O documento analisa a evolução do construtivismo na Rússia pós-revolução de 1917, destacando suas influências vanguardistas na arte, arquitetura e urbanismo. Importantes figuras como Malevich e Tatlin são mencionadas, enfatizando a busca por uma nova realidade estética e a recusa da mímese realista, refletindo a transformação social e política da época. O texto também aborda a tensão entre inovação artística e burocracia política, que resultou na supressão das vanguardas na década de 1930.