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Arte no Mundo 
Moderno e Contemporâneo 
Viviane Marques
Modernismo 
• Sob o termo genérico Modernismo resumem-se as 
correntes artísticas que, na última década do século 
XIX e na primeira do século XX, propõem-se a 
interpretar, apoiar e acompanhar o esforço 
progressista, econômico-tecnológico, da civilização 
industrial.
Tendências Modernistas 
• A deliberação de fazer arte em conformidade com sua época e a renúncia à 
inovação de modelos clássicos, tanto na temática como no estilo; 
• O desejo de diminuir a distância entre as artes maiores e as aplicações aos 
diversos campos da produção econômica (construção civil, decoração, 
vestuário, etc.); 
• A busca de uma funcionalidade decorativa (o valor não é a realidade 
representada no quadro mais o objeto e sim, o próprio quadro como objeto 
fabricado); 
• A aspiração de um estilo ou linguagem internacional ou européia; 
• O esforço em interpretar a espiritualidade(a arte não representa, revela por 
signos uma realidade que está aquém ou além da consciência) que se dizia 
inspirar e redimir o industrialismo.
Modernismo 
• Por volta de 1910, quando ao entusiasmo pelo 
progresso industrial sucede-se a consciência da 
transformação em curso nas próprias estruturas da vida 
e da atividade social, formar-se-ão no interior do 
Modernismo às vanguardas artísticas preocupadas não 
mais apenas em modernizar ou atualizar,e sim em 
revolucionar radicalmente as modalidades e finalidades 
da arte. 
• Do modernismo, os estilos que deixaram grandes 
marcas responsáveis por várias transformações são 
denominadas de vanguardas artísticas
Movimento e Estilos Modernistas 
• Derivada do termo militar francês avant-garde (extremidade 
dianteira de uma unidade de combate), a palavra vanguarda 
refere-se à parcela de ideias mais avançadas de determinado 
grupo. 
• No caso das artes plásticas, as vanguardas históricas são as 
correntes artísticas do início do século XX cuja produção 
propagava novas técnicas e procedimentos formais radicalmente 
à frente do tradicional contexto operativo da arte em seus 
respectivos países. 
• A ação dos grupos vanguardistas propunha um amplo 
questionamento dos valores vigentes na sociedade, com a 
transgressão da cultura e a negação do passado. Exemplos: 
Construtivismo russo, Suprematismo, Futurismo, Surrealismo e 
Dadaísmo.
Vanguardas Históricas 
• Derivada do termo militar francês avant-garde (extremidade 
dianteira de uma unidade de combate), a palavra vanguarda 
refere-se à parcela de ideias mais avançadas de determinado 
grupo. 
• No caso das artes plásticas, as vanguardas históricas são as 
correntes artísticas do início do século XX cuja produção 
propagava novas técnicas e procedimentos formais radicalmente 
à frente do tradicional contexto operativo da arte em seus 
respectivos países. 
• A ação dos grupos vanguardistas propunha um amplo 
questionamento dos valores vigentes na sociedade, com a 
transgressão da cultura e a negação do passado. 
• Exemplos: Cubismo, Futurismo, Suprematismo, Construtivismo 
russo, Dadaísmo, Neoplasticismo eSurrealismo .
Cubismo 
• O cubismo marca uma mudança radical na concepção das linguagens 
plásticas do século XX. 
• Surge por volta de 1908 com a estreita colaboração entre Pablo Picasso 
(1881-1973) e Georges Braque (1882-1963). 
• Os artistas recusam a superfície do quadro como plano ilusório de 
representação, e propõem um sistema de apreensão da realidade que torna 
evidente o próprio mecanismo construtivo do quadro. 
• Partem do objeto, que é analisado em suas mútiplas vistas e integrado à tela 
plana com pequenas facetas de tinta que efetivam a justaposição das vistas 
numa única imagem (visão simultânea), e fazem a ligação entre fundo e 
figura, dando o mesmo tratamento pictórico ao objeto e ao espaço que o 
circunda. 
• A colagem cubista é uma inovação técnica de 1912, utilizada por quase 
todas as vanguardas artísticas. 
• Parte da superfície do quadro como espaço real capaz de receber coisas 
retiradas diretamente da realidade, que passam a funcionar como elementos 
da construção plástica: pedaços de papel, jornal ou tecidos colados junto a 
áreas pintadas podem se tornar instrumentos musicais ou garrafas. 
• Outros representantes: Juan Gris (1887-1927), Robert Delaunay (1885-1941), 
Henri Laurens (1885-1954), Fernand Léger (1881-1955).
Pablo Ruiz Picasso 
As Senhoritas de Avignon 
Museu de Arte Moderna 
New York
Pablo Ruiz Picasso 
Menina com Bandolim 
Museu de Arte Moderna 
New York
Georges Braque, pintura “Violino e Jarro”, 1909-1910
Pablo Ruiz Picasso 
Ma Jolie 
Museu de Arte Moderna 
New York
Georges Braque 
Tocador de Mandolina 
Museu de Arte Moderna 
New York
Pablo Ruiz Picasso,Guitarra, partitura, vaso,1912. 
Aguada, carboncillo y papiers collés. 
47.9 x 36.5 cm. Marion Koogler McNay Art Institute. 
San Antonio. TX. USA.
Georges Braque 
Natureza Morta ou Le Jour 
Galeria Nacional 
Washington
Futurismo 
• É um movimento de vanguarda italiano que proclama o 
dinamismo da vida moderna ao tematizar o movimento das 
metrópoles, com seus carros velozes e sua energia luminosa 
através de experimentações plásticas e musicais. 
• Foi fundado pelo poeta Filippo Tommaso Marinetti (1876-1944) 
em 1909, quando publica o manifesto futurista no jornal francês 
Le Figaro e incita à ação e à subversão radical da cultura e das 
tradições sociais. 
• A noção de movimento é exaltada ideológica e plasticamente: a 
fim de celebrar a velocidade e a energia mecânica, os futuristas 
se interessam pela análise das formas dinâmicas e fragmentam 
as imagens na intenção de captar o próprio ritmo vibrante do 
movimento urbano moderno. 
• Outros representantes: Umberto Boccioni (1882-1916), Luigi 
Russolo (1885-1947), Carlo Carrá(1881-1966), Giacomo Balla 
(1871-1958), Antonio Sant’Elia (1888-1916). 
