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09-10-2011




      Cursos:     Contabilidade e Auditoria
                  Contabilidade e Auditoria PL
                  Gestão e Informática



     Introdução à Contabilidade
     2010-11



                                                 1




       Introdução à Contabilidade

OBJECTIVOS DA CONTABILIDADE

 RESPONDER ÀS SEGUINTES QUESTÕES:

  A EMPRESA É LUCRATIVA?
   COMO É OBTIDO O LUCRO?
  O QUE ACONTECEU NO ANO ANTERIOR?
  A EMPRESA ESTÁ MUITO ENDIVIDADA?
   QUE TIPO DE INVESTIMENTOS FORAM REALIZADOS?



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             Introdução à Contabilidade

A CONTABILIDADE – PODE SER DEFINIDA COMO UMA TÉCNICA DE
REGISTO DE FACTOS PATRIMONIAIS QUE OCORREM NA EMPRESA
POR FORMA A SE PODER CONHECER EM QUALQUER ALTURA A
COMPOSIÇÃO E O VALOR DO PATRIMÓNIO.



A CONTABILIDADE – TAMBÉM PODER SER DEFINIDA COMO UMA
CIÊNCIA DOS PROCESSOS DESCRITIVOS A PARTIR DA QUAL É
POSSÍVEL ANALISAR, AVALIAR E CONTROLAR TODA A ACTIVIDADE
DA EMPRESA.




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             Introdução à Contabilidade

A CONTABILIDADE -           CIÊNCIA QUE TEM POR OBJECTO O
ESTUDO DO PATRIMÓNIO DAS EMPRESAS, DANDO A CONHECER,
EM QUALQUER MOMENTO, A SUA COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E
QUANTITATIVA.


A    CONTABILIDADE          É   UMA   CIÊNCIA   DE   NATUREZA
ECONÓMICA, CUJO OBJECTO É A REALIDADE ECONÓMICA DE
QUALQUER ENTIDADE PÚBLICA OU PRIVADA, ANALISADA EM
TERMOS QUANTITATIVOS E POR MÉTODO ESPECÍFICO, COM O FIM
DE OBTER AS INFORMAÇÕES INDISPENSÁVEIS À GESTÃO DESSA
ENTIDADE.
(Pereira, J. M. E., 1989)

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            Introdução à Contabilidade
A INFORMAÇÃO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO
  A NOÇÃO DE INFORMAÇÃO É MULTIFACETADA E AMBÍGUA, TANTO SE
  PODE REFERIR A DADOS EM BRUTO COMO DADOS ORGNIZADOS, A
  CAPACIDADE DE COMUNICAÇÃO, …
  PARA UMA MELHOR PERCEPÇÃO DESTA NOÇÃO É IMPORTANTE
  DISTINGUIR:
     FACTO – ALGO QUE ACONTECE NO MUNDO REAL E QUE PODE SER
     OBSERVADO;
     DADO – FACTO OBTIDO MEDIANTE INVESTIGAÇÃO EMPIRÍCA OU VERIFICAÇÃO;
     CONHECIMENTO – FACTO OU DADO RECOLHIDO DE QUALQUER MODO E
     ARMAZENADO PARA FUTURA REFERÊNCIA;
     INFORMAÇÃO – RESPEITA A DADOS OU CONHECIMENTOS PARA UM FIM
     ESPECÍFICO.


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            Introdução à Contabilidade

A CONTABILIDADE COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO
  UTILIZADORES / DESTINATÁRIOS DA INFORMAÇÃO
  CONTABILÍSTICA
     ENTIDADES INTERNAS
        ADMINISTRAÇÃO
        TRABALHADORES EM GERAL
     ENTIDADES EXTERNAS
        FINANCIADORES
        INVESTIDORES
        ESTADO
        PÚBLICO EM GERAL


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             Introdução à Contabilidade
A INFORMAÇÃO CONTABILÍSTICA DEVE SER:
  OBJECTIVA (NÃO DEPENDER DE QUEM INFORMA E SER
  QUANTIFICADA);
  INTELIGÍVEL      (PARA   OS    DESTINATÁRIOS     TERMINOLOGIA
  USADA SERÁ DIFERENTE SE A INFORMAÇÃO SE DESTINAR POR
  EXEMPLO AOS TRABALHADORES OU A UM BANCO);
  RELEVANTE (IMPORTANTE PARA O FIM VISADO);
  OPORTUNA (SURGIR QUANDO DELA NECESSITAMOS);
  RENTÁVEL (UTILIDADE OBTIDA COM A INFORMAÇÃO DEVE
  SER SUPERIOR       AO    CUSTO    DE    OBTER    ESSA   MESMA
  INFORMAÇÃO).

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             Introdução à Contabilidade
A UTILIDADE DA INFORMAÇÃO ESTÁ PATENTE NO APOIO QUE A MESMA
PROPORCIONA À TOMADA DE DECISÕES, NOMEADAMENTE:
  DECIDIR A AQUISIÇÃO OU VENDA DE INVESTIMENTOS FINANCEIROS;
  DETERMINAR AS OBRIGAÇÕES, CAPACIDADES E RESPONSABILIDADES
  DA GESTÃO;
  ESTABELECER BENEFÍCIOS E REGALIAS AOS TRABALHADORES;
  DECIDIR A PRÁTICA A UTILIZAR EM RELAÇÃO A QUESTÕES FISCAIS;
  DETERMINAR AS    GARANTIAS    A PRESTAR POR EMPRÉSTIMOS À
  EMPRESA;
  DEFINIR A POLÍTICA DE DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS;
  PREPARAR E UTILIZAR OS DADOS ESTATÍSTICOS;
  DEFINIR REGRAS E MÉTODOS A ADOPTAR NO DESENVOLVIMENTO DAS
  ACTIVIDADES.



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                Introdução à Contabilidade
                             INVESTIDORES


                             ZONA EXTERNA

                                 ZONA
                               INTERNA
FORNECEDORES                 (ONDE OCORRE A               CLIENTES
                              PRODUÇÃO DE
                                BENS OU A
                              PRESTAÇÃO DE
                                SERVIÇOS)




                                 ESTADO

                                                                  9




                Introdução à Contabilidade
  ZONA EXTERNA OU DE CONTACTO COM O AMBIENTE: A EMPRESA NÃO
  PODE DESENVOLVER A SUA ACTIVIDADE ISOLADAMENTE, MAS SIM EM
  CONSTANTE RELAÇÃO COM O MEIO EXTERIOR.
    CLIENTES: ADQUIREM OS BENS E SERVIÇOS
    FORNECEDORES: ADQUIRIR OS FACTORES PRODUTIVOS QUE NECESSITA
    ESTADO: DEFINE AS NORMAS JURÍDICAS POR QUE SE DEVE REGER
    INVESTIDORES: COLOCAM À DISPOSIÇÃO OS FUNDOS NECESSÁRIOS AO
    DESENVOLVIMENTO DA SUA ACTIVIDADE.

