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                                 Práticas para o
                                Controle Sanitário
                                  de Viajantes




Dr. Francisco Robson da Costa Lima – Infectologia pediátrica
Parte 1:
 Doenças e
 agravos de
transmissão
 respiratória
INTRODUÇÃO


O controle sanitário dos viajantes pode ser
entendido como o conjunto de medidas
adotadas no território nacional, com relação
aos viajantes, para evitar ou minimizar o risco
de introdução ou propagação de doenças ou
agravos de interesse para a saúde pública.
INTRODUÇÃO


Para o sucesso das ações de vigilância para o
controle sanitário de viajantes é fundamental
que os trabalhadores de portos, aeroportos e
fronteiras (PAF) reflitam sobre o cuidado com
os viajantes e sobre a importância dessa
atividade no seu trabalho cotidiano.
INTRODUÇÃO




Para realizar as práticas de controle sanitário
de viajantes é fundamental conhecer os
mecanismos de transmissão das doenças.
• Doenças e agravos de
  transmissão respiratória
• Doenças e agravos de
  veiculação hídrica e
  alimentar
• Doenças e agravos de
  transmissão por vetores
  e roedores
OBJETIVO




Apresentar as doenças e os agravos mais
frequentes e importantes para a tomada de
decisão do trabalhador de portos, aeroportos e
fronteiras (PAF).
Que o trabalhador de PAF
        seja capaz de:
• Conhecer os mecanismos de
  transmissão das doenças mais
  frequentes e importantes
• Identificar os casos suspeitos
• Encaminhar para a assistência
  médica
• Implementar medidas de
  promoção da saúde que previnam
  doenças, diminuindo seu
  potencial de transmissão e
  disseminação
Doenças e
 agravos de
transmissão
 respiratória
DOENÇAS E AGRAVOS DE
     TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA

 Transmissão respiratória → importante
  forma de disseminação de doenças
  infecciosas.

 Cadeia de eventos de transmissão → nota-se
  que o agente etiológico pode ser eliminado
  através das secreções respiratórias
  (gotículas e aerossóis) de uma fonte de
  infecção (reservatório, hospedeiro) e atingir
  um hospedeiro suscetível também através
  do trato respiratório.
DOENÇAS E AGRAVOS DE
TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA
Sarampo
  Varicela
Tuberculose
 Influenza
   SRAS
SARAMPO
SARAMPO


 Doença infecciosa viral aguda
 Altamente contagiosa
 Principais sintomas são
  febre, conjuntivite, coriza, tosse e rush
  cutâneo
 Alta patogenicidade → infecções
  secundárias (exe.:
  otite, laringotraqueobronquite, pneumonia, di
  arreia) ou formas graves (exe.: encefalite)
 Taxa de mortalidade específica é de 1,5%
SARAMPO

 Homem → reservatório e fonte de infecção.

 Transmissão direta → de pessoa a
  pessoa, mediante gotículas e aerossóis.

 Período de incubação → médio é de 10
  dias, podendo variar de 7 a 18 dias.

 Período de transmissão → vai de 4 a 6 dias
  antes até 4 dias após o aparecimento das
  manchas vermelhas (exantema).
SARAMPO NO BRASIL


 2000 → os últimos casos autóctones (com
  infecção contraída dentro do território nacional)
  – implementação do Plano de Erradicação do
  Sarampo nas Américas pelo Brasil.
 2001 e 2002 → notificados em São Paulo dois
  casos contraídos no Japão.
 2003 → notificados em Santa Catarina dois
  casos contraídos na Itália
 2004 não houve novas notificações.
SARAMPO NO BRASIL


 2005 → cinco casos autóctones de
  sarampo, originados a partir de um único
  caso importado, um viajante de 36 anos de
  idade que contraiu sarampo em uma viagem
  às Ilhas Maldivas.
SARAMPO NO BRASIL

 Risco de exposição dentro do Brasil → pequeno.
 Risco de casos importados → doença ainda é
  comum em outras regiões do mundo, incluindo
  países da Europa ocidental e Ásia, o que
  propicia a circulação do sarampo.

 Alta infectividade e patogenicidade da doença.
 Possibilidade de transmissão antes mesmo do
  aparecimento dos sinais e sintomas típicos da
  doença.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Sarampo

• Doença de notificação nacional compulsória.

• Em caso de suspeita → investigação
  imediata pela Vigilância Epidemiológica (VE).

• Considera-se como caso suspeito todo
  paciente que, independente da idade e da
  situação vacinal, apresentar febre e
  exantema maculopapular, acompanhados de
  um ou mais dos seguintes sinais e sintomas:
  tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Sarampo

• A partir da suspeita, o caso será investigado
  para ser confirmado ou descartado mediante
  critérios laboratoriais, clínicos e
  epidemiológicos.

• Essa investigação será conduzida pelo
  Sistema de Vigilância Epidemiológica
  municipal ou estadual que, para
  tanto, deverá ser imediatamente comunicado
  quando ocorrer um caso suspeito.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Sarampo

• Cadastrar os viajantes para facilitar o
  contato posterior.

• Fazer a avaliação vacinal de todas as
  pessoas que estejam a bordo, para tomar as
  medidas pertinentes o mais rápido possível.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Sarampo

• Recomendar o uso de máscara facial para os
  indivíduos suspeitos.

• Restringir o contato dos indivíduos
  suspeitos com outras pessoas até que seja
  definida a conduta a ser adotada pela
  Vigilância Epidemiológica.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita de Sarampo pela VE


• A principal medida de controle, a partir de
  um caso suspeito de sarampo, é realizar
  bloqueio vacinal (1), abrangendo pessoas
  que tenham contato com o paciente com
  suspeita da doença no mesmo
  domicílio, alojamento, local de trabalho, sala
  de aula etc.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita de Sarampo pela VE


• A partir de um caso confirmado, deve-se
  ampliar o bloqueio vacinal (2) para todo o
  grupo de risco (vizinhança, bairro ou até o
  município), conforme avaliação realizada.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
 no caso suspeito de Sarampo pela VE


• Isolamento de casos (3): o isolamento
  domiciliar ou hospitalar dos casos pode
  diminuir a intensidade do contágio.

• A vigilância dos contatos (4) deve ser
  realizada por 18 dias, equivalente ao período
  máximo de incubação da doença.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
 no caso suspeito de Sarampo pela VE



• Orientar os viajantes que estejam saindo do
  país a avaliarem seu estado vacinal (5) e o
  atualizarem, caso necessário.
VARICELA
VARICELA

 Doença infecciosa viral, aguda e
  altamente contagiosa.

 Manifesta-se por lesões na
  pele, acompanhadas de febre
  moderada e prurido.

 Primeiro surge um exantema
  maculopapular, que evolui
  rapidamente para vesículas
  e, dessas, para pústulas.
  Posteriormente, formam-se crostas
  após três a quatro dias.
VARICELA

 Homem → reservatório e fonte de
  infecção.

 Transmissão direta → de pessoa a
  pessoa através de secreções
  respiratórias (aerossóis).

 Transmissão indireta → através de
  objetos contaminados com secreções
  de vesículas e membranas de
  mucosas de indivíduos infectados.
VARICELA


 O período de incubação dura entre 14
  e 16 dias após o contato com a fonte
  de infecção (podendo variar de 10 a
  20 dias).
VARICELA


 Período de transmissão → vai de 1 a
  2 dias antes do aparecimento das
  erupções até 5 dias após o
  surgimento do primeiro grupo de
  vesículas.

 Enquanto houver vesículas, a
  infecção ou transmissão é possível.
VARICELA


 Evolução → habitualmente benigna.

 Complicações: infecções secundárias
  de pele (impetigo, abscesso, celulite)
  →
  septicemia, artrite, pneumonia, menin
  gite etc.
VARICELA


 Infecção fetal na gestante →
  embriopatias ou óbito fetal.

 Formas mais prolongadas da
  doença, disseminada, hemorrágica ou
  recorrente → podem ocorrer em
  imunodeprimidos.
VARICELA


 Não é uma doença de notificação
  obrigatória.

