UMA NOVA PARÓQUIA
A conversão pastoral da Paróquia
(Doc. 100)
 1. TRABALHO DA COMISSÃO NOMEADA 2012
 2. TEXTO MARTIR DA ASSEMBLÉIA DE 2013
 3. TEXTO ENVIADO A TODAS AS DIOCESES
 4. TEXTO TRABALHADO NOVAMENTE PELA
COMISSÃO
 5. TEXTO DISCUTIDO NA ASSEMBLÉIA DE 2014
(4 VERSÕES!)
 6. TEXTO APROVADO
 PARÓQUIA TEM SIDO REFERENCIA PARA OS
BATIZADOS;
 ELA NÃO É UMA ESTRUTURA CADUCA;
 NO ENTANTO, ELA PRECISA DE UMA CONVERSÃO
PASTORAL, PARA QUE HAJA UMA CONVERSÃO
PAROQUIAL;
 ESTA CONSISTE EM AMPLIAR A FORMAÇÃO DE
PEQUENAS COMUNDIADES DE DISCIPULOS
CONVERTIDOS; REVISAR A ATUAÇÃO DOS MINISTROS
ORDENADOS, CONSAGRADOS E LEIGOS...
 I. sinais dos tempos e conversão pastoral
 II. Palavra de Deus, vida e missão nas
comunidades
 III. Surgimento da Paróquia e sua evolução
 IV. Comunidade paroquial
 V. sujeitos e tarefas da conversão paroquial
 VI. Proposições pastorais
 SINAIS DOS TEMPOS: a história é rica de sinais de
Deus;
 A Igreja deve sempre se renovar;
 Trata-se de discernir os acontecimentos, nas
exigências e nas aspirações de nossos tempos;
 Temos novos cenários; ciência, tecnologia,
transformações sociais, novos cenários de fé e
religião; nova territorialidade; estruturas
obsoletas.
 CONVERSÃO PASTORAL: pressupõe a experiência de
encontro com Jesus Cristo; a conversão pastoral e
pessoal caminham juntas.
 É necessário que resplandeça a comunidade
acolhedora, samaritana, orante e eucarística.
 Urge uma pastoral que dialogue com o mundo!
 A conversão e revisão das estruturas – para buscar
maior fidelidade ao que Jesus quer da sua comunidade.
 Não podemos ficar numa espiritualidade intimista...
 Para aconteça a desejada conversão pastoral, é preciso
que se volte às fontes bíblicas revisitando o contexto e
as circunstâncias nas quais o Senhor estabeleceu a
Igreja.
 1. A comunidade de Israel
 2. Jesus: o novo modo de ser pastor
 3. A comunidade de Jesus
 4. As primeiras comunidades cristãs
 5. A Igreja Comunidade
 Na visão bíblica: o ser humano é em comunidade; ele
faz parte de um povo!
 1. A Igreja Antiga
 2. Origem das Paróquias
 3. Formação das Paroquias no Brasil
 4. A Paróquia no Vaiticano II
 5. A renovação paroquial no Brasil
 Conclusão: as Paróquias nascem da
necessidade de expandir o atendimento dos
cristãos. Desde Medelin se fala da
necessidade de renovação...
 Ela é formada de muitos carismas!
 1. Trindade: fonte e meta da comunidade
 2. Diocese e Paróquia
 3. Definição de Paróquia: é uma determinada
comunidade de fiéis constituída de maneira estável na
Igreja Particular, e seu cuidado pastoral é confiado ao
pároco, como a seu pastor próprio, sob a autoridade do
bispo diocesano.
 4. Comunidade de fiéis
 5. Território paroquial
 6. Comunidade: casa dos cristãos
 7. Comunidades para a missão
 Conversão pastoral depende de um encontro pessoal...
 A renovação Paroquial depende de um renovado amor
à pastoral.
 Jesus se apresenta como o Bom Pastor. Seu agir revela
um novo jeito de cuidar das pessoas.
 O centro da ação pastoral é Jesus Cristo. É ele que
convoca e envia.
 Todos os envolvidos se comprometem a ser presença
evangelizadora – lá onde se encontrarem!
 1. são os primeiros a fomentar a conversão pastoral
das paroquias.
 2. devem ser proximos das pessoas; simples e
acolhedores; fomentando a unidade.
