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1. ENSINAR A CONDIÇÃO HUMANA 2. ENFRENTAR AS INCERTEZAS 3. ENSINAR A COMPREENSÃO 4. A ÉTICA DO GÊNERO HUMANO 1. APRENDER A SER 2. APRENDER A CONHECER 3. APRENDENDO A FAZER 4. APRENDENDO A VIVER JUNTOS
 
  1.       ENSINAR A CONDI Ç ÃO HUMANA   1.1 Complexidade da natureza humana  –  f í sico  –  biol ó gico  –  ps í quico  –  cultural  –  social  –  hist ó rico; 1.2 A condi ç ão humana como objeto essencial de todo o ensino; 1.3 A educa ç ão do futuro como fundamento centrado na condi ç ão humana; 1.4 O homem ser plenamente biol ó gico e plenamente cultural  –   é  SUPER e HIPERVIVENTE; 1.5 Circuito c é rebro/mente/cultural; 1.6 Circuito razão/afeto/pulsão; 1.7 Circuito indiv í duo/sociedade/esp é cie.
2.       ENFRENTAR AS INCERTEZAS   2.1 Incertezas reveladas no s é culo XX atrav é s da microf í sica  –  termodinâmica  –  cosmologia  –  ciências biol ó gicas evolutivas  –  ciências hist ó ricas; 2.2 Ensinar princ í pios de estrat é gia que permitem enfrentar os imprevistos  –  o inesperado  –  a incerteza; 2.3 Aprender a navegar no oceano das incertezas atrav é s dos arquip é lagos das certezas.
3.       ENSINAR A COMPREENSÃO   3.1 Compreensão meio e fim da comunica ç ão humana; 3.2 O desenvolvimento da compreensão exige a reforma das mentalidades; 3.3 Compreensão intelectual ou objetiva e a compreensão humana intersubjetiva; 3.4 Educa ç ão para os obst á culos  à  compreensão; 3.5  É tica da compreensão compreendendo a incompreensão .
4.          A  É TICA DO GÊNERO HUMANO 4.1 A educa ç ão voltada  à  democracia  –  indiv í duo/sociedade/esp é cie; 4.2 Rela ç ão de controle m ú tuo entre a sociedade e os indiv í duos pela democracia 4.3 Humanidade como comunidade planet á ria.
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1.              APRENDER A SER   1.1    Desenvolvimento da personalidade  –  capacidade de autonomia  –  discernimento  –  responsabilidade pessoal; 1.2    Potencialidades do indiv í duo  –  mem ó ria  –  racioc í nio  –  sentido est é tico  –  capacidades f í sicas  –  aptidão para comunicar-se; 1.3    Proje ç ão do ser humano para elabora ç ão de pensamentos autônomos e cr í ticos, formulando seus pr ó prios ju í zos de valor perante as diferentes circunstâncias da vida; 1.4    Descoberta e experimenta ç ão  –  est é tica - art í stica  –  desportiva  –  cient í fica  –  cultural  –  social.
2.             APRENDER A CONHECER   2.1 Aprender a aprender para apropriar-se das oportunidades oferecidas pela educa ç ão no    decorrer da vida de cada ser humano;      2.2 Aumento dos saberes: desperta a curiosidade intelectual  –  estimula o sentido cr í tico  –  autonomia  –  discernimento; 2.3 Exerc í cio da aten ç ão  –  mem ó ria  –  pensamento.
  3.             APRENDENDO A FAZER   3.1 Qualifica ç ão profissional  –  competência pessoal  –  experiências sociais; 3.2 Desmaterializa ç ão do trabalho  –  importância dos servi ç os entre as atividades assalariadas; 3.3 O trabalho na economia formal  –  participa ç ão formal ou informal .
4              APRENDENDO A VIVER JUNTOS   4.1 Compreensão do outro  –  percep ç ão das interdependências; 4.2 Realiza ç ão de projetos comuns  –  prepara ç ão para gerir conflitos  –  respeito  –  valores  –  compreensão m ú tua  –  paz;
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Dissipar conceitos advindos no decorrer da hist ó ria  é  imprescind í vel, pois ap ó s a globaliza ç ão do mundo atual o tempo tem revelado que a educa ç ão at é  então tem produzido conhecimentos fragmentados não suprindo o seu real papel: o desenvolvimento total do indiv í duo. No horizonte surge um dos maiores pensadores do s é culo XX, o francês Edgar Morin, que aponta a sa í da,  “ Os sete Saberes ” , que muitas vezes  é  considerado uma vereda sinuosa cheia de desafios.
