INSTITUTO LUTERANO DE ENSINO SUPERIOR DE ITUMBIARA – GOIÁS
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL 4º PERÍODO “A”
ENSAIOS DA MADEIRA E MONTAGEM DE TELHA FIBROCIMENTO
Andresa Martins Souza
Debora Vieira Souza Silva
Guilherme Henrique dos Santos Ramos
Hudson Silva Marques
João Gabriel Simão Baliano
Prof: Mohammed Adel Arif
AGOSTO 2017/2
JUSTIFICATIVA
Este trabalho foi realizado afim de adquirir novos conhecimentos a
cerca da construção civil, para se ressaltar a importância alguns dos
ensaios feitos com madeiras, os quais são de suma importância para que
este material seja corretamente utilizado, tenha um melhor aproveitamento
e durabilidade em obras. E também da correta instalação de telhas de
fibrocimento.
OBJETIVO
 Apresentar métodos de ensaio para determinação de propriedades das
madeiras altamente utilizada construções bem como para projeto de
estruturas, tendo em vista a caracterização completa das madeiras, a
caracterização mínima e a simplificada.
 E também, discorrer sobre a variedade das telhas de fibrocimento e os seus
respectivos métodos de montagens.
ENSAIO DE UMIDADE
O teor de umidade é determinado para orientar
a escolha de métodos de prevenção da madeira. O
corpo-de-prova deve ter seção transversal
retangular, com dimensões nominais de 2,0 cm x
3,0 cm e comprimento, ao longo das fibras, de 5,0
cm.
Na fabricação dos corpos-de-prova devem ser
utilizadas ferramentas afiadas para se evitar a
chamada “queima” de suas faces, que pode
provocar uma perda de água imediata, prejudicial à
determinação da real umidade da amostra.
Imagem ilustrativa 1 – Formula de umidade
ENSAIO DE DENSIDADE
As densidades básica e aparente de um lote de madeira
considerado homogêneo. Os corpos de prova devem ter forma
prismática com seção transversal retangular de 2,0 cm x 3,0 cm de
lado e comprimento ao longo das fibras de 5,0 cm.
Se a distância radial entre os anéis de crescimento for maior
que 4 mm, a seção transversal do corpo de prova deve ser
aumentada para abranger pelo menos cinco anéis de crescimento.
Na determinação da densidade aparente, a massa e o volume
devem ser medidos em corpos de prova com teor de umidade de
12%.
Imagem ilustrativa 2 –
Formula de densidade básica
Imagem ilustrativa 3 –
Formula de densidade
aparente
ENSAIO ESTABILIDADE DIMENSIONAL DA MADEIRA
A estabilidade dimensional da madeira é caracterizada
pelas propriedades de retração e inchamento seja a madeira
considerada um material ortótropo, com direções preferenciais
1, 2 e 3, correspondentes às direções axial, radial e tangencial,
respectivamente. Devem ser determinadas a retração
tangencial, radial, axial, o inchamento tangencial, radial e o
axial.
A variação volumétrica é determinada em função das
dimensões do corpo-de-prova nos estados saturado e seco.
Para o estudo da retratibilidade o corpo-de-prova deve conter
umidade acima do ponto de saturação das fibras. Quando o
teor de umidade for menor que o ponto de saturação das fibras,
deve-se reumidificar o corpo-de-prova.
Para o estudo do inchamento, o corpo-de-prova deve estar
seco. Normalmente se utiliza o mesmo tipo de corpo-de-prova
empregado para o estudo da retratibilidade.
Imagem ilustrativa 4 – Formula
de deformação especifica
Imagem ilustrativa 5 – Formula
de variação volumétrica
ENSAIO COMPRESSÃO PARALELAAS FIBRAS
A rigidez da madeira na direção paralela às fibras deve ser
determinada por seu módulo de elasticidade, obtido do trecho
linear do diagrama tensão x deformação específica, sendo
expresso em megapascals.
Para a caracterização da resistência à compressão de um
dado lote de peças delgadas, permite-se empregar corpos-de-
prova com seção transversal quadrada, com lado igual à
espessura do elemento delgado, com pelo menos 1,8 cm, e
comprimento igual a três vezes o lado da seção transversal,
ensaiando-se pelo menos 12 corpos-de-prova, extraídos
aleatoriamente de 12 diferentes peças delgada.
Imagem ilustrativa 6 – Formula
de resistência a compressão
paralela as fibras
Imagem ilustrativa 7 –
Formula de módulo de
elasticidade
ENSAIO TRAÇÃO PARALELA AS FIBRAS
Determinação da resistência e a rigidez à tração paralela
às fibras da madeira de um lote considerado homogêneo.
Máxima tensão de tração que pode atuar em um corpo-de-
prova alongado com trecho central de seção transversal
uniforme de área A e comprimento não menor que 8 √A . A
rigidez da madeira, na direção paralela às fibras, obtida pelo
ensaio de tração paralela às fibras, é caracterizada pelo módulo
de elasticidade determinado pelo trecho linear do diagrama
tensão deformação específica.
Para determinação do módulo de elasticidade devem ser
feitas medidas de deformações em pelo menos duas faces
opostas do corpo de prova e, no caso de corpo de prova com
seção circular, em duas posições diametralmente opostas. Para
a caracterização mínima de espécies pouco conhecidas, devem
ser utilizadas duas amostras, sendo uma com corpos-de-prova
saturados e outra com corpos de prova com teor de umidade em
equilíbrio com o ambiente.
Imagem ilustrativa 8 – Formula
de resistência
Imagem ilustrativa 9 – Formula
de elasticidade
ENSAIO COMPRESSÃO NORMAL AS FIBRAS
Determinação da resistência e da rigidez à compressão
normal às fibras da madeira de um lote considerado homogêneo.
A resistência à compressão normal às fibras é o valor
convencional determinado pela deformação específica residual de
2%, obtida em um ensaio de compressão uniforme em corpos de
prova prismáticos.
O corpo-de-prova deve ter forma prismática, com seção
transversal quadrada de 5,0 cm de lado e altura, na direção
tangencial, de 10 cm.
Imagem ilustrativa 10 –
Formula de elasticidade
ENSAIO TRAÇÃO NORMAL AS FIBRAS
A resistência à tração normal às fibras da madeira é dada pela máxima
tensão de tração que pode atuar em um corpo de prova alongado com trecho
central de seção transversal uniforme de área A e comprimento não menor que
2,5 √A , com extremidades mais resistentes que o trecho central e com
concordâncias que garantam a ruptura no trecho central.
A resistência à tração normal às fibras determinada por meio do corpo de
prova deve ser utilizada apenas para estudos comparativos entre diferentes
espécies de madeira, não devendo ser aplicada na avaliação da segurança das
estruturas de madeira.
ENSAIO CISALHAMENTO
A resistência ao cisalhamento paralelo às fibras da
madeira é dada pela máxima tensão de cisalhamento que pode
atuar na seção crítica de um corpo de prova prismático.
Para o ajuste do corpo-de-prova na máquina de ensaio
deve-se utilizar uma rótula entre o atuador e o corpo de prova.
O carregamento deve ser monotônico crescente,
correspondente a uma taxa de 2,5 MPa/min.
