10/2012
                              A
                           11/2013




Redescobrir – Cultivar – Testemunhar
                a Fé
Um olhar sobre a realidade em que
            vivemos
-   Relativismo.
                             -   Autossuficiência humana.
 As mudanças sociais são     -   Pluralismo religioso.
                             -   Fragilidades no testemunho
  muitas, e ocorrem em
                                 da instituição.
velocidade cada vez maior.   -   Desconhecimento da doutrina
                                 por parte dos fiéis.
                             -   Linguagem comprometida no
Desconstrução de valores.        anúncio da Boa Nova.
                             -   Distanciamento do Homem
  O Sagrado e os valores         para com a Palavra de Deus.
espirituais com nova face.   -   Egoísmo na vida comunitária.
                             -   Insensibilidade à presença de
                                 Deus.
    As novas gerações.       -   Etc...
Religiões




            Católicos
            Evangélicos
            Sem Religião
            Espiritas
            Afro
            Demais
“... vivemos uma era de ruptura, e não estamos mais
dispostos a nos sacrificar em nome de grandes ideias
alheias, de utopias, mas sim em nome de nossos
pais, filhos ou amigos. Um humanismo secular; uma
espiritualidade sem fé.
„Existem dois tipos diferentes de espiritualidade. Um
age por meio de Deus e é, certamente, o conjunto das
religiões; o outro, sem Deus, é o grupo das grandes
filosofias‟, explica ele no livro.”
           Luc Ferry – Entrevista ao Estadão sobre seu livro „ O Anticonformista‟




       *
A Igreja não está alheia a esta realidade
                                                           Carta
          Sínodo da              Documento               Apostólica
           Palavra              de Aparecida
                                                         Porta Fidei




*   Esta é a nossa casa!
    Na Igreja Católica temos tudo o que é bom, tudo o que é motivo de segurança e
    de consolo! Quem aceita Cristo: Caminho, Verdade e Vida, em sua
    totalidade, tem garantida a paz e a felicidade, nesta e na outra vida...
                         Papa Bento XVI no Santuário de Aparecida 12/05/2007
INTRODUÇÃO (1-18)
              O Documento procura ajudar todos os católicos a serem Discípulos
              Missionários de Jesus Cristo, pelo fato de terem sido batizados.

              1. Desafios
              Mas hoje em dia, não é tão fácil assim, pois estamos vivendo uma época
              caracterizada por dois desafios (Doc. 10):
              - a difusão de uma Cultura hostil, contrária ao pensamento e à prática cristã
              - a difusão de variadas ofertas religiosas que tratam de responder às
              necessidades das      pessoas de forma diferente e às vezes de forma
              materialista, imediatista e distante da proposta de Jesus.



2. Quais são os valores cristãos ameaçados pela Cultura hostil?
Verificamos que os valores cristãos que estão na base da vida comunitária, justa e
fraterna, que vivenciamos nas CEBs, estão sendo ameaçados por uma cultura
hostil, isto é, contrária ao ensinamento do Evangelho.
Vejamos alguns dos nossos valores ameaçados:
-A Gratuidade que aparece quando uma pessoa se relaciona com outra sem visar o interesse e sem basear-
se nos bens materiais. É querer o bem do outro por amor.

-A Festa verdadeira, que acontece quando as pessoas são consideradas mais importantes do que os bens
materiais e nasce pela boa convivência com a vizinhança.

-A Acolhida do outro, que acontece quando colocamos bens e valores a serviço das pessoas, como hospedar
pessoas, partilhar e viver a solidariedade com o maior carinho, de forma espontânea e sincera.

-A Teimosia na luta pela vida. É a vontade de viver, superando barreiras e dificuldades, lutando
resistindo, aguentando situações quase impossíveis, sem cair no desespero.

-A Luta solidária pela justiça. É quando a gente não pensa só em si, mas junta sua dor e seus anseios às
dores e anseios dos outros, querendo justiça e liberdade para todos.

-A Compaixão e Misericórdia. É quando se tem o coração cheio de ternura e se entende quem vive em
situação igual ou pior, e mesmo nas dificuldades se tenta solucionar o caso de quem passa pior necessidade.

-A Esperança. É quando se sabe enfrentar e superar situações de desespero, sendo que a última palavra é
sempre de esperança.

- A Experiência de Deus. Por ser acolhedor e viver desapegado dos bens, sente-se a necessidade de viver
com maior intensidade a presença de Deus em sua vida. Quem se sente amado e protegido por
Deus, adquire fortes energias para enfrentar os desafios do dia-a-dia.
3. Quais são os falsos valores do mundo e desta Cultura hostil? (Doc 11)
 Infelizmente o mundo de hoje é pagão e quer nos seduzir com falsos valores, bem contrários aos valores
cristãos que acabamos de lembrar. O mundo quer nos contaminar com o individualismo, a ganância, a
ambição, a corrupção, a desonestidade, o comodismo, a concorrência desleal e cruel, a indiferença aos
clamores dos outros, o abuso da sexualidade, a desvalorização da família, o lucro a qualquer custo. Tudo
isso é contrário à ética e à moral que nós conhecemos à luz do Evangelho. É a chamada cultura hostil.

O Encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo (Doc. 12-13)
 A Igreja diante destes desafios, perigos e ameaças, não pode responder com agressões e brigas, mas trata-
se agora de confirmar, renovar a novidade do Evangelho, favorecendo um encontro pessoal e comunitário
com Jesus Cristo, que nos torne homens e mulheres novos, discípulos missionários de seu Reino.

A maior ameaça da Igreja hoje (Doc. 13)
É a mediocridade, é o fazer de conta, é a hipocrisia, o comodismo, é um cristianismo de
fachada, só de aparência. É a repetição de fórmulas, é reduzir a nossa fé a algumas
normas, proibições ou devoções fragmentadas, participação ocasional.

O maior desafio da Igreja hoje (Doc 14)
É não ter medo (Mt 28,5). É acreditar na vitória de Cristo ressuscitado que nos estimula à conversão e a
manter viva a esperança que não engana. É, sobretudo mostrar a capacidade para promover e formar
discípulos e missionários que respondam à vocação recebida e comuniquem por toda parte, transbordando
de gratidão e alegria, o dom do encontro com Jesus Cristo. Não temos outro tesouro a não ser este. Não
temos outra felicidade nem outra prioridade senão a de sermos instrumentos do Espírito de Deus na
Igreja, para que Cristo seja encontrado, seguido, amado, adorado, anunciado e comunicado a todos, não
obstante todas as dificuldades e resistências. Este é o melhor serviço -o seu serviço! - que a Igreja deve
oferecer às pessoas e nações".
OS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS
1. A Caminhada começa com um encontro (20-22)
 No Evangelho há uma multidão de pessoas que tiveram o encontro mais importante e
decisivo de sua vida preenchia de luz, força e esperança: o encontro com Jesus, sua
rocha, sua paz, sua vida.
Hoje, nesta sociedade conturbada, neste clima cultural relativista, isto é, onde parece não
haver mais verdade certa, nem rumos certos. Na Igreja amadurecemos a fé inabalável em
Cristo para permanecer no seu amor, e assim viver com a alegre esperança e imensa
gratidão, pois Ele é o Filho de Deus verdadeiro, o único Salvador da humanidade, Ele é o
Caminho, a Verdade e a Vida.
*   Carta Apostólica
                                   Porta Fidei
1. A PORTA DA FÉ (cf. Act 14, 27), que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua
   Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é
   anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar aquela porta
   implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. Este caminho tem início com o Baptismo (cf.
   Rm 6, 4), pelo qual podemos dirigir-nos a Deus com o nome de Pai, e está concluído com a passagem
   através da morte para a vida eterna, fruto da ressurreição do Senhor Jesus, que, com o dom do Espírito
   Santo, quis fazer participantes da sua própria glória quantos creem n‟Ele (cf. Jo 17, 22). Professar a fé na
   Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – equivale a crer num só Deus que é Amor (cf. 1 Jo 4, 8): o
   Pai, que na plenitude dos tempos enviou seu Filho para a nossa salvação; Jesus Cristo, que redimiu o
   mundo no mistério da sua morte e ressurreição; o Espírito Santo, que guia a Igreja através dos séculos
   enquanto aguarda o regresso glorioso do Senhor.
2. Desde o princípio do meu ministério como Sucessor
                                       de Pedro, lembrei a necessidade de redescobrir o
                                       caminho da fé para fazer brilhar, com evidência
                                       sempre maior, a alegria e o renovado
                                       entusiasmo do encontro com Cristo. Durante a
A fé é capaz de:                       homilia da Santa Missa no início do pontificado, disse:
                                       «A Igreja no seu conjunto, e os Pastores
                                       nela, como Cristo devem pôr-se a
- Libertar                             caminho para conduzir os homens fora
- Corrigir                             do deserto, para lugares da vida, da
- Curar                                amizade com o Filho de Deus, para
                                       Aquele que dá a vida, a vida em
- Realizar o Homem em sua totalidade   plenitude» (Homilia no início do ministério petrino
- Salvar a humanidade                  do Bispo de Roma, (24 de Abril de 2005): AAS 97
                                       (2005), 710). Sucede não poucas vezes que os
- Projetar o futuro das realidades     cristãos sintam maior preocupação com as
  invisíveis                           consequências sociais, culturais e políticas da
                                       fé do que com a própria fé, considerando esta
- ...                                  como um pressuposto óbvio da sua vida diária.
                                       Ora um tal pressuposto não só deixou de
                                       existir, mas frequentemente acaba até negado
                                       (Cf. Bento XVI, Homilia da Santa Missa no Terreiro do
                                       Paço (Lisboa – 11 de Maio de 2010): L’Osservatore
                                       Romano (ed. port. de 15/V/2010), 3.). Enquanto, no
                                       passado, era possível reconhecer um tecido cultural
                                       unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos
                                       conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje
                                       parece que já não é assim em grandes sectores da
                                       sociedade devido a uma profunda crise de fé que
                                       atingiu muitas pessoas.
A fé é uma posse antecipada do    -   Fato é uma verdade
    que se espera, um meio de          absoluta, real, existente, inequ
demonstrar as realidades que não       ívoca, incontestável, declarada
        se veem. Hb 11,1               .
                                   -   É o que foi criado
    A fé é o fundamento da         -   E tudo o que foi criado foi pela
  esperança, é uma certeza a           proclamação da palavra divina.
     respeito do não se vê.