 A ocorrência de surtos deve ser
  notificada à VE das Secretarias
  Estaduais ou Municipais de Saúde
  para investigação.
PROCEDIMENTOS
       A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Varicela


• No cotidiano de trabalho os
  profissionais de PAF são
  frequentemente questionados sobre a
  conduta a ser tomada quando
  ocorrerem casos de varicela durante
  o período de viagem ou antes do
  embarque (autorização para
  embarque).
PROCEDIMENTOS
        A SEREM ADOTADOS
    em caso de suspeita de Varicela
• Avaliar junto à VE a fase em que se
  encontra a doença.

• Contraindicar a viagem em
  transportes públicos até o término do
  período de
  transmissibilidade, avaliação que
  deve ser feita caso a caso.

• Desinfetar objetos contaminados com
  secreções nasofaríngeas, conforme
  os procedimentos-padrão.
PROCEDIMENTOS
        A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita de Varicela pela VE
• Imunização (1) com vacina contra a
  varicela e imunoglobulina humana
  antivaricela quando indicadas.

• Isolamento dos casos (2) até o
  término do período de
  transmissibilidade, que, habitualment
  e, em pessoas saudáveis, dura até 7
  dias após o surgimento das manchas
  avermelhadas (rush cutâneo ou
  exantema)
PROCEDIMENTOS
        A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita de Varicela pela VE


• Algumas crianças podem apresentar
  um processo clínico mais
  longo, particularmente crianças
  imunodeprimidas. Nesses casos o
  isolamento deve perdurar até o
  término da erupção vesicular.
TUBERCULOSE
TUBERCULOSE


 Doença infecciosa e contagiosa.

 Causada pela bactéria Mycobacterium
  tuberculosis (bacilo de Koch).

 O homem é o principal reservatório da
  tuberculose.
TUBERCULOSE
TUBERCULOSE

 A transmissão ocorre por via respiratória, de
  pessoa a pessoa, por meio de gotículas
  eliminadas por um indivíduo com
  tuberculose pulmonar ao tossir, espirrar ou
  falar.

 Quando essas gotículas são inaladas por
  pessoas sadias, provocam a infecção
  tuberculosa e o risco de desenvolver a
  doença.
TUBERCULOSE



 A infecção pelo bacilo da tuberculose pode
  ocorrer em qualquer idade e nem todas as
  pessoas expostas se tornam doentes.
TUBERCULOSE



 A transmissão da tuberculose depende de
  alguns fatores, como a intensidade da
  eliminação de bacilos pela fonte de
  infecção, o tipo de ambiente em que ocorreu
  a exposição e a duração da exposição.
TUBERCULOSE

 O sistema imunológico consegue impedir o
  desenvolvimento da doença em cerca de
  95% dos infectados.

 Entretanto, esse número pode ser menor na
  presença de outras doenças que debilitem o
  sistema imunológico da pessoa, como, por
  exemplo, diabetes mellitus, infecção pelo
  HIV, tratamento prolongado com
  corticosteróides, quimioterapia, doença renal
  crônica, desnutrição etc.
TUBERCULOSE

 A maioria dos casos da doença ocorre de
  seis a doze meses após a infecção inicial.

 A transmissão é possível enquanto o doente
  estiver eliminando bacilos e ainda não tiver
  iniciado o tratamento.

 Com o início do tratamento adequado, a
  transmissão é reduzida em poucas semanas
  (habitualmente duas).
TUBERCULOSIS AND AIR TRAVEL:
 Guideline for Prevention and Control (OMS)


 A OMS, após criteriosa revisão e
  investigação epidemiológica em alguns voos
  comerciais onde foram identificados
  passageiros doentes, concluiu que não foi
  identificado nenhum caso ativo de
  tuberculose (ou seja, na forma de doença)
  que pudesse estar relacionado com a
  transmissão durante o voo.
TUBERCULOSIS AND AIR TRAVEL:
 Guideline for Prevention and Control (OMS)


 Entretanto, os dados encontrados
  demonstraram que não se poderia descartar
  totalmente a possibilidade de ocorrer
  transmissão da bactéria da tuberculose
  durante voos de longa duração (acima de 8
  horas) a partir de uma fonte de infecção
  (passageiro ou tripulante).
TUBERCULOSIS AND AIR TRAVEL:
 Guideline for Prevention and Control (OMS)



 O risco de transmissão está relacionado com
  a proximidade entre uma pessoa saudável e
  uma fonte de infecção, a pessoa
  doente, assim como o tempo de exposição.
TUBERCULOSIS AND AIR TRAVEL:
 Guideline for Prevention and Control (OMS)



 Apesar da duração média dos voos limitar
  relativamente o grau de exposição, fatores
  como ventilação reduzida, ambiente
  confinado e a grande
  aglomeração, contribuem para que o risco
  seja maior.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
  em caso de suspeita de Tuberculose



• Passageiros com tuberculose ativa
  (pulmonar ou laríngea), ainda na fase
  transmissível, não devem viajar (1) em
  transportes aéreos públicos ou outros meios
  públicos de transporte até deixarem de ser
  infecciosos.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
  em caso de suspeita de Tuberculose



• Na maior parte dos casos, após duas
  semanas de tratamento
  adequado, indivíduos com tuberculose
  pulmonar muito provavelmente não são mais
  infectantes. Isso pode não valer para
  doentes multidrogas resistentes.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
  em caso de suspeita de Tuberculose

• Caso durante um voo surja suspeita de um
  passageiro com tuberculose ativa (detectada
  por auto notificação ao tripulante ou por
  apresentar um quadro de
  hemoptise, sangramento de origem
  pulmonar), são indicadas medidas de
  precaução universais para o material
  potencialmente contaminado (2): utilizar
  luvas descartáveis, lavar as mãos, dispor o
  material utilizado em sacos
  impermeáveis, etc.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
  em caso de suspeita de Tuberculose

• O passageiro doente deve ser acomodado no
  local mais isolado (3) e confortável possível
  da cabine e deve-se fornecer a ele uma
  quantidade razoável de lenços descartáveis
  ou toalhas, se necessário.

• Além disso, deve ser aconselhado a se
  locomover o mínimo possível e a cobrir sua
  boca e nariz sempre que tossir.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
  em caso de suspeita de Tuberculose

• Após o desembarque dos passageiros, é
  necessário inspecionar a aeronave (4) à
  procura de material infectante
  (sangue, escarro etc.), e fazer a limpeza e
  desinfecção (5) das áreas contaminadas.

• Também é indicada a troca de assentos e
  tapetes, caso tenham sido contaminados
  com sangue.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
  em caso de suspeita de Tuberculose

• Apesar do risco de transmissão da
  tuberculose ativa de um indivíduo para os
  demais passageiros e tripulantes ser baixo
  (de acordo com o estudo da OMS), não
  existe garantia de que essa transmissão
  efetivamente não possa
  ocorrer, particularmente em voos de longa
  duração e onde tenham sido identificados
  problemas no sistema de ventilação e de ar
  condicionado.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
  em caso de suspeita de Tuberculose

• Nesse sentido, seria
  recomendável, conforme a situação (a ser
  discutida com a Vigilância
  Epidemiológica), informar os passageiros e
  tripulantes (6) sobre sua exposição potencial
  ao Mycobacterium tuberculosis e aconselhá-
  los a realizar uma avaliação médica. Para
  isso, recomenda-se fazer o cadastro dos
  viajantes (7), sempre que possível, ou
  solicitar a lista de passageiros (8) à
  companhia de transporte.
INFLUENZA
INFLUENZA


 A
  influenza, popularmente
  conhecida por gripe, é
  uma doença contagiosa
  aguda, de natureza viral
  e que ocorre no mundo
  todo (distribuição
  universal).
INFLUENZA


 Os sintomas mais
  comuns são febre
  alta, dor muscular, dor
  de
  garganta, cefaleia, tosse
  seca e considerável mal-
  estar e abatimento.
INFLUENZA


 Sua duração média é de
  três a quatro dias após o
  término da febre.
INFLUENZA

 A importância da
  influenza como doença
  de interesse
  internacional decorre de
  seu caráter
  epidêmico, de sua
  disseminação rápida e
  grande
  patogenicidade, que
  pode inclusive levar a
  complicações severas.
INFLUENZA

 Existem três tipos de
  vírus da influenza - A, B
  eC

 Caracterizam-se pelo alto
  potencial de mutação e
  transmissão.