Imagem ilustrativa 12 –
Formula de resistência de
cisalhamento
ENSAIO DE FENDILHAMENTO
A resistência ao fendilhamento é um valor
convencional, dependente da forma e das distâncias entre
os lados do corpo de prova. Esta propriedade deve ser
utilizada apenas para estudo comparativo entre espécies
de madeira.
O corpo-de-prova deve ser fabricado de preferência
com o plano da seção crítica perpendicular à direção
radial da madeira.
Para a caracterização mínima de espécies pouco
conhecidas, devem ser utilizadas duas amostras, sendo
uma com corpos-de-prova saturados e outra com corpos
de prova com teor de umidade em equilíbrio com o
ambiente.
A determinação do teor de umidade deve ser feita
por meio dos procedimentos estabelecido.
Imagem ilustrativa 13 – Formula
de resistência de fendilhamento
ENSAIO DE FLEXÃO
A resistência da madeira à flexão é um valor
convencional, dado pela máxima tensão que pode atua em
um corpo-de-prova no ensaio de flexão simples, calculado
com a hipótese de a madeira ser um material elástico. A
rigidez da madeira à flexão é caracterizada pelo módulo de
elasticidade determinado no trecho linear do diagrama carga
x deslocamento.
No ensaio, o corpo-de-prova deve ser vinculado a dois
apoios articulados móveis, com vão livre entre apoios de 21
h, sendo o equilíbrio do sistema garantido pelo atrito com o
atuador. No ensaio para determinação da resistência à flexão,
o carregamento deve ser monotônico crescente, com uma
taxa de 10 MPa/min.
Imagem ilustrativa 14–
Formula de resistência de
flexão
ENSAIO DE DUREZA
A dureza da madeira proposta por Janka é
determinada convencionalmente pela tensão que atua
em uma das faces de um corpo de prova prismático,
produz a penetração de uma semi-esfera de aço com
área diametral de 1 cm2.
Para aplicar o carregamento ao corpo-de-prova
deve-se utilizar um dispositivo especial entre o
atuador e o corpo de prova. O ensaio deve ser feito
nas direções paralela e normal às fibras da madeira.
Imagem ilustrativa 15 –
Formula de dureza
ENSAIO DE RESISTENCIAAO IMPACTO NA FELXÃO
A resistência ao impacto à flexão é definida
pela razão entre a energia necessária à fratura do
corpo de prova e a área da seção transversal deste,
expressa em quilojoules por metro quadrado.
O corpo-de-prova deve ser apoiado sobre dois
apoios cilíndricos de 15 mm de raio, com 24 cm ±
0,1 cm de distância entre os seus eixos.
Imagem ilustrativa 16 – corpo
de prova para o ensaio
ENSAIO DE EMBUTIMENTO
A resistência de embutimento é definida
pela razão entre a força Fe que causa a
deformação específica residual de 2% e a área
de embutimento do pino Ae= td. O corpo de
prova para a resistência de embutimento na
direção paralela às fibras deve ter forma
prismática, de seção retangular de 8 d de
largura e 2 d.
Para a resistência de embutimento na
direção normal às fibras, o corpo-de-prova
deve ter as mesmas dimensões anteriores,
tomando-se o eixo maior na direção normal às
fibras da madeira.
Imagem 17 – corpo de prova para ensaio
Imagem 18 – Diagrama tensão x
deformação específica de embutimento
ENSAIO CISALHAMENTO NA LAMINA DE COLA
A resistência ao cisalhamento na lâmina de cola paralelo às fibras
da madeira laminada colada é dada pela máxima tensão de
cisalhamento que pode atuar na lâmina de cola de um corpo-de-prova
prismático. O corpo-de-prova deve ter, de preferência, o plano da
lâmina de cola perpendicular à direção radial da madeira.
ENSAIO TRAÇÃO NORMAL Á LAMINA DE COLA
A resistência da lâmina de cola à tração normal da
madeira laminada colada é dada pela máxima tensão de
tração que pode atuar em um corpo-de-prova alongado com
trecho central de seção transversal uniforme de área Ag e
comprimento não menor que 2,5 √A , com extremidades
mais resistentes que o trecho central e com concordâncias
que garantam a ruptura no trecho central.
Para o ajuste do corpo-de-prova na máquina de ensaio
mecânico deve-se utilizar uma rótula entre o atuador e o
corpo de prova.
Imagem ilustrativa 19 –
formula de resistência
ENSAIO DE RESISTENCIA DAS EMENDAS DENTADAS E
BISELADAS
A resistência das emendas dentadas e biseladas à
tração paralela às fibras da madeira laminada colada é
determinada convencionalmente pela razão entre a máxima
força de tração aplicada a um corpo-de-prova alongado e a
área, do trecho da emenda.
Para a determinação da resistência das emendas
dentadas e biseladas, as medidas do comprimento e do
diâmetro do trecho central dos corpos-de-prova devem ser
feitas com exatidão de 0,1 mm.
Para o ajuste do corpo-de-prova na máquina de ensaios
mecânicos deve-se utilizar uma rótula entre o atuador e o
corpo-de-prova. O carregamento deve ser monotônico
crescente, correspondente a uma taxa de 10 MPa/min.
Imagem ilustrativa 20 – Corpo
de prova para o ensaio de
resistência de emendas
Uma das etapas de uma é uma obra é a cobertura, que tem como principal objetivo
a proteção contra ventos, chuvas e também para garantir sua isolação do meio externo.
Por estes motivos, em um projeto arquitetônico deve-se tomar bastante atenção com este
item. No mercado atualmente há vários modelos e tamanhos de telhas disponíveis e sua
escolha poderá depender do tipo de edificação a ser construída.
As telhas fibrocimento são muito utilizadas em construções comerciais, rurais e
moradias populares devido ao seu baixo custo, podendo ser utilizadas em estruturas com
grandes vãos. Estas devem atender as disposições da norma reguladora – NR7581 e .
TELHAS DE FIBROCIMENTO
Imagem ilustrativa 21.
 Antes de se iniciar a instalação desses materiais, deve-se verificar o vão livre máximo, a
inclinação mínima da telha escolhida e a sobreposição correta de cada telha
(comprimento e largura).
 Utilizar ferramentas apropriadas e EPI´s, assim como os acessórios e fixações
complementares obrigatórios.
 A garantia deste produto está diretamente ligada à correta instalação.
 Deve-se procurar sempre profissionais capacitados para a execução do trabalho.
 Nunca deve-se pisar diretamente sobre as telhas. Tábuas podem ser colocadas nos dois
sentidos, de modo a permitir livre movimentação dos montadores.
TELHAS DE FIBROCIMENTO
Imagem ilustrativa 22 – Tipos de telhas de fibrocimento.
A Telha de Fibrocimento Ondulada é versátil e se adapta
perfeitamente a todos os tipos de cobertura. Modelos:
 5 mm
 6 mm
 8 mm
 Características técnicas:
 Composição:
Cimento Reforçado com Fio Sintético (Tecnologia CRFS).
TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDULADA
Imagem ilustrativa 23.
 Para evitar o remonte de quatro espessuras, os cantos das telhas intermediárias deverão
ser cortados em diagonal. O corte de canto é obrigatório, pois evita o surgimento de
frestas, que possibilitam a entrada de luz e água, além de evitar deformações nas telhas.
