O documento discute a relação entre religião e secularidade na sociedade moderna. Afirma que a secularização não significa o fim de Deus, mas pode coexistir com a fé em um nível cordial se a teologia fizer interface com a ciência da religião e a espiritualidade. Defende que a sacralidade em tempos seculares requer repensar a teologia em diálogo contínuo com a razão.