 O reservatório varia
  conforme o tipo de vírus.
INFLUENZA

 Os vírus do tipo B
  ocorrem apenas em
  humanos, os do tipo C
  em humanos e
  suínos, enquanto os do
  tipo A ocorrem em
  humanos, suínos, cavalo
  s, mamíferos marinhos e
  aves.
INFLUENZA

 O vírus da influenza é
  transmitido de pessoa a
  pessoa por via
  respiratória, através de
  gotículas que são
  geradas quando as
  pessoas infectadas
  tossem ou espirram, pois
  as partículas produzidas
  no trato respiratório
  atingem até um metro de
  distância.
INFLUENZA

 A transmissão da
  influenza pode ocorrer
  também de forma
  indireta por contato com
  objetos contaminados
  por secreções
  respiratórias, que são
  chamados fômites.
INFLUENZA

 Apesar da transmissão
  inter-humana ser a mais
  comum, já foi
  documentada a
  transmissão direta do
  vírus para o homem, a
  partir de aves e suínos.
INFLUENZA

 O período de incubação
  varia de 1 a 4 dias. A
  pessoa infectada pode
  começar a transmitir o
  vírus desde 2 dias antes
  do surgimento dos
  sintomas, até 5 dias
  após.
INFLUENZA

 A distribuição da
  influenza é
  mundial, podendo
  ocorrer de forma
  esporádica, na forma de
  surtos localizados ou de
  epidemias.
INFLUENZA

 Sua morbidade e
  mortalidade variam de
  ano a ano, devido à
  presença de diversos
  fatores, como o tipo de
  cepa viral circulante e o
  grau de imunidade da
  população.
INFLUENZA

 É importante ressaltar
  que essa doença possui
  potencial pandêmico
  (epidemias com
  distribuição mundial) a
  exemplo da “gripe
  espanhola” que entre
  1918-19, matou mais de
  20 milhões de pessoas
  em todo o mundo.
PANDEMIAS
DE INFLUENZA
EPIDEMIAS DE
 INFLUENZA
INFLUENZA

 O aumento progressivo
  das viagens aéreas, a
  alta transmissibilidade
  dessa doença e o seu
  curto período de
  incubação – acrescido
  do fato de a transmissão
  ser possível ainda antes
  do aparecimento dos
  primeiros sintomas –
INFLUENZA

 – faz com que a
  propagação da influenza
  torne-se muito
  rápida, podendo circular
  simultaneamente em
  várias partes do mundo.
INFLUENZA

 Atualmente, existe uma
  preocupação mundial
  com a chamada influenza
  A (ou “gripe suína”). Este
  vírus (influenza A –
  H1N1) atinge
  humanos, suínos, cavalo
  s, mamíferos marinhos e
  aves.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Influenza


• A influenza não é doença de notificação
  compulsória.

• Apesar disso ela é monitorada através de um
  sistema sentinela nacional e internacional.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Influenza


a) No caso da chegada de meio de transporte
com indivíduo suspeito de estar infectado a
bordo (por exemplo, no caso de influenza
A), este deve ser separado (1) dos demais
viajantes e, para minimizar a
transmissão, recomenda-se o uso de máscara
facial ou lenços descartáveis (2).
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Influenza


• O caso deve ser imediatamente comunicado
  à Vigilância Epidemiológica (3) para
  definição de conduta.

• Deve-se também realizar o cadastro (4) dos
  demais viajantes e avaliar a possibilidade de
  realizar triagem de outros casos suspeitos.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Influenza
• Podem ser implementadas as seguintes
  precauções-padrão, embora outras condutas
  possam ser indicadas, conforme a situação
  epidemiológica:

b) Como para quase toda doença infecciosa, a
primeira linha de defesa é lavar as mãos (5)
com água e sabão, de modo frequente e
cuidadoso.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Influenza


 Essa prática também deve ser sempre
  realizada antes e após o contato com o
  paciente suspeito, antes e após a realização
  de procedimentos, após o contato com
  material infectante ou com superfícies
  potencialmente contaminadas ou após a
  retirada de luvas e avental.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Influenza


 O uso do álcool gel pode ser utilizado
  apenas quando não houver sujidade visível
  nas mãos.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Influenza



c) Utilizar máscara facial, luvas e
aventais, frente à possibilidade de contato das
roupas com secreções do doente, e óculos de
proteção (6) sempre que houver risco de
contaminação da mucosa ocular.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Influenza



 Lembrar que o uso de luvas não substitui a
  higiene adequada das mãos com água e
  sabão.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Influenza

d) Prevenir acidentes com material perfuro
cortante (7), mediante uso e descarte
adequados do mesmo.

e) Realizar a limpeza e a desinfecção de
superfícies e equipamentos (8) com os
produtos habitualmente recomendados
durante todo o processo e ao final
(concorrente e terminal).
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Influenza


 Considerando o seu potencial
  epidêmico, qualquer suspeita de surto deve
  ser comunicada à Vigilância Epidemiológica
  (VE) estadual ou municipal para uma
  investigação epidemiológica imediata.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Influenza
• Os objetivos dessa investigação são:
a) caracterizar o processo de transmissão,
b) identificar a cepa circulante,
c) avaliar a necessidade da adoção de
   medidas emergenciais,
d) monitorar os grupos de maior risco para as
   complicações da doença e
e) avaliar seu impacto na morbidade e na
   mortalidade.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
   em caso de suspeita de Influenza


 É importante observar que no caso de um
  alerta mundial pela circulação de cepas de
  vírus com grave potencial pandêmico, a
  exemplo da influenza A (H1N1), essas
  orientações com relação à influenza podem
  ser alteradas, devido à necessidade de
  implementar novas medidas de controle.
SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE
          (SRAG OU SARS)
SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE
          (SRAG OU *SARS)


 A Síndrome Respiratória Aguda Grave
  (SRAG ou SARS) é uma doença respiratória
  emergente, causada por um vírus (um novo
  coronavírus) denominado SARS-Coronavírus
  Associado (SARS-CoV).

 Como o próprio nome diz, é uma doença
  grave, que tem mostrado tendência
  epidêmica.

                  *SARS - SEVERE ACUTE RESPIRATORY SYNDROME
SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE
           (SRAG OU SARS)



 Essa doença foi inicialmente identificada na
  região sudeste da China, em novembro de
  2002. Em março de 2003, já se manifestava
  como uma ameaça global, atingindo 26
  países.
SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE
           (SRAG OU SARS)



 Até julho de 2003, quando sua transmissão
  foi interrompida, já haviam sido notificados
  8.096 casos em todo mundo, com 774 óbitos
  (letalidade de 9,6%).
SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE
           (SRAG OU SARS)

 No Brasil, foram identificados 53 possíveis
  casos, todos descartados após investigação.

 Atualmente, não existe nenhum lugar do
  mundo com transmissão ativa de SARS-CoV.

 Os últimos casos relatados ocorreram na
  China, em abril de 2004, pela infecção
  acidental em laboratório.
SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE
           (SRAG OU SARS)


 Na epidemia de 2003, a maioria dos casos de
  SARS aconteceu em indivíduos que viviam
  com uma pessoa infectada ou cuidaram
  dela, ou, ainda, que tiveram contato com
  material contaminado por suas secreções.
SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE
           (SRAG OU SARS)

 Chamou atenção o grande número de
  profissionais da saúde infectados nesse
  contingente, 21% dos casos.

 Os dados encontrados sugerem que a
  principal forma de transmissão da SARS se
  dá por contato direto, pessoa a pessoa, por
  via respiratória.
SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE
           (SRAG OU SARS)


 As gotículas são eliminadas pelo ar expelido
  por uma pessoa infectada durante tosse ou
  espirro, a curtas distâncias (até um metro), e
  se depositam nas mucosas da boca, nariz e
  olhos de pessoas próximas.
SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE
           (SRAG OU SARS)


 O vírus pode ser transmitido também quando
  uma pessoa toca, com suas mãos, uma
  superfície ou objeto contaminado com
  gotículas portadoras do vírus da SARS e em
  seguida leva a mão à boca, nariz ou olhos.
SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE
           (SRAG OU SARS)

 O período de incubação é de 2 a 7
  dias, podendo chegar a 10 dias.

 O quadro clínico é similar ao da influenza
  (gripe).

