SlideShare uma empresa Scribd logo
Escola Estadual Presidente Tancredo Neves
Resumo de Literatura.
A literatura é a arte feita através das palavras. Há muitas
manifestações artísticas que podemos chamar de literatura: músicas,
teatro, romances, poemas, crônicas, contos, etc.
Os estilos literários variam conforme a época em que os textos literários
são criados. Eles refletem muito o modo de ver o mundo, a cultura, os
anseios e descobertas da sociedade em que foram/são produzidos.
Até o início do século XX tivemos alguns estilos literários muito
marcados no tempo e no espaço. A partir desse momento ocorrem muitas
mudanças na sociedade em todo o mundo e, como não poderia deixar de
ser, essas mudanças influenciaram e modificaram o modo de se produzir
literatura.
Durante o nosso curso veremos alguns estilos de época e as suas
principais características. Chamamos Estilo de Época algumas fases da
Literatura muito marcadas pelo contexto histórico. Os estilos nunca foram
totalmente substituídos por outros. Hoje, por exemplo, há uma produção
muito intensa de literatura, e muitas vezes algumas obras podem carregar
característica de estilos mais antigos e outras de mais recentes.
TROVADORISMO
O Trovadorismo foi o primeiro estilo literário em Língua Portuguesa. Surgiu
ainda na Idade Média (entre os sec. XII e XV) e, portanto, é repleto de
características daquela época. A sociedade Medieval era estamental, isto
é, a pessoas pertenciam a classes sociais que não se misturavam, quem
nascia nobre morria nobre, quem nascia servo morria servo. O Clero
exercia uma influência enorme no pensamento, que era, sobretudo,
teocêntrico (isto é, Deus acima de tudo, controlando tudo, razão de tudo).
A própria condição social era tida como uma vontade de Deus, logo não
se poderia questionar nem buscar explicações para isso.
Entretanto, nem mesmo uma realidade tão controladora como a
medieval pôde suprimir a criatividade e a capacidade do homem de se
abstrair da realidade.
A maior produção trovadoresca foi através da música, as
conhecidas cantigas. Seus temas normalmente tratavam de amores
impossíveis ou interrompidos, personagens como donzelas e Cavaleiros
eram na maior parte os protagonistas tanto de cantigas quanto de
histórias. Para facilitar os estudos as cantigas são assim classificadas.
Cantigas de Amigo: O Eu lírico é um homem que canta as saudades da
amada. Na maioria das vezes ou se trata de um cavaleiro que teve de
abdicar de seu amor em nome das Cruzadas ou de um plebeu apaixonado
por uma donzela da Corte. Em ambos os casos, viver esse amor era uma
impossibilidade. As donzelas são retratadas nas cantigas por sua beleza,
pureza, um sonho inalcançável.
Cantigas de Amor: O Eu Lírico é uma mulher que, assim como na
cantiga de amor, vive o drama de um amor impossível, os problemas que
impedem esse amor são, de modo geral, os mesmos que na cantiga de
amigo, isto é: sofre-se pela impossibilidade de um amor, e que muitas
vezes era vivido na clandestinidade.
Cantiga de Escárnio: Cantigas jocosas, isto é, zombadoras. Satirizava-se
pessoas e situações reais, mas sem identificar de quem de fato se falava.
Mas, obviamente tanto os personagens quanto as situações eram
reconhecidas pela corte.
Cantigas de Mal Dizer: Essas cantigas traziam sátiras diretas, muitas
vezes com ataques verbais e até mesmo o que chamamos de palavrões.
Elas se diferenciavam das de escárnio porque além de possuírem uma
linguagem mais agressiva também expunha publicamente os personagens
e situações quase sempre reais.
* É muito importante lembrar que, na Idade Média somente a nobreza
produzia e consumia qualquer tipo de arte e que somente os homens
poderiam se manifestar em público. Assim, mesmo quando estivermos
lendo uma Cantiga de Amor, por exemplo, devemos lembrar que quem a
produziu não foi uma mulher tampouco uma pessoa fora da nobreza.
**Por terem sido produzidas na Idade Média, a única explicação para as
impossibilidades amorosas e os destinos trágicos dos amantes eram os
desígnios de Deus, que a tudo via e controlava.
CLASSICISMO
Por diversos fatores que levaram à decadência dos valores medievais
surge o Renascimento (sec. XV e XVI), que é caracterizado entre muitas
