Códigos e Linguagens e suas Tecnologias – Língua Portuguesa
Ensino Médio, 2ª Série
Apólogo, fábula e Alegoria : o símbolo e a moral
Língua Portuguesa, 2ª Série
Apólogo, fábula e Alegoria : o símbolo e a moral
Apólogo, fábula e Alegoria : o símbolo e a moral
http://images.marcolivas.multiply.com/image/1/photos/upload/300x300/RxlcBwoKCtoAACeVKMQ1/Agulha%20e%20linha.jpg?et=B5vYi6UFoxqvc9si%2CQbt3w&nmid=62662834
http://vendavaldasletras.files.wordpress.com/2011/10/livrodefadas.jpg?w=300
http://vendavaldasletras.files.wordpress.com/2011/10/livrodefadas.jpg?w=300
http://malucoporjesus.files.wordpress.com/2010/03/cordeira-unica-e-o-pastor.jpg
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Desde pequenos,
escutamos seja na
escola, seja de pais,
avós, etc., historinhas
que nos fazem refletir
atitudes da sociedade,
pois sempre existe um
ensinamento no final,
concorda? http://4.bp.blogspot.com/_m2cPrnZNZ1w/TOaiZYA1VBI/AAAAAAAACcQ/TKA6NdHRw3w/s1600/criancasleit.jpg
Mas, agora que você já está bem grandinho, é preciso lançar um
novo olhar para os textos que escutava quando era criança e
saber compreender a fábula ,o apólogo e a alegoria, analisando
mais profundamente o símbolo e a moral envolvidos nessas
leituras.
E aí?
http://2.bp.blogspot.com/_NI-qDILjPKg/TFCIokmtVOI/AAAAAAAAAqA/zzFqdO_PTfA/s1600/ta+ligado.png
Então, vamos ao que interessa!
Para iniciar nossa discussão, vamos ler esse texto:
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir
que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar
insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem
cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu.
Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama,
quem é que os cose, senão eu?
— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que
quem os cose sou eu e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao
outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando
por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante;
vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que
prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse
que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si,
para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha,
pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam
andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os
dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor
poética. E dizia a agulha:
— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta
distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela,
unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por
ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras
loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi
andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-
plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o
dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra,
e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se,
levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto
compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui
ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-
lhe:
— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo
parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas,
enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das
mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não
menor experiência, murmurou à pobre agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar
da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro
caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a
cabeça:
— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!
Diante desta leitura, vamos identificar:
a) Por qual razão você acha que o autor escolheu esses objetos para serem
personagens (símbolos) de sua historinha?
b) Qual a moral implícita neste texto?
O que acamos de ler, é um texto classificado como APÓLOGO.
Você sabe o que é um APÓLOGO?
http://2.bp.blogspot.com/-nSoPpCX6q2w/T-SA2ecEkzI/AAAAAAAAAlg/7vDJSuULmfg/s1600/de-onde-vem-seu-medo-6-40.jpg
Não???
Então, não se preocupa. Basta prestar atenção...
“ Gênero alegórico que consiste numa narrativa que ilustra uma lição de
sabedoria, utilizando personagens de índole diversa, reais ou fantásticas,
animadas ou inanimadas [...] Confunde-se facilmente com a fábula, embora
esta se concentre mais em relações nais que envolvem coisas e animais, e
com a parábola, que se ocupa mais de histórias entre homens e figuras
alegóricas com sentido religioso[...] todos os apólogos têm por fim
interferir de alguma forma com o comportamento social e moral dos homens,
modificando-o pelo exemplo, se possível [...]” l.http://aulasdelinguaportuguesaeliteratura.blogspot.com.br/2009/10/apologo-fabula-e-alegoria.html
APÓLOGOAPÓLOGO
E aí? Entendeu?
Fácil até agora? Podemos seguir ?
Então, vamos nessa!
http://desenhistaguito.zip.net/images/voltei.jpg
http://desenhistaguito.zip.net/images/voltei.jpg
Leiamos esse outro texto
Um Leão dormia sossegado, quando foi despertado por um Rato, que passou
correndo sobre seu rosto. Com um bote ágil ele o pegou, e estava pronto para matá-
lo, ao que o Rato suplicou:
- Ora, se o senhor me poupasse, tenho certeza que um dia poderia retribuir sua
bondade.