 Destacam -se febre alta, tosse seca, falta de
  ar e fadiga.
SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE
           (SRAG OU SARS)

 Para orientar as ações de vigilância
  epidemiológica define-se como caso
  suspeito: pessoa com febre alta
  (temperatura superior a 38,5º C), com um ou
  mais dos seguintes sinais e sintomas
  respiratórios: tosse, fadiga, falta de ar, que
  teve contato íntimo com pacientes com
  SARS (dentro de 10 dias antes do início dos
  sintomas) ou com história recente de viagem
  (dentro de10 dias do início dos sintomas)
  para áreas consideradas de risco.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


• Pode ocorrer a transmissão da SARS em
  meios de transporte
  (aviões, navios, ônibus), embora o risco
  pareça ser pequeno.

• Apesar disso devido à sua gravidade e ao
  potencial epidêmico os casos suspeitos
  devem ser imediatamente notificados à
  Vigilância Epidemiológica (1) municipal e/ou
  estadual.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


• Os viajantes sob suspeita de SARS devem
  ser encaminhados o mais rápido possível
  para o serviço médico (2) de referência para
  esse tipo de doença (Hospital Giselda
  Trigueiro – Natal) e o caso obrigatoriamente
  investigado.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


• Ao mesmo tempo, os demais passageiros ou
  tripulantes que tiveram contato com o caso
  suspeito devem passar por uma triagem e
  ser monitorados.

• Esse controle (3) deve ser feito por um
  tempo equivalente ao período máximo de
  incubação da doença, ou seja, 10 dias.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


 Dada a importância de monitorar os demais
  passageiros ou tripulantes que tiveram
  contato com o caso suspeito de SRAG, há
  necessidade de registrar seus
  nomes, endereços, telefones ou qualquer
  outra forma efetiva de contato.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


• Sempre que possível, fazer o cadastro
  pessoalmente ainda no desembarque, para
  que os dados sejam confiáveis.

• Caso isso não seja possível solicite a lista
  dos passageiros à companhia de transporte.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS



• Manter o caso suspeito em sala o mais
  isolado (4) possível. Essa sala deve dispor
  do mínimo possível de mobiliário e
  equipamentos, e sua porta deve permanecer
  fechada.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS



• Limitar o máximo possível a entrada de
  pessoas na sala onde estiver o paciente.
  Todas as pessoas que entrarem na sala ou
  que necessitarem manter contato com o
  doente devem usar máscara N95 (5).
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS



 Atenção: é fundamental que a máscara seja
  colocada antes de entrar no recinto e
  retirada somente depois de sair dele.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


 Quanto o caso suspeito sair da sala, deve
  estar usando máscara facial, de preferência
  N95, e, na sua ausência, máscara cirúrgica.

 Destinar, sempre que possível, um sanitário
  exclusivo para o passageiro doente.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS



• Utilizar luvas e avental descartáveis (6) para
  qualquer contato com o paciente, com objeto
  por ele utilizado, com local onde se encontra
  ou com qualquer tipo de material infectante.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


• Artigos ou objetos utilizados pelo caso
  suspeito
  (utensílios, termômetro, roupas, etc.) devem
  ser de uso individual e higienizados após a
  saída do indivíduo da sala.

• Realizar sempre a limpeza e desinfecção
  adequadas e o correto descarte (7) do lixo ou
  resíduos infectantes.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


• Lavar as mãos (8) com água e sabão (de
  preferência líquido):
a) Antes e após o contato com o caso
   suspeito.
b) Antes e após a realização de qualquer
   procedimento.
c) Após o contato com material infectante ou
   com superfícies contaminadas.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


• Utilizar óculos de proteção (9) sempre que
  houver contato com o caso suspeito.

• Prevenir acidentes com material perfuro
  cortante (10), usando-o e descartando-o
  adequadamente em caixas ou recipientes
  rígidos.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


• Realizar limpeza e desinfecção (11)
  concorrente e terminal de superfícies com os
  produtos habitualmente recomendados
  (água e sabão, álcool 70% e hipoclorito de
  sódio 1%).
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


• Descartar adequadamente as luvas e
  aventais, que devem ser considerados como
  resíduos infectantes.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS

 Atenção:

1. O uso de luvas não substitui de forma
alguma lavagem adequada das mãos com água
e sabão.

2. Luvas não devem ser lavadas ou
reutilizadas.
EM CASO DE COMUNICAÇÃO PELOS TRIPULANTES
DE VIAJANTE A BORDO SOB SUSPEITA DE SARS, AS
SEGUINTES RECOMENDAÇÕES DEVEM SER FEITAS:



• Manter o viajante suspeito o mais isolado
  possível.

• Indicar o uso de máscara facial para o caso
  suspeito.
EM CASO DE COMUNICAÇÃO PELOS TRIPULANTES
DE VIAJANTE A BORDO SOB SUSPEITA DE SARS, AS
SEGUINTES RECOMENDAÇÕES DEVEM SER FEITAS:



• Caso não seja possível, usar lenços
  descartáveis para cobrir-lhe a boca e o nariz
  ao tossir ou espirrar.

• Se essa recomendação também for inviável
  (por ex., grande dificuldade de
  respirar), recomenda-se que todas as
  pessoas próximas façam uso de máscara.
ORIENTAÇÃO PARA OS PROCEDIMENTOS DE
LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DO MEIO DE TRANSPORTE
    QUE TENHA TRANSPORTADO ALGUM CASO
               SUSPEITO DE SARS:

a. Não utilizar equipamentos de ar
comprimido, pois isso pode formar aerossóis
com material infectante.
b. Utilizar luvas descartáveis na cabine e nos
lavatórios. Caso ocorram rasgos ou furos nas
luvas, trocá-las imediatamente.
c. Lavar as mãos com água e sabão sempre
que retirar ou trocar as luvas.
ORIENTAÇÃO PARA OS PROCEDIMENTOS DE
LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DO MEIO DE TRANSPORTE
    QUE TENHA TRANSPORTADO ALGUM CASO
               SUSPEITO DE SARS:

d. Superfícies potencialmente contaminadas
devem ser esfregadas com os produtos de
limpeza e desinfecção padronizados.

e. Deve-se providenciar bastante ventilação
natural no local. Não há indicação de
procedimentos especiais para carpetes ou
poltronas, a não ser que se observe acúmulo
de secreções e sujidades.
ORIENTAÇÃO PARA OS PROCEDIMENTOS DE
LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DO MEIO DE TRANSPORTE
    QUE TENHA TRANSPORTADO ALGUM CASO
               SUSPEITO DE SARS:

f. Todo o pessoal de limpeza, manutenção ou
outros que teve contato com o veículo de
transporte suspeito deve ser orientado sobre
os sintomas da SRAS e informado sobre o
período de incubação para o aparecimento dos
sintomas.

Caso necessário, essas pessoas devem ser
encorajadas à auto notificação ao serviço de
saúde responsável, nos 10 dias subsequentes.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


• Não existe nenhuma evidência de que a
  SARS possa ser transmitida mediante o
  contato com produtos ou cargas
  provenientes de áreas onde a doença esteja
  ocorrendo.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


• Entretanto, funcionários que trabalham com
  produtos e cargas devem higienizar as mãos
  frequentemente, lavando-as com água e
  sabão para prevenir doenças infecciosas.

• Não há indicação do uso de luvas, avental ou
  óculos de proteção.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


• As pessoas que interagem com passageiros
  de regiões onde esteja ocorrendo a SRAG
  (como funcionários da Receita
  Federal, Polícia Federal, companhias de
  transporte etc.) não necessitam de medidas
  de proteção especiais, a não ser que por
  algum motivo específico se enquadrem nos
  itens acima descritos.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


• Assim como para todas as doenças
  infecciosas, a primeira linha de defesa contra
  a SARS é uma boa higiene das mãos.
• Como prática a ser sempre seguida deve-se
  recomendar a essas pessoas que lavem as
  mãos frequentemente com água e sabão
  e, na impossibilidade disso, que façam uso
  de álcool gel.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS
• Por fim, é importante observar que as
  medidas de controle da SARS são
  dinâmicas, pois variam de acordo com a
  situação epidemiológica dessa doença no
  país e no mundo.