coisas como a retomada da razão e dos valores humanos.
Consequentemente, se os valores e os pensamentos mudam a arte
produzida também muda. Surge nesse período o Classicismo ou
Quinhentismo. Essa literatura traz a empolgação das descobertas
científicas, dos prazeres carnais, da valorização material, do rompimento
com os dogmas da Igreja e a retomada de elementos da mitologia, quase
sempre grega ou romana. A preocupação com a métrica e os jogos de
palavras se tornam maiores. Se pensarmos na Língua Portuguesa, o
maior nome que temos nesse período literário é o de Luiz Vaz de Camões
que entre muitas obras escreveu Os Lusíadas (lusíadas ou lusitanos era o
nome dado aos portugueses) que conta sobre o descobrimento das
Américas.
BARROCO
Ainda no sec XVI surge o movimento da Contra-reforma, uma
tentativa da Igreja de retomar o domínio ou ao menos de resgatar muitos
de seus fieis que ou abandonaram a fé ou migraram-se para o que passou
a ser conhecido como Reforma ou Protestantismo. Essa turbulência de
valores religiosos misturada a toda profusão de valores humanistas gera
um grande conflito nas sociedades dessa época. Assim as manifestações
artísticas também refletem essa dubiedade. O Barroco é conhecido,
sobretudo, pelo contraste/oposição de ideias. Nas poesias, onde mais se
manifestou (literariamente dizendo) as oposições entre sagrado e profano,
bem e mal, castidade e sexualidade, espiritualidade e materialismo são
algumas das características marcantes.
Nesse período já começam a aparecer obras produzidas aqui no
Brasil, nomes como Padre Antonio Vieira (que escreveu inúmeros
sermões) e Gregório de Matos, que pelo teor muitas vezes ácido, era
também conhecido como Boca do Inferno se destacam. Na literatura
barroca ainda temos duas características: O Cultismo (jogo de palavras,
numa linguagem muito rebuscada) e o Conceptismo (jogo de ideias).
A literatura barroca é, talvez, uma das que mais dialoga com
outras artes. Vemos na pintura e na escultura uma ênfase de cores e
formas que sugerem movimento, na Arquitetura fachadas simples e
caiadas contrastam com uma profusão de detalhes e riquezas no interior,
como é possível ainda vermos nos dias atuais nas igrejas barrocas e
prédios públicos construídos naquela época.
ARCADISMO
Com o declínio do Barroco entre os sec XVI e XVII surge o
Neoclassicismo. Na Europa começam a ganhar força as ideias Iluministas
que vê na razão o melhor caminho para entender a existência, sobretudo
o bem estar em sociedade. Como em outras situações, os ideais e estilos
artísticos demoram, mas chegam ao Brasil e sofrem, devido a inúmeros
fatores e realidades distintas, adaptações. A arte literária aqui produzida é
conhecida como Arcadismo ou Setecentismo. Ela traz em sua temática
temas de liberdade e racionalidade. O Arcadismo também é conhecido
aqui como Fingimento Poético. Seus temas pregam a “descomplicação”
da vida, a pureza do amor a beleza da vida no campo. A linguagem é
menos rebuscada e tem um caráter quase popular. Na prática nenhum
dos poetas de fato deixou a vida na Corte ou nas cidades mais
desenvolvidas (na época) para viver no campo nem nele trabalhar. Nesse
período a literatura ganhou ares políticos... Alguns personagens
conhecidos historicamente pela Conjuração Mineira (mais comumente
chamada de Inconfidência Mineira) eram escritores e muitos dela se
utilizaram para divulgar seus ideais iluministas e de uma possível
Independência da Coroa de Portugal. Nomes que se destacam nesse
período são os de Cláudio Manoel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga,
Basílio da Gama e Santa Rita Durão.
*** Devemos lembrar que o Brasil até então era uma colônia portuguesa,
portanto a literatura aqui produzida nesse período não é de toda
considerada brasileira, tampouco popular. Os cidadãos, mesmo os que
aqui nasciam eram portugueses e, portanto, submetidos às leis de
Portugal. Daí terem sido os “conjuradores” condenados à morte ou à
prisão perpétua por terem intentado contra o domínio da Coroa.
Entretanto, uma ideia depois que acha lugar nas mentes não pode
ser e nem é apagada... Mas, isso é assunto para a próxima matéria...