É  imperativo aflorar uma nova pr á tica pedag ó gica, a qual o educador esteja imbu í do no mundo mediado por artefatos tecnol ó gicos, neste âmbito emerge apoio fundamental  “ Os Pilares ”  que fomenta a reorganiza ç ão da educa ç ão. Diante do contexto surgem estrat é gias e pol í ticas p ú blicas que visam nortear a a ç ão docente do s é culo XXI, que segue abaixo:
Incitar a cria ç ão de pol í ticas p ú blicas pertinentes;    Promover crit é rios de carreira docente que valorize o professor desenvolvendo a ç ões de fortalecimento de um projeto nacional de forma ç ão e de apoio a melhoria das condi ç ões de trabalho dos professores do sal á rio e carreira; Reformular e transformar as a ç ões did á ticas dos professores por meio de capacita ç ões para o devido fim, estabelecendo metas a serem cumpridas por cada um, investindo em pol í ticas    p ú blicas de incentivo e promo ç ão a forma ç ão continuada do profissional docente nos diversos n í veis de ensino;
Incentivar a forma ç ão cont í nua de professores em todos os n í veis bem como garantir o acesso a esses processos de forma ç ão ajustadas  à s necessidades do professor, priorizando seu crescimento; Estimular a produ ç ão art í stica cultural com a promo ç ão de concursos    de m ú sica, arte, poesia e teatro, promovendo eventos como: feiras, exposi ç ão, gincanas, festivais, festas com espa ç os de divulga ç ão de talentos para aproximar a fam í lia da escola; Desenvolver projetos de punho social que envolva alunos,    professores e comunidade escolar de forma direta na solu ç ão de problemas do cotidiano de maneira dinâmica e integradora, enquanto os governos não investirem não ter á  retorno;
Criar mecanismos para reaproximar a fam í lia do processo educacional, despertando as mesmas para a compreensão do seu papel, suas obriga ç ões, devolvendo a elas suas responsabilidades e dando-lhes competências    para fortalecer    a educa ç ão dos jovens; Revitalizar e fortalecer o grêmio estudantil, conselho escolar, APAM com a ç ões articuladas para dar suporte  à s a ç ões coletivas da comunidade escolar, legitimando gestão escolar democr á tica, com participa ç ão direta de todos;
Fortalecer o v í nculo com a comunidade escolar atrav é s de a ç ões educacionais comunit á rias realizadas pela escola e pela comunidade e que saem do âmbito estritamente escolar, ampliando-se para o educacional, com espa ç os para discussão coletiva de problemas e solu ç ões comuns da comunidade ; Reformular o currículo dos cursos de Licenciatura, incluindo pontos de fundamental importância, complementando as já existentes e fortalecendo a integração das demais, por exemplo, a disciplina Mídia na Educação fortalecendo as demais existentes.
Regulamentar a cria ç ão de disciplina no Ensino Fundamental, criando diretrizes curriculares e coordenando de  á rea para a produ ç ão de mat é rias pedag ó gica a serem utilizadas tornando aulas mais dinâmicas estimulando a participa ç ão de todos; Elabora ç ão de projetos que favore ç a forma ç ão para o mercado de trabalho, aprendendo e ensinando com as TICs, estrat é gias que o professor ir á  se defrontar no seu fazer pedag ó gico favorecendo o seu crescimento profissional. Adotar parcerias com empresas, entidades particulares e ou p ú blicas para assegurar vagas aos jovens no mercado de trabalho dando-lhes oportunidade de forma ç ão e retorno em imediato.
