SlideShare uma empresa Scribd logo
Fraturas da Escápula
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
Fraturas da Escápula
Introdução:
 União do esqueleto axial ao MS
 3 a 5% das fraturas da cintura escapular, 0,4
a 1% de todas as fraturas
 Bordas espessadas, grande mobilidade,
posição entre camadas de músculo
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
 Lesões associadas ocorrem em 35-90% dos
pacientes: pneumotórax, # arcos costais,
contusão pulmonar, # clavícula, lesão do
plexo braquial e lesão vascular.
 -> Rx de tórax é essencial
 Justifica a permanência em observação por
até 72 horas, com acompanhamento
radiográfico seriado do tórax.
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
Anatomia
 Anterior: subescapular/ serratil ant
 Posterior: supra e infra espinhal
 Margem Escapular: elevador da escápula/
rombóide (medial) / redondo maior e menor
(lateral)
 Coracóide: cabeça curta do biceps, peitoral
menor, coracobraquial.
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
Clínica
 Achatamento do ombro/proeminência do
acrômio
 Braço aduzido (abdução dolorosa) / dor à
inspiração profunda
 Pseudoruptura do manguito rotador (devido
dor e hematoma, fica impossibilitado de
elevar o ombro)
 Sinal de Comolli: edema triangular na face
posterior do tórax, sobre a escápula
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
Radiologia
 Série Trauma- AP/P/Perfil axilar, avaliar
glenóide, colo, corpo e acrômio
 Perfil axilar- acrômio e rebordo da glenóide
 Inclinação cefálica- coracóide (Stryker)
 TC c/ reconstrução tridimensional
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
 2. Fratura da glenoide:
  mecanismo: trauma direto lateral /
compressão axial
  classificação: Ideberg
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
Classificação
 Zdravkovic/ Damholt (anatômica)
I-Corpo II-Apófise (acrômio, coracóide) III-
Ang.Superolateral (inclui colo da escápula e
borda da glenóide)
 Thompson
I-Coracóide/acrômio e peq. #s do corpo
II-Glenóide e colo III-Corpo
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
Classificação
 Ideberg: # intra-
articular glenóide
 Tipo VI: cominutiva
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
 I: borda da cavidade da glenóide; A:
anterior e B: posterior
 II: linha transversa ou oblíqua na cavidade
glenoidal, com fragmento livre
 III: terço superior da cavidade glenoidal,
incluindo o processo coracóide
 IV: plano horizontal da cavidade glenoidal,
estendo-se até a borda vertebral
 V: combinação II e IV
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
# Glenóide
  Tipo I  avulsão anterior (+ comum após
luxações ou subluxações)
desvio  predispõem instabilidade
fragmento > 10mm ou > 1/3 ou ¼ 
fixação c/ parafuso
 Tipo II  fratura transversa c/ fragmento
triangular inferior desviado
subluxação inferior: redução aberta +
capsuloplastia
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
 I e II: cirúrgico se deslocamento > 10mm
(AO: 2mm) ou se envolver > 25% (1/4) da
superfície articular (1/3 se posterior)
 Ideberg defende conservador se a cabeça
umeral permanecer centrada na cavidade
glenoidal.
 A via de acesso depende da lesão: anterior
ou posterior e utilizar parafusos longos que
alcancem a outra cortical.
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
# Glenóide
 Tipo III  obliqua 1/3 superior glenoide e
inclui o corocoide/ associada a luxação A.C.
red. aberta a parafuso (via anterior)
 Tipo IV  horizontal até borda axilar
tto cirurg se desvio > 5mm
 Tipo V  II + IV
tto cirug se desvio > 5mm ou cabeça ñ
centrada
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
# Corpo
1. Fratura do Corpo:
 Trauma direto / contração súbita muscular /
choque elétrico
 Lesões associadas: pseudoruptura do M.
rotador
Tratamento conservador: 3 semanas com tipóia ou
até melhorar a dor. Exercícios pendulares são
iniciados, seguidos por exercícios ativos de
amplitude de movimento.
Tto cirúrgico somente em casos amplamente
desviados
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
# Acrômio
1. Fratura do Acrômio: M. pouco desvio
 Trauma direto / migração proximal do úmero
lesão do manguito
Conservador se não houver desvio caudal -> pode
desencadear síndrome do impacto
Cirúrgico: fio de Kirschner ou parafusos de
2,7mm
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
# Coracóide
 1. Fratura do Coracoide:
  Inserção muscular – ligamentos
  Perfil axilar – AP c/ inclinação cefálica
35°
  Trauma direto / avulsão / impacto da
cabeça
 Complicação: n. supraescapular
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
 1. Fratura do colo:
  2º mais comum
  mecanismo: trauma direto – braço estendido –
impacção
  estabilidade: clavícula e art acromio
clavicular -> intrinsecamente estáveis
 O fragmento glenóide fica geralmente desviado
medialmente e tb, para caudal, (tríceps) -> alguns
autores relatam que leva a um encurtamento
reduzindo a tensão muscular do manguito
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
# Colo
  conservador: tipóia
 cirúrgico: glenoide, acrômio e clavícula
lateral: fixação c/ placa
 Cirúrgico se encurtamento > 1 cm
(translação medial) e rotação > 40° -> placa
3,5mm lateral por acesso posterior.
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
 Para proteger as estruturas do espaço
quadrangular, não afastar o deltóide
distalmente ao músculo redondo menor.
 Para evitar lesão do supraescapular, evitar
penetrar o músculo infraespinal.
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
 Indicação cirúrgica:
 - fraturas deslocadas do acrômio e da
espinha escapular lateral, com retração do
fragmento e intromissão no espaço
subacromial
 - fraturas do coracóide com separação
acromioclavicular
 - fraturas da borda glenoidal
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
 Tratamento conservador: tipóia instituindo
movimentos ativos logo que possível.
 Outras fraturas da glenóide e do colo
escapular: se estiver acentuadamente
angulada ou deslocada, tração lateral poderá
ser efetuada através de um pino no olécrano
durante 3 a 4 semanas -> raramente tratadas
satisfatoriamente por redução aberta
(Campbell)
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
Pós-operatório
 Exercícios ativos de amplitude de
movimento são indicados no primeiro dia
de pós-operatório
 Caso tenha sido utilizado abordagem
deltopeitoral, a rotação externa é limitada à
posição neutra, e a abdução no plano
escapular, limitada a 90° nas primeiras 6
semanas.
www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Fraturas supracondilianas Dr Omar Mohamad M. Abdallah
Fraturas supracondilianas Dr Omar Mohamad M. Abdallah Fraturas supracondilianas Dr Omar Mohamad M. Abdallah
Fraturas supracondilianas Dr Omar Mohamad M. Abdallah
Omar Mohamad Abdallah
 