Rindo por achar rídícula a idéia, assim mesmo, ele resolveu libertá-lo.
Aconteceu que, pouco tempo depois, o Leão caiu numa armadilha colocada por
caçadores. Preso ao chão, amarrado por fortes cordas, sequer podia mexer-se.
O Rato, reconhecendo seu rugido, se aproximou e roeu as cordas até deixá-lo livre.
Então
disse:...................................................................................................................:
- O senhor riu da simples idéia de que eu seria capaz, um dia, de retribuir seu favor.
Mas agora sabe, que mesmo um pequeno Rato é capaz de fazer um favor a um
poderoso Leão.
Moral da História:Moral da História:
Nenhum ato gentileza é coisa vã.
Não podemos julgar a importância de um favor, pela aparência do benfeitor.
Qual a moral dessa historinha?
FÁBULASFÁBULAS
* apresenta os elementos essenciais da narrativa;
* a narrativa é curta, geralmente, um diálogo;
* as personagens quase sempre são animais;
* transmite um ensinamento;
* no final da história, destaca-se uma moral.
http://aulasdelinguaportuguesaeliteratura.blogspot.com.br/2009/10/apologo-fabula-e-alegoria.html
Estrutura das Fábulas
Através das fábulas podemos fazer duas leituras independentes:
1. A Narrativa propriamente dita cuja estrutura narrativa sempre se repete:
Situação inicial
Obstáculo
Tentativa de solução
Resultado final
Moral
2. Moral - linguagem temática, dissertativa. Ela pode ser usada e analisada
independentemente da fábula.
A fábula nos leva a dois mundos:
o imaginário, o narrativo, fantástico;
e o real, o dissertativo, temático. Tudo certo
até aqui?
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/54/Allegory_of_war_and_Law_-_Prunksaal_-_Austrian_National_Library.jpg/800px-Allegory_of_war_and_Law_-_Prunksaal_-
_Austrian_National_Library.jpg
Agora, observemos esta imagem
Achou bonita? Sabe do que se trata?
O termo “alegoria” lhe remeteu para os carnavais do Rio de Janeiro ou de
São Paulo?
http://img.estadao.com.br/fotos/7F/21/38/7F21384E8DEB4394A286FFC8182726BF.jpg http://wp.clicrbs.com.br/gauchanocarnaval/files/2012/02/2228190-5058-rec.jpg
Tudo bem. Essas imagens não deixam de representar ALEGORIAS.
“[...]Essas alegorias são compostas pelo cenário organizado em cima dos carros
alegóricos, que deve ser movido com recursos simples, empurrados pelos
componentes da escola. As metragens das alegorias não podem ultrapassar as
estabelecidas pelo regulamento, sendo oito metros e meio de largura e nove
metros e oitenta centímetros de altura [...]” http://www.brasilescola.com/carnaval/alegorias.htm
Mas, você sabe o que é alegoria?
Por outro lado, o site wikipédia traz as seguintes definições:
“[...] é uma figura de linguagem, mais especificamente de uso retórico, que produz
a virtualização do significado, ou seja, sua expressão transmite um ou mais
sentidos que o da simples compreensão ao literal [...] http://pt.wikipedia.org/wiki/Alegoria
“[...] Uma alegoria não precisa ser expressa no texto escrito: pode dirigir-se aos
olhos e, com freqüência, encontra-se na pintura, escultura ou noutras formas de
linguagem[...]” http://pt.wikipedia.org/wiki/Alegoria
O que é alegoria?
MAS, para nosso campo de trabalho, o que nos interessa mais profundamente, é a
INTERPRETAÇÃO DE ALEGORIAS
“ Interpretação alegórica, é a abordagem que atribui uma interpretação mais-
que-literal ao conteúdo de um texto (por exemplo, Bíblia). É partir do
pressuposto que o autor quis dizer mais do que escreveu. [...]”
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alegoria
http://chamine2.zip.net/images/honest2.jpg
Caracteres da perfeição
“ [...] Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que
vos perseguem e caluniam. - Porque, se somente amardes os que vos amam que
recompensa tereis disso? Não fazem assim também os publicanos? – Se
unicamente saudardes os vossos irmãos, que fazeis com isso mais do que outros?