• Nos períodos de ausência de transmissão
  ativa confirmada, não se recomenda
  nenhuma medida específica, a não ser as
  usuais de precaução e de controle.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS
• Entretanto, se a atividade da doença
  reiniciar, novas medidas de controle podem
  ser indicadas, tais como: entrega de material
  educativo e de alerta aos viajantes que
  entram e saem do país e outras modalidades
  de comunicação em portos, aeroportos e
  fronteiras; triagem de casos suspeitos;
  cadastro de viajantes; vigilância ativa sobre
  comunicantes; isolamento e quarentena;
  restrições a viagens não-essenciais e outras
  pertinentes.
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS
em caso de suspeita da SRAG ou SARS


• Cabe ressaltar que a decisão da escolha e do
  momento de implantação das medidas
  cabíveis para o controle da SARS será
  realizada pelos órgãos responsáveis do
  Sistema Nacional de Vigilância
  Epidemiológica.
Ação conjunta com as VISAS e Epidemiológicas do
Estado e dos municípios do Natal e Parnamirim, com a
 comunidade aeroportuária e órgãos afins, durante o
exercício simulado no atendimento a um caso suspeito
    de SARS, no Aeroporto Internacional Augusto
               Severo, em Parnamirim.

         Ação planejada e coordenada pela
            CVPARN/GGPAF/ANVISA.
Chegada
do
passageiro
ao Hospital
Giselda
Trigueiro
OBRIGADO!
   Prof. Francisco Robson da Costa Lima

Web site: professorrobsoncosta.blogspot.com

         E-mail: frdcl@hotmail.com

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Controle de doenças respiratórias