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Resumo das escola literárias.
Resumo das escola literárias.Resumo das escola literárias.
Resumo das escola literárias.
Ajudar Pessoas
 
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Literatura em portugal
Literatura em portugalLiteratura em portugal
Literatura em portugal
Sinziana Socol
 
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIASLITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
Amelia Barros
 
Estudo dirigido Trovadorismo-Classicismo
Estudo dirigido Trovadorismo-ClassicismoEstudo dirigido Trovadorismo-Classicismo
Estudo dirigido Trovadorismo-Classicismo
Prof Palmito Rocha
 
Ideologia mais escolas literarias
Ideologia mais  escolas literariasIdeologia mais  escolas literarias
Ideologia mais escolas literarias
Uniesp
 
Aula de Literatura: Do Trovadorismo ao Barroco
Aula de Literatura: Do Trovadorismo ao  Barroco Aula de Literatura: Do Trovadorismo ao  Barroco
Aula de Literatura: Do Trovadorismo ao Barroco
Nivaldo Marques
 
Revisão literatura - com exercícios
Revisão literatura - com exercíciosRevisão literatura - com exercícios
Revisão literatura - com exercícios
Robson Bertoldo
 
Linha de tempo 1
Linha de tempo 1Linha de tempo 1
Resumo literatura portuguesa20143anoEM
Resumo literatura portuguesa20143anoEMResumo literatura portuguesa20143anoEM
Resumo literatura portuguesa20143anoEM
Marly Rodrigues
 
Literatura Medieval
Literatura MedievalLiteratura Medieval
Literatura Medieval
Zofia Santos
 
Revisão – literatura
Revisão – literatura Revisão – literatura
Revisão – literatura
Maria Glalcy Fequetia Dalcim
 
30095592 exercicios-trovadorismo-humanismo-classicismo-quinhentismo-e-barroco...
30095592 exercicios-trovadorismo-humanismo-classicismo-quinhentismo-e-barroco...30095592 exercicios-trovadorismo-humanismo-classicismo-quinhentismo-e-barroco...
30095592 exercicios-trovadorismo-humanismo-classicismo-quinhentismo-e-barroco...
Samiures
 
Literatura revisão paulo_monteiro (1)
Literatura revisão paulo_monteiro (1)Literatura revisão paulo_monteiro (1)
Literatura revisão paulo_monteiro (1)
paulomonteiropimpao
 
Resumo periodos literários
Resumo periodos literáriosResumo periodos literários
Resumo periodos literários
Ivana Mayrink
 
Literatura Trovadorismo Humanismo by Trabalho da hora
Literatura Trovadorismo Humanismo by Trabalho da horaLiteratura Trovadorismo Humanismo by Trabalho da hora
Literatura Trovadorismo Humanismo by Trabalho da hora
Douglas Maga
 
Revisão literatura
Revisão   literaturaRevisão   literatura
Revisão literatura
Kátia Silva da Costa
 
Movimentos literários
Movimentos literáriosMovimentos literários
Movimentos literários
Ronaldo Assis
 
Literatura ( Sônia Guedes)
Literatura   ( Sônia Guedes)Literatura   ( Sônia Guedes)
Literatura ( Sônia Guedes)
Sônia Guedes
 

Mais procurados (19)

Resumo das escola literárias.
Resumo das escola literárias.Resumo das escola literárias.
Resumo das escola literárias.
 
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013
 
Literatura em portugal
Literatura em portugalLiteratura em portugal
Literatura em portugal
 
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIASLITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
 
Estudo dirigido Trovadorismo-Classicismo
Estudo dirigido Trovadorismo-ClassicismoEstudo dirigido Trovadorismo-Classicismo
Estudo dirigido Trovadorismo-Classicismo
 
Ideologia mais escolas literarias
Ideologia mais  escolas literariasIdeologia mais  escolas literarias
Ideologia mais escolas literarias
 
Aula de Literatura: Do Trovadorismo ao Barroco
Aula de Literatura: Do Trovadorismo ao  Barroco Aula de Literatura: Do Trovadorismo ao  Barroco
Aula de Literatura: Do Trovadorismo ao Barroco
 
Revisão literatura - com exercícios
Revisão literatura - com exercíciosRevisão literatura - com exercícios
Revisão literatura - com exercícios
 
Linha de tempo 1
Linha de tempo 1Linha de tempo 1
Linha de tempo 1
 
Resumo literatura portuguesa20143anoEM
Resumo literatura portuguesa20143anoEMResumo literatura portuguesa20143anoEM
Resumo literatura portuguesa20143anoEM
 
Literatura Medieval
Literatura MedievalLiteratura Medieval
Literatura Medieval
 
Revisão – literatura
Revisão – literatura Revisão – literatura
Revisão – literatura
 
30095592 exercicios-trovadorismo-humanismo-classicismo-quinhentismo-e-barroco...
30095592 exercicios-trovadorismo-humanismo-classicismo-quinhentismo-e-barroco...30095592 exercicios-trovadorismo-humanismo-classicismo-quinhentismo-e-barroco...
30095592 exercicios-trovadorismo-humanismo-classicismo-quinhentismo-e-barroco...
 
