FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE JARU 
UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior 
Educação de Jovens e Adultos 
Pedagogia – 6° Período 
Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert 
2013/2 
Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
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História da Educação de Jovens e Adultos 
A Educação de Jovens e Adultos no Brasil remonta 
aos tempos coloniais, quando os religiosos exerciam uma 
ação educativa missionária com adultos. 
Sob forte influência europeia, a Constituição 
Brasileira de 1824 formalizou a garantia de uma “instrução 
primária e gratuita para todos os cidadãos”. 
Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
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Na segunda década do 
século 20, muitos movimentos 
civis, e mesmo oficiais, e 
mesmo oficiais, se 
empenharam na luta contra o 
analfabetismo, considerado 
“mal nacional” e “uma chaga 
social”. 
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O que impulsionou as grandes reformas educacionais 
do período em quase todos os estados brasileiros? 
• A pressão trazida pelos surtos de urbanização, 
nos primórdios da indústria nacional, impondo a 
necessidade de formação de uma mão de obra 
local, aliada à importância da manutenção da 
ordem social nas cidades. 
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• Os movimentos operários, fossem de inspiração 
libertária ou comunista, valorizavam a educação em 
seus pleitos e reivindicações. 
Nesta época, o Decreto n.º 16.782/A, de 13 de 
janeiro de 1925, conhecido como Lei Rocha Vaz, ou 
Reforma João Alves, estabeleceu a criação de escolas 
noturnas para adultos. 
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Na década de 40 que a 
Educação de Jovens e 
Adultos se firmou como 
questão de política 
nacional, por força da 
Constituição de 1934, e 
instituiu nacionalmente a 
obrigatoriedade e a 
gratuidade do ensino 
primário para todos. 
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O que se destacou no âmbito Nacional? 
• A criação do Fundo Nacional de Ensino Primário (1942), 
que tinha por objetivo ampliar a educação primária, de 
modo a incluir o ensino supletivo para adolescentes e 
adultos; 
• O Serviço de Educação de Adultos (SEA, de 1947), cuja 
finalidade era orientar e coordenar os planos anuais do 
ensino supletivo para adolescentes e adultos 
analfabetos; 
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• A criação de campanhas como a Campanha de Educação 
de Adolescentes e Adultos (CEAA, de 1947), que teve 
grande importância como fornecedora de infraestrutura 
aos estados e municípios para atender à educação de 
jovens e adultos; 
• A Campanha Nacional de Educação Rural (1952); 
• A Campanha Nacional de Erradicação do Analfabetismo 
(1958) 
As duas últimas, de curta duração, tiveram poucas 
realizações. 
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No início da década de 60, a 
Lei n.º 4.024/61 estabeleceu que os 
maiores de 16 anos poderiam obter 
certificado de conclusão do curso 
ginasial mediante a prestação de 
exames de madureza, e os maiores 
de 19 anos poderiam obter o 
certificado de conclusão do curso 
colegial. 
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Ainda na década de 60, difundiram-se 
as ideias de educação popular, 
acompanhando a democratização da 
escolarização básica. Estudantes e 
intelectuais desenvolviam novas 
perspectivas de cultura e educação 
junto a grupos populares, por meio 
de diferentes instituições e com 
graus variáveis de ligação com o 
Estado. 
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Destacaram-se: 
• Movimento de Educação de Base (MEB), da 
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); 
• Movimento de Cultura Popular do Recife, iniciado 
em 1961; Centros Populares de Cultura da União 
Nacional dos Estudantes (UNE); 
• Campanha De Pé no Chão Também se Aprende a 
Ler, da Secretaria Municipal de Educação de Natal; 
• Programa Nacional de Alfabetização do Ministério 
da Educação e Cultura, em 1964, que contou com a 
presença de Paulo Freire. 
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Nos seus primórdios, a 
educação de jovens e 
adultos era oferecida 
apenas em nível equivalente 
ao ensino primário; a partir 
de 1960, foi estendida ao 
curso ginasial. 
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Na década de 60, a referência principal 
para a constituição de um novo 
paradigma teórico e pedagógico foi 
dada pelo educador Paulo Freire, cujo 
papel fundamental no desenvolvimento 
da EJA no Brasil, ao destacar a 
importância da participação do povo na 
vida pública nacional e o papel da 
educação para sua conscientização. 
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Em janeiro de 1964, foi 
aprovado o Plano Nacional 
de Alfabetização, que 
previa a disseminação, por 
todo o Brasil, de programas 
de alfabetização orientados 
pela proposta de Paulo 
Freire. 
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Para enfrentar o 
analfabetismo, que persistia 
como um desafio, o governo 
militar promoveu, entre 1965 
e 1971, a expansão da 
Cruzada de Ação Básica 
Cristã (ABC), entidade 
educacional dirigida por 
evangélicos, surgida no 
Recife, para ensinar 
analfabetos. 
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Em 1967, o governo federal 
organizou o Movimento 
Brasileiro de Alfabetização 
(Mobral), iniciando uma 
campanha nacional maciça de 
alfabetização e de educação 
continuada para jovens e 
adultos. 
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Em 1971, com a Lei de 
Diretrizes e Bases da Educação 
Nacional (n.º 5.692/71), foi 
implantado o ensino supletivo. 
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Até a década de 80, o Mobral não 
parou de crescer, difundindo-se 
por todo o território nacional e 
diversificando sua atuação. Uma 
de suas iniciativas foi o Programa de 
Educação Integrada (PEI), que 
condensava o primário em poucos 
anos e abria a perspectiva de 
continuidade dos estudos aos recém 
alfabetizados do Mobral. 
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Educação de jovens e adultos

