O documento discute as origens e os principais proponentes do utilitarismo, uma teoria ética que defende que a ação correta é aquela que maximiza a felicidade coletiva. Apresenta Jeremy Bentham e Stuart Mill como os pensadores que deram forma ao utilitarismo, defendendo, respectivamente, que a moral deve se basear no cálculo do maior prazer para o maior número e que certos prazeres, como os intelectuais, têm mais valor.