Estabelecer como obrigatoriedade aulas em que se utilizem das tecnologias na sua execu ç ão, pondo em pr á tica o que se aprende na teoria, aulas com abordagens que se aproximem mais do dia a dia  é  o que se espera do educador de hoje, para isso pol í ticas p ú blicas tendem a serem colocadas em pr á tica. Transformar a ç ões did á ticas atuais em a ç ões que possa ser utilizada no dia a dia do professor e dos alunos, adotando trabalhos diversificados direcionado a comunidade e a sua forma ç ão enquanto cidadã para que os mesmo possam de fato exercer a sua cidadania .
Adotar pol í ticas p ú blicas de reformula ç ão das grades curriculares acadêmicas e incluir na sua carga hor á ria est á gios maiores e mais direcionados, aulas com abordagens que se aproximem ensino X realidade,    cada indiv í duo fortalecendo e aprimorando os seus conhecimentos bem como a sua utiliza ç ão; Implanta ç ão de Laborat ó rios Inform á tica,    que envolvam não s ó  os professores, bem como alunos e comunidade de forma geral, englobando todas as  á reas do conhecimento revendo atitudes antes vivenciadas por outros, fortalecendo a troca de experiência e a manifesta ç ão dos saberes na constru ç ão dos novos, para isso percebe-se a necessidade de se colocar em pr á tica as pol í ticas p ú blicas.
As propostas citadas acima têm o intuito de priorizar a educa ç ão como um todo, oportunizando ao educando e educador uma educa ç ão eficaz, com uma  ó tica que priorize as necessidades atuais e futuras. Levando em conta os Saberes:  Ensinar a condi ç ão humana; Enfrentar as incertezas; Ensinar a compreensão;  A  é tica do gênero humano.   Sendo capaz de elucidar muitos dos  “ Buracos negros ”  existentes, todavia, somos conscientes que a caminhada  é  longa e    haver á  alguns que desistiram ao longo da jornada devido aos desafios, entretanto, não podemos ficar inertes.

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  • 1.  
  • 2.  
  • 3. 1. ENSINAR A CONDIÇÃO HUMANA 2. ENFRENTAR AS INCERTEZAS 3. ENSINAR A COMPREENSÃO 4. A ÉTICA DO GÊNERO HUMANO 1. APRENDER A SER 2. APRENDER A CONHECER 3. APRENDENDO A FAZER 4. APRENDENDO A VIVER JUNTOS
  • 4.  
  • 5.   1.     ENSINAR A CONDI Ç ÃO HUMANA   1.1 Complexidade da natureza humana – f í sico – biol ó gico – ps í quico – cultural – social – hist ó rico; 1.2 A condi ç ão humana como objeto essencial de todo o ensino; 1.3 A educa ç ão do futuro como fundamento centrado na condi ç ão humana; 1.4 O homem ser plenamente biol ó gico e plenamente cultural – é SUPER e HIPERVIVENTE; 1.5 Circuito c é rebro/mente/cultural; 1.6 Circuito razão/afeto/pulsão; 1.7 Circuito indiv í duo/sociedade/esp é cie.
  • 6. 2.     ENFRENTAR AS INCERTEZAS   2.1 Incertezas reveladas no s é culo XX atrav é s da microf í sica – termodinâmica – cosmologia – ciências biol ó gicas evolutivas – ciências hist ó ricas; 2.2 Ensinar princ í pios de estrat é gia que permitem enfrentar os imprevistos – o inesperado – a incerteza; 2.3 Aprender a navegar no oceano das incertezas atrav é s dos arquip é lagos das certezas.
  • 7. 3.     ENSINAR A COMPREENSÃO   3.1 Compreensão meio e fim da comunica ç ão humana; 3.2 O desenvolvimento da compreensão exige a reforma das mentalidades; 3.3 Compreensão intelectual ou objetiva e a compreensão humana intersubjetiva; 3.4 Educa ç ão para os obst á culos à compreensão; 3.5 É tica da compreensão compreendendo a incompreensão .
  • 8. 4.        A É TICA DO GÊNERO HUMANO 4.1 A educa ç ão voltada à democracia – indiv í duo/sociedade/esp é cie; 4.2 Rela ç ão de controle m ú tuo entre a sociedade e os indiv í duos pela democracia 4.3 Humanidade como comunidade planet á ria.