Literatura revisão paulo_monteiro (1)
Literatura revisão paulo_monteiro (1)Literatura revisão paulo_monteiro (1)
Literatura revisão paulo_monteiro (1)
 
Resumo periodos literários
Resumo periodos literáriosResumo periodos literários
Resumo periodos literários
 
Literatura Trovadorismo Humanismo by Trabalho da hora
Literatura Trovadorismo Humanismo by Trabalho da horaLiteratura Trovadorismo Humanismo by Trabalho da hora
Literatura Trovadorismo Humanismo by Trabalho da hora
 
Revisão literatura
Revisão   literaturaRevisão   literatura
Revisão literatura
 
Movimentos literários
Movimentos literáriosMovimentos literários
Movimentos literários
 
Literatura ( Sônia Guedes)
Literatura   ( Sônia Guedes)Literatura   ( Sônia Guedes)
Literatura ( Sônia Guedes)
 

Destaque

Estilos literarios
Estilos literariosEstilos literarios
Estilos literarios
Débora Martins
 
Abreviações sintaxe
Abreviações sintaxeAbreviações sintaxe
Abreviações sintaxe
Débora Martins
 
Notas ortográficas
Notas ortográficasNotas ortográficas
Notas ortográficas
Débora Martins
 
Revisão de Literatura_ 3º ano
Revisão de Literatura_ 3º anoRevisão de Literatura_ 3º ano
Revisão de Literatura_ 3º ano
Débora Martins
 
Modelo de capa
Modelo de capaModelo de capa
Modelo de capa
Débora Martins
 
Cad enem 2014_dia_2_05_amarelo
Cad enem 2014_dia_2_05_amareloCad enem 2014_dia_2_05_amarelo
Cad enem 2014_dia_2_05_amarelo
Débora Martins
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagemFiguras de linguagem
Figuras de linguagem
Débora Martins
 
Revisão de ortografia
Revisão de ortografiaRevisão de ortografia
Revisão de ortografia
Débora Martins
 
2015 Upload Campaigns Calendar - SlideShare
2015 Upload Campaigns Calendar - SlideShare2015 Upload Campaigns Calendar - SlideShare
2015 Upload Campaigns Calendar - SlideShare
SlideShare
 
What to Upload to SlideShare
What to Upload to SlideShareWhat to Upload to SlideShare
What to Upload to SlideShare
SlideShare
 
Getting Started With SlideShare
Getting Started With SlideShareGetting Started With SlideShare
Getting Started With SlideShare
SlideShare
 

Destaque (11)

Estilos literarios
Estilos literariosEstilos literarios
Estilos literarios
 
Abreviações sintaxe
Abreviações sintaxeAbreviações sintaxe
Abreviações sintaxe
 
Notas ortográficas
Notas ortográficasNotas ortográficas
Notas ortográficas
 
Revisão de Literatura_ 3º ano
Revisão de Literatura_ 3º anoRevisão de Literatura_ 3º ano
Revisão de Literatura_ 3º ano
 
Modelo de capa
Modelo de capaModelo de capa
Modelo de capa
 
Cad enem 2014_dia_2_05_amarelo
Cad enem 2014_dia_2_05_amareloCad enem 2014_dia_2_05_amarelo
Cad enem 2014_dia_2_05_amarelo
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagemFiguras de linguagem
Figuras de linguagem
 
Revisão de ortografia
Revisão de ortografiaRevisão de ortografia
Revisão de ortografia
 
2015 Upload Campaigns Calendar - SlideShare
2015 Upload Campaigns Calendar - SlideShare2015 Upload Campaigns Calendar - SlideShare
2015 Upload Campaigns Calendar - SlideShare
 
What to Upload to SlideShare
What to Upload to SlideShareWhat to Upload to SlideShare
What to Upload to SlideShare
 
Getting Started With SlideShare
Getting Started With SlideShareGetting Started With SlideShare
Getting Started With SlideShare
 

Semelhante a Estilos literarios

Escolas literárias .pdf
Escolas literárias   .pdfEscolas literárias   .pdf
Escolas literárias .pdf
CindiaAianaFariaLima1
 
Trovadorismo ao Barroco
Trovadorismo ao BarrocoTrovadorismo ao Barroco
Trovadorismo ao Barroco
Portal do Vestibulando
 
Escolas literrias-enem-141024091225-conversion-gate01
Escolas literrias-enem-141024091225-conversion-gate01Escolas literrias-enem-141024091225-conversion-gate01
Escolas literrias-enem-141024091225-conversion-gate01
Ma_rcia
 
Arcadismo
ArcadismoArcadismo
Arcadismo
Daniel Brito
 
Resumo de literatura
Resumo de literaturaResumo de literatura
Resumo de literatura
Nádia França
 
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Literatura Portuguesa Trovadorismo
Literatura Portuguesa TrovadorismoLiteratura Portuguesa Trovadorismo
Literatura Portuguesa Trovadorismo
Jomari
 
Épocas literárias
Épocas literáriasÉpocas literárias
Épocas literárias
Helena Coutinho
 