 3. sejam os animadores de uma nova mentalidade e
postural pastoral
 4. devem ajudar os presbíteros que enfrentam
diariamente os desafios e as dificuldades da
pastoral.
 Pois, sem a iniciativa da diocese e de seu pastor
será muito difícil que as paróquias se tornem
comunidade de comunidades.
 1. são chamados a ser padre-pastor, dedicado,
generoso, acolhedor e aberto ao serviço da
comunidade.
 2. evite-se personalismos e isolamentos...
 3. ele é um dom para a comunidade a quem serve;
fundamental é acolher bem as pessoas, exercendo sua
paternidade espiritual, disponível para ir ao encontro
de tantos sofredores
 4. que sejam autênticos discípulos de Jesus Cristo
 5. o pároco seja ‘homem de Deus’; servidor de seu
povo.
 6. cuide da formação permanente.
 1. acompanhem a formação das novas
comunidades;
 2. participem ativamente da renovação paroquial
 3. Contribuem com o crescimento do Povo de
Deus
 4. Que se cultive o vínculo da comunhão.
 1. testemunham Cristo para além da comunidade
de fé;
 2. necessário fomentar sua participaçao na
comunidade de fé – reconhecendo a diversidade
de carismas...
 3. necessário desencadear um processo integral
de formação
 4. não clericalizá-lo...
 5. precisam dispor de espaço para atuarem na
comunidade
 6. Família, mulheres, jovens e idosos!
 1. COMUNIDADES DA COMUNIDADE PAROQUIAL:
não se trata simplesmente de demarcar território;
é necessário identifivar quem vai pastorear,
animar e coordenar as pequenas comunidades.
 O início dessas pequenas comunidades poder ser
com as pessoas que já estão atuando em
pastorais, serviços e movimentos na paróquia (ali
todos se conhecem, de alguma forma se ajudam,
partilham a vida)
 2. ACOLHIDA E VIDA FRATERNA: a conversão
pastoral supõe rever as relações que existem entre
as pessoas...
 A missão que se impõe às comunidades paroquiais é
rever o relacionamento humano (alegria, perdão,
amor mútuo, diálogo, correção fraterna!) que se
nelas se estabelece.
 A Comunidade missionária é comunidade
acolhedora.
 Acolher melhor é uma tarefa urgente
especialmente das secretarias paroquiais.
 Muitas pessoas procuram a Igreja nos momentos
difíceis. A comunidade cristã precisa acolhe-las
com carinho!
 3. INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ: A comunidade é
casa de Iniciação à vida cristã, onde a catequese
há de ser uma prioridade.
 Só haverá revitalização das comunidades com
uma catequese centrada na Palavra de Deus,
expressão maior da animação bíblica da pastoral.
 4. LEITURA ORANTE DA BÍBLIA: Muitos paroquianos
ainda não se familiarizaram com a Bíblia.
 A Palavra é saboreada na experiência comunitária
da Leitura Orante da Bíblia.
 Importância especial tem a homilia, centrada nas
leituras da Bíblia...
 É fundamental oferecer uma boa formação aos
ministros da Palavra – com indicações litúrgicas e
técnicas de comunicação. O mesmo se diga dos
ministros ordenados...
 5. LITURGIA E ESPIRITUALIDADE: em nossas
celebrações, por vezes, se fala demais e se reza
pouco!
 Tanto os ministros ordenados quanto os ministros
precisam vivenciar o que celebram!
 Merecem revisão: comentários infindáveis,
cânticos desalinhados com a Palavra, homilias
longas, a ausência de momentos de silêncio.
 É necessário evitar a separação entre culto e
misericórdia, liturgia e ética, celebração e serviço
aos irmãos.
 A verdadeira celebração e a oração exigem
conversão e não criam fugas intimistas da
realidade...
 6. CARIDADE: as comunidades da paróquia precisarão
acolher a todos, em especial os moralmente perdidos e
os socialmente excluídos.
 O amor ao próximo...é um dever de toda a comunidade
eclesial.
 Dependentes químicos, migrantes, desempregados,
dementes, moradores de rua, sem-terras,
soropositivos, doentes e idosos abandonados;
 Merecem acolhidas e a caridade da Igreja os
divorciados, os casais de segunda união, os
homossexuais, os solitários, os deprimidos
 Defesa da vida, ecologia, ética na política, economia
solidária.