            *
O ser humano, em seu estado natural, possui inteligência e
vontade com potencialidades infinitas. A beleza que surge das mãos
dos homens é um reflexo da beleza que surge das mãos do Criador.
No entanto, não quis Deus que o homem permanecesse apenas em
seu estado natural e nos deu o dom da fé.


 O dom da fé e da graça eleva o homem ao estado
 sobrenatural, somos filhos de Deus (1Jo 3,1). Neste estado podemos
 dizer com São Paulo “Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em
 mim” (Gal 2,20). O estado sobrenatural não está em conflito com o
 estado natural. A graça não destrói a natureza, a supõe, eleva e
 aperfeiçoa.
                                                Dom Orani Tempesta
A realização das atividades:
        Meio e Fim
    Da gestão eclesial



                               15
É essencial do administrador eclesial liderar e
coordenar pessoas de tal modo que estes, motivados e
convertidos, realizem as atividades meio e fim de suas
comunidades.




                Funcionários – Voluntários – Fieis
* “Não se começa a ser cristão       * “Essa foi a maravilhosa
 por uma decisão ética ou uma      experiência daqueles primeiros
 grande ideia, mas através do        discípulos que, encontrando
       encontro com um           Jesus, ficaram fascinados e cheios
   acontecimento, com uma               de assombro frente à
    Pessoa, que dá um novo         excepcionalidade de quem lhes
 horizonte à vida e, com isso,    falava, diante da maneira como
   uma orientação decisiva.”     os tratava,coincidindo com a fome
            Deus Caritas est,1    e sede de vida que havia em seus
                                             corações...”
                                                           DA 244
Dízimo – Ato de fé!

                                     Redescobrir:
                                          Refazer o caminho
     Realização                      bíblico do dízimo.
         De
     Realidades                      Cultivar:
      visíveis                           Gestão participativa e
                                     transparente

     E realidades                    Testemunhar:
       invisíveis                        A fé sem obras e morta e
                                     as obras sem fé são estéreis.




Malaquias 3,10 – Fazei a experiência, e vereis se não derramo as minhas
             bênçãos sobre vós muito além do necessário.
Ano da Fé
Ações concretas
Tempo para agradecer

Tempo para anunciar

Tempo para testemunhar


Este ano será uma ocasião propícia a fim de que todos os fiéis compreendam
mais profundamente que o fundamento da fé cristã é “o encontro com um
acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte
e, desta forma, o rumo decisivo”. Fundamentada no encontro com Jesus
Cristo ressuscitado, a fé poderá ser redescoberta na sua integridade e em todo o
seu esplendor. “Também nos nossos dias a fé é um dom que se deve
redescobrir, cultivar e testemunhar” para que o Senhor “conceda a cada
um de nós vivermos a beleza e a alegria de sermos cristãos”.
                             Congregação para a Doutrina da fé, 9 janeiro 2012
IV. Em nível das paróquias / comunidades / associações / movimentos

1. Em preparação para o Ano da Fé, todos os fiéis são convidados a ler e meditar atentamente a Carta
apostólica Porta fidei do Santo Padre Bento XVI.

2. O Ano da Fé “será uma ocasião propícia também para intensificar a celebração da fé na
liturgia, particularmente na Eucaristia”. Na Eucaristia, mistério da fé e fonte da nova evangelização, a fé
da Igreja é proclamada, celebrada e fortalecida. Todos os fiéis são convidados a participar dela
conscientemente, ativamente e frutuosamente, a fim de serem testemunhas autênticas do Senhor.

3. Os sacerdotes poderão dedicar maior atenção ao estudo dos Documentos do Concílio Vaticano II e do
Catecismo da Igreja Católica, tirando daí fruto para a pastoral paroquial – a catequese, a pregação, a
preparação aos sacramentos – e propondo ciclos de homilias sobre a fé ou sobre alguns dos seus aspectos
específicos, como por exemplo “o encontro com Cristo”, “os conteúdos fundamentais do Credo”, “a fé e a
Igreja”.

4. Os catequistas poderão haurir sobremaneira da riqueza doutrinal do Catecismo da Igreja Católica e
guiar, sob a responsabilidade dos respectivos párocos, grupos de fiéis à leitura e ao aprofundamento deste
precioso instrumento, a fim de criar pequenas comunidades de fé e de testemunho do Senhor Jesus.

