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“Karl Barth nasceu em Basiléia, Suíça, em 10 de maio de 1886.
Era filho de Fritz Barth, um ministro reformado e professor de
Novo Testamento e História da Igreja na Universidade de Berna,
na Suíça, e Anna Sartorius. Ele recebeu sua educação inicial
como membro da Igreja Reformada Suíça por seu pastor, Robert
Aeschbacher. Por toda Die Kirchliche Dogmatik [Dogmática
Eclesiástica] ressoam as frases do Catecismo de Heidelberg.
Estes estudos levaram-no a se decidir por estudar teologia.
Estudou nas universidades de Bern, Berlin, Tübingen e Marburg,
tendo recebido seu bacharelado em 1909. Sua monografia foi
sobre “O Descensus Christi ad inferos nos três primeiros
séculos“.
 Assistente da paróquia reformada suíço-alemã de Genebra (ele
pregava de tempos em tempos no mesmo grande salão em que
Calvino havia falado, três séculos e meio antes), e, em 1911,
iniciou o pastorado numa pequena igreja reformada no interior
da Suíça, em Safenwill (a única igreja numa pequena cidade de
2.000 habitantes), no cantão da Aargau, onde ficou até 1921.


1-FERREIRA, Franklim. Karl Barth: uma introdução á sua carreira e aos principais temas de sua teologia.
4

 Epístola aos Romanos
 A Palavra de Deus e a Teologia
 Fides quaerens intellectum – A Prova da Existência de Deus, conforme









Anselmo
Dogmática da Igreja
Credo
Súmula Teológica
A Teologia Protestante no Século 19
Breve interpretação da Epístola aos Romanos
Introdução a Teologia Evangélica
Ad Limina Apostolorum

2. BARTH, Karl. Introdução a teologia evangélica. 7.ed. São Leopoldo-RS: Sinodal, 1996
5

3. Os Perigos que Ameaçam a Teologia
 PRELEÇÃO 10 - SOLIDÃO
 PRELEÇÃO 11 - DÚVIDA
 PRELEÇÃO 12 - TRIBULAÇÃO
 PRELEÇÃO 13 - A ESPERANÇA
4. O Labor Teológico
 PRELEÇÃO 14 - ORAÇÃO
 PRELEÇÃO 15 - ESTUDO
 PRELEÇÃO 16 - SERVIÇO
 PRELEÇÃO 17 - O AMOR
6

 PRELEÇÃO 10 - SOLIDÃO
 PRELEÇÃO 11 - DÚVIDA
 PRELEÇÃO 12 - TRIBULAÇÃO

 PRELEÇÃO 13 - A ESPERANÇA
7

Fabrício Cristiano Pangoni
Matheus Ovando de Araujo
Oilson ...
Ronaldo Sato
Roberta Sato

Toyoshi Sato
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10

 Sombra
11

 E agora o que fazer?
12

Afronto
13
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 CRISE
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 O Teólogo precisa ter um conhecimento mais aguçado
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IGREJA
X
TEOLOGIA
17
18
19

 Na igreja a teologia entra como ferramenta
20

 É necessário passar por solidão
21

 A teologia está abaixo de DEUS
22

 Esse isolamento é inevitável, e também deve ser aturado, por

mais que seja difícil suportá-lo.
 O ato de se afastar ajuda o teólogo na reflexão de suas ideias e
pensamentos.
 Acalme-se! Você não está sofrendo com alucinações pessoais, está
apenas analisando as palavras de uma pessoa que se diz cristã
mas que não parece ser, contudo parecem conhecer o abalo que o
faz ser teólogo.
 “A teologia não se restringe à exegese, à história da Igreja, à
dogmática, mas é também ética ao elaborar uma concepção
sobre o preceito divino, e é proclamada na promissão divina e
na ação da Igreja.”
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Intodução a teologia evangélica - karl barth

Intodução a teologia evangélica - karl barth

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    3 “Karl Barth nasceuem Basiléia, Suíça, em 10 de maio de 1886. Era filho de Fritz Barth, um ministro reformado e professor de Novo Testamento e História da Igreja na Universidade de Berna, na Suíça, e Anna Sartorius. Ele recebeu sua educação inicial como membro da Igreja Reformada Suíça por seu pastor, Robert Aeschbacher. Por toda Die Kirchliche Dogmatik [Dogmática Eclesiástica] ressoam as frases do Catecismo de Heidelberg. Estes estudos levaram-no a se decidir por estudar teologia. Estudou nas universidades de Bern, Berlin, Tübingen e Marburg, tendo recebido seu bacharelado em 1909. Sua monografia foi sobre “O Descensus Christi ad inferos nos três primeiros séculos“.  Assistente da paróquia reformada suíço-alemã de Genebra (ele pregava de tempos em tempos no mesmo grande salão em que Calvino havia falado, três séculos e meio antes), e, em 1911, iniciou o pastorado numa pequena igreja reformada no interior da Suíça, em Safenwill (a única igreja numa pequena cidade de 2.000 habitantes), no cantão da Aargau, onde ficou até 1921.  1-FERREIRA, Franklim. Karl Barth: uma introdução á sua carreira e aos principais temas de sua teologia.
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    4  Epístola aosRomanos  A Palavra de Deus e a Teologia  Fides quaerens intellectum – A Prova da Existência de Deus, conforme        Anselmo Dogmática da Igreja Credo Súmula Teológica A Teologia Protestante no Século 19 Breve interpretação da Epístola aos Romanos Introdução a Teologia Evangélica Ad Limina Apostolorum 2. BARTH, Karl. Introdução a teologia evangélica. 7.ed. São Leopoldo-RS: Sinodal, 1996
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    5 3. Os Perigosque Ameaçam a Teologia  PRELEÇÃO 10 - SOLIDÃO  PRELEÇÃO 11 - DÚVIDA  PRELEÇÃO 12 - TRIBULAÇÃO  PRELEÇÃO 13 - A ESPERANÇA 4. O Labor Teológico  PRELEÇÃO 14 - ORAÇÃO  PRELEÇÃO 15 - ESTUDO  PRELEÇÃO 16 - SERVIÇO  PRELEÇÃO 17 - O AMOR
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    6  PRELEÇÃO 10- SOLIDÃO  PRELEÇÃO 11 - DÚVIDA  PRELEÇÃO 12 - TRIBULAÇÃO  PRELEÇÃO 13 - A ESPERANÇA
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    7 Fabrício Cristiano Pangoni MatheusOvando de Araujo Oilson ... Ronaldo Sato Roberta Sato Toyoshi Sato
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    15  O Teólogoprecisa ter um conhecimento mais aguçado
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    19  Na igrejaa teologia entra como ferramenta
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    20  É necessáriopassar por solidão
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    21  A teologiaestá abaixo de DEUS
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    22  Esse isolamentoé inevitável, e também deve ser aturado, por mais que seja difícil suportá-lo.  O ato de se afastar ajuda o teólogo na reflexão de suas ideias e pensamentos.  Acalme-se! Você não está sofrendo com alucinações pessoais, está apenas analisando as palavras de uma pessoa que se diz cristã mas que não parece ser, contudo parecem conhecer o abalo que o faz ser teólogo.  “A teologia não se restringe à exegese, à história da Igreja, à dogmática, mas é também ética ao elaborar uma concepção sobre o preceito divino, e é proclamada na promissão divina e na ação da Igreja.”
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