Não fazem o mesmo os pagãos? -Sede, pois, vós outros,perfeitos, como perfeito é
o vosso Pai celestial. (S. MATEUS, cap. V, vv. 44, 46 a 48.)
Leiamos este trecho de O EVANGELHO SEGUNDO
O ESPIRITISMO, CAPÍTULO 17 - SEDE PERFEITOS
Pois que Deus possui a perfeição infinita em todas as coisas, esta proposição: "Sede
perfeitos,como perfeito é o vosso Pai celestial", tomada ao pé da letra, pressuporia a
possibilidade de atingir-se a perfeição absoluta. Se à criatura fosse dado ser tão
perfeita quanto o Criador, tornar-se-ia ela igual a este, o que é inadmissível. Mas, os
homens a quem Jesus falava não compreenderiam essa nuança, pelo que ele se
limitou a lhes apresentar um modelo e a dizer-lhes que se esforçassem pelo alcançar.
Aquelas palavras, portanto, devem entender-se no sentido da perfeição relativa, a
de que a Humanidade é suscetível e que mais a aproxima da Divindade. Em que
consiste essa perfeição? Jesus o diz: "Em amarmos os nossos inimigos,em
fazermos o bem aos que nos odeiam, em orarmos pelos que nos perseguem."
Mostra ele desse modo que a essência da perfeição é a caridade na sua mais
ampla acepção, porque implica a prática de todas as outras virtudes.
[...]Não podendo o amor do próximo, levado até ao amor dos inimigos, aliar-se
a nenhum defeito contrário à caridade, aquele amor é sempre, portanto, indício
de maior ou menor superioridade moral, donde decorre que o grau da
perfeição está na razão direta da sua extensão. Foi por isso que Jesus, depois
de haver dado a seus discípulos as regras da caridade, no que tem de mais
sublime, lhes disse: "Sede perfeitos, como perfeito é vosso Pai celestial."
http://www.oespiritismo.com.br/textos/ver.php?id1=325
Que alegorias podemos identificar nesse texto?
Que moral pode ser compreendida?
Por falar em MORAL, você sabe o que esse termo significa?
“[...] moral da história é um ensinamento ético e/ou moral que um conto ou
uma estória possa ensinar, na maioria das vezes é sempre uma lição de vida
[...]” http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080304141151AAPR4q1
“[...]Numa breve definição de moral, podemos dizer que se trata do conjunto de
valores, de normas e de noções do que é certo ou errado, proibido e
permitido,dentro de uma determinada sociedade, de uma cultura [...] http://www.brasilescola.com/sociologia/o-que-moral.htm
[...]moral tem a ver com os valores que regem a ação humana enquanto inserida na
convivência social, tendo assim um caráter normativo. A moral diz respeito a uma
consciência coletiva e a valores que são construídos por convenções, as quais
são formuladas por uma consciência social, o que equivale dizer que são regras
sancionadas pela sociedade, pelo grupo[...]” http://www.brasilescola.com/sociologia/o-que-moral.htm
Você sabe o que são símbolos?