  • 9. Links relacionados: http://www.investidura.com.br/biblioteca-juridica/resumos/direito-e-tecnologia/505-os-sete-saberes-necessarios-a-educacao-do-futuro-morin.html http://complexidade.ning.com/video/sete-saberes-edgar-morin http://www.youtube.com/watch?v=C0RyOmLZ4aE&feature=player_embedded# !  
  • 10.  
  • 11. 1.            APRENDER A SER   1.1   Desenvolvimento da personalidade – capacidade de autonomia – discernimento – responsabilidade pessoal; 1.2   Potencialidades do indiv í duo – mem ó ria – racioc í nio – sentido est é tico – capacidades f í sicas – aptidão para comunicar-se; 1.3   Proje ç ão do ser humano para elabora ç ão de pensamentos autônomos e cr í ticos, formulando seus pr ó prios ju í zos de valor perante as diferentes circunstâncias da vida; 1.4   Descoberta e experimenta ç ão – est é tica - art í stica – desportiva – cient í fica – cultural – social.
  • 12. 2.            APRENDER A CONHECER   2.1 Aprender a aprender para apropriar-se das oportunidades oferecidas pela educa ç ão no    decorrer da vida de cada ser humano;    2.2 Aumento dos saberes: desperta a curiosidade intelectual – estimula o sentido cr í tico – autonomia – discernimento; 2.3 Exerc í cio da aten ç ão – mem ó ria – pensamento.
  • 13.   3.            APRENDENDO A FAZER   3.1 Qualifica ç ão profissional – competência pessoal – experiências sociais; 3.2 Desmaterializa ç ão do trabalho – importância dos servi ç os entre as atividades assalariadas; 3.3 O trabalho na economia formal – participa ç ão formal ou informal .
  • 14. 4            APRENDENDO A VIVER JUNTOS   4.1 Compreensão do outro – percep ç ão das interdependências; 4.2 Realiza ç ão de projetos comuns – prepara ç ão para gerir conflitos – respeito – valores – compreensão m ú tua – paz;
  • 15. Links relacionados: http://4pilares.net/text-cont/delors-pilares.htm http://www.webartigos.com/articles/33899/1/OS-PILARES-DE-JACQUES-DELORS/pagina1.html http://www.scribd.com/doc/520285/Saberes-e-Pilares-para-a-Educacao-do-Seculo-XXI  
  • 16.  
  • 17. Dissipar conceitos advindos no decorrer da hist ó ria é imprescind í vel, pois ap ó s a globaliza ç ão do mundo atual o tempo tem revelado que a educa ç ão at é então tem produzido conhecimentos fragmentados não suprindo o seu real papel: o desenvolvimento total do indiv í duo. No horizonte surge um dos maiores pensadores do s é culo XX, o francês Edgar Morin, que aponta a sa í da, “ Os sete Saberes ” , que muitas vezes é considerado uma vereda sinuosa cheia de desafios.
  • 18. É imperativo aflorar uma nova pr á tica pedag ó gica, a qual o educador esteja imbu í do no mundo mediado por artefatos tecnol ó gicos, neste âmbito emerge apoio fundamental “ Os Pilares ” que fomenta a reorganiza ç ão da educa ç ão. Diante do contexto surgem estrat é gias e pol í ticas p ú blicas que visam nortear a a ç ão docente do s é culo XXI, que segue abaixo:
  • 19. Incitar a cria ç ão de pol í ticas p ú blicas pertinentes;   Promover crit é rios de carreira docente que valorize o professor desenvolvendo a ç ões de fortalecimento de um projeto nacional de forma ç ão e de apoio a melhoria das condi ç ões de trabalho dos professores do sal á rio e carreira; Reformular e transformar as a ç ões did á ticas dos professores por meio de capacita ç ões para o devido fim, estabelecendo metas a serem cumpridas por cada um, investindo em pol í ticas   p ú blicas de incentivo e promo ç ão a forma ç ão continuada do profissional docente nos diversos n í veis de ensino;
  • 20. Incentivar a forma ç ão cont í nua de professores em todos os n í veis bem como garantir o acesso a esses processos de forma ç ão ajustadas à s necessidades do professor, priorizando seu crescimento; Estimular a produ ç ão art í stica cultural com a promo ç ão de concursos   de m ú sica, arte, poesia e teatro, promovendo eventos como: feiras, exposi ç ão, gincanas, festivais, festas com espa ç os de divulga ç ão de talentos para aproximar a fam í lia da escola; Desenvolver projetos de punho social que envolva alunos,   professores e comunidade escolar de forma direta na solu ç ão de problemas do cotidiano de maneira dinâmica e integradora, enquanto os governos não investirem não ter á retorno;