5. Deseja-se que nas paróquias haja um empenho renovado na difusão e na distribuição do Catecismo
da Igreja Católica ou de outros subsídios adequados às famílias, que são autênticas igrejas domésticas e
primeiro lugar da transmissão da fé, como por exemplo no contexto das bênçãos das casas, dos Batismos
dos adultos, das Crismas, dos Matrimônios. Isto poderá contribuir para a confissão e aprofundamento da
doutrina católica “nas nossas casas e no meio das nossas famílias, para que cada um sinta fortemente a
exigência de conhecer melhor e de transmitir às gerações futuras a fé de sempre”.
6. Será oportuno promover missões populares e outras iniciativas nas paróquias e nos lugares de
trabalho para ajudar os fiéis a redescobrir o dom da fé batismal e a responsabilidade do seu
testemunho, na consciência de que a vocação cristã “é também, por sua própria natureza, vocação
ao apostolado”.

7. Neste tempo, os membros dos Institutos de Vida Consagrada e das Sociedades de Vida
Apostólica são solicitados a se empenhar na nova evangelização, com uma adesão renovada ao
Senhor Jesus, pela contribuição dos próprios carismas e na fidelidade ao Santo Padre e à sã
doutrina.

8. As Comunidades contemplativas durante o Ano da Fé dedicarão uma intenção de oração especial
para a renovação da fé no Povo de Deus e para um novo impulso na sua transmissão

9. As Associações e os Movimentos eclesiais são convidados a serem promotores de iniciativas
específicas, as quais, pela contribuição do próprio carisma e em colaboração com os Pastores
locais, sejam inseridas no grande evento do Ano da Fé. As novas Comunidades e os Movimentos
eclesiais, de modo criativo e generoso, saberão encontrar os modos mais adequados para oferecer o
próprio testemunho de fé ao serviço da Igreja.

10. Todos os fiéis, chamados a reavivar o dom da fé, tentarão comunicar a própria experiência de fé
e de caridade dialogando com os seus irmãos e irmãs, também com os das outras confissões
cristãs, com os seguidores de outras religiões e com aqueles que não creem ou são indiferentes.
Deste modo se deseja que todo o povo cristão comece uma espécie de missão endereçada aqueles
com os quais vive e trabalha, com consciência de ter recebido “a mensagem da salvação para
comunicá-la a todos”.
Por ocasião da conclusão deste Ano, na
Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei
  do Universo, acontecerá uma Eucaristia
   celebrada pelo Santo Padre, na qual se
  renovará solenemente a profissão de fé.




                     23
*   ESPAÇO SAGRADO
        *   Arte sacra – no som ambiente – nas indicações – as acomodações –
            central de informação – berçário - equipe de acolhida etc...
*   NA SECRETARIA
        *   Organização do ambiente – nos controles – na velocidade com a
            informação é transmitida – no atendimento pessoal – ao telefone –
            nos comunicados por escrito – na participação pastoral.
*   NOS AFAZERES PASTORAIS
       * Direcionamento – objetivos – metas.
       * Na formação e no treinamento de lideranças
Equipe de trabalho                 Agentes Pastorais                     Fieis em geral


*   Liderança – envolver os        *   Pastoral de conjunto          •   Acolhida
    colaboradores no processo      *   Ampliar participação do CPP   •   Personalização no
    de decisão.                        nos processos de tomada de        atendimento de
                                       decisões.                         necessidades
*   Diálogo constante.
                                                                     •   Ambiente favorável ao
    Ensinar, ensinar, ensinar...   *   Estipular metas e objetivos
                                                                         eco ( catequético )
*   Formação e treinamentos            por período;
                                                                     •   Promover o encontro
*   Realização vocacional e        *   Eventos de socialização           destes com a pessoa de
    humana                             familiar;                         Jesus. Pastorais e
*   Direitos e benefícios          *   Igreja, espaço de                 movimentos.
                                       interatividade comunitária;
                                   *   Formação permanente
* Grupo – Mães que oram
* Grupo – Viúvas e viúvos
* Grupos – Câncer e outras
    enfermidades
*   Terço dos Homens
*   Grupo de aconselhamento – apoio de
    Psicólogos etc...
*   Pastoral da acolhida
*   Pastoral da esperança
*   Novena das famílias enlutadas
*   Juventude – acampamentos e outras
    ações socais.
*   Suporte a „ongs‟ e outras entidades
    sociais, quando inexistentes na
    instituição.
*   Projetos pastorais de inclusão e
    acolhida –
         * Ex: Dízimo e as Obras de
                 Misericórdia.
Editora A Partilha
“Uma editora missionária a serviço da evangelização”
Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso,Criador do céu e da
terra,de todas as coisas visíveis e invisíveis.
Creio em um só Senhor, Jesus Cristo,Filho Unigênito de
Deus, gerado do Pai antes de todos os séculos. Deus de Deus, Luz
da luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não feito, da
mesma substância do Pai.
Por Ele todas as coisas foram feitas.
E, por nós, homens, e para a nossa salvação,desceu dos céus,
Se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez
homem.Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos;
padeceu e foi sepultado. Ressuscitou dos mortos ao terceiro
dia,conforme as Escrituras; e subiu aos céus,onde está assentado
à direita de Deus Pai. Donde há de vir, em glória, para julgar os
vivos e os mortos; e o Seu reino não terá fim. Creio no Espírito
Santo,Senhor e fonte de vida,que procede do Pai;e com o Pai e o
Filhoé adorado e glorificado: Ele falou pelos profetas. Creio na
Igreja Una Santa, Católica e apostólica.Confesso um só batismo
para remissão dos pecados.Espero a ressurreição dos mortos;E a
vida do mundo vindouro. Amém.
Dízimo no Ano da Fé