• O futurismo influenciou a fotografia de Anton Bragaglia (1890- 
1960).
Umberto Boccioni, pintura “ Estados de Alma n°1, As Despedidas”, 1911
Marcel Duchamp, Desnudo bajando una escalera nº 2 1912. 
Óleo sobre tela. 146 x 89 cm. Colección Louise y Walter Arensberg. 
Philadelphia Museum of Art. Filadelfia. USA.
Suprematismo 
• É uma corrente da vanguarda russa de tendência construtiva 
formulada em 1913 por Kasimir Malevich (1878-1935), que 
propõe uma redução da arte pictórica a seu elemento 
determinante, o sentimento puro da forma, da cor e da superfície. 
• Malevich defende a abstração em prol da autêntica essência da 
arte: a imaterialidade de um mundo “sem objetos” que pode ser 
interpretado como parte da utopia da Revolução Soviética de 
1917 e sua concepção proletária de desapego material. 
• O pensamento suprematista exerce grande influência nas 
pesquisas da Bauhaus, assim como no trabalho dos artistas 
construtivistas El Lissitzky (1890-1941) e Alexander Rodchenko 
(1891-1956).
Kasemir Malevich, pintura “Suprematismo (branco sobre branco)”, 1918
Kazimir Malevich, Quadrado Negro e Quadrado Vermelho, 1915, 
óleo tela, 71,1x44,4 cm, Nova Iorque: MOMA
Kasemir Malevich, Elementos fundamentasi do suprematisto, c. 1913 
Óleo sobre tela, 84 x 69,5 cm, Stedelijk Museum.Amsterdã
Construtivismo 
• O construtivismo é um movimento de vanguarda surgido na 
Rússia e que pretende a propagação da forma visual pela 
sociedade através de construções geométricas reveladoras de 
um espírito racionalista. 
• É constituído a partir de 1915 em torno de Vladimir Tatlin (1885- 
1953), artista convicto do poder de penetração da arte no 
circuito da vida social, para a satisfação das necessidades 
físicas e intelectuais da sociedade como um todo. 
• Com a Revolução Soviética, cabe ao artista a construção da 
nova sociedade proletária através da relação direta e positiva 
com os materiais e as técnicas industriais, a engenharia 
arquitetônica e os meios de comunicação em massa. 
• A partir da década de 1920, o movimento se difunde pelo mundo 
e se generaliza na abstração geométrica. 
• Outros representantes: Naum Gabo (1890-1977), Antoine 
Pevsner (1886-1962), Konstantin Medunetsky (1900-1934), 
Josef Albers (1888-1976). 
• O construtivismo influenciou a fotografia de Alexander 
Rodchenko (1891-1956) e László Moholy-Nagy (1895-1946), o 
cinema de Serguei Eisenstein (1898-1948) e Dziga Vertov 
(1896-1954) e o design gráfico de El Lissitzky (1890-1941) e dos 
irmãos Georgii e Vladimir Stenberg (1900-1933).
Wladimir Tatlin - Modelo para o Monumento À Terceira Internacional, 1919-1920 
Metal, wood, 500x300 cm. 
National Museum of Modern Art, Centre George Pompidou,
El Lissitzky, Espaço Proun, 1923 (reconstrução de 1955), madeira, 260x300x300 cm
El Lissitzky, Insinua-se nos Brancos a Cunha Vermelha , 1919, cartaz, 48,3x58,5 cm
Dziga Vertov,Fragmento do filme, “O Homem com uma Camêra”, 1929
Naum Gabo, Construção Linear no Espaço nº1, 1943 
Acrílico com fio de nylon, 60cm, Phillips Collection
Ivan Leonidov, Instituto Lênin, 1927
Ivan Leonidov, Instituto Lênin, 1927
René Clair, fragmento do filme “Entr’acte”, 1924 
Dadaísmo 
• O dadaísmo, ou Dada, é uma vanguarda internacional fundada 
em 1916 por artistas e poetas que contestam os valores 
tradicionalmente associados à arte européia, logo à própria 
civilização que havia permitido o início da Primeira Guerra 
Mundial em 1914. 
• Os dadaístas não propõem uma solução formal a partir de uma 
relação positiva com a indústria, mas sim problematizam todos os 
fatores que determinam a obra de arte como um valor: o artista 
como criador original, os métodos e técnicas de produção, a 
estrutura institucional. 
• Ao enfatizar a arte como idéia ou processo mental em oposição à 
valorização final do produto, rejeitam as técnicas de pintura e 
escultura e optam por métodos como a colagem e a 
fotomontagem. 
• Principais representantes: Tristan Tzara (1896-1963), Jean Arp 
(1887-1966), Kurt Schwitters (1887-1948), Francis Picabia (1878- 
1953), Marcel Duchamp (1887- 1968), Raoul Hausmann (1886- 
1971). 
• O dadaísmo manifestou-se também na fotografia e no cinema de 
Man Ray (1890-1976) e no cinema de Hans Richter (1888-1976) 
e René Clair (1898-1981).
René Clair, fragmento do filme “Entr’acte”, 1924
Olt Aicher, Pictogramas Olímpicos, Beijing
Marcel Duchamp, Fonte, 1917, Mictório Invertido, 0,60m de altura
Marcel Duchamp 
L.H.O.O.Q. 
1919. 
Ready-made rectificado: lápiz sobre 
una reproducción de la Gioconda. 
19.5 x 12.4 cm. 
Colección particular. París. Francia.
Marcel Duchamp, In advanced of the broken arm, 1964, MOMA
Marcel Duchamp, Why not sneeze Rose Selavy,1919
Francis Picabia 
El ojo cacodilato 
1921. 
Óleo y papel sobre tela. 
146 x 114 cm. 
Musée National d'Art Moderne. Paris. Francia.
Neoplasticismo 
• O Neoplasticismo, ou De Stijl, é um movimento de vanguarda holandês 
que chega a uma nova concepção da forma através da redução da 
diversidade de formas e multiplicidade de cores da natureza à linguagem 
universal abstrata das linhas horizontais e verticais e das cores primárias, 
preto e branco. 