http://gartic.uol.com.br/imgs/mural/sk/skeith/1232579364.png
http://brasilescola.com/imagens/filosofia/yinyang.jpg
http://www.exsurge.com.br/imagens/Image20.gif
http://2.bp.blogspot.com/-
4ChS0ctHHV4/TT7tz7K4q7I/AAAAAAAADqg/IiWXLo75Enc/s1600/cruz
-de-nero-simbolo-hippie.png
“ O termo símbolo, tem sua origem no grego (sýmbolon), e serve para designar um
tipo de signo em que o significante (realidade concreta) representa algo abstrato
(religiões, nações, quantidades de tempo ou matéria, etc.) por força de
convenção, semelhança ou contiguidade semântica (como no caso da cruz que
representa o Cristianismo, porque ela é uma parte do todo que é imagem do Cristo
morto)
O "símbolo" é um elemento importantíssimo no processo de comunicação,
encontrando-se difundido pelo cotidiano e pelas mais variadas vertentes do
nosso saber. Embora existam símbolos que são reconhecidos
internacionalmente, outros só são compreendidos dentro de um determinado
grupo ou contexto (religioso, cultural, etc.) [...]” http://www.dicionariodesimbolos.com.br/
“ É o símbolo principal da Nova Era, mas apresentado só a metade! Ele
representa a ponte entre a alma humana individual e a "Grande Mente Universal"
ou "Alma Universal". Também é considerado como "Ponte Mental" entre o
homem e as energias cósmicas e a cidade de Shambala. Na Bíblia, o arco-íris é
o símbolo da Aliança entre Deus e o Seu povo”
“ A representatividade chinesa do macro e microcosmos e das duas energias que
regem das duas energias que regem o mundo, yin e yang; o feminino e o
masculino; o bem e o mal; a ordem e o caos; - energias opostas que se
complementam. A força intrínseca do Universo convertendo-se ora em uma, ora
em outra ”
Significa a vida entrelaçada, onde há sempre uma continuidade em outras
encarnações. Também representa o pacto de sangue entre os nova-erinos,
envolvendo pessoas ou organizações. É usado para uma melhor obediência
entre os aliados do movimento Nova Era.
A cruz virada para baixo é usada por alguns grupos de Rock e
adeptos da Nova Era. Simboliza zombaria da cruz de Jesus.
http://www.vivos.com.br/60.htm
A representação específica para cada símbolo
pode surgir como resultado de um processo natural
ou pode ser convencionada de modo a que o receptor
(uma pessoa ou grupo específico de pessoas)
consiga fazer a interpretação do seu significado
implícito e atribuir-lhe determinada conotação.
Pode também estar mais ou menos relacionada
fisicamente com o objeto ou ideia que representa,
podendo não só ter uma representação gráfica ou
tridimensional como também sonora ou mesmo
gestual. http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADmbolo
Resumindo...
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/pt/6/6b/DaVinciCode.jpg
“ O Código Da Vinci causou polêmica ao questionar a
divindade de Jesus Cristo. A maior parte do livro
desenrola-se a partir do assassinato de Jacques
Saunière, curador do museu do Louvre. Robert
Langdon, Sophie Neveu e Leigh Teabing vivem várias
aventuras ao tentar desvendar códigos que deem
resposta aos enigmas que Jacques Saunière deixou
no leito de morte.”
Trazendo para o campo da leitura, seja de apólogos, de fábulas ou mesmo das
alegorias, o SÍMBOLO é elemento vital de compreensão da linguagem metafórica de
que se valem esses tipos textuais.
Parábola: O vinho e a água
Nos Alpes Italianos existia um pequeno vilarejo que se
dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma
vez por ano, acontecia uma grande festa para comemorar
o sucesso da colheita.
A tradição exigia que, nessa festa, cada morador do
vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho para
colocar dentro de um grande barril, que ficava na praça
central.
Um dos moradores pensou: “Por que deverei levar uma garrafa do meu mais puro
vinho? Levarei água, pois no meio de tanto vinho o meu não fará falta.” Assim
pensou e assim fez.
http://latine.blog.arautos.org/files/2011/08/Uva_grape_weintraube_raisin_druif_vide_vite_parreira1.png
Conforme o costume, em determinado momento, todos se reuniram na praça,
cada um com sua caneca para provar aquele vinho, cuja fama se estendia muito
além das fronteiras do país. Contudo, ao abrir a torneira, um absoluto silêncio
tomou conta da multidão.
Do barril saiu … água! “A ausência da
minha parte não fará falta”, foi o
pensamento de cada um dos
produtores…
Muitas vezes somos conduzidos a
pensar: “Existem tantas pessoas no
mundo. Se eu não fizer a minha parte,
isto não terá importância.” … e assim
vamos beber água em todas as festas…
http://1.bp.blogspot.com/-AEoFWIiE-Ss/TcfeGTQxdSI/AAAAAAAAAI0/akxgAsk4Uj0/s1600/vinho-tinto-254x300.jpg
http://blog.karate-do.com.br/2007/03/19/parabola-o-vinho-e-a-agua/
Qual é o tipo de texto que acabamos de ler? Justifique
Qual (is) simbolo (s) é (são) perceptível (is) na leitura deste texto?
Qual a moral da estória?
Pensou que teria mais atividades, não é?