 Atenção: evitar consumo de álcool nos espaços das
comunidades...
 7. MANUTENÇÃO, CONSELHOS E ORGANIZAÇÃO
PAROQUIAL: é necessário comunhão e participação
que exigem engajamento tanto na provisão de
recursos quanto na administração paroquial.
 O dízimo é forma privilegiada do senso de
comunidade...
 É preciso estimular o funcionamento do Conselho
Pastoral Paroquial, como também do Conselho de
Assuntos Econômicos...
 Ambos os conselhos devem ser formados por pessoas
que participam ativamente da vida da comunidade.
 Paróquias são pessoas jurídicas que precisam prestar
conta a quem as sustenta e ao Estado brasileiro, daí a
necessidade uma gestão qualificada e transparente...
 8. ABERTURA ECUMÊNICA E DIÁLOGO: o respeito e
o bom-senso garantem a atitude ecumênica e o
diálogo.
 Fomente-se tempos, lugares para que a
comunidade se reúna com outras confissões
cristãs para rezar e meditar a Palavra de Deus.
Recorde-se a “Semana de Oração pela Unidade
dos Cristãos”.
 “Que todos sejam um” – através do serviço à vida
e na defesa dos direitos humanos pode-se criar
bons espaços de diálogo...
 A cultura da proximidade e do encontro supõe
acolher quem pensa diferente...
 9. NOVA FORMAÇÃO: a conversão da paróquia
exige um novo estilo de formação – usando
metodologias e processos que permitam
desencadear uma conversão nas pessoas e uma
mudança na comunidade.
 O Papa Francisco insiste na revisão da formação
dos ministros ordenados, dos seminaristas e dos
leigos...
 É necessário promover um processo metodologia
capaz de envolver as pessoas no saber, no fazer e
no ser cristão.
 Não faltam informações... Falta formar discípulos
missionários...
 Escola Diocesana de Formação de Catequistas –
não bastam cursinhos...
 10. MINISTÉRIOS LEIGOS: a Trindade
enriquece a Igreja com carismas...
 Na Igreja primitiva havia apóstolos,
pregadores e profetas...
 É preciso estimular os ministérios
leigos... Mas para isso é necessário
formação adequada: doutrinal,
pastoral e espiritual.
 11. COMUNICAÇÃO NA PASTORAL: o ser humano é
informado e conectado, acessa dados e vive entre
os espaços virtuais.
 Não podemos descuidar da mutação dos códigos
de comunicação existentes...
 Desafio: que as TVs e sites católicos desenvolvam
uma pastoral de conjunto que respeite a
pluralidade de opções, garantindo a comunhão
efetiva...
 Destaca-se o quanto as pessoas mais idosas fazem
uso dos programas televisivos: missas,
devoções...
 12. SAIR EM MISSÃO: há tantos que buscam
verdadeiramente Deus.
 Mas, tantos deixam a Igreja! Porque?
 É urgente ir ao encontro dos que se afastaram da
comunidade ou dos que a concebem apenas como
uma referência para serviços religiosos.
 Atenção especial: batizados, matrimônios,
exéquias, cursos de noivos, batismo, catequese...
 É preciso cultivar um olhar mais acolhedor e
menos julgador...
 13. BREVE CONCLUSÃO - é necessário cultivar algumas
características fundamentais:
 Formar pequenas comunidades unidas pela fé cristã;
 Meditar a Palavra de Deus pela L.O.B.
 Celebrar a Eucaristia, unindo as comunidades
 Estabelecer Conselhos (CPP, CAE)
 Valorizar o laicato e incentivar para a formação dos
ministérios leigos
 Acolher a todos
 Viver a caridade e fazer a opção preferencial pelos
pobres
 Igrejas se tornem centros de irradiação e animação da
fé e da espiritualidade
 Garantir a comunhão com a totalidade da Diocese.
 Utilizar os recursos da mídia e as novas formas de
comunicação
 Promover uma pastoral missionária.
1. Quais são os pontos deste texto que provocam a
reflexão sobre a nossa comunidade paroquial?
2. Que atividades pastorais e estruturas precisam
ser revisadas?
3. Em que aspectos já estamos vivendo a conversão
pastoral?
4. Como a nossa paróquia pode tornar-se
comunidade de comunidades?