• Foi criado em 1917 por Theo van Doesburg (1883-1931) e Piet Mondrian 
(1872-1944), mentor intelectual do movimento, que revela a estrutura 
abstrata subjacente à realidade figurada ao estabelecer relações entre 
as cores e as linhas através da exclusiva e racional ação do compor. 
• Essa concepção racionalista da forma vincula a estrutura à 
elementaridade e se estende para o design, a arquitetura e a moda 
como recusa de qualquer acréscimo à pura forma construtiva. 
• Outros representantes: Gerrit Thomas Rietveld (1888-1964), J. J. Pieter 
Oud (1890-1963) e George Vantongerloo (1886-1966).
Piet Mondrian, Composição, 1929, Óleo sobre tela, 73.5cm x 74.5cm , The Cleveland Museum of Art
Theo van Doesburg,pintura “Composição XXII”, 1920
Piet Cornelis Mondrian, Composicion
Thomas Gerrit Rietveld, Casa Schrõder, 1924, Utrech, Holanda
Thomas Gerrit Rietveld, Casa Schrõder, 1924, Utrech, Holanda
Thomas Gerrit Rietveld, Casa Schrõder, 1924, Utrech, Holanda
Surrealismo 
• É um movimento artístico de origem francesa que tem raízes na teoria 
psicanalítica de Sigmund Freud (noção de inconsciente, prática do 
automatismo e interesse pelos sonhos). 
• Tem seu manifesto publicado em 1924 pelo psiquiatra e escritor André 
Breton (1896-1966), que afirma o inconsciente como a prória dimensão da 
arte. 
• As imagens do inconsciente não seguem um padrão e são reveladas 
através de distintas técnicas (pintura tradicional, pintura automática, 
colagem, fotomontagem, frottage). 
• O que está em jogo é a liberação dos objetos de seus significados 
habituais, a associação de imagens contraditórias ou a criação de 
paradoxos visuais, ou seja, a desestabilização de categorias 
estabelecidas que provoca e envolve o espectador através da estranheza. 
• Principais representantes: Joan Miro (1893-1983), Salvador Dali (1904- 
1989), René Magritte (1898-1967), Max Ernst (1891-1976), André Masson 
(1896-1987). 
• O surrealismo se manifestou também na fotografia de Man Ray (1890- 
1976) e Raoul Ubac (1910-1984) e no cinema de Luis Buñuel (1900-1983) 
e Germaine Dulac (1882-1942).
Salvador Dali, pintura “ A persistência da Memória”, 1931
Joan Miró 
Personagens na Noite 
Coleção Madame Sacher 
Basiléia
Joan Miró 
Mulheres na Noite 
Coleção Particular 
Paris
Salvador Dali 
O Cristo de San Juan de La Cruz 
Galeria e Museu de Arte de Glasgow
Salvador Dali 
A Tentação de Santo Antonio 
Reais Museus de Bruxelas
René Magritte 
Condição Humana 
Coleção Madame E. Happé Lorge 
Bruxelas
René Magritte 
A Chave dos Campos 
Coleção Thyssen-Bornemisza
Rene Magrittte 
Clairvoyance Self-Portrait, 
1936
Arte Contemporânea 
• Os balanços e estudos disponíveis sobre arte contemporânea tendem a 
fixar-se na década de 1960, sobretudo com o advento da arte pop e 
do minimalismo, um rompimento em relação à pauta moderna, o que é 
lido por alguns como o início do pós-modernismo. 
• Impossível pensar a arte a partir de então em categorias como "pintura" 
ou "escultura". 
• A cena contemporânea - que se esboça num mercado internacionalizado 
das novas mídias e tecnologias e de variados atores sociais que aliam 
política e subjetividade (negros, mulheres, homossexuais etc.) - explode 
os enquadramentos sociais e artísticos do modernismo, abrindo-se a 
experiências culturais díspares. 
• As novas orientações artísticas, apesar de distintas, partilham um espírito 
comum: são, cada qual a seu modo, tentativas de dirigir a arte às coisas 
do mundo, à natureza, à realidade urbana e ao mundo da tecnologia. 
• As obras articulam diferentes linguagens - dança, música, pintura, teatro, 
escultura, literatura etc. -, desafiando as classificações habituais, 
colocando em questão o caráter das representações artísticas e a própria 
definição de arte. 
• Interpelam criticamente também o mercado e o sistema de validação da 
arte.
Pop Art 
• Refere-se à arte que emerge com a sociedade de consumo e 
incorpora imagens da cultura popular, veiculadas pelos meios de 
comunicação de massa. 
• O termo foi utilizado pela primeira vez na Inglaterra em 1954, mas 
designa um fenômeno sobretudo norte-americano. 
• Nos Estados Unidos do início dos anos 1960 pode ser 
identificada uma mesma sensibilidade à avassaladora força da 
indústria cultural em vários artistas que se apropriam, de modos 
distintos, de imagens reproduzidas pela publicidade, televisão ou 
nos quadrinhos. 
• A Pop Art revela nas suas prórias obras o aspecto anônimo e 
serial adquirido na sociedade de massa pelo objeto, que é 
consumido por sua imagem e não por seu valor. 
• Alguns representantes: Richard Hamilton (n. 1922), Jasper Johns 
(n. 1930), Robert Rauschenberg (n. 1925), Andy Warhol (1928- 
1987), Roy Lichtenstein (1923-1998), Claes Oldenburg (n. 1929).
Roy Lichtenstein, pintura “M- Maybe”, 1965
Roy Lichtenstein, Artist's Studio: Th Dance. 
1974
Andy Warhol – “Turquoise Marilyn" ,1962
Andy Warhol – Elvis I e II - Galeria de Arte de Ontario, Toronto
Vegetarian Vegetable from Campbell's Soup II, 1969 
Andy Warhol (American, 1928–1987) 
Screenprint; 35 x 23 in. (88.9 x 58.4 cm) 
Gift of Mr. and Mrs. Peter Eider-Orley, 1972
Cadeira - Allen Jones 
Neue Galerie, Aachen - (XX)
Robert Rauschenberg 
Booster. 
1967
Robert Rauschenberg 
Canyon. 
1959
Minimalismo 
• O minimalismo se refere a uma tendência das artes visuais que ocorre no 
fim dos anos 1950 e início dos 1960 em Nova York. 
