O documento discute os impactos ambientais negativos causados pelo uso excessivo de automóveis particulares nas cidades. Aponta que os automóveis são responsáveis por grande parte da poluição atmosférica urbana e que é preciso incentivar modos de transporte mais sustentáveis como transporte público, caminhada e ciclismo. Também argumenta que as políticas atuais de cidades brasileiras são insuficientes para lidar com os problemas causados pelo "predomínio do automóvel".