COMPORTAMENTOS DE RISCO  Prevenir é Possível . . . Instituto da Droga e da Toxicodependência Unidade de Prevenção de Leiria Lúcia Pereira Ana Filipa Soledade
COMPORTAMENTOS DE RISCO  O que são?
Comportamentos de Risco   Serão somente as Toxicodependências? São comportamentos desviantes que se podem manifestar da seguinte forma: abandono escolar, dependências, agressividade,  delinquência,  pressões,  distúrbios ansiosos ou alimentares, isolamento, exclusão social…
As criança ou jovens estão expostos a um  risco  quando se encontram sujeitos a situações que podem vir a prejudicar o seu desenvolvimento saudável e equilibrado, nos diversos domínios da sua vida.
As Toxicodependências  como  comportamentos de risco
Classificação Jurídica Álcool Café Tabaco Chá Medicamentos Cannabis Ecstasy Drogas sintéticas Cocaína Heroína Lícitas Ilícitas
Prevenção Actuar antes de Evitar que o problema surja
Contexto Substância Indivíduo Interacção entre os factores individuais, sociais e culturais
Insucesso escolar e abandono precoce da escola; Curiosidade e desafio aos limites; Comportamentos violentos e anti sociais; Experimentação de drogas em idade precoce; Pouca resistência à pressão do grupo; Frequência sistemática de grupos juvenis onde existe abuso de álcool e outras drogas; Baixa auto-estima Crenças de auto-eficácia e expectativas de sucesso realistas; Resistência à frustração e à dor; Capacidade de resolução de problemas; Competências de relacionamento interpessoal; Boa auto-estima Factores de risco  vs.  Factores de protecção A nível INDIVIDUAL
Estabelecimentos de ensino incorrectamente dimensionados e com más instalações; Escolas com mau clima escolar, nomeadamente ausência de regras e conflitos permanentes; Pouca participação estudantil. Factores de risco  vs.  Factores de protecção A nível ESCOLAR Adequado dimensionamento da escola estimulando ambientes saudáveis; Escolas promotoras do envolvimento dos alunos nas actividades, sendo os estudantes ouvidos nas tomadas de decisão.
Precariedade económica do agregado familiar; Famílias desagregadas ou em ruptura; Ausência de suporte emocional dos adultos em relação às crianças, com falta de carinho e envolvimento afectivo desde a primeira infância. Factores de risco  vs.  Factores de protecção A nível FAMILIAR Famílias com intimidade, envolvimento afectivo, padrões de comunicação claros e fronteiras nítidas; Famílias sem histórias de consumos tóxicos.
O PAPEL DA FAMÍLIA A FAMÍLIA É O AGENTE PRIVILEGIADO NA FORMAÇÃO DO INDIVÍDUO Transmissão de valores, ensinar a ser e a estar, a partilhar e a dialogar, a aceitar as diferenças, a proporcionar alternativas saudáveis, …
INFÂNCIA Conhecer as crianças, suas características e hábitos, ajuda a melhorar a qualidade das relações que se estabelecem com elas: Criar condições de envolvimento afectivo, partilha de sentimentos (brincar, conversar, jogar); Proporcionar o desenvolvimento de competências pessoais e sociais (auto-estima, autonomia, sentido de responsabilidade, resolução de problemas);
INFÂNCIA DESENVOLVIMENTO HARMONIOSO DA FAMÍLIA, TRANSMISSÃO DE VALORES, PRINCIPIOS E MODELOS POSITIVOS: Definir regras claras de funcionamento em família (todos); Definir e transmitir o tipo de comportamento que se espera dos filhos; Aprender a dizer não às situações e comportamentos com as quais não se concorda; Participar na vida escolar dos filhos; Ajudar os filhos a tomar decisões tão simples como … “O que vestir hoje”! Proporcionar hábitos de vida saudáveis (alimentação, higiene, desporto, …) Falar sobre substâncias perigosas (medicamentos, lexívias, …) Abordar as questões relacionadas com a segurança pessoal (famílias, amigos, vizinhos, bombeiros, …)
ADOLESCÊNCIA Os filhos passam por períodos de grande angústia e por vezes agressividade … mais do que nunca é importante o apoio e compreensão dos pais para ultrapassar esta crise. O grupo de amigos … dá ao adolescente a oportunidade de desenvolver relações interpessoais equilibradas. As más companhias … antes de criticar e fazer juízos de valor sobre as companhias dos filhos procurar conhecer os seus amigos, as suas histórias de vida. O quarto … o apoio e compreensão perante as necessidades de privacidade e autonomia dos adolescentes são atitudes indispensáveis ao desenvolvimento saudável da sua personalidade .
ADOLESCÊNCIA ESSENCIAL … Manter a comunicação e confiança; Autonomizar e responsabilizar; Manter cumprimento de regras
IDADE ADULTA Indivíduos autónomos, responsáveis... Capazes de tomar opções de vida saudáveis sem recurso a consumo de substâncias.