 Não se deve deixar as telhas soltas sobre a estrutura de apoio sem que a fixação esteja
completa.
 Deve ser evitado martelar com excessiva força os pregos de fixação sob risco de trincas
nas telhas.
 Os equipamentos de segurança são necessários para execução de serviço em altura. a
distribuir os esforços nos pontos de apoio das telhas. Se o telhado for muito inclinado,
amarre as madeiras.
TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDULADA
Imagem ilustrativa 24 – Medidas.
 Melhor acabamento.
 Resistente a intempéries.
 Durabilidade e flexibilidade.
TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDULADA
Imagem ilustrativa 25 – Larguras e condições de fixação.
 A Telha de Fibrocimento Ondina tem um design que deixa as
coberturas mais bonitas. Além disso, é um produto fácil de montar, o
que torna o projeto mais econômico e prático. Tipos:
4 mm
 Características técnicas:
 Norma atendida:
NBR 15210 (2013/2014).
 Composição:
Cimento Reforçado com Fio Sintético (Tecnologia CRFS).
 Acessórios:
Cumeeira articulada
Espigão de abas planas
TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDINA
Imagem ilustrativa 26 –
Medidas.
Esquema de montagem:
 A montagem deve ser iniciada do beiral para o ponto alto do telhado (cumeeira).
 As águas opostas devem ser montadas simultaneamente, no sentido contrário aos
ventos predominantes.
TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDINA
Imagem ilustrativa 27.
Fixação:
 Utilizar um prego zincado 18 x 36 na crista da 2ª onda, acompanhado de arruela
plástica, em cada linha de fixação.
 Em caso de coberturas definitivas, deve-se prever a utilização de Selamax - Adesivo
PU (poliuretano) em cada prego, entre a arruela e a telha.
TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDINA
Imagem ilustrativa 29 – Fixação de pregos.Imagem ilustrativa 28 – Medidas da telha.
Peças complementares:
 Espigão de abas planas:
Peça utilizada no arremate junto à linha 27% e 58%, fornecidos em duas peças, superior de
espigão, fabricada nas inclinações e inferior, que deverão recobrir as telhas em 20 cm. de 27%
e 36%.
 Cumeeira articulada:
Utilizada em telhados de duas águas para inclinações entre 27% e 58%, fornecidos em duas
peças, superior de espigão, fabricada nas inclinações e inferior, que deverão recobrir as telhas
em 20 cm.
TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDINA
Imagem 30 – Espigão de abas planas.
Imagem 31 – Cumeeira articulada.
 A Telha de Fibrocimento Ondina Plus é versátil, possui um design diferenciado, devido à
sua cor cerâmica, e é ideal para construções residenciais com telhados aparentes. Tipos:
4 mm
5 mm
 Características técnicas:
 Medidas:
TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDINA PLUS
 O esquema de montagem e de fixação são os mesmos das telhas citadas
anteriormente.
 Peças complementares:
TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDINA PLUS
Imagem 32 – Peças complementares para a montagem da telha ondina plus.
 De fácil montagem, igual às citadas anteriormente, a Telha de Fibrocimento Fibrotex
proporciona praticidade e economia para coberturas de baixo custo. É ideal para
canteiros de obras e outros tipos de coberturas provisórias.
 Características técnicas:
 Medidas:
TELHAS DE FIBROCIMENTO FIBROTEX
Imagem ilustrativa 33.
Pregos:
 Pregos zincados 18 x 27, são utilizados na
fixação das telhas e peças complementares,
em apoios de madeira, juntamente com a
arruela plástica.
 Utilizar dois pregos 18 x 27 nas cristas das
2ª e 5ª ondas, acompanhados de arruela
plástica em cada linha de fixação. A mesma
informação vale para as cumeeiras.
Peças complementares:
Cumeeira articulada:
 Fabricada em duas peças, superior e
inferior, que se unem por articulação,
adaptando-se a inclinações de 15° (27%) a
30° (58%).
 As cumeeiras podem ser fixadas em
conjunto com as telhas.
TELHAS DE FIBROCIMENTO FIBROTEX
Imagem ilustrativa 34 – Prego.
Imagem ilustrativa 35 – Medidas.
Espigão de abas planas:
 Peça utilizada no arremate junto à linha
de espigão, fabricada nas inclinações de
27% e 36%.
Aplicação e montagem:
 Deve-se fixar no apoio central o topo da
peça com 1 prego zincado e arruela
plástica.
TELHAS DE FIBROCIMENTO FIBROTEX
Imagem 37 – Montagem de espigão plano.
Imagem 36 – Medidas.
 A Telha de Fibrocimento Onda 50 possui ondas suaves e um design moderno,
sendo uma excelente opção para obras, como construções residenciais, comerciais,
estacionamentos, indústrias e galpões de pequeno e médio porte.
 Características técnicas:
 Medidas:
TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDA 50
Imagem ilustrativa 38
Esquema de montagem:
 Para evitar o remonte de quatro espessuras, os cantos das telhas intermediárias
deverão ser cortados em diagonal. O corte de canto é obrigatório, pois evita o
surgimento de frestas, que possibilitam a entrada de luz e água, além de evitar
deformações nas telhas.
 Fixação:
TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDA 50
Imagem ilustrativa 39.
 Fixação:
O apoio da telha sobre as terças deve ser no mínimo de 5 cm no
sentido do seu comprimento.
TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDA 50
Imagem ilustrativa 40.
Fixadores de aba:
Deve-se utilizar 01 fixador autotravante de abas no centro do vão, sempre
que este for maior ou igual a 2,10 m. Quando o balanço for maior ou igual
a 0,50 m, utilizar 01 fixador autotravante a 0,10 m de sua extremidade.
Calço plástico:
Peça que serve de calço para as telhas proporcionando um conjunto
uniforme.
TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDA 50
Imagem ilustrativa 41 – Medidas. Imagem ilustrativa 42 – Calço plástico.
TELHAS DE FIBROCIMENTO MAXIPLAC
Recobr. mínimo longitudinal:
5° a 10° = 20 cm ou 14 cm c/ cordão
de vedação acima de 10° = 14 cm
Recobr. máximo longitudinal:
40 cm
Inclinação mínima:
2° (3%) s/ recobrimento longitudinal
5° (9%) c/ recobrimento longitudinal
Balanço máximo sem calha:
6 mm = 0,80 m
8 mm = 1,00 m
 Medidas:
Imagem ilustrativa 43.
Imagem ilustrativa 44 – Medidas.
TELHAS DE FIBROCIMENTO MAXIPLAC
O esquema de montagem é o mesmo da telha 50.
Fixação:
Fixadores de telhas:
Utiliza-se 03 fixações nas telhas de beiral e 02
nas telhas intermediárias nas cristas da 2ª e 3ª
ondas.
Fixadores de abas:
Utilizar 02 fixadores de abas para cada
sobreposição lateral para as telhas de 4,10 e 4,60
m, dividindo o vão em três partes iguais.
Imagem ilustrativa 45
Imagem ilustrativa 46 – Fixadores
Acessórios:
 Cumeeira articulada
 Cumeeira com lanternim
 Cumeeira normal
 Cumeeira shed
 Rufo
 Telha com claraboia
 Terminal para beiral
 Pingadeira
 Placa de ventilação
TELHAS DE FIBROCIMENTO MAXIPLAC
Imagem ilustrativa 47 –
Cumeeira articulada.