Estilo de época
Estilo de épocaEstilo de época
Estilo de época
Estilo de épocaEstilo de época
Apresentação - Colégio Educare
Apresentação - Colégio EducareApresentação - Colégio Educare
Apresentação - Colégio Educare
PortalEducare
 
estilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.ppt
estilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.pptestilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.ppt
estilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.ppt
MaiteFerreira4
 
estilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.ppt
estilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.pptestilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.ppt
estilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.ppt
keilaoliveira69
 
INTRODUÇÃO À LITERATURA
INTRODUÇÃO À LITERATURAINTRODUÇÃO À LITERATURA
INTRODUÇÃO À LITERATURA
Miriam Zelmikaitis
 
Slides sobre o romantismo poesia
Slides sobre o romantismo poesiaSlides sobre o romantismo poesia
Slides sobre o romantismo poesia
Antonio Marcos
 
O trovadorismo
O trovadorismoO trovadorismo
O trovadorismo
Newltemberg Santos
 
Literatura revisão
Literatura   revisãoLiteratura   revisão
Literatura revisão
Alpha Colégio e Vestibulares
 
Revisão – literatura II
Revisão – literatura IIRevisão – literatura II
Revisão – literatura II
Maria Glalcy Fequetia Dalcim
 
ROMANTISMO EM PORTUGAL E NO BRASIL/ POESIA E PROSA
ROMANTISMO EM PORTUGAL E NO BRASIL/ POESIA E PROSAROMANTISMO EM PORTUGAL E NO BRASIL/ POESIA E PROSA
ROMANTISMO EM PORTUGAL E NO BRASIL/ POESIA E PROSA
RegileneCutrim1
 
Concepção do amor romântico.
Concepção do amor romântico.Concepção do amor romântico.
Concepção do amor romântico.
Fábio Oliveira
 

Semelhante a Estilos literarios (20)

Escolas literárias .pdf
Escolas literárias   .pdfEscolas literárias   .pdf
Escolas literárias .pdf
 
Trovadorismo ao Barroco
Trovadorismo ao BarrocoTrovadorismo ao Barroco
Trovadorismo ao Barroco
 
Escolas literrias-enem-141024091225-conversion-gate01
Escolas literrias-enem-141024091225-conversion-gate01Escolas literrias-enem-141024091225-conversion-gate01
Escolas literrias-enem-141024091225-conversion-gate01
 
Arcadismo
ArcadismoArcadismo
Arcadismo
 
Resumo de literatura
Resumo de literaturaResumo de literatura
Resumo de literatura
 
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013
 
Literatura Portuguesa Trovadorismo
Literatura Portuguesa TrovadorismoLiteratura Portuguesa Trovadorismo
Literatura Portuguesa Trovadorismo
 
Épocas literárias
Épocas literáriasÉpocas literárias
Épocas literárias
 
Estilo de época
Estilo de épocaEstilo de época
Estilo de época
 
Estilo de época
Estilo de épocaEstilo de época
Estilo de época
 
Apresentação - Colégio Educare
Apresentação - Colégio EducareApresentação - Colégio Educare
Apresentação - Colégio Educare
 
estilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.ppt
estilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.pptestilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.ppt
estilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.ppt
 
estilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.ppt
estilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.pptestilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.ppt
estilos-de-c3a9poca-na-literatura-brasileira.ppt
 
INTRODUÇÃO À LITERATURA
INTRODUÇÃO À LITERATURAINTRODUÇÃO À LITERATURA
INTRODUÇÃO À LITERATURA
 
Slides sobre o romantismo poesia
Slides sobre o romantismo poesiaSlides sobre o romantismo poesia
Slides sobre o romantismo poesia
 
O trovadorismo
O trovadorismoO trovadorismo
O trovadorismo
 
Literatura revisão
Literatura   revisãoLiteratura   revisão
Literatura revisão
 
Revisão – literatura II
Revisão – literatura IIRevisão – literatura II
Revisão – literatura II
 
ROMANTISMO EM PORTUGAL E NO BRASIL/ POESIA E PROSA
ROMANTISMO EM PORTUGAL E NO BRASIL/ POESIA E PROSAROMANTISMO EM PORTUGAL E NO BRASIL/ POESIA E PROSA
ROMANTISMO EM PORTUGAL E NO BRASIL/ POESIA E PROSA
 
Concepção do amor romântico.
Concepção do amor romântico.Concepção do amor romântico.
Concepção do amor romântico.
 