Mas, por hoje, é só, pessoal!
http://3.bp.blogspot.com/_TsHVeYbPHXI/TMXs9FUPwiI/AAAAAAAAEVs/fmZm1wsnfEQ/s320/garfield35tchau-768421.gif

Fábulas

  • 1.
    Códigos e Linguagense suas Tecnologias – Língua Portuguesa Ensino Médio, 2ª Série Apólogo, fábula e Alegoria : o símbolo e a moral
  • 2.
    Língua Portuguesa, 2ªSérie Apólogo, fábula e Alegoria : o símbolo e a moral Apólogo, fábula e Alegoria : o símbolo e a moral http://images.marcolivas.multiply.com/image/1/photos/upload/300x300/RxlcBwoKCtoAACeVKMQ1/Agulha%20e%20linha.jpg?et=B5vYi6UFoxqvc9si%2CQbt3w&nmid=62662834 http://vendavaldasletras.files.wordpress.com/2011/10/livrodefadas.jpg?w=300 http://vendavaldasletras.files.wordpress.com/2011/10/livrodefadas.jpg?w=300 http://malucoporjesus.files.wordpress.com/2010/03/cordeira-unica-e-o-pastor.jpg http://malucoporjesus.files.wordpress.com/2010/03/cordeira-unica-e-o-pastor.jpg
  • 3.
    Desde pequenos, escutamos sejana escola, seja de pais, avós, etc., historinhas que nos fazem refletir atitudes da sociedade, pois sempre existe um ensinamento no final, concorda? http://4.bp.blogspot.com/_m2cPrnZNZ1w/TOaiZYA1VBI/AAAAAAAACcQ/TKA6NdHRw3w/s1600/criancasleit.jpg
  • 4.
    Mas, agora quevocê já está bem grandinho, é preciso lançar um novo olhar para os textos que escutava quando era criança e saber compreender a fábula ,o apólogo e a alegoria, analisando mais profundamente o símbolo e a moral envolvidos nessas leituras. E aí? http://2.bp.blogspot.com/_NI-qDILjPKg/TFCIokmtVOI/AAAAAAAAAqA/zzFqdO_PTfA/s1600/ta+ligado.png Então, vamos ao que interessa!
  • 5.
    Para iniciar nossadiscussão, vamos ler esse texto: Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha: — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo? — Deixe-me, senhora. — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça. — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros
  • 6.
    — Mas vocêé orgulhosa. — Decerto que sou. — Mas por quê? — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu? — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu? — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados... — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando... — Também os batedores vão adiante do imperador.
  • 7.
    — Você éimperador? — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha: — Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
  • 8.
    A linha nãorespondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic- plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile. Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou- lhe: — Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
  • 9.
    Parece que aagulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha: — Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico. Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça: — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!
  • 10.
    Diante desta leitura,vamos identificar: a) Por qual razão você acha que o autor escolheu esses objetos para serem personagens (símbolos) de sua historinha? b) Qual a moral implícita neste texto?
  • 11.
    O que acamosde ler, é um texto classificado como APÓLOGO. Você sabe o que é um APÓLOGO? http://2.bp.blogspot.com/-nSoPpCX6q2w/T-SA2ecEkzI/AAAAAAAAAlg/7vDJSuULmfg/s1600/de-onde-vem-seu-medo-6-40.jpg Não??? Então, não se preocupa. Basta prestar atenção...
  • 12.
    “ Gênero alegóricoque consiste numa narrativa que ilustra uma lição de sabedoria, utilizando personagens de índole diversa, reais ou fantásticas, animadas ou inanimadas [...] Confunde-se facilmente com a fábula, embora esta se concentre mais em relações nais que envolvem coisas e animais, e com a parábola, que se ocupa mais de histórias entre homens e figuras alegóricas com sentido religioso[...] todos os apólogos têm por fim interferir de alguma forma com o comportamento social e moral dos homens, modificando-o pelo exemplo, se possível [...]” l.http://aulasdelinguaportuguesaeliteratura.blogspot.com.br/2009/10/apologo-fabula-e-alegoria.html APÓLOGOAPÓLOGO E aí? Entendeu?
  • 13.