Imagem ilustrativa 48 –
Cumeeira com lanternim.
Imagem ilustrativa 49 –
Cumeeira normal.
Imagem ilustrativa 49 –
Cumeeira shed.
Imagem ilustrativa 50.
 Com linhas suaves e design arrojado, a Telha de Fibrocimento Kalheta tem
grande versatilidade e pode ser usada tanto em construções residências quanto
em obras industriais. Independente da aplicação, o produto sempre adicionará
muito estilo ao projeto.
 Características técnicas:
 Tipo: 8mm
TELHAS DE FIBROCIMENTO KALHETA
Imagem ilustrativa 51 – Medidas.
 O esquema de montagem e o fixação é o mesmo da telha maxiplac.
TELHAS DE FIBROCIMENTO KALHETA
Imagem ilustrativa 52
 Colocar 01 fixador de abas no centro do balanço quando for
superior a 0,5 m.
 Sempre que o vão central for inferior a 4,00 m, coloque 2
fixadores de abas dividindo o vão em partes iguais. Para vãos
iguais ou superiores a 4,00 m, colocar 3 fi xadores.
TELHAS DE FIBROCIMENTO KALHETA
Imagem ilustrativa 53.
 O esquema de montagem é o mesmo da telha kalheta.
 Características técnicas:
TELHAS DE FIBROCIMENTO KALHETÃO 90
Imagem ilustrativa 54 – Cobertura com
kalhetão.
Imagem ilustrativa 55 – Medidas.
É obrigatório o uso das seguintes peças complementares de fixação:
fixadores de abas, suporte de abas, tirantes, afastadores e travas.
1 – Fixadores de telhas
 Sobre estrutura de madeira, concreto ou metálicos, coloca-se um
fixador nos recobrimentos por linha de apoio. Em telhas de
extremidade com lateral desprotegida, acrescentar um parafuso Ø
8 mm na nervura central.
TELHAS DE FIBROCIMENTO KALHETÃO 90
Imagem ilustrativa 56.
2 – Fixadores de abas:
Nos recobrimentos laterais entre telhas coloca-se um fixador de abas, a 20 cm de cada
extremidade e preencher o espaço entre eles com fixadores de abas a cada 1,50 m.
3 – Suporte de abas
Coloca-se um apoiador de abas por linha de apoio nas abas externas, das telhas de
extremidade.
Tipos: Bucha universal para oco em nylon com Ø 10 mm e comprimento de 60 mm,
acompanhada de parafuso com cabeça sextavada e conjunto de vedação elástica
(arruela metálica + arruela de borracha).
TELHAS DE FIBROCIMENTO KALHETÃO 90
Imagem ilustrativa 57.
Imagem ilustrativa 58.
4 – Tirantes
Nas telhas de extremidade lateral, coloca-se três tirantes dividindo o vão em partes
iguais, exceto nas telhas de 3,00 e 3,70 m que necessitam de apenas um tirante no
centro do vão. Quando o balanço destas for superior a 0,50 m colocar um tirante
dividindo-o ao meio.
5 – Afastadores
Coloca-se dois afastadores por telha quando houver recobrimentos longitudinais.
6 – Travas
Coloca-se uma trava na telha na linha de apoio superior
TELHAS DE FIBROCIMENTO KALHETÃO 90
Imagem ilustrativa 59.
Imagem ilustrativa 60.
Imagem ilustrativa 61.
A Telha de Fibrocimento Colonial é uma telha inovadora, que entra no mercado
com um novo conceito, aliando estética, praticidade e economia em um único
produto. Por cobrir vãos maiores no telhado, seu processo de instalação utiliza uma
estrutura com menos madeiramento. O resultado ao usar a Telha de Fibrocimento
Colonial é um telhado com instalação rápida, leve, econômica e com um design
diferenciado.
 Características técnicas:
TELHAS DE FIBROCIMENTO COLONIAL
Imagem ilustrativa 62 – Construção com telha
colonial.
Esquema de montagem:
 Dados para cálculo do madeiramento
O telhado deve ser construído respeitando as
medidas sugeridas:
Galga: 53 cm
Beiral máximo: 10 cm
Inclinação mínima: 15° (26%)
Rendimento: 2,5 telhas/m²
Peso: 15 kg/m²
Para a instalação da primeira fiada de telha, é
necessário a utilização de uma ripa adicional de 1
cm de espessura, para conferir inclinação e
alinhamento corretos ao telhado.
TELHAS DE FIBROCIMENTO COLONIAL
Imagem ilustrativa 63.
Fixação:
 Para fixação da Telha Colonial, utilize
parafusos ponta bico metal com 4,5 x 25 mm
ou ganchos de maior comprimento. Fixe as
telhas conforme a indicação.
 A pintura é opcional e confere beleza e
durabilidade às telhas. Procedimentos: as
telhas, previamente limpas e isentas de pó,
devem ser pintadas na face superior.
TELHAS DE FIBROCIMENTO COLONIAL
Imagem ilustrativa 64.
 Peças complementares: Cumeeira e espigão
Para instalação das cumeeiras e espigões, deve-se
obedecer às seguintes etapas:
 Instalar um caibro-guia no topo do telhado, que
servirá de apoio para a fixação das peças
complementares.
 Desenrolar a fixa-cumeeira ao longo do
telhado, ajustando-a com as mãos.
 Instalar a cumeeira ao longo do telhado,
respeitando a sobreposição de 50 mm.
Recomenda-se a utilização de um parafuso
ponta broca para madeira de 70 mm de
comprimento em cada peça.
 A junção da linha de espigão com a cumeeira
deve ser ajustada na obra.
TELHAS DE FIBROCIMENTO COLONIAL
Imagem ilustrativa 65.
 Mais iluminação, que resulta em economia de energia. A Telha Translúcida
proporciona beleza, conforto e economia, uma vez que permite a entrada de até
70% da luz que incide sobre o telhado e distribuem a luminosidade natural por todo
o ambiente. Produzida em PP (polipropileno), é durável, resistente aos raios solares
e prática na instalação.
 Tipos:
Translúcida Onda 075 Fibrotex
Translúcida Onda 177 Ondulada
 + Economia de energia
 + Leveza
 Facilita a difusão da luz
 Melhor relação custo-benefício
 Não amarela
 Ótima iluminação: 70% de transmissão de luz
 Reciclável
 Resiste a raios UV
 + Durabilidade
 + Flexibilidade
TELHAS DE FIBROCIMENTO TRANSLÚCIDAS
Imagem ilustrativa 66 – Telhas translúcidas.
CONCLUSÃO
 As telhas de fibrocimento são muito utilizadas em construções
comerciais mas, nos últimos anos vem sendo utilizadas em construções
residências de altos padrões devido a possibilidade de conseguir
resultados estéticos satisfatórios.
 O fibrocimento além de ser um material muito resistente e de longa
duração apresenta também um baixo custo, facilitando assim a sua
utilização em obras econômicas como moradias populares.
 Outro ponto importante é a questão do madeiramento. Utilizando este
tipo de telha, o custo da obra com a estrutura de madeira será muito
menor.
