Este documento explora a relação entre o homem e a religião do ponto de vista de quem não crê. Argumenta que embora o homem sempre tenha praticado rituais religiosos, a religião não é inata e sim uma escolha cultural influenciada pelo desejo de encontrar significado e conforto emocional. À medida que a qualidade de vida melhorou, menos pessoas sentiram necessidade de recorrer à religião para obter esse conforto.