• O minimalismo, a minimal art enfatiza formas elementares, em geral de 
corte geométrico, que recusam acentos ilusionistas e metafóricos. 
• O objeto de arte, preferencialmente localizado no terreno ambíguo entre 
pintura e escultura, não esconde conteúdos intrínsecos ou sentidos 
outros. 
• Sua verdade está na realidade física com que se expõe aos olhos do 
observador - cujo ponto de vista é fundamental para a apreensão da obra 
-, despida de efeitos decorativos e/ou expressivos. 
• Os trabalhos de arte, nessa concepção, são simplesmente objetos 
materiais e não veículos portadores de idéias ou emoções. 
• Um vocabulário construído de ideias como despojamento, simplicidade e 
neutralidade, manejado com o auxílio de materiais industriais - vidro, aço, 
acrílico etc. -, é o núcleo do programa da minimal art.
Sol Lewitt, Floor Plan #4, 1976
Sol Lewitt, Three x Four x Three, 1984 
Alumínio e Esmalte, Walker Art Center
Donald Judd, Sem Titulo, 1968-1969
Robert Morris, Mirrored Cubes, 1965
Afinal, o que é arte contemporânea?
Arte Contemporânea 
• Decifra-me ou te devoro. 
• Filha do desencanto e das tensões advindos do instável século XX, surge 
representando uma ruptura com o que, até então, se chamava arte 
moderna. 
• A arte contemporânea nasceu, sobretudo, questionadora, amante da 
polêmica. 
• Oscilando entre a incompreensão e os julgamentos de valor traduzidos 
em questões sobre sua utilidade e autenticidade, é alvo de discussões 
apaixonadas. 
• Joseph Kosuth - texto Arte depois da Filosofia, 1969: o que torna uma 
pintura arte é a sua apresentação como uma afirmação de uma idéia de 
arte.
Ampliação do campo artístico 
– intimamente vinculada a uma confusão deliberadamente estabelecida 
pelos artistas entreas esferas da arte e da não-arte. 
– artistas se aproximam,seja em sua temática, seja na técnica, de uma 
cultura popular, vernacular, que lida com pessoas e objetos comuns ou 
mesmo desprezados, 
– Quanto mais a noção de arte se mistura com elementos exteriores ao 
fechado universo das “belas-artes”, mais se desenvolvem estratégias 
culturais para a preservação das idéias de unicidade, originalidade, 
autonomia,que balizaram o valor artístico desde o Romantismo. 
– o universo das “belas-artes”desintegração.
Características 
• PLURALIDADE: Instalação, performance, fotografia, pintura, vídeo. 
Objetos, intervenções, desenhos, esculturas, grafite e gravuras. Isto 
quando não nos deparamos com as categorias misturadas, e não 
conseguimos definir o que é ou do que é feito o trabalho. 
• INCOMUNICABILIDADE: A arte não necessariamente comunica algo. 
Assim, ao se deparar com uma obra de arte, cada um se relaciona de um 
modo, não existe um único significado para ela. Esta incomunicabilidade 
gera diferentes pontos de vista e debate. 
• RELAÇÃO ENTRE VIDA E ARTE: A criação artística atual flexibiliza as 
fronteiras entre o que é e o que não é arte. Objetos do cotidiano podem se 
converter em obras de arte e, por outro lado, as obras de arte passaram a 
habitar a paisagem do dia a dia. A fronteira entre a arte e a vida é mais 
permeável. 
• ESTRANHAMENTO: O estranhamento surge com a arte moderna, 
quando o artista passa a ser impulsionado a buscar o novo, ou seja, o 
desconhecido. Desde então, a sensação de estranhamento, de 
incompletude e de inquietação acompanha a produção artística. Esta 
característica não é tão atual, e até hoje ainda não nos acostumamos com 
ela, mas é ela que desafia a pensar.
Edouard Manet, Olimpia, 1863. Óleo sobre lienzo. 130,5 x 190 cm. Museo de Orsay. París. Francia.
Yasumasa Morimura, Olympia, 1988, Fotografia
Edouard Manet, Comida en la hierba,1863. Óleo sobre lienzo. 208 x 264 cm. Museo de Orsay. París. Francia.
J. Seward Johnson's Jr, Déjeuner Déjá Vu, 1994, cast bronze 
62" x 132" x 360"
CARAVAGGIO 
Baco doente 
XVII 
Galeria degli Uffizi 
Florença 
Jeff Wall 
Untitled n° 224, 1990 
Fotografia
Gordon Matta-Clark, Splitting, 1974
Gordon Matta-Clark, Day’s End, 1975
Joseph Kosuth, One and Three Chairs, 1965, The Museum of Modern Art, MoMA,New York.
Allan Kaprow's, Fluids at Angels Gate, 1950
Artur Barrio, Livro de Carne, 1979
Jeff Koons, Puppy, Guggenheim Museum, 1991
David Hocnhey, Fotomontagem, Day pool in blues ,1988
David Hocnhey, Fotomontagem, Uma Imagem de Célia,
David Hocnhey, Fotomontagem, Mother I, 1985
Issey Miyake, costum es
Issey Miyake, costum es
Issey Miyake, costum es
Bill Viola, Instalação “ Entre o céu e a terra”, 1992
Eva Hesse, Contingente,
Eva Hesse, Right After, 1969 
Fiberglass, polyester resin, wire, 548,6 x 121,9 cm
Eva Hesse, Ennead, 1966 
Acrylic, papier-mâché, plastic, plywood, string 
Installation variable, plate: 91,4 x 55,9 x 3,8 cm 
Private collection, Boston
Mira Schendel, escultura “Trenzinho”, década de 1966
Richard Serra, Band 2006
Richard Serra, 2007
Richard Serra, 2007
John Galliano, 1997
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Richard Serra. Throwing lead at Leo Castelli warehouse. 1969.
A maior qualidade intrínseca da arte é sua capacidade de 
nos transformar permitindo ver outras realidades. 
Viviane Marques, arquiteta e urbanista, crítica e historiadora de artes.

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  • 1. Arte no Mundo Moderno e Contemporâneo Viviane Marques
  • 2. Modernismo • Sob o termo genérico Modernismo resumem-se as correntes artísticas que, na última década do século XIX e na primeira do século XX, propõem-se a interpretar, apoiar e acompanhar o esforço progressista, econômico-tecnológico, da civilização industrial.