  • 1. Orientações Práticas para o Controle Sanitário de Viajantes Dr. Francisco Robson da Costa Lima – Infectologia pediátrica
  • 2. Parte 1: Doenças e agravos de transmissão respiratória
  • 3. INTRODUÇÃO O controle sanitário dos viajantes pode ser entendido como o conjunto de medidas adotadas no território nacional, com relação aos viajantes, para evitar ou minimizar o risco de introdução ou propagação de doenças ou agravos de interesse para a saúde pública.
  • 4. INTRODUÇÃO Para o sucesso das ações de vigilância para o controle sanitário de viajantes é fundamental que os trabalhadores de portos, aeroportos e fronteiras (PAF) reflitam sobre o cuidado com os viajantes e sobre a importância dessa atividade no seu trabalho cotidiano.
  • 5. INTRODUÇÃO Para realizar as práticas de controle sanitário de viajantes é fundamental conhecer os mecanismos de transmissão das doenças.
  • 6. • Doenças e agravos de transmissão respiratória • Doenças e agravos de veiculação hídrica e alimentar • Doenças e agravos de transmissão por vetores e roedores
  • 7. OBJETIVO Apresentar as doenças e os agravos mais frequentes e importantes para a tomada de decisão do trabalhador de portos, aeroportos e fronteiras (PAF).
  • 8. Que o trabalhador de PAF seja capaz de: • Conhecer os mecanismos de transmissão das doenças mais frequentes e importantes • Identificar os casos suspeitos • Encaminhar para a assistência médica • Implementar medidas de promoção da saúde que previnam doenças, diminuindo seu potencial de transmissão e disseminação
  • 9. Doenças e agravos de transmissão respiratória
  • 10. DOENÇAS E AGRAVOS DE TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA  Transmissão respiratória → importante forma de disseminação de doenças infecciosas.  Cadeia de eventos de transmissão → nota-se que o agente etiológico pode ser eliminado através das secreções respiratórias (gotículas e aerossóis) de uma fonte de infecção (reservatório, hospedeiro) e atingir um hospedeiro suscetível também através do trato respiratório.
  • 11. DOENÇAS E AGRAVOS DE TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA
  • 14. SARAMPO  Doença infecciosa viral aguda  Altamente contagiosa  Principais sintomas são febre, conjuntivite, coriza, tosse e rush cutâneo  Alta patogenicidade → infecções secundárias (exe.: otite, laringotraqueobronquite, pneumonia, di arreia) ou formas graves (exe.: encefalite)  Taxa de mortalidade específica é de 1,5%
  • 15.
  • 16. SARAMPO  Homem → reservatório e fonte de infecção.  Transmissão direta → de pessoa a pessoa, mediante gotículas e aerossóis.  Período de incubação → médio é de 10 dias, podendo variar de 7 a 18 dias.  Período de transmissão → vai de 4 a 6 dias antes até 4 dias após o aparecimento das manchas vermelhas (exantema).
  • 17. SARAMPO NO BRASIL  2000 → os últimos casos autóctones (com infecção contraída dentro do território nacional) – implementação do Plano de Erradicação do Sarampo nas Américas pelo Brasil.  2001 e 2002 → notificados em São Paulo dois casos contraídos no Japão.  2003 → notificados em Santa Catarina dois casos contraídos na Itália  2004 não houve novas notificações.
  • 18. SARAMPO NO BRASIL  2005 → cinco casos autóctones de sarampo, originados a partir de um único caso importado, um viajante de 36 anos de idade que contraiu sarampo em uma viagem às Ilhas Maldivas.
  • 19. SARAMPO NO BRASIL  Risco de exposição dentro do Brasil → pequeno.  Risco de casos importados → doença ainda é comum em outras regiões do mundo, incluindo países da Europa ocidental e Ásia, o que propicia a circulação do sarampo.  Alta infectividade e patogenicidade da doença.  Possibilidade de transmissão antes mesmo do aparecimento dos sinais e sintomas típicos da doença.
  • 20. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Sarampo • Doença de notificação nacional compulsória. • Em caso de suspeita → investigação imediata pela Vigilância Epidemiológica (VE). • Considera-se como caso suspeito todo paciente que, independente da idade e da situação vacinal, apresentar febre e exantema maculopapular, acompanhados de um ou mais dos seguintes sinais e sintomas: tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite.
  • 21.
  • 22. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Sarampo • A partir da suspeita, o caso será investigado para ser confirmado ou descartado mediante critérios laboratoriais, clínicos e epidemiológicos. • Essa investigação será conduzida pelo Sistema de Vigilância Epidemiológica municipal ou estadual que, para tanto, deverá ser imediatamente comunicado quando ocorrer um caso suspeito.
  • 23. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Sarampo • Cadastrar os viajantes para facilitar o contato posterior. • Fazer a avaliação vacinal de todas as pessoas que estejam a bordo, para tomar as medidas pertinentes o mais rápido possível.
  • 24. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Sarampo • Recomendar o uso de máscara facial para os indivíduos suspeitos. • Restringir o contato dos indivíduos suspeitos com outras pessoas até que seja definida a conduta a ser adotada pela Vigilância Epidemiológica.
  • 25. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Sarampo pela VE • A principal medida de controle, a partir de um caso suspeito de sarampo, é realizar bloqueio vacinal (1), abrangendo pessoas que tenham contato com o paciente com suspeita da doença no mesmo domicílio, alojamento, local de trabalho, sala de aula etc.
  • 26. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Sarampo pela VE • A partir de um caso confirmado, deve-se ampliar o bloqueio vacinal (2) para todo o grupo de risco (vizinhança, bairro ou até o município), conforme avaliação realizada.
  • 27. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS no caso suspeito de Sarampo pela VE • Isolamento de casos (3): o isolamento domiciliar ou hospitalar dos casos pode diminuir a intensidade do contágio. • A vigilância dos contatos (4) deve ser realizada por 18 dias, equivalente ao período máximo de incubação da doença.
  • 28. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS no caso suspeito de Sarampo pela VE • Orientar os viajantes que estejam saindo do país a avaliarem seu estado vacinal (5) e o atualizarem, caso necessário.
  • 30. VARICELA  Doença infecciosa viral, aguda e altamente contagiosa.  Manifesta-se por lesões na pele, acompanhadas de febre moderada e prurido.  Primeiro surge um exantema maculopapular, que evolui rapidamente para vesículas e, dessas, para pústulas. Posteriormente, formam-se crostas após três a quatro dias.
  • 31.
  • 32. VARICELA  Homem → reservatório e fonte de infecção.  Transmissão direta → de pessoa a pessoa através de secreções respiratórias (aerossóis).  Transmissão indireta → através de objetos contaminados com secreções de vesículas e membranas de mucosas de indivíduos infectados.
  • 33. VARICELA  O período de incubação dura entre 14 e 16 dias após o contato com a fonte de infecção (podendo variar de 10 a 20 dias).
  • 34. VARICELA  Período de transmissão → vai de 1 a 2 dias antes do aparecimento das erupções até 5 dias após o surgimento do primeiro grupo de vesículas.  Enquanto houver vesículas, a infecção ou transmissão é possível.
  • 35. VARICELA  Evolução → habitualmente benigna.  Complicações: infecções secundárias de pele (impetigo, abscesso, celulite) → septicemia, artrite, pneumonia, menin gite etc.
  • 36. VARICELA  Infecção fetal na gestante → embriopatias ou óbito fetal.  Formas mais prolongadas da doença, disseminada, hemorrágica ou recorrente → podem ocorrer em imunodeprimidos.
  • 37. VARICELA  Não é uma doença de notificação obrigatória.  A ocorrência de surtos deve ser notificada à VE das Secretarias Estaduais ou Municipais de Saúde para investigação.
  • 38. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Varicela • No cotidiano de trabalho os profissionais de PAF são frequentemente questionados sobre a conduta a ser tomada quando ocorrerem casos de varicela durante o período de viagem ou antes do embarque (autorização para embarque).
  • 39. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Varicela • Avaliar junto à VE a fase em que se encontra a doença. • Contraindicar a viagem em transportes públicos até o término do período de transmissibilidade, avaliação que deve ser feita caso a caso. • Desinfetar objetos contaminados com secreções nasofaríngeas, conforme os procedimentos-padrão.
  • 40. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Varicela pela VE • Imunização (1) com vacina contra a varicela e imunoglobulina humana antivaricela quando indicadas. • Isolamento dos casos (2) até o término do período de transmissibilidade, que, habitualment e, em pessoas saudáveis, dura até 7 dias após o surgimento das manchas avermelhadas (rush cutâneo ou exantema)
  • 41.
  • 42. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Varicela pela VE • Algumas crianças podem apresentar um processo clínico mais longo, particularmente crianças imunodeprimidas. Nesses casos o isolamento deve perdurar até o término da erupção vesicular.
  • 44. TUBERCULOSE  Doença infecciosa e contagiosa.  Causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis (bacilo de Koch).  O homem é o principal reservatório da tuberculose.
  • 46. TUBERCULOSE  A transmissão ocorre por via respiratória, de pessoa a pessoa, por meio de gotículas eliminadas por um indivíduo com tuberculose pulmonar ao tossir, espirrar ou falar.  Quando essas gotículas são inaladas por pessoas sadias, provocam a infecção tuberculosa e o risco de desenvolver a doença.
  • 47.
  • 48. TUBERCULOSE  A infecção pelo bacilo da tuberculose pode ocorrer em qualquer idade e nem todas as pessoas expostas se tornam doentes.
  • 49. TUBERCULOSE  A transmissão da tuberculose depende de alguns fatores, como a intensidade da eliminação de bacilos pela fonte de infecção, o tipo de ambiente em que ocorreu a exposição e a duração da exposição.
  • 50. TUBERCULOSE  O sistema imunológico consegue impedir o desenvolvimento da doença em cerca de 95% dos infectados.  Entretanto, esse número pode ser menor na presença de outras doenças que debilitem o sistema imunológico da pessoa, como, por exemplo, diabetes mellitus, infecção pelo HIV, tratamento prolongado com corticosteróides, quimioterapia, doença renal crônica, desnutrição etc.
  • 51. TUBERCULOSE  A maioria dos casos da doença ocorre de seis a doze meses após a infecção inicial.  A transmissão é possível enquanto o doente estiver eliminando bacilos e ainda não tiver iniciado o tratamento.  Com o início do tratamento adequado, a transmissão é reduzida em poucas semanas (habitualmente duas).
  • 52.
  • 53. TUBERCULOSIS AND AIR TRAVEL: Guideline for Prevention and Control (OMS)  A OMS, após criteriosa revisão e investigação epidemiológica em alguns voos comerciais onde foram identificados passageiros doentes, concluiu que não foi identificado nenhum caso ativo de tuberculose (ou seja, na forma de doença) que pudesse estar relacionado com a transmissão durante o voo.