  ZONA INTERNA: ZONA EM QUE SE DESENVOLVE PROPRIAMENTE A
  ACTIVIDADE PRODUTIVA DA EMPRESA. CONSISTE NA COMBINAÇÃO DE
  TODOS OS FACTORES PRODUTIVOS COM VISTA À PRODUÇÃO DE BENS
  E SERVIÇOS.


                                                                  10




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              Introdução à Contabilidade
ESTE TIPO DE RELAÇÕES QUE A EMPRESA TEM ORIGINA DOIS TIPOS DE

CONTABILIDADE:

  CONTABILIDADE EXTERNA, GERAL OU FINANCEIRA: REGISTA AS OPERAÇÕES EXTERNAS

  DA EMPRESA, I.E., AQUELAS QUE RESPEITAM À EMPRESA NO SEU TODO: APURA O LUCRO

  GLOBAL DA      EMPRESA E    ELABORA O BALANÇO ANUAL. OS               SEUS PRINCIPAIS

  UTILIZADORES SÃO ENTIDADES EXTERNAS. RESUMINDO, ESTE TIPO DE CONTABILIDADE

  TEM COMO OBJECTIVO A AVALIAÇÃO DO PATRIMÓNIO DA EMPRESA DE FORMA A APURAR

  O   RESULTADO    GLOBAL    (ELABORANDO       O    BALANÇO   E   A   DEMONSTRAÇÃO    DE

  RESULTADOS).

  CONTABILIDADE    INTERNA,   ANALÍTICA,       DE   GESTÃO:   REGISTA    AS   OPERAÇÕES

  REALIZADAS NO SEIO DA EMPRESA (INTERNAS). VISA O APURAMENTO DE RESULTADOS.

  RESUMINDO, TEM COMO OBJECTIVO O CÁLCULO DE RESULTADOS PARCIAIS (POR

  DEPARTAMENTO, POR PRODUTO, …).



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              Introdução à Contabilidade

SE OLHARMOS PARA O HORIZONTE TEMPORAL, TEMOS:

  CONTABILIDADE          HISTÓRICA             –    DÁ   A    CONHECER         O    QUE
  EFECTIVAMENTE         SE      FEZ        E        PROPORCIONA         UMA        VISÃO
  RETROSPECTIVA DA GESTÃO, OU SEJA, REGISTA OS FACTOS
  PATRIMONIAIS JÁ OCORRIDOS.

  CONTABILIDADE PREVISIONAL – A QUE EXPRIME OS RESULTADOS
  DE PREVISÕES, E PERMITE A ELABORAÇÃO DE FUNDAMENTADOS
  PLANOS DE ACTIVIDADE E A FORMULAÇÃO DE REGRAS, ISTO É,
  TENTA ANTEVER O FUTURO PARA UM DETERMINADO EXERCÍCIO
  ECONÓMICO, TENDO POR BASE FACTOS PATRIMONIAIS PASSADOS.


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                Introdução à Contabilidade

 A     PARTIR    DOS       REGISTOS    EFECTUADOS        (FUNÇÃO

 REGISTO)       DAS     INFORMAÇÕES,        PODER-SE-Á      ENTÃO

 PROCEDER AO CONTROLO (FUNÇÃO CONTROLO) DE

 TODA A ACTIVIDADE DESENVOLVIDA PELA EMPRESA,

 AVALIAR (FUNÇÃO AVALIAÇÃO) OS ACTOS DE GESTÃO

 PRATICADOS E REALIZAR PREVISÕES A MÉDIO E LONGO

 PRAZO (FUNÇÃO DE PREVISÃO).



                                                                     13




                Introdução à Contabilidade
 VEJAMOS:
     OS DADOS SÃO RECOLHIDOS ATRAVÉS DE DOCUMENTOS EMITIDOS E
     RECOLHIDOS PELA EMPRESA QUE APÓS CLASSIFICADOS, SÃO LANÇADOS
     NAS RESPECTIVAS CONTAS, A PARTIR DAS QUAIS SE ELABORA UM
     CONJUNTO DE QUADROS INFORMATIVOS (BALANCETES, EXTRACTOS DE
     CONTA, BALANÇO, DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS E OUTROS
     DOCUMENTOS).




 DOCUMENTOS     INTRODUÇÃO DE
CLASSIFICADOS       DADOS        PROCESSAMENTO   QUADROS DE INFORMAÇÃO




                  DIÁRIOS DE
                 MOVIMENTOS




                                                                     14




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                Introdução à Contabilidade
CARACTERÍSTICAS
  A   QUALIDADE      ESSENCIAL    DA   INFORMAÇÃO      PROPORCIONADA        PELAS
  DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS É A DE QUE SEJA COMPREENSÍVEL AOS
  UTENTES, SENDO A SUA UTILIDADE DETERMINADA PELAS SEGUINTES
  CARACTERÍSTICAS:
      RELEVÂNCIA;
      FIABILIDADE;
      COMPARABILIDADE.

  ESTAS CARACTERÍSTICAS, JUNTAMENTE COM CONCEITOS, PRINCÍPIOS E
  NORMAS CONTABILÍSTICAS ADEQUADOS, CONDUZEM AO SURGIMENTO DAS
  DEMONSTRAÇÕES          FINANCEIRAS      GERALMENTE        DESCRITAS       COMO
  APRESENTANDO UMA IMAGEM VERDADEIRA E APROPRIADA DA POSIÇÃO
  FINANCEIRA E DO RESULTADO DAS OPERAÇÕES DA EMPRESA.


