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Curso de Educação e Formação de Adultos – Nível Secundário

 Ultura Língua e Comunicação – CLC_6 Culturas de urbanismo e mobilidade

 Nome: ___ Joaquim de Sousa Ferreira____EFA 05___nº4941__ Data:
 __1__/_10_/_2009_




                   Culturas de urbanismo e mobilidade
                               Fluxos Migratórios
Objectivos:
Fluxos Migratórios: Compreender as causas e consequências económicas, políticas e
culturais dos fenómenos de migração, emigração, imigração e êxodo.
Consequências dos fluxos migratórios na expressão cultural e artística e o papel dos
equipamentos culturais nos processos de integração.


Tarefa:
Portugal poderá ser considerado um país rico quando falamos em emigração e em
imigração.
O trabalho proposto é descrever as causas da emigração/imigração: económicas,
políticas e culturais (aqui poderão falar da vossa experiência pessoal, ou da
sociedade actual).
De que forma é enriquecemos culturalmente e artisticamente com o contacto com
diferentes nações (música, gastronomia, moda, pintura, …)?
Dê exemplos concretos, faça uma reflexão crítica, se não concorda com algo,
nomeadamente algumas políticas públicas, mas apresente sempre alternativas.
A apresentação será uma reflexão em Word, documentada com excertos de notícias,
imagens, estatísticas.

Em 2008, pelo menos um dos pais de 13% dos bebés nascidos em Portugal (13 808 bebés no total) era
estrangeiro, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados pelo jornal “Diário de
Notícias”.

Os imigrantes são os responsáveis pela inversão na tendência de diminuição da natalidade no País, uma
inversão que só as estatísticas dos próximos anos dirão se é para se manter.

O facto de existirem cada vez mais crianças com pais mistos é também demonstrativo da miscigenação
da população portuguesa, bem como da integração dos cidadãos estrangeiros em Portugal.

É entre a comunidade brasileira que se regista um maior número de nascimentos, superior a 3700, sendo
que mais de metade destas crianças têm mãe ou pai português.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

12 de Agosto de 2009

                                                                                                           1
Portugal sempre foi durante vários séculos – desde os tempos dos descobrimentos
– um país de emigrantes devido à necessidade de sobrevivência, situação que ainda
decorre nos dias de hoje. Daí que hajam várias comunidades portuguesesas espalhadas
pelo mundo, e seja raro um país no globo onde não exista um português ou alguém de
descendência directa.
     Mas este país de emigração e migração, começou também a tornar-se um país de
imigração. Nos anos subsequentes ao 25 de Abril, Portugal começou a receber grandes
fluxos de imigrantes, principalmente das ex-colónias africanas, de forma a compensar a
escassez de mão-de-obra na construção civil, devido aos movimentos de emigração nos
anos 60, para países como a França, a Alemanha, o Luxemburgo ou o Brasil.            Na
década de 80 deu-se um grande boom na construção civil, e com isso acentuou-se ainda
mais a vinda de imigrantes desses países, muitos deles em situação ilegal devido a
patrões pouco escrupulosos, que não faziam qualquer contracto de trabalho ou
pagamento de impostos sobre estes trabalhadores. Devido a serem mal remunerados ou
não existir habitação suficiente, tornam-se moradores de bairros suburbanos e de bairros
de barracas em concelhos limítrofes de Lisboa (Loures, Amadora, Oeiras, Sintra), onde
se instalam com a sua cultura e formas de estar.
     No princípio da década de 90, o nosso país começa a ser também destino de
imigrantes provenientes do Brasil, devido à miséria, corrupção e constantes dificuldades
da moeda brasileira – entre 1986 e 1994 existiram 5 tipos de moeda brasileira, devido às
constantes desvalorizações. Esta entrada deveu-se em boa parte ao regime de isenção
de vistos para “turistas” oriundos do Brasil. Para além da construção civil, estes
imigrantes vieram preencher lugares nas áreas da hotelaria e comércio, mas também
numa área mais qualificada como a medicina dentária.
     Devido a estas facilidades de entrada no nosso país desenvolveram-se também
redes de prostituição, não só para Portugal, mas também para outros países europeus,
aproveitando a abertura de fronteiras entre países europeus devido ao Acordo de
Schengen.
     Ainda em meados da década de 90, Portugal começa a acolher imigrantes de
países de Leste (Ucrânia, Rússia, Moldávia, Roménia, Bulgária), pois com a queda do
muro de Berlim, a queda dos tempos da Cortina de Ferro e da Guerra Fria ou o
desmembramento da União Soviética, provocaram grandes mudanças económicas
nesses países, devido à espoliação dos patrimónios desses estados
     (venda de indústrias, meios de comunicação social, empresas de extracção,
campos agrícolas, redução drástica no número de militares que compunham os
exércitos), o que levou a altas taxas de desemprego e de corrupção, provocando um

