C I B E R C U L T U R A N O C A M P O D A E D U C A Ç Ã O .
C L A U D I A P E R E S
N T E M 2 0 1 5
S Ã O P A U L O - S P
CONSTRUTIVISMO PÓS-
PIAGETIANISMO
Cibercultura Pós- piagetianismo
 O digital em rede institui
novas presencialidades para
além do espaço físico e
geográfico das cidades.
 Novas tecnologias da
comunicação e da informação
como elementos
“estruturantes” de novas
formas de pensar e atuar no
mundo contemporâneo.
(Pretto, 2005).
 O construtivismo pós-
piagetiano incorpora
contribuições de outras fontes
tais como o lugar do desejo e do
outro na aprendizagem.
 A aprendizagem humana é
resultado de uma construção
mental realizada pelos sujeitos
com base na sua ação sobre o
mundo e na interação com
outros.
Tecnologia e educação
Cibercultura Pós- piagetianismo
 Aos que se ocupam da educação
escolar, das escolas, da
aprendizagem dos estudantes, é
requerido que façam opções
pedagógicas, ou seja, assumam
um posicionamento sobre
objetivos e modos de promover
o desenvolvimento e a
aprendizagem de sujeitos
inseridos em contextos
socioculturais e institucionais
concretos.
 O papel da interação social na
construção do conhecimento.
 Nessa mesma perspectiva, o
socioconstrutivismo mantém o
papel da ação e da experiência do
sujeito no desenvolvimento
cognitivo, mas introduz com mais
vigor o componente social na
aprendizagem, tornando claro o
papel determinante das
significações sociais e das
interações sociais na construção de
conhecimentos.
Tecnologia e educação
Cibercultura Pós- piagetianismo
 Acreditamos que a imersão na
cibercultura é formativa; afinal
aprendemos em rede e o
ciberespaço é um espaço
mutirreferencial de
aprendizagem, pois permite
interatividade com diversas
culturas, linguagens, discursos,
tecnologias.
 Instrumentos cognitivos
utilizados pelas crianças
são, também,
reestruturações de
representações sociais
reformadas nas interações
sociais.
Tecnologia e educação
Cibercultura Pós-piagetianismo
 Muito mais do que apenas dinamizar e
promover uma nova materialização da
informação, a tecnologia digital em
rede permite a interconexão de sujeitos,
de espaços e/ou cenários de
aprendizagem, exigindo novas ações
curriculares e em rede. Assim, quando
Lévy (1997) destaca a necessidade de
“aprender com o movimento
contemporâneo das técnicas”, podemos
nos inspirar no digital e em algumas de
suas potencialidades (interatividade,
hipertexto, simulação, convergência,
mobilidade, ubiqüidade), propondo
práticas curriculares mais
comunicativas, com mais e melhores
autorias e mediações coletivas e em
rede.
 Uma das noções chave desse
paradigma é o conflito sócio-
cognitivo que surge em
situações de interação, nas
quais estão também
envolvidas experiências
sociais e culturais que
interveêm nas
aprendizagens. (Garnier,
Bednarz e Ulanovskaya,
1996).
Tecnologia e educação
Tecnologia e educação
 Nessa corrente observa-se a utilização das
tecnologias digitais como instrumento para a
construção do conhecimento num processo de
interatividade com outros espaços (ciberespaços)
e diversidade de formas de comunicação
construindo assim relações sociais.
Como lançar mão das tecnologias digitais em rede e da
cibercultura para educar mais e melhor em nosso tempo?
 Realização de pesquisas na internet contribuindo para o avanço
da aprendizagem nesse processo.
 Utilização de redes sociais para discussões sobre problemas
propostos em sala ou diálogos informais favorecendo o processo
social cognitivo apresentado no texto de Libâneo.
 Celulares e tabletes para montagem de vídeos e aplicativos.
 Utilização do acervo de softwares educacionais
 A escola ou o professor poderá colocar on-line, exercícios para
que os alunos resolvam em casa.
BIBLIOGRAFIA
 A CIBERCULTURA E A EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE MOBILIDADE
E REDES SOCIAIS: CONVERSANDO COM OS COTIDIANOS 1
EDMÉASANTOS (PROPED/UERJ)
 AS TEORIAS PEDAGÓGICAS MODERNAS RESIGINIFICADAS PELO
DEBATE CONTEMPORÂNEO NA EDUCAÇÃO José Carlos Libâneo ( )

Construtivismo pós piagetianismo

  • 1.