fraturasdosmembrossuperiores
fraturasdosmembrossuperioresfraturasdosmembrossuperiores
fraturasdosmembrossuperiores
GustavoArouche1
 
Fraturas Femorais
Fraturas FemoraisFraturas Femorais
Fraturas Femorais
Danyllo Lucas
 
Instabilidade glenoumeral - aula Ortocurso 2016
Instabilidade glenoumeral - aula Ortocurso 2016Instabilidade glenoumeral - aula Ortocurso 2016
Instabilidade glenoumeral - aula Ortocurso 2016
Luis Filipe Senna, MD, MSc
 
Fratura Transtrocanteriana
Fratura TranstrocanterianaFratura Transtrocanteriana
Fratura Transtrocanteriana
Carlos Andrade
 
Fraturas do tornozelo
Fraturas do tornozeloFraturas do tornozelo
Luxação da Patela
Luxação da PatelaLuxação da Patela
Luxação da Patela
David Sadigursky
 
Fraturas dos membros_superiores[1]
Fraturas dos membros_superiores[1]Fraturas dos membros_superiores[1]
Fraturas dos membros_superiores[1]
Claudevir Tunussi
 
Dor em Membros Superiores
Dor em Membros SuperioresDor em Membros Superiores
Dor em Membros Superiores
pauloalambert
 
Fratura cervical
Fratura  cervical Fratura  cervical
RM COLUNA VERTEBRAL
RM COLUNA VERTEBRALRM COLUNA VERTEBRAL
Escoliose
EscolioseEscoliose
Fratura luxação da coluna cervical (alta e baixa)
Fratura luxação da coluna cervical (alta e baixa)Fratura luxação da coluna cervical (alta e baixa)
Fratura luxação da coluna cervical (alta e baixa)
Jorge Acosta Noriega
 
Fratura Toracolombar
Fratura ToracolombarFratura Toracolombar
Lesões traumáticas da coluna cervical alta
Lesões traumáticas da coluna cervical altaLesões traumáticas da coluna cervical alta
Lesões traumáticas da coluna cervical alta
Dr. Márcio Rogério Borges Silveira
 
Fraturas do punho
Fraturas do punhoFraturas do punho
Fraturas do punho
saulo vinicius
 
Escoliose
EscolioseEscoliose
Lesão do cruzado anterior
Lesão do cruzado anteriorLesão do cruzado anterior
Lesão do cruzado anterior
Sarah Noleto
 