Mais de Débora Martins

Abreviações sintaxe
Abreviações sintaxeAbreviações sintaxe
Abreviações sintaxe
Débora Martins
 
Tabela de conceitos em língua portuguesa (1)
Tabela de conceitos em língua portuguesa (1)Tabela de conceitos em língua portuguesa (1)
Tabela de conceitos em língua portuguesa (1)
Débora Martins
 
Funções da linguagem
Funções da linguagemFunções da linguagem
Funções da linguagem
Débora Martins
 
Carta do amor molhado
Carta do amor molhadoCarta do amor molhado
Carta do amor molhado
Débora Martins
 
Água: a crônica da falta de bom senso
Água: a crônica da falta de bom sensoÁgua: a crônica da falta de bom senso
Água: a crônica da falta de bom senso
Débora Martins
 
Roteiro de estudos independentes 2014_2º ano
Roteiro de estudos independentes 2014_2º anoRoteiro de estudos independentes 2014_2º ano
Roteiro de estudos independentes 2014_2º ano
Débora Martins
 
Roteiro de estudos independentes 2014_1º ano
Roteiro de estudos independentes 2014_1º anoRoteiro de estudos independentes 2014_1º ano
Roteiro de estudos independentes 2014_1º ano
Débora Martins
 
Roteiro de estudos independentes 2014 1
Roteiro de estudos independentes 2014 1Roteiro de estudos independentes 2014 1
Roteiro de estudos independentes 2014 1
Débora Martins
 
Dissertação_Do fazer-crer religioso ao fazer-fazer político
Dissertação_Do fazer-crer religioso ao fazer-fazer políticoDissertação_Do fazer-crer religioso ao fazer-fazer político
Dissertação_Do fazer-crer religioso ao fazer-fazer político
Débora Martins
 
Dissertação_Paginas iniciais
Dissertação_Paginas iniciaisDissertação_Paginas iniciais
Dissertação_Paginas iniciais
Débora Martins
 
Abas no blogspot
Abas no blogspotAbas no blogspot
Abas no blogspot
Débora Martins
 
Roteiro para relatório da lição de casa
Roteiro para relatório da lição de casaRoteiro para relatório da lição de casa
Roteiro para relatório da lição de casa
Débora Martins
 
Roteiro para projeto Gestar II
Roteiro para projeto Gestar IIRoteiro para projeto Gestar II
Roteiro para projeto Gestar II
Débora Martins
 
Atividade 02
Atividade 02Atividade 02
Atividade 02
Débora Martins
 
Para adicionar gadget no blogger
Para adicionar gadget no bloggerPara adicionar gadget no blogger
Para adicionar gadget no blogger
Débora Martins
 
Para anexar arquivo
Para anexar arquivoPara anexar arquivo
Para anexar arquivo
Débora Martins
 
Para anexar arquivo
Para anexar arquivoPara anexar arquivo
Para anexar arquivo
Débora Martins
 
Orientações para trabalho 1º bm
Orientações para trabalho 1º bmOrientações para trabalho 1º bm
Orientações para trabalho 1º bm
Débora Martins
 
Capa de trabalho
Capa de trabalhoCapa de trabalho
Capa de trabalho
Débora Martins
 

Mais de Débora Martins (19)

Abreviações sintaxe
Abreviações sintaxeAbreviações sintaxe
Abreviações sintaxe
 
Tabela de conceitos em língua portuguesa (1)
Tabela de conceitos em língua portuguesa (1)Tabela de conceitos em língua portuguesa (1)
Tabela de conceitos em língua portuguesa (1)
 
Funções da linguagem
Funções da linguagemFunções da linguagem
Funções da linguagem
 
Carta do amor molhado
Carta do amor molhadoCarta do amor molhado
Carta do amor molhado
 
Água: a crônica da falta de bom senso
Água: a crônica da falta de bom sensoÁgua: a crônica da falta de bom senso
Água: a crônica da falta de bom senso
 
Roteiro de estudos independentes 2014_2º ano
Roteiro de estudos independentes 2014_2º anoRoteiro de estudos independentes 2014_2º ano
Roteiro de estudos independentes 2014_2º ano
 
Roteiro de estudos independentes 2014_1º ano
Roteiro de estudos independentes 2014_1º anoRoteiro de estudos independentes 2014_1º ano
Roteiro de estudos independentes 2014_1º ano
 
Roteiro de estudos independentes 2014 1
Roteiro de estudos independentes 2014 1Roteiro de estudos independentes 2014 1
Roteiro de estudos independentes 2014 1
 
Dissertação_Do fazer-crer religioso ao fazer-fazer político
Dissertação_Do fazer-crer religioso ao fazer-fazer políticoDissertação_Do fazer-crer religioso ao fazer-fazer político
Dissertação_Do fazer-crer religioso ao fazer-fazer político
 
Dissertação_Paginas iniciais
Dissertação_Paginas iniciaisDissertação_Paginas iniciais
Dissertação_Paginas iniciais
 
Abas no blogspot
Abas no blogspotAbas no blogspot
Abas no blogspot
 
Roteiro para relatório da lição de casa
Roteiro para relatório da lição de casaRoteiro para relatório da lição de casa
Roteiro para relatório da lição de casa
 