  • 3. Tendências Modernistas • A deliberação de fazer arte em conformidade com sua época e a renúncia à inovação de modelos clássicos, tanto na temática como no estilo; • O desejo de diminuir a distância entre as artes maiores e as aplicações aos diversos campos da produção econômica (construção civil, decoração, vestuário, etc.); • A busca de uma funcionalidade decorativa (o valor não é a realidade representada no quadro mais o objeto e sim, o próprio quadro como objeto fabricado); • A aspiração de um estilo ou linguagem internacional ou européia; • O esforço em interpretar a espiritualidade(a arte não representa, revela por signos uma realidade que está aquém ou além da consciência) que se dizia inspirar e redimir o industrialismo.
  • 4. Modernismo • Por volta de 1910, quando ao entusiasmo pelo progresso industrial sucede-se a consciência da transformação em curso nas próprias estruturas da vida e da atividade social, formar-se-ão no interior do Modernismo às vanguardas artísticas preocupadas não mais apenas em modernizar ou atualizar,e sim em revolucionar radicalmente as modalidades e finalidades da arte. • Do modernismo, os estilos que deixaram grandes marcas responsáveis por várias transformações são denominadas de vanguardas artísticas
  • 5. Movimento e Estilos Modernistas • Derivada do termo militar francês avant-garde (extremidade dianteira de uma unidade de combate), a palavra vanguarda refere-se à parcela de ideias mais avançadas de determinado grupo. • No caso das artes plásticas, as vanguardas históricas são as correntes artísticas do início do século XX cuja produção propagava novas técnicas e procedimentos formais radicalmente à frente do tradicional contexto operativo da arte em seus respectivos países. • A ação dos grupos vanguardistas propunha um amplo questionamento dos valores vigentes na sociedade, com a transgressão da cultura e a negação do passado. Exemplos: Construtivismo russo, Suprematismo, Futurismo, Surrealismo e Dadaísmo.
  • 6. Vanguardas Históricas • Derivada do termo militar francês avant-garde (extremidade dianteira de uma unidade de combate), a palavra vanguarda refere-se à parcela de ideias mais avançadas de determinado grupo. • No caso das artes plásticas, as vanguardas históricas são as correntes artísticas do início do século XX cuja produção propagava novas técnicas e procedimentos formais radicalmente à frente do tradicional contexto operativo da arte em seus respectivos países. • A ação dos grupos vanguardistas propunha um amplo questionamento dos valores vigentes na sociedade, com a transgressão da cultura e a negação do passado. • Exemplos: Cubismo, Futurismo, Suprematismo, Construtivismo russo, Dadaísmo, Neoplasticismo eSurrealismo .
  • 7. Cubismo • O cubismo marca uma mudança radical na concepção das linguagens plásticas do século XX. • Surge por volta de 1908 com a estreita colaboração entre Pablo Picasso (1881-1973) e Georges Braque (1882-1963). • Os artistas recusam a superfície do quadro como plano ilusório de representação, e propõem um sistema de apreensão da realidade que torna evidente o próprio mecanismo construtivo do quadro. • Partem do objeto, que é analisado em suas mútiplas vistas e integrado à tela plana com pequenas facetas de tinta que efetivam a justaposição das vistas numa única imagem (visão simultânea), e fazem a ligação entre fundo e figura, dando o mesmo tratamento pictórico ao objeto e ao espaço que o circunda. • A colagem cubista é uma inovação técnica de 1912, utilizada por quase todas as vanguardas artísticas. • Parte da superfície do quadro como espaço real capaz de receber coisas retiradas diretamente da realidade, que passam a funcionar como elementos da construção plástica: pedaços de papel, jornal ou tecidos colados junto a áreas pintadas podem se tornar instrumentos musicais ou garrafas. • Outros representantes: Juan Gris (1887-1927), Robert Delaunay (1885-1941), Henri Laurens (1885-1954), Fernand Léger (1881-1955).
  • 8. Pablo Ruiz Picasso As Senhoritas de Avignon Museu de Arte Moderna New York
  • 9. Pablo Ruiz Picasso Menina com Bandolim Museu de Arte Moderna New York
  • 10. Georges Braque, pintura “Violino e Jarro”, 1909-1910
  • 11. Pablo Ruiz Picasso Ma Jolie Museu de Arte Moderna New York
  • 12. Georges Braque Tocador de Mandolina Museu de Arte Moderna New York
  • 13. Pablo Ruiz Picasso,Guitarra, partitura, vaso,1912. Aguada, carboncillo y papiers collés. 47.9 x 36.5 cm. Marion Koogler McNay Art Institute. San Antonio. TX. USA.
  • 14. Georges Braque Natureza Morta ou Le Jour Galeria Nacional Washington
  • 15. Futurismo • É um movimento de vanguarda italiano que proclama o dinamismo da vida moderna ao tematizar o movimento das metrópoles, com seus carros velozes e sua energia luminosa através de experimentações plásticas e musicais. • Foi fundado pelo poeta Filippo Tommaso Marinetti (1876-1944) em 1909, quando publica o manifesto futurista no jornal francês Le Figaro e incita à ação e à subversão radical da cultura e das tradições sociais. • A noção de movimento é exaltada ideológica e plasticamente: a fim de celebrar a velocidade e a energia mecânica, os futuristas se interessam pela análise das formas dinâmicas e fragmentam as imagens na intenção de captar o próprio ritmo vibrante do movimento urbano moderno. • Outros representantes: Umberto Boccioni (1882-1916), Luigi Russolo (1885-1947), Carlo Carrá(1881-1966), Giacomo Balla (1871-1958), Antonio Sant’Elia (1888-1916). • O futurismo influenciou a fotografia de Anton Bragaglia (1890- 1960).
  • 16. Umberto Boccioni, pintura “ Estados de Alma n°1, As Despedidas”, 1911
  • 17. Marcel Duchamp, Desnudo bajando una escalera nº 2 1912. Óleo sobre tela. 146 x 89 cm. Colección Louise y Walter Arensberg. Philadelphia Museum of Art. Filadelfia. USA.