  • 54. TUBERCULOSIS AND AIR TRAVEL: Guideline for Prevention and Control (OMS)  Entretanto, os dados encontrados demonstraram que não se poderia descartar totalmente a possibilidade de ocorrer transmissão da bactéria da tuberculose durante voos de longa duração (acima de 8 horas) a partir de uma fonte de infecção (passageiro ou tripulante).
  • 55. TUBERCULOSIS AND AIR TRAVEL: Guideline for Prevention and Control (OMS)  O risco de transmissão está relacionado com a proximidade entre uma pessoa saudável e uma fonte de infecção, a pessoa doente, assim como o tempo de exposição.
  • 56. TUBERCULOSIS AND AIR TRAVEL: Guideline for Prevention and Control (OMS)  Apesar da duração média dos voos limitar relativamente o grau de exposição, fatores como ventilação reduzida, ambiente confinado e a grande aglomeração, contribuem para que o risco seja maior.
  • 57. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Tuberculose • Passageiros com tuberculose ativa (pulmonar ou laríngea), ainda na fase transmissível, não devem viajar (1) em transportes aéreos públicos ou outros meios públicos de transporte até deixarem de ser infecciosos.
  • 58. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Tuberculose • Na maior parte dos casos, após duas semanas de tratamento adequado, indivíduos com tuberculose pulmonar muito provavelmente não são mais infectantes. Isso pode não valer para doentes multidrogas resistentes.
  • 59. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Tuberculose • Caso durante um voo surja suspeita de um passageiro com tuberculose ativa (detectada por auto notificação ao tripulante ou por apresentar um quadro de hemoptise, sangramento de origem pulmonar), são indicadas medidas de precaução universais para o material potencialmente contaminado (2): utilizar luvas descartáveis, lavar as mãos, dispor o material utilizado em sacos impermeáveis, etc.
  • 60. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Tuberculose • O passageiro doente deve ser acomodado no local mais isolado (3) e confortável possível da cabine e deve-se fornecer a ele uma quantidade razoável de lenços descartáveis ou toalhas, se necessário. • Além disso, deve ser aconselhado a se locomover o mínimo possível e a cobrir sua boca e nariz sempre que tossir.
  • 61. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Tuberculose • Após o desembarque dos passageiros, é necessário inspecionar a aeronave (4) à procura de material infectante (sangue, escarro etc.), e fazer a limpeza e desinfecção (5) das áreas contaminadas. • Também é indicada a troca de assentos e tapetes, caso tenham sido contaminados com sangue.
  • 62. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Tuberculose • Apesar do risco de transmissão da tuberculose ativa de um indivíduo para os demais passageiros e tripulantes ser baixo (de acordo com o estudo da OMS), não existe garantia de que essa transmissão efetivamente não possa ocorrer, particularmente em voos de longa duração e onde tenham sido identificados problemas no sistema de ventilação e de ar condicionado.
  • 63. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Tuberculose • Nesse sentido, seria recomendável, conforme a situação (a ser discutida com a Vigilância Epidemiológica), informar os passageiros e tripulantes (6) sobre sua exposição potencial ao Mycobacterium tuberculosis e aconselhá- los a realizar uma avaliação médica. Para isso, recomenda-se fazer o cadastro dos viajantes (7), sempre que possível, ou solicitar a lista de passageiros (8) à companhia de transporte.
  • 65. INFLUENZA  A influenza, popularmente conhecida por gripe, é uma doença contagiosa aguda, de natureza viral e que ocorre no mundo todo (distribuição universal).
  • 66. INFLUENZA  Os sintomas mais comuns são febre alta, dor muscular, dor de garganta, cefaleia, tosse seca e considerável mal- estar e abatimento.
  • 67. INFLUENZA  Sua duração média é de três a quatro dias após o término da febre.
  • 68. INFLUENZA  A importância da influenza como doença de interesse internacional decorre de seu caráter epidêmico, de sua disseminação rápida e grande patogenicidade, que pode inclusive levar a complicações severas.
  • 69. INFLUENZA  Existem três tipos de vírus da influenza - A, B eC  Caracterizam-se pelo alto potencial de mutação e transmissão.  O reservatório varia conforme o tipo de vírus.
  • 70. INFLUENZA  Os vírus do tipo B ocorrem apenas em humanos, os do tipo C em humanos e suínos, enquanto os do tipo A ocorrem em humanos, suínos, cavalo s, mamíferos marinhos e aves.
  • 71. INFLUENZA  O vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa por via respiratória, através de gotículas que são geradas quando as pessoas infectadas tossem ou espirram, pois as partículas produzidas no trato respiratório atingem até um metro de distância.
  • 72. INFLUENZA  A transmissão da influenza pode ocorrer também de forma indireta por contato com objetos contaminados por secreções respiratórias, que são chamados fômites.
  • 73. INFLUENZA  Apesar da transmissão inter-humana ser a mais comum, já foi documentada a transmissão direta do vírus para o homem, a partir de aves e suínos.
  • 74. INFLUENZA  O período de incubação varia de 1 a 4 dias. A pessoa infectada pode começar a transmitir o vírus desde 2 dias antes do surgimento dos sintomas, até 5 dias após.
  • 75. INFLUENZA  A distribuição da influenza é mundial, podendo ocorrer de forma esporádica, na forma de surtos localizados ou de epidemias.
  • 76. INFLUENZA  Sua morbidade e mortalidade variam de ano a ano, devido à presença de diversos fatores, como o tipo de cepa viral circulante e o grau de imunidade da população.
  • 77. INFLUENZA  É importante ressaltar que essa doença possui potencial pandêmico (epidemias com distribuição mundial) a exemplo da “gripe espanhola” que entre 1918-19, matou mais de 20 milhões de pessoas em todo o mundo.
  • 80. INFLUENZA  O aumento progressivo das viagens aéreas, a alta transmissibilidade dessa doença e o seu curto período de incubação – acrescido do fato de a transmissão ser possível ainda antes do aparecimento dos primeiros sintomas –
  • 81. INFLUENZA  – faz com que a propagação da influenza torne-se muito rápida, podendo circular simultaneamente em várias partes do mundo.
  • 82. INFLUENZA  Atualmente, existe uma preocupação mundial com a chamada influenza A (ou “gripe suína”). Este vírus (influenza A – H1N1) atinge humanos, suínos, cavalo s, mamíferos marinhos e aves.
  • 83. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Influenza • A influenza não é doença de notificação compulsória. • Apesar disso ela é monitorada através de um sistema sentinela nacional e internacional.
  • 84. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Influenza a) No caso da chegada de meio de transporte com indivíduo suspeito de estar infectado a bordo (por exemplo, no caso de influenza A), este deve ser separado (1) dos demais viajantes e, para minimizar a transmissão, recomenda-se o uso de máscara facial ou lenços descartáveis (2).
  • 85. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Influenza • O caso deve ser imediatamente comunicado à Vigilância Epidemiológica (3) para definição de conduta. • Deve-se também realizar o cadastro (4) dos demais viajantes e avaliar a possibilidade de realizar triagem de outros casos suspeitos.
  • 86. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Influenza • Podem ser implementadas as seguintes precauções-padrão, embora outras condutas possam ser indicadas, conforme a situação epidemiológica: b) Como para quase toda doença infecciosa, a primeira linha de defesa é lavar as mãos (5) com água e sabão, de modo frequente e cuidadoso.
  • 87. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Influenza  Essa prática também deve ser sempre realizada antes e após o contato com o paciente suspeito, antes e após a realização de procedimentos, após o contato com material infectante ou com superfícies potencialmente contaminadas ou após a retirada de luvas e avental.
  • 88. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Influenza  O uso do álcool gel pode ser utilizado apenas quando não houver sujidade visível nas mãos.
  • 89. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Influenza c) Utilizar máscara facial, luvas e aventais, frente à possibilidade de contato das roupas com secreções do doente, e óculos de proteção (6) sempre que houver risco de contaminação da mucosa ocular.
  • 90. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Influenza  Lembrar que o uso de luvas não substitui a higiene adequada das mãos com água e sabão.
  • 91. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Influenza d) Prevenir acidentes com material perfuro cortante (7), mediante uso e descarte adequados do mesmo. e) Realizar a limpeza e a desinfecção de superfícies e equipamentos (8) com os produtos habitualmente recomendados durante todo o processo e ao final (concorrente e terminal).
  • 92. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Influenza  Considerando o seu potencial epidêmico, qualquer suspeita de surto deve ser comunicada à Vigilância Epidemiológica (VE) estadual ou municipal para uma investigação epidemiológica imediata.
  • 93. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Influenza • Os objetivos dessa investigação são: a) caracterizar o processo de transmissão, b) identificar a cepa circulante, c) avaliar a necessidade da adoção de medidas emergenciais, d) monitorar os grupos de maior risco para as complicações da doença e e) avaliar seu impacto na morbidade e na mortalidade.
  • 94. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita de Influenza  É importante observar que no caso de um alerta mundial pela circulação de cepas de vírus com grave potencial pandêmico, a exemplo da influenza A (H1N1), essas orientações com relação à influenza podem ser alteradas, devido à necessidade de implementar novas medidas de controle.
  • 95. SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG OU SARS)
  • 96. SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG OU *SARS)  A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG ou SARS) é uma doença respiratória emergente, causada por um vírus (um novo coronavírus) denominado SARS-Coronavírus Associado (SARS-CoV).  Como o próprio nome diz, é uma doença grave, que tem mostrado tendência epidêmica. *SARS - SEVERE ACUTE RESPIRATORY SYNDROME
  • 97. SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG OU SARS)  Essa doença foi inicialmente identificada na região sudeste da China, em novembro de 2002. Em março de 2003, já se manifestava como uma ameaça global, atingindo 26 países.
  • 98. SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG OU SARS)  Até julho de 2003, quando sua transmissão foi interrompida, já haviam sido notificados 8.096 casos em todo mundo, com 774 óbitos (letalidade de 9,6%).
  • 99. SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG OU SARS)  No Brasil, foram identificados 53 possíveis casos, todos descartados após investigação.  Atualmente, não existe nenhum lugar do mundo com transmissão ativa de SARS-CoV.  Os últimos casos relatados ocorreram na China, em abril de 2004, pela infecção acidental em laboratório.