Eventuais Consumos Estar atento… Mudanças repentinas de atitudes, que se mantêm já há algum tempo. O seu filho tornou-se ora agressivo, ora passivo isolando-se de todos – amigos e familiares; Desinteresse e desmotivação, não cumprindo os seus compromissos…notando-se uma baixa de rendimento escolar  e profissional; Perda de rendimento intelectual… Dificuldade em concentrar-se, memorizar, raciocinar; Má gestão do dinheiro … Afastamento dos amigos habituais, optando por companhias que os pais mal conhecem; Excesso de segredos quanto à sua vida … chegando mesmo a mentir Posse de substâncias ou objectos estranhos (filtros de cigarros, papel de prata queimado, mortalhas, colheres queimadas,…)
ATENÇÃO   Estes sinais podem alertar para outros problemas como a depressão ou problemas de relacionamento que podem não estar ligados ao uso de drogas. De qualquer forma, vale muito uma conversa aberta e franca com aqueles que amamos. Não use esses sinais para tornar a vida de seus filhos, amigos e familiares um transtorno mas sim, para se aproximar deles.
É importante que o seu filho se aperceba e acredite, que o que o mais preocupa a si, é sentir que ele está em sofrimento e que você está disponível para fazer as mudanças necessárias para o ajudar … A resolução do problema vai exigir de si um comportamento porventura diferente do que tem tido até aqui. Não dramatize Fale abertamente e procure em conjunto encontrar alternativas Procure ajuda em serviços adequadas
Para as FAMÍLIAS … Ouçam-se uns aos outros e partilhem opiniões regularmente; Partilhem dos estados de ânimo de cada membro da família; Respeite a privacidade do seu filho; Façam férias juntos sempre que possível; Procurem não viver como estranhos dentro da mesma casa; Mandem quando necessário; Conheçam os vossos filhos, os seus gostos, as suas ambições; Dêem-se a conhecer aos vossos filhos, digam o que pensam, o que sentem, do que gostam; Não “comprem” um bom comportamento; Não “afoguem” os filhos em dinheiro, jogos ou outras ofertas; Procurem alternativas que dêem prazer: desporto, teatro cinema, concertos, passeios; Dêem atenção aos estudos dos filhos, dêem valor aos avanços nos estudos; Dêem a conhecer aos filhos os vossos amigos e procurem conhecer os amigos dos vossos filhos.
CONTACTOS Unidade de Prevenção de Leiria Rua Dr. Manuel Magalhães Pessoa, n.º 1, 1º Dtº 2410-131 Leiria Telefone: 244 870 338 Fax: 244 870 339 E-Mail:  [email_address]   www.idt.pt   www.tu-alinhas.pt

Comportamentos de risco fam%e dlias

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    COMPORTAMENTOS DE RISCO Prevenir é Possível . . . Instituto da Droga e da Toxicodependência Unidade de Prevenção de Leiria Lúcia Pereira Ana Filipa Soledade
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    Comportamentos de Risco Serão somente as Toxicodependências? São comportamentos desviantes que se podem manifestar da seguinte forma: abandono escolar, dependências, agressividade, delinquência, pressões, distúrbios ansiosos ou alimentares, isolamento, exclusão social…
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    As criança oujovens estão expostos a um risco quando se encontram sujeitos a situações que podem vir a prejudicar o seu desenvolvimento saudável e equilibrado, nos diversos domínios da sua vida.
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    Classificação Jurídica ÁlcoolCafé Tabaco Chá Medicamentos Cannabis Ecstasy Drogas sintéticas Cocaína Heroína Lícitas Ilícitas
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    Prevenção Actuar antesde Evitar que o problema surja
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    Contexto Substância IndivíduoInteracção entre os factores individuais, sociais e culturais
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    Insucesso escolar eabandono precoce da escola; Curiosidade e desafio aos limites; Comportamentos violentos e anti sociais; Experimentação de drogas em idade precoce; Pouca resistência à pressão do grupo; Frequência sistemática de grupos juvenis onde existe abuso de álcool e outras drogas; Baixa auto-estima Crenças de auto-eficácia e expectativas de sucesso realistas; Resistência à frustração e à dor; Capacidade de resolução de problemas; Competências de relacionamento interpessoal; Boa auto-estima Factores de risco vs. Factores de protecção A nível INDIVIDUAL
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    Estabelecimentos de ensinoincorrectamente dimensionados e com más instalações; Escolas com mau clima escolar, nomeadamente ausência de regras e conflitos permanentes; Pouca participação estudantil. Factores de risco vs. Factores de protecção A nível ESCOLAR Adequado dimensionamento da escola estimulando ambientes saudáveis; Escolas promotoras do envolvimento dos alunos nas actividades, sendo os estudantes ouvidos nas tomadas de decisão.
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    Precariedade económica doagregado familiar; Famílias desagregadas ou em ruptura; Ausência de suporte emocional dos adultos em relação às crianças, com falta de carinho e envolvimento afectivo desde a primeira infância. Factores de risco vs. Factores de protecção A nível FAMILIAR Famílias com intimidade, envolvimento afectivo, padrões de comunicação claros e fronteiras nítidas; Famílias sem histórias de consumos tóxicos.