Dízimo no Ano da Fé

  • 1.
    10/2012 A 11/2013 Redescobrir – Cultivar – Testemunhar a Fé
  • 2.
    Um olhar sobrea realidade em que vivemos
  • 3.
    - Relativismo. - Autossuficiência humana. As mudanças sociais são - Pluralismo religioso. - Fragilidades no testemunho muitas, e ocorrem em da instituição. velocidade cada vez maior. - Desconhecimento da doutrina por parte dos fiéis. - Linguagem comprometida no Desconstrução de valores. anúncio da Boa Nova. - Distanciamento do Homem O Sagrado e os valores para com a Palavra de Deus. espirituais com nova face. - Egoísmo na vida comunitária. - Insensibilidade à presença de Deus. As novas gerações. - Etc...
  • 4.
    Religiões Católicos Evangélicos Sem Religião Espiritas Afro Demais
  • 5.
    “... vivemos umaera de ruptura, e não estamos mais dispostos a nos sacrificar em nome de grandes ideias alheias, de utopias, mas sim em nome de nossos pais, filhos ou amigos. Um humanismo secular; uma espiritualidade sem fé. „Existem dois tipos diferentes de espiritualidade. Um age por meio de Deus e é, certamente, o conjunto das religiões; o outro, sem Deus, é o grupo das grandes filosofias‟, explica ele no livro.” Luc Ferry – Entrevista ao Estadão sobre seu livro „ O Anticonformista‟ *
  • 6.
    A Igreja nãoestá alheia a esta realidade Carta Sínodo da Documento Apostólica Palavra de Aparecida Porta Fidei * Esta é a nossa casa! Na Igreja Católica temos tudo o que é bom, tudo o que é motivo de segurança e de consolo! Quem aceita Cristo: Caminho, Verdade e Vida, em sua totalidade, tem garantida a paz e a felicidade, nesta e na outra vida... Papa Bento XVI no Santuário de Aparecida 12/05/2007
  • 7.
    INTRODUÇÃO (1-18) O Documento procura ajudar todos os católicos a serem Discípulos Missionários de Jesus Cristo, pelo fato de terem sido batizados. 1. Desafios Mas hoje em dia, não é tão fácil assim, pois estamos vivendo uma época caracterizada por dois desafios (Doc. 10): - a difusão de uma Cultura hostil, contrária ao pensamento e à prática cristã - a difusão de variadas ofertas religiosas que tratam de responder às necessidades das pessoas de forma diferente e às vezes de forma materialista, imediatista e distante da proposta de Jesus. 2. Quais são os valores cristãos ameaçados pela Cultura hostil? Verificamos que os valores cristãos que estão na base da vida comunitária, justa e fraterna, que vivenciamos nas CEBs, estão sendo ameaçados por uma cultura hostil, isto é, contrária ao ensinamento do Evangelho. Vejamos alguns dos nossos valores ameaçados:
  • 8.
    -A Gratuidade queaparece quando uma pessoa se relaciona com outra sem visar o interesse e sem basear- se nos bens materiais. É querer o bem do outro por amor. -A Festa verdadeira, que acontece quando as pessoas são consideradas mais importantes do que os bens materiais e nasce pela boa convivência com a vizinhança. -A Acolhida do outro, que acontece quando colocamos bens e valores a serviço das pessoas, como hospedar pessoas, partilhar e viver a solidariedade com o maior carinho, de forma espontânea e sincera. -A Teimosia na luta pela vida. É a vontade de viver, superando barreiras e dificuldades, lutando resistindo, aguentando situações quase impossíveis, sem cair no desespero. -A Luta solidária pela justiça. É quando a gente não pensa só em si, mas junta sua dor e seus anseios às dores e anseios dos outros, querendo justiça e liberdade para todos. -A Compaixão e Misericórdia. É quando se tem o coração cheio de ternura e se entende quem vive em situação igual ou pior, e mesmo nas dificuldades se tenta solucionar o caso de quem passa pior necessidade. -A Esperança. É quando se sabe enfrentar e superar situações de desespero, sendo que a última palavra é sempre de esperança. - A Experiência de Deus. Por ser acolhedor e viver desapegado dos bens, sente-se a necessidade de viver com maior intensidade a presença de Deus em sua vida. Quem se sente amado e protegido por Deus, adquire fortes energias para enfrentar os desafios do dia-a-dia.
  • 9.