  • 100. SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG OU SARS)  Na epidemia de 2003, a maioria dos casos de SARS aconteceu em indivíduos que viviam com uma pessoa infectada ou cuidaram dela, ou, ainda, que tiveram contato com material contaminado por suas secreções.
  • 101. SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG OU SARS)  Chamou atenção o grande número de profissionais da saúde infectados nesse contingente, 21% dos casos.  Os dados encontrados sugerem que a principal forma de transmissão da SARS se dá por contato direto, pessoa a pessoa, por via respiratória.
  • 102. SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG OU SARS)  As gotículas são eliminadas pelo ar expelido por uma pessoa infectada durante tosse ou espirro, a curtas distâncias (até um metro), e se depositam nas mucosas da boca, nariz e olhos de pessoas próximas.
  • 103. SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG OU SARS)  O vírus pode ser transmitido também quando uma pessoa toca, com suas mãos, uma superfície ou objeto contaminado com gotículas portadoras do vírus da SARS e em seguida leva a mão à boca, nariz ou olhos.
  • 104. SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG OU SARS)  O período de incubação é de 2 a 7 dias, podendo chegar a 10 dias.  O quadro clínico é similar ao da influenza (gripe).  Destacam -se febre alta, tosse seca, falta de ar e fadiga.
  • 105. SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG OU SARS)  Para orientar as ações de vigilância epidemiológica define-se como caso suspeito: pessoa com febre alta (temperatura superior a 38,5º C), com um ou mais dos seguintes sinais e sintomas respiratórios: tosse, fadiga, falta de ar, que teve contato íntimo com pacientes com SARS (dentro de 10 dias antes do início dos sintomas) ou com história recente de viagem (dentro de10 dias do início dos sintomas) para áreas consideradas de risco.
  • 106. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Pode ocorrer a transmissão da SARS em meios de transporte (aviões, navios, ônibus), embora o risco pareça ser pequeno. • Apesar disso devido à sua gravidade e ao potencial epidêmico os casos suspeitos devem ser imediatamente notificados à Vigilância Epidemiológica (1) municipal e/ou estadual.
  • 107. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Os viajantes sob suspeita de SARS devem ser encaminhados o mais rápido possível para o serviço médico (2) de referência para esse tipo de doença (Hospital Giselda Trigueiro – Natal) e o caso obrigatoriamente investigado.
  • 108. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Ao mesmo tempo, os demais passageiros ou tripulantes que tiveram contato com o caso suspeito devem passar por uma triagem e ser monitorados. • Esse controle (3) deve ser feito por um tempo equivalente ao período máximo de incubação da doença, ou seja, 10 dias.
  • 109. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS  Dada a importância de monitorar os demais passageiros ou tripulantes que tiveram contato com o caso suspeito de SRAG, há necessidade de registrar seus nomes, endereços, telefones ou qualquer outra forma efetiva de contato.
  • 110. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Sempre que possível, fazer o cadastro pessoalmente ainda no desembarque, para que os dados sejam confiáveis. • Caso isso não seja possível solicite a lista dos passageiros à companhia de transporte.
  • 111. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Manter o caso suspeito em sala o mais isolado (4) possível. Essa sala deve dispor do mínimo possível de mobiliário e equipamentos, e sua porta deve permanecer fechada.
  • 112. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Limitar o máximo possível a entrada de pessoas na sala onde estiver o paciente. Todas as pessoas que entrarem na sala ou que necessitarem manter contato com o doente devem usar máscara N95 (5).
  • 113. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS  Atenção: é fundamental que a máscara seja colocada antes de entrar no recinto e retirada somente depois de sair dele.
  • 114. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS  Quanto o caso suspeito sair da sala, deve estar usando máscara facial, de preferência N95, e, na sua ausência, máscara cirúrgica.  Destinar, sempre que possível, um sanitário exclusivo para o passageiro doente.
  • 115. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Utilizar luvas e avental descartáveis (6) para qualquer contato com o paciente, com objeto por ele utilizado, com local onde se encontra ou com qualquer tipo de material infectante.
  • 116. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Artigos ou objetos utilizados pelo caso suspeito (utensílios, termômetro, roupas, etc.) devem ser de uso individual e higienizados após a saída do indivíduo da sala. • Realizar sempre a limpeza e desinfecção adequadas e o correto descarte (7) do lixo ou resíduos infectantes.
  • 117. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Lavar as mãos (8) com água e sabão (de preferência líquido): a) Antes e após o contato com o caso suspeito. b) Antes e após a realização de qualquer procedimento. c) Após o contato com material infectante ou com superfícies contaminadas.
  • 118. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Utilizar óculos de proteção (9) sempre que houver contato com o caso suspeito. • Prevenir acidentes com material perfuro cortante (10), usando-o e descartando-o adequadamente em caixas ou recipientes rígidos.
  • 119. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Realizar limpeza e desinfecção (11) concorrente e terminal de superfícies com os produtos habitualmente recomendados (água e sabão, álcool 70% e hipoclorito de sódio 1%).
  • 120. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Descartar adequadamente as luvas e aventais, que devem ser considerados como resíduos infectantes.
  • 121. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS  Atenção: 1. O uso de luvas não substitui de forma alguma lavagem adequada das mãos com água e sabão. 2. Luvas não devem ser lavadas ou reutilizadas.
  • 122. EM CASO DE COMUNICAÇÃO PELOS TRIPULANTES DE VIAJANTE A BORDO SOB SUSPEITA DE SARS, AS SEGUINTES RECOMENDAÇÕES DEVEM SER FEITAS: • Manter o viajante suspeito o mais isolado possível. • Indicar o uso de máscara facial para o caso suspeito.
  • 123. EM CASO DE COMUNICAÇÃO PELOS TRIPULANTES DE VIAJANTE A BORDO SOB SUSPEITA DE SARS, AS SEGUINTES RECOMENDAÇÕES DEVEM SER FEITAS: • Caso não seja possível, usar lenços descartáveis para cobrir-lhe a boca e o nariz ao tossir ou espirrar. • Se essa recomendação também for inviável (por ex., grande dificuldade de respirar), recomenda-se que todas as pessoas próximas façam uso de máscara.
  • 124. ORIENTAÇÃO PARA OS PROCEDIMENTOS DE LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DO MEIO DE TRANSPORTE QUE TENHA TRANSPORTADO ALGUM CASO SUSPEITO DE SARS: a. Não utilizar equipamentos de ar comprimido, pois isso pode formar aerossóis com material infectante. b. Utilizar luvas descartáveis na cabine e nos lavatórios. Caso ocorram rasgos ou furos nas luvas, trocá-las imediatamente. c. Lavar as mãos com água e sabão sempre que retirar ou trocar as luvas.
  • 125. ORIENTAÇÃO PARA OS PROCEDIMENTOS DE LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DO MEIO DE TRANSPORTE QUE TENHA TRANSPORTADO ALGUM CASO SUSPEITO DE SARS: d. Superfícies potencialmente contaminadas devem ser esfregadas com os produtos de limpeza e desinfecção padronizados. e. Deve-se providenciar bastante ventilação natural no local. Não há indicação de procedimentos especiais para carpetes ou poltronas, a não ser que se observe acúmulo de secreções e sujidades.
  • 126. ORIENTAÇÃO PARA OS PROCEDIMENTOS DE LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DO MEIO DE TRANSPORTE QUE TENHA TRANSPORTADO ALGUM CASO SUSPEITO DE SARS: f. Todo o pessoal de limpeza, manutenção ou outros que teve contato com o veículo de transporte suspeito deve ser orientado sobre os sintomas da SRAS e informado sobre o período de incubação para o aparecimento dos sintomas. Caso necessário, essas pessoas devem ser encorajadas à auto notificação ao serviço de saúde responsável, nos 10 dias subsequentes.
  • 127. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Não existe nenhuma evidência de que a SARS possa ser transmitida mediante o contato com produtos ou cargas provenientes de áreas onde a doença esteja ocorrendo.
  • 128. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Entretanto, funcionários que trabalham com produtos e cargas devem higienizar as mãos frequentemente, lavando-as com água e sabão para prevenir doenças infecciosas. • Não há indicação do uso de luvas, avental ou óculos de proteção.
  • 129. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • As pessoas que interagem com passageiros de regiões onde esteja ocorrendo a SRAG (como funcionários da Receita Federal, Polícia Federal, companhias de transporte etc.) não necessitam de medidas de proteção especiais, a não ser que por algum motivo específico se enquadrem nos itens acima descritos.
  • 130. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Assim como para todas as doenças infecciosas, a primeira linha de defesa contra a SARS é uma boa higiene das mãos. • Como prática a ser sempre seguida deve-se recomendar a essas pessoas que lavem as mãos frequentemente com água e sabão e, na impossibilidade disso, que façam uso de álcool gel.
  • 131. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Por fim, é importante observar que as medidas de controle da SARS são dinâmicas, pois variam de acordo com a situação epidemiológica dessa doença no país e no mundo. • Nos períodos de ausência de transmissão ativa confirmada, não se recomenda nenhuma medida específica, a não ser as usuais de precaução e de controle.
  • 132. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Entretanto, se a atividade da doença reiniciar, novas medidas de controle podem ser indicadas, tais como: entrega de material educativo e de alerta aos viajantes que entram e saem do país e outras modalidades de comunicação em portos, aeroportos e fronteiras; triagem de casos suspeitos; cadastro de viajantes; vigilância ativa sobre comunicantes; isolamento e quarentena; restrições a viagens não-essenciais e outras pertinentes.
  • 133.
  • 134. PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS em caso de suspeita da SRAG ou SARS • Cabe ressaltar que a decisão da escolha e do momento de implantação das medidas cabíveis para o controle da SARS será realizada pelos órgãos responsáveis do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica.
  • 135. Ação conjunta com as VISAS e Epidemiológicas do Estado e dos municípios do Natal e Parnamirim, com a comunidade aeroportuária e órgãos afins, durante o exercício simulado no atendimento a um caso suspeito de SARS, no Aeroporto Internacional Augusto Severo, em Parnamirim. Ação planejada e coordenada pela CVPARN/GGPAF/ANVISA.
  • 137. OBRIGADO! Prof. Francisco Robson da Costa Lima Web site: professorrobsoncosta.blogspot.com E-mail: frdcl@hotmail.com