  • 18. Suprematismo • É uma corrente da vanguarda russa de tendência construtiva formulada em 1913 por Kasimir Malevich (1878-1935), que propõe uma redução da arte pictórica a seu elemento determinante, o sentimento puro da forma, da cor e da superfície. • Malevich defende a abstração em prol da autêntica essência da arte: a imaterialidade de um mundo “sem objetos” que pode ser interpretado como parte da utopia da Revolução Soviética de 1917 e sua concepção proletária de desapego material. • O pensamento suprematista exerce grande influência nas pesquisas da Bauhaus, assim como no trabalho dos artistas construtivistas El Lissitzky (1890-1941) e Alexander Rodchenko (1891-1956).
  • 19. Kasemir Malevich, pintura “Suprematismo (branco sobre branco)”, 1918
  • 20. Kazimir Malevich, Quadrado Negro e Quadrado Vermelho, 1915, óleo tela, 71,1x44,4 cm, Nova Iorque: MOMA
  • 21. Kasemir Malevich, Elementos fundamentasi do suprematisto, c. 1913 Óleo sobre tela, 84 x 69,5 cm, Stedelijk Museum.Amsterdã
  • 22. Construtivismo • O construtivismo é um movimento de vanguarda surgido na Rússia e que pretende a propagação da forma visual pela sociedade através de construções geométricas reveladoras de um espírito racionalista. • É constituído a partir de 1915 em torno de Vladimir Tatlin (1885- 1953), artista convicto do poder de penetração da arte no circuito da vida social, para a satisfação das necessidades físicas e intelectuais da sociedade como um todo. • Com a Revolução Soviética, cabe ao artista a construção da nova sociedade proletária através da relação direta e positiva com os materiais e as técnicas industriais, a engenharia arquitetônica e os meios de comunicação em massa. • A partir da década de 1920, o movimento se difunde pelo mundo e se generaliza na abstração geométrica. • Outros representantes: Naum Gabo (1890-1977), Antoine Pevsner (1886-1962), Konstantin Medunetsky (1900-1934), Josef Albers (1888-1976). • O construtivismo influenciou a fotografia de Alexander Rodchenko (1891-1956) e László Moholy-Nagy (1895-1946), o cinema de Serguei Eisenstein (1898-1948) e Dziga Vertov (1896-1954) e o design gráfico de El Lissitzky (1890-1941) e dos irmãos Georgii e Vladimir Stenberg (1900-1933).
  • 23. Wladimir Tatlin - Modelo para o Monumento À Terceira Internacional, 1919-1920 Metal, wood, 500x300 cm. National Museum of Modern Art, Centre George Pompidou,
  • 24. El Lissitzky, Espaço Proun, 1923 (reconstrução de 1955), madeira, 260x300x300 cm
  • 25. El Lissitzky, Insinua-se nos Brancos a Cunha Vermelha , 1919, cartaz, 48,3x58,5 cm
  • 26. Dziga Vertov,Fragmento do filme, “O Homem com uma Camêra”, 1929
  • 27. Naum Gabo, Construção Linear no Espaço nº1, 1943 Acrílico com fio de nylon, 60cm, Phillips Collection
  • 28. Ivan Leonidov, Instituto Lênin, 1927
  • 29. Ivan Leonidov, Instituto Lênin, 1927
  • 30. René Clair, fragmento do filme “Entr’acte”, 1924 Dadaísmo • O dadaísmo, ou Dada, é uma vanguarda internacional fundada em 1916 por artistas e poetas que contestam os valores tradicionalmente associados à arte européia, logo à própria civilização que havia permitido o início da Primeira Guerra Mundial em 1914. • Os dadaístas não propõem uma solução formal a partir de uma relação positiva com a indústria, mas sim problematizam todos os fatores que determinam a obra de arte como um valor: o artista como criador original, os métodos e técnicas de produção, a estrutura institucional. • Ao enfatizar a arte como idéia ou processo mental em oposição à valorização final do produto, rejeitam as técnicas de pintura e escultura e optam por métodos como a colagem e a fotomontagem. • Principais representantes: Tristan Tzara (1896-1963), Jean Arp (1887-1966), Kurt Schwitters (1887-1948), Francis Picabia (1878- 1953), Marcel Duchamp (1887- 1968), Raoul Hausmann (1886- 1971). • O dadaísmo manifestou-se também na fotografia e no cinema de Man Ray (1890-1976) e no cinema de Hans Richter (1888-1976) e René Clair (1898-1981).
  • 31. René Clair, fragmento do filme “Entr’acte”, 1924
  • 32. Olt Aicher, Pictogramas Olímpicos, Beijing
  • 33. Marcel Duchamp, Fonte, 1917, Mictório Invertido, 0,60m de altura
  • 34. Marcel Duchamp L.H.O.O.Q. 1919. Ready-made rectificado: lápiz sobre una reproducción de la Gioconda. 19.5 x 12.4 cm. Colección particular. París. Francia.
  • 35. Marcel Duchamp, In advanced of the broken arm, 1964, MOMA
  • 36. Marcel Duchamp, Why not sneeze Rose Selavy,1919
  • 37. Francis Picabia El ojo cacodilato 1921. Óleo y papel sobre tela. 146 x 114 cm. Musée National d'Art Moderne. Paris. Francia.
  • 38. Neoplasticismo • O Neoplasticismo, ou De Stijl, é um movimento de vanguarda holandês que chega a uma nova concepção da forma através da redução da diversidade de formas e multiplicidade de cores da natureza à linguagem universal abstrata das linhas horizontais e verticais e das cores primárias, preto e branco. • Foi criado em 1917 por Theo van Doesburg (1883-1931) e Piet Mondrian (1872-1944), mentor intelectual do movimento, que revela a estrutura abstrata subjacente à realidade figurada ao estabelecer relações entre as cores e as linhas através da exclusiva e racional ação do compor. • Essa concepção racionalista da forma vincula a estrutura à elementaridade e se estende para o design, a arquitetura e a moda como recusa de qualquer acréscimo à pura forma construtiva. • Outros representantes: Gerrit Thomas Rietveld (1888-1964), J. J. Pieter Oud (1890-1963) e George Vantongerloo (1886-1966).