    C I BE R C U L T U R A N O C A M P O D A E D U C A Ç Ã O . C L A U D I A P E R E S N T E M 2 0 1 5 S Ã O P A U L O - S P CONSTRUTIVISMO PÓS- PIAGETIANISMO
  • 2.
    Cibercultura Pós- piagetianismo O digital em rede institui novas presencialidades para além do espaço físico e geográfico das cidades.  Novas tecnologias da comunicação e da informação como elementos “estruturantes” de novas formas de pensar e atuar no mundo contemporâneo. (Pretto, 2005).  O construtivismo pós- piagetiano incorpora contribuições de outras fontes tais como o lugar do desejo e do outro na aprendizagem.  A aprendizagem humana é resultado de uma construção mental realizada pelos sujeitos com base na sua ação sobre o mundo e na interação com outros. Tecnologia e educação
  • 3.
    Cibercultura Pós- piagetianismo Aos que se ocupam da educação escolar, das escolas, da aprendizagem dos estudantes, é requerido que façam opções pedagógicas, ou seja, assumam um posicionamento sobre objetivos e modos de promover o desenvolvimento e a aprendizagem de sujeitos inseridos em contextos socioculturais e institucionais concretos.  O papel da interação social na construção do conhecimento.  Nessa mesma perspectiva, o socioconstrutivismo mantém o papel da ação e da experiência do sujeito no desenvolvimento cognitivo, mas introduz com mais vigor o componente social na aprendizagem, tornando claro o papel determinante das significações sociais e das interações sociais na construção de conhecimentos. Tecnologia e educação
  • 4.
    Cibercultura Pós- piagetianismo Acreditamos que a imersão na cibercultura é formativa; afinal aprendemos em rede e o ciberespaço é um espaço mutirreferencial de aprendizagem, pois permite interatividade com diversas culturas, linguagens, discursos, tecnologias.  Instrumentos cognitivos utilizados pelas crianças são, também, reestruturações de representações sociais reformadas nas interações sociais. Tecnologia e educação
  • 5.
    Cibercultura Pós-piagetianismo  Muitomais do que apenas dinamizar e promover uma nova materialização da informação, a tecnologia digital em rede permite a interconexão de sujeitos, de espaços e/ou cenários de aprendizagem, exigindo novas ações curriculares e em rede. Assim, quando Lévy (1997) destaca a necessidade de “aprender com o movimento contemporâneo das técnicas”, podemos nos inspirar no digital e em algumas de suas potencialidades (interatividade, hipertexto, simulação, convergência, mobilidade, ubiqüidade), propondo práticas curriculares mais comunicativas, com mais e melhores autorias e mediações coletivas e em rede.  Uma das noções chave desse paradigma é o conflito sócio- cognitivo que surge em situações de interação, nas quais estão também envolvidas experiências sociais e culturais que interveêm nas aprendizagens. (Garnier, Bednarz e Ulanovskaya, 1996). Tecnologia e educação
  • 6.
    Tecnologia e educação Nessa corrente observa-se a utilização das tecnologias digitais como instrumento para a construção do conhecimento num processo de interatividade com outros espaços (ciberespaços) e diversidade de formas de comunicação construindo assim relações sociais.
  • 7.
    Como lançar mãodas tecnologias digitais em rede e da cibercultura para educar mais e melhor em nosso tempo?  Realização de pesquisas na internet contribuindo para o avanço da aprendizagem nesse processo.  Utilização de redes sociais para discussões sobre problemas propostos em sala ou diálogos informais favorecendo o processo social cognitivo apresentado no texto de Libâneo.  Celulares e tabletes para montagem de vídeos e aplicativos.  Utilização do acervo de softwares educacionais  A escola ou o professor poderá colocar on-line, exercícios para que os alunos resolvam em casa.
  • 8.
    BIBLIOGRAFIA  A CIBERCULTURAE A EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE MOBILIDADE E REDES SOCIAIS: CONVERSANDO COM OS COTIDIANOS 1 EDMÉASANTOS (PROPED/UERJ)  AS TEORIAS PEDAGÓGICAS MODERNAS RESIGINIFICADAS PELO DEBATE CONTEMPORÂNEO NA EDUCAÇÃO José Carlos Libâneo ( )