Salvador-Ba
2013
BRUNO LEAL DE SOUZA
SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
GESTÃO HOSPITALAR
HISTÓRIA DE SUCESSO
Minha Terra Tem Palmeiras
Salvador-Ba
2013
HISTÓRIA DE SUCESSO
Minha Terra Tem Palmeiras
Trabalho de Produção Textual apresentado à
Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como
requisito para a obtenção de média nas disciplinas de
Comportamento organizacional; Gestão de pessoas;
Introdução à economia; Processos administrativos; e
Ética, política e sociedade.
Orientadores: Prof.ª Elizete Zampronio; Mônica Maria;
Wilson Salvalágio; Karen Hiramatsu; e Marcia Bastos.
BRUNO LEAL DE SOUZA
SUMÁRIO
1 .INTRODUÇÃO..........................................................................................................3
2 .DESENVOLVIMENTO..............................................................................................4
3 .CONCLUSÃO............................................................................................................6
4 .REFERÊNCIAS.........................................................................................................7
1 .INTRODUÇÃO
Com a precarização do sistema de saúde e pela escassez de remédios para
a comunidade maranhense, cresce , em conjunto, e aperfeiçoa-se o costume que
repassa de geração à geração: a criação de remédios com plantas conceituadas de
“medicinais”. Costume este que se repassa pela necessidade da manutenção da
vida e a constância da saúde de cada indivíduo,a fim de propiciar uma melhora na
qualidade de vida da comunidade.
Detentor de um baixo IDH, porém possuidores da mais vasta vegetação de
palmeiras de babaçu, a comunidade de Lago do Junco buscou o conhecimento do
povo local, onde do mesmo conseguiram extrair óleo do babaçu direcionado para a
produção de sabonetes, e a utilização na criação de remédios pelas plantas
medicinais. Entretanto, buscaram uma melhora no desenvolvimento da comunidade
local, bem como lutaram e ratificaram seus direitos e uma atenção focada a
educação e principalmente a saúde.
Assim, deu-se inicio a diversos projetos focados no sistema de saúde, como
a criação da farmácia fitoterápica com o apoio do Secretária de Saúde do Governo
Federal, do SEBRAE e da UFMA ( Universidade Federal do Maranhão ), e no
desenvolvimento da comunidade, proporcionando emprego/trabalho, onde puderam
produzir o suficiente, para a sustentabilidade da comunidade, e exportar o
excedente, promovendo assim o crescimento econômico-sustentável da mesma .
3
2 .DESENVOLVIMENTO
Como podemos perceber, a farmácia fitoterápica é uma organização em
desenvolvimento, onde há buscas pelo abrangimento do empreendimento e novas
formas de melhorar tanto a distribuição e marketing, como a descoberta de novas
ervas medicinais a fim de produzir outros medicamentos como a sua produção em
uma escala maior.
Contudo, este empreendimento necessita de melhorias e atualizações, pois
a busca por medicamentos eficazes se mantém veloz. Por ser uma inovação de
mercado, seu abrangimento ainda é pequeno, porém, de início, é necessário
estabelecer uma comunicação com o público-alvo, podendo expandir seus produtos
com base nas divulgações, com acordos/auxílios das Secretárias de Saúde de cada
município, bem como o apoio dos médicos ao recomendar esses medicamentos
naturais e a promoção de palestras e cursos que deixam claro as regras de uso –
anexas também em seus rótulos – e os benefícios propostos pelo medicamento.
No decorrer desses eventos acima mencionados, é necessário o
investimento para a ampliação dos canteiros e a busca por novos tipos de ervas
medicinais, onde proporcionarão mais estudos sobre os benefícios das mesmas e a
combinação e composição de novos tipos de medicamentos, por conseguinte,
também, proporcionando a melhora na eficiência das soluções já compostas a fim
de se permear por uma eficácia maior nos diversos tratamentos. Porém, por ser um
produto novo no mercado, é preciso um tempo de avaliação do produto antes de
iniciar quaisquer processo de melhoramento do remédio, pois é de imensa
importância avaliar e observar a utilização pelo público-alvo, bem como a
estabelecer o nível de aceitação e reclamação do produto pela Escala de Likert,
para então, iniciar a melhora do produto.
Tendo ciência da aceitação do medicamento e da melhora do mesmo, é de
suma importância estabelecer o preço fixo do produto – promovendo um custo
coerente com as condições de seu público – bem como a instalação de pontos fixos,
ou seja, o estabelecimento de filiais e ou revendedoras para que o público-alvo
possa usufruir do produto. Dando assim, o início de um processo de
expansão/logística. Promovendo a contratação de um novo pessoal e a capacitação
dos mesmos, almejando uma melhora na qualidade dos serviços prestados em
conjunto com a teoria dos 5S's e o bem-estar do funcionário – baseando-se na teoria
4
da administração científica – e em paralelo o crescimento da organização e a
eficácia no atendimento das demandas.
