Este texto resume um diálogo platônico entre Sócrates e Fedro sobre a retórica e a busca da verdade. Sócrates refuta a perspectiva do discurso de Lisias sobre o amor, argumentando que o amor é uma divindade e, portanto, não pode ser mau. No final, Sócrates e Fedro fazem uma prece aos deuses pedindo beleza interior e harmonia entre o interior e o exterior.