                                                                                 15




                Introdução à Contabilidade
RELEVÂNCIA
  A RELEVÂNCIA É ENTENDIDA COMO A CAPACIDADE QUE A INFORMAÇÃO TEM DE
  INFLUENCIAR   AS   DECISÕES    DOS   UTENTES,   AO   AJUDÁ-LOS   A   AVALIAR   OS
  ACONTECIMENTOS PASSADOS, PRESENTES E FUTUROS OU A CONFIRMAR OU CORRIGIR
  AS SUAS AVALIAÇÕES. NÃO SENDO A MATERIALIDADE UMA QUALIDADE DA INFORMAÇÃO
  FINANCEIRA, DETERMINA, PORÉM, O PONTO A PARTIR DO QUAL A MESMA PASSA A SER
  ÚTIL. ASSIM, A INFORMAÇÃO É DE RELEVÂNCIA MATERIAL SE A SUA OMISSÃO OU ERRO
  FOREM SUSCEPTÍVEIS DE INFLUENCIAR AS DECISÕES DOS LEITORES COM BASE NESSA
  INFORMAÇÃO FINANCEIRA. A RELEVÂNCIA E A MATERIALIDADE ESTÃO INTIMAMENTE
  LIGADAS, PORQUE AMBAS SÃO DEFINIDAS EM FUNÇÃO DOS UTENTES AO TOMAREM
  DECISÕES. NO ENTANTO, A RELEVÂNCIA PARTE DA NATUREZA OU QUALIDADE DA
  INFORMAÇÃO, ENQUANTO A MATERIALIDADE DEPENDE DA DIMENSÃO DA MESMA. A
  RELEVÂNCIA DA INFORMAÇÃO PODE SER PERDIDA SE HOUVER DEMORAS NO SEU
  RELATO; POR ISSO, A INFORMAÇÃO DEVE SER TEMPESTIVAMENTE RELATADA.



                                                                                 16




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       Introdução à Contabilidade

RELEVÂNCIA
 OU SEJA, A INFORMAÇÃO PRESTADA DEVE
 SER PERTINENTE PARA A TOMADA DE
 DECISÕES DO GESTOR.




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       Introdução à Contabilidade

FIABILIDADE
 A FIABILIDADE É A QUALIDADE QUE A INFORMAÇÃO
 TEM DE ESTAR LIBERTA DE ERROS MATERIAIS E DE
 JUÍZOS PRÉVIOS, AO MOSTRAR APROPRIADAMENTE
 O QUE TEM POR FINALIDADE APRESENTAR OU SE
 ESPERA QUE RAZOAVELMENTE REPRESENTE. DEVE
 SER   OBTIDA   CONJUGAÇÃO     PERFEITA   DA
 RELEVÂNCIA COM A FIABILIDADE, A FIM DE QUE O
 USO DA INFORMAÇÃO SEJA MAXIMIZADO.


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                 Introdução à Contabilidade

FIABILIDADE
  ISTO           É,     A      INFORMAÇÃO                    DEVE         SER
  DESPROVIDA DE ERROS, OMISSÕES OU
  JUÍZOS                DE           VALOR,           E           MOSTRAR
  APROXIMADAMENTE                         O        QUE        TEM         POR
  FINALIDADE REPRESENTAR.




                                                                                19




                 Introdução à Contabilidade
COMPARABILIDADE
  A DIVULGAÇÃO E A QUANTIFICAÇÃO DOS EFEITOS FINANCEIROS DE OPERAÇÕES E DE
  OUTROS ACONTECIMENTOS DEVEM SER REGISTADAS DE FORMA CONSISTENTE PELA
  EMPRESA E DURANTE A SUA VIDA, PARA IDENTIFICAREM TENDÊNCIAS NA SUA POSIÇÃO
  FINANCEIRA E NOS RESULTADOS DAS SUAS OPERAÇÕES. AS EMPRESAS DEVEM
  ADOPTAR A NORMALIZAÇÃO, A FIM DE SE CONSEGUIR COMPARABILIDADE ENTRE ELAS.

  A NECESSIDADE DE COMPARABILIDADE NÃO DEVE CONFUNDIR-SE COM A MERA
  UNIFORMIDADE E NÃO PODE TORNAR-SE UM IMPEDIMENTO À INTRODUÇÃO DE
  CONCEITOS, PRINCÍPIOS E NORMAS CONTABILÍSTICAS APERFEIÇOADOS. TAMBÉM A
  EMPRESA NÃO DEVE PERMITIR-SE CONTINUAR A CONTABILIZAR DA MESMA MANEIRA
  UMA DADA OPERAÇÃO OU ACONTECIMENTO SE A POLÍTICA CONTABILÍSTICA ADOPTADA
  NÃO SE CONFORMAR COM AS CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DA RELEVÂNCIA E DA
  FIABILIDADE,   NEM,   TÃO-POUCO,   DEIXAR   DE   ALTERAR   AS   SUAS   POLÍTICAS
  CONTABILÍSTICAS QUANDO EXISTAM ALTERNATIVAS RELEVANTES E FIÁVEIS.



                                                                                20




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             Introdução à Contabilidade

COMPARABILIDADE
  OU      SEJA,          A      INFORMAÇÃO                    DEVE           SER
  REGISTADA DE FORMA CONSISTENTE AO
  LONGO DOS VÁRIOS PERÍODOS DE VIDA DAS
  EMPRESAS, DE FORMA A SE PODEREM
  EXTRAIR CONCLUSÕES DA COMPARAÇÃO
  DA MESMA.

                                                                                   21




             Introdução à Contabilidade
CONCEITOS CONTABILÍSTICOS FUNDAMENTAIS
  FLUXOS DA EMPRESA
    As empresas para levarem a cabo a sua missão necessitam de variadíssimos
    recursos (humanos, materiais, organizativos), sem os quais os seus objectivos
    ficariam prejudicados.
    A racionalidade da utilização dos recursos leva a que se devam comparar os
    resultados obtidos com os meios utilizados.
    Por esta razão, a contabilidade, numa primeira fase, surge como um subsistema
    de informação vocacionada para a determinação e valorização dos meios
    utilizados nas produções (bens e serviços).
    Fala-se em subsistema porque a contabilidade tem por objectivo proporcionar
    informação relevante numa área empresarial de grande importância que é a
    sistematizada através da recolha, classificação, registo dos factos ocorridos, de
    forma a evidenciar no fim de determinados períodos a situação patrimonial e os
    resultados decorrentes da sua actividade.



                                                                                   22




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              Introdução à Contabilidade

Fluxos da empresa e informação contabilística
   A empresa para desenvolver a sua actividade necessita de um
   conjunto   de    bens    e   serviços   (trabalho,   matérias-primas,
   equipamentos, …) que procura obter junto dos fornecedores, de
   forma sistemática.
   Veja-se



   Fornecedor

                                                         Empresa

                                                                      23




              Introdução à Contabilidade
Ao assegurar o fornecimento desses bens e serviços junto dos
fornecedores, é gerado um fluxo real de entrada, que irá ser
compensado, aquando da venda ou prestação de serviços, por um
fluxo real de saída para os clientes.
Veja-se



Fornecedor                                         Clientes
                   (1)                     (2)


                           Empresa


                                                                      24




                                                                                  12
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                Introdução à Contabilidade
Estes fluxos têm a designação de reais por serem fluxos de bens e serviços. Como
envolvem, para além da empresa, terceiros (clientes e fornecedores) designam-se de
externos.
Quando se adquirem bens ou serviços aos fornecedores, gera-se uma contrapartida, ou
seja, a obrigação de os pagar. Isto é, a obrigatoriedade de, em certo prazo efectuar a
contraprestação monetária equivalente aos bens ou serviços adquiridos. Assim, a
aquisição de bens e serviços vai traduzir-se numa obrigação financeira do comprador,
independentemente da sua utilização ou consumo.
As obrigações financeiras associadas às aquisições de bens ou serviços designam-se de
despesas (1). As despesas estão associadas às compras (de activos, de existências e de
outros bens e serviços), independentemente da sua utilização ou do seu pagamento.
Ao contrário, ao vender bens ou prestar serviços aos clientes, geram-se direitos
financeiros do vendedor, ou seja, o direito a receber a contraprestação pecuniária
equivalente ao bem que vende ou ao serviço que presta. A estes direitos financeiros
associados às vendas de bens e às prestações de serviços, denominamos de receitas (2).




