Encontro de Logística e
6º        Transportes da FIESP
“Concessões Rodoviárias: o que é melhor para o Brasil?”
            São Paulo, 14 de junho de 2011.
Histórico das concessões de rodovias
Histórico da infraestrutura rodoviária no Brasil




   Após década de 40      Fundo Rodoviário Nacional (FRN).

     Até os anos 80       Mais de US$ 2 bi/ano de investimento público.

   A partir dos anos 80   Diminuição de recursos do FRN.

        Em 1988           FRN é extinto com a Constituição.

        Em 1990           Investimentos públicos somam US$ 200 milhões.
Cenário pré-concessões




   Estradas em más condições.


   60% das cargas no Brasil são transportadas por rodovias.


   Governo não tinha recursos para investir em rodovias.


   Demanda por investimentos sociais.

  Deficiência de gerenciamento:
  aumento da complexidade operacional.


   A partir de 90:
   estudos de alternativas de financiamento para rodovias.
A implantação das concessões no Brasil


 1994   Assinatura dos contratos da Ponte Rio-Niterói, da Linha Amarela,
        no Rio de Janeiro, e da Linha Azul, em Santa Catarina.

 1995   Promulgação de duas leis que disciplinaram as concessões de
        serviços públicos.

 1996   Início da cobrança de pedágio na Via Dutra e na Ponte Rio-Niterói.
        Criação da ABCR (Associação Brasileira das Concessionárias
        de Rodovias).

 1997
        Ampliação da malha concedida, com assinatura dos contratos dos
        programas de concessão dos Estados do Rio Grande do Sul e Paraná.


 1998   Assinados nove contratos de concessão referentes à 1ª Etapa do
        Programa de Concessão de Rodovias em São Paulo.
A implantação das concessões no Brasil


2001/2002   Criação das agências reguladoras federal (ANTT)
            e de São Paulo (ARTESP).

  2004      Entra em vigor a Lei nº 11.079, que institui as Parcerias
            Público-Privadas no País.


  2005      Criada a AGETRANSP - Agência Reguladora de Serviços Públicos
            Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários
            e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro.


 2007
            A Agência Nacional de Transportes Terrestres, ANTT, realiza leilão
            para conceder sete lotes de rodovias federais.


  2008      2ª etapa do programa de SP: licitação do Trecho Oeste do
            Rodoanel e das rodovias D. Pedro I, Raposo Tavares, Rondon
            Oeste, Rondon Leste e Ayrton Senna/Carvalho Pinto.
O setor hoje



                                          53     Concessionárias em operação em
                                                 nove Estados: Pernambuco, Bahia,
                                                 Espírito Santo, Minas Gerais, Rio
                                                 de Janeiro, São Paulo, Paraná,
                                                 Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
                                     PE
                                          14 Concessionárias federais;
                                BA
                                          38 Estaduais
                     MG                        ;
                                          1    Municipal.
                               ES

                     SP   RJ               Operam mais de 15 mil quilômetros de
               PR
                                           rodovias, cerca de 7% da malha rodoviária
                    SC                     nacional pavimentada.
               RS
                                           Os trechos concedidos concentram o
                                           fluxo de veículos das grandes regiões
                                           produtoras, com elevada movimentação
                                           de veículos leves e pesados.
Os desafios das concessões no Brasil
Os desafios: antes e depois CCR Ponte Rio-Niterói

                                              Depois




     Antes
Os desafios: antes e depois CCR Ponte Rio-Niterói




      Antes
Os desafios: antes e depois CCR ViaOeste

                                    São Roque depois




         São Roque antes
Os desafios: antes e depois CCR ViaOeste




   Marginais Castelo antes         Marginais Castelo depois
Os desafios: antes e depois CCR NovaDutra


                                    Guarulhos Marginal depois




         Guarulhos Marginal antes
Os desafios: antes e depois CCR NovaDutra


                                Baixada fluminense RJ depois




             Baixada Fluminense RJ antes
Os desafios: antes e depois CCR AutoBan


                                      Ponte sobre Rio Tietê depois




        Ponte sobre Rio Tietê antes
Os desafios: antes e depois CCR AutoBan

                                 Sinalização depois




       Sinalização antes
O setor de 1996 a 2010




                                                  R$ 22,5 bilhões.
      Investimento em ampliações de capacidade:



                            35.000 Km.
      Recapeamento de


                                            2.877 Km
      Ampliação da malha concedida em                       de novas pistas.



                   18 milhões
      Mais de                      de atendimentos médicos e mecânicos.
Fluxo de caixa



Informações Financeiras (R$ milhões) *
                                1996 a
                                            2006       2007       2008        2009       2010      Total
                                 2005
Receita Total do Negócio      24.233,5   5.556,1    6.247,7     7.014,2    8.603,7    10.611,1   62.266,2