    Fácil até agora?Podemos seguir ? Então, vamos nessa! http://desenhistaguito.zip.net/images/voltei.jpg http://desenhistaguito.zip.net/images/voltei.jpg
  • 14.
    Leiamos esse outrotexto Um Leão dormia sossegado, quando foi despertado por um Rato, que passou correndo sobre seu rosto. Com um bote ágil ele o pegou, e estava pronto para matá- lo, ao que o Rato suplicou: - Ora, se o senhor me poupasse, tenho certeza que um dia poderia retribuir sua bondade. Rindo por achar rídícula a idéia, assim mesmo, ele resolveu libertá-lo. Aconteceu que, pouco tempo depois, o Leão caiu numa armadilha colocada por caçadores. Preso ao chão, amarrado por fortes cordas, sequer podia mexer-se. O Rato, reconhecendo seu rugido, se aproximou e roeu as cordas até deixá-lo livre. Então disse:...................................................................................................................: - O senhor riu da simples idéia de que eu seria capaz, um dia, de retribuir seu favor. Mas agora sabe, que mesmo um pequeno Rato é capaz de fazer um favor a um poderoso Leão.
  • 15.
    Moral da História:Moralda História: Nenhum ato gentileza é coisa vã. Não podemos julgar a importância de um favor, pela aparência do benfeitor. Qual a moral dessa historinha?
  • 16.
    FÁBULASFÁBULAS * apresenta oselementos essenciais da narrativa; * a narrativa é curta, geralmente, um diálogo; * as personagens quase sempre são animais; * transmite um ensinamento; * no final da história, destaca-se uma moral. http://aulasdelinguaportuguesaeliteratura.blogspot.com.br/2009/10/apologo-fabula-e-alegoria.html
  • 17.
    Estrutura das Fábulas Atravésdas fábulas podemos fazer duas leituras independentes: 1. A Narrativa propriamente dita cuja estrutura narrativa sempre se repete: Situação inicial Obstáculo Tentativa de solução Resultado final Moral 2. Moral - linguagem temática, dissertativa. Ela pode ser usada e analisada independentemente da fábula. A fábula nos leva a dois mundos: o imaginário, o narrativo, fantástico; e o real, o dissertativo, temático. Tudo certo até aqui?
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    O termo “alegoria”lhe remeteu para os carnavais do Rio de Janeiro ou de São Paulo? http://img.estadao.com.br/fotos/7F/21/38/7F21384E8DEB4394A286FFC8182726BF.jpg http://wp.clicrbs.com.br/gauchanocarnaval/files/2012/02/2228190-5058-rec.jpg Tudo bem. Essas imagens não deixam de representar ALEGORIAS. “[...]Essas alegorias são compostas pelo cenário organizado em cima dos carros alegóricos, que deve ser movido com recursos simples, empurrados pelos componentes da escola. As metragens das alegorias não podem ultrapassar as estabelecidas pelo regulamento, sendo oito metros e meio de largura e nove metros e oitenta centímetros de altura [...]” http://www.brasilescola.com/carnaval/alegorias.htm Mas, você sabe o que é alegoria?
  • 20.
    Por outro lado,o site wikipédia traz as seguintes definições: “[...] é uma figura de linguagem, mais especificamente de uso retórico, que produz a virtualização do significado, ou seja, sua expressão transmite um ou mais sentidos que o da simples compreensão ao literal [...] http://pt.wikipedia.org/wiki/Alegoria “[...] Uma alegoria não precisa ser expressa no texto escrito: pode dirigir-se aos olhos e, com freqüência, encontra-se na pintura, escultura ou noutras formas de linguagem[...]” http://pt.wikipedia.org/wiki/Alegoria O que é alegoria? MAS, para nosso campo de trabalho, o que nos interessa mais profundamente, é a INTERPRETAÇÃO DE ALEGORIAS “ Interpretação alegórica, é a abordagem que atribui uma interpretação mais- que-literal ao conteúdo de um texto (por exemplo, Bíblia). É partir do pressuposto que o autor quis dizer mais do que escreveu. [...]” http://pt.wikipedia.org/wiki/Alegoria
  • 21.
