ESCLEROSE MÚLTIPLA É uma doença inflamatória, degenerativa de caráter auto-imune, que destrói a bainha de mielina e axônios, de forma disseminada do Sistema Nervoso Central. Manifesta por surtos seguidos por remissões ou exacerbação
Dados A proporção da doença é de aproximadamente duas mulheres para cada homem. Idade de início entre 20 e 40 anos  Fatores exacerbantes : Calor  Stress
Etiologia Não existe causa conhecida ou determinantes para a esclerose, mas pode ser por:  - Anomalias imunológicas - Casos Familiares podem ser de indicio genético. - Infecção produzida por algum vírus latente
Formas de evolução da esclerose   Recidivante Remitente: Sintomas leves, remissões completas, pouca ou nenhuma incapacidade. A freqüência: 20 a 30% dos casos. Progressão Primaria: progressão a despeito de tratamento, incapacidade significativa em 2 a 10 anos. Freqüência: 20 a 30% dos casos. Progressiva secundaria: Remissões completas e incompletas, evoluindo para crônica progressiva.  Freqüência: 40 a 60 % dos casos. Recidivante Progressiva é mais severa e rápida, leva a óbito em semanas ou meses
Sinas e sintomas comuns na esclerose múltipla Espasticidade Fraqueza Muscular Contraturas Distúrbio da marcha Acuidade diminuída Incontinência Urinaria / Retenção urinaria Impotência  Sensibilidade genital diminuída Depressão  Distúrbio da memória Atenção e concentração diminuída.
Apresentação do Paciente Carol, 23 anos, paciente da clínica da unicsul do setor de Neurologia adulto, relata que seus sintomas como fadiga começaram mais ou menos uns dois anos, antes de sua mãe morrer. Houve uma depressão severa que não conseguia fazer suas atividades normais, ficava só acamada. Uma sensação de peso e fadiga em MMII, progredindo para MMSS, relatou que teve dormência em MMII. OBS: relata que houve uma piora dos sintomas, quando sua mãe faleceu.
Quadro Clínico   Fraqueza muscular ADM normal Coordenação diminuída / atenção Realiza atividades motoras: rolar, quatro apoios e ajoelhar Paciente deambula, mas com ajuda do terapeuta  Déficit de equilíbrio
Objetivos Gerais Melhorar ou manter o nível de funcionamento físico e psicológico Aumentar ou manter a amplitude de movimentos nas articulações.  Melhorar o feedback sensitivo Promover fortalecimento muscular de MMII  Promover fortalecimento de MMSS, visando menor dependência funcional Estimular mudanças transposturais  Melhorar a coordenação  Restabelecer equilíbrio corporal Melhorar o padrão da marcha
Tratamento Ensinar a conservação de energia, e ajudar no ajuste psicológico do paciente e da família Exercícios de ADM passivos ativos varias vezes ao dia, técnicas manuais de mobilização articular. Técnicas de facilitação local com percussão sobre o músculo, vibração ou escovamento repetido.
Fortalecimento de MMSS
Fortalecimento MMII
Exercícios como rolar, quatro apoio e ajoelhar
Exercícios de repetição de movimentos, exercícios de frenkel
Ficar em posição de gato com um dos braços a frente da cabeça, terapeuta desestabiliza o paciente. Andar em solo estável em linha reta, com um pé na frente do outro. Andar em solo instável em colchonete, com um pé em frente o outro  Paciente em cima do trampolim com ajuda do terapeuta

Esclerose Multipla

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    ESCLEROSE MÚLTIPLA Éuma doença inflamatória, degenerativa de caráter auto-imune, que destrói a bainha de mielina e axônios, de forma disseminada do Sistema Nervoso Central. Manifesta por surtos seguidos por remissões ou exacerbação
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    Dados A proporçãoda doença é de aproximadamente duas mulheres para cada homem. Idade de início entre 20 e 40 anos Fatores exacerbantes : Calor Stress
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    Etiologia Não existecausa conhecida ou determinantes para a esclerose, mas pode ser por: - Anomalias imunológicas - Casos Familiares podem ser de indicio genético. - Infecção produzida por algum vírus latente
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    Formas de evoluçãoda esclerose Recidivante Remitente: Sintomas leves, remissões completas, pouca ou nenhuma incapacidade. A freqüência: 20 a 30% dos casos. Progressão Primaria: progressão a despeito de tratamento, incapacidade significativa em 2 a 10 anos. Freqüência: 20 a 30% dos casos. Progressiva secundaria: Remissões completas e incompletas, evoluindo para crônica progressiva. Freqüência: 40 a 60 % dos casos. Recidivante Progressiva é mais severa e rápida, leva a óbito em semanas ou meses
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    Sinas e sintomascomuns na esclerose múltipla Espasticidade Fraqueza Muscular Contraturas Distúrbio da marcha Acuidade diminuída Incontinência Urinaria / Retenção urinaria Impotência Sensibilidade genital diminuída Depressão Distúrbio da memória Atenção e concentração diminuída.
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    Apresentação do PacienteCarol, 23 anos, paciente da clínica da unicsul do setor de Neurologia adulto, relata que seus sintomas como fadiga começaram mais ou menos uns dois anos, antes de sua mãe morrer. Houve uma depressão severa que não conseguia fazer suas atividades normais, ficava só acamada. Uma sensação de peso e fadiga em MMII, progredindo para MMSS, relatou que teve dormência em MMII. OBS: relata que houve uma piora dos sintomas, quando sua mãe faleceu.
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    Quadro Clínico Fraqueza muscular ADM normal Coordenação diminuída / atenção Realiza atividades motoras: rolar, quatro apoios e ajoelhar Paciente deambula, mas com ajuda do terapeuta Déficit de equilíbrio
  • 8.
    Objetivos Gerais Melhorarou manter o nível de funcionamento físico e psicológico Aumentar ou manter a amplitude de movimentos nas articulações. Melhorar o feedback sensitivo Promover fortalecimento muscular de MMII Promover fortalecimento de MMSS, visando menor dependência funcional Estimular mudanças transposturais Melhorar a coordenação Restabelecer equilíbrio corporal Melhorar o padrão da marcha
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    Tratamento Ensinar aconservação de energia, e ajudar no ajuste psicológico do paciente e da família Exercícios de ADM passivos ativos varias vezes ao dia, técnicas manuais de mobilização articular. Técnicas de facilitação local com percussão sobre o músculo, vibração ou escovamento repetido.
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    Exercícios como rolar,quatro apoio e ajoelhar
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    Exercícios de repetiçãode movimentos, exercícios de frenkel
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    Ficar em posiçãode gato com um dos braços a frente da cabeça, terapeuta desestabiliza o paciente. Andar em solo estável em linha reta, com um pé na frente do outro. Andar em solo instável em colchonete, com um pé em frente o outro Paciente em cima do trampolim com ajuda do terapeuta