Desembolso Total              32.514,1   7.217,7    8.455,5    10.189,4   18.795,4    12.585,0   89.757,1

Investimentos                 10.495,6   1.451,3    1.423,1     2.682,3    3.075,3     3.598,2   22.725,9

Despesas Operacionais          8.928,9   1.757,2    1.976,0     2.292,9    3.001,6     3.296,7   21.253,2
Pagamentos ao poder
                               1.786,4     351,2      363,9     1.199,8    3.297,9     2.562,4    9.561,5
concedente
Despesas Financeiras           8.870,8   2.605,2    2.961,3     2.722,2    7.823,9     1.242,3   26.225,8

Tributos                       2.432,4   1.052,7    1.731,3     1.292,2    1.596,8     1.885,4    9.990,8

Déficit                       -8.280,6   -1.661,6   -2.207,8   -3.175,2   -10.191,8   -1.973,9   -27.490,9

Aporte de Acionistas           2.085,3   1.022,7    1.202,7      335,3     1.907,7     1.518,9    8.072,6

Financiamentos e Terceiros     7.837,5   1.712,3    2.602,1     3.591,1   10.273,0     9.258,2   35.274,2
Os resultados do Programa de Concessões
Desoneração do estado de 1996 até 2010



                                                       R$ 22,5 bilhões.
      Investimento em ampliações de capacidade:



                               R$ 21,2 bilhões.
     Despesas Operacionais


                                            R$ 9,5 bilhões.
     Pagamentos ao Poder Concedente



                             R$10 bilhões
     Tributos: cerca de                           entre municipais e federais.
O custo da má conservação




                            Fonte: Estudo do Coppead - UFRJ
                                            Veja - 21/03/2005
Qualidade dos trechos concedidos




  Resultado da Pesquisa CNT 2010
  (% nos critérios Ótimo e Bom)


                              Concessionárias   Rodovias
                                 Privadas       Públicas

          Estado Geral            87,3%         32,4%


           Pavimento              87,6%         47,7%


           Sinalização            88,3%         33,0%
Benefícios para os usuários



     A cada R$ 1,00 pago nos pedágios das rodovias concedidas de
     São Paulo, a sociedade recebe de volta R$ 1,84 em benefícios
     socioeconômicos.




                                              Foram considerados como benefícios:

                                      Economia de combustível;

                                     Barateamento dos custos de transporte resultante da rodagem
                                     em pistas bem conservadas;
Fonte: Pesquisa da Fundação
Instituto de Administração da        Redução da emissão de carbono;
Universidade de São Paulo,
encomendada pela ARTESP.
                                     Socorro médico e mecânico;

                                     Tributos arrecadados;

                                     Geração de empregos.
Benefícios para os usuários




          Foram considerados como benefícios:

 Estudo realizado no Paraná comparou cenários de custos em
 rodovias com concessão e sem concessão.


 O cenário com concessão mostrou uma redução de 8,7%
 nos custos operacionais por conta dos benefícios gerados
 para o usuário.



                                                             Fonte: Estudo Avaliação de custo-benefício
                                                             para os usuários de rodovias concedidas,
                                                             elaborado em 2004, pela TECTRAN
                                                             (Técnicos em Transporte Ltda), no Paraná
                                                             www.tectran.com.br
Resultados
Os resultados
 Valeu a pena pagar pedágio?
Quando falamos de acidentes com vítimas fatais, a ocorrência destes em rodovias públicas é 61,68% maior que nas
concedidas e 197,6% na comparação com as rodovias CCR no ano de 2009. Ainda em 2009, 6,16% acidentes tem a
presença de vítimas fatais nos trechos públicos. Já os concedidos e CCR apresentam 3,81% e 2,07% acidentes com
mortes, respectivamente.
          Acidentes com morto(s)




                                                                   Pesquisa Fundação Dom Cabral. Dados 2005 até
                                                                   2009.
Resultados
  Os resultados CCR NovaDutra
   Valeu a pena pagar pedágio?


                          Número de mortos (toda a rodovia)



434*




(*) de março à dezembro                        Pesquisa Fundação Dom Cabral. Dados 2005 até 2009.
Resultados
  Resultados: Valeu a pena pagar pedágio?
  Valeu a pena pagar pedágio?

Respostas Afirmativas em %                               Valeu a pena!




   Motorista
   Frotista
   Líder de opinião
                                      Fonte: Pesquisa DataFolha e Somar,
                                      2010.
Aperfeiçoamentos necessários



  Aumentar base de pagantes
               Pagamento por trecho percorrido;
               Free Flow.


Por ex.: somente 10% dos veículos que trafegam na Via Dutra pagam pedágio.


        Onde todos pagam, todos pagam menos.