Como já mencionado que, para evitar a falta de remédios e em paralelo a
busca por novas espécies, era necessário a ampliação dos canteiros e logicamente
da produção dessas ervas. Logo, tem-se a ideia de capacitar os moradores das
zonas rurais, a fim de utilizar suas terras para produção no conceito fordista, porém
com os aspectos toyotista. Ou seja, por possuir uma alta demanda de mercado,
tendem a produzir em larga escala que advém do conceito de Henry Ford, por
conseguinte, não esquecendo dos aspectos do toyotismo que implica em produzir
somente o necessário a fim de se obter uma qualidade total no produto. Em outras
palavras, a organização tem que, produzir uma certa quantidade de produtos se, e
somente se, o mercado consumir essa quantidade de produtos, pois, não adianta eu
produzir “X” antibióticos/anti-inflamatórios sendo que esses remédios ficarão na
prateleira sem serem consumidos, assim perdendo a sua qualidade no decorrer do
tempo. Produzir sim, porém remédios que tenham saída constante no mercado.
Pois, assim como planta não vive somente de água e luz, não vivemos sem
remédios e muito menos sem alimentos que beneficiem nossa saúde, sendo que os
mesmos tendem a possuir qualidade para a eficiência e a eficácia em nossas vidas
5
3 .CONCLUSÃO
Neste presente trabalho, concluo que, os assuntos abordados foram com o
intuito da melhoria da mencionada organização em desenvolvimento e em paralelo
do produto e do modo de fabricação da mesma . Contudo, a imensurável ideia
dessas argumentações é demonstrar que uma organização é dependente tanto de
recursos materiais, quanto de recursos humanos, para poderem construir e por em
prática as metodologias já existentes que possibilitam a mesma de se basear e
elaborar uma cultura organizacional, possibilitando também em conjunto um clima
aprazível.
Com o cumprimento da análise dos itens propostos, compreendi que, a
formação de um empreendimento ou o gerenciamento do mesmo, bem como a sua
análise para uma adaptação as mudanças do mercado, necessitam de um
apanhado de informações, baseadas em metodologias já existentes, para que seja
efetivada uma [re]modelação dos conceitos presentes no grupo. Entendi também
que, o estudo de caso, tanto da empresa acima apresentada e estudada, como de
casos fictícios, nos proporciona um novo modo de pensar e refletir sobre as ações
que nós tomamos referente a um assunto.
Toda melhoria se começa por um caso, bem como todo estudo necessita de
informações, que serão repassadas em conhecimento e transmitidas em ações.
Sejam estas ações éticas ou não, porém , todas elas se basearam num referencial.
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4 .REFERÊNCIAS
Likert, Rensis (1932), "A Technique for the Measurement of Attitudes", Archives of
Psychology 140: pp. 1-55
LIKER, Jefrey k. O modelo Toyota: 14 princípios de gestão do maior fabricante do
mundo. Porto Alegre: Bookman, 2005.
PINTO, Geraldo Augusto. A organização do trabalho no século 20: taylorismo,
fordismo e toyotismo. 2. ed. São Paulo: Expressão Popular, 2010.
Casa Grande, dirceu. Processos administrativos. 1 ed. São Paulo: Pearson ,
2012.
Bianchi, Rafael. Gestão de Pessoas. 1 ed. São Paulo: Pearson, 2012.
Salvalagio, Wilson. Introdução à economia. 1 ed. São Paulo: Pearson, 2012.
Cézar, Bruno. Comportamento Organizacional. 1 ed. São Paulo: Pearson, 2012.
Situação: Cadastrado
Data: 08/05/2013 18:23
Protocolo: 110972574
7
4 .REFERÊNCIAS
Likert, Rensis (1932), "A Technique for the Measurement of Attitudes", Archives of
Psychology 140: pp. 1-55
LIKER, Jefrey k. O modelo Toyota: 14 princípios de gestão do maior fabricante do
mundo. Porto Alegre: Bookman, 2005.
PINTO, Geraldo Augusto. A organização do trabalho no século 20: taylorismo,
fordismo e toyotismo. 2. ed. São Paulo: Expressão Popular, 2010.
Casa Grande, dirceu. Processos administrativos. 1 ed. São Paulo: Pearson ,
2012.
Bianchi, Rafael. Gestão de Pessoas. 1 ed. São Paulo: Pearson, 2012.
Salvalagio, Wilson. Introdução à economia. 1 ed. São Paulo: Pearson, 2012.
Cézar, Bruno. Comportamento Organizacional. 1 ed. São Paulo: Pearson, 2012.