Roteiro para projeto Gestar II
Roteiro para projeto Gestar IIRoteiro para projeto Gestar II
Roteiro para projeto Gestar II
 
Atividade 02
Atividade 02Atividade 02
Atividade 02
 
Para adicionar gadget no blogger
Para adicionar gadget no bloggerPara adicionar gadget no blogger
Para adicionar gadget no blogger
 
Para anexar arquivo
Para anexar arquivoPara anexar arquivo
Para anexar arquivo
 
Para anexar arquivo
Para anexar arquivoPara anexar arquivo
Para anexar arquivo
 
Orientações para trabalho 1º bm
Orientações para trabalho 1º bmOrientações para trabalho 1º bm
Orientações para trabalho 1º bm
 
Capa de trabalho
Capa de trabalhoCapa de trabalho
Capa de trabalho
 

Último

A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
pamellaaraujo10
 
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
alphabarros2
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
TiagoLouro8
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
fagnerlopes11
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
BiancaCristina75
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
FernandaOliveira758273
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
HelenStefany
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
Crisnaiara
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
JoanaFigueira11
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
ARIADNEMARTINSDACRUZ
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
Manuais Formação
 

Último (20)

A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
 
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
 

Estilos literarios

  • 1. Escola Estadual Presidente Tancredo Neves Resumo de Literatura. A literatura é a arte feita através das palavras. Há muitas manifestações artísticas que podemos chamar de literatura: músicas, teatro, romances, poemas, crônicas, contos, etc. Os estilos literários variam conforme a época em que os textos literários são criados. Eles refletem muito o modo de ver o mundo, a cultura, os anseios e descobertas da sociedade em que foram/são produzidos. Até o início do século XX tivemos alguns estilos literários muito marcados no tempo e no espaço. A partir desse momento ocorrem muitas mudanças na sociedade em todo o mundo e, como não poderia deixar de ser, essas mudanças influenciaram e modificaram o modo de se produzir literatura. Durante o nosso curso veremos alguns estilos de época e as suas principais características. Chamamos Estilo de Época algumas fases da Literatura muito marcadas pelo contexto histórico. Os estilos nunca foram totalmente substituídos por outros. Hoje, por exemplo, há uma produção muito intensa de literatura, e muitas vezes algumas obras podem carregar característica de estilos mais antigos e outras de mais recentes. TROVADORISMO O Trovadorismo foi o primeiro estilo literário em Língua Portuguesa. Surgiu ainda na Idade Média (entre os sec. XII e XV) e, portanto, é repleto de características daquela época. A sociedade Medieval era estamental, isto é, a pessoas pertenciam a classes sociais que não se misturavam, quem nascia nobre morria nobre, quem nascia servo morria servo. O Clero exercia uma influência enorme no pensamento, que era, sobretudo, teocêntrico (isto é, Deus acima de tudo, controlando tudo, razão de tudo). A própria condição social era tida como uma vontade de Deus, logo não se poderia questionar nem buscar explicações para isso. Entretanto, nem mesmo uma realidade tão controladora como a medieval pôde suprimir a criatividade e a capacidade do homem de se abstrair da realidade. A maior produção trovadoresca foi através da música, as conhecidas cantigas. Seus temas normalmente tratavam de amores impossíveis ou interrompidos, personagens como donzelas e Cavaleiros eram na maior parte os protagonistas tanto de cantigas quanto de histórias. Para facilitar os estudos as cantigas são assim classificadas. Cantigas de Amigo: O Eu lírico é um homem que canta as saudades da amada. Na maioria das vezes ou se trata de um cavaleiro que teve de abdicar de seu amor em nome das Cruzadas ou de um plebeu apaixonado por uma donzela da Corte. Em ambos os casos, viver esse amor era uma impossibilidade. As donzelas são retratadas nas cantigas por sua beleza, pureza, um sonho inalcançável. Cantigas de Amor: O Eu Lírico é uma mulher que, assim como na cantiga de amor, vive o drama de um amor impossível, os problemas que impedem esse amor são, de modo geral, os mesmos que na cantiga de amigo, isto é: sofre-se pela impossibilidade de um amor, e que muitas vezes era vivido na clandestinidade. Cantiga de Escárnio: Cantigas jocosas, isto é, zombadoras. Satirizava-se pessoas e situações reais, mas sem identificar de quem de fato se falava. Mas, obviamente tanto os personagens quanto as situações eram reconhecidas pela corte. Cantigas de Mal Dizer: Essas cantigas traziam sátiras diretas, muitas vezes com ataques verbais e até mesmo o que chamamos de palavrões. Elas se diferenciavam das de escárnio porque além de possuírem uma linguagem mais agressiva também expunha publicamente os personagens e situações quase sempre reais. * É muito importante lembrar que, na Idade Média somente a nobreza produzia e consumia qualquer tipo de arte e que somente os homens poderiam se manifestar em público. Assim, mesmo quando estivermos lendo uma Cantiga de Amor, por exemplo, devemos lembrar que quem a produziu não foi uma mulher tampouco uma pessoa fora da nobreza. **Por terem sido produzidas na Idade Média, a única explicação para as impossibilidades amorosas e os destinos trágicos dos amantes eram os desígnios de Deus, que a tudo via e controlava.