                                                                                    25




                Introdução à Contabilidade
Receitas e despesas constituem conceitos financeiros associados a
fluxos reais de saída e de entrada, respectivamente. Quando olhamos
para uma empresa em termos de despesas e receitas, perspectivamo-
nos numa óptica financeira, pois preocupamo-nos com obrigações e
direitos de carácter financeiro.
Esta perspectiva financeira da empresa é obtida através da leitura de
demonstrações financeiras (sendo a vocação da contabilidade a sua
construção).
   Perspectiva estática – Balanço
   Perspectiva dinâmica – Demonstração da Origem e da Aplicação de Fundos



                                                                                    26




                                                                                                13
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             Introdução à Contabilidade
 Para que os bens sejam colocados à disposição dos clientes, é
 necessário proceder a um conjunto de transformações dos meios
 adquiridos pela empresa. As transformações vão depender do tipo de
 actividade desenvolvida pela empresa.
 Esquematicamente temos:

                      MEIOS
Fornecedor              (3)

                      PROCESSO DE
                      TRANSFORMAÇÃO

                              (4)
                                    PRODUÇÃO DE
                                    BENS/SERVIÇOS
                                                         Clientes

                                                                 27




             Introdução à Contabilidade
 Os fluxos reais externos são complementados com fluxos reais
 internos. Estes estão relacionados com:
   Consumos ou utilização de meios;
   Gerações de produções.
 Os custos representativos dos consumos ou utilizações dos
 meios, designam-se gastos (3). Os fluxos representativos da
 produção de bens ou serviços designam-se de rendimentos (4).
 Regra geral, os gastos sucedem às despesas (correspondem
 aos consumos ou utilizações dos meios que os geraram) e os
 rendimentos antecedem as receitas (representam os bens e
 serviços que irão ser alienados aos clientes).


                                                                 28




                                                                             14
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                 Introdução à Contabilidade
Se analisarmos a empresa em função dos fluxos reais internos, estamos atentos
à forma como ela utiliza os seus recursos (meios) e gera os seus produtos ou
serviços (produções). Preocupamo-nos, portanto, com a economicidade dos
meios e com a sua capacidade de gerar bens e serviços capazes de captar o
interesse da clientela. Assim, a análise da empresa já não é numa óptica
financeira, mas sim numa óptica produtiva ou económica. A contabilidade
permite a produção de mapas (Demonstrações de Resultados) capazes de
avaliar a empresa nesta perspectiva económica. Podemos ter dois tipos de
Demonstrações de Resultados:
   Demonstrações de Resultados por Natureza - os gastos e rendimentos são
   classificados segundo a sua natureza (custos com o pessoal, impostos, …)
   Demonstrações de Resultados por Funções - os gastos e rendimentos são registados
   tendo em conta a óptica da função a que respeitam (função administrativa, financeira,
   …)



                                                                                      29




                 Introdução à Contabilidade
 Para assegurar os fluxos reais externos de entradas dos fornecedores
 (despesas) e de saídas para os clientes (receitas), torna-se necessário
 proceder à correspondente contraprestação pecuniária. Assim, é
 gerado um outro conjunto de fluxos externos que está relacionado com
 a circulação da moeda, pelo que se designam de fluxos monetários
 (têm sentido inverso aos fluxos reais).

                    (5)
Fornecedor                      Empresa


                                   €                         (6)
                                                                   Clientes

                                                                                      30




                                                                                                  15
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            Introdução à Contabilidade
Os fluxos de saída dos meios líquidos do pagamento designam-
se pagamentos (5). Os de entrada são designados de
recebimentos (6).
Recebimentos e pagamentos são conceitos de natureza
monetária e que estão relacionados exclusivamente com a
circulação da moeda.
Quando olhamos para a empresa nesta perspectiva estamos a
situar-nos numa óptica de tesouraria. Nesta óptica as nossas
preocupações serão no âmbito da existência, ou não, de meios
líquidos de pagamento e da capacidade de que a empresa tem
em os gerar (representam-se através das Demonstrações de
Fluxos de Caixa).

                                                                31




            Introdução à Contabilidade

A contabilidade é um subsistema de informação
vocacionada principalmente para a construção de
quadros demonstrativos da:

Situação Patrimonial e Financeira   Balanços
                                    Demonstrações da Origem e
                                    da Aplicação de Fundos
Situação Económica                  Demonstrações de Resultados
Situação Monetária                  Demonstrações dos Fluxos de
                                    Caixa