 Este tipo de telha também poderá receber pintura acrílica a base de
d’agua a fim de melhorar o desempenho térmico em regiões onde a
temperatura externa é mais elevada. São uma solução ideal para
projetos, sejam eles residenciais, industriais ou comerciais.

Ensaios da madeira e telhas fibrocimento - Curso de Engenharia Civil

  • 1.
    INSTITUTO LUTERANO DEENSINO SUPERIOR DE ITUMBIARA – GOIÁS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL 4º PERÍODO “A” ENSAIOS DA MADEIRA E MONTAGEM DE TELHA FIBROCIMENTO Andresa Martins Souza Debora Vieira Souza Silva Guilherme Henrique dos Santos Ramos Hudson Silva Marques João Gabriel Simão Baliano Prof: Mohammed Adel Arif AGOSTO 2017/2
  • 2.
    JUSTIFICATIVA Este trabalho foirealizado afim de adquirir novos conhecimentos a cerca da construção civil, para se ressaltar a importância alguns dos ensaios feitos com madeiras, os quais são de suma importância para que este material seja corretamente utilizado, tenha um melhor aproveitamento e durabilidade em obras. E também da correta instalação de telhas de fibrocimento.
  • 3.
    OBJETIVO  Apresentar métodosde ensaio para determinação de propriedades das madeiras altamente utilizada construções bem como para projeto de estruturas, tendo em vista a caracterização completa das madeiras, a caracterização mínima e a simplificada.  E também, discorrer sobre a variedade das telhas de fibrocimento e os seus respectivos métodos de montagens.
  • 4.
    ENSAIO DE UMIDADE Oteor de umidade é determinado para orientar a escolha de métodos de prevenção da madeira. O corpo-de-prova deve ter seção transversal retangular, com dimensões nominais de 2,0 cm x 3,0 cm e comprimento, ao longo das fibras, de 5,0 cm. Na fabricação dos corpos-de-prova devem ser utilizadas ferramentas afiadas para se evitar a chamada “queima” de suas faces, que pode provocar uma perda de água imediata, prejudicial à determinação da real umidade da amostra. Imagem ilustrativa 1 – Formula de umidade
  • 5.
    ENSAIO DE DENSIDADE Asdensidades básica e aparente de um lote de madeira considerado homogêneo. Os corpos de prova devem ter forma prismática com seção transversal retangular de 2,0 cm x 3,0 cm de lado e comprimento ao longo das fibras de 5,0 cm. Se a distância radial entre os anéis de crescimento for maior que 4 mm, a seção transversal do corpo de prova deve ser aumentada para abranger pelo menos cinco anéis de crescimento. Na determinação da densidade aparente, a massa e o volume devem ser medidos em corpos de prova com teor de umidade de 12%. Imagem ilustrativa 2 – Formula de densidade básica Imagem ilustrativa 3 – Formula de densidade aparente
  • 6.
    ENSAIO ESTABILIDADE DIMENSIONALDA MADEIRA A estabilidade dimensional da madeira é caracterizada pelas propriedades de retração e inchamento seja a madeira considerada um material ortótropo, com direções preferenciais 1, 2 e 3, correspondentes às direções axial, radial e tangencial, respectivamente. Devem ser determinadas a retração tangencial, radial, axial, o inchamento tangencial, radial e o axial. A variação volumétrica é determinada em função das dimensões do corpo-de-prova nos estados saturado e seco. Para o estudo da retratibilidade o corpo-de-prova deve conter umidade acima do ponto de saturação das fibras. Quando o teor de umidade for menor que o ponto de saturação das fibras, deve-se reumidificar o corpo-de-prova. Para o estudo do inchamento, o corpo-de-prova deve estar seco. Normalmente se utiliza o mesmo tipo de corpo-de-prova empregado para o estudo da retratibilidade. Imagem ilustrativa 4 – Formula de deformação especifica Imagem ilustrativa 5 – Formula de variação volumétrica
  • 7.
    ENSAIO COMPRESSÃO PARALELAASFIBRAS A rigidez da madeira na direção paralela às fibras deve ser determinada por seu módulo de elasticidade, obtido do trecho linear do diagrama tensão x deformação específica, sendo expresso em megapascals. Para a caracterização da resistência à compressão de um dado lote de peças delgadas, permite-se empregar corpos-de- prova com seção transversal quadrada, com lado igual à espessura do elemento delgado, com pelo menos 1,8 cm, e comprimento igual a três vezes o lado da seção transversal, ensaiando-se pelo menos 12 corpos-de-prova, extraídos aleatoriamente de 12 diferentes peças delgada. Imagem ilustrativa 6 – Formula de resistência a compressão paralela as fibras Imagem ilustrativa 7 – Formula de módulo de elasticidade
  • 8.
    ENSAIO TRAÇÃO PARALELAAS FIBRAS Determinação da resistência e a rigidez à tração paralela às fibras da madeira de um lote considerado homogêneo. Máxima tensão de tração que pode atuar em um corpo-de- prova alongado com trecho central de seção transversal uniforme de área A e comprimento não menor que 8 √A . A rigidez da madeira, na direção paralela às fibras, obtida pelo ensaio de tração paralela às fibras, é caracterizada pelo módulo de elasticidade determinado pelo trecho linear do diagrama tensão deformação específica. Para determinação do módulo de elasticidade devem ser feitas medidas de deformações em pelo menos duas faces opostas do corpo de prova e, no caso de corpo de prova com seção circular, em duas posições diametralmente opostas. Para a caracterização mínima de espécies pouco conhecidas, devem ser utilizadas duas amostras, sendo uma com corpos-de-prova saturados e outra com corpos de prova com teor de umidade em equilíbrio com o ambiente. Imagem ilustrativa 8 – Formula de resistência Imagem ilustrativa 9 – Formula de elasticidade
  • 9.
    ENSAIO COMPRESSÃO NORMALAS FIBRAS Determinação da resistência e da rigidez à compressão normal às fibras da madeira de um lote considerado homogêneo. A resistência à compressão normal às fibras é o valor convencional determinado pela deformação específica residual de 2%, obtida em um ensaio de compressão uniforme em corpos de prova prismáticos. O corpo-de-prova deve ter forma prismática, com seção transversal quadrada de 5,0 cm de lado e altura, na direção tangencial, de 10 cm. Imagem ilustrativa 10 – Formula de elasticidade
  • 10.
    ENSAIO TRAÇÃO NORMALAS FIBRAS A resistência à tração normal às fibras da madeira é dada pela máxima tensão de tração que pode atuar em um corpo de prova alongado com trecho central de seção transversal uniforme de área A e comprimento não menor que 2,5 √A , com extremidades mais resistentes que o trecho central e com concordâncias que garantam a ruptura no trecho central. A resistência à tração normal às fibras determinada por meio do corpo de prova deve ser utilizada apenas para estudos comparativos entre diferentes espécies de madeira, não devendo ser aplicada na avaliação da segurança das estruturas de madeira.
  • 11.
    ENSAIO CISALHAMENTO A resistênciaao cisalhamento paralelo às fibras da madeira é dada pela máxima tensão de cisalhamento que pode atuar na seção crítica de um corpo de prova prismático. Para o ajuste do corpo-de-prova na máquina de ensaio deve-se utilizar uma rótula entre o atuador e o corpo de prova. O carregamento deve ser monotônico crescente, correspondente a uma taxa de 2,5 MPa/min. Imagem ilustrativa 12 – Formula de resistência de cisalhamento
  • 12.