Situação: Cadastrado
Data: 08/05/2013 18:23
Protocolo: 110972574
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Trabalho individual unopar. 1º semestre

  • 1.
    Salvador-Ba 2013 BRUNO LEAL DESOUZA SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO GESTÃO HOSPITALAR HISTÓRIA DE SUCESSO Minha Terra Tem Palmeiras
  • 2.
    Salvador-Ba 2013 HISTÓRIA DE SUCESSO MinhaTerra Tem Palmeiras Trabalho de Produção Textual apresentado à Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito para a obtenção de média nas disciplinas de Comportamento organizacional; Gestão de pessoas; Introdução à economia; Processos administrativos; e Ética, política e sociedade. Orientadores: Prof.ª Elizete Zampronio; Mônica Maria; Wilson Salvalágio; Karen Hiramatsu; e Marcia Bastos. BRUNO LEAL DE SOUZA
  • 3.
    SUMÁRIO 1 .INTRODUÇÃO..........................................................................................................3 2 .DESENVOLVIMENTO..............................................................................................4 3.CONCLUSÃO............................................................................................................6 4 .REFERÊNCIAS.........................................................................................................7
  • 4.
    1 .INTRODUÇÃO Com aprecarização do sistema de saúde e pela escassez de remédios para a comunidade maranhense, cresce , em conjunto, e aperfeiçoa-se o costume que repassa de geração à geração: a criação de remédios com plantas conceituadas de “medicinais”. Costume este que se repassa pela necessidade da manutenção da vida e a constância da saúde de cada indivíduo,a fim de propiciar uma melhora na qualidade de vida da comunidade. Detentor de um baixo IDH, porém possuidores da mais vasta vegetação de palmeiras de babaçu, a comunidade de Lago do Junco buscou o conhecimento do povo local, onde do mesmo conseguiram extrair óleo do babaçu direcionado para a produção de sabonetes, e a utilização na criação de remédios pelas plantas medicinais. Entretanto, buscaram uma melhora no desenvolvimento da comunidade local, bem como lutaram e ratificaram seus direitos e uma atenção focada a educação e principalmente a saúde. Assim, deu-se inicio a diversos projetos focados no sistema de saúde, como a criação da farmácia fitoterápica com o apoio do Secretária de Saúde do Governo Federal, do SEBRAE e da UFMA ( Universidade Federal do Maranhão ), e no desenvolvimento da comunidade, proporcionando emprego/trabalho, onde puderam produzir o suficiente, para a sustentabilidade da comunidade, e exportar o excedente, promovendo assim o crescimento econômico-sustentável da mesma . 3
  • 5.
    2 .DESENVOLVIMENTO Como podemosperceber, a farmácia fitoterápica é uma organização em desenvolvimento, onde há buscas pelo abrangimento do empreendimento e novas formas de melhorar tanto a distribuição e marketing, como a descoberta de novas ervas medicinais a fim de produzir outros medicamentos como a sua produção em uma escala maior. Contudo, este empreendimento necessita de melhorias e atualizações, pois a busca por medicamentos eficazes se mantém veloz. Por ser uma inovação de mercado, seu abrangimento ainda é pequeno, porém, de início, é necessário estabelecer uma comunicação com o público-alvo, podendo expandir seus produtos com base nas divulgações, com acordos/auxílios das Secretárias de Saúde de cada município, bem como o apoio dos médicos ao recomendar esses medicamentos naturais e a promoção de palestras e cursos que deixam claro as regras de uso – anexas também em seus rótulos – e os benefícios propostos pelo medicamento. No decorrer desses eventos acima mencionados, é necessário o investimento para a ampliação dos canteiros e a busca por novos tipos de ervas medicinais, onde proporcionarão mais estudos sobre os benefícios das mesmas e a combinação e composição de novos tipos de medicamentos, por conseguinte, também, proporcionando a melhora na eficiência das soluções já compostas a fim de se permear por uma eficácia maior nos diversos tratamentos. Porém, por ser um produto novo no mercado, é preciso um tempo de avaliação do produto antes de iniciar quaisquer processo de melhoramento do remédio, pois é de imensa importância avaliar e observar a utilização pelo público-alvo, bem como a estabelecer o nível de aceitação e reclamação do produto pela Escala de Likert, para então, iniciar a melhora do produto. Tendo ciência da aceitação do medicamento e da melhora do mesmo, é de suma importância estabelecer o preço fixo do produto – promovendo um custo coerente com as condições de seu público – bem como a instalação de pontos fixos, ou seja, o estabelecimento de filiais e ou revendedoras para que o público-alvo possa usufruir do produto. Dando assim, o início de um processo de expansão/logística. Promovendo a contratação de um novo pessoal e a capacitação dos mesmos, almejando uma melhora na qualidade dos serviços prestados em conjunto com a teoria dos 5S's e o bem-estar do funcionário – baseando-se na teoria 4
  • 6.