    http://chamine2.zip.net/images/honest2.jpg Caracteres da perfeição “[...] Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam. - Porque, se somente amardes os que vos amam que recompensa tereis disso? Não fazem assim também os publicanos? – Se unicamente saudardes os vossos irmãos, que fazeis com isso mais do que outros? Não fazem o mesmo os pagãos? -Sede, pois, vós outros,perfeitos, como perfeito é o vosso Pai celestial. (S. MATEUS, cap. V, vv. 44, 46 a 48.) Leiamos este trecho de O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, CAPÍTULO 17 - SEDE PERFEITOS Pois que Deus possui a perfeição infinita em todas as coisas, esta proposição: "Sede perfeitos,como perfeito é o vosso Pai celestial", tomada ao pé da letra, pressuporia a possibilidade de atingir-se a perfeição absoluta. Se à criatura fosse dado ser tão perfeita quanto o Criador, tornar-se-ia ela igual a este, o que é inadmissível. Mas, os homens a quem Jesus falava não compreenderiam essa nuança, pelo que ele se limitou a lhes apresentar um modelo e a dizer-lhes que se esforçassem pelo alcançar.
  • 22.
    Aquelas palavras, portanto,devem entender-se no sentido da perfeição relativa, a de que a Humanidade é suscetível e que mais a aproxima da Divindade. Em que consiste essa perfeição? Jesus o diz: "Em amarmos os nossos inimigos,em fazermos o bem aos que nos odeiam, em orarmos pelos que nos perseguem." Mostra ele desse modo que a essência da perfeição é a caridade na sua mais ampla acepção, porque implica a prática de todas as outras virtudes. [...]Não podendo o amor do próximo, levado até ao amor dos inimigos, aliar-se a nenhum defeito contrário à caridade, aquele amor é sempre, portanto, indício de maior ou menor superioridade moral, donde decorre que o grau da perfeição está na razão direta da sua extensão. Foi por isso que Jesus, depois de haver dado a seus discípulos as regras da caridade, no que tem de mais sublime, lhes disse: "Sede perfeitos, como perfeito é vosso Pai celestial." http://www.oespiritismo.com.br/textos/ver.php?id1=325
  • 23.
    Que alegorias podemosidentificar nesse texto? Que moral pode ser compreendida?
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    Por falar emMORAL, você sabe o que esse termo significa? “[...] moral da história é um ensinamento ético e/ou moral que um conto ou uma estória possa ensinar, na maioria das vezes é sempre uma lição de vida [...]” http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080304141151AAPR4q1 “[...]Numa breve definição de moral, podemos dizer que se trata do conjunto de valores, de normas e de noções do que é certo ou errado, proibido e permitido,dentro de uma determinada sociedade, de uma cultura [...] http://www.brasilescola.com/sociologia/o-que-moral.htm [...]moral tem a ver com os valores que regem a ação humana enquanto inserida na convivência social, tendo assim um caráter normativo. A moral diz respeito a uma consciência coletiva e a valores que são construídos por convenções, as quais são formuladas por uma consciência social, o que equivale dizer que são regras sancionadas pela sociedade, pelo grupo[...]” http://www.brasilescola.com/sociologia/o-que-moral.htm
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    Você sabe oque são símbolos? http://gartic.uol.com.br/imgs/mural/sk/skeith/1232579364.png http://brasilescola.com/imagens/filosofia/yinyang.jpg http://www.exsurge.com.br/imagens/Image20.gif http://2.bp.blogspot.com/- 4ChS0ctHHV4/TT7tz7K4q7I/AAAAAAAADqg/IiWXLo75Enc/s1600/cruz -de-nero-simbolo-hippie.png “ O termo símbolo, tem sua origem no grego (sýmbolon), e serve para designar um tipo de signo em que o significante (realidade concreta) representa algo abstrato (religiões, nações, quantidades de tempo ou matéria, etc.) por força de convenção, semelhança ou contiguidade semântica (como no caso da cruz que representa o Cristianismo, porque ela é uma parte do todo que é imagem do Cristo morto) O "símbolo" é um elemento importantíssimo no processo de comunicação, encontrando-se difundido pelo cotidiano e pelas mais variadas vertentes do nosso saber. Embora existam símbolos que são reconhecidos internacionalmente, outros só são compreendidos dentro de um determinado grupo ou contexto (religioso, cultural, etc.) [...]” http://www.dicionariodesimbolos.com.br/