LESION LCP. REVISION DE UN CASO.pptx
LESION LCP. REVISION DE UN CASO.pptxLESION LCP. REVISION DE UN CASO.pptx
LESION LCP. REVISION DE UN CASO.pptx
Fernando Marulanda
 
Fraturas subtrocantericas e atipicas AC
Fraturas subtrocantericas e atipicas  ACFraturas subtrocantericas e atipicas  AC
Fraturas subtrocantericas e atipicas AC
André Cipriano
 

Mais procurados (20)

Fraturas supracondilianas Dr Omar Mohamad M. Abdallah
Fraturas supracondilianas Dr Omar Mohamad M. Abdallah Fraturas supracondilianas Dr Omar Mohamad M. Abdallah
Fraturas supracondilianas Dr Omar Mohamad M. Abdallah
 
fraturasdosmembrossuperiores
fraturasdosmembrossuperioresfraturasdosmembrossuperiores
fraturasdosmembrossuperiores
 
Fraturas Femorais
Fraturas FemoraisFraturas Femorais
Fraturas Femorais
 
Instabilidade glenoumeral - aula Ortocurso 2016
Instabilidade glenoumeral - aula Ortocurso 2016Instabilidade glenoumeral - aula Ortocurso 2016
Instabilidade glenoumeral - aula Ortocurso 2016
 
Fratura Transtrocanteriana
Fratura TranstrocanterianaFratura Transtrocanteriana
Fratura Transtrocanteriana
 
Fraturas do tornozelo
Fraturas do tornozeloFraturas do tornozelo
Fraturas do tornozelo
 
Luxação da Patela
Luxação da PatelaLuxação da Patela
Luxação da Patela
 
Fraturas dos membros_superiores[1]
Fraturas dos membros_superiores[1]Fraturas dos membros_superiores[1]
Fraturas dos membros_superiores[1]
 
Dor em Membros Superiores
Dor em Membros SuperioresDor em Membros Superiores
Dor em Membros Superiores
 
Fratura cervical
Fratura  cervical Fratura  cervical
Fratura cervical
 
RM COLUNA VERTEBRAL
RM COLUNA VERTEBRALRM COLUNA VERTEBRAL
RM COLUNA VERTEBRAL
 
Escoliose
EscolioseEscoliose
Escoliose
 
Fratura luxação da coluna cervical (alta e baixa)
Fratura luxação da coluna cervical (alta e baixa)Fratura luxação da coluna cervical (alta e baixa)
Fratura luxação da coluna cervical (alta e baixa)
 
Fratura Toracolombar
Fratura ToracolombarFratura Toracolombar
Fratura Toracolombar
 
Lesões traumáticas da coluna cervical alta
Lesões traumáticas da coluna cervical altaLesões traumáticas da coluna cervical alta
Lesões traumáticas da coluna cervical alta
 
Fraturas do punho
Fraturas do punhoFraturas do punho
Fraturas do punho
 
Escoliose
EscolioseEscoliose
Escoliose
 
Lesão do cruzado anterior
Lesão do cruzado anteriorLesão do cruzado anterior
Lesão do cruzado anterior
 
LESION LCP. REVISION DE UN CASO.pptx
LESION LCP. REVISION DE UN CASO.pptxLESION LCP. REVISION DE UN CASO.pptx
LESION LCP. REVISION DE UN CASO.pptx
 
Fraturas subtrocantericas e atipicas AC
Fraturas subtrocantericas e atipicas  ACFraturas subtrocantericas e atipicas  AC
Fraturas subtrocantericas e atipicas AC
 

Semelhante a Fratura-escápula.pptx

Fraturas diafisária de úmero
Fraturas diafisária de úmeroFraturas diafisária de úmero
Fraturas diafisária de úmero
Marcus Murata
 
Fraturas Comuns do Antebraço
Fraturas Comuns do AntebraçoFraturas Comuns do Antebraço
Fraturas Comuns do Antebraço
Carlos Andrade
 
Fraturas do femur distal
Fraturas do femur distalFraturas do femur distal
Fraturas do femur distal
Dr. Márcio Rogério Borges Silveira
 
Fraturas de tibia e fibula proximais
Fraturas de tibia e fibula proximaisFraturas de tibia e fibula proximais
Fraturas de tibia e fibula proximais
Dr. Márcio Rogério Borges Silveira
 
Fisioterapia nas amputações
Fisioterapia nas amputaçõesFisioterapia nas amputações
Fisioterapia nas amputações
Rodney Wenke
 