    da administração científica– e em paralelo o crescimento da organização e a eficácia no atendimento das demandas. Como já mencionado que, para evitar a falta de remédios e em paralelo a busca por novas espécies, era necessário a ampliação dos canteiros e logicamente da produção dessas ervas. Logo, tem-se a ideia de capacitar os moradores das zonas rurais, a fim de utilizar suas terras para produção no conceito fordista, porém com os aspectos toyotista. Ou seja, por possuir uma alta demanda de mercado, tendem a produzir em larga escala que advém do conceito de Henry Ford, por conseguinte, não esquecendo dos aspectos do toyotismo que implica em produzir somente o necessário a fim de se obter uma qualidade total no produto. Em outras palavras, a organização tem que, produzir uma certa quantidade de produtos se, e somente se, o mercado consumir essa quantidade de produtos, pois, não adianta eu produzir “X” antibióticos/anti-inflamatórios sendo que esses remédios ficarão na prateleira sem serem consumidos, assim perdendo a sua qualidade no decorrer do tempo. Produzir sim, porém remédios que tenham saída constante no mercado. Pois, assim como planta não vive somente de água e luz, não vivemos sem remédios e muito menos sem alimentos que beneficiem nossa saúde, sendo que os mesmos tendem a possuir qualidade para a eficiência e a eficácia em nossas vidas 5
  • 7.
    3 .CONCLUSÃO Neste presentetrabalho, concluo que, os assuntos abordados foram com o intuito da melhoria da mencionada organização em desenvolvimento e em paralelo do produto e do modo de fabricação da mesma . Contudo, a imensurável ideia dessas argumentações é demonstrar que uma organização é dependente tanto de recursos materiais, quanto de recursos humanos, para poderem construir e por em prática as metodologias já existentes que possibilitam a mesma de se basear e elaborar uma cultura organizacional, possibilitando também em conjunto um clima aprazível. Com o cumprimento da análise dos itens propostos, compreendi que, a formação de um empreendimento ou o gerenciamento do mesmo, bem como a sua análise para uma adaptação as mudanças do mercado, necessitam de um apanhado de informações, baseadas em metodologias já existentes, para que seja efetivada uma [re]modelação dos conceitos presentes no grupo. Entendi também que, o estudo de caso, tanto da empresa acima apresentada e estudada, como de casos fictícios, nos proporciona um novo modo de pensar e refletir sobre as ações que nós tomamos referente a um assunto. Toda melhoria se começa por um caso, bem como todo estudo necessita de informações, que serão repassadas em conhecimento e transmitidas em ações. Sejam estas ações éticas ou não, porém , todas elas se basearam num referencial. 6
  • 8.
    4 .REFERÊNCIAS Likert, Rensis(1932), "A Technique for the Measurement of Attitudes", Archives of Psychology 140: pp. 1-55 LIKER, Jefrey k. O modelo Toyota: 14 princípios de gestão do maior fabricante do mundo. Porto Alegre: Bookman, 2005. PINTO, Geraldo Augusto. A organização do trabalho no século 20: taylorismo, fordismo e toyotismo. 2. ed. São Paulo: Expressão Popular, 2010. Casa Grande, dirceu. Processos administrativos. 1 ed. São Paulo: Pearson , 2012. Bianchi, Rafael. Gestão de Pessoas. 1 ed. São Paulo: Pearson, 2012. Salvalagio, Wilson. Introdução à economia. 1 ed. São Paulo: Pearson, 2012. Cézar, Bruno. Comportamento Organizacional. 1 ed. São Paulo: Pearson, 2012. Situação: Cadastrado Data: 08/05/2013 18:23 Protocolo: 110972574 7
  • 9.
    4 .REFERÊNCIAS Likert, Rensis(1932), "A Technique for the Measurement of Attitudes", Archives of Psychology 140: pp. 1-55 LIKER, Jefrey k. O modelo Toyota: 14 princípios de gestão do maior fabricante do mundo. Porto Alegre: Bookman, 2005. PINTO, Geraldo Augusto. A organização do trabalho no século 20: taylorismo, fordismo e toyotismo. 2. ed. São Paulo: Expressão Popular, 2010. Casa Grande, dirceu. Processos administrativos. 1 ed. São Paulo: Pearson , 2012. Bianchi, Rafael. Gestão de Pessoas. 1 ed. São Paulo: Pearson, 2012. Salvalagio, Wilson. Introdução à economia. 1 ed. São Paulo: Pearson, 2012. Cézar, Bruno. Comportamento Organizacional. 1 ed. São Paulo: Pearson, 2012. Situação: Cadastrado Data: 08/05/2013 18:23 Protocolo: 110972574 7