O documento discute a crise de fé moderna e a perda da influência familiar na formação religiosa, levando muitos a buscarem novas alternativas espirituais diante das mudanças culturais. Destaca a importância do papel dos leigos na evangelização e na construção de uma sociedade cristã, enfatizando a necessidade de seu comprometimento ativo em várias esferas sociais e políticas. Também menciona a urgência de formar células de fiéis para reflexão e ação prática, promovendo uma cultura de vida baseada nos valores do evangelho.