     Cronograma de investimentos compatível com a evolução do volume de tráfego.


     Implantação de um sistema eficaz de controle de excesso de peso nas
     rodovias.
Encontro de Logística e
6º        Transportes da FIESP
“Concessões Rodoviárias: o que é melhor para o Brasil?”
            São Paulo, 14 de junho de 2011.

CONCESSÕES DE INFRA-ESTRUTURA NO BRASIL - FIESP/CCR

  • 1.
    Encontro de Logísticae 6º Transportes da FIESP “Concessões Rodoviárias: o que é melhor para o Brasil?” São Paulo, 14 de junho de 2011.
  • 2.
  • 3.
    Histórico da infraestruturarodoviária no Brasil Após década de 40 Fundo Rodoviário Nacional (FRN). Até os anos 80 Mais de US$ 2 bi/ano de investimento público. A partir dos anos 80 Diminuição de recursos do FRN. Em 1988 FRN é extinto com a Constituição. Em 1990 Investimentos públicos somam US$ 200 milhões.
  • 4.
    Cenário pré-concessões Estradas em más condições. 60% das cargas no Brasil são transportadas por rodovias. Governo não tinha recursos para investir em rodovias. Demanda por investimentos sociais. Deficiência de gerenciamento: aumento da complexidade operacional. A partir de 90: estudos de alternativas de financiamento para rodovias.
  • 5.
    A implantação dasconcessões no Brasil 1994 Assinatura dos contratos da Ponte Rio-Niterói, da Linha Amarela, no Rio de Janeiro, e da Linha Azul, em Santa Catarina. 1995 Promulgação de duas leis que disciplinaram as concessões de serviços públicos. 1996 Início da cobrança de pedágio na Via Dutra e na Ponte Rio-Niterói. Criação da ABCR (Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias). 1997 Ampliação da malha concedida, com assinatura dos contratos dos programas de concessão dos Estados do Rio Grande do Sul e Paraná. 1998 Assinados nove contratos de concessão referentes à 1ª Etapa do Programa de Concessão de Rodovias em São Paulo.
  • 6.
    A implantação dasconcessões no Brasil 2001/2002 Criação das agências reguladoras federal (ANTT) e de São Paulo (ARTESP). 2004 Entra em vigor a Lei nº 11.079, que institui as Parcerias Público-Privadas no País. 2005 Criada a AGETRANSP - Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro. 2007 A Agência Nacional de Transportes Terrestres, ANTT, realiza leilão para conceder sete lotes de rodovias federais. 2008 2ª etapa do programa de SP: licitação do Trecho Oeste do Rodoanel e das rodovias D. Pedro I, Raposo Tavares, Rondon Oeste, Rondon Leste e Ayrton Senna/Carvalho Pinto.
  • 7.
    O setor hoje 53 Concessionárias em operação em nove Estados: Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. PE 14 Concessionárias federais; BA 38 Estaduais MG ; 1 Municipal. ES SP RJ Operam mais de 15 mil quilômetros de PR rodovias, cerca de 7% da malha rodoviária SC nacional pavimentada. RS Os trechos concedidos concentram o fluxo de veículos das grandes regiões produtoras, com elevada movimentação de veículos leves e pesados.
  • 8.
    Os desafios dasconcessões no Brasil
  • 9.
    Os desafios: antese depois CCR Ponte Rio-Niterói Depois Antes
  • 10.
    Os desafios: antese depois CCR Ponte Rio-Niterói Antes
  • 11.
    Os desafios: antese depois CCR ViaOeste São Roque depois São Roque antes
  • 12.
    Os desafios: antese depois CCR ViaOeste Marginais Castelo antes Marginais Castelo depois
  • 13.
    Os desafios: antese depois CCR NovaDutra Guarulhos Marginal depois Guarulhos Marginal antes
  • 14.
    Os desafios: antese depois CCR NovaDutra Baixada fluminense RJ depois Baixada Fluminense RJ antes
  • 15.
    Os desafios: antese depois CCR AutoBan Ponte sobre Rio Tietê depois Ponte sobre Rio Tietê antes
  • 16.
    Os desafios: antese depois CCR AutoBan Sinalização depois Sinalização antes
  • 17.
    O setor de1996 a 2010 R$ 22,5 bilhões. Investimento em ampliações de capacidade: 35.000 Km. Recapeamento de 2.877 Km Ampliação da malha concedida em de novas pistas. 18 milhões Mais de de atendimentos médicos e mecânicos.