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    “ É osímbolo principal da Nova Era, mas apresentado só a metade! Ele representa a ponte entre a alma humana individual e a "Grande Mente Universal" ou "Alma Universal". Também é considerado como "Ponte Mental" entre o homem e as energias cósmicas e a cidade de Shambala. Na Bíblia, o arco-íris é o símbolo da Aliança entre Deus e o Seu povo” “ A representatividade chinesa do macro e microcosmos e das duas energias que regem das duas energias que regem o mundo, yin e yang; o feminino e o masculino; o bem e o mal; a ordem e o caos; - energias opostas que se complementam. A força intrínseca do Universo convertendo-se ora em uma, ora em outra ” Significa a vida entrelaçada, onde há sempre uma continuidade em outras encarnações. Também representa o pacto de sangue entre os nova-erinos, envolvendo pessoas ou organizações. É usado para uma melhor obediência entre os aliados do movimento Nova Era. A cruz virada para baixo é usada por alguns grupos de Rock e adeptos da Nova Era. Simboliza zombaria da cruz de Jesus. http://www.vivos.com.br/60.htm
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    A representação específicapara cada símbolo pode surgir como resultado de um processo natural ou pode ser convencionada de modo a que o receptor (uma pessoa ou grupo específico de pessoas) consiga fazer a interpretação do seu significado implícito e atribuir-lhe determinada conotação. Pode também estar mais ou menos relacionada fisicamente com o objeto ou ideia que representa, podendo não só ter uma representação gráfica ou tridimensional como também sonora ou mesmo gestual. http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADmbolo Resumindo... http://upload.wikimedia.org/wikipedia/pt/6/6b/DaVinciCode.jpg “ O Código Da Vinci causou polêmica ao questionar a divindade de Jesus Cristo. A maior parte do livro desenrola-se a partir do assassinato de Jacques Saunière, curador do museu do Louvre. Robert Langdon, Sophie Neveu e Leigh Teabing vivem várias aventuras ao tentar desvendar códigos que deem resposta aos enigmas que Jacques Saunière deixou no leito de morte.”
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    Trazendo para ocampo da leitura, seja de apólogos, de fábulas ou mesmo das alegorias, o SÍMBOLO é elemento vital de compreensão da linguagem metafórica de que se valem esses tipos textuais. Parábola: O vinho e a água Nos Alpes Italianos existia um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma vez por ano, acontecia uma grande festa para comemorar o sucesso da colheita. A tradição exigia que, nessa festa, cada morador do vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho para colocar dentro de um grande barril, que ficava na praça central. Um dos moradores pensou: “Por que deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Levarei água, pois no meio de tanto vinho o meu não fará falta.” Assim pensou e assim fez. http://latine.blog.arautos.org/files/2011/08/Uva_grape_weintraube_raisin_druif_vide_vite_parreira1.png
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    Conforme o costume,em determinado momento, todos se reuniram na praça, cada um com sua caneca para provar aquele vinho, cuja fama se estendia muito além das fronteiras do país. Contudo, ao abrir a torneira, um absoluto silêncio tomou conta da multidão. Do barril saiu … água! “A ausência da minha parte não fará falta”, foi o pensamento de cada um dos produtores… Muitas vezes somos conduzidos a pensar: “Existem tantas pessoas no mundo. Se eu não fizer a minha parte, isto não terá importância.” … e assim vamos beber água em todas as festas… http://1.bp.blogspot.com/-AEoFWIiE-Ss/TcfeGTQxdSI/AAAAAAAAAI0/akxgAsk4Uj0/s1600/vinho-tinto-254x300.jpg http://blog.karate-do.com.br/2007/03/19/parabola-o-vinho-e-a-agua/
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    Qual é otipo de texto que acabamos de ler? Justifique Qual (is) simbolo (s) é (são) perceptível (is) na leitura deste texto? Qual a moral da estória?
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    Pensou que teriamais atividades, não é? Mas, por hoje, é só, pessoal! http://3.bp.blogspot.com/_TsHVeYbPHXI/TMXs9FUPwiI/AAAAAAAAEVs/fmZm1wsnfEQ/s320/garfield35tchau-768421.gif