    ENSAIO DE FENDILHAMENTO Aresistência ao fendilhamento é um valor convencional, dependente da forma e das distâncias entre os lados do corpo de prova. Esta propriedade deve ser utilizada apenas para estudo comparativo entre espécies de madeira. O corpo-de-prova deve ser fabricado de preferência com o plano da seção crítica perpendicular à direção radial da madeira. Para a caracterização mínima de espécies pouco conhecidas, devem ser utilizadas duas amostras, sendo uma com corpos-de-prova saturados e outra com corpos de prova com teor de umidade em equilíbrio com o ambiente. A determinação do teor de umidade deve ser feita por meio dos procedimentos estabelecido. Imagem ilustrativa 13 – Formula de resistência de fendilhamento
  • 13.
    ENSAIO DE FLEXÃO Aresistência da madeira à flexão é um valor convencional, dado pela máxima tensão que pode atua em um corpo-de-prova no ensaio de flexão simples, calculado com a hipótese de a madeira ser um material elástico. A rigidez da madeira à flexão é caracterizada pelo módulo de elasticidade determinado no trecho linear do diagrama carga x deslocamento. No ensaio, o corpo-de-prova deve ser vinculado a dois apoios articulados móveis, com vão livre entre apoios de 21 h, sendo o equilíbrio do sistema garantido pelo atrito com o atuador. No ensaio para determinação da resistência à flexão, o carregamento deve ser monotônico crescente, com uma taxa de 10 MPa/min. Imagem ilustrativa 14– Formula de resistência de flexão
  • 14.
    ENSAIO DE DUREZA Adureza da madeira proposta por Janka é determinada convencionalmente pela tensão que atua em uma das faces de um corpo de prova prismático, produz a penetração de uma semi-esfera de aço com área diametral de 1 cm2. Para aplicar o carregamento ao corpo-de-prova deve-se utilizar um dispositivo especial entre o atuador e o corpo de prova. O ensaio deve ser feito nas direções paralela e normal às fibras da madeira. Imagem ilustrativa 15 – Formula de dureza
  • 15.
    ENSAIO DE RESISTENCIAAOIMPACTO NA FELXÃO A resistência ao impacto à flexão é definida pela razão entre a energia necessária à fratura do corpo de prova e a área da seção transversal deste, expressa em quilojoules por metro quadrado. O corpo-de-prova deve ser apoiado sobre dois apoios cilíndricos de 15 mm de raio, com 24 cm ± 0,1 cm de distância entre os seus eixos. Imagem ilustrativa 16 – corpo de prova para o ensaio
  • 16.
    ENSAIO DE EMBUTIMENTO Aresistência de embutimento é definida pela razão entre a força Fe que causa a deformação específica residual de 2% e a área de embutimento do pino Ae= td. O corpo de prova para a resistência de embutimento na direção paralela às fibras deve ter forma prismática, de seção retangular de 8 d de largura e 2 d. Para a resistência de embutimento na direção normal às fibras, o corpo-de-prova deve ter as mesmas dimensões anteriores, tomando-se o eixo maior na direção normal às fibras da madeira. Imagem 17 – corpo de prova para ensaio Imagem 18 – Diagrama tensão x deformação específica de embutimento
  • 17.
    ENSAIO CISALHAMENTO NALAMINA DE COLA A resistência ao cisalhamento na lâmina de cola paralelo às fibras da madeira laminada colada é dada pela máxima tensão de cisalhamento que pode atuar na lâmina de cola de um corpo-de-prova prismático. O corpo-de-prova deve ter, de preferência, o plano da lâmina de cola perpendicular à direção radial da madeira.
  • 18.
    ENSAIO TRAÇÃO NORMALÁ LAMINA DE COLA A resistência da lâmina de cola à tração normal da madeira laminada colada é dada pela máxima tensão de tração que pode atuar em um corpo-de-prova alongado com trecho central de seção transversal uniforme de área Ag e comprimento não menor que 2,5 √A , com extremidades mais resistentes que o trecho central e com concordâncias que garantam a ruptura no trecho central. Para o ajuste do corpo-de-prova na máquina de ensaio mecânico deve-se utilizar uma rótula entre o atuador e o corpo de prova. Imagem ilustrativa 19 – formula de resistência
  • 19.
    ENSAIO DE RESISTENCIADAS EMENDAS DENTADAS E BISELADAS A resistência das emendas dentadas e biseladas à tração paralela às fibras da madeira laminada colada é determinada convencionalmente pela razão entre a máxima força de tração aplicada a um corpo-de-prova alongado e a área, do trecho da emenda. Para a determinação da resistência das emendas dentadas e biseladas, as medidas do comprimento e do diâmetro do trecho central dos corpos-de-prova devem ser feitas com exatidão de 0,1 mm. Para o ajuste do corpo-de-prova na máquina de ensaios mecânicos deve-se utilizar uma rótula entre o atuador e o corpo-de-prova. O carregamento deve ser monotônico crescente, correspondente a uma taxa de 10 MPa/min. Imagem ilustrativa 20 – Corpo de prova para o ensaio de resistência de emendas
  • 20.
    Uma das etapasde uma é uma obra é a cobertura, que tem como principal objetivo a proteção contra ventos, chuvas e também para garantir sua isolação do meio externo. Por estes motivos, em um projeto arquitetônico deve-se tomar bastante atenção com este item. No mercado atualmente há vários modelos e tamanhos de telhas disponíveis e sua escolha poderá depender do tipo de edificação a ser construída. As telhas fibrocimento são muito utilizadas em construções comerciais, rurais e moradias populares devido ao seu baixo custo, podendo ser utilizadas em estruturas com grandes vãos. Estas devem atender as disposições da norma reguladora – NR7581 e . TELHAS DE FIBROCIMENTO Imagem ilustrativa 21.
  • 21.
     Antes dese iniciar a instalação desses materiais, deve-se verificar o vão livre máximo, a inclinação mínima da telha escolhida e a sobreposição correta de cada telha (comprimento e largura).  Utilizar ferramentas apropriadas e EPI´s, assim como os acessórios e fixações complementares obrigatórios.  A garantia deste produto está diretamente ligada à correta instalação.  Deve-se procurar sempre profissionais capacitados para a execução do trabalho.  Nunca deve-se pisar diretamente sobre as telhas. Tábuas podem ser colocadas nos dois sentidos, de modo a permitir livre movimentação dos montadores. TELHAS DE FIBROCIMENTO Imagem ilustrativa 22 – Tipos de telhas de fibrocimento.
  • 22.
    A Telha deFibrocimento Ondulada é versátil e se adapta perfeitamente a todos os tipos de cobertura. Modelos:  5 mm  6 mm  8 mm  Características técnicas:  Composição: Cimento Reforçado com Fio Sintético (Tecnologia CRFS). TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDULADA Imagem ilustrativa 23.
  • 23.