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    O PAPEL DAFAMÍLIA A FAMÍLIA É O AGENTE PRIVILEGIADO NA FORMAÇÃO DO INDIVÍDUO Transmissão de valores, ensinar a ser e a estar, a partilhar e a dialogar, a aceitar as diferenças, a proporcionar alternativas saudáveis, …
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    INFÂNCIA Conhecer ascrianças, suas características e hábitos, ajuda a melhorar a qualidade das relações que se estabelecem com elas: Criar condições de envolvimento afectivo, partilha de sentimentos (brincar, conversar, jogar); Proporcionar o desenvolvimento de competências pessoais e sociais (auto-estima, autonomia, sentido de responsabilidade, resolução de problemas);
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    INFÂNCIA DESENVOLVIMENTO HARMONIOSODA FAMÍLIA, TRANSMISSÃO DE VALORES, PRINCIPIOS E MODELOS POSITIVOS: Definir regras claras de funcionamento em família (todos); Definir e transmitir o tipo de comportamento que se espera dos filhos; Aprender a dizer não às situações e comportamentos com as quais não se concorda; Participar na vida escolar dos filhos; Ajudar os filhos a tomar decisões tão simples como … “O que vestir hoje”! Proporcionar hábitos de vida saudáveis (alimentação, higiene, desporto, …) Falar sobre substâncias perigosas (medicamentos, lexívias, …) Abordar as questões relacionadas com a segurança pessoal (famílias, amigos, vizinhos, bombeiros, …)
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    ADOLESCÊNCIA Os filhospassam por períodos de grande angústia e por vezes agressividade … mais do que nunca é importante o apoio e compreensão dos pais para ultrapassar esta crise. O grupo de amigos … dá ao adolescente a oportunidade de desenvolver relações interpessoais equilibradas. As más companhias … antes de criticar e fazer juízos de valor sobre as companhias dos filhos procurar conhecer os seus amigos, as suas histórias de vida. O quarto … o apoio e compreensão perante as necessidades de privacidade e autonomia dos adolescentes são atitudes indispensáveis ao desenvolvimento saudável da sua personalidade .
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    ADOLESCÊNCIA ESSENCIAL …Manter a comunicação e confiança; Autonomizar e responsabilizar; Manter cumprimento de regras
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    IDADE ADULTA Indivíduosautónomos, responsáveis... Capazes de tomar opções de vida saudáveis sem recurso a consumo de substâncias.
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    Eventuais Consumos Estaratento… Mudanças repentinas de atitudes, que se mantêm já há algum tempo. O seu filho tornou-se ora agressivo, ora passivo isolando-se de todos – amigos e familiares; Desinteresse e desmotivação, não cumprindo os seus compromissos…notando-se uma baixa de rendimento escolar e profissional; Perda de rendimento intelectual… Dificuldade em concentrar-se, memorizar, raciocinar; Má gestão do dinheiro … Afastamento dos amigos habituais, optando por companhias que os pais mal conhecem; Excesso de segredos quanto à sua vida … chegando mesmo a mentir Posse de substâncias ou objectos estranhos (filtros de cigarros, papel de prata queimado, mortalhas, colheres queimadas,…)
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    ATENÇÃO   Estessinais podem alertar para outros problemas como a depressão ou problemas de relacionamento que podem não estar ligados ao uso de drogas. De qualquer forma, vale muito uma conversa aberta e franca com aqueles que amamos. Não use esses sinais para tornar a vida de seus filhos, amigos e familiares um transtorno mas sim, para se aproximar deles.
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    É importante queo seu filho se aperceba e acredite, que o que o mais preocupa a si, é sentir que ele está em sofrimento e que você está disponível para fazer as mudanças necessárias para o ajudar … A resolução do problema vai exigir de si um comportamento porventura diferente do que tem tido até aqui. Não dramatize Fale abertamente e procure em conjunto encontrar alternativas Procure ajuda em serviços adequadas
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    Para as FAMÍLIAS… Ouçam-se uns aos outros e partilhem opiniões regularmente; Partilhem dos estados de ânimo de cada membro da família; Respeite a privacidade do seu filho; Façam férias juntos sempre que possível; Procurem não viver como estranhos dentro da mesma casa; Mandem quando necessário; Conheçam os vossos filhos, os seus gostos, as suas ambições; Dêem-se a conhecer aos vossos filhos, digam o que pensam, o que sentem, do que gostam; Não “comprem” um bom comportamento; Não “afoguem” os filhos em dinheiro, jogos ou outras ofertas; Procurem alternativas que dêem prazer: desporto, teatro cinema, concertos, passeios; Dêem atenção aos estudos dos filhos, dêem valor aos avanços nos estudos; Dêem a conhecer aos filhos os vossos amigos e procurem conhecer os amigos dos vossos filhos.
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    CONTACTOS Unidade dePrevenção de Leiria Rua Dr. Manuel Magalhães Pessoa, n.º 1, 1º Dtº 2410-131 Leiria Telefone: 244 870 338 Fax: 244 870 339 E-Mail: [email_address] www.idt.pt www.tu-alinhas.pt

Notas do Editor

  • #3 brainstorming
  • #6 Explicação do que é