O documento descreve a evolução da percepção do corpo ao longo da história, desde a antiguidade até a era contemporânea. Na Idade Média, o corpo era visto como pecaminoso e devia ser punido e controlado. No Renascimento, o homem passou a ser o centro e usou a razão para dominar a natureza. Na era contemporânea, o corpo tornou-se um objeto de controle e produção no sistema capitalista.