Lux aca o acromioclavicular
Lux aca o acromioclavicularLux aca o acromioclavicular
Lux aca o acromioclavicular
Dr. Márcio Rogério Borges Silveira
 
Lesoes Traumaticas No Spa Maj Jose
Lesoes Traumaticas No Spa   Maj JoseLesoes Traumaticas No Spa   Maj Jose
Lesoes Traumaticas No Spa Maj Jose
aidamehanna
 
Fratura apos a queda 01
Fratura apos a queda 01Fratura apos a queda 01
Fratura apos a queda 01
Laercio Leao
 
Espondilite anquilosante da coluna vertebral
Espondilite anquilosante da coluna vertebralEspondilite anquilosante da coluna vertebral
Espondilite anquilosante da coluna vertebral
Dr. Márcio Rogério Borges Silveira
 
8- INCIDENCIAS RADIOLOGICAS DE OMBRO E CINTURA ESCAPULAR-1-1.pdf
8- INCIDENCIAS RADIOLOGICAS DE OMBRO E CINTURA ESCAPULAR-1-1.pdf8- INCIDENCIAS RADIOLOGICAS DE OMBRO E CINTURA ESCAPULAR-1-1.pdf
8- INCIDENCIAS RADIOLOGICAS DE OMBRO E CINTURA ESCAPULAR-1-1.pdf
prof karla sao luis
 
02 - Técnicas cirúrgicas de amputação.pdf
02 - Técnicas cirúrgicas de amputação.pdf02 - Técnicas cirúrgicas de amputação.pdf
02 - Técnicas cirúrgicas de amputação.pdf
Joaquim Henrique Lorenzetti Branco
 
Fraturas do Anel Pélvico
Fraturas do Anel Pélvico Fraturas do Anel Pélvico
Fraturas do Anel Pélvico
Omar Mohamad Abdallah
 
Lesões do lca
Lesões do lcaLesões do lca
Trauma da coluna torácica e lombar
Trauma da coluna torácica e lombarTrauma da coluna torácica e lombar
Trauma da coluna torácica e lombar
Dr. Márcio Rogério Borges Silveira
 
Lesao manguito e impacto
Lesao manguito e impactoLesao manguito e impacto
Lesao manguito e impacto
Dr. Márcio Rogério Borges Silveira
 
Fratura umero proximal
Fratura umero proximalFratura umero proximal
Fratura umero proximal
Dr. Márcio Rogério Borges Silveira
 
Aula fratura do úmero proximal
Aula fratura do úmero proximalAula fratura do úmero proximal
Aula fratura do úmero proximal
Mauricio Fabiani
 
Epicondilite Lateral,STC e LMR - 3o Ano
Epicondilite Lateral,STC e LMR - 3o AnoEpicondilite Lateral,STC e LMR - 3o Ano
Epicondilite Lateral,STC e LMR - 3o Ano
Carlos Andrade
 
Vias-de-acesso-Quadril.ppt
Vias-de-acesso-Quadril.pptVias-de-acesso-Quadril.ppt
Vias-de-acesso-Quadril.ppt
WhiskaMontao
 
LesãO Plexo Braquial E Paralisia Obstetrica
LesãO Plexo Braquial E Paralisia ObstetricaLesãO Plexo Braquial E Paralisia Obstetrica
LesãO Plexo Braquial E Paralisia Obstetrica
Marcelo Benedet Tournier
 

Semelhante a Fratura-escápula.pptx (20)

Fraturas diafisária de úmero
Fraturas diafisária de úmeroFraturas diafisária de úmero
Fraturas diafisária de úmero
 
Fraturas Comuns do Antebraço
Fraturas Comuns do AntebraçoFraturas Comuns do Antebraço
Fraturas Comuns do Antebraço
 
Fraturas do femur distal
Fraturas do femur distalFraturas do femur distal
Fraturas do femur distal
 
Fraturas de tibia e fibula proximais
Fraturas de tibia e fibula proximaisFraturas de tibia e fibula proximais
Fraturas de tibia e fibula proximais
 
Fisioterapia nas amputações
Fisioterapia nas amputaçõesFisioterapia nas amputações
Fisioterapia nas amputações
 
Lux aca o acromioclavicular
Lux aca o acromioclavicularLux aca o acromioclavicular
Lux aca o acromioclavicular
 
Lesoes Traumaticas No Spa Maj Jose
Lesoes Traumaticas No Spa   Maj JoseLesoes Traumaticas No Spa   Maj Jose
Lesoes Traumaticas No Spa Maj Jose
 
Fratura apos a queda 01
Fratura apos a queda 01Fratura apos a queda 01
Fratura apos a queda 01
 