  • 39. Piet Mondrian, Composição, 1929, Óleo sobre tela, 73.5cm x 74.5cm , The Cleveland Museum of Art
  • 40. Theo van Doesburg,pintura “Composição XXII”, 1920
  • 41. Piet Cornelis Mondrian, Composicion
  • 42. Thomas Gerrit Rietveld, Casa Schrõder, 1924, Utrech, Holanda
  • 43. Thomas Gerrit Rietveld, Casa Schrõder, 1924, Utrech, Holanda
  • 44. Thomas Gerrit Rietveld, Casa Schrõder, 1924, Utrech, Holanda
  • 45. Surrealismo • É um movimento artístico de origem francesa que tem raízes na teoria psicanalítica de Sigmund Freud (noção de inconsciente, prática do automatismo e interesse pelos sonhos). • Tem seu manifesto publicado em 1924 pelo psiquiatra e escritor André Breton (1896-1966), que afirma o inconsciente como a prória dimensão da arte. • As imagens do inconsciente não seguem um padrão e são reveladas através de distintas técnicas (pintura tradicional, pintura automática, colagem, fotomontagem, frottage). • O que está em jogo é a liberação dos objetos de seus significados habituais, a associação de imagens contraditórias ou a criação de paradoxos visuais, ou seja, a desestabilização de categorias estabelecidas que provoca e envolve o espectador através da estranheza. • Principais representantes: Joan Miro (1893-1983), Salvador Dali (1904- 1989), René Magritte (1898-1967), Max Ernst (1891-1976), André Masson (1896-1987). • O surrealismo se manifestou também na fotografia de Man Ray (1890- 1976) e Raoul Ubac (1910-1984) e no cinema de Luis Buñuel (1900-1983) e Germaine Dulac (1882-1942).
  • 46. Salvador Dali, pintura “ A persistência da Memória”, 1931
  • 47. Joan Miró Personagens na Noite Coleção Madame Sacher Basiléia
  • 48. Joan Miró Mulheres na Noite Coleção Particular Paris
  • 49. Salvador Dali O Cristo de San Juan de La Cruz Galeria e Museu de Arte de Glasgow
  • 50. Salvador Dali A Tentação de Santo Antonio Reais Museus de Bruxelas
  • 51. René Magritte Condição Humana Coleção Madame E. Happé Lorge Bruxelas
  • 52. René Magritte A Chave dos Campos Coleção Thyssen-Bornemisza
  • 53. Rene Magrittte Clairvoyance Self-Portrait, 1936
  • 54. Arte Contemporânea • Os balanços e estudos disponíveis sobre arte contemporânea tendem a fixar-se na década de 1960, sobretudo com o advento da arte pop e do minimalismo, um rompimento em relação à pauta moderna, o que é lido por alguns como o início do pós-modernismo. • Impossível pensar a arte a partir de então em categorias como "pintura" ou "escultura". • A cena contemporânea - que se esboça num mercado internacionalizado das novas mídias e tecnologias e de variados atores sociais que aliam política e subjetividade (negros, mulheres, homossexuais etc.) - explode os enquadramentos sociais e artísticos do modernismo, abrindo-se a experiências culturais díspares. • As novas orientações artísticas, apesar de distintas, partilham um espírito comum: são, cada qual a seu modo, tentativas de dirigir a arte às coisas do mundo, à natureza, à realidade urbana e ao mundo da tecnologia. • As obras articulam diferentes linguagens - dança, música, pintura, teatro, escultura, literatura etc. -, desafiando as classificações habituais, colocando em questão o caráter das representações artísticas e a própria definição de arte. • Interpelam criticamente também o mercado e o sistema de validação da arte.
  • 55. Pop Art • Refere-se à arte que emerge com a sociedade de consumo e incorpora imagens da cultura popular, veiculadas pelos meios de comunicação de massa. • O termo foi utilizado pela primeira vez na Inglaterra em 1954, mas designa um fenômeno sobretudo norte-americano. • Nos Estados Unidos do início dos anos 1960 pode ser identificada uma mesma sensibilidade à avassaladora força da indústria cultural em vários artistas que se apropriam, de modos distintos, de imagens reproduzidas pela publicidade, televisão ou nos quadrinhos. • A Pop Art revela nas suas prórias obras o aspecto anônimo e serial adquirido na sociedade de massa pelo objeto, que é consumido por sua imagem e não por seu valor. • Alguns representantes: Richard Hamilton (n. 1922), Jasper Johns (n. 1930), Robert Rauschenberg (n. 1925), Andy Warhol (1928- 1987), Roy Lichtenstein (1923-1998), Claes Oldenburg (n. 1929).
  • 56. Roy Lichtenstein, pintura “M- Maybe”, 1965
  • 57. Roy Lichtenstein, Artist's Studio: Th Dance. 1974
  • 58. Andy Warhol – “Turquoise Marilyn" ,1962
  • 59. Andy Warhol – Elvis I e II - Galeria de Arte de Ontario, Toronto
  • 60. Vegetarian Vegetable from Campbell's Soup II, 1969 Andy Warhol (American, 1928–1987) Screenprint; 35 x 23 in. (88.9 x 58.4 cm) Gift of Mr. and Mrs. Peter Eider-Orley, 1972
  • 61. Cadeira - Allen Jones Neue Galerie, Aachen - (XX)
  • 64. Minimalismo • O minimalismo se refere a uma tendência das artes visuais que ocorre no fim dos anos 1950 e início dos 1960 em Nova York. • O minimalismo, a minimal art enfatiza formas elementares, em geral de corte geométrico, que recusam acentos ilusionistas e metafóricos. • O objeto de arte, preferencialmente localizado no terreno ambíguo entre pintura e escultura, não esconde conteúdos intrínsecos ou sentidos outros. • Sua verdade está na realidade física com que se expõe aos olhos do observador - cujo ponto de vista é fundamental para a apreensão da obra -, despida de efeitos decorativos e/ou expressivos. • Os trabalhos de arte, nessa concepção, são simplesmente objetos materiais e não veículos portadores de idéias ou emoções. • Um vocabulário construído de ideias como despojamento, simplicidade e neutralidade, manejado com o auxílio de materiais industriais - vidro, aço, acrílico etc. -, é o núcleo do programa da minimal art.