                                                                32




                                                                            16
09-10-2011




                Introdução à Contabilidade
Resumindo os fluxos da empresa podem ser analisados através de três ópticas:
   ÓPTICA FINANCEIRA: DIZ RESPEITO AO MOVIMENTO DA EMPRESA PERANTE O EXTERIOR.
   ESTÁ DIRECTAMENTE RELACIONADA COM A REMUNERAÇÃO DOS FACTORES E DOS BENS
   E SERVIÇOS TRANSACCIONADOS. NESTA ÓPTICA PODEMOS DISTINGUIR: AS DESPESAS,
   QUE CORRESPONDEM À REMUNERAÇÃO DOS FACTORES PRODUTIVOS E AS RECEITAS,
   QUE CORRESPONDEM À REMUNERAÇÃO DAS VENDAS EFECTUADAS E/OU DOS SERVIÇOS
   PRESTADOS. EM SUMA, DESPESAS E RECEITAS, DIZEM RESPEITO A FACTOS QUE
   ORIGINANDO, AS PRIMEIRAS OBRIGAÇÕES A PAGAR E AS SEGUNDAS DIREITOS A
   RECEBER, IRÃO PROVOCAR, RESPECTIVAMENTE, SAÍDAS E ENTRADAS DE VALORES
   MONETÁRIOS PARA A EMPRESA.
   ÓPTICA ECONÓMICA OU PRODUTIVA: ANDA LIGADA À TRANSFORMAÇÃO E
   INCORPORAÇÃO DOS DIVERSOS MATERIAIS, MÃO-DE-OBRA, ETC., ATÉ SE ATINGIR O
   PRODUTO (BEM OU SERVIÇO) FINAL. OS VALORES INCORPORADOS E GASTOS NA
   PRODUÇÃO DESIGNAM-SE CUSTOS. POR SUA VEZ, OS PRODUTOS ACABADOS DE
   FABRICAR E APTOS PARA A VENDA DESIGNAM-SE PROVEITOS. EM SÍNTESE, A EMPRESA
   AO CONSUMIR BENS E SERVIÇOS TEM CUSTOS; AO PRODUZI-LOS, TEM PROVEITOS.
   ÓPTICA DE TESOURARIA OU DE CAIXA: CORRESPONDE ÀS ENTRADAS E SAÍDAS
   MONETÁRIAS DA EMPRESA. NESTA ÓPTICA, PODEMOS DISTINGUIR OS RECEBIMENTOS,
   QUE CORRESPONDEM À ENTRADA DE VALORES MONETÁRIOS PARA A EMPRESA, E OS
   PAGAMENTOS, QUE DIZEM RESPEITO ÀS SAÍDAS DE VALORES MONETÁRIOS.