Espondilite anquilosante da coluna vertebral
Espondilite anquilosante da coluna vertebralEspondilite anquilosante da coluna vertebral
Espondilite anquilosante da coluna vertebral
 
8- INCIDENCIAS RADIOLOGICAS DE OMBRO E CINTURA ESCAPULAR-1-1.pdf
8- INCIDENCIAS RADIOLOGICAS DE OMBRO E CINTURA ESCAPULAR-1-1.pdf8- INCIDENCIAS RADIOLOGICAS DE OMBRO E CINTURA ESCAPULAR-1-1.pdf
8- INCIDENCIAS RADIOLOGICAS DE OMBRO E CINTURA ESCAPULAR-1-1.pdf
 
02 - Técnicas cirúrgicas de amputação.pdf
02 - Técnicas cirúrgicas de amputação.pdf02 - Técnicas cirúrgicas de amputação.pdf
02 - Técnicas cirúrgicas de amputação.pdf
 
Fraturas do Anel Pélvico
Fraturas do Anel Pélvico Fraturas do Anel Pélvico
Fraturas do Anel Pélvico
 
Lesões do lca
Lesões do lcaLesões do lca
Lesões do lca
 
Trauma da coluna torácica e lombar
Trauma da coluna torácica e lombarTrauma da coluna torácica e lombar
Trauma da coluna torácica e lombar
 
Lesao manguito e impacto
Lesao manguito e impactoLesao manguito e impacto
Lesao manguito e impacto
 
Fratura umero proximal
Fratura umero proximalFratura umero proximal
Fratura umero proximal
 
Aula fratura do úmero proximal
Aula fratura do úmero proximalAula fratura do úmero proximal
Aula fratura do úmero proximal
 
Epicondilite Lateral,STC e LMR - 3o Ano
Epicondilite Lateral,STC e LMR - 3o AnoEpicondilite Lateral,STC e LMR - 3o Ano
Epicondilite Lateral,STC e LMR - 3o Ano
 
Vias-de-acesso-Quadril.ppt
Vias-de-acesso-Quadril.pptVias-de-acesso-Quadril.ppt
Vias-de-acesso-Quadril.ppt
 
LesãO Plexo Braquial E Paralisia Obstetrica
LesãO Plexo Braquial E Paralisia ObstetricaLesãO Plexo Braquial E Paralisia Obstetrica
LesãO Plexo Braquial E Paralisia Obstetrica
 

Mais de GustavoArouche1

Nicholas · SlidesCarnival this is presetation.pptx
Nicholas · SlidesCarnival this is presetation.pptxNicholas · SlidesCarnival this is presetation.pptx
Nicholas · SlidesCarnival this is presetation.pptx
GustavoArouche1
 
Sports Injuries Breakthrough by Slidesgo.pptx
Sports Injuries Breakthrough by Slidesgo.pptxSports Injuries Breakthrough by Slidesgo.pptx
Sports Injuries Breakthrough by Slidesgo.pptx
GustavoArouche1
 
Joan_Slides_Carnin_djfdjfdjfjdnfjdnfakdfds
Joan_Slides_Carnin_djfdjfdjfjdnfjdnfakdfdsJoan_Slides_Carnin_djfdjfdjfjdnfjdnfakdfds
Joan_Slides_Carnin_djfdjfdjfjdnfjdnfakdfds
GustavoArouche1
 
Modelo-de-Gestao-da-Saude-da-Populacao-Beneficios-para-o-SUS.pptx
Modelo-de-Gestao-da-Saude-da-Populacao-Beneficios-para-o-SUS.pptxModelo-de-Gestao-da-Saude-da-Populacao-Beneficios-para-o-SUS.pptx
Modelo-de-Gestao-da-Saude-da-Populacao-Beneficios-para-o-SUS.pptx
GustavoArouche1
 
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdfAvaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
GustavoArouche1
 
Gatilhosmwntaisepropostasdeensinoesucessoprofissional
GatilhosmwntaisepropostasdeensinoesucessoprofissionalGatilhosmwntaisepropostasdeensinoesucessoprofissional
Gatilhosmwntaisepropostasdeensinoesucessoprofissional
GustavoArouche1
 
Oncoguia_trabalho_e_execução_de_trabalho.pdf
Oncoguia_trabalho_e_execução_de_trabalho.pdfOncoguia_trabalho_e_execução_de_trabalho.pdf
Oncoguia_trabalho_e_execução_de_trabalho.pdf
GustavoArouche1
 