5. O que precisamos assumir para sermos uma
paróquia missionária?

Comunidade de comunidades dom jaime

  • 1.
    UMA NOVA PARÓQUIA Aconversão pastoral da Paróquia (Doc. 100)
  • 2.
     1. TRABALHODA COMISSÃO NOMEADA 2012  2. TEXTO MARTIR DA ASSEMBLÉIA DE 2013  3. TEXTO ENVIADO A TODAS AS DIOCESES  4. TEXTO TRABALHADO NOVAMENTE PELA COMISSÃO  5. TEXTO DISCUTIDO NA ASSEMBLÉIA DE 2014 (4 VERSÕES!)  6. TEXTO APROVADO
  • 3.
     PARÓQUIA TEMSIDO REFERENCIA PARA OS BATIZADOS;  ELA NÃO É UMA ESTRUTURA CADUCA;  NO ENTANTO, ELA PRECISA DE UMA CONVERSÃO PASTORAL, PARA QUE HAJA UMA CONVERSÃO PAROQUIAL;  ESTA CONSISTE EM AMPLIAR A FORMAÇÃO DE PEQUENAS COMUNDIADES DE DISCIPULOS CONVERTIDOS; REVISAR A ATUAÇÃO DOS MINISTROS ORDENADOS, CONSAGRADOS E LEIGOS...
  • 4.
     I. sinaisdos tempos e conversão pastoral  II. Palavra de Deus, vida e missão nas comunidades  III. Surgimento da Paróquia e sua evolução  IV. Comunidade paroquial  V. sujeitos e tarefas da conversão paroquial  VI. Proposições pastorais
  • 5.
     SINAIS DOSTEMPOS: a história é rica de sinais de Deus;  A Igreja deve sempre se renovar;  Trata-se de discernir os acontecimentos, nas exigências e nas aspirações de nossos tempos;  Temos novos cenários; ciência, tecnologia, transformações sociais, novos cenários de fé e religião; nova territorialidade; estruturas obsoletas.
  • 6.
     CONVERSÃO PASTORAL:pressupõe a experiência de encontro com Jesus Cristo; a conversão pastoral e pessoal caminham juntas.  É necessário que resplandeça a comunidade acolhedora, samaritana, orante e eucarística.  Urge uma pastoral que dialogue com o mundo!  A conversão e revisão das estruturas – para buscar maior fidelidade ao que Jesus quer da sua comunidade.  Não podemos ficar numa espiritualidade intimista...
  • 7.
     Para aconteçaa desejada conversão pastoral, é preciso que se volte às fontes bíblicas revisitando o contexto e as circunstâncias nas quais o Senhor estabeleceu a Igreja.  1. A comunidade de Israel  2. Jesus: o novo modo de ser pastor  3. A comunidade de Jesus  4. As primeiras comunidades cristãs  5. A Igreja Comunidade  Na visão bíblica: o ser humano é em comunidade; ele faz parte de um povo!
  • 8.
     1. AIgreja Antiga  2. Origem das Paróquias  3. Formação das Paroquias no Brasil  4. A Paróquia no Vaiticano II  5. A renovação paroquial no Brasil  Conclusão: as Paróquias nascem da necessidade de expandir o atendimento dos cristãos. Desde Medelin se fala da necessidade de renovação...
  • 9.
     Ela éformada de muitos carismas!  1. Trindade: fonte e meta da comunidade  2. Diocese e Paróquia  3. Definição de Paróquia: é uma determinada comunidade de fiéis constituída de maneira estável na Igreja Particular, e seu cuidado pastoral é confiado ao pároco, como a seu pastor próprio, sob a autoridade do bispo diocesano.  4. Comunidade de fiéis  5. Território paroquial  6. Comunidade: casa dos cristãos  7. Comunidades para a missão
  • 10.
     Conversão pastoraldepende de um encontro pessoal...  A renovação Paroquial depende de um renovado amor à pastoral.  Jesus se apresenta como o Bom Pastor. Seu agir revela um novo jeito de cuidar das pessoas.  O centro da ação pastoral é Jesus Cristo. É ele que convoca e envia.  Todos os envolvidos se comprometem a ser presença evangelizadora – lá onde se encontrarem!
  • 11.