                                                                                      2
grande êxodo de pessoas oriundas desses países não só para Portugal mas um pouco
por toda a Europa. Apesar de virem ocupar os empregos não qualificados já
referenciados,   muitas   dessas   pessoas   eram    trabalhadores   com    qualificações
(professores, médicos, enfermeiros, engenheiros) nos seus países de origem. Nos dias
que correm alguns já conseguiram obter equivalência, e trabalham um pouco por todo o
país, na profissão que tinham na sua pátria. Muitos não conseguem, devido a estarem
ilegais no nosso país, em boa parte devido às chamadas máfias de Leste que operam no
tráfico de carne humana um pouco por toda a Europa e que confiscam passaportes e
obrigam os que caem nestas redes a pagarem somas avultadas e/ou prostituírem-se em
locais para o efeito. Devido a serem povos fechados, dificuldades de comunicação e a
terem medo de represálias sobre eles ou seus familiares, tornam-se presas fáceis para
estas máfias.
     Durante a década de 90 várias eram as obras de construção civil que decorriam
em Portugal, devido à realização da Expo 98, o que fez com que tenha havido outros
imigrantes de países menos habituais até então. Marrocos, Paquistão, Índia foram
alguns dos países de onde chegou muita da mão-de-obra para as construções de auto-
estradas, pontes, linhas de comboio e de metro, hotéis ou outros edifícios,
requalificações de zonas, que iriam servir de apoio à exposição. Mais tarde começaram
montar negócios próprios ligados à venda de cartões de telefone, telemóveis e internet.
     Por cá ficaram muitos imigrantes, e ainda mais vieram para as posteriores
“grandes” obras e requalificações de zonas e dos próprios estádios de futebol para a
realização do Campeonato da Europa de Futebol 2004.
     No princípio do milénio deu-se também uma grande vaga de imigrantes chineses,
mas estes criando os seus próprios negócios ligados à restauração (quem nunca foi ao
restaurante chinês) e às lojas de artigos de preço reduzido (mas de qualidade duvidosa),
beneficiando de novas leis internacionais de comércio, e de isenções de pagamento
impostos durante os primeiros anos,
     Hoje muitos destes vários imigrantes continuam ilegais no nosso país com trabalho
precário e/ou a serem explorados, outros foram-se espalhando um pouco pelo resto da
Europa e outros, devido ao desemprego na construção civil, engrossam as listas de
desemprego e pedidos de auxílio na segurança social.
     Para além destes imigrantes existem outros oriundos da Europa Central (alemães,
holandeses ou ingleses) que, ou se vão estabelecendo no nosso país para “gozar” a
reforma, e/ou para exploração de culturas e turismo em várias zonas do Alentejo e do
Algarve.
     Apesar de Portugal ser um país que sempre foi de emigração (típico da Europa do
Sul) e não estar habituado a tão grandes volumes de imigração, não ter leis que integram

                                                                                          3
e protegem os imigrantes o suficiente (mesmo sendo um país que acolhe bem os
estrangeiros, em comparação com o resto da Europa), torna-se importante um programa
de naturalizações de estrangeiros, com educação e formação sobre a língua, tradição e
hábitos nacionais, assim como os direitos e deveres, para além do controlo de pessoas e
mercadorias nas fronteiras na Europa. Talvez seja regredir, mas provavelmente seja
necessário, para não haver entradas de pessoas e comércio sem qualquer fiscalização.
     Mas com estas vagas de emigração e imigração, o nosso país tornou-se mais
aberto à absorção do que outras culturas nos trazem. São alguns exemplos disso a
música, onde os ritmos africanos e brasileiros existem muitas discotecas e bares; a
gastronomia, com os restaurantes chineses e a sopa de barbatana de tubarão, os
restaurantes típicos brasileiros com os churrascos, picanha e caipirinhas ou ainda os
restaurantes indianos com o caril e as chamuças; ou no vestuário, onde as havaianas e
bikinis brasileiros ou a roupa larga e de tecidos finos oriundos de Índia e Marrocos são
moda no Verão; para além da cachupa de Cabo Verde ou da moamba de Angola.