                                                                               33




                                                                                           17

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  • 1. 09-10-2011 Cursos: Contabilidade e Auditoria Contabilidade e Auditoria PL Gestão e Informática Introdução à Contabilidade 2010-11 1 Introdução à Contabilidade OBJECTIVOS DA CONTABILIDADE RESPONDER ÀS SEGUINTES QUESTÕES: A EMPRESA É LUCRATIVA? COMO É OBTIDO O LUCRO? O QUE ACONTECEU NO ANO ANTERIOR? A EMPRESA ESTÁ MUITO ENDIVIDADA? QUE TIPO DE INVESTIMENTOS FORAM REALIZADOS? 2 1
  • 2. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade A CONTABILIDADE – PODE SER DEFINIDA COMO UMA TÉCNICA DE REGISTO DE FACTOS PATRIMONIAIS QUE OCORREM NA EMPRESA POR FORMA A SE PODER CONHECER EM QUALQUER ALTURA A COMPOSIÇÃO E O VALOR DO PATRIMÓNIO. A CONTABILIDADE – TAMBÉM PODER SER DEFINIDA COMO UMA CIÊNCIA DOS PROCESSOS DESCRITIVOS A PARTIR DA QUAL É POSSÍVEL ANALISAR, AVALIAR E CONTROLAR TODA A ACTIVIDADE DA EMPRESA. 3 Introdução à Contabilidade A CONTABILIDADE - CIÊNCIA QUE TEM POR OBJECTO O ESTUDO DO PATRIMÓNIO DAS EMPRESAS, DANDO A CONHECER, EM QUALQUER MOMENTO, A SUA COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA. A CONTABILIDADE É UMA CIÊNCIA DE NATUREZA ECONÓMICA, CUJO OBJECTO É A REALIDADE ECONÓMICA DE QUALQUER ENTIDADE PÚBLICA OU PRIVADA, ANALISADA EM TERMOS QUANTITATIVOS E POR MÉTODO ESPECÍFICO, COM O FIM DE OBTER AS INFORMAÇÕES INDISPENSÁVEIS À GESTÃO DESSA ENTIDADE. (Pereira, J. M. E., 1989) 4 2
  • 3. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade A INFORMAÇÃO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO A NOÇÃO DE INFORMAÇÃO É MULTIFACETADA E AMBÍGUA, TANTO SE PODE REFERIR A DADOS EM BRUTO COMO DADOS ORGNIZADOS, A CAPACIDADE DE COMUNICAÇÃO, … PARA UMA MELHOR PERCEPÇÃO DESTA NOÇÃO É IMPORTANTE DISTINGUIR: FACTO – ALGO QUE ACONTECE NO MUNDO REAL E QUE PODE SER OBSERVADO; DADO – FACTO OBTIDO MEDIANTE INVESTIGAÇÃO EMPIRÍCA OU VERIFICAÇÃO; CONHECIMENTO – FACTO OU DADO RECOLHIDO DE QUALQUER MODO E ARMAZENADO PARA FUTURA REFERÊNCIA; INFORMAÇÃO – RESPEITA A DADOS OU CONHECIMENTOS PARA UM FIM ESPECÍFICO. 5 Introdução à Contabilidade A CONTABILIDADE COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO UTILIZADORES / DESTINATÁRIOS DA INFORMAÇÃO CONTABILÍSTICA ENTIDADES INTERNAS ADMINISTRAÇÃO TRABALHADORES EM GERAL ENTIDADES EXTERNAS FINANCIADORES INVESTIDORES ESTADO PÚBLICO EM GERAL 6 3
  • 4. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade A INFORMAÇÃO CONTABILÍSTICA DEVE SER: OBJECTIVA (NÃO DEPENDER DE QUEM INFORMA E SER QUANTIFICADA); INTELIGÍVEL (PARA OS DESTINATÁRIOS TERMINOLOGIA USADA SERÁ DIFERENTE SE A INFORMAÇÃO SE DESTINAR POR EXEMPLO AOS TRABALHADORES OU A UM BANCO); RELEVANTE (IMPORTANTE PARA O FIM VISADO); OPORTUNA (SURGIR QUANDO DELA NECESSITAMOS); RENTÁVEL (UTILIDADE OBTIDA COM A INFORMAÇÃO DEVE SER SUPERIOR AO CUSTO DE OBTER ESSA MESMA INFORMAÇÃO). 7 Introdução à Contabilidade A UTILIDADE DA INFORMAÇÃO ESTÁ PATENTE NO APOIO QUE A MESMA PROPORCIONA À TOMADA DE DECISÕES, NOMEADAMENTE: DECIDIR A AQUISIÇÃO OU VENDA DE INVESTIMENTOS FINANCEIROS; DETERMINAR AS OBRIGAÇÕES, CAPACIDADES E RESPONSABILIDADES DA GESTÃO; ESTABELECER BENEFÍCIOS E REGALIAS AOS TRABALHADORES; DECIDIR A PRÁTICA A UTILIZAR EM RELAÇÃO A QUESTÕES FISCAIS; DETERMINAR AS GARANTIAS A PRESTAR POR EMPRÉSTIMOS À EMPRESA; DEFINIR A POLÍTICA DE DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS; PREPARAR E UTILIZAR OS DADOS ESTATÍSTICOS; DEFINIR REGRAS E MÉTODOS A ADOPTAR NO DESENVOLVIMENTO DAS ACTIVIDADES. 8 4
  • 5. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade INVESTIDORES ZONA EXTERNA ZONA INTERNA FORNECEDORES (ONDE OCORRE A CLIENTES PRODUÇÃO DE BENS OU A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS) ESTADO 9 Introdução à Contabilidade ZONA EXTERNA OU DE CONTACTO COM O AMBIENTE: A EMPRESA NÃO PODE DESENVOLVER A SUA ACTIVIDADE ISOLADAMENTE, MAS SIM EM CONSTANTE RELAÇÃO COM O MEIO EXTERIOR. CLIENTES: ADQUIREM OS BENS E SERVIÇOS FORNECEDORES: ADQUIRIR OS FACTORES PRODUTIVOS QUE NECESSITA ESTADO: DEFINE AS NORMAS JURÍDICAS POR QUE SE DEVE REGER INVESTIDORES: COLOCAM À DISPOSIÇÃO OS FUNDOS NECESSÁRIOS AO DESENVOLVIMENTO DA SUA ACTIVIDADE. ZONA INTERNA: ZONA EM QUE SE DESENVOLVE PROPRIAMENTE A ACTIVIDADE PRODUTIVA DA EMPRESA. CONSISTE NA COMBINAÇÃO DE TODOS OS FACTORES PRODUTIVOS COM VISTA À PRODUÇÃO DE BENS E SERVIÇOS. 10 5
  • 6. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade ESTE TIPO DE RELAÇÕES QUE A EMPRESA TEM ORIGINA DOIS TIPOS DE CONTABILIDADE: CONTABILIDADE EXTERNA, GERAL OU FINANCEIRA: REGISTA AS OPERAÇÕES EXTERNAS DA EMPRESA, I.E., AQUELAS QUE RESPEITAM À EMPRESA NO SEU TODO: APURA O LUCRO GLOBAL DA EMPRESA E ELABORA O BALANÇO ANUAL. OS SEUS PRINCIPAIS UTILIZADORES SÃO ENTIDADES EXTERNAS. RESUMINDO, ESTE TIPO DE CONTABILIDADE TEM COMO OBJECTIVO A AVALIAÇÃO DO PATRIMÓNIO DA EMPRESA DE FORMA A APURAR O RESULTADO GLOBAL (ELABORANDO O BALANÇO E A DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS). CONTABILIDADE INTERNA, ANALÍTICA, DE GESTÃO: REGISTA AS OPERAÇÕES REALIZADAS NO SEIO DA EMPRESA (INTERNAS). VISA O APURAMENTO DE RESULTADOS. RESUMINDO, TEM COMO OBJECTIVO O CÁLCULO DE RESULTADOS PARCIAIS (POR DEPARTAMENTO, POR PRODUTO, …). 11 Introdução à Contabilidade SE OLHARMOS PARA O HORIZONTE TEMPORAL, TEMOS: CONTABILIDADE HISTÓRICA – DÁ A CONHECER O QUE EFECTIVAMENTE SE FEZ E PROPORCIONA UMA VISÃO RETROSPECTIVA DA GESTÃO, OU SEJA, REGISTA OS FACTOS PATRIMONIAIS JÁ OCORRIDOS. CONTABILIDADE PREVISIONAL – A QUE EXPRIME OS RESULTADOS DE PREVISÕES, E PERMITE A ELABORAÇÃO DE FUNDAMENTADOS PLANOS DE ACTIVIDADE E A FORMULAÇÃO DE REGRAS, ISTO É, TENTA ANTEVER O FUTURO PARA UM DETERMINADO EXERCÍCIO ECONÓMICO, TENDO POR BASE FACTOS PATRIMONIAIS PASSADOS. 12 6