     1. sãoos primeiros a fomentar a conversão pastoral das paroquias.  2. devem ser proximos das pessoas; simples e acolhedores; fomentando a unidade.  3. sejam os animadores de uma nova mentalidade e postural pastoral  4. devem ajudar os presbíteros que enfrentam diariamente os desafios e as dificuldades da pastoral.  Pois, sem a iniciativa da diocese e de seu pastor será muito difícil que as paróquias se tornem comunidade de comunidades.
  • 12.
     1. sãochamados a ser padre-pastor, dedicado, generoso, acolhedor e aberto ao serviço da comunidade.  2. evite-se personalismos e isolamentos...  3. ele é um dom para a comunidade a quem serve; fundamental é acolher bem as pessoas, exercendo sua paternidade espiritual, disponível para ir ao encontro de tantos sofredores  4. que sejam autênticos discípulos de Jesus Cristo  5. o pároco seja ‘homem de Deus’; servidor de seu povo.  6. cuide da formação permanente.
  • 13.
     1. acompanhema formação das novas comunidades;  2. participem ativamente da renovação paroquial  3. Contribuem com o crescimento do Povo de Deus  4. Que se cultive o vínculo da comunhão.
  • 14.
     1. testemunhamCristo para além da comunidade de fé;  2. necessário fomentar sua participaçao na comunidade de fé – reconhecendo a diversidade de carismas...  3. necessário desencadear um processo integral de formação  4. não clericalizá-lo...  5. precisam dispor de espaço para atuarem na comunidade  6. Família, mulheres, jovens e idosos!
  • 16.
     1. COMUNIDADESDA COMUNIDADE PAROQUIAL: não se trata simplesmente de demarcar território; é necessário identifivar quem vai pastorear, animar e coordenar as pequenas comunidades.  O início dessas pequenas comunidades poder ser com as pessoas que já estão atuando em pastorais, serviços e movimentos na paróquia (ali todos se conhecem, de alguma forma se ajudam, partilham a vida)
  • 17.
     2. ACOLHIDAE VIDA FRATERNA: a conversão pastoral supõe rever as relações que existem entre as pessoas...  A missão que se impõe às comunidades paroquiais é rever o relacionamento humano (alegria, perdão, amor mútuo, diálogo, correção fraterna!) que se nelas se estabelece.  A Comunidade missionária é comunidade acolhedora.  Acolher melhor é uma tarefa urgente especialmente das secretarias paroquiais.  Muitas pessoas procuram a Igreja nos momentos difíceis. A comunidade cristã precisa acolhe-las com carinho!
  • 18.
     3. INICIAÇÃOÀ VIDA CRISTÃ: A comunidade é casa de Iniciação à vida cristã, onde a catequese há de ser uma prioridade.  Só haverá revitalização das comunidades com uma catequese centrada na Palavra de Deus, expressão maior da animação bíblica da pastoral.
  • 19.
     4. LEITURAORANTE DA BÍBLIA: Muitos paroquianos ainda não se familiarizaram com a Bíblia.  A Palavra é saboreada na experiência comunitária da Leitura Orante da Bíblia.  Importância especial tem a homilia, centrada nas leituras da Bíblia...  É fundamental oferecer uma boa formação aos ministros da Palavra – com indicações litúrgicas e técnicas de comunicação. O mesmo se diga dos ministros ordenados...
  • 20.
     5. LITURGIAE ESPIRITUALIDADE: em nossas celebrações, por vezes, se fala demais e se reza pouco!  Tanto os ministros ordenados quanto os ministros precisam vivenciar o que celebram!  Merecem revisão: comentários infindáveis, cânticos desalinhados com a Palavra, homilias longas, a ausência de momentos de silêncio.  É necessário evitar a separação entre culto e misericórdia, liturgia e ética, celebração e serviço aos irmãos.  A verdadeira celebração e a oração exigem conversão e não criam fugas intimistas da realidade...
  • 21.
     6. CARIDADE:as comunidades da paróquia precisarão acolher a todos, em especial os moralmente perdidos e os socialmente excluídos.  O amor ao próximo...é um dever de toda a comunidade eclesial.  Dependentes químicos, migrantes, desempregados, dementes, moradores de rua, sem-terras, soropositivos, doentes e idosos abandonados;  Merecem acolhidas e a caridade da Igreja os divorciados, os casais de segunda união, os homossexuais, os solitários, os deprimidos  Defesa da vida, ecologia, ética na política, economia solidária.  Atenção: evitar consumo de álcool nos espaços das comunidades...
