambiente e as políticas de trabalho da empresa na qual atua para possibilitar que o Sistema de Informação seja planejado e implantado de maneira satisfatória na organização.
  • 21. 20 Referências http://fsi-sad.blogspot.com.br/2009/09/caracteristicas.html http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_informa%C3%A7%C3%A3o http://www.oficinadanet.com.br/artigo/738/tipos_de_sistemas_de_informacao_na_em presa http://www.slideshare.net/espig/sistemas-de-informacao-modulo03 http://www.pucrs.br/edipucrs/online/projetoSI/5-SI/SE.pdf http://informacaoesistemas.blogspot.com.br/2009/11/conceitos-e-caracteristicas- dos.html http://paginas.ucpel.tche.br/~loh/sist-inf.htm http://pt.scribd.com/doc/4419088/Sistemas-de-Informacao-Unidade-02-748 http://www.ebah.com.br/content/ABAAABd8EAI/arquitetura-computadores-uab SANTANA, Denise Dias de; PERINI, Luiz Claudio. Fundamentos da administração da informação. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009 Web Aulas da Matéria Fundamentos da Administração da Informação. UNOPAR VIRTUAL.