  • 65. Sol Lewitt, Floor Plan #4, 1976
  • 66. Sol Lewitt, Three x Four x Three, 1984 Alumínio e Esmalte, Walker Art Center
  • 67. Donald Judd, Sem Titulo, 1968-1969
  • 68. Robert Morris, Mirrored Cubes, 1965
  • 69. Afinal, o que é arte contemporânea?
  • 70. Arte Contemporânea • Decifra-me ou te devoro. • Filha do desencanto e das tensões advindos do instável século XX, surge representando uma ruptura com o que, até então, se chamava arte moderna. • A arte contemporânea nasceu, sobretudo, questionadora, amante da polêmica. • Oscilando entre a incompreensão e os julgamentos de valor traduzidos em questões sobre sua utilidade e autenticidade, é alvo de discussões apaixonadas. • Joseph Kosuth - texto Arte depois da Filosofia, 1969: o que torna uma pintura arte é a sua apresentação como uma afirmação de uma idéia de arte.
  • 71. Ampliação do campo artístico – intimamente vinculada a uma confusão deliberadamente estabelecida pelos artistas entreas esferas da arte e da não-arte. – artistas se aproximam,seja em sua temática, seja na técnica, de uma cultura popular, vernacular, que lida com pessoas e objetos comuns ou mesmo desprezados, – Quanto mais a noção de arte se mistura com elementos exteriores ao fechado universo das “belas-artes”, mais se desenvolvem estratégias culturais para a preservação das idéias de unicidade, originalidade, autonomia,que balizaram o valor artístico desde o Romantismo. – o universo das “belas-artes”desintegração.
  • 72. Características • PLURALIDADE: Instalação, performance, fotografia, pintura, vídeo. Objetos, intervenções, desenhos, esculturas, grafite e gravuras. Isto quando não nos deparamos com as categorias misturadas, e não conseguimos definir o que é ou do que é feito o trabalho. • INCOMUNICABILIDADE: A arte não necessariamente comunica algo. Assim, ao se deparar com uma obra de arte, cada um se relaciona de um modo, não existe um único significado para ela. Esta incomunicabilidade gera diferentes pontos de vista e debate. • RELAÇÃO ENTRE VIDA E ARTE: A criação artística atual flexibiliza as fronteiras entre o que é e o que não é arte. Objetos do cotidiano podem se converter em obras de arte e, por outro lado, as obras de arte passaram a habitar a paisagem do dia a dia. A fronteira entre a arte e a vida é mais permeável. • ESTRANHAMENTO: O estranhamento surge com a arte moderna, quando o artista passa a ser impulsionado a buscar o novo, ou seja, o desconhecido. Desde então, a sensação de estranhamento, de incompletude e de inquietação acompanha a produção artística. Esta característica não é tão atual, e até hoje ainda não nos acostumamos com ela, mas é ela que desafia a pensar.
  • 73. Edouard Manet, Olimpia, 1863. Óleo sobre lienzo. 130,5 x 190 cm. Museo de Orsay. París. Francia.
  • 74. Yasumasa Morimura, Olympia, 1988, Fotografia
  • 75. Edouard Manet, Comida en la hierba,1863. Óleo sobre lienzo. 208 x 264 cm. Museo de Orsay. París. Francia.
  • 76. J. Seward Johnson's Jr, Déjeuner Déjá Vu, 1994, cast bronze 62" x 132" x 360"
  • 77. CARAVAGGIO Baco doente XVII Galeria degli Uffizi Florença Jeff Wall Untitled n° 224, 1990 Fotografia
  • 80. Joseph Kosuth, One and Three Chairs, 1965, The Museum of Modern Art, MoMA,New York.
  • 81. Allan Kaprow's, Fluids at Angels Gate, 1950
  • 82. Artur Barrio, Livro de Carne, 1979
  • 83. Jeff Koons, Puppy, Guggenheim Museum, 1991
  • 84. David Hocnhey, Fotomontagem, Day pool in blues ,1988
  • 85. David Hocnhey, Fotomontagem, Uma Imagem de Célia,
  • 90. Bill Viola, Instalação “ Entre o céu e a terra”, 1992
  • 92. Eva Hesse, Right After, 1969 Fiberglass, polyester resin, wire, 548,6 x 121,9 cm
  • 93. Eva Hesse, Ennead, 1966 Acrylic, papier-mâché, plastic, plywood, string Installation variable, plate: 91,4 x 55,9 x 3,8 cm Private collection, Boston
  • 94. Mira Schendel, escultura “Trenzinho”, década de 1966
  • 100. Joseph Beuys, “I Like America and America Likes Me,” performance, May, 1974.
  • 101. Joseph Beuys, “I Like America and America Likes Me,” performance, May, 1974.
  • 102. Joseph Beuys, “I Like America and America Likes Me,” performance, May, 1974.
  • 103. Joseph Beuys, “I Like America and America Likes Me,” performance, May, 1974.
  • 104. José Resende, Proejto Arte/Cidade, Sem Título , 2002, vagões e cabo de aço
  • 105. José Resende, Proejto Arte/Cidade, Sem Título , 2002, vagões e cabo de aço
  • 106. Robert Smitson, “Pier em espiral”, 1970
  • 107. Robert Smitson, “Pier em espiral”, 1970
  • 109. Jenny Holzer, Projeções, Londres, 2006
  • 110. Lygia Clark, escultura “Bicho”, 1960
  • 111. Hélio Oiticica, Parangolé “P4 capa 1”, 1964
  • 112. Allan Kaprow, Art as Life', 2008, The Geffen Contemporary at MOCA, Los Angeles
  • 113. Allan Kaprow, Art as Life', 2008, The Geffen Contemporary at MOCA, Los Angeles
  • 114. Allan Kaprow, Art as Life', 2008, The Geffen Contemporary at MOCA, Los Angeles
  • 115. Allan Kaprow, Art as Life', 2008, The Geffen Contemporary at MOCA, Los Angeles
  • 116. Allan Kaprow, Art as Life', 2008, The Geffen Contemporary at MOCA, Los Angeles
  • 117. Richard Serra. Throwing lead at Leo Castelli warehouse. 1969.
  • 118. A maior qualidade intrínseca da arte é sua capacidade de nos transformar permitindo ver outras realidades. Viviane Marques, arquiteta e urbanista, crítica e historiadora de artes.