  • 22.
     7. MANUTENÇÃO,CONSELHOS E ORGANIZAÇÃO PAROQUIAL: é necessário comunhão e participação que exigem engajamento tanto na provisão de recursos quanto na administração paroquial.  O dízimo é forma privilegiada do senso de comunidade...  É preciso estimular o funcionamento do Conselho Pastoral Paroquial, como também do Conselho de Assuntos Econômicos...  Ambos os conselhos devem ser formados por pessoas que participam ativamente da vida da comunidade.  Paróquias são pessoas jurídicas que precisam prestar conta a quem as sustenta e ao Estado brasileiro, daí a necessidade uma gestão qualificada e transparente...
  • 23.
     8. ABERTURAECUMÊNICA E DIÁLOGO: o respeito e o bom-senso garantem a atitude ecumênica e o diálogo.  Fomente-se tempos, lugares para que a comunidade se reúna com outras confissões cristãs para rezar e meditar a Palavra de Deus. Recorde-se a “Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos”.  “Que todos sejam um” – através do serviço à vida e na defesa dos direitos humanos pode-se criar bons espaços de diálogo...  A cultura da proximidade e do encontro supõe acolher quem pensa diferente...
  • 24.
     9. NOVAFORMAÇÃO: a conversão da paróquia exige um novo estilo de formação – usando metodologias e processos que permitam desencadear uma conversão nas pessoas e uma mudança na comunidade.  O Papa Francisco insiste na revisão da formação dos ministros ordenados, dos seminaristas e dos leigos...  É necessário promover um processo metodologia capaz de envolver as pessoas no saber, no fazer e no ser cristão.  Não faltam informações... Falta formar discípulos missionários...  Escola Diocesana de Formação de Catequistas – não bastam cursinhos...
  • 25.
     10. MINISTÉRIOSLEIGOS: a Trindade enriquece a Igreja com carismas...  Na Igreja primitiva havia apóstolos, pregadores e profetas...  É preciso estimular os ministérios leigos... Mas para isso é necessário formação adequada: doutrinal, pastoral e espiritual.
  • 26.
     11. COMUNICAÇÃONA PASTORAL: o ser humano é informado e conectado, acessa dados e vive entre os espaços virtuais.  Não podemos descuidar da mutação dos códigos de comunicação existentes...  Desafio: que as TVs e sites católicos desenvolvam uma pastoral de conjunto que respeite a pluralidade de opções, garantindo a comunhão efetiva...  Destaca-se o quanto as pessoas mais idosas fazem uso dos programas televisivos: missas, devoções...
  • 27.
     12. SAIREM MISSÃO: há tantos que buscam verdadeiramente Deus.  Mas, tantos deixam a Igreja! Porque?  É urgente ir ao encontro dos que se afastaram da comunidade ou dos que a concebem apenas como uma referência para serviços religiosos.  Atenção especial: batizados, matrimônios, exéquias, cursos de noivos, batismo, catequese...  É preciso cultivar um olhar mais acolhedor e menos julgador...
  • 28.
     13. BREVECONCLUSÃO - é necessário cultivar algumas características fundamentais:  Formar pequenas comunidades unidas pela fé cristã;  Meditar a Palavra de Deus pela L.O.B.  Celebrar a Eucaristia, unindo as comunidades  Estabelecer Conselhos (CPP, CAE)  Valorizar o laicato e incentivar para a formação dos ministérios leigos  Acolher a todos  Viver a caridade e fazer a opção preferencial pelos pobres  Igrejas se tornem centros de irradiação e animação da fé e da espiritualidade  Garantir a comunhão com a totalidade da Diocese.  Utilizar os recursos da mídia e as novas formas de comunicação  Promover uma pastoral missionária.
  • 29.
    1. Quais sãoos pontos deste texto que provocam a reflexão sobre a nossa comunidade paroquial? 2. Que atividades pastorais e estruturas precisam ser revisadas? 3. Em que aspectos já estamos vivendo a conversão pastoral? 4. Como a nossa paróquia pode tornar-se comunidade de comunidades? 5. O que precisamos assumir para sermos uma paróquia missionária?