     Para evitaro remonte de quatro espessuras, os cantos das telhas intermediárias deverão ser cortados em diagonal. O corte de canto é obrigatório, pois evita o surgimento de frestas, que possibilitam a entrada de luz e água, além de evitar deformações nas telhas.  Não se deve deixar as telhas soltas sobre a estrutura de apoio sem que a fixação esteja completa.  Deve ser evitado martelar com excessiva força os pregos de fixação sob risco de trincas nas telhas.  Os equipamentos de segurança são necessários para execução de serviço em altura. a distribuir os esforços nos pontos de apoio das telhas. Se o telhado for muito inclinado, amarre as madeiras. TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDULADA Imagem ilustrativa 24 – Medidas.
  • 24.
     Melhor acabamento. Resistente a intempéries.  Durabilidade e flexibilidade. TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDULADA Imagem ilustrativa 25 – Larguras e condições de fixação.
  • 25.
     A Telhade Fibrocimento Ondina tem um design que deixa as coberturas mais bonitas. Além disso, é um produto fácil de montar, o que torna o projeto mais econômico e prático. Tipos: 4 mm  Características técnicas:  Norma atendida: NBR 15210 (2013/2014).  Composição: Cimento Reforçado com Fio Sintético (Tecnologia CRFS).  Acessórios: Cumeeira articulada Espigão de abas planas TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDINA Imagem ilustrativa 26 – Medidas.
  • 26.
    Esquema de montagem: A montagem deve ser iniciada do beiral para o ponto alto do telhado (cumeeira).  As águas opostas devem ser montadas simultaneamente, no sentido contrário aos ventos predominantes. TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDINA Imagem ilustrativa 27.
  • 27.
    Fixação:  Utilizar umprego zincado 18 x 36 na crista da 2ª onda, acompanhado de arruela plástica, em cada linha de fixação.  Em caso de coberturas definitivas, deve-se prever a utilização de Selamax - Adesivo PU (poliuretano) em cada prego, entre a arruela e a telha. TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDINA Imagem ilustrativa 29 – Fixação de pregos.Imagem ilustrativa 28 – Medidas da telha.
  • 28.
    Peças complementares:  Espigãode abas planas: Peça utilizada no arremate junto à linha 27% e 58%, fornecidos em duas peças, superior de espigão, fabricada nas inclinações e inferior, que deverão recobrir as telhas em 20 cm. de 27% e 36%.  Cumeeira articulada: Utilizada em telhados de duas águas para inclinações entre 27% e 58%, fornecidos em duas peças, superior de espigão, fabricada nas inclinações e inferior, que deverão recobrir as telhas em 20 cm. TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDINA Imagem 30 – Espigão de abas planas. Imagem 31 – Cumeeira articulada.
  • 29.
     A Telhade Fibrocimento Ondina Plus é versátil, possui um design diferenciado, devido à sua cor cerâmica, e é ideal para construções residenciais com telhados aparentes. Tipos: 4 mm 5 mm  Características técnicas:  Medidas: TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDINA PLUS
  • 30.
     O esquemade montagem e de fixação são os mesmos das telhas citadas anteriormente.  Peças complementares: TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDINA PLUS Imagem 32 – Peças complementares para a montagem da telha ondina plus.
  • 31.
     De fácilmontagem, igual às citadas anteriormente, a Telha de Fibrocimento Fibrotex proporciona praticidade e economia para coberturas de baixo custo. É ideal para canteiros de obras e outros tipos de coberturas provisórias.  Características técnicas:  Medidas: TELHAS DE FIBROCIMENTO FIBROTEX Imagem ilustrativa 33.
  • 32.
    Pregos:  Pregos zincados18 x 27, são utilizados na fixação das telhas e peças complementares, em apoios de madeira, juntamente com a arruela plástica.  Utilizar dois pregos 18 x 27 nas cristas das 2ª e 5ª ondas, acompanhados de arruela plástica em cada linha de fixação. A mesma informação vale para as cumeeiras. Peças complementares: Cumeeira articulada:  Fabricada em duas peças, superior e inferior, que se unem por articulação, adaptando-se a inclinações de 15° (27%) a 30° (58%).  As cumeeiras podem ser fixadas em conjunto com as telhas. TELHAS DE FIBROCIMENTO FIBROTEX Imagem ilustrativa 34 – Prego. Imagem ilustrativa 35 – Medidas.
  • 33.
    Espigão de abasplanas:  Peça utilizada no arremate junto à linha de espigão, fabricada nas inclinações de 27% e 36%. Aplicação e montagem:  Deve-se fixar no apoio central o topo da peça com 1 prego zincado e arruela plástica. TELHAS DE FIBROCIMENTO FIBROTEX Imagem 37 – Montagem de espigão plano. Imagem 36 – Medidas.
  • 34.
     A Telhade Fibrocimento Onda 50 possui ondas suaves e um design moderno, sendo uma excelente opção para obras, como construções residenciais, comerciais, estacionamentos, indústrias e galpões de pequeno e médio porte.  Características técnicas:  Medidas: TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDA 50 Imagem ilustrativa 38
  • 35.
    Esquema de montagem: Para evitar o remonte de quatro espessuras, os cantos das telhas intermediárias deverão ser cortados em diagonal. O corte de canto é obrigatório, pois evita o surgimento de frestas, que possibilitam a entrada de luz e água, além de evitar deformações nas telhas.  Fixação: TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDA 50 Imagem ilustrativa 39.
  • 36.
     Fixação: O apoioda telha sobre as terças deve ser no mínimo de 5 cm no sentido do seu comprimento. TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDA 50 Imagem ilustrativa 40.
  • 37.
    Fixadores de aba: Deve-seutilizar 01 fixador autotravante de abas no centro do vão, sempre que este for maior ou igual a 2,10 m. Quando o balanço for maior ou igual a 0,50 m, utilizar 01 fixador autotravante a 0,10 m de sua extremidade. Calço plástico: Peça que serve de calço para as telhas proporcionando um conjunto uniforme. TELHAS DE FIBROCIMENTO ONDA 50 Imagem ilustrativa 41 – Medidas. Imagem ilustrativa 42 – Calço plástico.
  • 38.
    TELHAS DE FIBROCIMENTOMAXIPLAC Recobr. mínimo longitudinal: 5° a 10° = 20 cm ou 14 cm c/ cordão de vedação acima de 10° = 14 cm Recobr. máximo longitudinal: 40 cm Inclinação mínima: 2° (3%) s/ recobrimento longitudinal 5° (9%) c/ recobrimento longitudinal Balanço máximo sem calha: 6 mm = 0,80 m 8 mm = 1,00 m  Medidas: Imagem ilustrativa 43. Imagem ilustrativa 44 – Medidas.
  • 39.
    TELHAS DE FIBROCIMENTOMAXIPLAC O esquema de montagem é o mesmo da telha 50. Fixação: Fixadores de telhas: Utiliza-se 03 fixações nas telhas de beiral e 02 nas telhas intermediárias nas cristas da 2ª e 3ª ondas. Fixadores de abas: Utilizar 02 fixadores de abas para cada sobreposição lateral para as telhas de 4,10 e 4,60 m, dividindo o vão em três partes iguais. Imagem ilustrativa 45 Imagem ilustrativa 46 – Fixadores
  • 40.
    Acessórios:  Cumeeira articulada Cumeeira com lanternim  Cumeeira normal  Cumeeira shed  Rufo  Telha com claraboia  Terminal para beiral  Pingadeira  Placa de ventilação TELHAS DE FIBROCIMENTO MAXIPLAC Imagem ilustrativa 47 – Cumeeira articulada. Imagem ilustrativa 48 – Cumeeira com lanternim. Imagem ilustrativa 49 – Cumeeira normal. Imagem ilustrativa 49 – Cumeeira shed. Imagem ilustrativa 50.
