O documento discute as visões de filósofos da Antiguidade sobre filosofia e arte, começando com a noção pitagórica de que a música poderia ser usada para entender o universo. Sócrates via a arte como imitação e enganação, não contribuindo para a verdade. Aristóteles defendia que a arte estimula a inteligência e as emoções de forma educativa, não sendo mera imitação, mas representação do verossímil.