                    Fenómeno Migratório em Portugal durante o séc. XX




FONTES DE INFORMAÇÃO:
    imigrantes.no.sapo.pt
    igeo.pt
    guiadoimigrante.com
    acidi.gov.pt
    pt.wikipédia.org




                                                                                       4

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Fluxos Migratorios Clc 6

  • 1. Curso de Educação e Formação de Adultos – Nível Secundário Ultura Língua e Comunicação – CLC_6 Culturas de urbanismo e mobilidade Nome: ___ Joaquim de Sousa Ferreira____EFA 05___nº4941__ Data: __1__/_10_/_2009_ Culturas de urbanismo e mobilidade Fluxos Migratórios Objectivos: Fluxos Migratórios: Compreender as causas e consequências económicas, políticas e culturais dos fenómenos de migração, emigração, imigração e êxodo. Consequências dos fluxos migratórios na expressão cultural e artística e o papel dos equipamentos culturais nos processos de integração. Tarefa: Portugal poderá ser considerado um país rico quando falamos em emigração e em imigração. O trabalho proposto é descrever as causas da emigração/imigração: económicas, políticas e culturais (aqui poderão falar da vossa experiência pessoal, ou da sociedade actual). De que forma é enriquecemos culturalmente e artisticamente com o contacto com diferentes nações (música, gastronomia, moda, pintura, …)? Dê exemplos concretos, faça uma reflexão crítica, se não concorda com algo, nomeadamente algumas políticas públicas, mas apresente sempre alternativas. A apresentação será uma reflexão em Word, documentada com excertos de notícias, imagens, estatísticas. Em 2008, pelo menos um dos pais de 13% dos bebés nascidos em Portugal (13 808 bebés no total) era estrangeiro, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados pelo jornal “Diário de Notícias”. Os imigrantes são os responsáveis pela inversão na tendência de diminuição da natalidade no País, uma inversão que só as estatísticas dos próximos anos dirão se é para se manter. O facto de existirem cada vez mais crianças com pais mistos é também demonstrativo da miscigenação da população portuguesa, bem como da integração dos cidadãos estrangeiros em Portugal. É entre a comunidade brasileira que se regista um maior número de nascimentos, superior a 3700, sendo que mais de metade destas crianças têm mãe ou pai português. ALERT Life Sciences Computing, S.A. 12 de Agosto de 2009 1
  • 2. Portugal sempre foi durante vários séculos – desde os tempos dos descobrimentos – um país de emigrantes devido à necessidade de sobrevivência, situação que ainda decorre nos dias de hoje. Daí que hajam várias comunidades portuguesesas espalhadas pelo mundo, e seja raro um país no globo onde não exista um português ou alguém de descendência directa. Mas este país de emigração e migração, começou também a tornar-se um país de imigração. Nos anos subsequentes ao 25 de Abril, Portugal começou a receber grandes fluxos de imigrantes, principalmente das ex-colónias africanas, de forma a compensar a escassez de mão-de-obra na construção civil, devido aos movimentos de emigração nos anos 60, para países como a França, a Alemanha, o Luxemburgo ou o Brasil. Na década de 80 deu-se um grande boom na construção civil, e com isso acentuou-se ainda mais a vinda de imigrantes desses países, muitos deles em situação ilegal devido a patrões pouco escrupulosos, que não faziam qualquer contracto de trabalho ou pagamento de impostos sobre estes trabalhadores. Devido a serem mal remunerados ou não existir habitação suficiente, tornam-se moradores de bairros suburbanos e de bairros de barracas em concelhos limítrofes de Lisboa (Loures, Amadora, Oeiras, Sintra), onde se instalam com a sua cultura e formas de estar. No princípio da década de 90, o nosso país começa a ser também destino de imigrantes provenientes do Brasil, devido à miséria, corrupção e constantes dificuldades da moeda brasileira – entre 1986 e 1994 existiram 5 tipos de moeda brasileira, devido às constantes desvalorizações. Esta entrada deveu-se em boa parte ao regime de isenção de vistos para “turistas” oriundos do Brasil. Para além da construção civil, estes imigrantes vieram preencher lugares nas áreas da hotelaria e comércio, mas também numa área mais qualificada como a medicina dentária. Devido a estas facilidades de entrada no nosso país desenvolveram-se também redes de prostituição, não só para Portugal, mas também para outros países europeus, aproveitando a abertura de fronteiras entre países europeus devido ao Acordo de Schengen. Ainda em meados da década de 90, Portugal começa a acolher imigrantes de países de Leste (Ucrânia, Rússia, Moldávia, Roménia, Bulgária), pois com a queda do muro de Berlim, a queda dos tempos da Cortina de Ferro e da Guerra Fria ou o desmembramento da União Soviética, provocaram grandes mudanças económicas nesses países, devido à espoliação dos patrimónios desses estados (venda de indústrias, meios de comunicação social, empresas de extracção, campos agrícolas, redução drástica no número de militares que compunham os exércitos), o que levou a altas taxas de desemprego e de corrupção, provocando um 2