  • 1.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior Educação de Jovens e Adultos Pedagogia – 6° Período Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert 2013/2 Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 2.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior História da Educação de Jovens e Adultos A Educação de Jovens e Adultos no Brasil remonta aos tempos coloniais, quando os religiosos exerciam uma ação educativa missionária com adultos. Sob forte influência europeia, a Constituição Brasileira de 1824 formalizou a garantia de uma “instrução primária e gratuita para todos os cidadãos”. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 3.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior Na segunda década do século 20, muitos movimentos civis, e mesmo oficiais, e mesmo oficiais, se empenharam na luta contra o analfabetismo, considerado “mal nacional” e “uma chaga social”. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 4.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior O que impulsionou as grandes reformas educacionais do período em quase todos os estados brasileiros? • A pressão trazida pelos surtos de urbanização, nos primórdios da indústria nacional, impondo a necessidade de formação de uma mão de obra local, aliada à importância da manutenção da ordem social nas cidades. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 5.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior • Os movimentos operários, fossem de inspiração libertária ou comunista, valorizavam a educação em seus pleitos e reivindicações. Nesta época, o Decreto n.º 16.782/A, de 13 de janeiro de 1925, conhecido como Lei Rocha Vaz, ou Reforma João Alves, estabeleceu a criação de escolas noturnas para adultos. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 6.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior Na década de 40 que a Educação de Jovens e Adultos se firmou como questão de política nacional, por força da Constituição de 1934, e instituiu nacionalmente a obrigatoriedade e a gratuidade do ensino primário para todos. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 7.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior O que se destacou no âmbito Nacional? • A criação do Fundo Nacional de Ensino Primário (1942), que tinha por objetivo ampliar a educação primária, de modo a incluir o ensino supletivo para adolescentes e adultos; • O Serviço de Educação de Adultos (SEA, de 1947), cuja finalidade era orientar e coordenar os planos anuais do ensino supletivo para adolescentes e adultos analfabetos; Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 8.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior • A criação de campanhas como a Campanha de Educação de Adolescentes e Adultos (CEAA, de 1947), que teve grande importância como fornecedora de infraestrutura aos estados e municípios para atender à educação de jovens e adultos; • A Campanha Nacional de Educação Rural (1952); • A Campanha Nacional de Erradicação do Analfabetismo (1958) As duas últimas, de curta duração, tiveram poucas realizações. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 9.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior No início da década de 60, a Lei n.º 4.024/61 estabeleceu que os maiores de 16 anos poderiam obter certificado de conclusão do curso ginasial mediante a prestação de exames de madureza, e os maiores de 19 anos poderiam obter o certificado de conclusão do curso colegial. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 10.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior Ainda na década de 60, difundiram-se as ideias de educação popular, acompanhando a democratização da escolarização básica. Estudantes e intelectuais desenvolviam novas perspectivas de cultura e educação junto a grupos populares, por meio de diferentes instituições e com graus variáveis de ligação com o Estado. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 11.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior Destacaram-se: • Movimento de Educação de Base (MEB), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); • Movimento de Cultura Popular do Recife, iniciado em 1961; Centros Populares de Cultura da União Nacional dos Estudantes (UNE); • Campanha De Pé no Chão Também se Aprende a Ler, da Secretaria Municipal de Educação de Natal; • Programa Nacional de Alfabetização do Ministério da Educação e Cultura, em 1964, que contou com a presença de Paulo Freire. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 12.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior Nos seus primórdios, a educação de jovens e adultos era oferecida apenas em nível equivalente ao ensino primário; a partir de 1960, foi estendida ao curso ginasial. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 13.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior Na década de 60, a referência principal para a constituição de um novo paradigma teórico e pedagógico foi dada pelo educador Paulo Freire, cujo papel fundamental no desenvolvimento da EJA no Brasil, ao destacar a importância da participação do povo na vida pública nacional e o papel da educação para sua conscientização. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 14.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior Em janeiro de 1964, foi aprovado o Plano Nacional de Alfabetização, que previa a disseminação, por todo o Brasil, de programas de alfabetização orientados pela proposta de Paulo Freire. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 15.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior Para enfrentar o analfabetismo, que persistia como um desafio, o governo militar promoveu, entre 1965 e 1971, a expansão da Cruzada de Ação Básica Cristã (ABC), entidade educacional dirigida por evangélicos, surgida no Recife, para ensinar analfabetos. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 16.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior Em 1967, o governo federal organizou o Movimento Brasileiro de Alfabetização (Mobral), iniciando uma campanha nacional maciça de alfabetização e de educação continuada para jovens e adultos. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 17.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior Em 1971, com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (n.º 5.692/71), foi implantado o ensino supletivo. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos
  • 18.
    FACULDADE DE EDUCAÇÃODE JARU UNICENTRO - União Centro Rondoniense de Ensino Superior Até a década de 80, o Mobral não parou de crescer, difundindo-se por todo o território nacional e diversificando sua atuação. Uma de suas iniciativas foi o Programa de Educação Integrada (PEI), que condensava o primário em poucos anos e abria a perspectiva de continuidade dos estudos aos recém alfabetizados do Mobral. Professora Vadeilza Castilho de Araújo Bernert Pedagogia – 6° Período 2013/2 – Educação de Jovens e Adultos

Notas do Editor

  • #15 Entretanto, toda essa atividade foi suspensa por ocasião do golpe militar, quando muitos dos promotores da educação popular e da alfabetização passaram a sofrer repressão. Persistiram algumas iniciativas, desenvolvidas frequentemente em igrejas, associações de moradores, organizações de base local e outros espaços comunitários, influenciadas pelasconcepções da educação popular com intencionalidade política.