Neuromusculoesqueletica_e _posicionamento
Neuromusculoesqueletica_e _posicionamentoNeuromusculoesqueletica_e _posicionamento
Neuromusculoesqueletica_e _posicionamento
GustavoArouche1
 
Introduction to Health Administration - Master of Science in Health Administr...
Introduction to Health Administration - Master of Science in Health Administr...Introduction to Health Administration - Master of Science in Health Administr...
Introduction to Health Administration - Master of Science in Health Administr...
GustavoArouche1
 
aulaespecializacaoopapeldafisioterapiaintensivanautioncolgica-120925094345-ph...
aulaespecializacaoopapeldafisioterapiaintensivanautioncolgica-120925094345-ph...aulaespecializacaoopapeldafisioterapiaintensivanautioncolgica-120925094345-ph...
aulaespecializacaoopapeldafisioterapiaintensivanautioncolgica-120925094345-ph...
GustavoArouche1
 
Aula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdf
Aula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdfAula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdf
Aula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdf
GustavoArouche1
 
Aula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdf
Aula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdfAula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdf
Aula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdf
GustavoArouche1
 
Neuro Musculo_preto_reduzido.pptx
Neuro Musculo_preto_reduzido.pptxNeuro Musculo_preto_reduzido.pptx
Neuro Musculo_preto_reduzido.pptx
GustavoArouche1
 
Cancer
CancerCancer
Resenhacritica
ResenhacriticaResenhacritica
Resenhacritica
GustavoArouche1
 
aula2metodologia.pdf
aula2metodologia.pdfaula2metodologia.pdf
aula2metodologia.pdf
GustavoArouche1
 
Fisioterapia_nos_cuidados_paliativos.pdf
Fisioterapia_nos_cuidados_paliativos.pdfFisioterapia_nos_cuidados_paliativos.pdf
Fisioterapia_nos_cuidados_paliativos.pdf
GustavoArouche1
 
fichamento-130401153340-phpapp01.pptx
fichamento-130401153340-phpapp01.pptxfichamento-130401153340-phpapp01.pptx
fichamento-130401153340-phpapp01.pptx
GustavoArouche1
 
Efeitos da Atividade Física na Prevenção de Acidentes de Trabalho.pptx
Efeitos da Atividade Física na Prevenção de Acidentes de Trabalho.pptxEfeitos da Atividade Física na Prevenção de Acidentes de Trabalho.pptx
Efeitos da Atividade Física na Prevenção de Acidentes de Trabalho.pptx
GustavoArouche1
 
aulabaixada de ombro-200323001227.pptx
aulabaixada de ombro-200323001227.pptxaulabaixada de ombro-200323001227.pptx
aulabaixada de ombro-200323001227.pptx
GustavoArouche1
 

Mais de GustavoArouche1 (20)

Nicholas · SlidesCarnival this is presetation.pptx
Nicholas · SlidesCarnival this is presetation.pptxNicholas · SlidesCarnival this is presetation.pptx
Nicholas · SlidesCarnival this is presetation.pptx
 
Sports Injuries Breakthrough by Slidesgo.pptx
Sports Injuries Breakthrough by Slidesgo.pptxSports Injuries Breakthrough by Slidesgo.pptx
Sports Injuries Breakthrough by Slidesgo.pptx
 
Joan_Slides_Carnin_djfdjfdjfjdnfjdnfakdfds
Joan_Slides_Carnin_djfdjfdjfjdnfjdnfakdfdsJoan_Slides_Carnin_djfdjfdjfjdnfjdnfakdfds
Joan_Slides_Carnin_djfdjfdjfjdnfjdnfakdfds
 
Modelo-de-Gestao-da-Saude-da-Populacao-Beneficios-para-o-SUS.pptx
Modelo-de-Gestao-da-Saude-da-Populacao-Beneficios-para-o-SUS.pptxModelo-de-Gestao-da-Saude-da-Populacao-Beneficios-para-o-SUS.pptx
Modelo-de-Gestao-da-Saude-da-Populacao-Beneficios-para-o-SUS.pptx
 
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdfAvaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
 
Gatilhosmwntaisepropostasdeensinoesucessoprofissional
GatilhosmwntaisepropostasdeensinoesucessoprofissionalGatilhosmwntaisepropostasdeensinoesucessoprofissional
Gatilhosmwntaisepropostasdeensinoesucessoprofissional
 
Oncoguia_trabalho_e_execução_de_trabalho.pdf
Oncoguia_trabalho_e_execução_de_trabalho.pdfOncoguia_trabalho_e_execução_de_trabalho.pdf
Oncoguia_trabalho_e_execução_de_trabalho.pdf
 