  • 21. Criar mecanismos para reaproximar a fam í lia do processo educacional, despertando as mesmas para a compreensão do seu papel, suas obriga ç ões, devolvendo a elas suas responsabilidades e dando-lhes competências   para fortalecer   a educa ç ão dos jovens; Revitalizar e fortalecer o grêmio estudantil, conselho escolar, APAM com a ç ões articuladas para dar suporte à s a ç ões coletivas da comunidade escolar, legitimando gestão escolar democr á tica, com participa ç ão direta de todos;
  • 22. Fortalecer o v í nculo com a comunidade escolar atrav é s de a ç ões educacionais comunit á rias realizadas pela escola e pela comunidade e que saem do âmbito estritamente escolar, ampliando-se para o educacional, com espa ç os para discussão coletiva de problemas e solu ç ões comuns da comunidade ; Reformular o currículo dos cursos de Licenciatura, incluindo pontos de fundamental importância, complementando as já existentes e fortalecendo a integração das demais, por exemplo, a disciplina Mídia na Educação fortalecendo as demais existentes.
  • 23. Regulamentar a cria ç ão de disciplina no Ensino Fundamental, criando diretrizes curriculares e coordenando de á rea para a produ ç ão de mat é rias pedag ó gica a serem utilizadas tornando aulas mais dinâmicas estimulando a participa ç ão de todos; Elabora ç ão de projetos que favore ç a forma ç ão para o mercado de trabalho, aprendendo e ensinando com as TICs, estrat é gias que o professor ir á se defrontar no seu fazer pedag ó gico favorecendo o seu crescimento profissional. Adotar parcerias com empresas, entidades particulares e ou p ú blicas para assegurar vagas aos jovens no mercado de trabalho dando-lhes oportunidade de forma ç ão e retorno em imediato.
  • 24. Estabelecer como obrigatoriedade aulas em que se utilizem das tecnologias na sua execu ç ão, pondo em pr á tica o que se aprende na teoria, aulas com abordagens que se aproximem mais do dia a dia é o que se espera do educador de hoje, para isso pol í ticas p ú blicas tendem a serem colocadas em pr á tica. Transformar a ç ões did á ticas atuais em a ç ões que possa ser utilizada no dia a dia do professor e dos alunos, adotando trabalhos diversificados direcionado a comunidade e a sua forma ç ão enquanto cidadã para que os mesmo possam de fato exercer a sua cidadania .
  • 25. Adotar pol í ticas p ú blicas de reformula ç ão das grades curriculares acadêmicas e incluir na sua carga hor á ria est á gios maiores e mais direcionados, aulas com abordagens que se aproximem ensino X realidade,   cada indiv í duo fortalecendo e aprimorando os seus conhecimentos bem como a sua utiliza ç ão; Implanta ç ão de Laborat ó rios Inform á tica,   que envolvam não s ó os professores, bem como alunos e comunidade de forma geral, englobando todas as á reas do conhecimento revendo atitudes antes vivenciadas por outros, fortalecendo a troca de experiência e a manifesta ç ão dos saberes na constru ç ão dos novos, para isso percebe-se a necessidade de se colocar em pr á tica as pol í ticas p ú blicas.
  • 26. As propostas citadas acima têm o intuito de priorizar a educa ç ão como um todo, oportunizando ao educando e educador uma educa ç ão eficaz, com uma ó tica que priorize as necessidades atuais e futuras. Levando em conta os Saberes: Ensinar a condi ç ão humana; Enfrentar as incertezas; Ensinar a compreensão; A é tica do gênero humano. Sendo capaz de elucidar muitos dos “ Buracos negros ” existentes, todavia, somos conscientes que a caminhada é longa e   haver á alguns que desistiram ao longo da jornada devido aos desafios, entretanto, não podemos ficar inertes.