    3. Quais sãoos falsos valores do mundo e desta Cultura hostil? (Doc 11) Infelizmente o mundo de hoje é pagão e quer nos seduzir com falsos valores, bem contrários aos valores cristãos que acabamos de lembrar. O mundo quer nos contaminar com o individualismo, a ganância, a ambição, a corrupção, a desonestidade, o comodismo, a concorrência desleal e cruel, a indiferença aos clamores dos outros, o abuso da sexualidade, a desvalorização da família, o lucro a qualquer custo. Tudo isso é contrário à ética e à moral que nós conhecemos à luz do Evangelho. É a chamada cultura hostil. O Encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo (Doc. 12-13) A Igreja diante destes desafios, perigos e ameaças, não pode responder com agressões e brigas, mas trata- se agora de confirmar, renovar a novidade do Evangelho, favorecendo um encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo, que nos torne homens e mulheres novos, discípulos missionários de seu Reino. A maior ameaça da Igreja hoje (Doc. 13) É a mediocridade, é o fazer de conta, é a hipocrisia, o comodismo, é um cristianismo de fachada, só de aparência. É a repetição de fórmulas, é reduzir a nossa fé a algumas normas, proibições ou devoções fragmentadas, participação ocasional. O maior desafio da Igreja hoje (Doc 14) É não ter medo (Mt 28,5). É acreditar na vitória de Cristo ressuscitado que nos estimula à conversão e a manter viva a esperança que não engana. É, sobretudo mostrar a capacidade para promover e formar discípulos e missionários que respondam à vocação recebida e comuniquem por toda parte, transbordando de gratidão e alegria, o dom do encontro com Jesus Cristo. Não temos outro tesouro a não ser este. Não temos outra felicidade nem outra prioridade senão a de sermos instrumentos do Espírito de Deus na Igreja, para que Cristo seja encontrado, seguido, amado, adorado, anunciado e comunicado a todos, não obstante todas as dificuldades e resistências. Este é o melhor serviço -o seu serviço! - que a Igreja deve oferecer às pessoas e nações".
  • 10.
    OS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS 1.A Caminhada começa com um encontro (20-22) No Evangelho há uma multidão de pessoas que tiveram o encontro mais importante e decisivo de sua vida preenchia de luz, força e esperança: o encontro com Jesus, sua rocha, sua paz, sua vida. Hoje, nesta sociedade conturbada, neste clima cultural relativista, isto é, onde parece não haver mais verdade certa, nem rumos certos. Na Igreja amadurecemos a fé inabalável em Cristo para permanecer no seu amor, e assim viver com a alegre esperança e imensa gratidão, pois Ele é o Filho de Deus verdadeiro, o único Salvador da humanidade, Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida.
  • 11.
    * Carta Apostólica Porta Fidei 1. A PORTA DA FÉ (cf. Act 14, 27), que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar aquela porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. Este caminho tem início com o Baptismo (cf. Rm 6, 4), pelo qual podemos dirigir-nos a Deus com o nome de Pai, e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna, fruto da ressurreição do Senhor Jesus, que, com o dom do Espírito Santo, quis fazer participantes da sua própria glória quantos creem n‟Ele (cf. Jo 17, 22). Professar a fé na Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – equivale a crer num só Deus que é Amor (cf. 1 Jo 4, 8): o Pai, que na plenitude dos tempos enviou seu Filho para a nossa salvação; Jesus Cristo, que redimiu o mundo no mistério da sua morte e ressurreição; o Espírito Santo, que guia a Igreja através dos séculos enquanto aguarda o regresso glorioso do Senhor.
  • 12.
    2. Desde oprincípio do meu ministério como Sucessor de Pedro, lembrei a necessidade de redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo. Durante a A fé é capaz de: homilia da Santa Missa no início do pontificado, disse: «A Igreja no seu conjunto, e os Pastores nela, como Cristo devem pôr-se a - Libertar caminho para conduzir os homens fora - Corrigir do deserto, para lugares da vida, da - Curar amizade com o Filho de Deus, para Aquele que dá a vida, a vida em - Realizar o Homem em sua totalidade plenitude» (Homilia no início do ministério petrino - Salvar a humanidade do Bispo de Roma, (24 de Abril de 2005): AAS 97 (2005), 710). Sucede não poucas vezes que os - Projetar o futuro das realidades cristãos sintam maior preocupação com as invisíveis consequências sociais, culturais e políticas da fé do que com a própria fé, considerando esta - ... como um pressuposto óbvio da sua vida diária. Ora um tal pressuposto não só deixou de existir, mas frequentemente acaba até negado (Cf. Bento XVI, Homilia da Santa Missa no Terreiro do Paço (Lisboa – 11 de Maio de 2010): L’Osservatore Romano (ed. port. de 15/V/2010), 3.). Enquanto, no passado, era possível reconhecer um tecido cultural unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje parece que já não é assim em grandes sectores da sociedade devido a uma profunda crise de fé que atingiu muitas pessoas.
  • 13.