  • 2. CLASSICISMO Por diversos fatores que levaram à decadência dos valores medievais surge o Renascimento (sec. XV e XVI), que é caracterizado entre muitas coisas como a retomada da razão e dos valores humanos. Consequentemente, se os valores e os pensamentos mudam a arte produzida também muda. Surge nesse período o Classicismo ou Quinhentismo. Essa literatura traz a empolgação das descobertas científicas, dos prazeres carnais, da valorização material, do rompimento com os dogmas da Igreja e a retomada de elementos da mitologia, quase sempre grega ou romana. A preocupação com a métrica e os jogos de palavras se tornam maiores. Se pensarmos na Língua Portuguesa, o maior nome que temos nesse período literário é o de Luiz Vaz de Camões que entre muitas obras escreveu Os Lusíadas (lusíadas ou lusitanos era o nome dado aos portugueses) que conta sobre o descobrimento das Américas. BARROCO Ainda no sec XVI surge o movimento da Contra-reforma, uma tentativa da Igreja de retomar o domínio ou ao menos de resgatar muitos de seus fieis que ou abandonaram a fé ou migraram-se para o que passou a ser conhecido como Reforma ou Protestantismo. Essa turbulência de valores religiosos misturada a toda profusão de valores humanistas gera um grande conflito nas sociedades dessa época. Assim as manifestações artísticas também refletem essa dubiedade. O Barroco é conhecido, sobretudo, pelo contraste/oposição de ideias. Nas poesias, onde mais se manifestou (literariamente dizendo) as oposições entre sagrado e profano, bem e mal, castidade e sexualidade, espiritualidade e materialismo são algumas das características marcantes. Nesse período já começam a aparecer obras produzidas aqui no Brasil, nomes como Padre Antonio Vieira (que escreveu inúmeros sermões) e Gregório de Matos, que pelo teor muitas vezes ácido, era também conhecido como Boca do Inferno se destacam. Na literatura barroca ainda temos duas características: O Cultismo (jogo de palavras, numa linguagem muito rebuscada) e o Conceptismo (jogo de ideias). A literatura barroca é, talvez, uma das que mais dialoga com outras artes. Vemos na pintura e na escultura uma ênfase de cores e formas que sugerem movimento, na Arquitetura fachadas simples e caiadas contrastam com uma profusão de detalhes e riquezas no interior, como é possível ainda vermos nos dias atuais nas igrejas barrocas e prédios públicos construídos naquela época. ARCADISMO Com o declínio do Barroco entre os sec XVI e XVII surge o Neoclassicismo. Na Europa começam a ganhar força as ideias Iluministas que vê na razão o melhor caminho para entender a existência, sobretudo o bem estar em sociedade. Como em outras situações, os ideais e estilos artísticos demoram, mas chegam ao Brasil e sofrem, devido a inúmeros fatores e realidades distintas, adaptações. A arte literária aqui produzida é conhecida como Arcadismo ou Setecentismo. Ela traz em sua temática temas de liberdade e racionalidade. O Arcadismo também é conhecido aqui como Fingimento Poético. Seus temas pregam a “descomplicação” da vida, a pureza do amor a beleza da vida no campo. A linguagem é menos rebuscada e tem um caráter quase popular. Na prática nenhum dos poetas de fato deixou a vida na Corte ou nas cidades mais desenvolvidas (na época) para viver no campo nem nele trabalhar. Nesse período a literatura ganhou ares políticos... Alguns personagens conhecidos historicamente pela Conjuração Mineira (mais comumente chamada de Inconfidência Mineira) eram escritores e muitos dela se utilizaram para divulgar seus ideais iluministas e de uma possível Independência da Coroa de Portugal. Nomes que se destacam nesse período são os de Cláudio Manoel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga, Basílio da Gama e Santa Rita Durão. *** Devemos lembrar que o Brasil até então era uma colônia portuguesa, portanto a literatura aqui produzida nesse período não é de toda considerada brasileira, tampouco popular. Os cidadãos, mesmo os que aqui nasciam eram portugueses e, portanto, submetidos às leis de Portugal. Daí terem sido os “conjuradores” condenados à morte ou à prisão perpétua por terem intentado contra o domínio da Coroa. Entretanto, uma ideia depois que acha lugar nas mentes não pode ser e nem é apagada... Mas, isso é assunto para a próxima matéria...