Delineamentos Experimentais Básicos
1. Delineamento experimental
• Plano utilizado
• Forma como os tratamentos serão designados na
parcela
1.1 – Adoção Princípios básicos
• Obrigatórios
Repetição e casualização
• Facultativo
Controle local
1.2 – Classificação Delineamentos Experimentais
• Delineamento Inteiramente Casualizado
Homogeneidade das condições experimentais
Não utiliza princípio do controle local
• Delineamento Blocos Completos Casualizado
Princípio do controle local em única direção
Heterogeneidade condições experimentais
(Variação Conhecida)
• Delineamento Quadrado Latino
Princípio do controle local em duas direções
Dois Fatores de Blocagem
2. Objetivos Delineamentos Experimentais
• Estimação Erro Experimental
• Precisão dos experimentos
• Teste de Significância
3. Escolha Delineamentos Experimentais
• Tipos Tratamentos
• Uniformidade e quantidade material experimental
• Número de tratamentos
Delineamentos Inteiramente Casualizado
1. Principais Características do DIC
• Delineamento mais simples
• Uniformidade das unidades experimentais
Conduzido em condições controladas e
homogêneas.
• Tratamentos designados às parcelas de forma
aleatória
2. Vantagens do DIC
• Delineamento Flexível
• Análise estatística simples
Mesmo com perdas de dados ou repetições
diferentes
• Perdas de informação com dados perdidos menor
• Grau de liberdade do erro experimental é máximo
2.1 - Planejamento do número de repetições
• Número de parcelas experimentais
Não inferior a 20
• Grau de liberdade associado ao erro
experimental
Não inferior a 10
3. Desvantagens do DIC
• Exige homogeneidade total das condições
experimentais
• Pode conduzir a elevado erro experimental
Devido:
Não uniformidade das condições experimentais
Redução da precisão experimental
Todas variações, exceto as devido tratamentos,
são consideradas como variação do erro.
4. Emprego do DIC
• Experimentos de laboratório.
• Experimentos em casa de vegetação.
• Experimentos com animais.
5. Casualização
• As parcelas são determinadas de forma
casual
(sorteio)
• Para que a unidade experimental tenha a mesma
probabilidade de receber qualquer tratamento.
Exemplo:
Experimento com 4 tratamentos e 5 repetições.
A1 A2 A3 A4 A5 B1 B2 B3 B4 B5 C1 C2 C3 C4 C5 D1 D2 D3 D4 D5
Sorteio;
15 7 14 4 12 20 13 11 19 2 1 6 16 8 3 18 10 9 5 17
Disposição do experimento em campo;
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
C1 B5 C5 A4 D4 C2 A2 C4 D3 D2 B3 A5 B2 A3 A1 C3 D5 D1 B4 B1
6. Modelo estatístico
Yij = m + ti + eij
( i = 1, 2,..., t), ( j = 1, 2,..., r)
Yij = valor da parcela, tratamento i repetição j.
m = média geral
ti = efeito do tratamento i
eij = erro experimental, associado a parcela.
7. Hipótese estatística
H0 : m1 = m2 = .... = mi
H1 : mi ≠ mi’ , i ≠ i’
8. Representação das observações
Tratamentos
Repetições Total de tratamento
J=1 J=2 ... J=r Ti
i=1 Y11 Y12 ... Y1r T1
i=2 Y21 Y22 ... Y2r T2
: : : : : :
i=t Yt1 Yt1 ... Ytr Tt
Total G
9. Análise de variância
Fontes de variacão G.L. S.Q. Q.M. Fc
Tratamentos GL Trat SQ Trat QM Trat QM Trat/ QM Erro
Erro experimental GL Erro SQ Erro QM Erro
total GL Total SQ Total
10.Coeficientes de variação (CV)
CV = √QMErro x 100
Média geral

Delineamentos experimentais-basicos

  • 1.
    Delineamentos Experimentais Básicos 1.Delineamento experimental • Plano utilizado • Forma como os tratamentos serão designados na parcela 1.1 – Adoção Princípios básicos • Obrigatórios Repetição e casualização • Facultativo Controle local 1.2 – Classificação Delineamentos Experimentais • Delineamento Inteiramente Casualizado Homogeneidade das condições experimentais Não utiliza princípio do controle local • Delineamento Blocos Completos Casualizado Princípio do controle local em única direção Heterogeneidade condições experimentais (Variação Conhecida)
  • 2.
    • Delineamento QuadradoLatino Princípio do controle local em duas direções Dois Fatores de Blocagem 2. Objetivos Delineamentos Experimentais • Estimação Erro Experimental • Precisão dos experimentos • Teste de Significância 3. Escolha Delineamentos Experimentais • Tipos Tratamentos • Uniformidade e quantidade material experimental • Número de tratamentos
  • 3.
    Delineamentos Inteiramente Casualizado 1.Principais Características do DIC • Delineamento mais simples • Uniformidade das unidades experimentais Conduzido em condições controladas e homogêneas. • Tratamentos designados às parcelas de forma aleatória 2. Vantagens do DIC • Delineamento Flexível • Análise estatística simples Mesmo com perdas de dados ou repetições diferentes • Perdas de informação com dados perdidos menor • Grau de liberdade do erro experimental é máximo
  • 4.
    2.1 - Planejamentodo número de repetições • Número de parcelas experimentais Não inferior a 20 • Grau de liberdade associado ao erro experimental Não inferior a 10 3. Desvantagens do DIC • Exige homogeneidade total das condições experimentais • Pode conduzir a elevado erro experimental Devido: Não uniformidade das condições experimentais Redução da precisão experimental Todas variações, exceto as devido tratamentos, são consideradas como variação do erro.
  • 5.
    4. Emprego doDIC • Experimentos de laboratório. • Experimentos em casa de vegetação. • Experimentos com animais. 5. Casualização • As parcelas são determinadas de forma casual (sorteio) • Para que a unidade experimental tenha a mesma probabilidade de receber qualquer tratamento. Exemplo: Experimento com 4 tratamentos e 5 repetições. A1 A2 A3 A4 A5 B1 B2 B3 B4 B5 C1 C2 C3 C4 C5 D1 D2 D3 D4 D5 Sorteio; 15 7 14 4 12 20 13 11 19 2 1 6 16 8 3 18 10 9 5 17 Disposição do experimento em campo;
  • 6.
    1 2 34 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 C1 B5 C5 A4 D4 C2 A2 C4 D3 D2 B3 A5 B2 A3 A1 C3 D5 D1 B4 B1 6. Modelo estatístico Yij = m + ti + eij ( i = 1, 2,..., t), ( j = 1, 2,..., r) Yij = valor da parcela, tratamento i repetição j. m = média geral ti = efeito do tratamento i eij = erro experimental, associado a parcela. 7. Hipótese estatística H0 : m1 = m2 = .... = mi H1 : mi ≠ mi’ , i ≠ i’ 8. Representação das observações Tratamentos Repetições Total de tratamento J=1 J=2 ... J=r Ti i=1 Y11 Y12 ... Y1r T1 i=2 Y21 Y22 ... Y2r T2 : : : : : : i=t Yt1 Yt1 ... Ytr Tt Total G 9. Análise de variância
  • 7.
    Fontes de variacãoG.L. S.Q. Q.M. Fc Tratamentos GL Trat SQ Trat QM Trat QM Trat/ QM Erro Erro experimental GL Erro SQ Erro QM Erro total GL Total SQ Total 10.Coeficientes de variação (CV) CV = √QMErro x 100 Média geral