    A fé éuma posse antecipada do - Fato é uma verdade que se espera, um meio de absoluta, real, existente, inequ demonstrar as realidades que não ívoca, incontestável, declarada se veem. Hb 11,1 . - É o que foi criado A fé é o fundamento da - E tudo o que foi criado foi pela esperança, é uma certeza a proclamação da palavra divina. respeito do não se vê. *
  • 14.
    O ser humano,em seu estado natural, possui inteligência e vontade com potencialidades infinitas. A beleza que surge das mãos dos homens é um reflexo da beleza que surge das mãos do Criador. No entanto, não quis Deus que o homem permanecesse apenas em seu estado natural e nos deu o dom da fé. O dom da fé e da graça eleva o homem ao estado sobrenatural, somos filhos de Deus (1Jo 3,1). Neste estado podemos dizer com São Paulo “Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20). O estado sobrenatural não está em conflito com o estado natural. A graça não destrói a natureza, a supõe, eleva e aperfeiçoa. Dom Orani Tempesta
  • 15.
    A realização dasatividades: Meio e Fim Da gestão eclesial 15
  • 16.
    É essencial doadministrador eclesial liderar e coordenar pessoas de tal modo que estes, motivados e convertidos, realizem as atividades meio e fim de suas comunidades. Funcionários – Voluntários – Fieis
  • 17.
    * “Não secomeça a ser cristão * “Essa foi a maravilhosa por uma decisão ética ou uma experiência daqueles primeiros grande ideia, mas através do discípulos que, encontrando encontro com um Jesus, ficaram fascinados e cheios acontecimento, com uma de assombro frente à Pessoa, que dá um novo excepcionalidade de quem lhes horizonte à vida e, com isso, falava, diante da maneira como uma orientação decisiva.” os tratava,coincidindo com a fome Deus Caritas est,1 e sede de vida que havia em seus corações...” DA 244
  • 18.
    Dízimo – Atode fé! Redescobrir: Refazer o caminho Realização bíblico do dízimo. De Realidades Cultivar: visíveis Gestão participativa e transparente E realidades Testemunhar: invisíveis A fé sem obras e morta e as obras sem fé são estéreis. Malaquias 3,10 – Fazei a experiência, e vereis se não derramo as minhas bênçãos sobre vós muito além do necessário.
  • 19.
  • 20.
    Tempo para agradecer Tempopara anunciar Tempo para testemunhar Este ano será uma ocasião propícia a fim de que todos os fiéis compreendam mais profundamente que o fundamento da fé cristã é “o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo”. Fundamentada no encontro com Jesus Cristo ressuscitado, a fé poderá ser redescoberta na sua integridade e em todo o seu esplendor. “Também nos nossos dias a fé é um dom que se deve redescobrir, cultivar e testemunhar” para que o Senhor “conceda a cada um de nós vivermos a beleza e a alegria de sermos cristãos”. Congregação para a Doutrina da fé, 9 janeiro 2012
  • 21.
    IV. Em níveldas paróquias / comunidades / associações / movimentos 1. Em preparação para o Ano da Fé, todos os fiéis são convidados a ler e meditar atentamente a Carta apostólica Porta fidei do Santo Padre Bento XVI. 2. O Ano da Fé “será uma ocasião propícia também para intensificar a celebração da fé na liturgia, particularmente na Eucaristia”. Na Eucaristia, mistério da fé e fonte da nova evangelização, a fé da Igreja é proclamada, celebrada e fortalecida. Todos os fiéis são convidados a participar dela conscientemente, ativamente e frutuosamente, a fim de serem testemunhas autênticas do Senhor. 3. Os sacerdotes poderão dedicar maior atenção ao estudo dos Documentos do Concílio Vaticano II e do Catecismo da Igreja Católica, tirando daí fruto para a pastoral paroquial – a catequese, a pregação, a preparação aos sacramentos – e propondo ciclos de homilias sobre a fé ou sobre alguns dos seus aspectos específicos, como por exemplo “o encontro com Cristo”, “os conteúdos fundamentais do Credo”, “a fé e a Igreja”. 4. Os catequistas poderão haurir sobremaneira da riqueza doutrinal do Catecismo da Igreja Católica e guiar, sob a responsabilidade dos respectivos párocos, grupos de fiéis à leitura e ao aprofundamento deste precioso instrumento, a fim de criar pequenas comunidades de fé e de testemunho do Senhor Jesus. 5. Deseja-se que nas paróquias haja um empenho renovado na difusão e na distribuição do Catecismo da Igreja Católica ou de outros subsídios adequados às famílias, que são autênticas igrejas domésticas e primeiro lugar da transmissão da fé, como por exemplo no contexto das bênçãos das casas, dos Batismos dos adultos, das Crismas, dos Matrimônios. Isto poderá contribuir para a confissão e aprofundamento da doutrina católica “nas nossas casas e no meio das nossas famílias, para que cada um sinta fortemente a exigência de conhecer melhor e de transmitir às gerações futuras a fé de sempre”.
  • 22.