Neuromusculoesqueletica_e _posicionamento
Neuromusculoesqueletica_e _posicionamentoNeuromusculoesqueletica_e _posicionamento
Neuromusculoesqueletica_e _posicionamento
 
Introduction to Health Administration - Master of Science in Health Administr...
Introduction to Health Administration - Master of Science in Health Administr...Introduction to Health Administration - Master of Science in Health Administr...
Introduction to Health Administration - Master of Science in Health Administr...
 
aulaespecializacaoopapeldafisioterapiaintensivanautioncolgica-120925094345-ph...
aulaespecializacaoopapeldafisioterapiaintensivanautioncolgica-120925094345-ph...aulaespecializacaoopapeldafisioterapiaintensivanautioncolgica-120925094345-ph...
aulaespecializacaoopapeldafisioterapiaintensivanautioncolgica-120925094345-ph...
 
Aula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdf
Aula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdfAula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdf
Aula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdf
 
Aula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdf
Aula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdfAula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdf
Aula 01 - O que é gestão em saúde (1).pdf
 
Neuro Musculo_preto_reduzido.pptx
Neuro Musculo_preto_reduzido.pptxNeuro Musculo_preto_reduzido.pptx
Neuro Musculo_preto_reduzido.pptx
 
Cancer
CancerCancer
Cancer
 
Resenhacritica
ResenhacriticaResenhacritica
Resenhacritica
 
aula2metodologia.pdf
aula2metodologia.pdfaula2metodologia.pdf
aula2metodologia.pdf
 
Fisioterapia_nos_cuidados_paliativos.pdf
Fisioterapia_nos_cuidados_paliativos.pdfFisioterapia_nos_cuidados_paliativos.pdf
Fisioterapia_nos_cuidados_paliativos.pdf
 
fichamento-130401153340-phpapp01.pptx
fichamento-130401153340-phpapp01.pptxfichamento-130401153340-phpapp01.pptx
fichamento-130401153340-phpapp01.pptx
 
Efeitos da Atividade Física na Prevenção de Acidentes de Trabalho.pptx
Efeitos da Atividade Física na Prevenção de Acidentes de Trabalho.pptxEfeitos da Atividade Física na Prevenção de Acidentes de Trabalho.pptx
Efeitos da Atividade Física na Prevenção de Acidentes de Trabalho.pptx
 
aulabaixada de ombro-200323001227.pptx
aulabaixada de ombro-200323001227.pptxaulabaixada de ombro-200323001227.pptx
aulabaixada de ombro-200323001227.pptx
 

Último

02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
NanandorMacosso
 
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabiConferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
FabianeOlegario2
 
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacteriasTuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
CarolLopes74
 
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagemAula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Jssica597589
 
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema TegumentarSeminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
PatrciaOliveiraPat
 
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
balmeida871
 

Último (6)

02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
 
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabiConferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
 
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacteriasTuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
 
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagemAula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
 
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema TegumentarSeminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
 