  • 18.
    Fluxo de caixa InformaçõesFinanceiras (R$ milhões) * 1996 a 2006 2007 2008 2009 2010 Total 2005 Receita Total do Negócio 24.233,5 5.556,1 6.247,7 7.014,2 8.603,7 10.611,1 62.266,2 Desembolso Total 32.514,1 7.217,7 8.455,5 10.189,4 18.795,4 12.585,0 89.757,1 Investimentos 10.495,6 1.451,3 1.423,1 2.682,3 3.075,3 3.598,2 22.725,9 Despesas Operacionais 8.928,9 1.757,2 1.976,0 2.292,9 3.001,6 3.296,7 21.253,2 Pagamentos ao poder 1.786,4 351,2 363,9 1.199,8 3.297,9 2.562,4 9.561,5 concedente Despesas Financeiras 8.870,8 2.605,2 2.961,3 2.722,2 7.823,9 1.242,3 26.225,8 Tributos 2.432,4 1.052,7 1.731,3 1.292,2 1.596,8 1.885,4 9.990,8 Déficit -8.280,6 -1.661,6 -2.207,8 -3.175,2 -10.191,8 -1.973,9 -27.490,9 Aporte de Acionistas 2.085,3 1.022,7 1.202,7 335,3 1.907,7 1.518,9 8.072,6 Financiamentos e Terceiros 7.837,5 1.712,3 2.602,1 3.591,1 10.273,0 9.258,2 35.274,2
  • 19.
    Os resultados doPrograma de Concessões
  • 20.
    Desoneração do estadode 1996 até 2010 R$ 22,5 bilhões. Investimento em ampliações de capacidade: R$ 21,2 bilhões. Despesas Operacionais R$ 9,5 bilhões. Pagamentos ao Poder Concedente R$10 bilhões Tributos: cerca de entre municipais e federais.
  • 21.
    O custo damá conservação Fonte: Estudo do Coppead - UFRJ Veja - 21/03/2005
  • 22.
    Qualidade dos trechosconcedidos Resultado da Pesquisa CNT 2010 (% nos critérios Ótimo e Bom) Concessionárias Rodovias Privadas Públicas Estado Geral 87,3% 32,4% Pavimento 87,6% 47,7% Sinalização 88,3% 33,0%
  • 23.
    Benefícios para osusuários A cada R$ 1,00 pago nos pedágios das rodovias concedidas de São Paulo, a sociedade recebe de volta R$ 1,84 em benefícios socioeconômicos. Foram considerados como benefícios: Economia de combustível; Barateamento dos custos de transporte resultante da rodagem em pistas bem conservadas; Fonte: Pesquisa da Fundação Instituto de Administração da Redução da emissão de carbono; Universidade de São Paulo, encomendada pela ARTESP. Socorro médico e mecânico; Tributos arrecadados; Geração de empregos.
  • 24.
    Benefícios para osusuários Foram considerados como benefícios: Estudo realizado no Paraná comparou cenários de custos em rodovias com concessão e sem concessão. O cenário com concessão mostrou uma redução de 8,7% nos custos operacionais por conta dos benefícios gerados para o usuário. Fonte: Estudo Avaliação de custo-benefício para os usuários de rodovias concedidas, elaborado em 2004, pela TECTRAN (Técnicos em Transporte Ltda), no Paraná www.tectran.com.br
  • 25.
    Resultados Os resultados Valeua pena pagar pedágio? Quando falamos de acidentes com vítimas fatais, a ocorrência destes em rodovias públicas é 61,68% maior que nas concedidas e 197,6% na comparação com as rodovias CCR no ano de 2009. Ainda em 2009, 6,16% acidentes tem a presença de vítimas fatais nos trechos públicos. Já os concedidos e CCR apresentam 3,81% e 2,07% acidentes com mortes, respectivamente. Acidentes com morto(s) Pesquisa Fundação Dom Cabral. Dados 2005 até 2009.
  • 26.
    Resultados Osresultados CCR NovaDutra Valeu a pena pagar pedágio? Número de mortos (toda a rodovia) 434* (*) de março à dezembro Pesquisa Fundação Dom Cabral. Dados 2005 até 2009.
  • 27.
    Resultados Resultados:Valeu a pena pagar pedágio? Valeu a pena pagar pedágio? Respostas Afirmativas em % Valeu a pena! Motorista Frotista Líder de opinião Fonte: Pesquisa DataFolha e Somar, 2010.
  • 28.
    Aperfeiçoamentos necessários Aumentar base de pagantes Pagamento por trecho percorrido; Free Flow. Por ex.: somente 10% dos veículos que trafegam na Via Dutra pagam pedágio. Onde todos pagam, todos pagam menos. Cronograma de investimentos compatível com a evolução do volume de tráfego. Implantação de um sistema eficaz de controle de excesso de peso nas rodovias.
  • 30.
    Encontro de Logísticae 6º Transportes da FIESP “Concessões Rodoviárias: o que é melhor para o Brasil?” São Paulo, 14 de junho de 2011.