    6. Será oportunopromover missões populares e outras iniciativas nas paróquias e nos lugares de trabalho para ajudar os fiéis a redescobrir o dom da fé batismal e a responsabilidade do seu testemunho, na consciência de que a vocação cristã “é também, por sua própria natureza, vocação ao apostolado”. 7. Neste tempo, os membros dos Institutos de Vida Consagrada e das Sociedades de Vida Apostólica são solicitados a se empenhar na nova evangelização, com uma adesão renovada ao Senhor Jesus, pela contribuição dos próprios carismas e na fidelidade ao Santo Padre e à sã doutrina. 8. As Comunidades contemplativas durante o Ano da Fé dedicarão uma intenção de oração especial para a renovação da fé no Povo de Deus e para um novo impulso na sua transmissão 9. As Associações e os Movimentos eclesiais são convidados a serem promotores de iniciativas específicas, as quais, pela contribuição do próprio carisma e em colaboração com os Pastores locais, sejam inseridas no grande evento do Ano da Fé. As novas Comunidades e os Movimentos eclesiais, de modo criativo e generoso, saberão encontrar os modos mais adequados para oferecer o próprio testemunho de fé ao serviço da Igreja. 10. Todos os fiéis, chamados a reavivar o dom da fé, tentarão comunicar a própria experiência de fé e de caridade dialogando com os seus irmãos e irmãs, também com os das outras confissões cristãs, com os seguidores de outras religiões e com aqueles que não creem ou são indiferentes. Deste modo se deseja que todo o povo cristão comece uma espécie de missão endereçada aqueles com os quais vive e trabalha, com consciência de ter recebido “a mensagem da salvação para comunicá-la a todos”.
  • 23.
    Por ocasião daconclusão deste Ano, na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, acontecerá uma Eucaristia celebrada pelo Santo Padre, na qual se renovará solenemente a profissão de fé. 23
  • 24.
    * ESPAÇO SAGRADO * Arte sacra – no som ambiente – nas indicações – as acomodações – central de informação – berçário - equipe de acolhida etc... * NA SECRETARIA * Organização do ambiente – nos controles – na velocidade com a informação é transmitida – no atendimento pessoal – ao telefone – nos comunicados por escrito – na participação pastoral. * NOS AFAZERES PASTORAIS * Direcionamento – objetivos – metas. * Na formação e no treinamento de lideranças
  • 25.
    Equipe de trabalho Agentes Pastorais Fieis em geral * Liderança – envolver os * Pastoral de conjunto • Acolhida colaboradores no processo * Ampliar participação do CPP • Personalização no de decisão. nos processos de tomada de atendimento de decisões. necessidades * Diálogo constante. • Ambiente favorável ao Ensinar, ensinar, ensinar... * Estipular metas e objetivos eco ( catequético ) * Formação e treinamentos por período; • Promover o encontro * Realização vocacional e * Eventos de socialização destes com a pessoa de humana familiar; Jesus. Pastorais e * Direitos e benefícios * Igreja, espaço de movimentos. interatividade comunitária; * Formação permanente
  • 26.
    * Grupo –Mães que oram * Grupo – Viúvas e viúvos * Grupos – Câncer e outras enfermidades * Terço dos Homens * Grupo de aconselhamento – apoio de Psicólogos etc... * Pastoral da acolhida * Pastoral da esperança * Novena das famílias enlutadas * Juventude – acampamentos e outras ações socais. * Suporte a „ongs‟ e outras entidades sociais, quando inexistentes na instituição. * Projetos pastorais de inclusão e acolhida – * Ex: Dízimo e as Obras de Misericórdia.
  • 27.
    Editora A Partilha “Umaeditora missionária a serviço da evangelização”
  • 28.
    Creio em umsó Deus, Pai todo-poderoso,Criador do céu e da terra,de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo,Filho Unigênito de Deus, gerado do Pai antes de todos os séculos. Deus de Deus, Luz da luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não feito, da mesma substância do Pai. Por Ele todas as coisas foram feitas. E, por nós, homens, e para a nossa salvação,desceu dos céus, Se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem.Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou dos mortos ao terceiro dia,conforme as Escrituras; e subiu aos céus,onde está assentado à direita de Deus Pai. Donde há de vir, em glória, para julgar os vivos e os mortos; e o Seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo,Senhor e fonte de vida,que procede do Pai;e com o Pai e o Filhoé adorado e glorificado: Ele falou pelos profetas. Creio na Igreja Una Santa, Católica e apostólica.Confesso um só batismo para remissão dos pecados.Espero a ressurreição dos mortos;E a vida do mundo vindouro. Amém.