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
 

Fratura-escápula.pptx

  • 1. Fraturas da Escápula www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 2. Fraturas da Escápula Introdução:  União do esqueleto axial ao MS  3 a 5% das fraturas da cintura escapular, 0,4 a 1% de todas as fraturas  Bordas espessadas, grande mobilidade, posição entre camadas de músculo www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 3.  Lesões associadas ocorrem em 35-90% dos pacientes: pneumotórax, # arcos costais, contusão pulmonar, # clavícula, lesão do plexo braquial e lesão vascular.  -> Rx de tórax é essencial  Justifica a permanência em observação por até 72 horas, com acompanhamento radiográfico seriado do tórax. www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 4. Anatomia  Anterior: subescapular/ serratil ant  Posterior: supra e infra espinhal  Margem Escapular: elevador da escápula/ rombóide (medial) / redondo maior e menor (lateral)  Coracóide: cabeça curta do biceps, peitoral menor, coracobraquial. www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 5. Clínica  Achatamento do ombro/proeminência do acrômio  Braço aduzido (abdução dolorosa) / dor à inspiração profunda  Pseudoruptura do manguito rotador (devido dor e hematoma, fica impossibilitado de elevar o ombro)  Sinal de Comolli: edema triangular na face posterior do tórax, sobre a escápula www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 6. Radiologia  Série Trauma- AP/P/Perfil axilar, avaliar glenóide, colo, corpo e acrômio  Perfil axilar- acrômio e rebordo da glenóide  Inclinação cefálica- coracóide (Stryker)  TC c/ reconstrução tridimensional www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 7.  2. Fratura da glenoide:   mecanismo: trauma direto lateral / compressão axial   classificação: Ideberg www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 8. Classificação  Zdravkovic/ Damholt (anatômica) I-Corpo II-Apófise (acrômio, coracóide) III- Ang.Superolateral (inclui colo da escápula e borda da glenóide)  Thompson I-Coracóide/acrômio e peq. #s do corpo II-Glenóide e colo III-Corpo www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 9. Classificação  Ideberg: # intra- articular glenóide  Tipo VI: cominutiva www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 12.  I: borda da cavidade da glenóide; A: anterior e B: posterior  II: linha transversa ou oblíqua na cavidade glenoidal, com fragmento livre  III: terço superior da cavidade glenoidal, incluindo o processo coracóide  IV: plano horizontal da cavidade glenoidal, estendo-se até a borda vertebral  V: combinação II e IV www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 13. # Glenóide   Tipo I  avulsão anterior (+ comum após luxações ou subluxações) desvio  predispõem instabilidade fragmento > 10mm ou > 1/3 ou ¼  fixação c/ parafuso  Tipo II  fratura transversa c/ fragmento triangular inferior desviado subluxação inferior: redução aberta + capsuloplastia www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 14.  I e II: cirúrgico se deslocamento > 10mm (AO: 2mm) ou se envolver > 25% (1/4) da superfície articular (1/3 se posterior)  Ideberg defende conservador se a cabeça umeral permanecer centrada na cavidade glenoidal.  A via de acesso depende da lesão: anterior ou posterior e utilizar parafusos longos que alcancem a outra cortical. www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 15. # Glenóide  Tipo III  obliqua 1/3 superior glenoide e inclui o corocoide/ associada a luxação A.C. red. aberta a parafuso (via anterior)  Tipo IV  horizontal até borda axilar tto cirurg se desvio > 5mm  Tipo V  II + IV tto cirug se desvio > 5mm ou cabeça ñ centrada www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 17. # Corpo 1. Fratura do Corpo:  Trauma direto / contração súbita muscular / choque elétrico  Lesões associadas: pseudoruptura do M. rotador Tratamento conservador: 3 semanas com tipóia ou até melhorar a dor. Exercícios pendulares são iniciados, seguidos por exercícios ativos de amplitude de movimento. Tto cirúrgico somente em casos amplamente desviados www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 18. # Acrômio 1. Fratura do Acrômio: M. pouco desvio  Trauma direto / migração proximal do úmero lesão do manguito Conservador se não houver desvio caudal -> pode desencadear síndrome do impacto Cirúrgico: fio de Kirschner ou parafusos de 2,7mm www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 19. # Coracóide  1. Fratura do Coracoide:   Inserção muscular – ligamentos   Perfil axilar – AP c/ inclinação cefálica 35°   Trauma direto / avulsão / impacto da cabeça  Complicação: n. supraescapular www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 20.  1. Fratura do colo:   2º mais comum   mecanismo: trauma direto – braço estendido – impacção   estabilidade: clavícula e art acromio clavicular -> intrinsecamente estáveis  O fragmento glenóide fica geralmente desviado medialmente e tb, para caudal, (tríceps) -> alguns autores relatam que leva a um encurtamento reduzindo a tensão muscular do manguito www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 21. # Colo   conservador: tipóia  cirúrgico: glenoide, acrômio e clavícula lateral: fixação c/ placa  Cirúrgico se encurtamento > 1 cm (translação medial) e rotação > 40° -> placa 3,5mm lateral por acesso posterior. www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 25.  Para proteger as estruturas do espaço quadrangular, não afastar o deltóide distalmente ao músculo redondo menor.  Para evitar lesão do supraescapular, evitar penetrar o músculo infraespinal. www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 26.  Indicação cirúrgica:  - fraturas deslocadas do acrômio e da espinha escapular lateral, com retração do fragmento e intromissão no espaço subacromial  - fraturas do coracóide com separação acromioclavicular  - fraturas da borda glenoidal www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 27.  Tratamento conservador: tipóia instituindo movimentos ativos logo que possível.  Outras fraturas da glenóide e do colo escapular: se estiver acentuadamente angulada ou deslocada, tração lateral poderá ser efetuada através de um pino no olécrano durante 3 a 4 semanas -> raramente tratadas satisfatoriamente por redução aberta (Campbell) www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br
  • 28. Pós-operatório  Exercícios ativos de amplitude de movimento são indicados no primeiro dia de pós-operatório  Caso tenha sido utilizado abordagem deltopeitoral, a rotação externa é limitada à posição neutra, e a abdução no plano escapular, limitada a 90° nas primeiras 6 semanas. www.traumatologiaeortopedia.com ou www.ortopediabrasil.blogspot.com.br