  • 41.
     Com linhassuaves e design arrojado, a Telha de Fibrocimento Kalheta tem grande versatilidade e pode ser usada tanto em construções residências quanto em obras industriais. Independente da aplicação, o produto sempre adicionará muito estilo ao projeto.  Características técnicas:  Tipo: 8mm TELHAS DE FIBROCIMENTO KALHETA Imagem ilustrativa 51 – Medidas.
  • 42.
     O esquemade montagem e o fixação é o mesmo da telha maxiplac. TELHAS DE FIBROCIMENTO KALHETA Imagem ilustrativa 52
  • 43.
     Colocar 01fixador de abas no centro do balanço quando for superior a 0,5 m.  Sempre que o vão central for inferior a 4,00 m, coloque 2 fixadores de abas dividindo o vão em partes iguais. Para vãos iguais ou superiores a 4,00 m, colocar 3 fi xadores. TELHAS DE FIBROCIMENTO KALHETA Imagem ilustrativa 53.
  • 44.
     O esquemade montagem é o mesmo da telha kalheta.  Características técnicas: TELHAS DE FIBROCIMENTO KALHETÃO 90 Imagem ilustrativa 54 – Cobertura com kalhetão. Imagem ilustrativa 55 – Medidas.
  • 45.
    É obrigatório ouso das seguintes peças complementares de fixação: fixadores de abas, suporte de abas, tirantes, afastadores e travas. 1 – Fixadores de telhas  Sobre estrutura de madeira, concreto ou metálicos, coloca-se um fixador nos recobrimentos por linha de apoio. Em telhas de extremidade com lateral desprotegida, acrescentar um parafuso Ø 8 mm na nervura central. TELHAS DE FIBROCIMENTO KALHETÃO 90 Imagem ilustrativa 56.
  • 46.
    2 – Fixadoresde abas: Nos recobrimentos laterais entre telhas coloca-se um fixador de abas, a 20 cm de cada extremidade e preencher o espaço entre eles com fixadores de abas a cada 1,50 m. 3 – Suporte de abas Coloca-se um apoiador de abas por linha de apoio nas abas externas, das telhas de extremidade. Tipos: Bucha universal para oco em nylon com Ø 10 mm e comprimento de 60 mm, acompanhada de parafuso com cabeça sextavada e conjunto de vedação elástica (arruela metálica + arruela de borracha). TELHAS DE FIBROCIMENTO KALHETÃO 90 Imagem ilustrativa 57. Imagem ilustrativa 58.
  • 47.
    4 – Tirantes Nastelhas de extremidade lateral, coloca-se três tirantes dividindo o vão em partes iguais, exceto nas telhas de 3,00 e 3,70 m que necessitam de apenas um tirante no centro do vão. Quando o balanço destas for superior a 0,50 m colocar um tirante dividindo-o ao meio. 5 – Afastadores Coloca-se dois afastadores por telha quando houver recobrimentos longitudinais. 6 – Travas Coloca-se uma trava na telha na linha de apoio superior TELHAS DE FIBROCIMENTO KALHETÃO 90 Imagem ilustrativa 59. Imagem ilustrativa 60. Imagem ilustrativa 61.
  • 48.
    A Telha deFibrocimento Colonial é uma telha inovadora, que entra no mercado com um novo conceito, aliando estética, praticidade e economia em um único produto. Por cobrir vãos maiores no telhado, seu processo de instalação utiliza uma estrutura com menos madeiramento. O resultado ao usar a Telha de Fibrocimento Colonial é um telhado com instalação rápida, leve, econômica e com um design diferenciado.  Características técnicas: TELHAS DE FIBROCIMENTO COLONIAL Imagem ilustrativa 62 – Construção com telha colonial.
  • 49.
    Esquema de montagem: Dados para cálculo do madeiramento O telhado deve ser construído respeitando as medidas sugeridas: Galga: 53 cm Beiral máximo: 10 cm Inclinação mínima: 15° (26%) Rendimento: 2,5 telhas/m² Peso: 15 kg/m² Para a instalação da primeira fiada de telha, é necessário a utilização de uma ripa adicional de 1 cm de espessura, para conferir inclinação e alinhamento corretos ao telhado. TELHAS DE FIBROCIMENTO COLONIAL Imagem ilustrativa 63.
  • 50.
    Fixação:  Para fixaçãoda Telha Colonial, utilize parafusos ponta bico metal com 4,5 x 25 mm ou ganchos de maior comprimento. Fixe as telhas conforme a indicação.  A pintura é opcional e confere beleza e durabilidade às telhas. Procedimentos: as telhas, previamente limpas e isentas de pó, devem ser pintadas na face superior. TELHAS DE FIBROCIMENTO COLONIAL Imagem ilustrativa 64.
  • 51.
     Peças complementares:Cumeeira e espigão Para instalação das cumeeiras e espigões, deve-se obedecer às seguintes etapas:  Instalar um caibro-guia no topo do telhado, que servirá de apoio para a fixação das peças complementares.  Desenrolar a fixa-cumeeira ao longo do telhado, ajustando-a com as mãos.  Instalar a cumeeira ao longo do telhado, respeitando a sobreposição de 50 mm. Recomenda-se a utilização de um parafuso ponta broca para madeira de 70 mm de comprimento em cada peça.  A junção da linha de espigão com a cumeeira deve ser ajustada na obra. TELHAS DE FIBROCIMENTO COLONIAL Imagem ilustrativa 65.
  • 52.
     Mais iluminação,que resulta em economia de energia. A Telha Translúcida proporciona beleza, conforto e economia, uma vez que permite a entrada de até 70% da luz que incide sobre o telhado e distribuem a luminosidade natural por todo o ambiente. Produzida em PP (polipropileno), é durável, resistente aos raios solares e prática na instalação.  Tipos: Translúcida Onda 075 Fibrotex Translúcida Onda 177 Ondulada  + Economia de energia  + Leveza  Facilita a difusão da luz  Melhor relação custo-benefício  Não amarela  Ótima iluminação: 70% de transmissão de luz  Reciclável  Resiste a raios UV  + Durabilidade  + Flexibilidade TELHAS DE FIBROCIMENTO TRANSLÚCIDAS Imagem ilustrativa 66 – Telhas translúcidas.
  • 53.
    CONCLUSÃO  As telhasde fibrocimento são muito utilizadas em construções comerciais mas, nos últimos anos vem sendo utilizadas em construções residências de altos padrões devido a possibilidade de conseguir resultados estéticos satisfatórios.  O fibrocimento além de ser um material muito resistente e de longa duração apresenta também um baixo custo, facilitando assim a sua utilização em obras econômicas como moradias populares.  Outro ponto importante é a questão do madeiramento. Utilizando este tipo de telha, o custo da obra com a estrutura de madeira será muito menor.  Este tipo de telha também poderá receber pintura acrílica a base de d’agua a fim de melhorar o desempenho térmico em regiões onde a temperatura externa é mais elevada. São uma solução ideal para projetos, sejam eles residenciais, industriais ou comerciais.