  • 7. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade A PARTIR DOS REGISTOS EFECTUADOS (FUNÇÃO REGISTO) DAS INFORMAÇÕES, PODER-SE-Á ENTÃO PROCEDER AO CONTROLO (FUNÇÃO CONTROLO) DE TODA A ACTIVIDADE DESENVOLVIDA PELA EMPRESA, AVALIAR (FUNÇÃO AVALIAÇÃO) OS ACTOS DE GESTÃO PRATICADOS E REALIZAR PREVISÕES A MÉDIO E LONGO PRAZO (FUNÇÃO DE PREVISÃO). 13 Introdução à Contabilidade VEJAMOS: OS DADOS SÃO RECOLHIDOS ATRAVÉS DE DOCUMENTOS EMITIDOS E RECOLHIDOS PELA EMPRESA QUE APÓS CLASSIFICADOS, SÃO LANÇADOS NAS RESPECTIVAS CONTAS, A PARTIR DAS QUAIS SE ELABORA UM CONJUNTO DE QUADROS INFORMATIVOS (BALANCETES, EXTRACTOS DE CONTA, BALANÇO, DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS E OUTROS DOCUMENTOS). DOCUMENTOS INTRODUÇÃO DE CLASSIFICADOS DADOS PROCESSAMENTO QUADROS DE INFORMAÇÃO DIÁRIOS DE MOVIMENTOS 14 7
  • 8. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade CARACTERÍSTICAS A QUALIDADE ESSENCIAL DA INFORMAÇÃO PROPORCIONADA PELAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS É A DE QUE SEJA COMPREENSÍVEL AOS UTENTES, SENDO A SUA UTILIDADE DETERMINADA PELAS SEGUINTES CARACTERÍSTICAS: RELEVÂNCIA; FIABILIDADE; COMPARABILIDADE. ESTAS CARACTERÍSTICAS, JUNTAMENTE COM CONCEITOS, PRINCÍPIOS E NORMAS CONTABILÍSTICAS ADEQUADOS, CONDUZEM AO SURGIMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GERALMENTE DESCRITAS COMO APRESENTANDO UMA IMAGEM VERDADEIRA E APROPRIADA DA POSIÇÃO FINANCEIRA E DO RESULTADO DAS OPERAÇÕES DA EMPRESA. 15 Introdução à Contabilidade RELEVÂNCIA A RELEVÂNCIA É ENTENDIDA COMO A CAPACIDADE QUE A INFORMAÇÃO TEM DE INFLUENCIAR AS DECISÕES DOS UTENTES, AO AJUDÁ-LOS A AVALIAR OS ACONTECIMENTOS PASSADOS, PRESENTES E FUTUROS OU A CONFIRMAR OU CORRIGIR AS SUAS AVALIAÇÕES. NÃO SENDO A MATERIALIDADE UMA QUALIDADE DA INFORMAÇÃO FINANCEIRA, DETERMINA, PORÉM, O PONTO A PARTIR DO QUAL A MESMA PASSA A SER ÚTIL. ASSIM, A INFORMAÇÃO É DE RELEVÂNCIA MATERIAL SE A SUA OMISSÃO OU ERRO FOREM SUSCEPTÍVEIS DE INFLUENCIAR AS DECISÕES DOS LEITORES COM BASE NESSA INFORMAÇÃO FINANCEIRA. A RELEVÂNCIA E A MATERIALIDADE ESTÃO INTIMAMENTE LIGADAS, PORQUE AMBAS SÃO DEFINIDAS EM FUNÇÃO DOS UTENTES AO TOMAREM DECISÕES. NO ENTANTO, A RELEVÂNCIA PARTE DA NATUREZA OU QUALIDADE DA INFORMAÇÃO, ENQUANTO A MATERIALIDADE DEPENDE DA DIMENSÃO DA MESMA. A RELEVÂNCIA DA INFORMAÇÃO PODE SER PERDIDA SE HOUVER DEMORAS NO SEU RELATO; POR ISSO, A INFORMAÇÃO DEVE SER TEMPESTIVAMENTE RELATADA. 16 8
  • 9. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade RELEVÂNCIA OU SEJA, A INFORMAÇÃO PRESTADA DEVE SER PERTINENTE PARA A TOMADA DE DECISÕES DO GESTOR. 17 Introdução à Contabilidade FIABILIDADE A FIABILIDADE É A QUALIDADE QUE A INFORMAÇÃO TEM DE ESTAR LIBERTA DE ERROS MATERIAIS E DE JUÍZOS PRÉVIOS, AO MOSTRAR APROPRIADAMENTE O QUE TEM POR FINALIDADE APRESENTAR OU SE ESPERA QUE RAZOAVELMENTE REPRESENTE. DEVE SER OBTIDA CONJUGAÇÃO PERFEITA DA RELEVÂNCIA COM A FIABILIDADE, A FIM DE QUE O USO DA INFORMAÇÃO SEJA MAXIMIZADO. 18 9
  • 10. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade FIABILIDADE ISTO É, A INFORMAÇÃO DEVE SER DESPROVIDA DE ERROS, OMISSÕES OU JUÍZOS DE VALOR, E MOSTRAR APROXIMADAMENTE O QUE TEM POR FINALIDADE REPRESENTAR. 19 Introdução à Contabilidade COMPARABILIDADE A DIVULGAÇÃO E A QUANTIFICAÇÃO DOS EFEITOS FINANCEIROS DE OPERAÇÕES E DE OUTROS ACONTECIMENTOS DEVEM SER REGISTADAS DE FORMA CONSISTENTE PELA EMPRESA E DURANTE A SUA VIDA, PARA IDENTIFICAREM TENDÊNCIAS NA SUA POSIÇÃO FINANCEIRA E NOS RESULTADOS DAS SUAS OPERAÇÕES. AS EMPRESAS DEVEM ADOPTAR A NORMALIZAÇÃO, A FIM DE SE CONSEGUIR COMPARABILIDADE ENTRE ELAS. A NECESSIDADE DE COMPARABILIDADE NÃO DEVE CONFUNDIR-SE COM A MERA UNIFORMIDADE E NÃO PODE TORNAR-SE UM IMPEDIMENTO À INTRODUÇÃO DE CONCEITOS, PRINCÍPIOS E NORMAS CONTABILÍSTICAS APERFEIÇOADOS. TAMBÉM A EMPRESA NÃO DEVE PERMITIR-SE CONTINUAR A CONTABILIZAR DA MESMA MANEIRA UMA DADA OPERAÇÃO OU ACONTECIMENTO SE A POLÍTICA CONTABILÍSTICA ADOPTADA NÃO SE CONFORMAR COM AS CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DA RELEVÂNCIA E DA FIABILIDADE, NEM, TÃO-POUCO, DEIXAR DE ALTERAR AS SUAS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS QUANDO EXISTAM ALTERNATIVAS RELEVANTES E FIÁVEIS. 20 10
  • 11. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade COMPARABILIDADE OU SEJA, A INFORMAÇÃO DEVE SER REGISTADA DE FORMA CONSISTENTE AO LONGO DOS VÁRIOS PERÍODOS DE VIDA DAS EMPRESAS, DE FORMA A SE PODEREM EXTRAIR CONCLUSÕES DA COMPARAÇÃO DA MESMA. 21 Introdução à Contabilidade CONCEITOS CONTABILÍSTICOS FUNDAMENTAIS FLUXOS DA EMPRESA As empresas para levarem a cabo a sua missão necessitam de variadíssimos recursos (humanos, materiais, organizativos), sem os quais os seus objectivos ficariam prejudicados. A racionalidade da utilização dos recursos leva a que se devam comparar os resultados obtidos com os meios utilizados. Por esta razão, a contabilidade, numa primeira fase, surge como um subsistema de informação vocacionada para a determinação e valorização dos meios utilizados nas produções (bens e serviços). Fala-se em subsistema porque a contabilidade tem por objectivo proporcionar informação relevante numa área empresarial de grande importância que é a sistematizada através da recolha, classificação, registo dos factos ocorridos, de forma a evidenciar no fim de determinados períodos a situação patrimonial e os resultados decorrentes da sua actividade. 22 11
  • 12. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade Fluxos da empresa e informação contabilística A empresa para desenvolver a sua actividade necessita de um conjunto de bens e serviços (trabalho, matérias-primas, equipamentos, …) que procura obter junto dos fornecedores, de forma sistemática. Veja-se Fornecedor Empresa 23 Introdução à Contabilidade Ao assegurar o fornecimento desses bens e serviços junto dos fornecedores, é gerado um fluxo real de entrada, que irá ser compensado, aquando da venda ou prestação de serviços, por um fluxo real de saída para os clientes. Veja-se Fornecedor Clientes (1) (2) Empresa 24 12