  • 3. grande êxodo de pessoas oriundas desses países não só para Portugal mas um pouco por toda a Europa. Apesar de virem ocupar os empregos não qualificados já referenciados, muitas dessas pessoas eram trabalhadores com qualificações (professores, médicos, enfermeiros, engenheiros) nos seus países de origem. Nos dias que correm alguns já conseguiram obter equivalência, e trabalham um pouco por todo o país, na profissão que tinham na sua pátria. Muitos não conseguem, devido a estarem ilegais no nosso país, em boa parte devido às chamadas máfias de Leste que operam no tráfico de carne humana um pouco por toda a Europa e que confiscam passaportes e obrigam os que caem nestas redes a pagarem somas avultadas e/ou prostituírem-se em locais para o efeito. Devido a serem povos fechados, dificuldades de comunicação e a terem medo de represálias sobre eles ou seus familiares, tornam-se presas fáceis para estas máfias. Durante a década de 90 várias eram as obras de construção civil que decorriam em Portugal, devido à realização da Expo 98, o que fez com que tenha havido outros imigrantes de países menos habituais até então. Marrocos, Paquistão, Índia foram alguns dos países de onde chegou muita da mão-de-obra para as construções de auto- estradas, pontes, linhas de comboio e de metro, hotéis ou outros edifícios, requalificações de zonas, que iriam servir de apoio à exposição. Mais tarde começaram montar negócios próprios ligados à venda de cartões de telefone, telemóveis e internet. Por cá ficaram muitos imigrantes, e ainda mais vieram para as posteriores “grandes” obras e requalificações de zonas e dos próprios estádios de futebol para a realização do Campeonato da Europa de Futebol 2004. No princípio do milénio deu-se também uma grande vaga de imigrantes chineses, mas estes criando os seus próprios negócios ligados à restauração (quem nunca foi ao restaurante chinês) e às lojas de artigos de preço reduzido (mas de qualidade duvidosa), beneficiando de novas leis internacionais de comércio, e de isenções de pagamento impostos durante os primeiros anos, Hoje muitos destes vários imigrantes continuam ilegais no nosso país com trabalho precário e/ou a serem explorados, outros foram-se espalhando um pouco pelo resto da Europa e outros, devido ao desemprego na construção civil, engrossam as listas de desemprego e pedidos de auxílio na segurança social. Para além destes imigrantes existem outros oriundos da Europa Central (alemães, holandeses ou ingleses) que, ou se vão estabelecendo no nosso país para “gozar” a reforma, e/ou para exploração de culturas e turismo em várias zonas do Alentejo e do Algarve. Apesar de Portugal ser um país que sempre foi de emigração (típico da Europa do Sul) e não estar habituado a tão grandes volumes de imigração, não ter leis que integram 3
  • 4. e protegem os imigrantes o suficiente (mesmo sendo um país que acolhe bem os estrangeiros, em comparação com o resto da Europa), torna-se importante um programa de naturalizações de estrangeiros, com educação e formação sobre a língua, tradição e hábitos nacionais, assim como os direitos e deveres, para além do controlo de pessoas e mercadorias nas fronteiras na Europa. Talvez seja regredir, mas provavelmente seja necessário, para não haver entradas de pessoas e comércio sem qualquer fiscalização. Mas com estas vagas de emigração e imigração, o nosso país tornou-se mais aberto à absorção do que outras culturas nos trazem. São alguns exemplos disso a música, onde os ritmos africanos e brasileiros existem muitas discotecas e bares; a gastronomia, com os restaurantes chineses e a sopa de barbatana de tubarão, os restaurantes típicos brasileiros com os churrascos, picanha e caipirinhas ou ainda os restaurantes indianos com o caril e as chamuças; ou no vestuário, onde as havaianas e bikinis brasileiros ou a roupa larga e de tecidos finos oriundos de Índia e Marrocos são moda no Verão; para além da cachupa de Cabo Verde ou da moamba de Angola. Fenómeno Migratório em Portugal durante o séc. XX FONTES DE INFORMAÇÃO:  imigrantes.no.sapo.pt  igeo.pt  guiadoimigrante.com  acidi.gov.pt  pt.wikipédia.org 4