  • 13. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade Estes fluxos têm a designação de reais por serem fluxos de bens e serviços. Como envolvem, para além da empresa, terceiros (clientes e fornecedores) designam-se de externos. Quando se adquirem bens ou serviços aos fornecedores, gera-se uma contrapartida, ou seja, a obrigação de os pagar. Isto é, a obrigatoriedade de, em certo prazo efectuar a contraprestação monetária equivalente aos bens ou serviços adquiridos. Assim, a aquisição de bens e serviços vai traduzir-se numa obrigação financeira do comprador, independentemente da sua utilização ou consumo. As obrigações financeiras associadas às aquisições de bens ou serviços designam-se de despesas (1). As despesas estão associadas às compras (de activos, de existências e de outros bens e serviços), independentemente da sua utilização ou do seu pagamento. Ao contrário, ao vender bens ou prestar serviços aos clientes, geram-se direitos financeiros do vendedor, ou seja, o direito a receber a contraprestação pecuniária equivalente ao bem que vende ou ao serviço que presta. A estes direitos financeiros associados às vendas de bens e às prestações de serviços, denominamos de receitas (2). 25 Introdução à Contabilidade Receitas e despesas constituem conceitos financeiros associados a fluxos reais de saída e de entrada, respectivamente. Quando olhamos para uma empresa em termos de despesas e receitas, perspectivamo- nos numa óptica financeira, pois preocupamo-nos com obrigações e direitos de carácter financeiro. Esta perspectiva financeira da empresa é obtida através da leitura de demonstrações financeiras (sendo a vocação da contabilidade a sua construção). Perspectiva estática – Balanço Perspectiva dinâmica – Demonstração da Origem e da Aplicação de Fundos 26 13
  • 14. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade Para que os bens sejam colocados à disposição dos clientes, é necessário proceder a um conjunto de transformações dos meios adquiridos pela empresa. As transformações vão depender do tipo de actividade desenvolvida pela empresa. Esquematicamente temos: MEIOS Fornecedor (3) PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO (4) PRODUÇÃO DE BENS/SERVIÇOS Clientes 27 Introdução à Contabilidade Os fluxos reais externos são complementados com fluxos reais internos. Estes estão relacionados com: Consumos ou utilização de meios; Gerações de produções. Os custos representativos dos consumos ou utilizações dos meios, designam-se gastos (3). Os fluxos representativos da produção de bens ou serviços designam-se de rendimentos (4). Regra geral, os gastos sucedem às despesas (correspondem aos consumos ou utilizações dos meios que os geraram) e os rendimentos antecedem as receitas (representam os bens e serviços que irão ser alienados aos clientes). 28 14
  • 15. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade Se analisarmos a empresa em função dos fluxos reais internos, estamos atentos à forma como ela utiliza os seus recursos (meios) e gera os seus produtos ou serviços (produções). Preocupamo-nos, portanto, com a economicidade dos meios e com a sua capacidade de gerar bens e serviços capazes de captar o interesse da clientela. Assim, a análise da empresa já não é numa óptica financeira, mas sim numa óptica produtiva ou económica. A contabilidade permite a produção de mapas (Demonstrações de Resultados) capazes de avaliar a empresa nesta perspectiva económica. Podemos ter dois tipos de Demonstrações de Resultados: Demonstrações de Resultados por Natureza - os gastos e rendimentos são classificados segundo a sua natureza (custos com o pessoal, impostos, …) Demonstrações de Resultados por Funções - os gastos e rendimentos são registados tendo em conta a óptica da função a que respeitam (função administrativa, financeira, …) 29 Introdução à Contabilidade Para assegurar os fluxos reais externos de entradas dos fornecedores (despesas) e de saídas para os clientes (receitas), torna-se necessário proceder à correspondente contraprestação pecuniária. Assim, é gerado um outro conjunto de fluxos externos que está relacionado com a circulação da moeda, pelo que se designam de fluxos monetários (têm sentido inverso aos fluxos reais). (5) Fornecedor Empresa € (6) Clientes 30 15
  • 16. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade Os fluxos de saída dos meios líquidos do pagamento designam- se pagamentos (5). Os de entrada são designados de recebimentos (6). Recebimentos e pagamentos são conceitos de natureza monetária e que estão relacionados exclusivamente com a circulação da moeda. Quando olhamos para a empresa nesta perspectiva estamos a situar-nos numa óptica de tesouraria. Nesta óptica as nossas preocupações serão no âmbito da existência, ou não, de meios líquidos de pagamento e da capacidade de que a empresa tem em os gerar (representam-se através das Demonstrações de Fluxos de Caixa). 31 Introdução à Contabilidade A contabilidade é um subsistema de informação vocacionada principalmente para a construção de quadros demonstrativos da: Situação Patrimonial e Financeira Balanços Demonstrações da Origem e da Aplicação de Fundos Situação Económica Demonstrações de Resultados Situação Monetária Demonstrações dos Fluxos de Caixa 32 16
  • 17. 09-10-2011 Introdução à Contabilidade Resumindo os fluxos da empresa podem ser analisados através de três ópticas: ÓPTICA FINANCEIRA: DIZ RESPEITO AO MOVIMENTO DA EMPRESA PERANTE O EXTERIOR. ESTÁ DIRECTAMENTE RELACIONADA COM A REMUNERAÇÃO DOS FACTORES E DOS BENS E SERVIÇOS TRANSACCIONADOS. NESTA ÓPTICA PODEMOS DISTINGUIR: AS DESPESAS, QUE CORRESPONDEM À REMUNERAÇÃO DOS FACTORES PRODUTIVOS E AS RECEITAS, QUE CORRESPONDEM À REMUNERAÇÃO DAS VENDAS EFECTUADAS E/OU DOS SERVIÇOS PRESTADOS. EM SUMA, DESPESAS E RECEITAS, DIZEM RESPEITO A FACTOS QUE ORIGINANDO, AS PRIMEIRAS OBRIGAÇÕES A PAGAR E AS SEGUNDAS DIREITOS A RECEBER, IRÃO PROVOCAR, RESPECTIVAMENTE, SAÍDAS E ENTRADAS DE VALORES MONETÁRIOS PARA A EMPRESA. ÓPTICA ECONÓMICA OU PRODUTIVA: ANDA LIGADA À TRANSFORMAÇÃO E INCORPORAÇÃO DOS DIVERSOS MATERIAIS, MÃO-DE-OBRA, ETC., ATÉ SE ATINGIR O PRODUTO (BEM OU SERVIÇO) FINAL. OS VALORES INCORPORADOS E GASTOS NA PRODUÇÃO DESIGNAM-SE CUSTOS. POR SUA VEZ, OS PRODUTOS ACABADOS DE FABRICAR E APTOS PARA A VENDA DESIGNAM-SE PROVEITOS. EM SÍNTESE, A EMPRESA AO CONSUMIR BENS E SERVIÇOS TEM CUSTOS; AO PRODUZI-LOS, TEM PROVEITOS. ÓPTICA DE TESOURARIA OU DE CAIXA: CORRESPONDE ÀS ENTRADAS E SAÍDAS MONETÁRIAS DA EMPRESA. NESTA ÓPTICA, PODEMOS DISTINGUIR OS RECEBIMENTOS, QUE CORRESPONDEM À ENTRADA DE VALORES MONETÁRIOS PARA A EMPRESA, E OS PAGAMENTOS, QUE DIZEM RESPEITO ÀS SAÍDAS DE VALORES MONETÁRIOS. 33 17